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Mídias/ VídeoLesbianidades: Ciclo de Videoaulas GDE 2012/2013A Universidade Federal de Santa catarina - UFSC, através do Instituto de Estudos de Gênero - IEG, vinculado ao centro de Filosofia e Ciências Humanas, com participação de professoras vinculadas a vários departamentos de ensino da UFSC ofereceu, em 2012/2013, o projeto Gênero e Diversidade na Escola aos profissionais da Educação Básica da rede estadual de educação do estado de Santa Catarina e da(s) rede(s) municipal (ais) de educação de várias escolas do Estado. O curso se insere na modalidade de formação continuada de profissionais da educação, tratando de temáticas de gênero, raça/etnia e orientação sexual, possibilitando aos professores/as condições de observar e introduzir nas suas reflexões e práticas pedagógicas as relações de gênero, contribuindo com a construção de uma educação inclusiva, não sexista e não homofóbica.https://ieg.ufsc.br/cedoc/midias-eletronicas/21
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Mídias/ VídeoHomofobia e Homossexualidades: Ciclo de Videoaulas GDE 2012/2013A Universidade Federal de Santa catarina - UFSC, através do Instituto de Estudos de Gênero - IEG, vinculado ao centro de Filosofia e Ciências Humanas, com participação de professoras vinculadas a vários departamentos de ensino da UFSC ofereceu, em 2012/2013, o projeto Gênero e Diversidade na Escola aos profissionais da Educação Básica da rede estadual de educação do estado de Santa Catarina e da(s) rede(s) municipal (ais) de educação de várias escolas do Estado. O curso se insere na modalidade de formação continuada de profissionais da educação, tratando de temáticas de gênero, raça/etnia e orientação sexual, possibilitando aos professores/as condições de observar e introduzir nas suas reflexões e práticas pedagógicas as relações de gênero, contribuindo com a construção de uma educação inclusiva, não sexista e não homofóbica.https://ieg.ufsc.br/cedoc/midias-eletronicas/19
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Mídias/ VídeoSexualidades e Teoria da Sexualidade: Ciclo de Videoaulas GDE 2012/2013A Universidade Federal de Santa catarina - UFSC, através do Instituto de Estudos de Gênero - IEG, vinculado ao centro de Filosofia e Ciências Humanas, com participação de professoras vinculadas a vários departamentos de ensino da UFSC ofereceu, em 2012/2013, o projeto Gênero e Diversidade na Escola aos profissionais da Educação Básica da rede estadual de educação do estado de Santa Catarina e da(s) rede(s) municipal (ais) de educação de várias escolas do Estado. O curso se insere na modalidade de formação continuada de profissionais da educação, tratando de temáticas de gênero, raça/etnia e orientação sexual, possibilitando aos professores/as condições de observar e introduzir nas suas reflexões e práticas pedagógicas as relações de gênero, contribuindo com a construção de uma educação inclusiva, não sexista e não homofóbica.https://ieg.ufsc.br/cedoc/midias-eletronicas/10
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Revista: Estudos Feministas Trajetórias sociais de gays e lésbicas moradores de rua de Florianópolis (SC), 2016Resumo: Este artigo analisa os efeitos das relações de gênero nas trajetórias sociais de moradores de rua que se identificam como lésbicas e gays no município de Florianópolis/SC. A
pesquisa foi desenvolvida em janeiro e fevereiro de 2016, com postura construcionista social. Realizaram-se entrevistas individuais e registros da observação participante com pessoas LGBT moradoras de rua. Os conflitos e violências familiares oriundos das fobias de gênero, balizadas pela heteronormatividade, apresentaram-se como principal estopim da ida de lésbicas e gays para a rua, todavia, aspectos socioeconômicos pregressos aparecem enquanto fatores
