RTI FAPESP - CCNH 2020 - CHAMADA ANUAL (Responses) 16.06.2020 09:09 h
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Timestamp
1 - Nome do responsável pela demanda
2 - E-mail institucional para contato
3 - Título da demanda
4 - Defina a opção em que sua demanda se encaixa.
5 - Detalhe sua demanda.
6 - Para qual(is) laboratório(s) a demanda se destina?
7 - Quantos docentes serão beneficiados?
8 - Quem serão os docentes beneficiados?
9 - Esta demanda foi preterida nos anos anteriores?
10 - Qual é o valor estimado (em reais)?
11 - A demanda apresentada é exigência explícita da FAPESP para o uso da RTI? Em caso afirmativo, descreva a exigência na questão 12.
12 - Descreva a exigência da FAPESP no campo abaixo e envie comprovante para administracao.ccnh@ufabc.edu.br
13 - No caso de equipamento multiusuário, a qual critério do Art. 2º da Resolução nº 01, de 13 de dezembro de 2019, da Comissão de Pesquisa da UFABC, referente a Equipamento Multiusuário da Pesquisa da UFABC, a demanda atende?
14 - Descreva o enquadramento como Equipamento Multiusuário previsto na Resolução:
Você já encaminhou o orçamento para a Divisão Administrativa do CCNH ?
Para que a demanda seja recebida, envie o orçamento detalhado para administracao.ccnh@ufabc.edu.br. O prazo para envio é 15/06/2020.
Email Address
1 - Nome do responsável pela demanda
2 - E-mail institucional para contato
3 - Título da demanda
4 - Defina a opção em que sua demanda se encaixa.
5 - Detalhe sua demanda.
6 - Para qual(is) laboratório(s) a demanda se destina?
7 - Quantos docentes serão beneficiados?
8 - Quem serão os docentes beneficiados?
9 - Esta demanda foi preterida nos anos anteriores?
10 - Qual é o valor estimado (em reais)?
11 - A demanda apresentada é exigência explícita da FAPESP para o uso da RTI? Em caso afirmativo, descreva a exigência na questão 12.
12 - Descreva a exigência da FAPESP no campo abaixo e envie comprovante para administracao.ccnh@ufabc.edu.br
13 - A demanda apresentada atende aos critérios de Equipamento Multiusuário da Resolução nº 01, de 13 de dezembro de 2019, da Comissão de Pesquisa da UFABC? Em caso afirmativo, descreva o motivo na questão 14.
14 - Descreva o enquadramento como Equipamento Multiusuário previsto na Resolução:
A lista de demanda pode ser consultada em http://bit.ly/3aFoUO5
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3
4/8/2020 17:25:43
Thiago Branquinho de Queiroz
thiago.branquinho@ufabc.edu.br
Carga emergencial de Hélio líquido para espectrômetro de Ressonância Magnética Nuclear
Apoio à manutenção e melhoramentos em infraestruturas coletivas de apoio a pesquisa
O espectrômetro de Ressonância Magnética Nuclear Varian VNMRS 500 MHz possui alto campo magnético (11.7 T) em altíssima homogeneidade. Associado ao equipamento temos duas sondas de experimentos em estado líquido (2 canais, 5 mm Chemagnetics) e uma sonda em estado sólido (2 canais, Chemagnetics 4 mm MAS) e controle de temperatura para experimentos em ambos os estados da matéria. As sondas de estado líquido são de detecção direta em indireta (com relação ao 1H) e sonda em estado sólido de rotação em ângulo mágico (magic angle spinning, MAS). Com essa configuração é possível realizar uma série de experimentos, como em mapeamento 2D do acoplamento heteronuclear em sólidos e líquidos e experimentos em alta resolução em sólidos. O equipamento é extremamente flexível e informativo na pesquisa em ciência dos materiais, macro-, micro- e bio-moléculas, eletrólitos sólidos, nanopartículas, nano-polímeros, informação quântica, enfim, uma enorme gama de aplicações. É válido lembrar que o RMN Varian VNMRS 500 MHz é o único equipamento de RMN em alto campo da UFABC e que a instituição e os pesquisadores tem aproveitado o máximo do seu potencial. O equipamento é aberto a toda a comunidade e disponível em agenda pública, através do sistema iris de agendamento (https://iris.science-it.ch/). Quanto ao pedido, o equipamento possui uma bobina supercondutora com altíssima corrente em modo pertinente (ou, indefinidamente), que deve ficar sempre imersa em Hélio líquido. A cada 4 meses é necessário preencher o Hélio que foi perdido para o ambiente. Sem tal operação o magneto pode sofrer o “quenching”, que é fato do magneto supercondutor perder a supercondutividade por atingir temperaturas acima de 4K. Nesse caso, o magneto perde todo o Hélio líquido, Nitrogênio líquido, perde corrente e pode ser danificado de forma definitiva. As coordenações das CEMs têm trabalhado para viabilizar a compra desses gases por verba institucional (UFABC). No entanto, as licitações são morosas e podem não atender as demandas com a urgência necessária. Dessa forma, é importantíssimo garantirmos o fornecimento de Hélio líquido a todo o momento, o que justifica a presente solicitação.
Central Experimental Multisuário de Santo André
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Roberto Menezes Serra - Álvaro Takeo Omori - André Sarto Polo - Fábio Furlan Ferreira - Marco Antônio Bueno Filho - Rodrigo Luiz Oliveira Rodrigues Cunha - Anderson Orzari Ribeiro - Marcella Pecora Milazzotto - João Henrique Ghilardi Lago - Elizabete Campos de Lima - Iseli Lourenço Nantes - Márcia Aparecida da Silva Spinacé - Thiago Branquinho de Queiroz - Flavio Leandro de Souza - Julian Andres Munevar Cagigas - Jose Antonio Souza - Mauro Coelho dos Santos - Karina Passalacqua Morelli Frin - Daniele Ribeiro de Araujo - Fernando Heering Bartoloni - Mirela Inês de Sairre - Wendel Andrade Alves
Não16916Não
I - Todos os equipamentos instalados nos Laboratórios Multiusuário da UFABC sob gestão da Pró-Reitoria de Pesquisa
Estou Ciente
4
4/8/2020 18:20:25
Thiago Branquinho de Queiroz
thiago.branquinho@ufabc.edu.br
Troca do elemento secante do secador de ar do espectrômetro de Ressonância Magnética Nuclear
Apoio à manutenção e melhoramentos em infraestruturas coletivas de apoio a pesquisa
O espectrômetro de Ressonância Magnética Nuclear Varian VNMRS 500 MHz possui alto campo magnético (11.7 T) em altíssima homogeneidade. Associado ao equipamento temos duas sondas de experimentos em estado líquido (2 canais, 5 mm Chemagnetics) e uma sonda em estado sólido (2 canais, Chemagnetics 4 mm MAS) e controle de temperatura para experimentos em ambos os estados da matéria. As sondas de estado líquido são de detecção direta em indireta (com relação ao 1H) e sonda em estado sólido de rotação em ângulo mágico (magic angle spinning, MAS). Com essa configuração é possível realizar uma série de experimentos, como em mapeamento 2D do acoplamento heteronuclear em sólidos e líquidos e experimentos em alta resolução em sólidos. O equipamento é extremamente flexível e informativo na pesquisa em ciência dos materiais, macro-, micro- e bio-moléculas, eletrólitos sólidos, nanopartículas, nano-polímeros, informação quântica, enfim, uma enorme gama de aplicações. É válido lembrar que o RMN Varian VNMRS 500 MHz é o único equipamento de RMN em alto campo da UFABC e que a instituição e os pesquisadores tem aproveitado o máximo do seu potencial. O equipamento é aberto a toda a comunidade e disponível em agenda pública, através do sistema iris de agendamento (https://iris.science-it.ch/). Quanto ao pedido, Para realização dos experimentos é necessário um compressor de ar acoplado ao equipamento, que no nosso caso é o compressor isento SF1 e SF2, Atlas Copco, com sistema de filtragem de óleo, particulas e umidade, realizado pelo secador Dominic Hunter DAS5 (e sistema de filtros adicionais). O ar comprimido é utilizado pelo equipamento para rotacionar as amostras, estabilizar a temperatura, suspender o espectrômetro e resfriar o sistema de eletroímas de homogeneização do campo magnético. Esse ar precisa ser extremamente limpo e seco. O secador Dominic Hunter DAS5 "congela" o ar e retira as partículas num elemento absorvedor. Esses elementos precisam ser trocados a cada 3-6 meses. Lembrando que esse insumo é muito caro para ser comprados com RT-FAPESP, muito urgente para ser comprado via processo interno UFABC, não pode ser comprado via projeto de pesquisa individual e não é aceito via reparo FAPESP.
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1. Roberto Menezes Serra - Processo:19/04184-5 (Bolsas no Brasil - Pós-Doutorado)

2. Álvaro Takeo Omori - Processo:17/18007-2 (Auxílio à Pesquisa - Regular)

3. André Sarto Polo - Processo:16/24020-9 (Bolsas no Brasil - Doutorado)

4. Fábio Furlan Ferreira - Processo:19/05063-7 (Bolsas no Brasil - Iniciação Científica) e Processo:18/11990-5 (Bolsas no Brasil - Pós-Doutorado)

5. Marco Antônio Bueno Filho

6. Rodrigo Luiz Oliveira Rodrigues Cunha

7. Anderson Orzari Ribeiro

8. Marcella Pecora Milazzotto - Processo:17/18384-0 (Auxílio à Pesquisa - Regular), Processo:18/11668-6 (Bolsas no Brasil - Pós-Doutorado), Processo:18/23142-9 (Bolsas no Brasil - Iniciação Científica), Processo:19/25094-4 (Bolsas no Exterior - Estágio de Pesquisa - Pós-Doutorado)

9. João Henrique Ghilardi Lago - Processo: 19/13906-4 (Auxílio à Pesquisa - Regular), Processo:18/07885-1 (Auxílio à Pesquisa - Programa BIOTA - Regular), Processo:17/17044-1 (Bolsas no Brasil - Doutorado) e Processo:16/20633-6 (Bolsas no Brasil - Doutorado)

10. Elizabete Campos de Lima - Processo:16/05642-9 (Auxílio à Pesquisa - Regular)

11. Iseli Lourenço Nantes - Processo:17/02317-2 (Auxílio à Pesquisa - Temático), Processo:19/01425-1 (Bolsas no Brasil - Doutorado Direto), Processo:19/22092-0 (Bolsas no Exterior - Estágio de Pesquisa - Doutorado Direto)

