BCDEFHIJKLMNOPQRSTUVWXYZAA
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Nome do bar ou da baladaEndereçoCaso de assédioDataReação do estabelecimento
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Tex Redneck BarRua Augusta, 1053, São paulo, SP. O segurança me deixou entrar na área VIP (onde tem um karaoke) e, depois, quis passar a mão em mim.Ano passadoNão. Eu não comentei com ninguém.
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BallroomR. Estados Unidos, 1570 - Jardim Paulista, São Paulo - SPOs promoters das festas barraram meninas que não estavam vestidas de forma "apropriada" para a balada e reforçaram que só entrariam alí garotas muito bonitas e muito bem vestidas. Depois descobrimos que um filho de um deputado estava lá e o promoter queria arranjar algumas meninas para entrar no camarote dele.Entre dois e três anos atrásNão houve reclamação formal. Apenas nunca mais voltei lá.
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Fábrica MixSão Bernardo do Campo - SP. Próximo à Av. Kennedy.Dois homens chegaram em duas amigas minhas. Nenhuma das duas queria ficar com eles, mas ambos continuaram insistindo. Vendo a situação, outra amiga interviu pra mandar eles vazarem. Um dos caras ficou puto e começou a gritar e xingá-la de tudo quanto é nome, virou o pulso dela e quase partiu pra cima da coitada no meio da pista. Vendo a situação mas sem entender, eu separei os dois.
Minha amiga tentou permanecer mais um pouco na festa, mas o cara passava do lado dela falando várias bostas o tempo inteiro e isso fez com que ela quisesse ir embora cedo.
Na hora nem pensamos em chamar o segurança de tanta raiva, só fomos embora. Mas o pior foi a reação de um dos promoters, que contarei a seguida.
Nos últimos mesesMais ou menos um mês após o acontecimento, um dos promoters da balada veio me chamar por inbox, me convidando pra comemorar meu aniversário lá.
Eu disse que nunca mais queria voltar naquele lugar e expliquei o ocorrido.
Ele disse que sentia muito e daria uma pulseira VIP com acesso ao camarote pra mim e pra minhas amigas pra que nos sentíssemos mais "à vontade".
Eu disse que agradecia a oferta, mas que não me sentiria à vontade sabendo que pra ser respeitada preciso ficar isolada num camarote e na pista um monte de meninas continuaria sendo tratada como lixo.
Ele disse que não havia nada que o estabelecimento poderia fazer " pelas outras pessoas", mas apenas oferecer camarote pra mim mesmo.
Nessa hora eu comecei a falar várias, dizendo que era inaceitável que ele, como representante da casa, dissesse que o único jeito de lidar com uma denúncia de agressão física e moral é deixando as minas que reclamam no camarote, ficando de boa com o fato que aquilo vai se repetir na pista com outras pessoas.
Ele começou a ser extremamente rude, dizendo que assédio acontecia em todas as baladas e não há nada que eles possam fazer sobre isso, ironizou tudo que a gente passou e, claro, nunca mais veio falar comigo para dar um retorno por parte da casa da minha denúncia. Foi ridículo e certamente nunca mais volto lá na vida.
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QuitandinhaRua AugustaAssédio verbal e físicoAno passadoEu não prestei queixa ao estabelecimento
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Café de lá musique guarujaPraia de São Pedro, guaruja, sp frequentei bastante o lugar e fui perceber apenas depois de 4 anos que o machismo é escancarado!
As mulheres têm comandas diferentes dos homens: é preciso pagar antes (tipo cartão pré pago) de consumir, enquanto os homens podem consumir a vontade e pegar no final.
A política mal intencionada e mal pensada da casa faz com que meninas consumam apenas na comanda dos homens, já que existe apenas 1 caixa pras mulheres da balada inteira, formando uma fila gigantesca e desanimadora.
A dependência que é criada na balada é inadmissível! Fui descobrir esse esquema muito depois. Achava que todos tinham que pagar antes.
Desde sempreLidam com normalidade, pois é regra da casa. nunca reclamei diretamente porque descobri depois de já ter saído da balada, na última vez que fui.
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OutsRua Augusta, 486Um homem me beijou a força e os seguranças não fizeram nada mesmo depois de ter reclamando e o homem ter assumido o beijo. Entre dois e três anos atrásO estabelecimento não fez nada, mas naquele época eu também não fui até a polícia. Só reclamei um segurança próximo e logo depois fui embora.
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Beco 203Rua Augusta 609Um cara chegou em mim por trás e me agarrou, me deu uma verdadeira chave de braço. Eu me desvencilhei e ele pegou no meu braço e tentou me beijar à força. O segurança estava a um metro da gente e não fez nadaEntre dois e três anos atrásNão fizeram nada. O segurança ignorou, continuou encostado na parede como se nada tivesse acontecido
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Season OneAgusta, 520O comediante Gabe Cielici me estuprou enquanto estava bêbadaNos últimos mesesNão. Falaram que enquanto não se resolvesse judicialmente, o 'comediante' permaneceria.
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Bar do PortugaAvenida Moraes Sales, Campinas/SPEstava nesse bar com minha namorada, 2 amigas, sogra e cunhado, ao lado de uma mesa de homens mais velhos, 50 anos ou mais. Eles ficavam olhando pra mim, minha namorada e amiga e sorrindo, até que um deles se levantou, foi até nossa mesa e puxou o braço da minha amiga pra ver a tatuagem dela. Ela puxou seu braço de volta e o respondeu secamente. Continuamos lá, até que eles se levantaram pra ir embora e o mesmo cara colocou a mão no meu ombro e sussurou no meu ouvido que eu era "muito lindinha". Minha namorada se levantou e gritou com o babaca, e ele foi embora, muito bêbado, como se não tivesse feito nada.Nas últimas semanasOs garçons não tomaram parido de ninguém, nao interviram e nem pediram desculpas.
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Collins PubAv. do Contorno, 5761, Savassi - Belo Horizonte/MGFui puxada pelo braço várias vezes por vários homens, numa dessas um deles tentou me beijar. Além disso presenciei agresão entre dois homens, o motivo teria sido porque um dos caras assediou a mulher do outro. Na ocasião estava rolando shows de banda de rock. Ano passadoNão falei com ninguém sobre os assédios que sofri porque fui imediatamente embora e nunca mais apareci no local, com relação aos homens que brigaram, não sei se foram expulsos do local, mas a briga durou por muito tempo e não houve muita intervenção dos seguranças.
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DJ Club BarAlameda Franca, 241 - Jardim Paulista, São Paulo - SPUm vez fiquei com um bartender, ele me levou para o armário de vassouras e lá tentou várias vezes apagar a luz e tirar as calças, repetia que não e que não queria, até ele começar a mexer nas calças como quem fosse tirar o pau pra fora, na hora não sei de onde tive forças e o joguei na parede com um braço e com o outro abri a porta e fugi. Nunca mais voltei lá.Entre dois e três anos atrásContei só para amigas
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Inferno ClubRua Augusta, São Paulo SPDei um fora em um homem que ficou me perseguindo a noite toda, quando eu não aguentava mais, falei com o segurança que riu da minha cara e fez piadas sobre isso. Decidi ir embora e na hora do caixa a funcionária nem ligou para a situação dizendo que o rapaz estava consumindo bastante. Nunca mais voltei.Ano passadoNem ligaram para o ocorrido e ainda ficaram felizes que fui embora para não chamar mais atenção
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AstronetRua Augusta SPO dono da casa disse publicamente que "mulher é tudo vaca"Ano passadoComo o assédio foi do próprio dono do local não houve nenhuma retaliação
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AstroneteRua Augusta, 335O caso é o depoimento de Carlos Medusa, Dj e dono da casa, no dia 26/01/15, demonstrando ser uma pessoa extremamente machista e misógina. Então é bom evitar o bar, se o dono da casa é assim, boa coisa não pode sair de lá.