determinantes para que a rua fosse o caminho escolhido. Apesar das violências constantes na rua, que extrapolam as fobias de gênero, as narrativas apontaram que o espaço atual se configura como um lugar melhor para seguirem suas vidas, quando comparado com os cenários anteriores
https://ieg.ufsc.br/cedoc/revistas/0/volumes-eletronicos/0/5675
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Revista: Estudos Feministas De Goiânia a ‘Gayânia’: notas sobre o surgimento do mercado “GLS” na capital do cerradoO presente trabalho parte de uma investigação realizada no Ser-Tão (Núcleo de Estudos e Pesquisas em Gênero e Sexualidade), da Universidade Federal de Goiás, que buscou interpretar antropologicamente o contexto de surgimento do mercado comumente denominado ‘GLS’ (gays, lésbicas e simpatizantes) na capital goiana. O pressuposto, como evidenciam pesquisas socioantropológicas já realizadas em outros contextos metropolitanos no Brasil, é o de que a interpretação dos processos de constituição de categorias classificatórias em torno das homossexualidades pode ser complexificada ao se levar em consideração as dinâmicas relativas ao mercado segmentado. Neste trabalho, portanto, são apresentadas análises preliminares das memórias relativas ao surgimento do mercado de lazer e sociabilidade ‘GLS’ na cidade de Goiânia, a partir das falas de seus/suas empresários/as e frequentadores/as, para se pensar nas relações entre a produção de lugares e de um senso de ‘comunidade’ ou pertencimento local.https://ieg.ufsc.br/cedoc/revistas/0/volumes-eletronicos/0/5294
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Revista: Estudos Feministas Homoerotismo feminino, juventude e vulnerabilidade às DSTs/AidsO artigo discute os descompassos entre as identidades (sexuais e de gênero), os desejos e as práticas sexuais, bem como as relações entre identidades sexuais e percepções de risco às DSTs/Aids de um grupo de mulheres jovens, autoclassificadas como lésbicas ou bissexuais, frequentadoras de espaços de entretenimento noturno no Rio de Janeiro (RJ). Frente à relação entre a construção das identidades e os processos de vulnerabilidade, a análise se debruça no papel das identidades sexuais nos contextos de interação social e trajetórias erótico-afetivas do grupo, apontando circunstâncias relativas à sociabilidade, ao gênero e ao perfil social que balizam a suscetibilidade às DSTs. Os achados revelam que a autodefinição das categorias identitárias das jovens varia em função dos relacionamentos afetivo-sexuais com parcerias de ambos os sexos e das redes de sociabilidade, em distintos momentos de suas vidas, indicando um sentido de fluidez na expressão da sexualidade. A lógica de proteção às DSTs/Aids do grupo é influenciada pela intimidade estabelecida nos relacionamentos afetivos e pela percepção de ‘segurança’ nas práticas homoeróticas femininas. Frente à importância das práticas homo e heterossexual para a transmissão das DSTs e a tendência das campanhas preventivas em privilegiar grupos com identidades fixas, sugere-se que políticas voltadas para a saúde sexual e a saúde da mulher priorizem a história sexual das mulheres e as relações entre suas práticas e identidades em contextos específicos.https://ieg.ufsc.br/cedoc/revistas/0/volumes-eletronicos/0/5257
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Revista: Estudos Feministas Meta(na)morfoses lésbicas em Cassandra RiosA literatura de Cassandra Rios, cuja posição no cânone da produção brasileira é marginal, pode ser compreendida como um campo de batalha de forças que tanto constroem como fazem ruir a ideia de um ser lésbica como algo estável. Se, por um lado, há uma tentativa de legitimar esse modo de vida, por outro, uma escrita mais sutil, subterrânea e errática, desestabiliza essa legitimidade em nome de uma fluidez subjetiva que posterga a definição de uma identidade, ao trazer à tona uma série de transformações, linguísticas e diegéticas que propõem múltiplas formas de existência.