12. Márcia Aparecida da Silva Spinacé

13. Thiago Branquinho de Queiroz

14. Flavio Leandro de Souza - Processo:17/02317-2 (Auxílio à Pesquisa - Temático), Processo:17/11986-5 (Auxílio à Pesquisa - Programa Centros de Pesquisa em Engenharia), Processo:19/06654-9 (Bolsas no Brasil - Pós-Doutorado), Processo:19/24394-4 (Bolsas no Brasil - Doutorado Direto), Processo:16/01000-2 (Bolsas no Brasil - Pós-Doutorado)

15. Julian Andres Munevar Cagigas

16. Jose Antonio Souza - Processo:17/02317-2 (Auxílio à Pesquisa - Temático), Processo:18/15682-3 (Auxílio à Pesquisa - Regular), Processo:18/14181-0 (Bolsas no Brasil - Doutorado Direto)

17. Mauro Coelho dos Santos - Processo:17/10118-0 ( Auxílio à Pesquisa - Temático), Processo:17/21846-6 (Auxílio à Pesquisa - Programa BIOEN - Regular), Processo:19/01925-4 (Bolsas no Brasil - Doutorado Direto), Processo:18/18675-8 (Bolsas no Brasil - Doutorado), Processo:17/22976-0 (Bolsas no Brasil - Doutorado Direto), Processo:17/26288-1 (Bolsas no Brasil - Doutorado)

18. Karina Passalacqua Morelli Frin

19. Daniele Ribeiro de Araujo - Processo:19/14773-8 (Bolsas no Brasil - Doutorado Direto), Processo:19/15157-9 (Bolsas no Brasil - Iniciação Científica), Processo:19/05100-0 (Bolsas no Exterior - Estágio de Pesquisa - Pós-Doutorado)

20. Fernando Heering Bartoloni - Processo:19/15871-3 (Bolsas no Exterior - Estágio de Pesquisa - Doutorado)

21. Mirela Inês de Sairre

22. Wendel Andrade Alves - Processo:17/02317-2, Processo:14/50867-3 (Auxílio à Pesquisa - Temático), Processo:19/25277-1 (Bolsas no Brasil - Doutorado Direto), Processo:15/20446-9
(Bolsas no Brasil - Doutorado Direto)

23. Wagner Alves Carvalho - Processo:17/24931-4 (Auxílio à Pesquisa - Regular)
Não9780Não
I - Todos os equipamentos instalados nos Laboratórios Multiusuário da UFABC sob gestão da Pró-Reitoria de Pesquisa
Estou Ciente
5
4/24/2020 0:48:39
Denise Criado Pereira de Souza
denise.criado@ufabc.edu.br
manutenção da evaporadora da CEM
Apoio à manutenção e melhoramentos em infraestruturas coletivas de apoio a pesquisa
O sistema de deposição de filmes finos possui em uma mesma câmara duas técnicas diferentes de deposição: Evaporação e R.F. Magnetron Sputtering. O sistema conta com 4 fontes de evaporação independentes, que permitem realizar a deposição de multicamadas. O sistema de R.F. Magnetron Sputtering utiliza alvo de 4 polegadas e permite a deposição com fluxo de argônio e nitrogênio. O sistema faz parte do parque de equipamentos da Central Multiusuário, sendo acessível a todos os pesquisadores. Porém o sistema necessita de alguma manutenções para seguir operando corretamente como a troca do óleo da bomba mecânica que faz vácuo no sistema antes e durante a deposição. O óleo precisa ser trocado periodicamente. O sistema permite aquecer o substrato durante a deposição modificando as propriedades estruturais e morfológica do filme. Esse aquecimento é feito por meio de uma resistência infravermelho que aquece o porta-amostras. Porém essa resistência está quebrada limitando o sistema a realizar somente deposição a temperatura ambiente. O compressor de ar é utilizado para acionamento de algumas válvulas pneumáticas no sistema, como abrir e fechar válvulas para a abertura da câmara, controlar a entrada dos gases durante a deposição e abrir e fechar os obturadores (shutter) utilizados para controlar a deposição. Este compressor apresenta problemas com o pressostato e tem sido utilizada de forma precária. O compressor fica na área externa da Central Multiusuário e é conectado ao sistema de deposição por uma mangueira de 25 metros. Esta mangueira está ressecada pelo tempo de uso do sistema e precisa ser trocada.

Insumos
a) óleo do sistema de vácuo LEYBONOL LVO 100, 5 Liter: troca do óleo da bomba mecânica responsável pelo pré vácuo e retorno da bomba turbomolecular.
Valor estimado: R$ 700,00
b) Resistência de aquecimento: aquecimento do porta-amostra para controle das propriedades do filme depositado.
Valor estimado: R$ 700,00
Manutenção corretiva:
a) Compressor de ar: o ar comprimido é utilizado para acionamento de algumas válvulas pneumáticas no sistema, como abrir e fechar válvulas para a abertura da câmara, controlar a entrada dos gases durante a deposição e abrir e fechar os obturadores (shutter) utilizados para controlar a deposição. Este compressor apresenta problemas com o pressostato e tem sido utilizada de forma precária.
Valor estimado: R$ 1.000,00

Pressostato: R$ 120,00

b) troca da mangueira do compressor: O compressor fica na área externa da Central Multiusuário e é conectado ao sistema de deposição por uma mangueira de 25 metros. Esta mangueira está ressecada pelo tempo de uso do sistema e precisa ser trocada.
Valor estimado: R$ 200,00
bloco K da CEM8
Wendel Andrade Alves (projeto vingente), Amedea Barozzi Seabra (projeto vigente), Karina Passalacqua Morelli Frin (projeto vigente), André Sarto Polo (projeto vigente), Adriano Reinaldo Viçoto Benvenho, Ana Melva Champi Farfan, Denise Criado Pereira de Souza, Katia Franklin Albertin Torres
Não2720Não
I - Todos os equipamentos instalados nos Laboratórios Multiusuário da UFABC sob gestão da Pró-Reitoria de Pesquisa
Estou Ciente
6
4/24/2020 8:52:33André Sarto Polo
andre.polo@ufabc.edu.br
Compra de materiais consumíveis para o Analisador Elementar
Apoio à manutenção e melhoramentos em infraestruturas coletivas de apoio a pesquisa
O Analisador Elementar Flash EA 1112 – Thermo Scientific é um equipamento que determina a composição de amostras sólidas, em termos de porcentagem. A análise de carbono, nitrogênio, hidrogênio e enxofre é realizada por meio da separação dos gases formados (cromatografia gasosa) após a combustão das amostras e são analisados sob a forma de CO2, N2, H2O, H2SO3, respectivamente. Estes gases são arrastados pelo gás hélio através de uma coluna e são detectados por condutividade térmica, enquanto que os resíduos permanecem sob a forma de cinzas. Para que o processo ocorra com eficiência, após a combustão da amostra, os gases são arrastados através de colunas preenchidas com cobre eletrolítico e óxido de cobre, que realizam a conversão quantitativa dos gases inicialmente formados naqueles que serão analisados (CO2, N2, H2O, H2SO3). Este processo garante a acurácia das medidas deste equipamento.
O equipamento é aberto a toda a comunidade e disponível em agenda pública, através do sistema iris de agendamento (https://iris.science-it.ch/).
Neste pedido é solicitado material consumível das colunas (Cobre eletrolítico, óxido de cobre, lã de vidro e cadinho de quartzo. Estes materiais são usados por todos os usuários nas análises realizadas no equipamento. Além deste material, cada usuário ainda utiliza cápsulas de estanho para realizar suas amostras (Não estão sendo solicitadas), que usualmente são adquiridas pelos pesquisadores. A quantidade de material solicitado é estimado para manter o equipamento em funcionamento por um ano.
É importante ressaltar que o material solicitado neste pedido não pode ser enquadrado em um pedido de reparo de equipamentos FAPESP por se tratar de material de consumo para o funcionamento do equipamento.
O equipamento fica na CEM, mas docentes do CCNH o utilizam frequentemente.
6
André Sarto Polo (FAPESP 16/24020-9)
Artur Franz Keppler
Fernando Heering Bartoloni (FAPESP 19/15871-3)
Karina Passalacqua Morelli Frin
Márcia Aparecida da Silva Spinacé
Wagner Alves Carvalho (FAPESP 17/24931)
Não10871.43Não
I - Todos os equipamentos instalados nos Laboratórios Multiusuário da UFABC sob gestão da Pró-Reitoria de Pesquisa
Estou Ciente
7
4/24/2020 16:45:49
Karina Passalacqua Morelli Frin
karina.frin@ufabc.edu.br
Compra de cargas de gás argônio para a central de gases – Atendimento aos laboratórios do primeiro e segundo andares do bloco B
Apoio à manutenção e melhoramentos em infraestruturas coletivas de apoio a pesquisa
A central de gases instalada no térreo do bloco B está com sua rede já instalada e a única linha de gás liberada para utilização é a de Argônio. Uma das linhas deste gás atende aos laboratórios do primeiro e segundo andar do bloco B, mas atualmente está inoperante pela falta de cargas de gás para ela. Com a aquisição de cargas de gás argônio para esta linha será possível reativá-la e aumentar a segurança nos laboratórios, uma vez que não será necessário a manutenção de cilindros deste gás dentro dos laboratórios de pesquisa atendidos por ela. Com a reativação desta linha, os grupos de pesquisa dos laboratórios L102, L103, L202; L203 e L204 serão atendidos. Todos os responsáveis por estes laboratórios apoiaram formalmente a demanda apresentada.
Conforme informação recebida da Pro-Reitoria de pesquisas, os usuários devem se responsabilizar por tal custeio. Por ser uma infraestrutura compartilhada por diversos grupos de pesquisa do CCNH, solicitamos a inclusão deste item na RTI do centro. Ainda cabe ressaltar que este tipo de demanda é prevista nas aplicações previstas para RTI, como é visto no item 6.2.b das “Normas para Utilização dos Recursos da Reserva Técnica Concedidos pela FAPESP”, disponível do site da FAPESP, onde lê-se: Apoio à manutenção e melhoramentos em infraestruturas coletivas de apoio a pesquisa, como: (...)bibliotecas, acervos documentais, museus, centrais de fornecimento de gases especiais, centrais de criogenia,....