Link: http://spressosp.com.br/2015/01/27/mulher-nao-gosta-de-pinto-gosta-de-seguranca-financeira/
Ano passadoNo link do SPressoSP fica claro que o Medusa é extremamente intolerante, machista e preconceituoso, mas mesmo que de forma falsa, as palavras dele foram: “Amigos e amigas, me desculpem pelo post infeliz. Eu estava de cabeça muito quente por conta de uma pessoa específica, que me prejudicou muito, e acabei descontando em todas. Eu não penso assim e quem realmente me conhece sabe disso”.
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Bambu BrasilRua Purpurina, 272 - Vila MadalenaUm dos funcionários, ao final da festa, se aproximou e me beijou a força. Após conseguir me afastar, sentei apoiada em uma parede com pessoas que eu conhecia e o funcionário sentou ao meu lado e tentou passar "discretamente" a mão na minha coxa para que meus amigos não vissem. Incapaz de dizer algo, fiquei tentando tirar a mão dele e ele continuava insistindo. Por sorte, a minha carona chegou logo em seguida e fui embora. Me senti muito incapaz e não consegui contar pra ninguém sobre isso. Nunca mais volto lá.Ano passadoNão. Não consegui divulgar essa informação até agora.
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CuckoR. Gen. Lima e Silva, 1037 - Centro Histórico, Porto Alegre - RS, 90050-101(pego na página da festa) Menina inconsciente abusada por um cara na sala do piano. Eles estavam sozinhos na sala e a situação realmente foi horrível. Não havia seguranças em todo o andar. O abusador pagou a comanda foi embora, sendo negado na recepção o RG e o nome do agressor.Nos últimos mesesDesculpas na internet, mas desde o ano retrasado a cucko vem acumulando denúncias de abusos e para acontecer uma em 2016 mostra que nenhuma providência foi tomada
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Woods Porto Alegre R. Beirute, 45 - Navegantes, Porto Alegre - RS, 90240-080Estava com uma amiga no mezanino, onde ficam os camarotes, indo até o banheiro quando um cara simplesmente me joga na parede e me prensa, tento empurrar dizendo que não quero. Ele, então, diz que sabe que eu quero sim e que estou bêbada (o que não é verdade, e mesmo se tivesse não justifica). Depois de um longo tempo o segurança que estava praticamente do nosso lado percebeu a situação e interveio. Sai com vários roxos causados pelo machista tentando me calar e segurar. Nos últimos mesesO segurança interveio depois de um longo tempo e tirou o cara de cima. Achei que ia mandar embora, porém, logo depois vi o assediador curtindo a festa tranquilamente como se nada tivesse acontecido.
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Delluri Avenida Dumont VilaresGarotos machistas Entre dois e três anos atrásNenhuma
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Wood's Curitiba Rua General Mário Tourinho, 387 CuritibaA mulher se negou a beijar o rapaz que a puxou pelo braço, logo em seguida a empurrou ela da escada, a mesma quebrou a perna. Entre outros vários assédios, puxam de cabelo, e beijos a força, e se a mulher recusar é xingada.Nos últimos mesesNão, apenas dão mais ibope para esses assédios.
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Açaí AjuPassarela do Caranguejo, Atalaia. Aracaju, SergipeCheguei com meu namorado, um amigo dele e minha irmã. Eles dois encontraram um amigo e pararam pra conversar, enquanto eu e minha irmã fomos nos sentar e esperá-los. Passamos uns cinco minutos tentando ser vistas pelo garçom para nos trazer o cardápio e, bem rápido e solícito, o garçom foi atender um homem que sentou na mesa ao lado. Ele tinha acabado de chegar!! Ficou bem explícito a forma como fomos ignoradas! (só fomos atendidas quando meu namorado sentou à mesa).Nas últimas semanasNão só não se desculpou, como permaneceu o péssimo atendimento.
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O KazebreAvenida Aricanduva 12.000Fui assediada por um carinha, ao me recusar beija lo e me esquivar ele se tornou violento e agarrou meu braço, me soltei e fui para perto de alguns amigos e de um segurança, ao relatar o acontecimento fui tratada com desdém, o segurança me olhou de cima a baixo e perguntou o que eu esperava usando uma roupa como aquela (Estava de calça e blusa com decote).Ano passadoO segurança me culpou pelo assédio justificando tal ato pela minha roupa. Funcionários sem a menor educação, nos "elogiam" sem o menor constrangimento, ficam com olhares insinuosos, piadas sujas.
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Café de La Musique -> Edição Baile da FavoritaGuarujá, São PauloA balada estava muito quente e resolvi tirar o meu cropped e ficar apenas de sutiã (tendo em vista que haviam vários caras sem blusa e o guarujá é uma cidade de praia, onde é bem normal andar com biquinis para todos os cantos). Uma menina (sim, pasmem!!!) se achou no direito de me agredir verbalmente com vários palavrões misóginos e, não satisfeita, jogou a vodka dela na minha cara. Além de ensopada, meu olho ficou mega vermelho e irritado - doeu bastante. Antes desse ocorrido, minha amiga me avisou que ela estava tirando foto minha (provavelmente para me ridicularizar depois). Como a menina não foi expulsa da balada (contarei sobre isso na reação do estabelecimento), eu esperei ela sair da balada para pedir (eu já estava bem calma naquela hora) para que ela apagasse a minha foto, e eu pudesse ir embora. Foi aí que uma segunda cena de horror aconteceu. Vários homens (amigos dela) e mais uma outra menina me agrediram fisicamente e, óbvio, verbalmente. Sendo que eu estava sozinha e incapaz de me defender. Resultado: saí com roxa e levei mais dois copos na cara.Nas últimas semanasQuando recebi o meu primeiro copo na cara, havia um segurança bem ao meu lado e ele não fez nada. Um outro segurança me levou até a enfermaria e lá as enfermeiras pingaram algo no meu olho. Fiquei um tempo sentada refletindo naquela situação humilhante que eu tinha acabado de passar e uma amiga minha foi atrás de alguns seguranças que pudessem me ajudar e retirar a menina da festa. TODOS nos ignoraram. TODOS falaram que não podiam fazer nada. Após aproximadamente 1 hora chegamos no "chefe" dos seguranças e ele foi conversar com a menina. Ela disse: EU JOGUEI NELA MESMO PQ ELA TAVA SEM BLUSA SE OFERECENDO, ENTÃO MERECEU. O segurança, por sua vez, mesmo ouvindo isso NÃO FEZ NADA. Disse que a menina tinha um segurança particular, estava de camarote e ela ia recolher as coisas dela e sair (detalhe: a festa já estava acabando, então a menina saiu pq ia embora e não pq os seguranças me auxiliaram em algo). Além disso, é importante ressaltar que na situação da hora da saída tinham váááaarios seguranças olhando e NENHUM FEZ NADA. TODOS deixaram aquelas pessoas me agredirem. Eles RIRAM da minha cara!! Inclusive, uma mulher (que serviu o camarote desses seres desprezíveis) ficava tentando esconder a situação, levando eles rapidamente para o carro para eles poderem ir embora, e depois ainda disse pra mim que eu era uma vagabunda oferecida. Eu já sofri muito assédio e violência de homem, mas nada doeu tanto quanto ter vindo de uma mulher!!! Eu nunca me senti tão impotente e humilhada na minha vida..