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Revista GêneroCenas de um projeto pedagógico sobre diversidade sexual, relações de gênero e direitos humanosEste artigo se refere aos desafios enfrentados por uma escola pública ao propor um projeto pedagógico pautado pelas diretrizes do respeito aos direitos humanos da diversidade sexual. Para tanto, utiliza dados que expõe a dificuldade de se implementar um discurso de cidadania extensivo aos grupos associados ao segmento LGBTT (lésbicas, gays, bissexuais, travestis e transexuais). Nesse sentido, o texto reflete sobre o fato de a proposta curricular não enfrentar alguns paradoxos, como os de uma noção de igualdade que não contemplava a inclusão das diferenças. Para fazê-lo, aborda três aspectos que se desdobram com o projeto pedagógico da escola: o primeiro se refere ao eixo da proposta, o qual não reconhecia o confronto entre a noção universalista de direitos e os valores locais; o segundo emergia sob a equalização do grupo discente – por meio da idéia de um sujeito universal de conhecimento – que instalava a dificuldade da proposta curricular em acessar os significados subjetivos referentes a diferentes esquemas culturais de representação das relações de gênero e das sexualidades; e, por fim, a tensão produzida pelas descontinuidades dos conteúdos curriculares ao tratar questões referentes à diversidade sexual e a dificuldade de acolhimento e reconhecimento dos direitos das populações LGBTT na unidade de ensino.https://ieg.ufsc.br/cedoc/revistas/0/volumes-eletronicos/0/5156
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Revista GêneroReformulando espaços e revisitando gêneros: socializações lésbicas em um bar no Rio de JaneiroResumo: Este artigo dedica-se a explicitar os modos pelos quais um grupo de mulheres que gostam de outras mulheres – entendidas, segundo a autodenominação – se apropria de um espaço considerado como masculino, e as estratégias utilizadas nesta operação. Como se configuram os grupos no bar? As seguintes indagações constituem objeto da presente análise: qual o lugar ocupado atualmente pelos antigos fregueses? Quais os diferentes níveis de inclusão e exclusão social? Que papel desempenha a sedução, na articulação dos grupos de freguesas? Por que elas se referem a um “bar familiar”?
https://ieg.ufsc.br/cedoc/revistas/0/volumes-eletronicos/0/4927
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Revista GêneroNão somos mulheres gays: identidade lésbica na visão de ativistas brasileirasResumo: Este artigo trata da afirmação de uma identidade lésbica e sua crescente autonomização em relação a outras identidades políticas. Examina o processo afirmativo deste movimento iniciado nos anos 1970 e intensificado com o advento das ONGs lésbicas no Brasil, a partir da década de 1990. São reflexões apoiadas em pesquisa qualitativa feita
com integrantes do movimento de lésbicas e ginecologistas colaboradores da causa, voltados à saúde sexual de lésbicas e bissexuais, considerando sua vulnerabilidade às DSTs e à Aids, nos anos 90 do século XX. Além de entrevistas, recorre à observação de fóruns do movimento de lésbicas, ao levantamento de bibliografia nacional e internacional sobre o tema e a materiais gráficos produzidos por grupos e ONGs no período.