Esta solicitação de gases foi feita em anos anteriores como parte das solicitações conjunta de compras de gases especiais. No último ano, ela não foi atendida.
L102, L103, L202, L203 e L204 - Bloco B.
7
André Sarto Polo (FAPESP 16/24020-9)
Bruno Guzzo da Silva
Elizabete Campos de Lima
Giselle Cerchiaro (FAPESP 18/14152-0; 19/22597-5)
Juliana dos Santos de Souza (FAPESP 17/11395-7; 19/26010-9)
Karina Passalacqua Morelli Frin
Wendel Andrade Alves (FAPESP 18/05888-3; 18/12535-0; 18/16491-7; 19/25277-1)

Além dos docentes acima, que formalmente concordaram com a solicitação, outros docentes que utilizam os laboratórios também serão beneficiados caso esta solicitação seja atendida.
Sim5100Não
Nenhuma das alternativas
Estou Ciente
8
4/29/2020 11:04:52Marcos de Abreu Avilaavila@ufabc.edu.br
SQUID/CEM - Mão de obra da manutenção programada de 40000 horas
Apoio à manutenção e melhoramentos em infraestruturas coletivas de apoio a pesquisa
O Quantum Design MPMS3 SQUID-VSM Evercool da CEM/UFABC, adquirido por cerca de 2 milhões de reais no projeto FINEP CT-Infra e instalado no Bloco K em 2014, é um magnetômetro de última geração e foi o primeiro do seu tipo no Brasil, sendo ainda um dos únicos três em operação no país. É otimizado para medir momentos magnéticos extremamente baixos (até 10^-8 emu), em baixas temperaturas (1.8 K a 400 K) e sob campo magnético DC até 7 Tesla. Esta nova geração MPMS3 combina a sensibilidade do detector SQUID com a velocidade de aquisição de dados de um VSM. Pode fazer varreduras de temperatura a até 30 K/min, e varreduras de campo magnético a até 700 Oe/s.

O acessório Evercool, responsável pela liquefação em tempo real de gás He, necessita de manutenção programada a cada 20.000 horas de uso para troca de peças e revisão do sistema, conforme descrito abaixo:

- Troca do ADSORBER; PT410 RELIQUEFIER: O MPMS3 EverCool é um instrumento crio-refrigerado de ciclo fechado que opera a partir de He gasoso. O gás é comprimido por meio de uma cápsula compressora do tipo scroll, que utiliza um óleo sintético de baixa pressão de vapor para promover a refrigeração do motor e selagem das superfícies deslizantes. A maior parte deste óleo é retida por um sistema coalescedor e retorna para a cápsula compressora. No entanto, o vapor remanescente é capturado por um adsorber, cilindro que acomoda camadas de carvão mineral de elevada superfície de contato. A vida útil do adsorber é especificada em 20.000 horas, e ele é considerado a última barreira que impede que o óleo atinja o estágio de expansão, o que causaria seu dano permanente.

- Troca do MPMS3 CRYOCOOLER SET: O estágio de expansão, também conhecido como coldhead, é onde ocorre a expansão adiabática do gás He e remoção de calor do Dewar ou criostato. O MPMS3 EverCool utiliza um coldhead de tecnologia PT (Pulse-Tube) de 1.0 W @ 4.2 K. Essa peça sofre desgaste dos selos e saturação do material regenerador, e requer substituição a cada 40.000 horas.

- Troca do SCROLL PUMP; LEAK CHECKED: o controle de temperatura do MPMS3 EverCool é baseado na manipulação da pressão de vapor do He líquido, e depende de uma bomba de vácuo, configurada para recircular o gás ultrapuro no circuito fechado, eliminando perdas de gás para a atmosfera. Essa bomba sofre desgaste da superfície selante, motor, válvulas, rolamentos e retentores. É necessário substituir essa bomba a cada 20.000 horas para que o equipamento possa atingir as baixas temperaturas, necessárias para o seu uso rotineiro.

É importante frisar que o SQUID não poderá permanecer ligado sem a manutenção de 40.000 horas, sob risco de dano permanente. Precisamos garantir que esse equipamento diferenciado e de alta demanda de uso não tenha sua operação interrompida por inviabilidade de manutenção preventiva. Esta manutenção é de alto custo comparado com os orçamentos disponíveis. O valor total é de 27.900 dólares, dividido em 7.600 dólares para mão de obra e 20.300 dólares para importação do kit de manutenção.

Dessa forma, estamos propondo que a PROPES/UFABC se encarregue da importação do kit de peças, e que a mão de obra seja viabilizada via RTI-CCNH. Vale lembrar, também, que esse serviço não pode ser realizado por Reparo FAPESP pois se trata de manutenção periódica, e não há outra fonte possível a ser pleiteada para este reparo (como em projetos de pesquisa individuais).
CEM Bloco K11
1. Amedea Seabra
Processo: 17/05029-8 Bolsas no Brasil – Doutorado,
Processo: 17/22999-0 Auxílio à Pesquisa - Regular,
Processo: 18/02832-7 Bolsas no Brasil – Mestrado,
Processo: 18/08194-2 Auxílio à Pesquisa – Regular.

2. Fabio Furlan
Processo: 18/11990-5 Bolsas no Brasil - Pós-Doutorado,
Processo: 19/05063-7 Bolsas no Brasil - Iniciação Científica,
Processo: 19/22791-6 Auxílio à Pesquisa - Publicações científicas – Artigo.

3. Flavio Leandro Souza
Processo: 16/01000-2 Bolsas no Brasil - Pós-Doutorado,
Processo: 17/02317-2 Auxílio à Pesquisa – Temático,
Processo: 17/11986-5 Auxílio à Pesquisa – Programa Centros de Pesquisa em Engenharia,
Processo: 19/06654-9 Bolsas no Brasil - Pós-Doutorado,
Processo: 19/24394-4 Bolsas no Brasil - Doutorado Direto.

4. Herculano Martinho

5. Jean-Jacques Bonvent

6. Jose Antonio Souza
Processo: 17/02317-2 Auxílio à Pesquisa – Temático,
Processo: 18/14181-0 Bolsas no Brasil - Doutorado Direto,
Processo: 18/15682-3 Auxílio à Pesquisa - Regular.

7. Julian Munevar

8. Juliana Marchi

9. Leticie Mendonça-Ferreira

10. Marcos Avila
Processo: 17/10581-1 Auxílio à Pesquisa - Temático,
Processo: 17/19815-5 Bolsas no Brasil - Iniciação Científica,
Processo: 18/17384-0 Bolsas no Brasil - Pós-Doutorado.

11. Wagner Carvalho
Processo: 17/24931-4 Auxílio à Pesquisa - Regular.
Não42000Não
I - Todos os equipamentos instalados nos Laboratórios Multiusuário da UFABC sob gestão da Pró-Reitoria de Pesquisa
Estou Ciente
9
4/29/2020 11:36:26Javier Acuña
javier.acuna@ufabc.edu.br
Compra do Nobreak para os Microscópio Eletrônico de Varredura FEG FESEM JMS-6701F e MEV-Compacto JSM-6010LA, JEOL.
Apoio à manutenção e melhoramentos em infraestruturas coletivas de apoio a pesquisa
Precisamos da troca do Nobreak dos Microscópio Eletrônico de Varredura FEG FESEM JMS-6701F e MEV-Compacto JSM-6010LA, da JEOL.

Os microscópios eletrônicos de varredura (MEVs) são equipamentos de obtenção de imagens em alta resolução fundamentais para a pesquisa em nanociência. Os feixes de elétrons são providos por filamentos de tungstênio, no caso do MEV-compacto, e por efeito de emissão de campo, no caso do MEV-FEG. O MEV compacto permite aumentos de até 300 mil vezes podendo trabalhar com ambiente de baixo vácuo, sendo possível também fazer imagens de amostras biológicas e poliméricas com a mínima preparação das amostras. A resolução máxima é de 4.0 nanometros (5.0 nanômetros em modo de baixo vácuo). Este equipamento também possui um módulo de microanálise química (EDX) técnica fundamental pois permite caracterizar os elementos químicos presentes nas amostras, além das morfologias em grandes aumentos, o que não é possível com microscópios óticos convencionais. O MEV-FEG possui feixe de elétrons de alta intensidade e foco, permitindo o imageamento de alta resolução e alta qualidade de nanoestruturas. É possível obter aumentos da ordem de 650 mil vezes e resolução de 1.0 nanômetro. Também possui um espectrômetro de Raios-X dispersivo em energia (EDS) que permite a obter a composição elementar das amostras em estudo.

Ambos equipamentos necessitam de alto ou ultra vácuo permanente na fonte e coluna de emissão de elétrons, o que impõe por requerimento do fabricante a necessidade de manter a rede elétrica estável diante de flutuações e quedas de energia. Além disso, MEVs são utilizados em inúmeras frentes de pesquisa científica, o que confere aos equipamentos grande demanda de uso. No caso da UFABC, esses são os únicos equipamentos de alta resolução disponíveis, o que torna mais importante ainda otimizarmos a disponibilidade do equipamento. Os equipamentos possuem nobreak atualmente, mas estes já possuem quase 10 anos de uso e recomenda-se a troca, tanto por desgaste amplo do equipamento quanto por questões de troca de tecnologia. Diante disso, solicitamos a troca do nobreak dos MEVs compacto e MEV-FEG, que será uma importante infraestrutura de apoio à pesquisa. O valor do nobreak apropriado (ver descrição em no orçamento) é de R$ 28.650,00.