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BecoRua AugustaEstava eu e uma amiga quando um homem começou a tentar ficar com ela. Eu a abracei como se fosse minha namorada e ele começou a nós ofender falando que aquilo era mentira. Até que me empurrou e marcou me bater, ali, no meio da balada.Ano passadoMinha amiga chamou o segurança, mas ele disse que enquanto o homem realmente não fizesse algo grave, ele como seguranca, nada poderia fazer.
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Woods Goiânia Setor Marista, Goiânia , GONo começo da noite um homem alto e forte me puxou pelo cabelo com brutalidade e tentou me beijar a força, tentei sair e pedi p ele me soltar ,mais ele era mais forte que eu e nem deu moral pro que eu disse, até que um amigo viu se aproximou e disse que era meu namorado , ele me soltou e pediu desculpas PRO MEU AMIGO, ao invés de pedir p mim.Nos últimos mesesLá esse tipo de assédio é normal.
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Bambu brasil - vila madalenaRua purpurina 272Este espaço faz almoços de dia e aluga para festas a noite. Uma vez aluguei para uma festa que eu estava organizando para duas meninas. O dono (Marco) me atendeu no telefone com bastante descaso e me passou um valor, que tentei negociar e ele foi irredutível. Por acaso tive um compromisso e deixei com meu sócio para que terminasse de fechar o negocio. Para minha surpresa, ele falou que o mesmo Marco foi super gente fina e deu um desconto. Estranhei, mas ok. No dia da festa, qdo a banda chegou, só eu estava. Ele veio pra cima de mim super agressivo dizendo que a banda eea maior q o combinado e ameçando acabar com a festa antes de começar. Imagina meu panico, já estava com tudo organizado e a festa começava em duas horas. Enfim, me virei nos 30 pra deixar ele mais tranquilo. Qdo chegou meu socio, eu ja tinha ouvido tanto desaforo e o cara me tratava como uma criaça q eu ja tava irritada e mandei meu socio ir falar com ele. Eis que meu socio volta dizendo q o Marco foi super cordial com ele, e tratou a situacao totalmente diferente do q comigo. O resto da noite soh comprovou oq eu ja achava: ele me intimidava, era grosso e me tratava como criança pq eu era mulher, pois vi ele fazendo o mesmo com a menina chefe da banda que teve q por o baterista dela pra falar com o homem pra ser ouvida. Nao deem dinheiro pra esse crapula.Ano passadoIsso tudo foi com o dono, entao obvio que fico por isso mesmo.
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Paneteria Di CapriRua Maria Tereza Dias da Silva, 514 - Cidade Universitária, Campinas, SPO gerente responsável no dia se meteu na conversa minha e de uma minha amiga para falar coisas homofóbicas e machistas, sendo que a mãe da minha amiga é lésbica. E depois, quando fomos procurar os responsáveis para reclamar, ele veio em nossa direção e nos intimidou, usando o seu poder e o seu tamanho para nos mandar embora do local. Ano passadoNão conseguimos reclamar, pois fomos coagidas pelo responsável a deixar o local.
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Vinil BurguerR. Padre Carvalho, 18 Um cliente ficou assediando visualmente a mulher do meu lado, que ficou visivelmente incomodada com a situação. Eu puxei conversa com ela e falei pra ela pedir pro cara parar. Mas ela estava com muita vergonha e só queria sair dali, então tomei a posição e falei pra ele parar de ficar olhando pra ela de forma tão constrangedora. O cara ficou bravo comigo e ficou reclamando pra mim, o meu namorado interveio e ele ficou mais bravo ainda e queria bater no meu namorado. O cara estava bem bêbado. Eu e meu namorado resolvemos deixar o local, pois o cara estava com amigos, que, inclusive, filmaram tudo pelo celular e ficavam dando risada. Eu pedi que parassem e que controlassem o cara, eles então o pegaram e fizeram-no sair do local. Ele saiu explodindo, querendo vir pra cima do meu namorado. Mas os amigos dele conseguiram levar ele embora.Ano passadoNão sei se alguém do estabelecimento viu, acho que teriam visto só se caso tivesse havido uma briga. No entanto, eu recomendo fortemente que as mulheres denunciem caso aconteça de novo, como não foi comigo, achei melhor não falar nada para não constranger mais a menina assediada.
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Bar OlariaBar Olaria - Rua Treze de Maio 1802, Sao Paulo SPOs garçons ficavam olhando para a mesa onde eu e minha namorada estávamos sentadas e na hora de pagar, o gerente do local começou a questionar o que éramos uma da outra e quando desconversamos, ele ofendeu minha namorada falando que ela devia ser minha mãe por ser mais velha.Entre dois e três anos atrásO estabelecimento não fez nada e ainda começaram a gritar conosco quando questionamos o comportamento deles. Eles ainda fizeram cara feia quando falamos que não pagaríamos o serviço.
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Terraço do LeoR. Frei Caneca, 914 - Consolação, São PauloEu e a minha namorada estávamos na fila do banheiro quando um grupo de 5 pessoas (4 homens e uma mulher) pediram para passar na frente. Nós dissemos que era rápido, pois estávamos aguardando há muito tempo e estávamos em menos pessoas, e eles ficaram um pouco incomodados mas deixaram. Menos de um minuto depois de entrarmos no banheiro eles começaram a espancar a porta para tentar entrar e quando saímos do banheiro irritadas, eles começaram a nos bater e a nos empurrar contra a parede. Os seguranças vieram mas ao invés de segurar eles, pegaram eu e minha namorada pelo pescoço e nos arrastaram para fora. Havia uma viatura lá fora e tentamos pedir ajuda dos policiais e eles falaram que precisaríamos entrar de novo no bar e chamar os agressores, então desistimos e fomos embora.Entre dois e três anos atrásDescaso total, acharam que era briga normal de bar e que nós que nos deixamos levar pela raiva da situação.
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Formula 1Rua minas de prata, 130, campo grande Rio de Janeiro, RJUm cliente fez um gesto obsceno com a língua, como se fosse me "chupar", dei o dedo médio pra ele e em resposta ele foi até minha mesa e falou que ia me dar um tiro na cara, porque não se mostrava dedo médio para um homem, discutimos, perguntei se ele iria me dar um tiro? Um amigo dele o tirou de lá.Ano passadoNão falei nada com ninguém do estabelecimento.
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Ludua LuderiaR. Treze de Maio, 972Fui entre 2012 e 2013 com minha namorada da época e mais alguns amigos. Minha namorada era uma mulher LINDA, daquelas que só de se arrumar um pouquinho já chama atenção pra caramba, sabe? Por conta disso, um dos garçons a notou quando entramos e a encarou um pouco, até perceber que eu e ela éramos um casal. Depois de um tempo, ele parou. Saindo de lá, uma de nossas amigas comentou que o viu fofocando com outro garçom, fazendo comentários pejorativos a nosso respeito, e que o dito cujo só parou quando percebeu que essa amiga estava o encarando.Entre dois e três anos atrásComo não fique sabendo na hora, não fiz nada. Mas se tivesse notado, com certeza chamaria o gerente na hora para repreender os garçons.
