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Pesquisa 'Marcador social de raça, acesso e cuidado à população em situação de rua na APS - em busca de formas colaborativas de produção de ‘saber-intervenção’ contra o racismo'
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Edital PMA - FIOCRUZ
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Base Bibliográfica
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TítuloAutoras/esEditora/RevistaTipo de PublicaçãoDetalhamentoData da PublicaçãoResumoLink
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Atenção à saúde, direitos e o diagnóstico como ameaça: políticas públicas e as populações em situação de rua.ADORNO, Rubens de Camargo FerreiraRevista EtnográficaArtigovol. 15, n. 3, pp. 543-567. ISSN 0873-6561Out. 2011Nesse texto discutimos questões de interface entre a política pública e a atenção à saúde para população em situação de rua, a partir de uma pesquisa realizada com essa população, que tratava de avaliar a sua relação com o controle da tuberculose. A pesquisa utilizou a contribuição etnográfica juntamente com a coleta de outros dados de caráter epidemiológico. Através de fragmentos de narrativas etnográficas, discute-se a questão das �margens sociais� a partir de uma dualidade entre a ação técnica sanitária e os mecanismos de evitação social. Tratar do tema da tuberculose significa evocar aspectos da sociabilidade desse grupo social, de sua relação com as instituições, e permite explicitar mais um aspecto do sofrimento social. https://journals.openedition.org/etnografica/1068
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A critical analysis of the Brazilian response to HIV/AIDS: lessons learned for controlling and mitigating the epidemic in developing countriesBERKMAN, Alan; GARCIA, Jonathan; MUÑOZ-LABOY, Miguel; PAIVA Vera; PARKER, Richard.American Journal of Public HealthArtigoVol. 95, n. 7, pp. 1162-1172. DOI: 10.2105/AJPH.2004.054593Jul. 2005The Brazilian National AIDS Program is widely recognized as the leading example of an integrated HIV/AIDS prevention, care, and treatment program in a developing country. We critically analyze the Brazilian experience, distinguishing those elements that are unique to Brazil from the programmatic and policy decisions that can aid the development of similar programs in other low- and middle-income and developing countries. Among the critical issues that are discussed are human rights and solidarity, the interface of politics and public health, sexuality and culture, the integration of prevention and treatment, the transition from an epidemic rooted among men who have sex with men to one that increasingly affects women, and special prevention and treatment programs for injection drug users.https://www.ncbi.nlm.nih.gov/pmc/articles/PMC1449335/
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Tuberculose - guia de vigilância epidemiológicaBARBOSA JR., Jarbas Jornal Brasileiro de PneumologiaDiretrizes Brasileiras para a Tuberculosevol. 30, suppl.1, pp. S57-S85Jun. 2004(...) Esse Guia de Vigilância da Tuberculose, que agora publicamos, é uma contribuição para a melhoria das atividades de prevenção, diagnóstico e tratamento dos casos de tuberculose e para a organização dos serviços do SUS. Os profissionais de saúde podem contar com as orientações aqui reunidas para as ações de vigilância epidemiológica, nos aspectos de coleta, processamento, análise e interpretação dos dados; na adoção de medidas de controle apropriados; e na avaliação da eficácia e efetividade. (...).https://www.scielo.br/pdf/jbpneu/v30s1/a02v30s1.pdf
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História social da tuberculose e do tuberculoso: 1900-1950BERTOLLI FILHO, ClaudioEditora FiocruzLivro248p. Coleção Antropologia & Saúde. ISBN 85-7541-006-72001http://books.scielo.org/id/4
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Vulnerabilidade e tuberculose no Rio de Janeiro. BRÁS, Oriana Cátia RainhoRevista Saúde e SociedadeArtigoVol. 23, n. 1, pp. 190-199. DOI: 10.1590/S0104-12902014000100005Jan./Mar. 2014Este artigo pretende compreender a causalidade social da tuberculose no Rio de Janeiro. Este é um dos Estados brasileiros com maior incidência da doença. Seguimos a história de Paulo, um paciente que recebeu cuidados no ambulatório de referência para a tuberculose multirresistente. Para fazer sentido da sua história, pensaremos nela por meio do conceito de vulnerabilidade das condições de vida. Junto com Sabroza (2006), argumentamos que essa vulnerabilidade é a expressão coletiva da inserção econômica de um segmento populacional crescente no Rio de Janeiro no atual sistema capitalista técnico-científico-informacional (Santos, 2002). Os limites dos serviços de saúde agravam a vulnerabilidade das condições de vida, tornando o tratamento difícil. Propomos pensar e agir sobre a tuberculose no nível coletivo, através de ações intersetoriais. Pretendemos, assim, contribuir para os debates atuais sobre a determinação social da tuberculose, e informar ações que possam reduzir significativamente o sofrimento associado a esta e outras doenças com causas semelhantes.https://www.scielo.br/pdf/sausoc/v23n1/pt_0104-1290-sausoc-23-01-00067.pdf
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Vigilância em saúde: dengue, esquistossomose, hanseníase, malária, tracoma e tubernculose.BRASILMinistério da SaúdeNormas e manuais técnicosSérie Cadernos da Atenção Básica, 2ª edição, n. 21.2008http://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/cab_n21_vigilancia_saude_2ed_p1.pdf
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Equidade e reforma setorial na América Latina: um debate necessárioALMEIDA, Celia 2Caderno de Saúde PúblicaArtigoVol. 18, suppl., pp. S23-S36.
Print version ISSN 0102-311XOn-line version ISSN 1678-4464
2002Reforma e eqüidade são termos que têm freqüentado os discursos políticos, documentos técnicos e discussões conceituais nas últimas décadas em distintas propostas com diferentes referenciais ideológicos. Entender a importância e centralidade desses temas no debate contemporâneo na América Latina pressupõe aprofundar a reflexão sobre a política de saúde no âmbito das políticas sociais, qualificar de que reformas estamos falando e o lugar que a eqüidade ocupa nessa discussão. Na primeira parte deste ensaio, discutem-se os conceitos de reforma e eqüidade; a seguir, faz-se um repasse sobre política de saúde como política social; e por fim, são discutidos os elementos centrais da agenda de reforma de sistemas de saúde na região. Conclui-se que a situação é dramática, as reformas recentes exacerbaram as desigualdades e criaram novos problemas, ao substituir valores de solidariedade e igualdade de oportunidade pelos de um “individualismo utilitarista radical”; e o princípio de “necessidades de saúde” pelo de “risco”, monetarizado e definido segundo a posição social e econômica do indivíduo. Faz-se necessário retomar a discussão das políticas sociais e de saúde como a matriz de princípios que justificam o ordenamento de quaisquer outras políticas.https://www.scielo.br/pdf/csp/v18s0/13790.pdf
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Halopatogênese: esboço de uma teoria geral de saúde-doença como base para a promoção da saúdeALMEIDA FILHO, Naomar; ANDRADE, Roberto Fernandes SilvaEditora FiocruzCapítulo de livroIn: Czeresnia, Dina; Freitas, Carlos Machado de. (Orgs.). Promoção da saúde: conceitos, reflexões, tendências. Rio de Janeiro: Editora FIOCRUZ. P. 97-115.2009http://books.scielo.org/id/m9xn5/06
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A problemática teórica da determinação social da saúde.ALMEIDA FILHO, NaomarEditora FiocruzCapítulo de livroIn: Passos Nogueira, R. (Org.). Determinação Social da Saúde e Reforma Sanitária. Coleção ‘Pensar em Saúde’. Cebes. Rio de Janeiro. p. 13-36.2010https://renastonline.ensp.fiocruz.br/sites/default/files/arquivos/recursos/Determina%C3%A7%C3%A3o%20Social%20da%20Sa%C3%BAde%20e%20Reforma%20Sanit%C3%A1ria.pdf
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Reconhecer Flexner: inquérito sobre produção de mitos na educação médica no Brasil contemporâneoALMEIDA FILHO, NaomarCaderno de Saúde PúblicaRevisãoVol. 26, n. 1 22010No Brasil, não parece haver dúvidas sobre os males causados por Abraham Flexner, seu Relatório e o Modelo Biomédico Flexneriano (MBF), concebido e promovido por fundações privadas, vinculadas ao complexo médico-industrial norte-americano. Neste artigo, proponho submeter essa formulação a um rigoroso inquérito crítico. Primeiro, apresento uma súmula de vida e obra de Flexner. Segundo, reviso as formas de representação de seu pensamento na literatura brasileira sobre educação em saúde. Com base no próprio Relatório, verifico inconsistências, contradições e omissões nos fragmentos referenciadores do MBF. Finalmente, contrastando fonte historiográfica e representação imaginária, analiso possibilidades de interpretação do MBF como intrigante e peculiar mitologia política.https://www.scielo.br/pdf/csp/v26n12/03.pdf
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Sujeito, intersubjetividade e práticas de saúdeAYRES, José Ricardo de Carvalho MesquitaRevista Ciência & Saúde ColetivaArtigoVol. 6, n. 1, pp. 63-72. Print version ISSN 1413-8123 On-line version ISSN 1678-45612001Neste artigo se discute o conceito de sujeito utilizado nas práticas de saúde. Parte-se da tese de que a concepção de sujeito predominante no pensamento sanitário não está em sintonia com valores e pressupostos que orientam as principais propostas de renovação de conceitos e práticas de saúde na atualidade. Defende-se o caráter relacional, pragmático e reconstrutivo das identidades subjetivas, contra o caráter individualista, apriorístico e objetificado prevalente nas práticas do setor. Desdobra-se desta reflexão a defesa de transformações das práticas de saúde, com base em "giros" teórico-filosóficos, relacionados entre si: a) secundarização da idéia de sujeito em favor da idéia de contextos de intersubjetividade, na construção de categorias para o conhecimento e intervenção; b) subsunção do interesse pelo controle técnico das doenças na idéia mais abrangente de sucesso prático de projetos de felicidade humana, na definição das finalidades da intervenção; c) transformação do cuidado, na atitude orientadora do conjunto das ações voltadas para a saúde das pessoashttps://www.scielo.br/pdf/csc/v6n1/7025.pdf