É importante salientar que estes equipamentos são fundamentais na pesquisa (90% dos casos não dá para publicar sem mostrar uma imagem das nanoestruturas em estudo) e não podem ficar parados. Para que nossas pesquisas e nossos alunos, principalmente jovens pesquisadores de mestrado e doutorado, estejam em sintonia com as pesquisas a nível mundial, estes equipamento devem estar em ótimas condições.
CEM - Central Multiusuário
27
1. Amedea Seabra - ""Processo: 18/08194-2 Linha de fomento: Auxílio à Pesquisa – Regular Processo: 18/02832-7 Linha de fomento: Bolsas no Brasil – Mestrado Processo: 17/05029-8 Linha de fomento: Bolsas no Brasil - Doutorado

2. Ana Champi - Não possui

3. André Polo - Processo: 16/24020-9 Linha de fomento: Bolsas no Brasil - Doutorado"

4. Arnaldo Rodrigues dos Santos Junior - Não possui

5. Camilo Angelucci - Processo: 18/10292-2 Linha de fomento: Auxílio à Pesquisa - Regular

6. Carlos Triveno Rios - Não possui

7. Dalmo Mandelli - Processo: 19/18981-4 Linha de fomento: Bolsas no Exterior - Estágio de Pesquisa - Doutorado Processo: 19/13170-8 Linha de fomento: Bolsas no Brasil - Pós-Doutorado Processo: 19/17719-4 Linha de fomento: Bolsas no Brasil - Doutorado Direto"

8. Denise Criado - Não possui

9. Fabio Furlan - Fabio Furlan Ferreira - Processo: 19/22791-6 - Linha de fomento: Auxílio à Pesquisa - Publicações científicas – Artigo / Processo: 19/05063-7 - Linha de fomento: Bolsas no Brasil - Iniciação Científica / Processo: 18/11990-5 - Linha de fomento: Bolsas no Brasil - Pós-Doutorado

10. Fanny Costa - Não possui

11. Flávio Leandro Souza - Processo: 19/24394-4 Linha de fomento: Bolsas no Brasil - Doutorado Direto Processo: 19/06654-9 Linha de fomento: Bolsas no Brasil - Pós-Doutorado

12. Hana Paula Masuda - Processo: 18/22456-0 Linha de fomento: Bolsas no Brasil - Iniciação Científica Vigência: 01 de maio de 2019 - 31 de maio de 2020"

13. Herculano Martinho - Não possui

14. Iseli Lourenço Nantes Cardoso - Processo: 19/22092-0 Linha de fomento: Bolsas no Exterior - Estágio de Pesquisa - Doutorado Direto / Processo: 19/01425-1 Linha de fomento: Bolsas no Brasil - Doutorado Direto"

15. Ivanise Gaubeur - Não possui

16. Janaina de Souza Garcia - Linha de fomento: Auxílio à Pesquisa – Regular Vigência: 01 de julho de 2018 - 30 de junho de 2020"

17. Leonardo Souza - Não possui

18. Jose Souza - Processo: 18/14181-0 Linha de fomento: Bolsas no Brasil - Doutorado Direto Processo: 17/02317-2 Linha de fomento: Auxílio à Pesquisa – Temático Processo: 18/15682-3 Linha de fomento: Auxílio à Pesquisa - Regular

19. Juliana Souza - Processo: 19/26010-9Linha de fomento: Bolsas no Brasil - Doutorado Direto

20. Juliana Marchi - Não possui

21. Kariny Barbosa - Não possui

22. Márcia Aparecida da Silva Spinacé - Não possui

23. Marcos de Abreu Avila - Processo: 18/17384-0 Linha de fomento: Bolsas no Brasil – Pós Doutorado Processo: 17/19815-5 Linha de fomento: Bolsas no Brasil - Iniciação Científica

24. Mauro Coelho dos Santos - Processo: 17/10118-0 (Auxílio à Pesquisa - Temático) 17/21846-6 (Auxílio à Pesquisa - Programa BIOEN - Regular), processo: 18/18675-8 ( Bolsas no Brasil - Doutorado), Processo 19/01925-4 ( Bolsas no Brasil -Doutorado Direto), processo: 17/26288-1 (Bolsas no Brasil - Doutorado), processo: 17/22976-0 ( Bolsas no Brasil -Doutorado Direto)"

25. Wagner Alves Carvalho - Não possui

26. "Wanius José Garcia da Silva - Processo: 18/13500-5 Linha de fomento: Bolsas no Brasil – Mestrado Processo: 17/17275-3 Linha de fomento: Auxílio à Pesquisa - Regular"

27. "Wendel Andrade Alves - Wendel Andrade Alves - Processo: 17/02317-2 (Auxílio à Pesquisa - Temático), Processo: 14/50867-3 (Auxílio à Pesquisa - Temático), Processo: 19/25277-1 (Bolsas no Brasil - Doutorado Direto), Processo: 18/1649 1-7 ( Bolsas no Brasil - Doutorado Direto), Processo: 18/05888-3 ( Bolsas no Brasil - Doutorado Direto), Processo: 15/20446-9 ( Bolsas no Brasil - Doutorado Direto) Processo: 19/10789-7 ( Bolsas no Brasil - Pós-Doutorado)"
Não28650Não
Nenhuma das alternativas
Estou Ciente
10
4/29/2020 13:56:19Fabio Furlan Ferreira
fabio.furlan@ufabc.edu.br
Troca de nobreak do difratômetro de raios X D8-Focus, Bruker-AXS
Apoio à manutenção e melhoramentos em infraestruturas coletivas de apoio a pesquisa
O difratômetro de raios X de pó D8-Focus, localizado na Central Experimental Multiusuário da UFABC (CEM-SA), é o segundo equipamento mais utilizado da CEM, em número de horas. Nele são realizadas medidas de difração de raios X de amostras na forma de pós (mas não excludente para outros tipos de amostras) na geometria θ/2θ no intervalo -110º < 2θ < 168º. O menor incremento possível é 0,0001º. A radiação utilizada é a linha Kα do alvo de cobre (filtro de níquel). As tensões e correntes máximas (mais usuais) são de 40 kV e 40 mA, respectivamente. O sistema conta com fendas Soller primária e secundária de 2.5º, fends de divergência e de antiespalhamento. O detector utilizado é o silicon strip linear LynxEye 1D, que adquire um padrão de difração em 1/200 do tempo requerido usando um detector pontual convencional com a mesma qualidade.

O equipamento possui alta demanda, pois a identificação de fases cristalinas ou detecção de fase amorfa em estado sólido é base fundamental de uma variedade enorme de estudos científicos em matéria condensada. Dessa forma, busca-se ampliar o tempo de uso do equipamento. As quedas de energia podem provocar a perda das medidas e a queima dos componentes e placas eletrônicas dos equipamentos. Atualmente a sala possui um nobreak de 10 kVA que não é suficiente para mantê-lo (e o computador de controle) em operação durante uma queda de energia, pois necessita de reparo e troca de baterias. Como o nobreak é de tecnologia antiga, é recomendado a troca do mesmo.
CEM-SA16
1. Amedea Barozzi Seabra
- Proc. 18/08194-2 – Linha de fomento: Auxílio à Pesquisa – Regular
- Proc. 18/02832-7 – Linha de fomento: Bolsas no Brasil – Mestrado
- Proc. 17/05029-8 – Linha de fomento: Bolsas no Brasil – Doutorado

2. Camilo Andrea Angelucci
- Proc. 18/10292-2 – Linha de fomento: Auxílio à Pesquisa – Regular

3. Dalmo Mandelli
- Proc. 19/18981-4 – Linha de fomento: Bolsas no Exterior – Estágio de Pesquisa – Doutorado
- Proc. 19/13170-8 – Linha de fomento: Bolsas no Brasil – Pós-Doutorado
- Proc. 19/17719-4 – Linha de fomento: Bolsas no Brasil – Doutorado Direto

4. Fabio Furlan Ferreira
- Proc. 19/22791-6 – Linha de fomento: Auxílio à Pesquisa – Publicações científicas – Artigo
- Proc. 19/05063-7 – Linha de fomento: Bolsas no Brasil – Iniciação Científica
- Proc. 18/11990-5 – Linha de fomento: Bolsas no Brasil – Pós-Doutorado

5. Flávio Leandro de Souza
- Proc. 19/24394-4 – Linha de fomento: Bolsas no Brasil – Doutorado Direto
- Proc. 19/06654-9 – Linha de fomento: Bolsas no Brasil – Pós-Doutorado

6. Herculano Martinho da Silva
- Não possui

7. Janaina de Souza Garcia
- Proc. 18/06677-6 – Linha de fomento: Auxílio à Pesquisa – Regular

8. Jose Antonio Souza
- Proc. 18/14181-0 – Linha de fomento: Bolsas no Brasil – Doutorado Direto
- Proc. 17/02317-2 – Linha de fomento: Auxílio à Pesquisa – Temático
- Proc. 18/15682-3 – Linha de fomento: Auxílio à Pesquisa – Regular

9. Juliana dos Santos de Souza
- Proc. 19/26010-9 – Linha de fomento: Bolsas no Brasil – Doutorado Direto

10. Juliana Marchi
- Não possui

11. Márcia Aparecida da Silva Spinacé
- Não possui

12. Marcos de Abreu Ávila
- Proc. 18/17384-0 – Linha de fomento: Bolsas no Brasil – Pós-Doutorado
- Proc. 17/19815-5 – Linha de fomento: Bolsas no Brasil – Iniciação Científica

13. Mauro Coelho dos Santos
- Proc. 17/10118-0 – Linha de fomento: Auxílio à Pesquisa – Temático
- Proc. 17/21846-6 – Linha de fomento: Auxílio à Pesquisa – Programa BIOEN - Regular
- Proc. 18/18675-8 – Linha de fomento: Bolsas no Brasil – Doutorado
- Proc. 19/01925-4 – Linha de fomento: Bolsas no Brasil – Doutorado Direto
- Proc. 17/26288-1 – Linha de fomento: Bolsas no Brasil – Doutorado
- Proc. 17/22976-0 – Linha de fomento: Bolsas no Brasil – Doutorado Direto

14. Wagner Alves Carvalho
- Não possui

15. Wanius José Garcia da Silva
- Proc. 18/13500-5 – Linha de fomento: Bolsas no Brasil – Mestrado
- Proc. 17/17275-3 – Linha de fomento: Auxílio à Pesquisa – Regular

16. Wendel Andrade Alves
- Proc. 17/02317-2 – Linha de fomento: Auxílio à Pesquisa – Temático
- Proc. 14/50867-3 – Linha de fomente: Auxílio à Pesquisa – Temático
- Proc. 19/25277-1 – Linha de fomento: Bolsas no Brasil – Doutorado Direto
- Proc. 18/16491-7 – Linha de fomento: Bolsas no Brasil – Doutorado Direto
- Proc. 18/05888-3 – Linha de fomento: Bolsas no Brasil – Doutorado Direto
- Proc. 15/20446-9 – Linha de fomento: Bolsas no Brasil – Doutorado Direto
- Proc. 19/10789-7 – Linha de fomento: Bolsas no Brasil – Pós-Doutorado
Não28650Simnão se aplica.
I - Todos os equipamentos instalados nos Laboratórios Multiusuário da UFABC sob gestão da Pró-Reitoria de Pesquisa
Estou Ciente
11
4/30/2020 11:11:41
Thiago Branquinho de Queiroz
thiago.branquinho@ufabc.edu.br
Manutenção periódica do Liquefator de Nitrogênio StirLIN-1 Compact
Apoio à manutenção e melhoramentos em infraestruturas coletivas de apoio a pesquisa
O Liquefator de nitrogênio, possui alta produtividade desse líquido criogênico e atende diversos laboratórios da UFABC, tanto de Santo André quanto de São Bernardo do Campo. Este insumo serve para dar apoio às atividades de preparo e manipulação de amostras e de manutenção de sistemas biológicos. Destaca-se também que o nitrogênio líquido é utilizado em diversos equipamentos e medidas, bem como na alimentação de líquido criogênico do espectrômetro de ressonância magnética nuclear que precisa ser mantido sob baixa temperatura evitando o risco de comprometimento do equipamento. O nitrogênio líquido obtido é um importante insumo para diversas atividades e equipamentos tanto de pesquisa como ensino. O equipamento reúne as seguintes características:-Compressor ar parafuso, gerador de Nitrogênio gás P.S.A, sistema de refrigeração tipo chiller;-Reservatório de 300 litros para nitrogênio líquido;-Produz 10 l/h à uma pureza de 99% em condições operacionais normais. O reservatório trabalha com uma pressão entre 0,3 e3 bar. Quando em pressão de 3 bar produz 14 L/h à uma pureza de 98%.