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Boteco CarioquinhaRua Gomes Freire, 822 - Lapa, Rio de Janeiro/RJEu trabalhei na casa por um tempo e já presenciei cenas do próprio dono do bar ofendendo e xingando (por trás e também na própria cara da pessoa) e até expulsando clientes pelos mais diversos motivos. Sempre com vocabulário de "vadia", "biscate", "gorda" e até "aquela preta". Sem falar do preconceito com estrangeiros em geral, qual ele faz questão de dizer que não atende por exemplo, argentinos.Ano passadoSei que ele responde algum processo judicial mas não sei detalhes sobre o ocorrido. Nunca houve repercussão sobre esses casos e também nunca soube de retratação.
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Balaio de GatoR.Ouro Fino 452 - Mercado Distrital do Cruzeiro, Belo Horizonte, MG.Eu e meu então namorado na época paramos para comer alguma coisa no estabelecimento que eu já frequentava há um tempo por ser considerado mais tranquilo e liberal. Para minha surpresa, quando puxei a cadeira do meu namorado para perto de mim, a dona encosta no meu ombro e fala "vocês poderiam se sentar ali (apontando para uma mesa debaixo da escada e escondida), é que aquela outra mesa ali é meio careta (apontando para uma mesa cheia de senhorinhas que não tinham nem percebido nossa presença)". Fiquei possesso na hora sem saber como reagir porque foi a primeira situação de homofobia que havia acontecido comigo. Meu namorado me pediu para me acalmar porque ele só queria comer alguma coisa e ir embora, mudamos de mesa mas fiquei com uma sensação horrível por não ter conseguido fazer nada e ter acatado o pedido. Éramos jovens demais e não pude agir de maneira correta. O bar/restaurante mudou-se de lugar, mas as mesmas donas preconceituosas comandam o lugar.2009Tentei contato por e-mail, mas nunca obtive uma resposta. Fui ignorado solenemente. Desde então conto esta história para quem cita o nome deste estabelecimento.
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NossaCasa mourato coelho 1032O de sempre: cara pesando, fechando na parede mesmo depois de ouvir um não, escapei por baixo do braço dele.Nas últimas semanasNão procurei ninguém.
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Chopperia ParatyAv. Dr. Carlos Burgos, 1630, Amparo - SPEstava dançando com um conhecido, ele levantou a parte de trás do meu vestido (deixando minha bunda à mostra) e depois foi para a parte externa do bar. Fui tirar satisfação com ele, os amigos dele riram na minha cara. Fui falar com um segurança e ele fingiu que não me viu.Entre dois e três anos atrásO segurança me ignorou. Postei o ocorrido na página deles, eles ignoraram também (depois vi outro post de caso de assédio, eles também ignoraram). Nunca mais fui lá, apesar de ser a única balada da cidade.
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WoodsAvenida 10 Goiânia GoiásImpossível transitar livremente sem que puxem seu cabelo, seu braço, te encochem sem o devido consentimento. Ano passadoEsse tipo de assédio é recorrente e visto como algo normal. Obviamente não há respostas ou pedidos de desculpas por parte do estabelecimento.
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Ponto 9Jundiaí - SPPropostas indecentes do dono do estabelecimento. Não fui a primeira, nem a última a passar por situações constrangedoras lá.Nos últimos mesesNão se desculparam. Acabei deixando de ir.
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Pixy ClubPorto Alegre, bairro Rio Branco Fui barrada na festa por nao estar de salto alto, segundo a casa mulheres tem um padrao de roupa e homens nao. Segundo eles eu nao estava me vestindo de maneira adequada. Apos muita briga entrei e sofri assedio dentro da casa na fente do segurança e ele nada fezAno passadoNao se pronunciaram
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Villa mix São paulo Fui entimada a sair do bar pq tinha tirado o salto alto. Quando quesionei o porque o promoter ou sei la oq ele era disse que lá eles não aceitam "mulheres abaixo do padrão" e que eu tava "desarrumada" . Além disso, ele assobiou e me falou coisas ridiculas quando eu saí de perto dele depois que eu disse q ia colocar o salto no banheiro (não coloquei o salto) Entre dois e três anos atrásNão fiz nenhuma queixa ao estabelecimento nesse dia. Acabei deixando pra la.
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D edge Av. Auro Soares de Moura Andrade, 1441 - Barra Funda, São Paulo - SP, 01155-040Quando cheguei na balada peguei uma fila gigantesca, ao entrar nela uma das minhas amigas foi barrada sendo que ela era maior de idade (pq ela tava com cópia autenticada). Fui tentar dizer que aquilo tudo era um absurdo e o segurança não olhava na minha cara, tentei de tudo pra chamar o gerente e tanto os funcionários quanto os seguranças foram me ignorando. Quando alguém me deu ouvidos foi outro segurança, ficou me tratando como criança e os seguranças me ameaçaram dizendo que eram mais fortes e que poderiam me tirar dali a força se eu continuasse a insistir. Minha amiga foi embora, entrei com outras amigas pq eu já tinha pago, tentei dar uma chance... me arrependi demais pq la dentro estava cheio e vários muleques passaram a mão em mim. Na escada um menino passou a mão por baixo da minha saia e da minha calcinha, gritei com ele, ele e os amigos ficaram me chamando de louca e ficaram em cima de mim até eu subir no fumódromo. Estava sozinha pq minhas amigas já estavam lá e eu tava tentando subir, não tinha um segurança ou uma pessoa prestando atenção, mesmo quando eu gritei e xinguei os caras. pior lugar que eu já fui. Entre dois e três anos atrásLogo de cara ninguém fez absolutamente nada. Naquela época eu acho que não tinha página no facebook ou eu ainda não sabia que isso podia dar em algo e não fui atrás. Quando eu tava querendo sair, reclamei no caixa e tinha uma moça lá, ela me disse que lá é assim mesmo e que ninguém ali podia fazer nada, que a culpa era do menino que foi folgado e do segurança da entrada. Eu estaria chamando o gerente até hoje se continuasse tentando, ouvi várias pessoas principalmente meninos me chamando de bêbada barraqueira quando tentei chamar o segurança. Meninas mandando eu pagar logo, ninguém me auxiliou nas críticas ao lugar. Minhas amigas tentaram comigo me ajudar tanto na entrada quanto na saída e tiveram quase que o mesmo resultado, uma delas ainda acha que eu tava muito bêbada e que ninguém enfiou a mão por baixo da minha saia, eu apenas exagerei. Quantas vezes vc já pensou que tava exagerando pq tava bêbada? não financiem lugares que te tratam como mais um rostinho bonito pra vender convite caro pra homens escrotos. Essa balada é com certeza mais um deles.
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Blitz (rua augusta) A balada nova da augusta, que tem umas tvs na frente Eu estava no fumodromo e rejeitei um cara, mesmo eu falando q sou lesbica ele nao deixou eu e a amiga em paz, deu um barraco e entramos, ele seguiu a gente pela balada, quando voltamos para o fumodromo falamos com um segurança q falou q eu vinha pra balada p chamar atenção de homem mesmo. Sem contar q o bartender alem de dar em cima da minha amiga chamou "mulher de fresca) quando ela reclamou q tinha uma barata no bar Ano passadoNao, nao se desculpou, foi ridiculo. E sem contar q a balada em si é ruim
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The Crown English PubR. Francisca de Queiroz, Sorocaba, SPAgressão verbal a uma moça feminista justamente por o ser. Nos últimos mesesAo procurar por ajuda, o dono do bar disse à moça "Comanda paga, não tenho nada que ver com isso, é só vazar"
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Sinuca da Bambina- Sarreufa ClubRua Bambina, nº141, Botafogo, Rio de Janeiro, RJNo dia 22-02-16 fomos na sinuca da bambina, -Rua bambina, nº141 em Botafogo, que também é conhecida como Sarreufa Club. Estávamos na parte mais interna no bar, onde havia um karaokê e muitos de nós cantavam e dançavam ao som da música.