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O conceito de vulnerabilidade e as práticas de saúde: novas perspectivas e desafiosAYRES, José Ricardo de Carvalho Mesquita; FRANÇA JUNIOR; Ivan; CALAZANS, Gabriela Junqueira; SALETTI FILHO, HaraldoEditora FiocruzCapítulo de livroIn: Czeresnia, Dina; Freitas, Carlos Machado de. (Orgs.). Promoção da saúde: conceitos, reflexões, tendências. Rio de Janeiro: Editora FIOCRUZ. P. 97-115.2009http://books.scielo.org/id/m9xn5/06
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A estabilidade inaceitável: desigualdade e pobreza no BrasilBARROS, Ricardo Paes de; HENRIQUES, Ricardo; MENDONÇA, Rosane.IPEAArtigoTextos para Discussão Nº 800. Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão. Brasília, DF. ISSN 1415-47652001Nas duas últimas décadas, o Brasil apresentou enorme desigualdade na distribuição de renda e elevados níveis de pobreza. Este trabalho procura descrever a situação atual e a evolução da magnitude e da natureza da pobreza e da desigualdade de renda no Brasil nesse período, estabelecendo as inter-relações causais entre essas dimensões. Procura demonstrar ainda a viabilidade econômica do combate à pobreza e justificar a importância de se estabelecer estratégias que não descartem a via do crescimento econômico, mas que enfatizem, sobretudo, o papel das políticas redistributivas que enfrentam a desigualdade.https://repositorio.ipea.gov.br/bitstream/11058/2003/1/TD_0800.pdf
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Pesquisa Nacional sobre o udo de crack: quem são os usuários de crack e/ou similares do Brasil? Quantos são nas capitais brasileiras?BASTOS, Francisco Inácio Pinkusfeld Monteiro; BERTONI, NeilaneEditora ICICT/FIOCRUZLivro224 p.2014https://www.arca.fiocruz.br/bitstream/icict/10019/2/UsoDeCrack.pdf
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O direito à vida e a ética da saúdeBERLINGUER, GiovanniLua Nova: Revista de Cultura e PolíticaArtigoN. 30, pp. 122-143. ISSN 0102-64451993Defendendo ser a saúde uma dimensão relevante para a reflexão ética, pois que afeta a própria vida, o autor advoga o direito à saúde opondo-se a concepções para as quais a demanda por saúde deve ser resolvida pelo mercado. Conjuga sua defesa a uma análise dos óbices existentes à realização de tal direito (dentre eles a mercantilização da medicina) e à indicação de alternativas éticas e práticas.https://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0102-64451993000200006&lng=en&nrm=iso&tlng=pt
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Antropologia no campo da saúde globalBIEHL, JoãoHorizontes Antropológicos [online]ArtigoVol. 17, n. 35, pp. 227-256. ISSN 0104-71832011Neste artigo, eu exploro os limites de abordagens baseadas em balas mágicas para os problemas de saúde global e mostro como as iniciativas centradas nas pessoas desafiam as ortodoxias econômicas e dos direitos humanos e ampliam nossa percepção daquilo que é socialmente possível e desejável. Utilizo o meu estudo etnográfico de longo prazo sobre a resposta terapêutica brasileira ao HIV/AIDS e suas repercussões nos âmbitos de governo, mercados, sistemas de saúde e vida pessoal. Faço também o relato de um novo projeto comparativo sobre as consequências de grandes intervenções farmacêuticas em contextos com recursos limitados. Considerando tanto os processos mais amplos quanto as singularidades humanas, o artigo abre uma janela crítica para os valores e os resultados de intervenções farmacêuticas e humanitárias contemporâneas na vida real. Ao criticar as práticas institucionais de produção de evidência, também reconsidero as noções de responsabilidade e cuidado dentro da antropologia e da medicina.https://www.scielo.br/pdf/ha/v17n35/v17n35a09.pdf
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Guia Prático do Programa Saúde da FamíliaBRASILMinistério da SaúdeGuia Prático2001http://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/partes/guia_psf1.pdf
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Política Nacional para inclusão da População em situação de ruaBRASILPolítica2008http://www.mpma.mp.br/arquivos/CAOPDH/POL%C3%8DTICA_NACIONAL_PARAINCLUS%C3%83O_DA_pop_EM_SITUA%C3%87%C3%83O_DE_RUA__2008.pdf
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Portaria nº 1.190BRASILMinistério da SaúdePortaria4 de junho de 2009Plano Emergencial de Ampliação do Acesso ao Tratamento e Prevenção em Álcool e outras Drogas no Sistema Único de Saúde - SUS (PEAD 2009-2010)http://bvsms.saude.gov.br/bvs/saudelegis/gm/2009/prt1190_04_06_2009.html.
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Doenças Negligenciadas - Caderno 2BRASILMinistério da SaúdeCaderno em saúdeN. 22006Prioridades de pesquisa em doenças negligenciadas e inovação em saúdehttp://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/Pesquisa_Saude/tela17_2.html
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Acolhimento à demanda espontâneaBRASILMinistério da SaúdeNormas e manuais técnicosSérie A. Cadernos de Atenção Básica, n. 28, v. 12011O volume I deste Caderno trata do acolhimento contextualizado na gestão do processo de trabalho em saúde na atenção básica, tocando em aspectos centrais à sua implementação no cotidiano dos serviços. O volume II, como desdobramento do primeiro, apresenta ofertas de abordagem de situações comuns no acolhimento à demanda espontânea, utilizando-se do saber clínico, epidemiológico e da subjetividade, por meio do olhar para riscos e vulnerabilidades.http://189.28.128.100/dab/docs/publicacoes/geral/miolo_CAP_28.pdf
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Portaria GM/MS n.º 1.029BRASILMinistério da SaúdePortaria2014Amplia o rol das categorias profissionais que podem compor as Equipes de Consultório na Rua em suas diversas modalidade e dá outras providênciashttp://bvsms.saude.gov.br/bvs/saudelegis/gm/2014/prt1029_20_05_2014.html
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Tuberculose no espaço urbano: um estudo ecológico utilizando análise espacial no município do Rio de Janeiro nos anos de 2005 a 2008.MAGALHÃES, Mônica de Avelar F. M.UFRJTese de doutoradoISC/UFRJ2014O objetivo da tese foi analisar a distribuição espacial da ocorrência da tuberculose no município do Rio de Janeiro nos anos de 2005 a 2008, correlacionando com variáveis socioeconômicas, através de técnicas de estatística espacial discutindo diferentes métodos de análise.http://objdig.ufrj.br/96/teses/813739.pdf
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População de rua 2013: um direito à cidadePrefeitura do Rio de JaneiroCartilha2014http://www.rio.rj.gov.br/dlstatic/10112/4576565/4118206/PesquisaCenso.pdf
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Decreto nº 6.117 BRASILDiário Oficial da UniãoDecreto22 de maio de 2007Dispõe sobre as medidas para redução do uso indevido de álcool e sua associação com a violência e criminalidade.http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2007-2010/2007/decreto/d6117.htm#:~:text=Decreto%20n%C2%BA%206117&text=DECRETO%20N%C2%BA%206.117%2C%20DE%2022,que%20lhe%20confere%20o%20art.
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Pesquisa nacional sobre a população em situação de ruaBRASILMinistério do Desenvolvimento Social e Combate à FomeLivroSecretaria Nacional de Assistência Social. Brasília.2008 Apresenta os principais resultados do levantamento realizado em 71 municípios do país com população em situação de ruahttps://fpabramo.org.br/acervosocial/estante/pesquisa-nacional-sobre-populacao-em-situacao-de-rua/
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Rua: aprendendo a contar. Pesquisa Nacional sobre a População em Situação de RuaCUNHA, Júnia Valéria Quironga; RODRIGUES, MonicaMinistério do Desenvolvimento Social e Combate à FomeLivroSecretaria Nacional de Assistência Social. Brasília.2009http://www.mds.gov.br/webarquivos/publicacao/assistencia_social/Livros/Rua_aprendendo_a_contar.pdf
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Doenças negligenciadas: estratégias do Ministério da SaúdeBRASILDepartamento de Ciência e Tecnologia, Secretaria de Ciência, Tecnologia e Insumos Estratégicos, Ministério da SaúdeInformes tecnicos institucionaisRev. Saúde Pública vol.44 no.1 São PauloFev. 2010Doenças negligenciadas são doenças que não só prevalecem em condições de pobreza, mas também contribuem para a manutenção do quadro de desigualdade, já que representam forte entrave ao desenvolvimento dos países. Como exemplos de doenças negligenciadas, podemos citar: dengue, doença de Chagas, esquistossomose, hanseníase, leishmaniose, malária, tuberculose, entre outras. Segundo dados da Organização Mundial de Saúde (OMS), mais de um bilhão de pessoas estão infectadas com uma ou mais doenças negligenciadas, o que representa um sexto da população mundial.https://www.scielo.br/pdf/rsp/v44n1/23.pdf
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Manual de recomendações para o controle da tuberculose no BrasilBRASILMinistério da SaúdeManual2011http://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/manual_recomendacoes_controle_tuberculose_brasil.pdf
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Portaria GM/MS n.º 104BRASILDiário Oficial da União nº 18, quarta, 26 de janeiro de 2011.PortariaPágina 37, Seção 1.7 de julho de 2011Define as terminologias adotadas em legislação nacional, conforme o disposto no Regulamento Sanitário Internacional 2005 (RSI 2005), a relação de doenças, agravos e eventos em saúde pública de notificação compulsória em todo o território nacional e estabelece fluxo, critérios, responsabilidades e atribuições aos profissionais e serviços de saúdehttps://bvsms.saude.gov.br/bvs/saudelegis/gm/2011/prt0104_25_01_2011.html