O equipamento requer manutenção anual (engraxamento, calibração, verificação de erros, etc) e troca de filtros. O valor dessa operação tem orçamento de R$ 21.446,00. Além disso, é necessário realizar a reposição dos 3 principais filtros do liquefator de nitrogênio após as 3 mil horas de funcionamento, para permitir que haja o funcionamento correto do equipamento e que impeçam que qualquer resíduo do óleo do compressor de ar ou da atmosfera venha a invadir as seções mais sensíveis do equipamento, responsáveis tanto pela retirada do oxigênio do ar captado quanto pela liquefação do nitrogênio atmosférico através do ciclo Stirling. Custo do filtro de ar: R$ 745,00. Custo do filtro de óleo: R$ 692,00. Custo do filtro separador de óleo: R$ 1.495,00. Custo total de 3 trocas: R$ 8.796,00. Finalmente, também é necessário trocar o filtro de água do chiller 20 vezes durante o ano, com custo de R$ 16,00 cada, num total de R$ 320,00. O total de manutenção do equipamento e trocas de filtro é de R$ 30.562,00.

É válido lembrar que o liquefator é um equipamento de apoio a pesquisa chave na infraestrutura de pesquisa da UFABC. São inúmeros as atividades de pesquisa que utilizamo o nitrogênio líquido, e a UFABC é privilegiada por ter o insumo disponível e gratuito. No entanto, por não configurar equipamento de pesquisa e por ter característica de reparo preventivo, a FAPESP, em geral, não aceita pedido de reparo FAPESP. Dessa forma, acreditamos que o uso do RTI-FAPESP seja a forma mais adequada de manter essa infraestrutura de apoio à pesquisa operante de forma contínua.
CEM-SA30
1. Amedea Seabra - Processo: 18/08194-2 Linha de fomento: Auxílio à Pesquisa - Regular Processo: 18/02832-7 Linha de fomento: Bolsas no Brasil – Mestrado Processo: 17/05029-8 Linha de fomento: Bolsas no Brasil - Doutorado

2. Ana Carolina Santos de Souza Galvão - Não possui

3. Álvaro Takeo Omori - Processo:17/18007-2 (Auxílio à Pesquisa - Regular)

4. André Sarto Polo - Processo:16/24020-9 (Bolsas no Brasil - Doutorado)

5. Anderson Orzari Ribeiro

6. Bruno Lemos Batista - Processo: 16/10060-9 Linha de fomento: Auxílio à Pesquisa - Programa Equipamentos Multiusuários, Processo: 16/19924-6 Linha de fomento: Bolsas no Brasil - Doutorado

7. César Augusto João Ribeiro - Processo: 19/12005-3 Linha de fomento: Bolsas no Brasil - Iniciação Científica

8. Daniele Ribeiro de Araujo - Processo: 19/14773-8 Linha de fomento: Bolsas no Brasil - Doutorado Direto, Processo: 19/15157-9 Linha de fomento: Bolsas no Brasil - Iniciação Científica, Processo: 19/05100-0 Linha de fomento: Bolsas no Exterior - Estágio de Pesquisa - Pós-Doutorado"

9. Elizabete Campos de Lima - Processo:16/05642-9 (Auxílio à Pesquisa - Regular)

10. Fábio Furlan Ferreira - Processo:19/05063-7 (Bolsas no Brasil - Iniciação Científica) e Processo:18/11990-5 (Bolsas no Brasil - Pós-Doutorado)

11. Fernando Heering Bartoloni - Processo:19/15871-3 (Bolsas no Exterior - Estágio de Pesquisa - Doutorado)

12. Giselle Cerchiaro - Processo: 18/14152-0 Linha de fomento: Auxílio à Pesquisa - Regular, Processo: 19/22597-5 Linha de fomento: Bolsas no Brasil - Programa Capacitação - Treinamento Técnico

13. Iseli Lourenço Nantes Cardoso - Processo: 19/22092-0 Linha de fomento: Bolsas no Exterior - Estágio de Pesquisa - Doutorado Direto / Processo: 19/01425-1 Linha de fomento: Bolsas no Brasil - Doutorado Direto

14. Karina Passalacqua Morelli Frin

15. João Henrique Ghilardi Lago - Processo: 19/13906-4 (Auxílio à Pesquisa - Regular), Processo:18/07885-1 (Auxílio à Pesquisa - Programa BIOTA - Regular), Processo:17/17044-1 (Bolsas no Brasil - Doutorado) e Processo:16/20633-6 (Bolsas no Brasil - Doutorado)

16. Jose Antonio Souza - Processo:17/02317-2 (Auxílio à Pesquisa - Temático), Processo:18/15682-3 (Auxílio à Pesquisa - Regular), Processo:18/14181-0 (Bolsas no Brasil - Doutorado Direto)

17. Julian Andres Munevar Cagigas - Não possui

18. Juliana Marchi - Não possui

19. Juliana Souza - Processo: 19/26010-9 Linha de fomento: Bolsas no Brasil - Doutorado Direto

20. Marcella Pecora Milazzotto - Processo: 17/18384-0 Linha de fomento: Auxílio à Pesquisa - Regular, Processo: 18/23142-9 Linha de fomento: Bolsas no Brasil - Iniciação Científica, Processo: 18/11668-6 Linha de fomento: Bolsas no Brasil - Pós-Doutorado, Processo: 19/25094-4 Linha de fomento: Bolsas no Exterior - Estágio de Pesquisa - Pós-Doutorado"

21. Márcia Aparecida da Silva Spinacé - Não possui

22. Mateus José Sudano - Processo: 19/18415-9 Linha de fomento: Bolsas no Brasil - Doutorado,

23. Mauro Coelho dos Santos - Processo:17/10118-0 ( Auxílio à Pesquisa - Temático), Processo:17/21846-6 (Auxílio à Pesquisa - Programa BIOEN - Regular), Processo:19/01925-4 (Bolsas no Brasil - Doutorado Direto), Processo:18/18675-8 (Bolsas no Brasil - Doutorado), Processo:17/22976-0 (Bolsas no Brasil - Doutorado Direto), Processo:17/26288-1 (Bolsas no Brasil - Doutorado)

24. Mirela Inês de Sairre

25. Roberto Menezes Serra - Processo:19/04184-5 (Bolsas no Brasil - Pós-Doutorado)

26. Rodrigo Luiz Oliveira Rodrigues Cunha

27. Thiago Branquinho de Queiroz

28. Wagner Alves Carvalho - Processo:17/24931-4 (Auxílio à Pesquisa - Regular)

29. Wagner Rodrigo de Souza - Processo: 19/04878-7 (Auxílio à Pesquisa - Apoio a Jovens Pesquisadores)

30. Wendel Andrade Alves - Processo: 17/02317-2 (Auxílio à Pesquisa - Temático), Processo: 14/50867-3 (Auxílio à Pesquisa - Temático), Processo: 19/25277-1 (Bolsas no Brasil - Doutorado Direto), Processo: 18/1649 1-7 ( Bolsas no Brasil - Doutorado Direto), Processo: 18/05888-3 ( Bolsas no Brasil - Doutorado Direto), Processo: 15/20446-9 ( Bolsas no Brasil - Doutorado Direto) Processo: 19/10789-7 ( Bolsas no Brasil - Pós-Doutorado)"
Não30562Não
I - Todos os equipamentos instalados nos Laboratórios Multiusuário da UFABC sob gestão da Pró-Reitoria de Pesquisa
Estou Ciente
12
4/29/2020 15:19:57Giselle Cerchiaro
giselle.cerchiaro@ufabc.edu.br
Manutenção preventiva LC-MS multiusuário
Apoio à manutenção e melhoramentos em infraestruturas coletivas de apoio a pesquisa
Solicitamos um pedido de manutenção preventiva anual do equipamento LC/MS (modelo: SYS-LM-QUAD) e gerador de nitrogênio localizado no laboratório L203, na chamada RTI/FAPESP 2019 no CCNH, no valor total de R$ 33.475,00.

Justificativa: Existem vários projetos de pesquisa financiados pela FAPESP e CNPq (projetos de auxílio regular, temático e dissertações/teses de alunos de pós-graduação em desenvolvimento), que se beneficiam diretamente desse equipamento, e que precisam manter o bom funcionamento e calibração do mesmo. Desta forma, manutenções anuais preventivas são necessárias afim de evitarmos prejuízos e/ou manutenções corretivas com troca de peças futuras dos equipamentos, cujo orçamento são maiores e inviáveis no atual cenário econômico.