Estava eu parada na frente do meu namorado (ele atrás de mim, com uma pequena distância) vendo o pessoal cantar, quando de repente sinto uma mão pesada e gorda enfiando a mão dentro da minha bunda. Não foi uma passada de mão; foi uma atitude violenta e corporalmente invasiva. Tomei um susto na mesma hora- dei um pulo! E fui tentar entender o que tinha acabado de acontecer comigo. Nesse mesmo momento vi um homem gordo de meia idade, passar igual um louco na minha frente e ir na direção das meninas que cantavam; ele foi logo em seguida sarrar as meninas que cantavam, que foram corporalmente protegidas por outras meninas, que dançavam junto. Foi tudo muito rápido. Na mesma hora falei: Esse cara passou a mão em mim.
Mas como foi a “big Picture” do acontecimento ? A big picture, foi um grupo de homens entrando igual uns loucos no estabelecimento e um deles enfiando a mão em tudo que via pela frente. Eles estavam acompanhados de mulheres- eles eram gringos (pinta de latino americanos, mas falavam em Inglês), eles estavam acompanhados de dois brasileiros- tinha uma criança de uns 7 anos com eles.
Comecei a puxar as meninas mais próximas, avisar do ocorrido e incentivar uma saída urgente daquele local. O clima era pesado. Resolvi comunicar a alguém do bar o que tinha ocorrido e me virei pra ir embora. Daí se instalou a confusão; falamos com os seguranças, gerente, etc. Quase se instalou uma confusão tremenda, mas consegui enfiar todo mundo em táxis e voltar pra casa. Não vou me desdobrar nos detalhes do acontecimento, pois foi muita discussão e negociação.
Dentre tantas coisas caóticas, me lembro bem do segurança perguntar a minha amiga o que ela queria que ele fizesse. Nessa hora eu entrei no meio, botei a mão no peito do cara e perguntei: O que você faria se se enfiassem a mão no seu cu? Nessa hora ele se prontificou em partir para violência ou expulsar os caras. Pedi que não e falei que eu só queria ir embora e que outras pessoas não passassem mais por isso.
O importante nesse post é:
1)Evitem esse lugar! Existem outras denúncias de assédio, além de roubo, homofobia e ausência de proteção acústica.
2) Os responsáveis pelo estabelecimento, demonstraram preocupação em sanar a nossa insatisfação, mas pelas denúncias de machismo e assédio no local, me pergunto se caso não tivéssemos em um número tão grande de pessoas e acompanhada de homens, se teríamos sido ouvidas. Para dar sustento a essa percepção, vale lembrar que assim que eu cheguei na sinuca e instintivamente sentei na mesa, o gerente do local me tirou da mesa pelo braço, enquanto falava comigo. Ele não me fez um pedido e me aguardou descer, o que obviamente eu faria. Ele saiu me catando.
Nos últimos mesesNão, tive nenhuma reposta das minhas reclamações via fcebook. O lugar tem outras denuncias de assédio e machismo.
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Clash ClubRua Prof Ernesto de Souza Campos, 28, SPIsso aconteceu há uns anos já, e foi a primeira balada que fui na vida. A cada 5 passos que eu dava algum cara me puxava pelo braço tentando me beijar ou passar a mão na minha cintura. SEM EXAGERO ALGUM. Um cara foi tão insistente que tive que inventar que tinha namorado e ele estava me esperando no bar. O mais engraçado foi que fiquei com a impressão de que isso acontecia em todos os lugares e para minha surpresa - não. Entre dois e três anos atrásNão recorri a ninguém.
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Beco 203 Porto Alegre. Cidade baixa Estávamos nessa casa noturna, que é um bar bem alternativo, era uma festa "neon" e haveria uma pessoa fazendo maquiagem, logo fomos para a fila, eu minha irmã e uma amiga, tinha um homem machão tentando furar a fila e não deixamos, aí o cara começou a assediar minha irmã, a encostar nela e minha amiga estendeu o braço entre eles dois, aí o cara encostou o rosto no rosto da minha amiga e ficou gritando coisas horríveis com ela e ele ia agredir ela fisicamente. Eu me meti, e falei que ele era muito macho por gritar com uma mulher, que era pra ele procurar alguém do tamanho dele ou me bater ali mesmo! Disse isso e ia embora, antes que eu pudesse me virar, o cara soltou um CATARRO na minha cara e na da minha irmã. Cuspimos de volta. Ficamos chocadas, nos sentimos humilhadas e desrepeitadas. Chamamos os seguranças e eles não queria fazer nada com a situação. Eles viram toda a situação. Estávamos indignadas, a mulher do cara veio falar comigo e eu disse a ela que ela era mulher também e não deveria ficar com um homem que cospe na cara de mulheres! E a mulher ficou me xingando, me chamando de puta e vadia. Retiraram o cara e queriam expulsar nós da festa também, (já íamos sair mas estava muita gente fora do bar pra nos agredir fisicamente e gritando muitos xingamentos), estávamos com medo de sair e a segurança que era mulher, falou que não devíamos ter feito nada e ficado quietas! Ela me empurrou até a saída. Meu namorado conhecia alguém que trabalhava no bar, e deixaram a gente permanecer no local até um táxi chegar só por este motivo. Porque se ele não conhecesse ninguém, com certeza hoje estaria em um hospital, além dos ferimentos psicólogos que adquiri. O pessoal do bar nada fez, além de empurrarem nós até a saída, não conteram o agressor e não interviram na situação. Nos chamaram de loucas e exageradas! Nunca me senti tão desrepeitada e ainda me colocaram o peso todo da situação nas costas. Como se a culpa fosse minha. De ter um cuspe na cara. Mas foi na minha. Não na deles. 12/03/2016Funcionários mal educados, queriam expulsar todo mundo, empurrando, sendo agressivos. Só nos deixaram ficar na porta porque um conhecido trabalhava lá, o que é o cúmulo. Não quiseram ouvir o que de fato tinha acontecido. Acredito que precisaria de câmeras, talvez até tenham.
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Woods São PauloR. Quatá, 1016 - Vila Olimpia, São Paulo - SP, 04546-045Um cara na área do camarote me puxou pelo braço e tentou me dar um beijo à força. Eu me esquivei dele, mas ele me pegou pelo braço e me "prendeu" na parede. Consegui escapar dele novamente e dei um tapa/soco (não me lembro ao certo) no rosto ele pra me esquivar e continuar andando. Ele pegou meu braço e torceu para trás do meu corpo, me segurando, me xingando e dizendo que ninguém batia nele. Eu consegui bater novamente para me soltar quando um segurança apareceu. Eu reclamei pra ele, contei o ocorrido, mas o segurança simplesmente cumprimentou o cara e disse que não podia fazer nada. Indignada, peguei minhas coisas pra ir embora e fui falar com o chefe da segurança. Ele olhou pra mim e disse: "são 4h da manhã e você ta vestida assim, esperava o que?". Com raiva, joguei a comanda nele e disse que não ia pagar nada que tivesse sido consumido. Ele ameaçou chamar a polícia e eu disse que ele podia chamar que eu faria um BO contra a casa e o cara. Naquele momento, ele me liberou sem que eu precisasse pagar, mas o acontecimento ficou impune. Entre dois e três anos atrásNão fez nada naquela noite - ao contrário, me insultou. Não fiz nenhuma reclamação posterior, infelizmente.