https://ieg.ufsc.br/cedoc/revistas/0/volumes-eletronicos/0/4926
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Revista GêneroGênero, raça e solidariedade: um estudo da organização política de lésbicas negrasEste artigo tem por objetivo examinar o processo de criação de organizações dirigidas por lésbicas negras na cidade do Rio de Janeiro. Partindo de diferentes fontes, o artigo foi elaborado em torno da hipótese de que tais organizações foram construídas em função de laços de solidariedade construídos entre lésbicas militantes do Movimento Negro, assim como em função da ausência de espaço e do preconceito que elas enfrentaram em tal movimento.https://ieg.ufsc.br/cedoc/revistas/0/volumes-eletronicos/0/4852
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Revista: Estudos Feministas Conjugalidades, parentalidades e identidades lésbicas, gays e travestis.https://ieg.ufsc.br/cedoc/revistas/0/volumes-eletronicos/0/4482
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Cadernos PaguDe entendidas e sapatonas: socializações lésbicas e masculinidades em um bar do Rio de JaneiroEste artigo apresenta os modos de socialização de um grupo de mulheres lésbicas masculinas em um bar do centro do Rio de Janeiro. Através da explicitação das autodenominações e das performances corporais, tento desvendar modos alternativos de construção de masculinidades que tem como suporte o corpo das mulheres e não dos homens. Por sua vez, essas performances dão espaço para a discussão dos modos em que as categorias binárias de homem/mulher e masculino/feminino se desmancham na cotidianidade do campo.https://ieg.ufsc.br/cedoc/revistas/0/volumes-eletronicos/0/4105
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Cadernos PaguA epistemologia do armárioNesta versão condensada de seu livro homônimo, Sedgwick esboça uma reflexão sobre o “armário” como um dispositivo de regulação da vida de gays e lésbicas que concerne, também, aos heterossexuais e seus privilégios de visibilidade e hegemonia de valores. A pesquisadora norteamericana afirma que “o armário”, ou o “segredo aberto”, marcou a vida gay/lésbica no último século e não deixou de fazê-lo mesmo após o marco de Stonewall em 1969. Sedgwick argumenta ainda que esse regime, com suas regras contraditórias e limitantes sobre privacidade e revelações, público e privado, conhecimento e ignorância, serviu para dar forma ao modo como muitas questões de valores e epistemologia foram concebidas e abordadas na moderna sociedade ocidental como um todo.https://ieg.ufsc.br/cedoc/revistas/0/volumes-eletronicos/0/4047
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Revista: Estudos Feministas Acesso ao casamento no Brasil - uma questão da cidadania sexualA instituição do casamento deve estar acessível a todos os cidadãos, independentemente de sua orientação sexual, sob pena de discriminação vedada na Constituição Federal. Contribui para essa conclusão a jurisprudência que, utilizando-se da analogia, tem reconhecido uniões estáveis entre pessoas do mesmo sexo sem que para isso seja obstáculo o fato de a Constituição prever que a união estável se dê “entre o homem e a mulher”. Essa interpretação deve ser ampliada para o casamento entre pessoas do mesmo sexo. É importante compreender que não se trata de alcançar um novo direito a gays e lésbicas, mas apenas assegurar-lhes o direito que já possuem: de não serem discriminados. Sustentar a necessidade de uma lei para regular o casamento gay é ignorar que a regulação do casamento deve ser uma só, sob pena de discriminação, porque é injustificado tratamento distinto para casais homossexuais.https://ieg.ufsc.br/cedoc/revistas/0/volumes-eletronicos/0/3823
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Revista: Estudos Feministas Familiso (anti)homosexual e regulação da cidadania no BrasilPouco mais de dez anos depois da apresentação do projeto de lei que institui a parceria civil entre pessoas do mesmo sexo, neste artigo são reunidas reflexões, no âmbito do debate teórico e político, sobre as relações afetivo-sexuais entre homossexuais como uma expressão da diversidade da instituição social família. O ponto de partida é que o vazio jurídico relativo aos direitos conjugais e parentais de gays e lésbicas é uma expressa negação de sua condição de cidadãos. Procura-se mostrar que a vivência de relacionamentos amorosos e sexuais, algo que nos faz intrinsecamente humanos, ainda é, em termos legais, uma prerrogativa heterocêntrica, marca da injustiça erótica e da opressão sexual que atinge gays e lésbicas no Brasil e na maior parte do planeta.https://ieg.ufsc.br/cedoc/revistas/0/volumes-eletronicos/0/3824