OBS. Os equipamentos LC/MS alocados nos laboratórios L605 e L203, estão sob responsabilidade patrimonial da coordenação dos laboratórios didáticos e são utilizados tanto no ensino quanto na pesquisa de acordo com documento enviado ao centro/conselho em 2019 pela Pró-Reitora Adjunta - Pro-reitoria de Graduação: Profa. Vânia Trombini Hernandes.
L203 14
Wendel Andrade Alves (Projeto FAPESP regular e Tematico vigente); Vani X. Oliveira Jr (Fapesp regular).; Giselle Cerchiaro (Fapesp Regular vigente), Mauro Coelho dos Santos (Projeto FAPESP); Wagner Carvalho (projeto FAPESP), Alvaro Takeo Omori, Anderson Orzari Ribeiro, Danilo Centelho (projeto FAPESP), Lucia Coelho (proj. Fapesp), César Ribeiro (Proj. FAPESP), Artur F. Keppler, Célio Fernando (proj. FAPESP), André S. Polo (Proj. FAPESP), João Lago (Prof. FAPESP).
Não32475Sim
Trata-se de manutenção preventiva necessária ao funcionamento. Manutenções preventivas não são apoiadas pela FAPESP no ambito de projetos REPARO DE EQUIPAMENTOS.
Nenhuma das alternativas
Estou Ciente
13
4/30/2020 14:47:32
Patricia Aparecida da Ana
patricia.ana@ufabc.edu.br
Compra de kit de filtros para equipamento purificador de água Milli-Q da CEM-SBC
Apoio à manutenção e melhoramentos em infraestruturas coletivas de apoio a pesquisa
O sistema de purificação Milli-Q® Direct 8 fornece uma combinação única no oferecimento de água purificada e tecnologias de monitoramento, atendendo as expectativas dos laboratórios mais exigentes quanto à qualidade da água produzida. O sistema permite à coleta de água de osmose reversa (tipo I), suprindo as necessidades atendidas pela tradicional água proveniente de destilação, e água ultrapura Milli-Q®, utilizada nos mais precisos métodos de análise instrumental e biologia molecular. Para atender este nível de exigência, este equipamento dispõe de duas lâmpadas UV especiais capazes de degradar moléculas orgânicas por fotooxidação, removendo os contaminantes orgânicos e iônicos restantes por meio do cartucho especial de polimento Quantum®. A utilização do cartucho Bio-Pak®, por fim, garante que a água possua as características mais precisas de condutividade e TOC no momento de sua dispensação, tornando-a livre de DNAses, RNAses e pirogênios ao nível de traços. Para garantir que a qualidade da água resultante seja ultrapura o Milli-Q necessita da troca de filtros e manutenção, que pode comprometer experimentos que exijam um nível de qualidade superior. Entre a opção de retirada de água ultrapura ou osmose reversa, a CEM-SBC já forneceu cerca de 1400 litros a seus usuários, desde a instalação do equipamento, em agosto de 2017, até janeiro de 2019.
Embora o equipamento não é tão utilizado quanto outros que possuímos na CEM-SBC, o Milli da CEM-SBC é importante para os pesquisadores que não o possuem e também para que a equipe técnica da CEM-SBC possa auxiliar os usuários na realização de experimentos no interior da CEM-SBC, além de realizar a manutenção e limpeza em outros equipamentos, tais como a limpeza do MEV FEI QUANTA. Além disso, apesar da quantidade de docetnes que fazem experimentos com água ultrapura do nosso Milli-Q, apenas uma fração é
vinculada ao CCNH.
Central Experimental Multiusuário - Campus São Bernardo do Campo
16
Carlos Alberto Silva, projeto FAPESP 17/13062-5; Luiz Roberto Nunes, projeto FAPESP 17/13197-8; Maria Cristina Carlan da Silva, projeto FAPESP 18/19936-0; Sergio Daishi Sasaki, projeto FAPESP 18/11874-5; Patrícia Aparecida da Ana, projeto FAPESP 17/21887-4; Juliana Kelmy Macário Barboza Daguano, projeto FAPESP 17/21887-4; Alexandre Hiroaki Kihara, projeto FAPESP 17/26439-0; Silvia Honda Takada, projeto FAPESP 18/14072-7. Além destes, há outros que não possuem projeto FAPESP vigente mas que se utilizam do equipamento: Christiane B. Lombello, Frederico Augusto Pires Fernandes, Sonia Maria Malmonge, Ilka Tiemy Prates, Nasser Daghastanli, Christiane Ribeiro, Andrea Dorion Rodas, Ana Paula Romani.
Sim14465Não
I - Todos os equipamentos instalados nos Laboratórios Multiusuário da UFABC sob gestão da Pró-Reitoria de Pesquisa
Estou Ciente
14
6/12/2020 18:24:24Dalmo Mandelli
dalmo.mandelli@ufabc.edu.br
Infraestrutura primária (tubulações) para instalação de linhas independentes de gás hidrogênio e de gás carbônico para Laboratórios do CCNH no Bloco L
Apoio à manutenção e melhoramentos em infraestruturas coletivas de apoio a pesquisa
Contextualização
O Bloco L foi construído no Campus de Santo André da UFABC para atender uma demanda de espaço físico para pesquisa, antes limitada aos Blocos A e B. O Edital de Licitação para sua construção foi disponibilizado por meio de Regime Diferenciado de Contratações Eletrônico N° 003/2013 (Processo 23006.001531/2013-43). Devido à crise financeira que ocorre no país, não há uma perspectiva de médio prazo para a instalação de linhas de gases especiais, com o armazenamento em cilindros no terraço. Desta forma, cabe aos gestores e pesquisadores da UFABC encontrar formas que viabilizem a utilização do prédio em condições satisfatórias para o desenvolvimento das atividades de pesquisa.


Objetivos Gerais
-Fomentar o desenvolvimento de atividades de pesquisa científica e tecnológica, bem como as respectivas linhas de pesquisa e programas de pós-graduação da UFABC.

Objetivos Específicos
-Possibilitar a instalação dos tubos para linhas independentes de gás hidrogênio e de gás carbônico no Bloco L que uniriam a Central de Gases aos respectivos laboratórios.
-Preparar infraestrutura para distribuição de gás hidrogênio e de gás carbônico até pontos de entrada nos laboratórios de pesquisa (ambos os lados das tubulações serão capeados)


Desenvolvimento
Uma das necessidades imediatas para o desenvolvimento de atividades de pesquisa no Bloco L é o uso de gases especiais, seja no desenvolvimento de reações, preparo de materiais, uso de equipamentos, entre outros. A infraestrutura de linha de gases se encontra dentro de um conjunto de itens que são fundamentais, tanto do ponto de vista operacional quanto de segurança, eliminando um entrave para o desenvolvimento das pesquisas.
Ficou decidido, pela questão do espaço físico no terraço, que ali serão instalados gases inflamáveis, tóxicos e/ou asfixiantes, a saber: hidrogênio, dióxido de carbono, butano, propano, acetileno, óxido nitroso, monóxido de carbono, mistura He/NH3, mistura H2/N2.
Adicionalmente, a mudança de grupos de pesquisa que necessitam de gás hidrogênio e de gás carbônico (bem como de outros gases) para o desenvolvimento de seus trabalhos dependem destas linhas.

Esta proposta envolve a instalação de tubos para linhas de distribuição de gás hidrogênio e de gás carbônico para abastecimento dos laboratórios de pesquisa do CCNH no Bloco L no Campus Santo André, na UFABC descritos nesta proposta. Por razão de custos, não se pretende instalar centrais manifolds dedicadas para cada laboratório, no terraço do Bloco L. As linhas descerão até as entradas dos laboratórios. Serão colocados caps nas duas extremidades: terraço e nas entradas dos laboratórios. Desta forma, as linhas ainda não estariam prontas para uso, sendo que ficaria sob responsabilidade de cada docente a instalação futura das centrais manifolds no terraço e de válvulas na entrada dos laboratórios;

As linhas de gás hidrogênio e de gás carbônico permitirão o desenvolvimento dos projetos de pesquisa, muitos dos quais financiados por agências de fomento como CAPES, FAPESP e CNPq. Acreditamos que a força desta proposta está no grande número de docentes beneficiados, além de atender todas as recomendações do assessor da FAPESP para a antiga RTI 2014/2015, ou seja, a) partir de um diagnóstico da situação atual, o plano descreve ações previstas para a superação de eventuais dificuldades e para a melhoria da infraestrutura de pesquisa da unidade; b) na elaboração do Plano está sendo evitada a pulverização na aplicação dos recursos entre pesquisadores e departamentos, uma vez que a RTI representa uma oportunidade ímpar para investimentos de grande porte em infraestrutura de pesquisa.
Deve-se ressaltar que a instalação de tubulações para linhas independentes de gás hidrogênio e de gás carbônico aqui propostas iriam futuramente minimizar o uso de cilindros dentro dos laboratórios. Os usuários poderiam, assim, dentro do espaço do laboratório, eventualmente instalar, dentro de armários ventilados, cilindros dos gases não atendidos por esta demanda.
L009, subsolo, 16,06 m2 L505, 5º andar, 83,38 m2 L506B, 5º andar, 112,27 m2 L602, 6º andar, 112,24 m2 L604, 6º andar, 58,87 m2 L613, 6º andar, 61,53 m2 L712, 7º andar, 64,62 m2.
14
Serão atendidos diretamente 14 docentes usuários de hidrogênio no Bloco L.
Álvaro Takeo Omori, Anderson Orzari Ribeiro, Dalmo Mandelli, Hueder Paulo Moisés de Oliveira, João Henrique Ghilardi Lago, José Carlos Rodrigues, Juliana Marchi, Leonardo José Steil, Letície Mendonça Ferreira, Mauro Rogério Cosentino, Mirela Inês de Sairre, Rodrigo Luiz Oliveira Rodrigues Cunha, Vani Xavier de Oliveira Junior, Wagner Alves Carvalho.
Os novos docentes a serem contratados para o Curso de Bacharelado em Biotecnologia são interessados indiretos (se beneficiarão com a liberação de laboratório. no Bloco A;

Docentes com projeto FAPESP vigente atendidos:
Três docentes e quatro projetos. Seguem abaixo os nomes dos docentes, títulos e número de processos na FAPESP.
Álvaro Takeo Omori. Expandindo o uso da cenoura (daucus carota) em sintese organica - aplicacoes em sintese total de moleculas bioativas, novos substratos e desenvolvimento de uma metodologia visando o scale-up. Processo: 17/18007-2
Dalmo Mandelli. Valorizacao de produtos naturais via metatese e epoxidacao de alquenos. Processo:15/26787-2;
Dalmo Mandelli. Novos catalisadores multifuncionais de estruturas metal-orgânicas para oxidação leve de metano a metanol. Processo: 19/13170-8
Wagner Alves Carvalho. Catalisadores alternativos para a conversão de polióis mediante aquecimento convencional e por micro-ondas. Processo: 17/24931-4.
Não124600Não
Nenhuma das alternativas
Estou Ciente
15
6/12/2020 18:30:54Dalmo Mandelli
dalmo.mandelli@ufabc.edu.br
Infraestrutura primária (tubulações) para instalação de linhas independentes de gás carbônico para Laboratórios do CCNH no Bloco L
Apoio à manutenção e melhoramentos em infraestruturas coletivas de apoio a pesquisa
Contextualização
O Bloco L foi construído no Campus de Santo André da UFABC para atender uma demanda de espaço físico para pesquisa, antes limitada aos Blocos A e B. O Edital de Licitação para sua construção foi disponibilizado por meio de Regime Diferenciado de Contratações Eletrônico N° 003/2013 (Processo 23006.001531/2013-43). Devido à crise financeira que ocorre no país, não há uma perspectiva de médio prazo para a instalação de linhas de gases especiais, com o armazenamento em cilindros no terraço. Desta forma, cabe aos gestores e pesquisadores da UFABC encontrar formas que viabilizem a utilização do prédio em condições satisfatórias para o desenvolvimento das atividades de pesquisa.