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Crack, é possível vencer. Enfrentar o crack. Compromisso de todos.BRASILPresidência FederalPrograma2011http://www.tjmt.jus.br/INTRANET.ARQ/CMS/GrupoPaginas/105/1020/Crack_%C3%A9_poss%C3%ADvel_vencer.pdf
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Avaliação da Gestão do Programa de Controle da TuberculoseBRASILMinistério da SaúdeProgramaSecretaria de Vigilância em Saúde. Departamento de Vigilância das Doenças Transmissíveis2015http://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/avaliacao_gestao_programa_nacional_controle_tuberculose.pdf
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Promoção da saúde e qualidade de vidaBUSS, Paulo MarchioriRevista Ciência e Saúde ColetivaArtigo vol.5, n.1, pp.163-177. ISSN 1678-4561. https://doi.org/10.1590/S1413-81232000000100014.2000Existem evidências científicas abundantes que mostram a contribuição da saúde para a qualidade de vida de indivíduos ou populações. Da mesma forma, é sabido que muitos componentes da vida social que contribuem para uma vida com qualidade são também fundamentais para que indivíduos e populações alcancem um perfil elevado de saúde. É necessário mais do que o acesso a serviços médico-assistenciais de qualidade, é preciso enfrentar os determinantes da saúde em toda a sua amplitude, o que requer políticas públicas saudáveis, uma efetiva articulação intersetorial do poder público e a mobilização da população. No presente artigo, o autor faz uma revisão da emergência e desenvolvimento da promoção da saúde, centrando sua análise justamente nas estratégias promocionais acima apontadas, que seriam aquelas que, a partir de proposições do setor saúde, apresentam-se como mais promissoras para o incremento da qualidade de vida, sobretudo em formações sociais com alta desigualdade sócio-sanitária, como é o caso do Brasil. É no movimento dos municípios saudáveis que tais estratégias se concretizam, através de seus próprios fundamentos e práticas, que estão estreitamente relacionados com as inovações na gestão pública para o desenvolvimento local integrado e sustentável e as Agendas 21 locais.https://www.scielo.br/pdf/csc/v5n1/7087.pdf
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Introdução - No meio da rua: nômades, excluídos viradoresBURSZTYN, MarcelGaramondCapítulo de livro2003https://www.academia.edu/9157622/No_Meio_da_Rua_n%C3%B4mades_exclu%C3%ADdos_viradores
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Construção social da demanda em saúdeBOTAZZO, Carolina; SOUZA, Carolina RogelPhysis: Revista de Saúde ColetivaArtigovol. 23, no.2, pp. 393-413, Rio de Janeiro Apr./June 20132013A atenção à saúde no Brasil se dá por meio de um sistema de saúde único, com base jurídica e apoio na Constituição Federal. A saúde é colocada como direito de todo cidadão, e para tanto são definidos modelos com vistas à operacionalização dos serviços organizados para esse fim. O primeiro nível no Brasil é denominado Atenção Básica (AB), com sua base conceitual vinda da Atenção Primária à Saúde (APS). O objetivo deste trabalho é conhecer e analisar como está organizada a produção teórica da Saúde Coletiva no Brasil acerca da construção social da demanda por serviços de saúde na Atenção Básica, com o intuito de criar uma referência para se pensar a mesma. A pesquisa foi feita utilizando-se os termos relacionados ao problema inicial: demanda em saúde, atenção básica e modelos tecnoassistenciais em saúde.https://www.scielo.br/pdf/physis/v23n2/v23n2a05.pdf
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O normal e o patológicoCANGUILHEM, GeorgeEditora Forense UniversitáriaLivro6ª edi.2009https://edisciplinas.usp.br/pluginfile.php/3114962/mod_resource/content/1/O_Normal_e_o_Patologico.pdf
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Utopia/atopia - Alma Ata, Saúde Pública e o "Cazaquistão"CASTIEL, Luis DavidRevista Internacional Interdiciplinar INTERthesisEnsaioINTERthesis, Florianópolis, v.9, n.2, p. 62-83, Jul./Dez. 20122012Este ensaio faz uma análise das propostas da Declaração de Alma Ata, adotada na Conferência Internacional em Saúde Primária cerca de 35 anos depois do evento ocorrido na então capital do Cazaquistão em setembro de 1978. O foco escolhido para este estudo trata da dimensão utópica da tese dos cuidados primários em saúde e faz uma sintética avaliação sobre os rumos tomados pela proposta original. De um ponto de vista crítico, faz-se uma incursão pela sátira contida no filme “Borat - O Segundo Melhor Repórter do Glorioso País Cazaquistão Viaja à América”, sobretudo através da ideia de “atopia” suscitada pelos aspectos biopolíticos imunitários das aventuras do referido personagem – um suposto repórter do Cazaquistão que viaja para trabalhar nos Estados Unidos da América.https://periodicos.ufsc.br/index.php/interthesis/article/view/1807-1384.2012v9n2p62/23515
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Portaria GM/MS Nº 122BRASILSecretaria de Atenção à SaúdePortaria25 de janeiro de 2011Define as diretrizes de organização e funcionamento das Equipes de Consultório na Ruahttp://bvsms.saude.gov.br/bvs/saudelegis/gm/2012/prt0122_25_01_2012.html
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Manual sobre o cuidado à saúde junto à população em situação de rua.BRASILSecretaria de Atenção à Saúde.Normas e Manuais TécnicosSecretaria de Atenção à Saúde. Departamento de Atenção Básica. Brasília. 98p2012http://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/manual_cuidado_populalcao_rua.pdf
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Panorama da tuberculose no Brasil - Indicadores epidemiológicos e operacionais.BRASILMinistério da SaúdeNormas e Manuais TécnicosSecretaria de Vigilância em Saúde. Departamento de Vigilância das Doenças Transmissíveis. Brasília. DF2014http://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/tuberculose_brasil_indicadores_epidemiologicos_operacionais.pdf
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Guia prático de matriciamento em saúde mental.CHIAVERINI, Dulce Helena (org.)Ministério da SaúdeNormas e Manuais TécnicosCentro de Estudo e Pesquisa em Saúde Coletiva, 2011. 236 p. Brasília, Distrito Federal2011https://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/guia_pratico_matriciamento_saudemental.pdf
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Ensaio histórico-conceitual sobre a Atenção Primária à Saúde: desafios para a organização de serviços básicos e da Estratégia Saúde da Família em centros urbanos no Brasil.CONILL, Eleonor Minho.Caderno de Saúde PúblicaEnsaiovol.24, suppl.1, pp.s7-s16. ISSN 1678-4464. https://doi.org/10.1590/S0102-311X2008001300002.2008O trabalho enfoca a trajetória da Atenção Primária à Saúde enquanto política de reorganização do modelo assistencial, tendo como referência reformas orientadas por este princípio e sua implantação no caso brasileiro. Aponta-se para uma mudança no discurso das reformas setoriais com um retorno da ênfase na Atenção Primária à Saúde e na integração dos serviços. No contexto brasileiro, é necessário refletir sobre as possibilidades de sinergia dessa estratégia com outras políticas sociais e sobre os fatores necessários para garantir seu desempenho. Os estudos de avaliação mostram uma discreta superioridade de suas atividades sobre aquelas de unidades tradicionais, mas permanecem dificuldades no acesso, na estrutura física, na formação das equipes, na gestão e na organização da rede. Essas dificuldades se correlacionam com o baixo patamar de financiamento público, a persistência de segmentação no sistema e a fraca integração dos serviços de atenção básica com outros níveis de atenção. Garantir a continuidade dessa estratégia realizando os ajustes necessários é um horizonte razoável a ser defendido do ponto de vista técnico, o qual será sempre condicionado pela dinâmica dos projetos tecnoassistenciais em disputa.https://www.scielo.br/pdf/csp/v24s1/02.pdf
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Por uma redução nas desigualdades em saúde no Brasil: qualidade e regulação num sistema com utilização combinada e desigualCORDEIRO, Hésio de Albuquerque; CONIL, Cordeiro Eleonor Minho; SANTOS, Isabela Soares; BRESSAN, Aparecida IsabelCEBESCapítulo de livroIn: Rodrigues dos Santos, N.; Amarante, Paulo D.C. (Orgs.) Gestão Pública e Relação Público Privado na Saúde. CEBES. Rio de Janeiro. p. 129-151.2010http://idisa.org.br/img/File/GC-2010-RL-LIVRO%20CEBES-2011.pdf
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As necessidades de saúde como conceito estruturante na luta pela integralidade e equidade na atenção em saúdeCECILIO, Luiz Carlos de OliveiraAbrascoCapítulo de livroIn: Pinheiro, R.; Mattos, R. A. (Orgs.). Os sentidos da integralidade na atenção e no cuidado à saúde. UERJ; IMS; ABRASCO. Rio de Janeiro.2001https://edisciplinas.usp.br/pluginfile.php/3910891/mod_resource/content/2/L.aula5.grupo1_Necessidades_saude_conceito_estruturante_luta_integralidade_equidade_CECILIO.pdf
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The origins of primary health care and selective primary health careCUETO, MarcosAmerican Journal of Public HealthArtigovol. 94, n. 11, pp. 1864-1874.2004I present a historical study of the role played by the World Health Organization and UNICEF in the emergence and diffusion of the concept of primary health care during the late 1970s and early 1980s. I have analyzed these organizations’ political context, their leaders, the methodologies and technologies associated with the primary health care perspective, and the debates on the meaning of primary health care. These debates led to the development of an alternative, more restricted approach, known as selective primary health care. My study examined library and archival sources; I cite examples from Latin America.https://www.ncbi.nlm.nih.gov/pmc/articles/PMC1448553/
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Tuberculose multirresistente: histórico e controleANDRADE, Monica Kramer de Noronha; DALCOLMO, Margareth Pretti; PICON, Pedro DornellesRevista de Saúde PúblicaArtigoVol. 41(Supl. 1), pp. 34-42.
