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Copyright © 2011 Jacob Gotwals, Jack Lehman, Jim Manske, and Jori ManskeDefiniçãoINABILIDOSO(A)
Sem conhecimento da habilidade, inconscientemente incompetente
DESPERTANDO
Se tornando consciente da habilidade; conscientemente incompetente.
CAPAZ
Capaz de usar a habilidade, com esforço; conscientemente competente.
INTEGRADO(A)
Usa a habilidade naturalmente com facilidade e fluidez; inconscientemente competente.
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PresençaEstar atento ao que está acontecendo aqui e agora. Não perdido em pensamentos, reações emocionais, etc.Inconscientemente perdido no passado ou no futuro; identificado com o pensar e o fazer.Se tornando consciente da diferença entre estar alerta ao que está realmente acontecendo e estar perdido em pensamentos.Capaz de testemunhar pensamentos e sentimentos, e de responder no lugar de reagir; capaz de trazer a si mesmo de volta a um estado de atenção quando percebe que estava perdido em pensamentos.Atenção relaxada ao que está acontecendo em cada momento, com um profundo senso de propósito e escolha; abertura ao que se apresenta, em um estado de recurso, interdependência e perspectiva do passado e futuro.
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ObservandoNotando (e possivelmente descrevendo) as nossas experiências mentais e sensoriais, e distinguindo essas experiências das interpretações que damos a elas.Habitualmente confunde interpretação com observação; assume que avaliações e interpretações são fatos.Se tornando consciente de interpretações como distintas de observações ao rever eventos passados; pouca habilidade ou clareza dessa distinção quando interagindo em tempo real.Se lembrando e fazendo a distinção entre observação e interpretação cada vez mais.Capaz de distinguir observações de interpretações sem esforço.
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Consciência dos SentimentosHabilidade de identificar e experimentar nossas sensações corporais e emoções.Pouca ou nenhuma compreensão das emoções, identificado com ou resistente às emoções.Começando a notar e ter uma percepção de que sentimentos tem valor.Capaz de reconhecer, aceitar e permitir a experiência da emoção, com esforço.Reconhecimento sem esforço, aceitação e permissão da experiência emocional.
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Auto-aceitaçãoAceitando a si mesmo com cuidado incondicional.Padrões reativos de auto-julgamento habituais caracterizados pela vergonha, culpabilizações de si mesmo, auto-crítica, defensiva, ou autoengrandecimento.Notando o auto-julgamento, e percebendo os custos que ele tem para o bem-estar; anseando por auto-aceitação.Aumentando a aceitação de, e respostas que enriquecem a vida a, o que sente, pensa, necessita e faz.Sendo claro e cuidadoso consigo mesmo.
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Se responsabilizando pelos seus SentimentosVivendo a partir do conhecimento de que somente eu causo minhas emoções - minhas emoções não são causadas por outros.Quando os sentimentos surgem, credita ou culpa a si mesmo, aos outros ou às circunstâncias externas.As vezes se observa culpando e criticando, sem clareza sobre como se responsabilizar de seus próprios sentimentos.Capaz de perceber quando está engatilhado, e usa isso como um sinal para conectar-se consigo.Vivendo a partir da compreensão de que nossa experiência emocional emerge do estado de nossas necessidades e qualidade de nosso modo de pensar.
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Consciência das NecessidadesConsciência de (e a disposição de honrar) necessidades, as qualidades essenciais e universais da vida (como sustento, amor e sentido).Sem consciência das necessidades universais; trata estratégias como se fossem necessidades, resultando em apego e resistência.Compreensão intelectual de necessidades universais; confunde necessidade com estratégia, pensando que é preciso ter uma estratégia específica.Percebe a diferença entre necessidades e estratégias; tem um vocabulário para expressar sentimentos e necessidades; conecta sentimentos com as necessidades subjacentes (as vezes com esforço, especialmente quando está engatilhado).Vivendo a partir da consciência de que tudo o que fazemos é uma tentativa (efetiva ou não) de sobreviver e prosperar (thrive can be to prosper or to flourish - I've put prosper, but I'm afraid it will be mistaken with financial matters.)
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Reconectando consigo e se recuperando da reatividadeReatividade é a resistência interna ao que se apresenta. Recuperação é o deixar ir dessa resistência. Reconectando consigo é estar presente com a sua própria experiência com presença e compaixão.Majoritariamente inconsciente de padrões de reação habituais.As vezes percebe os padrões habituais e se lembra de que a empatia e/ou honestidade eram opções.Quando engatilhado, geralmente se lembra que tem escolha; a primeira resposta é tipicamente a empatia e/ou honestidade.Percebe quando há constrição interna e naturalmente se abre.