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Revista: Estudos Feministas Homo-afetividade e direitos humanosA união civil entre pessoas do mesmo sexo é analisada neste ensaio discutindo-se as raízes do preconceito anti-homossexual e a luta pela cidadania de Gays, Lésbicas e Transgêneros no Brasil, elencando-se as diferentes manifestações da homofobia em nosso meio social. Desconstruímos, a seguir, as opiniões contrárias ao casamento homossexual, argumentando com evidências etho-históricas a justeza de se estender direitos iguais aos casais do mesmo sexo, inclusive o reconhecimento legal da união civil.https://ieg.ufsc.br/cedoc/revistas/0/volumes-eletronicos/0/3827
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Revista: Estudos Feministas Conjugalidades e parentalidade de gays, lésbicas e transgêneros no BrasilEste Dossiê reúne artigos de pesquisadoras/es que investigam os significados e as
implicações da visibilidade social crescente de casais, com ou sem filhos, formados por
pessoas do mesmo sexo ou quando um dos cônjuges é transgênero. Com esta iniciativa
pioneira tem-se por objetivo ampliar os debates no meio acadêmico e na sociedade
brasileira acerca dos sentidos da família, nas dimensões conjugal e parental, como
instituição social capaz de proporcionar amparo e proteção aos indivíduos. Por outro
lado, busca-se publicizar os conflitos entre atores sociais distintos, os quais afirmam/negam
a legitimidade de arranjos familiares constituídos fora da norma heterocêntrica. Também
é importante dizer que esta publicação se insere no conjunto das atividades realizadas
pela Rede Brasileira de Pesquisadores sobre Conjugalidades e Parentalidades, coordenada
pelos organizadores deste Dossiê, os quais desenvolvem o projeto de pesquisa “Parceria
Civil, Conjugalidade e Homoparentalidade”, apoiado pelo CNPq
https://ieg.ufsc.br/cedoc/revistas/0/volumes-eletronicos/0/3820
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Cadernos PaguGênero e parentesco: famílias gays e lésbicas no BrasilEste artigo traz algumas reflexões em torno das novas configurações familiares, ou melhor, de modelos familiares que têm tido mais visibilidade, abordando como a temática das famílias gays e lésbicas tem aparecido nos últimos anos no Brasil através da mídia e das mobilizações GLBTT em torno da lei da parceria civil, que tramita há vários anos no Congresso Nacional, trazendo alguns exemplos das pesquisas brasileiras desenvolvidas recentemente.https://ieg.ufsc.br/cedoc/revistas/0/volumes-eletronicos/0/3074
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Cadernos Pagu"Mais amor e mais tesão": a construção de um movimento brasileiro de gays, lésbicas e travestisO movimento de gays, lésbicas e travestis surgiu em 1978 no meio da abertura política e da oposição à ditadura militar. A publicação do jornal mensal Lampião da Esquina voltado aos homossexuais, e as influências de movimentos políticos e sociais nacionais e o movimento gay-lésbicas internacional inspiraram a formação em São Paulo do Grupo Somos: Grupo de Afirmação Homossexual �- a primeira organização política dos gays e lésbicas duradoura e bem-sucedida no país. Em seguida, surgiram outros grupos, mas divergências políticas sobre os rumos do movimento desanimaram muitos participantes, levando a um declínio dramático de atividades no começo dos anos 80. A resposta à AIDS e à violência contra gays, lésbicas e travestis, em meados dos anos 80, reanimou o movimento que começou a se reorganizar nos anos 90, formando a Associação Brasileira de Gays, Lésbicas e Travestis, que expandiu sua participação internacional e organizou a marcha de 110000 em São Paulo em junho de 2000.https://ieg.ufsc.br/cedoc/revistas/0/volumes-eletronicos/0/2678