2007O objetivo do artigo foi analisar o controle da tuberculose multirresistente no Brasil, com base nas experiências de instituições de referência e dos principais estudos de determinação das taxas locais e nacionais de resistência. Foram consideradas as medidas de controle e a situação atual de diagnóstico e tratamento, a partir da implementação das diretrizes nacionais, revisadas em 2004. O primeiro inquérito nacional de resistência aos medicamentos anti-tuberculose foi realizado em meados da década de 1990. A partir de seus resultados, foi validado e adotado um regime terapêutico nacional para todos os casos de tuberculose multirresistente. Medidas governamentais possibilitaram a implementação de um sistema de vigilância epidemiológica, cujos resultados também são comentados.https://www.scielo.br/pdf/rsp/v41s1/6570.pdf
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Construção de políticas públicas para população em situação de rua no município do Rio de Janeiro: limites, avanços e desafios.DANTAS, Monica Lucia GomesFundação Oswaldo CruzDissertação de MestradoRio de Janeiro, 164p.2007O aumento do desemprego e da pobreza articulado à fragilidade das instituições públicas de proteção social no país têm impactado o contexto social urbano nas últimas décadas e intensificado a vulnerabilidade social. Neste processo, a população vivendo em situação de rua tem representado, cada vez mais, uma parcela expressiva do contingente de indivíduos e grupos socialmente vulneráveis presente nas cidades brasileiras. A complexidade do fenômeno desafia o desenho tradicional das políticas públicas e impõe uma permanente revisão das abordagens tradicionais. Com a perspectiva de contribuir para a construção de um olhar diferenciado sobre a questão, o presente estudo buscou investigar as principais tendências e contornos das políticas públicas voltadas a populações vivendo nas ruas do município do Rio de Janeiro. A partir do foco nas dimensões da equidade, intersetorialidade e participação social das ações públicas, foram realizadas entrevistas semiestruturadas com gestores locais e membros de associações civis, e levantamento documental entre 2004 e 2005, no contexto do município do RJ. Nesta abordagem qualitativa, foi possível identificar alguns dos principais limites, avanços e desafios das políticas públicas voltadas à população de rua. Em linhas gerais, a fragilidade dos mecanismos de cooperação intergovernamental, os limites para o planejamento de ações conjuntas e cooperativas, e as múltiplas tensões entre concepções e perspectivas de diferentes atores sociais governamentais e não governamentais evidenciam a necessidade de maior envolvimento de toda sociedade no enfrentamento da questão.https://www.arca.fiocruz.br/bitstream/icict/5015/2/900.pdf
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Atenção primária em saúdeGIOVANELLA, Lígia; MENDONÇA, Maria Helena MagalhãesFIOCRUZCapítulo de livroIn: Giovanella, L.; et al. (Orgs). Políticas e sistema de saúde no Brasil. Rio de Janeiro: Fiocruz. p. 575-625.2008Este capítulo apresenta um panorama internacional e brasileiro da atenção primária à saúde. Na primeira parte, discutem-se conceitos e abordagens de atenção primária à saúde e suas transformações ao longo do tempo, destacando-se os atributos de uma atenção primária abrangente. Em seguida, apresentam-se, em perspectiva internacional, antecedentes históricos dos serviços de atenção primária e a experiência em países europeus com centralidade nos serviços prestados por médicos generalistas ou de família. Na seqüência, é analisada a trajetória histórica das políticas de atenção primária à saúde no Brasil, com realce para a Estratégia de Saúde da Família e a Política Nacional de Atenção Básica de 2006. Traça-se então um panorama da oferta e da prestação de serviços de atenção básica no Brasil e, no final, discutem-se os desafios para a consolidação do SUS como um sistema de saúde orientado pela atenção primária à saúde.http://www.escoladesaude.pr.gov.br/arquivos/File/ATENCAO_PRIMARIA_A_SAUDE_ESF_Giovanella_L_Mendonca_MH.pdf
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Reforma da Atenção Primária à Saúde na cidade do Rio de Janeiro – avaliação dos três anos de Clínicas da Família. Pesquisa avaliativa sobre aspectos de implantação, estrutura, processo e resultados das Clínicas da Família na cidade do Rio de JaneiroHARZHEIM, ErnoOPASLivro84p.2013https://iris.paho.org/handle/10665.2/49106
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Aglomerados subnormais – informações territoriais.IBGECensoSenso Demográfico 2010. Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística – IBGE. Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão . Brasil.2010https://biblioteca.ibge.gov.br/biblioteca-catalogo?id=7552&view=detalhes
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Epidemiologia das doenças negligenciadas no brasil e gastos federais com medicamentos.ALMEIDA, Raquel Filgueiras; AUREA, Adriana Pacheco; GARCIA, Leila Posenato; MAGALHÃES, Luis Carlos G.; FERNANDES DOS SANTOS, Carolina IPEATexto para discussãoSecretaria de Assuntos Estratégicos da Presidência da República. Brasília: IPEA.2011A Organização Mundial da Saúde (OMS) e a organização Médicos Sem Fronteiras propuseram recentemente a denominação “doenças negligenciadas”, referindo-se àquelas enfermidades, geralmente transmissíveis, que apresentam maior ocorrência nos países em desenvolvimento, e “mais negligenciadas”, exclusivas dos países em desenvolvimento. Leishmanioses, doença de Chagas (DC), tracoma, hanseníase e malária, além de diversas parasitoses, são apenas alguns exemplos de doenças negligenciadas. Dada a importância do combate a estas como ferramenta promotora do desenvolvimento socioeconômico, e com o intuito de subsidiar a discussão sobre a política de pesquisa e desenvolvimento (P&D) de medicamentos no Brasil, o presente estudo avalia a situação epidemiológica das doenças negligenciadas com maior ocorrência no Brasil. Analisa também os gastos do governo federal com medicamentos para o tratamento dessas morbidades, identificando os fármacos, formas farmacêuticas e seus respectivos custos, no período 2005-2008. Nesse sentido, observa-se que, apesar da elevada ocorrência das doenças negligenciadas no Brasil, os gastos do Ministério da Saúde (MS) com medicamentos para os programas de assistência farmacêutica das doenças negligenciadas são pequenos em relação ao gasto com outros programas, como o da Síndrome da Imunodeficiência Adquirida (AIDS), por exemplo. Acredita-se que isso reflita a inexistência de medicamentos novos para o tratamento das doenças negligenciadas que seriam, portanto, sujeitos à proteção patentária e, consequentemente, mais caros. Por outro lado, o Brasil é um dos países em desenvolvimento que mais investe recursos em estudos de novas formas de tratamento para as doenças negligenciadas. Da mesma forma como é feito em outros países, poderiam ser propostas parcerias público-privadas (PPPs) para P&D na área de doenças negligenciadas no Brasil, uma vez que o país é diretamente interessado nos possíveis produtos dessas parcerias e possui capacidade técnica para isso.https://www.ipea.gov.br/portal/images/stories/PDFs/TDs/td_1607.pdf
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Atlas da vulnerabilidade social nas regiões metropolitanas brasileirasMarco Aurélio Costa e Bárbara Oliveira Marguti (editores)IPEAAtlasSecretaria de Assuntos Estratégicos da Presidência da República. Brasília: IPEA.2015https://www.ipea.gov.br/portal/images/stories/PDFs/151008_atlas_regioes_metropolitanas_brasileiras.pdf
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Tuberculose associada à AIDS: situação de região do Nordeste brasileiroKERR-PONTES, Ligia R.S., OLIVEIRA, Fabíola A.S., FREIRE, Cristina A. M.Revista de Saúde PúblicaArtigovol.31, n.4, pp.323-3291997OBJETIVO: Investigar os principais aspectos da co-infecção pelo HIV e o Mycobacterium tuberculosis nos pacientes adultos assistidos pelo hospital de referência para doenças infecciosas do Estado do Ceará, Brasil, responsável pela notificação de 89,3% dos casos registrados no Estado, entre 1986-92. METODOLOGIA: Foram coletados dados de prontuários de pacientes maiores de 15 anos, com diagnóstico de AIDS, atendidos em hospital de referência estadual, região Nordeste do Brasil. A análise dos dados seguem o critério do Ministério da Saúde, para definição dessa doença. RESULTADOS: A tuberculose apresentou-se em 30,6% dos pacientes estudados (151/493) e foi diagnosticada até o primeiro ano após o diagnóstico da AIDS em 76,8% dos casos. Observou-se um tendência crescente na proporção de casos de tuberculose entre pacientes com AIDS conforme decresce o nível de escolaridade (<0,001). A forma extrapulmonar apresentou-se em 23,9% dos casos e a forma miliar em 25% destes casos, diferindo significativamente (p<0,001 para as duas proporções) dos casos com tuberculose sem infecção pelo HIV registrados no Estado, em 1992. CONCLUSÃO: O precoce desenvolvimento da tuberculose, a elevada presença de formas extrapulmonares e a alta letalidade indicam que as medidas de prevenção e controle da AIDS e da tuberculose não devem ser vistas separadamente.https://www.scielo.br/pdf/rsp/v31n4/2240.pdf
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Consultório de/na rua: desafio para um cuidado em verso na saúdeLONDERO, Mário Francis Petry; CECCIM, Ricardo Burg; BILIBIO, Luiz Fernando SilvaRevista InterfaceArtigovol.18, no.49, p.251-260. ISSN 1414-3283Jun. 2014Este artigo discute práticas de cuidado do Consultório de/na rua, serviço que se delineia no Sistema Único de Saúde, destinado à atenção às pessoas em situação de rua. A intenção é problematizar as estratégias de acolhimento e cuidado em saúde, bem como as diretrizes ou valores desse trabalho, muitas vezes destoantes entre si, como: as ações programadas de rastreamento e autoridade moral sobre pessoas com vida na rua e as ações disruptivas do modelo urbano de cidade saudável e segura, para uma forte inclusão de pessoas que, por variados motivos, levam esse tipo de vida. Como recurso de análise, estão diários de campo escritos pelos trabalhadores de um desses consultórios – localizado em Porto Alegre, Brasil – que, em seu cotidiano, percorrem as ruas e redes de saúde e intersetorial com todas as suas dificuldades e potências.https://www.scielo.br/pdf/icse/v18n49/1807-5762-icse-1807-576220130738.pdf
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A emergência das doenças emergentes e as doenças infecciosas emergentes e reemergentes no Brasil.LUNA, Expedito J. A.Revista Brasileira de EpidemiologiaArtigoVol. 5, n. 32002O artigo discute a emergência do conceito de doenças infecciosas emergentes e reemergentes. Postula-se que o conceito surge frente às limitações da teoria da transição epidemiológica em explicar as tendências recentes da morbidade e mortalidade. São discutidas as bases da teoria da transição epidemiológica e as razões de sua superação. Em seguida, são apresentados o conceito de doenças emergentes e reemergentes, os fatores relacionados à emergência das doenças infecciosas e as principais ocorrências no Brasil. Por fim, são abordados os desafios colocados pela emergência e reemergência das doenças infecciosas, e propostas para o seu enfrentamento.https://www.scielo.br/pdf/rbepid/v5n3/03.pdf
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Experiência POP RUA: Implementação do “Saúde em Movimento nas Ruas” no Rio de Janeiro, um Dispositivo Clínico/Político na Rede de Saúde do Rio de JaneiroMACERATA, Iacã MachadoRevista Polis e PsiqueTexto/Narrativa de experiênciaVol. 3, n. 2, p. 207-2192014Este texto tem função de expressar, apresentar e discorrer acerca da experiência do projeto “Saúde em Movimento nas Ruas”, também conhecido como ESF POP RUA. Este serviço serviu de modelo para as Equipes de Consultório na Rua do Ministério da Saúde. No ano de 2010, ano de sua implementação, se configurava como um serviço híbrido e inédito, serviço que reunia Atenção Básica em saúde, Saúde Mental e Redução de Danos. Desde sua implementação o serviço vem se constituindo como uma referência em saúde pública para população em situação de rua nas redes de políticas públicas na cidade do Rio de Janeiro. A experiência é contada a partir da ótica do gerente técnico da equipe, em seu primeiro ano de implementação.https://seer.ufrgs.br/PolisePsique/article/view/46178/28740
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Apoio como cuidado de territórios existenciais: Atenção Básica e a rua.MACERATA, Iacã Machado; SOARES, José Guilherme Neves; RAMOS, Julia Florência CarvalhoRevista Interface Artigovol.18, suppl.1, pp.919-930. ISSN 1807-5762. https://doi.org/10.1590/1807-57622013.0210.2014Este artigo pretende evidenciar uma linha de conexão entre as seguintes práticas: do apoio, das equipes de Atenção Básica e do cuidado com a população em situação de rua no âmbito do Sistema Único de Saúde (SUS). A partir do que entendemos ser o objeto de cada uma dessas práticas, os territórios de vida, faremos uso do conceito de “território existencial” de Felix Guattari, buscando afirmar certa lógica de relação com esse objeto. Essa lógica permeia tanto a prática do apoiador quanto o trabalho dos serviços de Atenção Básica. Para evidenciar essa linha de conexão, tomamos como analisador algumas questões colocadas no cuidado em saúde com a população em situação de rua.https://www.scielo.br/pdf/icse/v18s1/1807-5762-icse-18-1-0919.pdf
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Inovação em saúde e doenças negligenciadas (Editorial)MOREL, Carlos M.Caderno de Saúde PúblicaEditorialVol. 22, n. 8, pp. 1522-1523Ago. 2006https://www.scielo.br/pdf/csp/v22n8/01.pdf
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Doenças negligenciadas - Caderno 2MOREL, Carlos M.Ministério da Saúde/DECITApresentação2006http://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/Pesquisa_Saude/tela17_2.html
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Testing and treating the missing millions with tuberculosisPAI, Madhukar; DEWAN, PuneetPLoS MedicineEditorialVol. 12, n. 3: e1001805. doi:10.1371/journal.