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Shed Western Bar CuritibaRua Bispo Dom José, 2258, Batel, Curitiba/PREstava com meu namorado e mais um grupo de amigos na balada. Em torno de 3h da manhã, no auge da festa, começou a tocar a música Anna Julia e eu e mais duas amigas começamos a cantar e pular abraçadas. Nesse momento, senti uma mão passando na minha bunda e, quando olhei, vi que era um menino que estava na balada. Quando fui falar com ele, muito brava, meu namorado já estava falando, mas sem brigas e nem nada, e o menino pediu desculpas e ficou tudo relativamente bem. Porém, o amigo dele, bebado, ficou muito bravo e veio tirar satisfação com o meu namorado. Nesse momento, os seguranças chegaram e levaram eu e meu namorado para o caixa, como se estivessem nos expulsando da balada. Eu fiquei muito brava e comecei a argumentar que quem eles deveriam tirar era aquele grupo pois o menino havia me desrespeitado. Não dando em nada, pedi para chamar o gerente. Quando o gerente chegou, além de ele me deixar falando sozinha e simplesmente fingir que eu não existia e nem querer ouvir o que tinha acontecido, virou para o meu namorado e disse: "Não venha com a sua namorada aqui. Aqui não é lugar de casal e essas coisas podem acontecer". Fiquei muito brava e disse que mesmo solteira nenhuma mulher deveria passar por isso e que era um absurdo eles consentirem com isso! Mas o gerente simplesmente virou as costas e foi embora. Então, os seguranças nos "deixaram" voltar para a festa (como se estivessem fazendo um favor), mas ja nao tinha mais clima. Voltamos apenas para nos despedir dos meus amigos e ir embora. Quando encontrei minha amiga perguntei se algum segurança conversou com o menino e ela disse que não, que ele ficou lá no mesmo lugar, bem tranquilo e feliz. Nojo!Ano passadoNão, foram coniventes com a situação.
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Aloha Beach BarBalneário de Shangri-lá Litoral do Paraná - Nós, em três amigas, nos deslocamos de um balneário vizinho para festejar os finalmentes de 2015 (lembro perfeitamente, terça feira 29/12), minhas 2 amigas são da região, e eu de fora. Estava super animada por conhecer lugares diferentes e logo mais comemorar meu aniversário (31/12), mas o presente ganho foi a lembrança mais uma vez de quão insuportável é ser MULHER nesse mundo. Estávamos conversando tranquilamente, quando reparamos algo errado acontecendo na mesa de frente pra nós. Havia um cara, que enquanto nos olhava, passava mão em suas partes intimas. Com muita descrição procurei a mulher responsável pela entrada/preenchimento das comandas, ela prontamente chamou a segurança e falou que tomaria atitudes. Então fizemos um joguinho combinado entre nós (eu ela e a segurança), então mandou um segurança pra ficar de guarda costas, e caso ele visse algo, poderia fazer algo a respeito. Bem o segurança fingia que não via o que acontecia, quando o cara tornava a passar a mão, o segurança virava o rosto e cuidava a parte do bar que fica de frente p/ rua. Por fim, veio um outro homem falar com nós, que até aonde sabemos era um dos responsáveis do estabelecimento. Contamos novamente o acontecido, e ele falou que NÃO PODERIA FAZER NADA A RESPEITO, QUE ISSO NÃO ERA DE RESPONSABILIDADE DO LOCAL, E QUE UMA SITUAÇÃO DESSAS SERIA RUIM PARA O ESTABELECIMENTO. Como, é óbvio, que o cara NÃO PAROU o que estava fazendo, esse homem responsável pela casa, resolveu que trocaria A NOSSA MESA (onde estava eu e minhas 2 amigas). Pq sim, dessa forma resolveria o problema..já que né, a culpa dessa atitude horrenda desse cara patético era simplesmente de quem? Nossa, de nós mulheres. Desprezível. Nos últimos mesesSe desculpar não seria o bastante, em uma situação dessas são outras as medidas cabíveis a serem tomadas. NÃO, o estabelecimento preferiu preservar o nome em ''favor da moral e bons costumes do local'', preferiu ganhar 5 pila a mais pela cerveja que esse cara abominável consumia, do que realmente nos auxiliar. A única pessoa que quis nos ajudar foi a mulher responsável pela entrada/preenchimento das comandas, que prontamente chamou a segurança verificar, e ACREDITOU no meu relato. Isso porque, acredito eu, pelo fato de que elas são mulheres tbm. Do contrário... NÃO, NÃO, NÃO. Triste.
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ObraAv independência 936 Porto Alegre RS - Antigo Anexo B.São muitos, eu já sofri agressão duas vezes, em uma delas levei um chute pq pedi pro cara parar de roçar em mim, e a casa não fez nada e na última vez uma amiga minha disse não pra um cara e ele deu um mata leão nela e mordeu a cabeça dela. Falei direto com o dono e ele não fez absutamente nada. Nos últimos mesesOs segrurancas conversaram com os caras e deixaram eles voltarem pra festa e eles seguiram abusando de outras meninas.
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BahremRua 144, esquina com 137, nº 716 - St. Marista
Goiânia / Goiás
Fui ao Bahrem a umas duas semanas atrás acompanhada da minha irmã para encontrar com algumas amigas. Mesmo tratando-se de um bar grande, as mesas ficam muito próximas. Bem, sentamos a mesa e mal começamos a conversar o cara da mesa ao lado puxou a minha irmã pelo pé da cadeira para o lado dele, puxei ela e a cadeira de volta e olhamos com a cara feia para ele e a noite seguiu. Algum tempo depois o mesmo cara puxou a minha cadeira da mesma forma que puxou a da minha irmã, fui incisiva que NÃO QUERIAMOS NADA COM ELE e voltei a cadeira para o lugar não satisfeito ele me PUXOU PELO CABELO e insistiu para conversar comigo, como continuei não dando moral ele decidiu me chamar de marginal devido as minhas tatuagens. Um amigo dele depois veio me pedir desculpas e o tirou de perto da gente, mas ele continuou a nos olhar mas logo começou a fazer o mesmo com uma loira que estava na mesa de trás como a mesma estava acompanhada a "PAQUERA" foi um pouco menos agressiva mas como a moça não deu moral ele e o amigo começaram a chamá-la de "FEIA" e "VELHA" o que desencadeio a raiva do namorado da moça que colocou medo nos babacas e eles foram embora do bar. Moral da historia: o local é cheio de garçons e estávamos perto dos seguranças, mas ninguém fez absolutamente nada, a unica coisa que controlou o machismo foi outra reação machista e agressiva. Nas últimas semanasNada, esse tipo de coisa é na verdade bastante comum para o lugar. Onde muitas vezes ouvimos gracinhas dos clientes, garçons e seguranças.