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Revista GêneroCassandra Rios e o surgimento da literatura gay e lésbica no BrasilDurante os anos 60 e 70, a proliferação de regimes militares e fascistas por toda a América Latina precipitou uma crise na representação engendrada por práticas discursivas univocais e autoritárias. Através do reforço de rígidos processos de censura, o diálogo foi eliminado ou deslocado para o underground. Foi neste contexto que Cassandra Rios dedicou-se ao projeto de re(a)presentar vidas e subjetividades gays e lésbicas, apesar de todos os confinamentos e dificuldades. Neste ensaio, analiso a contribuição de Rios para a criação de uma literatura específica gay e lésbica no Brasil.https://ieg.ufsc.br/cedoc/revistas/0/volumes-eletronicos/0/1257
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Teses e Dissertações EletrônicasMulheres em movimento (s): Estudo etnografico sbre a inserção de feministas e lésbicas em movimentos sociais institucionalizados e autônomos na cidade de Porto Alegre/RSEstudo etnográfico sobre a inserção de mulheres lésbicas e feministas em movimentos sociais e suas articulações, a partir de duas redes identificadas como Institucionalizada, uma, e Autônoma, a outra. De um lado, estão grupos do movimento constituídos de modo formal, registrado, muitas vezes associados com o poder público, programas e políticas governamentais, nas três esferas, sendo financiados para suas atividades, publicações, realização de seminários, congressos e para manutenção de seus escritórios. Do outro, estão grupos articulados em Coletivos independentes, redes informais, grupos virtuais, que não tem sedes, financiamentos, ou parcerias com quaisquer outros grupos institucionalizados, e também não formalizam convênios ou aceitam financiamentos, sejam nacionais, governamentais, internacionais. A pesquisa, realizada entre outubro de 2009 e fevereiro de 2010, na cidade de Porto Alegre, Rio Grande do Sul, verificou que os modos de atuação das duas redes muitas vezes mais se parecem do que se diferenciam, mas as questões relacionadas às agendas lésbicas e feministas são abordadas de maneiras bastante conflitantes na maioria dos casos, seja por questões políticas, institucionais, ou mesmo pessoais das ativistas que foram interlocutoras durante o campo. As aproximações, os distanciamentos, e a diversidade contemporânea dos movimentos sociais e seus ativistas, neste caso aqui lésbicas e feministas, no contexto urbano de Porto Alegre, é o que está apresentado aqui.https://ieg.ufsc.br/cedoc/teses-e-dissertacoes-eletronicas/245
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Teses e Dissertações EletrônicasNós já somos uma família, só faltam os filhos : maternidade lésbica e novas tecnologias reprodutivas no BrasilEsta etnografia busca apresentar reflexões preocupadas com a parentalidade homossexual e com as relações de parentesco forjadas e remodeladas através da reprodução assistida. Neste sentido, problematizo o modo como a conjugalidade homossexual, a homoparentalidade e as novas configurações familiares complexificam o debate que tange a reprodução assistida e o corrente entendimento do que seja natural na reprodução humana, nos obrigando, assim, a repensar as categorias básicas do nosso parentesco. Em sintonia, o interesse central desta pesquisa é a maneira como lésbicas que procuram por novas tecnologias reprodutivas estão construindo, remodelando, classificando e pensando o modelo estabelecido de parentesco, parentalidade e família. O esforço deste trabalho foi o de atar diferentes lados e ambigüidades a respeito da temática presente nas trajetórias de vida, discursos, notícias, blogs e comunidades de redes sociais. A possibilidade de não ver as relações sociais como uma via de mão única animaram este caminho. Destaco que a família homoparental não é apenas uma tentativa de assemelhar-se a um modelo vigente. É antes outra coisa, um processo complexo que necessita investigação já que as práticas parentais são mais que simples conseqüências dos valores do casal, estando sujeitas às pressões da rede familiar mais ampla, de colegas de trabalho e amigos. Tais desejos por filiação também são exemplares de uma estratégia coerente que visa dar à conjugalidade homossexual legitimidade perante a sociedade que continua materializando este arranjo familiar em um recorte stigmatizado. As interlocutoras deste trabalho são casais formados por mulheres lésbicas que procuram ou que já realizaram o procedimento de reprodução assistida.https://ieg.ufsc.br/cedoc/teses-e-dissertacoes-eletronicas/240