pmed.1001805
2015https://www.ncbi.nlm.nih.gov/pmc/articles/PMC4371886/pdf/pmed.1001805.pdf
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Pobreza e HIV/AIDS: aspectos antropológicos e sociológicosCAMARGO JUNIOR, Kenneth Rochel; PARKER, RichardCaderno de Saúde PúblicaArtigovol.16, suppl.1, pp.S89-S102. ISSN 1678-4464. http://dx.doi.org/10.1590/S0102-311X2000000700008.2000A partir da perspectiva das várias epidemias de HIV/AIDS que coexistem em mesmo espaço, bem como dos dados epidemiológicos do Brasil, acredita-se serem observáveis as variações já descritas alhures - feminilização, pauperização, juvenilização e interiorização - como resultado das profundas desigualdades da sociedade brasileira. Foram examinadas as contribuições de três vertentes de análise dos aspectos sócio-econômicos da AIDS: 1) pesquisas e teorias sociológicas a respeito do impacto da reestruturação econômica e transformação social global recentes e sua relação com a saúde pública; 2) literatura transcultural e transnacional em antropologia e sociologia dedicada aos fatores estruturais que conformam o curso da epidemia em diferentes conjunturas; e 3) corpo de pesquisas antropológicas e sociológicas concernentes aos efeitos sinérgicos do HIV/AIDS, exclusão social, e problemas sociais associados nos bolsões de extrema pobreza encontrados nas grandes cidades de países centrais. Conclui-se que as políticas de prevenção do HIV/AIDS devem abordar, de forma integrada, as várias dimensões que determinam as diferenciadas vulnerabilidades à epidemia, dependendo, portanto, de transformações sociais substantivas.https://www.scielo.br/pdf/csp/v16s1/2215.pdf
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Distribuição espacial e contexto socioeconômico da tuberculosePEREIRA, Alessandra Golçalvez Lisboa; ESCOSTEGUY, Claudia Caminha; MAGALHÃES, Mônica de Avelar F. M. et al.Revista de Saúde PúblicaArtigovol.49, 48. Epub Aug 07, 2015. ISSN 1518-8787. https://doi.org/10.1590/S0034-8910.2015049005470.2015OBJETIVO: Analisar a distribuição espacial de sobrerrisco para tuberculose e seus determinantes socioeconômicos no município do Rio de Janeiro. MÉTODOS: Estudo ecológico sobre a associação entre a média da taxa de incidência da tuberculose de 2004 a 2006 e indicadores socioeconômicos do Censo Demográfico do ano 2000. A unidade de análise foi o bairro de residência registrado no Sistema de Informação de Agravos de Notificação do município do Rio de Janeiro, RJ. As taxas foram padronizadas por sexo e faixa etária e suavizadas pelo método bayesiano empírico. A autocorrelação espacial foi avaliada pelo índice de Moran. Foram estudados modelos de regressão linear múltipla e avaliada a pertinência de incorporar o componente espacial na modelagem. RESULTADOS: Observou-se risco maior de adoecimento em alguns bairros da zona portuária e zona norte, além de grande incidência nas favelas da Rocinha e Vidigal, na zona sul e Cidade de Deus, na zona oeste. O modelo final identificou associação positiva para as variáveis: percentual de domicílios particulares permanentes em que o responsável recebia de três a cinco salários mínimos; percentual de moradores individuais no bairro; e percentual de pessoas que viviam em domicílio com mais de duas pessoas por dormitório. CONCLUSÕES: A análise espacial identificou áreas de sobrerrisco de incidência da tuberculose nos bairros do município do Rio de Janeiro e encontrou dependência espacial para a incidência de tuberculose e algumas variáveis socioeconômicas. Entretanto, a inclusão do componente espacial, no modelo final, não se mostrou necessária durante o processo de modelagem.https://www.scielo.br/pdf/rsp/v49/pt_0034-8910-rsp-S0034-89102015049005470.pdf
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Quimioprofilaxia na prevenção da tuberculosePINEDA, Norma I. Souza; PEREIRA, Susan M. et al.Jornal Brasileiro de PneumologiaRevisãoVol. 30, n. 4, pp. 485-495Jul/Ago 2004A quimioprofilaxia da tuberculose constitui-se numa medida terapêutica para a prevenção da infecção pelo Mycobacterium tuberculosis ou para evitar o desenvolvimento da doença nos indivíduos infectados. Geralmente baseia-se na administração de isoniazida. Entretanto, o uso de rifampicina e pirazinamida vem sendo recentemente introduzido. Este trabalho tem como objetivo revisar os resultados dos principais estudos que avaliaram as indicações da quimioprofilaxia com isoniazida e sua associação com outras drogas, sua efetividade na prevenção da tuberculose considerando os diversos grupos de risco, e as alternativas do uso de outros esquemas. Procedeu-se à revisão sistemática da literatura, com ênfase em ensaios clínicos e meta-análises. Foram consultados também os documentos oficiais. Foram selecionados aqueles estudos que envolveram ensaios clínicos ramdomizados com uso de isoniazida, rifampicina ou pirazinamida em pacientes HIV positivos ou negativos. Concluiu-se que a isoniazida continua sendo efetiva na prevenção da tuberculose na população de indivíduos HIV negativos e de HIV positivos. A dose padrão de 5 a 15 mg/ kg/dia tem mostrado proteção similar para períodos de tratamento de seis e doze meses. O risco de desenvolver hepatite foi menor que 1%, sendo recomendada sua utilização com acompanhamento nos indivíduos com idade superior a 35 anos e usuários de álcool. Os estudos com esquemas de tratamento utilizando outros medicamentos não foram conclusivos, sendo necessária a realização de novos estudos para avaliação da efetividade desses esquemas em populações de alto risco de desenvolver tuberculose.https://www.scielo.br/pdf/jbpneu/v30n4/v30n4a15#:~:text=A%20quimioprofilaxia%20da%20tuberculose%20constitui,se%20na%20administra%C3%A7%C3%A3o%20de%20isoniazida.
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Representações sociais da tuberculose: estigma e preconceitoPORTO, AngelaRevista de Saúde PúblicaArtigoVol. 41, Supl. 1, pp. 44-492007Analisam-se as representações sociais da tuberculose na passagem do século XIX para o XX, focalizando aspectos associados aos sentimentos e manifestações contraditórios despertados pela doença. O padrão romantizado de experiência da doença foi substituído por uma visão mais naturalista, embora reforcem-se os estigmas e preconceitos. Ainda hoje é possível detectar alguns aspectos sobre o modo de percepção da tuberculose que marcaram sua vivência no passado. A persistência da estigmatização da tuberculose e do tuberculoso constitui um sério entrave no controle da doença atualmente.https://www.scielo.br/pdf/rsp/v41s1/6493.pdf
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Populações em situação de rua: Os processos de exclusão e inclusão precária vivenciados por esse segmentoPRATES, Jane Cruz; PRATES, Flavio Cruz; MACHADO, SimoneRevista TemporalisArtigoBrasilia (DF), ano 11, n.22, p.191-2152011O presente artigo problematiza os processos de exclusão e inclusão precária vivenciados por sujeitos que habitam as ruas dos grandes centros urbanos, marcados por processos de discriminação e estigmas, não só de parte da sociedade em geral, mas também daqueles que, a partir da oferta de serviços públicos, deveriam buscar a garantia de seus direitos. Analisa a realidade dos sujeitos em situação de rua a partir de dados nacionais e internacionais que dão visibilidade a suas características e condições de vida, identificados através de diversos estudos, entre os quais alguns realizados em Porto Alegre, dos quais os autores foram pesquisadores. Aborda,
de modo sucinto, os eixos, diretrizes e estratégias previstas pela
recente política de inclusão social para populações em situação de
rua que vem sendo implantada no Brasil e aponta algumas sugestões para a intervenção social nessa área.