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Ônibus 464 no RJRua Do Riachuelo, 330 - Centro - Rio de Janeiro - RJEu estava sentada próxima à janela do ônibus, e eu tinha 19 anos. Hoje, tenho 39. Eu ia do Centro para o Shopping Rio Sul, em Botafogo. Eu estava vestindo uma calça jeans e uma camiseta amarela. Eu sempre fui tímida. Ao meu lado, sentou-se um rapaz que deveria ter uns 25 anos. Ele era branco, vestia-se adequadamente (camisa, jeans, tênis ...) e parecia ser estudante. Não me lembro do rosto, pq como eu estava sentada ao lado, eu não tinha condições de vê-lo direito. Fiquei olhando a vista pela janela e percebi que o ônibus ficou cheio. Quando um homem se sentava ao meu lado, num ônibus, eu tinha o hábito de jamais encará-lo, para não parecer para ele que eu poderia ter algum interesse. Isso sempre me causava um desconforto. Então, eu sempre passava toda a viagem olhando fixamente para a janela ou para frente, no máximo. Eu segurava a minha bolsa no meu colo, quando o ônibus entrou em um túnel próximo ao meu ponto. Tudo ficou escuro, e foi neste momento que o tal rapaz, muito rapidamente, meteu a mão no meu peito direito. Ele enchei a palma da mão dele toda na frente do meu peito! E ficou ali, calado, por uns 2 segundos, o que para mim pareceram 2 horas. Mesmo depois de passados 20 anos, eu jamais me esqueço do susto e do absurdo de ver a mão de um estranho sobre o meu peito, mesmo que acima da camiseta. Eu gritei, ele rapidamente tirou a mão, se levantou e se enfiou em meio aos demais passageiros até sair do ônibus. Não sei qual era o rosto dele. Imagino que nem ele sabia qual era o meu. Gritei e falei bem alto para todos que estavam perto, ingenuamente, o que ele tinha feito, mas ninguém fez nada! Nada!!! Só olhavam para mim. Ninguém falou nada. Saí do ônibus me perguntando o que eu tinha feito de errado para este rapaz ter feito isso. Era a minha camiseta? Eu estava com o sutien errado? Eu era virgem, nunca tinha namorado e era ingênua. Há muito tempo fiquei com esta pergunta na cabeça, sem uma resposta. Hoje, com quase 40 anos e mãe de um menino de 11, sei o que houve. Isso é cultural. Há "homens" que se sentem mais "homens" se derem vasão aos seus instintos de predador, de "macho". Não sei o que este cara imaginava que ia ganhar com isso. Será que esta cena patética lhe deu prazer? É tão absyrdo que até hj eu fico espantada que isso tenha ocorrido comigo.20 anosNem o motorista, nem o trocador e nem os passageiros fizeram qualquer coisa. Nenhuma reação. Me senti bem só.
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Gutes BierRua MArecha Arthur da Costa - Igrejinha / RSO Bar teve a ousadia de postar em sua fanpage
"Nesse exato momento a proporção está de 10,66 mulheres para cada homem aqui na Gutes!😳😳😳
SIMM! Está é uma estatística verdadeira, não estamos brincando!
Rapaziadaa! Não marquem bobeira! Música boa, cerveja gelada e mulher bonita é aqui!
Só um pouquinhoo...nesse momento o número acabou de subir! 12,66 pra 1 agoraa! 😬😬
https://www.facebook.com/gutesbierigrejinha/reviews
Nos últimos mesesQuestionei e eles excluíram a postagem, mas como eu havia salvo recoloquei na avaliação, pois ali não poderiam retiram, justificaram com mais machismo, desisti de responder... Mas segue o link do lugar...https://www.facebook.com/gutesbierigrejinha/reviews
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Boteco do AndréCampinas, são paulouma amiga esse fim de semana foi no Boteco do André, em Joaquim Egídio: Um cara a chamou pra dançar, porém ela recusou, ele insistiu pedindo então um beijo, alegando que era um favor que ele fazia a ela, porque ela iria ficar "solteirona", ela continuou negando até que ele a empurrou e levantou a mão com o punho fechado. Até que um dos amigos dela seguraram o cara, mas logo em seguida o segurança do bar segurou o amigo dela que tentava protege-la... O agressor saiu do bar e então ela foi tentar chamar a polícia, mas não deixaram! Quando então conseguiu falar com o policial, o mesmo disse que só podia fazer algo depois que ela registrasse o Boletim de Ocorrência, mas para isso, ela precisava saber o nome do agressor. Nisso chegou outra vez o segurança dizendo que antes dela sair do bar, ela precisava pagar a conta se não o dono do bar a processaria e que era pra ela nunca mais voltar ao bar.
Enfim, isso é só um resumo de tudo que houve.
Nas últimas semanasNão... Os funcionários impediram que ela chamasse a polícia e ainda ameacaram processar ela porque ela saiu pra fora do bar antes de pagar a conta(no intuito de chamar a polícia)... Sendo que o agressor eles permitirm que fossem embora. Até agora, só dps de muito postarem na fanpage do bar é que o dono passou o whats dele pra eles conversarem, mas nem desculpas pediu.
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Boteco do AndréRua Heitor Penteado, 1049, Joaquim Egídio - Campinas, SP.Sábado dia 23/04/16 fui no Boteco do André (Rua: Heitor Penteado, 1049 - Joaquim Egídio/SP) com alguns amigos. Já estávamos quase indo embora quando um homem alto, grande e nitidamente mais forte do que eu se aproximou e me chamou pra dançar. Quando eu disse que não queria ele falou que era para eu beijá-lo então... Apenas respondi que não iria dançar com ele e que também não queria beijá-lo. No mesmo instante, começou a me ofender verbalmente e fazer gestos obscenos com as mãos (que remetiam a atos sexuais). Disse que eu ficaria “solteirona” e que “estava precisando de sexo”...
Me senti muito nervosa com a reação deste homem que se aproximava cada vez mais de mim (completamente bêbado, o que me assustou). Quando fui me defender deste individuo, ele veio para cima de mim e me empurrou com força. Minha amiga entrou na frente a tempo de frear um soco que ele estava prestes a acertar em meu rosto. Meu amigo tentou segurar o homem, no entanto, foi impedido por um segurança do bar que o segurou pelo pescoço e o arrastou para fora do estabelecimento.
Tentei acionar a polícia de diversas formas. Quando pedi o endereço do local, os funcionários se negaram a me informar. Me instruíram a conversar com alguns policiais que estavam na frente do bar. Quando tentei seguir essa instrução, fui barrada por um dos seguranças que se localizava na porta que demonstrou indiferença com a situação, dizendo que eu só poderia sair de lá pagando a conta.
Insisti e consegui conversar com a polícia. No entanto, não me ofereceram nenhum tipo de ajuda, alegando que só poderiam tomar uma atitude mediante registro de um boletim de ocorrência (mas que para isso eu deveria saber o nome de meu agressor).
Enquanto isso, diante do tumulto, o agressor aproveitou para ir embora, não sendo impedido nem pelo segurança e muito menos pela polícia, que simplesmente o deixaram partir.
Quando me deparei com esta situação, resolvi encontrar uma forma de detê-lo, já que ninguém mais o fez. Tentei chamá-lo, porém fui novamente impedida pelo segurança, que segurou com força meus braços, me imobilizando, agindo sem pensar e demonstrando nenhum preparo emocional.
Para finalizar, ainda fui ameaçada por um segurança a paisana que veio falar comigo: me constrangeu dizendo que eu deveria voltar para pagar a conta, caso contrário, eu seria processada pelo dono do bar. Relatei novamente o ocorrido a ele que me disse que não poderia fazer nada, que eu deveria me retirar e tomar as providências que eu bem achasse cabíveis, mas que não poderia fazer nada por mim, muito menos me informar o nome do agressor.