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Revista: Estudos FeministasDesigualdades de gênero: lésbicas, gays e teoria legal feministahttps://ieg.ufsc.br/cedoc/revistas/0/volumes-eletronicos/0/203
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Teses e Dissertações EletrônicasEncontros Prazerosos: modos e estilos de vida de mulheres lésbicas em FlorianópolisEsta dissertação pretendeu discutir modos e estilos de vida de mulheres lésbicas em Florianópolis, na tentativa de explicitar algumas de suas práticas, inserções e relacionamentos sociais, tendo como objetivo contribuir para a desconstmção da representação dos modelos heterossexuais como expressão de normalidade. _ Baseado nos pressupostos do método etnográfico, através de entrevistas gravadas, obteve depoimentos e histórias de vida de dez mulheres homossexuais, moradoras da Grande Florianópolis, com idades entre 22» e 52 anos e posições sociais diferenciadas. A maioria das infonnantes pertencia às camadas médias, sendo entrevistadas também mulheres oriundas de camadas populares. Algumas destas mulheres tinham concedido entrevistas .para estudo desenvolvido anteriormente, o que facilitou aformação de uma rede de infonnantes -e uma convivência estreita entre elas e a pesquisadora, na realização do trabalho empírico. Procurando “escutar as vozes” destas mulheres e problematizar seus relatos, foram propostas algumas questões que nortearam as análises desenvolvidas. Assim, as informantes falaram do início de sua auto.-percepção como homossexual, de seus- relacionamentos com as familias de origem, suas relações com os filhos, com as arceiras, relatando também al - s de seus roJ` etos ara o futuro. Neste sentido, podemos destacar que este estudo demonstrou a diversidade de modos e estilos de vida das mulheres entrevistadas.https://ieg.ufsc.br/cedoc/teses-e-dissertacoes-eletronicas/202
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Teses e Dissertações EletrônicasCassandra, Rios de lágrimas: uma leitura crítica dos inter(ditos)Consideradas obras de pouca complexidade pelo cânone do século XX e ficando à margem dos estudos literários, as autobiografias de mulheres começaram a ser procuradas e lidas, ou re-lidas pela crítica feminista a partir dos anos 1980. Mas entre as narrativas marginalizadas, há as que são ainda mais marginalizadas. Se as mulheres não tinham voz, menos ainda as mulheres lésbicas, ignoradas, escondidas ou tratadas como doentes mentais. A escritora Odete Rios, que escreveu sob o pseudônimo de Cassandra Rios, faz parte do rol de mulheres invisíveis que, com seu trabalho literário, procurou tirar as relações lésbicas do limbo a que estavam destinadas. Pioneira no protagonismo lésbico na literatura brasileira, a escritora foi sucesso de vendas e público dos anos 1950 a 1980. Perseguida pela censura, proibida, empobrecida, deixou a vida literária, retornando com sua autobiografia, Mezzamaro, flores e cassis: o pecado de Cassandra, em 2000, já com câncer em estágio adiantado. Esta dissertação tem como objetivo resgatar a importância dessa voz pioneira e marginal que grita em sua autobiografia.https://ieg.ufsc.br/cedoc/teses-e-dissertacoes-eletronicas/113