https://periodicos.ufes.br/temporalis/article/view/1387
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“Não é falta de humanidade, é para dificultar a permanência deles perto de nosso prédio”: análise discursiva crítica de uma circular de condomínio acerca de “moradores de rua” em Brasília, Brasil.RESENDE, Viviane de MeloRevista Discurso Y SociedadArtigoVol. 2, n. 2, pp. 422-4442008Neste trabalho, analiso uma circular endereçada aos/às condôminos/as de um prédio de classe média da Asa Sul de Brasília, Distrito Federal, Brasil, cujo tema é uma reunião realizada entre o síndico do prédio, comerciantes locais e autoridades do Governo do Distrito Federal, acerca de um grupo de “moradores de rua”. A análise mostra que o texto opera, por um lado, uma dissimulação do problema da situação de rua e, por outro, o expurgo de pessoas nessas condições, por meio da legitimação da apartação na sociedade brasiliense. Meu objetivo com essa análise é discutir a naturalização da miséria em sociedades contemporâneas a partir da internalização de discursos hegemônicos os quais operam um apagamento de direitos sociais básicos. Argumento que isso se dá em decorrência da repetibilidade desses discursos em diferentes ambientes institucionais e em variados tipos de textohttp://www.dissoc.org/ediciones/v02n02/DS2(2)Resende.pdf
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Programa de controle da tuberculose no Brasil: situação atual e novas perspectivas.RUFFINO-NETO, AntonioInforme Epidemiológico do SUS 2001ArtigoVol. 10, n. 3, pp. 129-1382001O trabalho faz um relatório parcial das atividades do programa de controle da tuberculose no Brasil, apresentando algumas informações epidemiológicas da doença e as novas perspectivas com implantação dos programas Programa de Saúde da Família (PSF) e Programa de Agentes Comunitários de Saúde (PACS). Podemos observar significativa mudança na cobertura das unidades de saúde que adotam tratamento supervisionado. Em 1999, apenas 100 unidades disponibilizavam este tipo de tratamento passando a 1.106 unidades em outubro do ano de 2000, representado um aumento de 1.106%. Houve também, uma elevação no percentual de sintomáticos respiratórios, passando de 13% para 74% após o início do plano.http://scielo.iec.gov.br/pdf/iesus/v10n3/v10n3a04.pdf
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Políticas para a população adulta em situação de rua: questões para debateSERAFINO, Irene; LUZ, Lila Cristina XavierRevista KatálArtigov. 18, n. 1, p. 74-85jan./jun. 2015Este estudo qualitativo aborda os problemas e os obstáculos que se apresentam no atendimento integral de populações em situação de rua, no centro da cidade do Rio de Janeiro. A partir da análise descritiva do funcionamento da rede assistencial, é apontada a frágil intersetorialidade entre as políticas e a fraca integração entre os serviços da cidade, que inviabilizam um atendimento satisfatório e a concretização de direitos sociais. Os principais entraves detectados no atendimento indicam forte distância entre as premissas da Política Nacional para a População em Situação de Rua e o funcionamento da rede dos serviços do Rio de Janeiro, acentuada pelas ações coercitivas da Secretaria de Ordem Públicahttps://www.scielo.br/pdf/rk/v18n1/1414-4980-rk-18-01-00074.pdf
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Saberes e práticas na atenção primária à saúde - cuidado à população em situação de rua e usuários de álcool, crack e outras drogas.TEIXEIRA, Mirna; FONSECA, Zilma (Orgs.)Hucitec EditoraLivro263 p.2015A coletânea de artigos deste livro, fruto da heterogeneidade de inserção dos seus autores no campo da saúde pública, busca refletir sobre o acesso das pessoas em situação de rua aos serviços de saúde bem como da abrangência social que o enfrentamento do crack, álcool e outras drogas por parte de populações em situação de vulnerabilidade social exige. A compreensão dos determinantes sociais e das políticas públicas que configuram esta realidade, a par com o conhecimento da sua face epidemiológica e organizacional, em especial dentro do Sistema Único de Saúde (SUS) é a contribuição maior trazida pela sistematização e debate das experiências dos Consultórios na Rua apresentados nesse livro.http://www6.ensp.fiocruz.br/repositorio/sites/default/files/arquivos/SaberesePraticasnaAPS.pdf
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Mortalidade por tuberculose e indicadores sociais no município do Rio de Janeiro.VICENTIN, Genésio; SANTOS HASIAK, Augusto; CARVALHO, Marília Sá.Revista Ciência e Saúde ColetivaArtigoVol. 7, n. 2, pp. 253-2632002Este artigo estuda a mortalidade por tuberculose no município do Rio de Janeiro ocorrida no ano de 1991 em comparação com indicadores sociais. Utilizou-se o software SPSS 8.0 – 1997 na análise estatística dos dados, que mostrou a existência de correlação entre a maioria dos indicadores socioeconômicos estudados e o coeficiente de mortalidade por tuberculose por 100 mil habitantes/ano. Apresentaram correlação significativa e direta os indicadores: índice de Robin Hood, razão de renda entre os 10% mais ricos e os 40% mais pobres e proporção de chefes de família com renda média entre um e dois salários mínimos. A correlação foi inversa e significativa com os indicadores: proporção de residentes com mais de 10 anos com curso superior, área média por domicílio, número de cômodos por domicílio, renda média em salários mínimos, e proporção de chefes de família com rendas entre 10-15, 16-20 e acima de 20 salários mínimos. Para a apresentação destes indicadores usou-se mapas do município, categorizados e distribuídos por Regiões Administrativas, revelando distintos Rios de Janeiro, quando este é visto sob o ângulo social: da doença, ou de vários outros indicadores.https://www.scielo.br/pdf/csc/v7n2/10245.pdf
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Global tuberculosis Report 2020World Health OrganizationRelatórioGenebra, 232 p.2020https://apps.who.int/iris/bitstream/handle/10665/336069/9789240013131-eng.pdf?sequence=1&isAllowed=y
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Decreto nº 7.053BrasilPresidencia da RepublicaDecretoDezembro de 2009Política Nacional para a População em Situação de Ruahttp://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2007-2010/2009/Decreto/D7053.htm
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Conhecer para LutarMovimento Nacional da População de Rua - MNPRCartilha Outubro de 2010Esta é a primeira cartilha para contribuir com a formação política e organização das pessoas que estão nas ruas ou que possuem trajetória de rua. Ela tem o objetivo de fortalecer nossa luta em todo país, com o papel de despertar a consciência política das pessoas que vivem em situação de rua. A cartilha reúne conteúdos sobre os motivos que levam as pessoas às ruas e as violações pelas quais passam, noções sobre direitos e a importância das políticas públicas para efetivá-los. Ela traz ainda a nossa história, nossas propostas, conquistas e estratégias de mobilização. Assim, de um lado, queremos mostrar que a situação de rua é resultado de uma sociedade profundamente dividida e desigual. De outro, queremos que cada pessoa em situação de rua saiba que não está isolada. Há uma mobilização em andamento em todo território nacional. Esta luta é uma só, em todos os cantos do Brasil. Chegou a hora de falarmos por nós mesmos! Fala Rua!http://www.direito.mppr.mp.br/arquivos/File/MNPR_Cartilha_Direitos_Conhecer_para_lutar.pdf
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População em Situação de Rua - Rio de JaneiroInstituto Pereira PassosPrefeitura do Rio de JaneiroCenso2020data.rio/apps/PCRJ::censo-de-população-em-situação-de-rua-2020-1/explore
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População em situação de rua e as respostas do Estado nas tramas da cidade capitalistaRenata Martins de FreitasRevista VérticeArtigov. 2, n. Especial, p. 929-951. Essentia Editora - IFFLUMINENSE2020É visível no dia a dia das grandes cidades o crescimento do número de pessoas que vivem em situação de rua, reproduzindo suas vidas a céu a aberto, desnudando as grandes contradições do sistema capitalista gerador de desigualdades, pauperismo e barbárie. O presente artigo busca apreender este “fenômeno” como uma expressão da “questão social” no seio da sociedade capitalista contemporânea, suas características e as respostas do Estado nas tramas do urbano mediante análise crítica e histórica sobre pesquisas amplamente difundidas, censos desenvolvidos a partir de referencial teórico marxista. Detecta-se a permanência da filantropização desta expressão da “questão social”, assim como de respostas baseadas na repressão e criminalização em nome da “ordem”, do “progresso” e do desenvolvimento nas cidades, mas também a institucionalização de serviços e direitos voltados a este grupo populacional nos últimos anos.http://oaji.net/articles/2021/8925-1611597687.pdf
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Números do Censo da População em Situação de RuaPrefeitura do Rio de JaneiroResumo2020https://www.data.rio/apps/PCRJ::censo-de-popula%C3%A7%C3%A3o-em-situa%C3%A7%C3%A3o-de-rua-2020-1/explore
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População em situação de rua em tempos de Covid-19PUC-RioPesquisaNúcleo de Estudos em Saúde e Gênero do Departamento de Serviço Social da PUC-Rio2020A pesquisa "População em situação de rua e COVID-19" foi realixada pelo Núcleo de Estudos em Saúde e Gênero do Departamento de Serviço Social da PUC-Rio em parceria com a Universidade de Dundee - Escócia, a Pastoral de Povo da Rua e a organização social Porto Com Vida. Buscou monitorar as condições sociais e de saúde que acometem a população em situação de rua agravadas em decorrência da pandemia da COVID-19 na cidade do Rio de Janeiro. Pesquisadores e voluntários entrevistaram 304 pessoas em situação de rua, maiores de 18 anos. Esse total de entrevistados representa uma margem de erro de 5% para mais ou para menos, apresentando 95% de confiança para a população em análise. A coleta de dados da pesquisa foi realizada por meio de emum questionário eletrônico em 23 pontos de distribuição de alimentação nos meses de agosto, setembro e outubro/2020 nas zonas centro, norte, sul e oeste. Os resultados gerais da pesquisa você conhecerá a seguir. Boa leitura!http://www.ser.puc-rio.br/uploads/assets/files/nilza.pdf