Objetivos Gerais
-Fomentar o desenvolvimento de atividades de pesquisa científica e tecnológica, bem como as respectivas linhas de pesquisa e programas de pós-graduação da UFABC.

Objetivos Específicos
-Possibilitar a instalação dos tubos para linhas independentes de gás carbônico no Bloco L que uniriam a Central de Gases aos respectivos laboratórios.
-Preparar infraestrutura para distribuição do gás carbônico até um ponto de entrada nos laboratórios de pesquisa (ambos os lados da tubulação serão capeados)


Desenvolvimento
Uma das necessidades imediatas para o desenvolvimento de atividades de pesquisa no Bloco L é o uso de gases especiais, seja no desenvolvimento de reações, preparo de materiais, uso de equipamentos, entre outros. A infraestrutura de linha de gases se encontra dentro de um conjunto de itens que são fundamentais, tanto do ponto de vista operacional quanto de segurança, eliminando um entrave para o desenvolvimento das pesquisas.
Ficou decidido, pela questão do espaço físico no terraço, que ali serão instalados gases inflamáveis, tóxicos e/ou asfixiantes, a saber: hidrogênio, dióxido de carbono, butano, propano, acetileno, óxido nitroso, monóxido de carbono, mistura He/NH3, mistura H2/N2.
Adicionalmente, a mudança de grupos de pesquisa que necessitam de gás carbônico (e de outros gases) para o desenvolvimento de seus trabalhos dependem destas linhas.

Esta proposta envolve a instalação de tubos para linhas de distribuição de gás carbônico para abastecimento dos laboratórios de pesquisa do CCNH no Bloco L no Campus Santo André, na UFABC descritos nesta proposta. Por razão de custos, não se pretende instalar centrais manifolds dedicadas para cada laboratório, no terraço do Bloco L. As linhas descerão até as entradas dos laboratórios. Serão colocados caps nas duas extremidades: terraço e nas entradas dos laboratórios. Desta forma, as linhas ainda não estariam prontas para uso, sendo que ficaria sob responsabilidade de cada docente a instalação futura das centrais manifolds no terraço e de válvula na entrada dos laboratórios;

As linhas de gás carbônico permitirão o desenvolvimento dos projetos de pesquisa, muitos dos quais financiados por agências de fomento como CAPES, FAPESP e CNPq. Acreditamos que a força desta proposta está no grande número de docentes beneficiados, além de atender todas as recomendações do assessor da FAPESP para a antiga RTI 2014/2015, ou seja, a) partir de um diagnóstico da situação atual, o plano descreve ações previstas para a superação de eventuais dificuldades e para a melhoria da infraestrutura de pesquisa da unidade; b) na elaboração do Plano está sendo evitada a pulverização na aplicação dos recursos entre pesquisadores e departamentos, uma vez que a RTI representa uma oportunidade ímpar para investimentos de grande porte em infraestrutura de pesquisa.
Deve-se ressaltar que a instalação de tubulações para linhas independentes de gás carbônico aqui propostas iriam futuramente minimizar o uso de cilindros dentro dos laboratórios. Os usuários poderiam, assim, dentro do espaço do laboratório, eventualmente instalar, dentro de armários ventilados, cilindros dos gases não atendidos por esta demanda.
Serão atendidos sete diferentes laboratórios do Bloco L descritos abaixo. Esclareço que a proposta não atende somente os laboratórios com uso de hidrogênio do Bloco L contabilizados aqui, mas também laboratórios nos Blocos A ou B, que aguardam a desocupação pelas mudanças para os laboratórios do Bloco L. Diretamente serão atendidos os seguintes laboratórios: L009, subsolo, 16,06 m2 L505, 5º andar, 83,38 m2 L506B, 5º andar, 112,27 m2 L602, 6º andar, 112,24 m2 L604, 6º andar, 58,87 m2 L613, 6º andar, 61,53 m2 L712, 7º andar, 64,62 m2.
14
Serão atendidos diretamente 14 docentes usuários de hidrogênio no Bloco L.
Álvaro Takeo Omori, Anderson Orzari Ribeiro, Dalmo Mandelli, Hueder Paulo Moisés de Oliveira, João Henrique Ghilardi Lago, José Carlos Rodrigues, Juliana Marchi, Leonardo José Steil, Letície Mendonça Ferreira, Mauro Rogério Cosentino, Mirela Inês de Sairre, Rodrigo Luiz Oliveira Rodrigues Cunha, Vani Xavier de Oliveira Junior, Wagner Alves Carvalho.
Porém esta proposta possui como interessados indiretos os novos docentes a serem contratados para o Curso de Bacharelado em Biotecnologia, conforme conversado com a Coordenação do Bacharelado em Biotecnologia e a Coordenação do Programa de Pós-Graduação em Biotecnociência.

Docentes com projeto FAPESP vigente atendidos:
Três docentes e quatro projetos. Seguem abaixo os nomes dos docentes, títulos e número de processos na FAPESP.
Álvaro Takeo Omori. Expandindo o uso da cenoura (daucus carota) em sintese organica - aplicacoes em sintese total de moleculas bioativas, novos substratos e desenvolvimento de uma metodologia visando o scale-up. Processo: 17/18007-2
Dalmo Mandelli. Valorizacao de produtos naturais via metatese e epoxidacao de alquenos. Processo:15/26787-2;
Dalmo Mandelli. Novos catalisadores multifuncionais de estruturas metal-orgânicas para oxidação leve de metano a metanol. Processo: 19/13170-8
Wagner Alves Carvalho. Catalisadores alternativos para a conversão de polióis mediante aquecimento convencional e por micro-ondas. Processo: 17/24931-4.
Sim48045Não
Nenhuma das alternativas
Estou Ciente
16
6/12/2020 18:35:27Dalmo Mandelli
dalmo.mandelli@ufabc.edu.br
Infraestrutura completa para instalação de linhas independentes de gás hidrogênio para Laboratórios do CCNH no Bloco L
Apoio à manutenção e melhoramentos em infraestruturas coletivas de apoio a pesquisa
Contextualização
O Bloco L foi construído no Campus de Santo André da UFABC para atender uma demanda de espaço físico para pesquisa, antes limitada aos Blocos A e B. O Edital de Licitação para sua construção foi disponibilizado por meio de Regime Diferenciado de Contratações Eletrônico N° 003/2013 (Processo 23006.001531/2013-43). Devido à crise financeira que ocorre no país, não há uma perspectiva de médio prazo para a instalação de linhas de gases especiais, com o armazenamento em cilindros no terraço. Desta forma, cabe aos gestores e pesquisadores da UFABC encontrar formas que viabilizem a utilização do prédio em condições satisfatórias para o desenvolvimento das atividades de pesquisa.


Objetivos Gerais
-Fomentar o desenvolvimento de atividades de pesquisa científica e tecnológica, bem como as respectivas linhas de pesquisa e programas de pós-graduação da UFABC.

Objetivos Específicos
-Possibilitar a instalação de linhas completas e independentes de gás hidrogênio no Bloco L que uniriam a Central de Gases aos respectivos laboratórios (incluindo centrais manifolds no terraço dedicadas para cada laboratório).
-Distribuir o gás hidrogênio até um ponto de entrada nos laboratórios de pesquisa, fechado por válvulas diafragma de alta pressão.

Desenvolvimento
Uma das necessidades imediatas para o desenvolvimento de atividades de pesquisa no Bloco L é o uso de gases especiais, seja no desenvolvimento de reações, preparo de materiais, uso de equipamentos, entre outros. A infraestrutura de linha de gases se encontra dentro de um conjunto de itens que são fundamentais, tanto do ponto de vista operacional quanto de segurança, eliminando um entrave para o desenvolvimento das pesquisas.
Ficou decidido, pela questão do espaço físico no terraço, que ali serão instalados gases inflamáveis, tóxicos e/ou asfixiantes, a saber: hidrogênio, dióxido de carbono, butano, propano, acetileno, óxido nitroso, monóxido de carbono, mistura He/NH3, mistura H2/N2.
Adicionalmente, a mudança de grupos de pesquisa que necessitam de hidrogênio (e de outros gases) para o desenvolvimento de seus trabalhos dependem destas linhas.

Esta proposta envolve a instalação de linhas de distribuição de gás hidrogênio para abastecimento dos laboratórios de pesquisa do CCNH no Bloco L no Campus Santo André, na UFABC descritos nesta proposta. Mais especificamente, pretende-se instalar centrais manifolds dedicadas para cada laboratório, no terraço do Bloco L. As linhas descerão até as entradas dos laboratórios onde serão instaladas válvulas diafragma de alta pressão. Desta forma, as linhas estariam prontas para uso, sendo que a distribuição dos gases para dentro dos laboratórios ficaria sob responsabilidade de cada docente.
As linhas de gás hidrogênio permitirão o uso dos equipamentos e o desenvolvimento dos projetos de pesquisa, muitos dos quais financiados por agências de fomento como CAPES, FAPESP e CNPq. Acreditamos que a força desta proposta está no grande número de docentes beneficiados, além de atender todas as recomendações do assessor da FAPESP para a antiga RTI 2014/2015, ou seja, a) partir de um diagnóstico da situação atual, o plano descreve ações previstas para a superação de eventuais dificuldades e para a melhoria da infraestrutura de pesquisa da unidade; b) na elaboração do Plano está sendo evitada a pulverização na aplicação dos recursos entre pesquisadores e departamentos, uma vez que a RTI representa uma oportunidade ímpar para investimentos de grande porte em infraestrutura de pesquisa.
Deve-se ressaltar que a instalação das linhas independentes de gás hidrogênio aqui propostas iriam minimizar o uso de cilindros dentro dos laboratórios. Os usuários poderiam, assim, dentro do espaço do laboratório, eventualmente instalar, dentro de armários ventilados, cilindros dos gases não atendidos por esta demanda.
Serão atendidos cinco diferentes laboratórios do Bloco L descritos abaixo. Esclareço que a proposta não atende somente os laboratórios com uso de hidrogênio do Bloco L contabilizados aqui, mas também laboratórios nos Blocos A ou B, que aguardam a desocupação pelas mudanças para os laboratórios do Bloco L. Diretamente serão atendidos os seguintes laboratórios: L009, subsolo, 16,06 m2 L505, 5º andar, 83,38 m2 L506B, 5º andar, 112,27 m2 L602, 6º andar, 112,24 m2 L604, 6º andar, 58,87 m2
11
Serão atendidos diretamente 11 docentes usuários de hidrogênio no Bloco L:
Álvaro Takeo Omori, Anderson Orzari Ribeiro, Dalmo Mandelli, Hueder Paulo Moisés de Oliveira, João Henrique Ghilardi Lago, José Carlos Rodrigues, Leonardo José Steil, Mirela Inês de Sairre, Rodrigo Luiz Oliveira Rodrigues Cunha, Vani Xavier de Oliveira Junior, Wagner Alves Carvalho.
Porém esta proposta possui como interessados indiretos os novos docentes a serem contratados para o Curso de Bacharelado em Biotecnologia, conforme conversado com a Coordenação do Bacharelado em Biotecnologia e com a Coordenação do Programa de Pós-Graduação em Biotecnociência.