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Consciência sobre Pedidos e fazendo pedidosDisposição de pedir por aquilo que quer, com abertura a receber qualquer resposta; não apegado a nenhum resultado específico.Exige o que quer ou está inábil para / sem disposição de pedir pelo que quer.Se tornando consciente de como o apego, as exigências e falhar em pedir por aquilo que quer tornam menos provável que necessidades sejam atendidas.Geralmente disposto e capaz de fazer pedidos específicos, e, notando apego à uma estratégia específica, se esforça para se mover da constrição para abertura e criatividade.Disposição para pedir por aquilo que quer; tem presença, criatividade e compaição, mesmo quando a resposta é "não".
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EnlutandoTransformando o sofrimento da perda; deixando ir a resistência ao que é, e estando disposto a permitir nossa experiência se desdobrar.Culpa a si mesmo, outros ou cirscunstâncias externas pela perda; resiste aos sentimentos de perda; tenta ser "forte" ou esconde seus sentimentos dos outros.Se tornando consciente da própria tendência em direção à resistência ou culpabilizações quando experimenta alguma perda.Notando esquiva ou culpa relacioda a alguma perda, abre mão de acreditar que algo está errado e se permite experimentar seus sentimentos, se abrindo para uma conexão com as necessidades.Inteiramente engajado com a inteireza da vida na presença de alguma perda.
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EmpatiaEstando presente com a experiência de outra pessoa, com aceitação incondicional da outra pessoa.Habitualmente responde aos outros com simpatia, conselhos, críticas, trazendo o foco para si mesmo, etc.Se perde na história facilmente. As vezes é capaz de desenhar hipóteses de observações, sentimentos, necessidades e pedidos (com o apoio das listas de sentimentos e necessidades). Intenção de dar espaço, presença e foco aos outros nascendo.Capaz de estar com o outro sem tentar liderá-lo, e capaz de refletir a experiência do outro de volta sem afirmações ou novas opiniões e avaliações.Fica naturalmente focado e energizado quando presente com a experiência do outro, com aceitação incondicional da pessoa.
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Dissolvendo imagens de inimigoTranscendendo percepções de que o outro merece ser punido ou machucado.Modo de pensar "nós contra eles"; "eles" merecem ser punidos ou feridos.Se tornando consciente dos custos de ter imagens de inimigo, e do possível valor em explorar alternativas à punição.Ao notar que está segurando o outro ou um grupo como um inimigo, é capaz de se reconectar com a humanidade de todos envolvidos, dissolvendo a imagem de inimigo.Recebendo a todos com compaixão, com respeito ao bem-estar de todos.
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DiscernimentoClareza, insight, e sabedoria em fazer distinções que servem à vida e escolhas; reconhecendo que temos escolha.
Opiniões e escolhas são baseadas em julgamentos de certo e errado; acredita que seus próprios julgamentos são fatos.Se tornando consciente de outra forma de fazer distinções e escolhas, baseadas em servir às necessidades universais, em vez de se basear em julgamentos de bom ou mau, certo ou errado.Tem competência crescente em fazer distinções e escolhas com uma perspectiva ampla, compreendendo o significado e intenções mais profundas abaixo da superfície.Sintoniza intuitivamente em sua clareza, insight e sabedoria para fazer distinções e escolhas que servem à vida.
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Vivendo de maneira interdependenteVivendo a partir do conhecimento que cada indivíduo é relacionado a cada outro indivíduo - cada parte de um sistema afeta cada outra parte.Tem perspectivas de independência/dependência, isso ou aquilo, e dominação/submissão sem estar consciente de alternativas.Consciente de (e interessado na) ideia de que todas as necessidades importam, se tornando consciente do pensamento de "isso ou aquilo", e do desejo de se submeter ou se rebelar.Geralmente considera as necessidades dos outros assim como as suas próprias necessidades.Consistemente aberto às perspectivas e necessidades de outros; experimenta as necessidades de outros como integralmente conectadas às suas próprias.
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Auto-expressão honestaSe apropriando de sua experiência e tendo a disposição de expressá-la autenticamente sem culpabilizações ou críticas.Habitualmente se expressa com reclamação, culpabilização ou criticas quando chateado(a); compartilha opiniões e crenças como certezas.
Desenvolvendo uma consciência crescente de como alguns padrões de pensamento e expressão tendem a criar desconexão; começando a explorar alternativas.Usualmente capaz de se expressar autenticamente com a intenção de conectar, mesmo quando estressado(a).Se expressa com vulnerabilidade, segurando as necessidades de todos como preciosas; tem abertura à diferentes resultados.