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Estimativa da População em Situação de Rua no Brasil (Setembro de 2012 a março de 2020)NATALINO, MarcoIpeaNota TécnicaDisoc - Diretoria de Estudos e Políticas Sociais, nº 73junho/2020O Brasil não realiza contagem oficial da população em situação de rua em nível nacional. Por conta disso, torna-se difícil incluir adequadamente esse segmento nos "cenários de atenção pública" (Schuch, 2015) e no planejamento governamental em geral. Assim, corre-se o risco de reproduzir a invisibilidade social da população em situação de rua no âmbito das políticas públicas. Dado que o contexto de pandemia impõe a necessidade de ofertar a esse público espaço de acolhimento adequado às normas sanitárias de distanciamento social - o que implica, por exemplo, reduzir o número de leitor nos abrigos ecistentes -, torna-se imperativo contornar essa dificuldade.https://www.ipea.gov.br/portal/index.php?option=com_content&view=article&id=35812
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População em Situação de Rua em Tempos de Pandemia: um Levantamenti de Medidas Municipais EmergenciaisNATALINO, Marcos; PINHEIRO, Marina Brito; SILVA, Tatiana DiasIpeaNota TécnicaDiest - Diretoria de Estudos e Políticas do Estado, das Instituições e da Democracia. Disoc - Diretoria de Estudos e Políticas Sociais, nº 74junho/2020(...) Este texto tem por objetivo identificar as principais iniciativas municipais em curso para o enfrentamento dessa realidade, discorrer sobre a qualidade, quantidade e oportunidade das ações realizadas, bem coo sugerir recomendações para sua implementação ou aprimoramento, Para tanto, foi realizada pesquisa documental em sites governamentais sobre tais iniciativas tendo como escopo de análise as capitais das regiões Nordeste e Sudeste. Adicionalmente, foramanalisadas as percepções de atores-chace sobre o tema por meio de entrevistas semiestruturadas com gestoras e gestores, representantes do Judiciário e da sociedade civil, assim como pesquisadores na área das políticas píblicas para a população de rua.https://www.ipea.gov.br/portal/index.php?option=com_content&view=article&id=35809
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Modo de vida da população em situação de rua como potencializados do cuidado de COVID-19BRITO, Cláudia; XAVIER, Carlis Cesar Leal; SILVA, Lenir Nascimento da; COSTA, Marcelo Soares; FIGUEIRAS, Sandra Lucia; ANTUNES, Valeska Holst.Revista Brasileira de Enfermagem - REBEnArtigon. 74 (Supple 1:e202008322021Objetivo: Analisar o modo de vida da População em Situação de Rua para potencializar o cuidado em saúde na pandemia. Métodos: Pesquisa qualitativa, interdisciplinar, com observação participante e 24 entrevistas com população em situação de rua. Categorias empíricas e busca bibliográfica sobre essa população e COVID-19 pautaram proposições simples voltadas ao cuidado. Resultados: O grupo de maior risco para COVID-19 faz uso compulsivo de drogas; passa fome constantemente; interrompe tratamento medicamentoso para Tuberculose, HIV e Diabetes; tem subdiagnóstico de Depressão; tem dificuldade de abrigamento; usa drogas inalatórias. Esse modo de vida aumenta risco de agravamento da COVID-19 e impõe maiores desafios aos serviços de saúde. Diversas propostas para orientar o cuidado levaram em conta esses resultados e a nova rotina impressa pela pandemia. Considerações finais: O modo de vida da população estudada ampliou sua vulnerabilidade na pandemia, bem como a percepção de risco de transmissão da doença pela população em geral.https://www.scielo.br/j/reben/a/nyF3MTWgx8cjdfP7GJDYFXz/abstract/?lang=pt
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Estimativa da População em Situação de Rua no BrasilNATALINO, Marco Antonio CarvalhoIpeaTexto para Discussãon. 2246. Brasilia.Outubro de 2016O Brasil não conta com dados oficiais sobre a população em situação de rua. Esta ausência prejudica a implementação de políticas públicas voltadas para este contingente e reproduz a invisibilidade social da população de rua no âmbito das políticas sociais. Para contornar esta dificuldade, este texto apresenta estimativa da população em situação de rua no Brasil utilizando-se de dados disponibilizados por 1.924 municípios via Censo do Sistema Único de Assistência Social (Censo Suas). Com base nessas informações, realizou-se um modelo linear generalizado, com a variável de resposta assumindo uma distribuição de Poisson, considerando o tamanho da população municipal como variável de exposição ao fenômeno, ou offset, para estimar a população em situação de rua para as demais municipalidades brasileiras. O modelo teórico considera variáveis de crescimento demográfico, centralidade e dinamismo urbano, vulnerabilidade social e serviços voltados à população de rua, bem como o número de pessoas em situação de rua cadastradas no Cadastro Único para Programas Sociais do governo federal (Cadastro Único). Estima-se que existiam, em 2015, 101.854 pessoas em situação de rua no Brasil. O texto se encerra recomendando que seja incentivada a realização de pesquisas municipais com a população em situação de rua nos maiores municípios e que, nos municípios menores, o desenvolvimento e a disponibilização de metodologia de diagnóstico da população de rua pode fomentar a incorporação deste segmento nas atividades locais de vigilância socioassistencial, incluindo um maior esforço de incorporação deste grupo no Cadastro Único.https://www.ipea.gov.br/portal/index.php?option=com_content&view=article&id=28819
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Em tempos de Covid: fique em casa! Mas, onde ficam os que "moram" nas ruas?CARDOSO DA SILVA, Ana PaulaRevista VérticeArtigoCampos dos Goytacazes/RJ, v.22, n.Especial, p. 952-9642020O presente artigo se propõe a realizar algumas reflexõescríticas acerca da atuação do Poder Público no âmbito da política de Assisntência Social no município do Rio de Janeiro com a população em situação de rua, em tempos de Covid-19, explicitando em termos práticos as ações que estão sendo desenvolvidas com estas pessoas e os impactos em suas vidas, dando ênfase no como se operacionaliza o "fique em casa" para quem tem a rua como seu lugar de moradia e sustento. Dessa forma, esse artigo almeja dialogar com o Estado capitalista, no caso, no município supracitado, está atuando frente a esta faceta da questão social, tomando por base o esoraiamento da sua dimensão coerciva acentuada no cenário de complexificação de crise estrutural do capital. O trabalho em questão se subdividirá em uma breve introdução sobre quem são estas pessoas e como estão sendo atendidas durante a pandemia do novo coronavirus pela Palítica de Assistência Social; discorrerá acreca das suas principais demandas neste contexto e sobre os pontos nevrálgicos a serem enfrentados para terem acesso a seus direitos, finalizando propondo algumas estratégias coletivas para um atendimento mais efetivo, qualificado e propiciador de direitos a esta população.https://essentiaeditora.iff.edu.br/index.php/vertices/article/view/15798/13112
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População de rua e cidade: uma análise da ressignificação dos espaços urbanosDANTAS, Lucas Eduardo LimaCaderno MetropoleArtigoArtigos Complementares, n. 23, v. 51.Maio-Agosto 2021As investigações propostas neste artigo pretendem refletir acerca da relação entre a População em Situação de Rua (PSR) e o espaço urbano, levando em consideração as significações e os conflitos produzidos sobre o tecido urbano por esse grupo. Buscar-se-á, portanto, entender a maneira como o indivíduo se relaciona com o espaço através da sua caminhada e das novas significações que produz sobre o ambiente que ocupa. Para entender tal lógica, recorre-se a uma discussão histórica para entendermos o modelo urbano da cidade atual, desde sua disposição espacial ao surgimento de seus problemas sociais.https://www.scielo.br/j/cm/a/Tw6zvXBkryyVN3k3qqzyYNt/?lang=pt
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População em situação de rua no Brasil: estudo descritivo sobre o perfil sociodemográfico e da morbidade por tuberculose, 2014-2019ALMEIDA GAMA, MArlon Vinicius; NERY, Joilda Silva; SANTOS SILVA, Selton et. alEpidemiologia e Serviços de SaúdeArtigon. 30, v. 1Março 2021Foram incluídas 127.536 pessoas cadastradas no CadÚnico e 14.059 com tuberculose notificadas no Sinan. Foram observadas maiores concentrações da PSR nos estados das regiões Sul e Sudeste. Nas duas subpopulações analisadas, predominou uma PSR do sexo masculino (CadÚnico = 86,8%; Sinan = 80,9%), de raça/cor da pele negra (CadÚnico = 67,5%; Sinan = 64,1%) e escolaridade até o ensino médio incompleto (CadÚnico = 81,9%; Sinan = 60,1%). A alta proporção de abandono (39,0%) do tratamento refletiu-se nos elevados percentuais de reingresso e recidiva.https://scielosp.org/article/ress/2021.v30n1/e2020566/
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Tuberculose na população de rua: revisão sistemáticaBASTOS, Shyrlaine Honda; BERALDO, Aline Ale; BERTOLOZZI, Maria Rita et. alRevista da Escola de Enfermagem da USPRevisãon. 552021Foram identificados, inicialmente, 343 artigos, mas apenas sete atendiam aos critérios de elegibilidade. A literatura mostrou que pessoas nessa condição e que tinham tuberculose apresentaram desfechos do tratamento desfavoráveis quando comparadas à população com residência fixa, sendo alguns dos motivos associados o uso abusivo de álcool e outras drogas e doenças associadas, como o vírus da imunodeficiência adquirida, entre outros.https://www.scielo.br/j/reeusp/a/SYHGScYYH6kJZNxqsJZbqZF/?lang=pt
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Pessoas em situação de rua: aspectos sobre a saúde e experiências com serviços sanitáriosFORTUNA, Cinira Magali; GONÇALVES, Marcela; PRADO, Michely Aline Rodrigues et. alRevista Brasileira de Enfermagem - REBEnArtigon. 74, v. 12021Os temas explorados foram: “O ter saúde para a população em situação de rua”, “A busca por serviços de saúde” e “Ser atendido em serviços de saúde sob a ótica de pessoas em situação de rua”. Neles apresentamos a compreensão da saúde dos entrevistados e experiências vivenciadas em serviços. Nesse caminho, delineamos aspectos que demarcam fragilidades da rede, perpassadas por preconceitos e discriminação.https://www.scielo.br/j/reben/a/F6vCNPSK7LTf53sPHhNVyvc/?lang=pt