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Teses e Dissertações EletrônicasPODER, GÊNERO, RESISTÊNCIA, PROTEÇÃO SOCIAL E MEMÓRIA: Aspectos da socialização de ?lésbicas? e ?gays? em torno de um reservado em São João de Meriti, no início da década de 1980Este trabalho examina a experiência e os significados de um espaço de sociabilidade de gays e lésbicas existente em São João de Meriti em 1982. Para tanto trabalhou a partir de fontes orais, iconográficas e documentais. Na construção das fontes orais me utilizei da metodologia da história oral, enquanto que no percurso de compreensão do universo em causa me baseei nos aportes teóricos fornecidos pela sociodinâmica da estigmatização de Elias e nas dinâmicas de resistência cotidiana examinadas por Certeau. Da análise desse material ficou evidenciada não só a capacidade de protagonismo e construção de alternativas e alianças, como também o potencial criativo e lúdico entre os freqüentadores. Na abordagem das redes sociais constituídas pelo segmento das homossexualidades foi possível demonstrar sua importância estratégica não apenas como provedoras de boa auto-estima, mobilidade social, mecanismos de proteção recíproca e de ampliação da consciência política, mas, sobretudo, na formação de capital social. Na observação das estruturações de poder e prestígio presentes em formas de interação entre hetero e homossexualidades, ficou evidenciada a presença de sistemas distintos de sexo e de gênero, que organizam de modos complexos não apenas as formas de interação social e práticas sexuais, mas também, a própria espacialidade. Esses sistemas distintos significam e integram de diferentes modos as diferidas expressões sociais de gênero elaboradas pelos homossexuais de ambos os sexos. É possível, portanto, concluir que os espaços de sociabilidade de homossexuais representam importante instrumento político-social, capaz de estimular não somente a consciência e a participação política, mas também o associativismo, as relações sociais baseadas na confiança recíproca e no apoio mútuo. Constituem formas estratégicas para elaboração e disseminação de políticas e projetos de proteção social.https://ieg.ufsc.br/cedoc/teses-e-dissertacoes-eletronicas/55
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Teses e Dissertações EletrônicasEu, tu, elas: investigando os sentidos que mulheres lésbicas atribuem às relações sociais que elas estabelecem em um gueto GLS de FlorianópolisPergunta proposta nessa pesquisa lançou uma discussão: quais os sentidos que mulheres, com possibilidades de sentir diversos tipos de atração erótica ou de se relacionar fisicamente de diversas maneiras com outras mulheres, atribuem às relações sociais que estabelecem em um gueto GLS de Florianópolis? Essa questão trouxe à cena importantes categorias de análise: homoerotismo feminino, relações sociais e gueto GLS. Tais categorias foram problematizadas nessa dissertação de mestrado e contemplam os estudos sobre constituição de subjetividades, os estudos de gênero e dos modos de vida que, por sua vez, englobam e analisam teoricamente outros aspectos que se destacaram na pesquisa de campo desenvolvida no decorrer dessa investigação. O presente trabalho vai ao encontro da proposta de repensar a ciência do ponto de vista das mulheres, de dar-lhes espaço de palavra, na tentativa de desconstruir o modelo androcêntrico que tem norteado a maioria dos estudos científicos há tempos, inclusive na área da Psicologia. Assim, o estudo dos inúmeros agenciamentos de subjetivação que atravessam o sujeito cotidianamente constitui uma perspectiva de pesquisa bastante interessante, na medida em que trabalha a idéia de identidade pessoal socialmente construída e inacabada, legitimando gênero como categoria útil para se problematizar e investigar alguns aspectos fundamentais no processo de constituição do sujeito. Ao término desta pesquisa conclui-se que as relações sociais estabelecidas entre as mulheres (com outras mulheres e homens) que transitam pelo gueto, constituem e significam esse território na mesma medida em que são por ele constituídas. O gueto, enquanto espaço de construção de subjetividades, media a própria construção dessas mulheres não apenas como pessoas com possibilidades de se relacionarem afetiva e sexualmente com outras do mesmo sexo que o seu mas, sobretudo, enquanto sujeitos no mundo. O trânsito desses sujeitos no interior do gueto indica o cerceamento das condutas dessas mesmas pessoas fora dos limites desse território. Reconhecido como lugar de proteção e legitimação de comportamentos e posturas, o gueto problematiza os domínios do espaço privado e do espaço público, (re)produzindo modos de vida bastante peculiares.https://ieg.ufsc.br/cedoc/teses-e-dissertacoes-eletronicas/51
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