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Facilitando conexãoFacilitando empatia e honestidade no diálogo com uma intenção de criar conexão.Fala “em” em vez de “com”; debate, convence ou não fala sobre as próprias necessidades.Percebendo padrões de comunicação alienados à vida, e tentando ter mais escolha sobre como apoiar a conexão.Conexão consciente de se conectar, equilibrando honestidade com o convite a expressão de outros.Se comunica com autenticidade e empatia; apoia as pessoas a se conectarem.
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PaciênciaPermanecendo com espaço interno e presente quando alguém se sente estressado. Habilidade de estar com suas próprias reações, sem agir a partir delas.Normalmente se relaciona com a intenção de conseguir aquilo que quer, e/ou com submissão.Impaciente ou distraído com seus próprios impulsos; interrompe; tendência de agir com reatividade.Trabalhando para expandir seu raio de aceitação e sua habilidade de pausar em auto-conexão antes de responder à reatividade.Se auto-conecta naturalmente se abre quando o outro experimenta constrição ou urgência, e tem a disposição de esperar.
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Respondendo à reatividade de outrosRespondendo no lugar de reagindo à outros que estão presos em emoções intensas de separação.Reage habitualmente com defensiva, submissão ou esquiva quando outros estão engatilhados.Percebe cada vez mais como suas próprias reações habituais e seus efeitos na conexão.Auto-conexão crescente e a habilidade de escolher empatia ou honestidade na presença da reatividade do outro, se abrindo para a curiosidade em relação às perspectivas do outro.Responde à reatividade do outro com centramento; aceita o outro quando ele/ela está engatilhado(a); habilidade de estar presente.
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Abertura ao feedbackRecebendo a perspectiva de outro sobre nossas ações com equanimidade e centramento.Feedback significa que tem algo de errado consigo ou com o outro. Feedback é interpretado com críticas ou enaltecimento.Tem desejo de transformar sua própria reatividade ao redor de receber feedback.Compreende que o feedback de outro é a perspectiva do outro e o conecta com a necessidade do outro; conecta as suas próprias reações ao feedback com as suas próprias necessidades.Recebe feedback como uma informação a ser considerada, com clareza de escolha. Consciente de que os outros estão falando a partir de sua própria perspectiva.
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Arrependimento benéficoReconhecendo e aprendendo com oportunidades perdidas de atender necesidades, sem culpa, vergonha ou auto-punição.Se responsabiliza pelos sentimentos dos outros com culpa e/ou vergonha, ou se defende, pede desculpa para proteger a si mesmo ao amenizar os sentimentos dos outros.Consciência recém descoberta de que os sentimentos dos outros são causados por suas próprias necessidades, e pode querer que os outros "superem isso". Consciência aumentada do hábito de se culpar a si mesmo.Habilidade crescente de transformar a culpa em aprendizado. Fomentando a vontade de buscar por conexão com os outros (com empatia e honestidade) quando os eventos não funcionam bem para eles.Disposição consistente de se apropriar abertamente de sua parte nos resultados que não atenderam necessidades; disposição para sentir e expressar arrependimento; busca aprendizado e crescimento.
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Flexibilidade nas relaçõesAbertura e versatilidade ao interagir com outros.Se relaciona habitualmente a partir de uma perspectiva de certo/errado, ganhar/perder, "deveria", "tenho que", etc.Habilidade crescente de distinguir entre os padrões de comunicação alienados à vida e a CNV. Padrões de comunicação reativo continuam. Formula com auto-consciência expressões de honestidade e empatia em CNV; pensa que CNV é OSNP.Disposto e geralmente capaz de escutar observações, sentimentos, necessidades e pedidos, independente de como são comunicados. Começou a experimentar com "girafa de rua", a falar de maneiras que são mais prováveis de gerar conexão.Se relaciona naturalmente com autenticidade e empatia. Expressões são sintonizadas com as necessidades e estudlos daqueles envolvidos, e pode não soar como "linguagem CNV".
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Transformando o conflitoUsando o conflito com outros para se conectar e criar um resultado de benefício mútuo.Com medo de ou viciado em conflitos; insconscientemente apegado à opinições e estratégias; toma partido.Se tornando consciente de seus próprios padrões de reação ao conflito; começando a notar seus apegos (à resolução, ao conflito em sei, à segurança, etc.).Disposição de apoiar todas as partes em acessarem seus recursos internos e criatividade, e de incluir as necessidades de todos os envolvidos, mesmo em face à suas próprias reações habituais em relação ao conflito.Tem abertura, curiosidade e criatividade em relação à diferentes perspectivas, como uma oportunidade de expandir sua percepção e tomar ação efetiva.
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GratidãoEncontrando o valor em, apreciando, aproveitando o que é.Foca no que está faltando e reclama; usa e procura por validação através de elogios e recompensas.Nota que as estratégias de elogios/recompensas e validações externas não apoiam a conexão; começando a notar o valor em apreciar necessidades atendidas.Disposto e capaz de se conectar com, saborear e expressar o(s) presente(s) no que está acontecendo.Vive na apreciação de que tudo pode ser um estímulo para desfrutar e/ou crescer.