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Análise e comparação dos desfechos do tratamento de tuberculose na população em situação de rua e na população geral no BrasilBOING, Antonio Fernando; BRUNFENTRINKER, Camila; PENA, Larissa da Silva et. alJornal Brasileiro de PneumologiaComunicação breven. 47, v.22021A tuberculose ainda é um importante problema de saúde pública profundamente marcada pela desigualdade. O presente estudo utilizou notificações de casos de tuberculose do Sistema de Informação de Agravos de Notificação para comparar dados sobre sucesso no tratamento, perda de seguimento e óbitos por tuberculose entre a população em situação de rua no Brasil comparando-a com a população geral. Verificou-se que a população em situação de rua apresentou uma probabilidade aproximadamente 50% menor de obter sucesso no tratamento da tuberculose. Além disso, a perda de seguimento e os óbitos foram 2,9 e 2,5 vezes maiores na população em situação de rua quando comparada à população geral.https://www.scielo.br/j/jbpneu/a/fvmnxhGh3Jb7CP9bBwWqZRw/?lang=pt
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As vivências na rua que interferem na saúde: perspectiva da população em situação de ruaFARAH, Beatriz Francisco; CARNEIRO JUNIOR, Nivaldo; VALLE, Fabiana Aparecida Almeida LawwallSaúde em DebateArtigon. 44, v. 124Jan-Mar 2020A saúde, compreendida como estado multideterminado, revela a organização política e social de um país. Com a Constituição Federal brasileira de 1988, foi considerada um direito. A população em situação de rua expõe importantes obstáculos à garantia desse direito. O objetivo deste estudo é o de compreender as dificuldades da vida na rua que interferem na percepção e no estado de saúde de adultos em situação de rua em um município da Zona da Mata Mineira, Brasil. Adotou-se a metodologia qualitativa por meio de entrevistas semiestruturadas e observação com registro em diário de campo. Dela participaram vinte pessoas em situação de rua. Destacam-se as dificuldades relacionadas a exposição não protegida às mudanças climáticas, como frio e chuva; vivência de preconceito; vulnerabilidade à violência física e sexual; obstáculos no acesso à alimentação, água potável, banheiros; dificuldades para frequentar alguns espaços sociais e de manter tratamentos de saúde. Reconhecendo as situações que determinam os níveis de saúde das pessoas em situação de rua é possível construir políticas e estratégias que contemplem suas reais necessidades. A intersetorialidade das ações públicas ainda é um desafio ao cumprimento de um direito fundamental de todos: o direito à saúde.https://www.scielo.br/j/sdeb/a/Jbg5jB3yFMBQjnyJkcTfy3f/?lang=pt
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Coletivo Nós nas Ruas e Programa Corra pro Abraço: ações para o enfrentamento da Covid-19 em Salvador, BA, BrasilARAUJO, Gleide Santos; CALMON, Tricia Viviane Lima; NERY, Joilda Silva et. alInterface - Comunicação, Saúde, EducaçãoEspaço aberton. 25 (Suppl 1)2021Relato de experiência que descreve parte das ações para o enfrentamento da Covid-19 da população em situação de rua de Salvador, Bahia. Essa iniciativa ocorreu pela articulação de um coletivo vinculado às universidades com um programa do governo do estado que atua com pessoas em situação de rua. Nas atividades desenvolvidas, destacaram-se a articulação entre as duas equipes para contribuir no processo adaptativo do trabalho nesse novo contexto, o diálogo com a população em situação de rua e o fortalecimento da rede de sensibilização social. As vivências ao longo do processo de trabalho demarcaram questões basilares na estruturação social como pobreza, desamparo, racismo, desassistência e desigualdades. A pandemia expôs a complexidade da desigualdade social e a urgência de uma sociedade engajada na reparação das fragilidades já existentes.https://www.scielo.br/j/icse/a/dJXXcrMjp6P6YVwRSKvvYzN/?lang=pt
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Mulheres em situação de rua: memórrias, cotidiano e acesso às políticas públicasGIONGO, Carmem Regina; NARDES, ScarlethRevista Estudos FeministasArtigon. 29, v. 1Jan-Abr 2021Neste estudo, objetiva-se analisar as vivências de mulheres em situação de rua da região do Vale do Sinos, no Rio Grande do Sul, resgatando suas memórias, cotidiano e acesso às políticas públicas. Trata-se de uma pesquisa de caráter exploratório-descritivo e de metodologia qualitativa. Foram realizadas observações participantes associadas à aplicação de um questionário sociodemográfico e de uma entrevista de história de vida. Participaram deste estudo 10 mulheres em situação de rua, com idade entre 20 e 61 anos. A análise do material coletado se deu por meio da análise de conteúdo. Os resultados apontaram para a necessidade de políticas públicas voltadas para as mulheres em situação de rua, considerando seus modos de vida e vivências na rua.https://www.scielo.br/j/ref/a/ZR3svtmGxS4MzrRfMQw6TNt/?lang=pt
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Acesso à saúde pela população em situação de rua da Avenida Paulista: barreiras e percepçõesBARBOSA, Guilherme Correa; BOSKA, Gabriella de Andrade; ALMEIDA DE OLIVEIRA, Micael; FERREIRA DE OLIVEIRA, Márcia AparecidaRevista da Escola de Enfermagem USPArtigon. 552021A procura por serviços de emergência se dá como a principal porta de entrada para as pessoas em situação de rua da região, e entre as barreiras enfrentadas, o preconceito é colocado como o principal fenômeno.https://www.scielo.br/j/reeusp/a/J5B4q6h6HFm5rCmjCJMZF8x/?lang=pt
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Desvelando a cultura, o estigma e a droga enquanto estilo de vida na vivência de pessoas em situação de ruaPAVANI, Fabiane Machado; BASSO DA SILVA, Aline; JOSUÉ SILVA, Thomas; OLSCHOWSKY, Agnes; WETZEL, ChristianeCiência e Saúde ColetivaArtigon. 25, v. 10Out 2020O objetivo do estudo foi analisar como as pessoas em situação de rua vivenciam o uso de drogas e seus entrelaçamentos com suas culturas e estilos de vida. Realizou-se um estudo etnográfico, que identificou as estruturas macrossociais através do acompanhamento do Movimento Nacional da População de rua, e as microssociais, por meio das trajetórias individuais dos interlocutores. Os dados foram coletados mediante observação participante, registrada em diário de campo e entrevistas semiestruturadas. A análise foi realizada pela síntese da geração dos dados durante todo o processo de trabalho. Os resultados apontam uma cultura da rua, em que a droga surge como um estilo de vida coletivo, construindo relações e identidades de resistência aos estigmas. As histórias de vida revelaram o sofrimento social, a exclusão e a não adaptação ao sistema convencional e formal. Assim, as pessoas em situação de rua possuem uma organização social que ajuda a suportar as dificuldades de aceitação da sociedade e a inadequação dos serviços que as atendem. A droga faz parte dessa cultura, enquanto mais um modo de vida, que precisa ser compreendido e trabalhado de forma aberta e consciente pelos profissionais de saúde.https://www.scielo.br/j/csc/a/W5jWLP356PcMz68GT68zfWN/?lang=pt
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População em situação de rua e COVID-19HONORATO, Bruno Eduardo Freitas; OLIVEIRA, Ana Carolina S.Revista de Administração PúblicaArtigon. 54, v. 4Jul-Ago 2020O objetivo deste trabalho é propor sugestões práticas para a atuação no atendimento à população em situação de rua diante da pandemia da COVID-19 no Brasil. Com base numa pesquisa qualitativa contendo entrevistas com profissionais da área, análise de informações levantadas num portal de notícias de amplitude nacional e levantamento de artigos, relatórios de pesquisa e documentos informativos de outros países, sugerimos algumas estratégias que podem contribuir para a atuação da gestão municipal, sobretudo no âmbito da assistência social e nos equipamentos de assistência às pessoas em situação de rua no Brasil. Nossos resultados são parciais, embora incluam um panorama comparativo que permite inclusão de estratégias, ao que parece, ainda não implementadas no país. Destacamos também algumas questões que precisam ser repensadas pelos governos federal, estadual e municipal diante da urgência da implementação de políticas durante a pandemia da COVID-19.https://www.scielo.br/j/rap/a/6f3zjNgGvdyqV4Sxx3K74Gz/?lang=pt
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Me chamam rua, população, uma situação: os nomes da rua e as políticas da cidadeCUNHA, Mateus Freitas; SILVA NEVES, RosanePsicologia & SociedadeArtigon. 322020O texto acompanha algumas categorizações criadas para nomear os habitantes da rua, ao ponto de chamarmos no Brasil por “População em Situação de Rua”. A categoria expressa um dos limites da pobreza urbana e, de modo transversal, a expropriação burguesa, branca e patriarcal. No plano urbano, é resultado dos movimentos de dispersão, segmentação, periferização e rualização da cidade. Os habitantes da rua, por outro lado, animam um sistema filantrópico que cria seus códigos e técnicas de enquadramento e salvação. Apesar das nomeações, uma vida perene e incapturável surge das ruas, com estratégias de sobrevivência e proteção que desafiam a maldição dos nomes e as políticas da cidade.https://www.scielo.br/j/psoc/a/jhvzDFSFYqLRhtSJf9NcCqj/?lang=pt
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A construção da política para inclusão de pessoas em situação de rua: avanços e desafios da intersetorialidade nas políticas de saúde e assistência socialOLIVEIRA, Alison; GUIZARDI, Francini LubeSaúde e SociedadeArtigon. 29, v. 32020O texto tem por objetivo analisar a elaboração da política para inclusão de pessoas em situação de rua, no âmbito das ações de assistência social e saúde no Distrito Federal (DF). De modo específico, busca identificar conflitos; mapear as ações e estratégias desenhadas; e compreender os avanços e desafios que marcaram esse contexto. A pesquisa teve uma abordagem qualitativa, de caráter descritivo, com análise documental e 20 entrevistas semiestruturadas com informantes chave. O material coletado foi analisado com base na abordagem de Stephen Ball sobre do ciclo da política. Os resultados indicam a centralidade e indução da política distrital pela política de assistência social, cujos gestores atuaram de forma verticalizada nos comitês intersetoriais estudados. O contexto da prática, caracterizado como arena de conflito e contestação, revelou o cerceamento do processo decisório e de participação democrática, mantendo-se a hegemonia estatal em sua condução. O estudo nos possibilitou identificar a necessidade de dispor de novos desenhos gerenciais visando a produção de respostas intersetoriais ao fenômeno da população em situação de rua no DF.https://www.scielo.br/j/sausoc/a/Cx5ZKxsqCXyHzrJz68QXc3G/?lang=pt#