Docentes com projeto FAPESP vigente atendidos:
Três docentes e quatro projetos FAPESP. Seguem abaixo os nomes dos docentes, títulos e número de processos na FAPESP.
Álvaro Takeo Omori. Expandindo o uso da cenoura (daucus carota) em sintese organica - aplicacoes em sintese total de moleculas bioativas, novos substratos e desenvolvimento de uma metodologia visando o scale-up. Processo: 17/18007-2
Dalmo Mandelli. Valorizacao de produtos naturais via metatese e epoxidacao de alquenos. Processo:15/26787-2;
Dalmo Mandelli. Novos catalisadores multifuncionais de estruturas metal-orgânicas para oxidação leve de metano a metanol. Processo: 19/13170-8
Wagner Alves Carvalho. Catalisadores alternativos para a conversão de polióis mediante aquecimento convencional e por micro-ondas. Processo: 17/24931-4.


Sim96340Não
Nenhuma das alternativas
Estou Ciente
17
6/15/2020 16:25:11
Mauricio Domingues Coutinho Neto
mauricio.neto@ufabc.edu.br
Manutenção de Software e Hardware para o datacenter multiusuario da ufabc
Apoio à manutenção e melhoramentos em infraestruturas coletivas de apoio a pesquisa
O objetivo deste item é o de prover suporte especializado às atividades científicas e tecnológicas de cunho computacional na UFABC. O suporte será dado ao cluster de uso institucional Titânio adquiridos parcialmente com verba FAPESP.

Descrição do serviço a ser contratado:

Configuração/reconfiguração e/ou a implementação de uma nova facilidade no sistema de computação de alta performance da UFABC incluindo mas não limitado a instalação de nós novos em sistemas de computação distribuídos já em operação; instalação e otimização de sistemas de cálculo distribuído em clusters contendo sistema operacional distribuído, instalação e configuração de software para gerenciamento de filas, instalação de compiladores e bibliotecas específicas; implementação de ferramentas que auxiliem na manutenção do sistema tais como ferramentas de backup, e redundância de funcionamento em software. Verificação de logs; aferição de que as tarefas usuais de manutenção estão em funcionamento; verificação das quotas dos usuários, aplicação das atualizações essenciais ao sistema operacional.

Assistência a usuários finais para a compilação e instalação de programas de computação científica em uma ambiente de cálculo distribuído incluindo mas não limitado a MATLAB, CONSIKA, VASP, GAUSSIAN, GAMESS, AMBER, GROMACS e CPMD.
ABCSim, 9
Mauricio Domingues Coutinho Neto, Paula Homem de Mello, Ronei Miotto, Rodrigo Cordeiro, Gustavo Dalpian, Luana Sucupira Pedroza, Thiago Branquinho, Antônio K Braz, Romarly Fernandes da Costa. outros usuários menos frequentes do cluster HPC titanio. Processos FAPESP 2012/50680-5, FAPESP 11/19924-2, FAPESP 17/10292-0, FAPESP 17/02317-2, FAPESP 18/14181-0, FAPESP 17/23416-9.
Não25000Não
I - Todos os equipamentos instalados nos Laboratórios Multiusuário da UFABC sob gestão da Pró-Reitoria de Pesquisa
Estou Ciente
18
4/30/2020 16:13:45Tiago Rodrigues
tiago.rodrigues@ufabc.edu.br
Manutenção dos sistemas de microscopia de fluorescência e citometria de fluxo multiusuários
Apoio à manutenção e melhoramentos em infraestruturas coletivas de apoio a pesquisa
O estudo de organismos vivos se dá em vários níveis, variando desde aspectos macroscópicos até detalhes moleculares ou atômicos dentro de uma célula. Tais estudos visam à compreensão tanto de fenômenos biológicos relacionados ao funcionamento normal deste organismo quanto de alterações que levam a estados patológicos ou morte. Especificamente para estudos em Biologia Celular, o uso de células em cultura (in vitro) tem sido um recurso bastante utilizado desde os primórdios e tem ganhado nova atenção nos dias atuais em questões éticas para substituição total ou parcial aos experimentos envolvendo animais.
A técnica de cultivo celular se iniciou no início do século XX com a finalidade de estudar o comportamento de células animais ou vegetais fora do organismo. O cultivo celular compreende um conjunto de técnicas que permitem manter células e tecidos in vitro, conservando ao máximo suas propriedades morfológicas, funcionais e genéticas. Atualmente, esta técnica não se limita apenas a estudos na área de Biologia, mas permeia inúmeras áreas da Ciência, incluindo a Química, Física, Matemática, Nanociência, entre outras.
Várias técnicas são empregadas para o estudo de características morfológicas e funcionais de células e tecidos. Muitas dessas técnicas são espectroscópicas e envolvem transições eletrônicas. Uma transição eletrônica consiste na passagem de um elétron de um orbital molecular no estado fundamental para um orbital não ocupado de maior energia por absorção de um fóton. Assim, diz-se que a molécula está em um estado excitado. O retorno do elétron para o seu estado fundamental gera liberação de energia, que pode ser na forma de luz ou calor, sendo que a emissão de luz na forma de fluorescência se constituiu em ferramenta crucial para o avanço da Biologia Celular e todas as áreas afins. Entende-se por fluorescência a propriedade que algumas substâncias possuem de emissão de energia na forma de luz, resultante do decaimento de um estado excitado singleto, após serem excitadas com radiação de baixo comprimento de onda.
Essas substâncias capazes de emitir fluorescência decorrente de excitação são denominadas fluorocromos ou fluoróforos. Atualmente existem empresas especializadas no desenvolvimento de fluoróforos, que emitem fluorescência com alto rendimento quântico, capazes de monitorar “locais” ou funções específicas dentro de uma célula ou tecido, utilizando equipamentos específicos. Entre esses equipamentos, dois são muito utilizados na Biologia Celular para esse fim: o microscópio de fluorescência e o citômetro de fluxo.
O microscópio de fluorescência é uma variação do microscópio óptico no qual se detecta a emissão de fluorescência por uma amostra, sendo que a luz de excitação e de emissão são manipuladas e direcionadas por sistemas de filtros, objetivas e espelhos dicroicos para sistemas de aquisição das imagens, normalmente constituídos por câmeras CCD. Já a citometria de fluxo utiliza sistemas diversos para direcionar e posicionar células marcadas com fluoróforos, de tal forma que passem uma por vez por capilares. Nesse capilar, denominado célula de fluxo, a radiação emitida por um sistema de lasers incide sobre cada célula individualmente, fazendo com o que seja possível a detecção da emissão de fluorescência por cada célula individualmente. Esses dois sistemas são complementares e possuem alta complexidade instrumental, resultando em alto custo de aquisição. Dessa forma, uma vez adquiridos, a manutenção preventiva periódica desses equipamentos é crucial para o seu adequado funcionamento.
A UFABC possui tais equipamentos que são disponibilizados aos seus usuários na forma de equipamentos multiusuários, com agenda pública e ampla política de acesso. O microscópio, na verdade um sistema de microscopia de fluorescência, é da marca Leica Microsystems (Alemanha), modelo AF6000, com duas câmeras CCD (DCF365FX e Andor), 5 objetivas de tamanhos e aberturas numéricas diversos, sistema de aquecimento e atmosfera de CO2. O citômetro de fluxo é da marca BD Biosciences, modelo FACS Canto II, contendo dois lasers (azul e vermelho).
Dessa forma, esta solicitação para utilização da Reserva Técnica Institucional da FAPESP (RTI) refere-se à manutenção preventiva anual desses dois equipamentos multiusuários de grande porte, que estão sob a responsabilidade do Prof. Tiago Rodrigues.
LS20 - Bloco A, subsolo.
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Alexandre Hiroaki Kihara FAPESP 17/26439-0
Ana Carolina Santos de Souza Galvão FAPESP 14/02301-0
Anderson Orzari Ribeiro FAPESP 14/18527-8
Arnaldo Rodrigues dos Santos Jr FAPESP 15/24374-2
Eloah Rabelo Suarez FAPESP 18/17656-0
Fernando Carlos Giacomelli FAPESP 19/06634-8
Giselle Cerchiaro FAPESP 18/14152-0
Iseli Lourenço Nantes Cardoso FAPESP 17/02317-2
Jean-Jacques Bonvent
Marcela Sorelli Carneiro Ramos FAPESP 15/19107-5
Marcella Pecora Milazzotto FAPESP 17/18384-0
Marcelo Augusto Christoffoleti FAPESP 18/07811-8
Tiago Rodrigues FAPESP 18/25747-5
Vinicius de Andrade Oliveira FAPESP 19/14755-0
Wendel Andrade Alves FAPESP 17/02317-2 e 14/50867-3
Sim11582.31Sim
Disponível em http://www.fapesp.br/4566#i6 - b) Apoio à manutenção e melhoramentos em infraestruturas coletivas de apoio a pesquisa, como: (...), centros de manutenção de equipamentos (...)

* Referente à questão 13 seguinte (não há campo para isso nela), esclareço que os equipamentos não estão em Laboratórios de Grupo de Pesquisa, mas sim em espaço multiusuário do CCNH, embora já tenha sido apresentada proposta para a PROPES para encaminhamento desses equipamentos para a CEM-Santo André.
II - Todos os equipamentos adquiridos através de projetos institucionais financiados por agências de fomento que estejam instalados em Laboratórios de Grupos de Pesquisa
Estou Ciente
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