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Fluxo de dar e receber com o coração abertoTransformando o pensamento da escassez para prosperar criativamente; alegremente contribuindo e recebendo.Recursos são acumulados e/ou usados para controlar outros; medo da perda e de não ter o suficiente; dinheiro e bens materiais são igualados à segurança.Se tornando consciente de seus próprios medos associados com não ter o suficiente, e do valor de contribuir.Consciência crescente de sua programação habitual, como o desejo de acumular ou a dificuldade em receber, e alegria aumentada no fluxo de contribuir e receber.Alegria e facilidade em dar e receber com criatividade e um estado de recursos; dar é receber.
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Cultivando vitalidadeSintonizando consigo para apoiar um auto-cuidado equilibrado; cultivando a energia para servir à vida.Padrões habituais insconscientes e/ou atividade mental agitada que resultam em uma queda de energia.Se tornando consciente de seus próprios níveis de energia e o que os influencia.Conectado(a) com necessidades como recursos; motivado a buscar maneiras para estar acessando recursos internos e contribuindo.Energizando por estar contribuindo com corpo, mente, espírito e comunidade.
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Compartilhando poderTransformando a dominação; valorizando as necessidades de todos com mutualidade e respeito; transcendendo a submissão e rebeldia.Relações baseadas em dominação e submissão; medo de, cobiça por, ou acúmulo de poder.Se tornando consciente da dominação e submissão, e de possibilidade de se relacionar com mutualidade.Consciente de suas próprias submissões ou tentativas de dominar. Se esforça para agir com mutualidade e empatia consigo mesmo e com o outro.Agindo a partir de uma valorização das necessidades de todos, e honrando a autonomia de cada pessoa; transcendendo a dominação, submissão e rebeldia.
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Transcendendo papéisConsciência de que não somos os papéis que representamos; tendo escolha sobre que papéis assumimos e como respondemos aos papéis que outros assumem.Inconscientemente preço nas relações à papéis, os seus próprios e os de outros.Se tornando consciente do sofrimento que pode ocorrer quando reagimos à papéis em vez de responder às necessidades.Capaz de responder com auto-conexão, empatia e honestidade, em vez de reagir baseado nos papéis que nós ou os outros estão carregando.Fácil e graciosamente assume, responde a, e/ou se abstem de papéis; consciente de nossa interdependência para além dos papéis que desempenhamos.
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Consciência sobre habilidade de responder (responsabilidade)Escolhendo livremente as respostas ao que se apresenta na vida, se responsabilizando por sua parte naquilo que acontece. Não se responsabilizando pelas partes de outros, e reconhecendo que as ações de um influenciam outros.Consciência da vítima: falta clareza sobre quem é quem; percebe que a experiência e as ações de uma pessoa podem ser causadas por outras pessoas ou circunstâncias externas (por exemplo: eu causei a sua, você causou a minha, ou aquilo causou a sua ou a minha)
Tornando-se ciente da consciência de vítima e seus custos; alívio e liberdade na consciência de nosso poder, e ainda nos encontrando presos em padrões habituais de culpa e crítica; diagnostica os outros como presos ou culpados e tenta educá-los para se protegerem.
Capaz de se apropriar da própria experiência e escolhas quando se torna consciente de estar culpando, justificando ou minimizando, sem tentar se apropriar das reações e respostas dos outros.
Consistentemente capaz de responder com equanimidade. Aterrado(a) e centrado(a) na autoria da própria vida. Claro sobre a autoria de outras pessoas em suas vidas.
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Apoiando sistemas holísticosParticipando conscientemente na criação e evolução de sistemas holísticos que fomentam o bem-estar geral.Rebela-se contra ou se submete a estruturas; usa estruturas organizacionais para afirmar seu poder ou se sente impotente em relação às regras organizacionais.
Visão limitada, cansaço e / ou desesperança sobre como efetuar mudanças em direção a sistemas que valorizam as necessidades das pessoas afetadas.
Consciente do potencial de sistemas serem organizados em torno de necessidades valorizadas universalmente; vontade de contribuir para o bem-estar geral, com criatividade crescente.
Engajando na criação e melhoria de sistemas com a intenção de contribuir para o bem-estar geral com abertura ao feedback.
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Inspirado pelo trabalho de Marshall Rosenberg, Ph D., Noel Burch do Gordon Training Institute, e pelas contribuições de cententas de treinadores de Comunicação Não-Violenta ao redor do mundo. Agradecimento especial a River Dunavin, Christa Morf e Hawkeye Lannis pelo plantio de algumas sementes importantes.
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