Após isso, exaltado, o gerente do bar disse que eu nunca mais entraria no estabelecimento (como se depois de toda essa humilhação, eu fosse querer retornar ao local).
Me senti humilhada, frustrada e impotente nesta situação. Fui agredida por alguém que nunca vi na vida e fui constrangida pelo estabelecimento, que deveria ter agido com um mínimo de respeito e decência, ao invés de demonstrar tamanha falta de preparo e indiferença.
Deixei minha indignação registrada na página do Facebook do Boteco do André, que não retornou e muito menos deu satisfação ou se redimiu diante do ocorrido. O bar não tem nenhum procedimento de revista na entrada, o que possibilita que qualquer pessoa entre armada, o que pode gerar um transtorno ainda maior.
Quero deixar este relato como uma forma de alertar as pessoas sobre a postura desprezível que lidam com esse tipo de situação. Hoje, fui eu agredida e humilhada. Amanhã será outra mulher que passará por isso? Quantas vezes mais será atribuída a culpa as vítimas, apenas por serem mulheres? Quero ser livre e respeitada aonde quer que eu vá, como qualquer cidadão, independente de seu gênero! https://www.facebook.com/botecodoandreoficial/?fref=ts
Nas últimas semanasNão se desculpou. Deu um número de telefone para entrar em contato. Não se posicionaram publicamente de nenhuma maneira.
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MerceariaR. Rodesia, 34 Um garçom jogou no chão o balde com cerveja de uma cliente só porque ela não queria pagar os 10%. Neste dia, o atendimento estava péssimo. Juntou uma galera em volta dela e ele indo para cima dela, apontando o dedo e a xingando, dizendo que ela era playboy, maconheira e a mãe dela era uma puta. Nas últimas semanasChamamos o gerente e ele não fez nada, apenas disse que ela não precisava pagar os 10%. Ele não pediu desculpa e um dos frequentadores foi pedir desculpa PARA O GARÇOM.
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Órbita Bar R. Dragão do Mar, 207 - Praia de Iracema, Fortaleza - CEo caso de assedio nao foi comigo mas com uma menina q frequentava o local e foi beijada a força la por um cara, ela expos o ocorrido na pagina do fb e as pessoas ajudaram e denunciaram o bar pra q eles tomassem alguma atitude, ja q nao fizeram nada na hora e o segurança nao expulsou o cara, e sim a menina. nao é o primeiro caso de assedio q acontece la, ja ouvi falar de outros, o bar é famoso por essa negligenciaNos últimos mesesna hora eles nao fizeram nada e a menina fez escandalo pra q tirassem o cara de lá e nao tiraram, só depois q ela expos no fb foi q a pagina veio se desculpar e entrar em contato com ela, nao foi satisfatorio.
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Escritório (estúdio) rua da constituição, n64 centro do rio, rjassédioNos últimos mesesTodos foram coniventes.
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Coletivo MachinaRua do resende, n°82, lapa. rjAgressão físicaNos últimos mesesConiventes ao agressor
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Bar da CachaçaAv. Mem de Sá, 107 - Centro, Rio de Janeiro - RJAgressão lesbofóbicaNos últimos mesesForam agressores também
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Coletivo MachinaRua do Rezende, 82-B, Lapa, Rio de JaneiroTrabalhei e produzi eventos sem receber remuneração (broprieting) e fui agredida, vítima de violência doméstica física e psicológica, por um dos sócios do local (Marcelo Renovato), com quem fui casada, tendo que acionar a Delegacia de Mulheres para denunciá-lo e tentar garantir a retirada de meus pertences do nosso apartamento com o mínimo de segurança.Nos últimos mesesO agressor não reconhece o crime, assedia amigas e amigos próximos buscando desmentir os fatos, além de toda a equipe ser conivente com o processo de silenciamento.
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Bar Sofá da HebeRua da Lama, Jardim da Penha - Vitória - ESfrequentava o bar há uns bons anos, e um dia na brincadeira perguntei quando ia rolar uma cerveja de graça e o dono me respondeu "só quando você me der o que eu quero", uma amiga já pediu papel higiênico e o mesmo disse "isso mesmo, tem que cuidar pra nós", uma outra amiga estava lá sentada um dia e um dos garçons chegou agarrando ela por trás do nada.Nos últimos mesesNão, eles nem fazem questão.
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Bar do Juarez - PinheirosR. Dep. Lacerda Franco, 642 - Pinheiros, São PauloO garçon chegou até nossa mesa, com mais de 30 pessoas, e disse que aquele era "um bar de família". Quando pedi para falar com o gerente, todos os responsáveis sumiram - incluindo o gerente que convenientemente não estava no local.Entre dois e três anos atrásNão se desculpou e os garçons, caixa, etc, continuaram agindo com descaso, mesmo com a reclamação.
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Espetinho da Praça RooseveltPraça RooseveltEu vi o garçom dar um tapa da cara de uma menina.Entre dois e três anos atrásDisse que a culpa era da mina, que estava alterada e agrediu o garçom
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Soul PubR. 146, 350 - St. Marista, Goiânia - GO, 74170-090Equipe do estabelecimento demonstrou homofobia e tratou um grande grupo de homossexuais com hostilidade. Entre dois e três anos atrásDona do local disse que "até tem amigos gays", citando inclusive o dono da boate LGBT mais GGGG de Goiânia. Manteve o posicionamento agressivo contra os rapazes com quem aconteceu o problema.
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blitz hausRua Augusta - Sâo PauloUma vez estava com minha namorada da época de mãos dadas, muitos homens a paravam querendo ficar com ela e ficaram em cima uma hora que demos um beijo. Outra vez um cara ficava mexendo comigo toda vez que eu passava, percebendo que eu não dava atenção, começou a pegar no meu braço e uma hora puxou o meu cabelo. Eu já sabia que não adiantava reclamar com os seguranças, dei um tapa nele.Entre dois e três anos atrásNão cheguei a denunciar, mas já presenciei descaso em muitas situações.
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The Wall Café13 de maio número 152, Bexiga, São Paulo SPEstava já no final da balada, um cara acenou pra mim. Eu estava indo ao banheiro feminino e meu namorado ao banheiro masculino. Sim. Estávamos juntos. E o cara ainda assim fez gracinha pra mim. Meu namorado foi ao banheiro masculino e eu entrei no feminino. Pra minha surpresa qdo saí vi que o babaca estava tbm dentro do banheiro. Aquele cara ia me assediar, eu tenho certeza disso. Isso não aconteceu porque no momento que saí uma funcionária entrou e disse "Ei, isso aqui é o banheiro feminino!" e ele balbuciou algo como "me confundi". Eu estava lavando as mãos e a funcionária ainda teve coragem de me dizer "Nossa, ele entrou aqui mas esse menino é super gente boa viu?" Fiquei só olhando pra cara dela. Ainda disse que isso era bebida demais. "Gente boa" né? Meu namorado me esperava na porta do banheiro quando saí e então pedi pra irmos embora.Nos últimos mesesA moça que encontrou ele lá comigo quando saí do banheiro defendeu ele, dizendo que era um cara gente boa e ainda finalizou dizendo "ele confundiu o banheiro, olha o que a bebida faz com as pessoas..." Bebida. Rs
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braga burguerrua da má fama, Caruaru, PE fazem publicidade machista (me dei 'bacon' sua mulher ontem), e não me permitiram estacionar na frente do estabelecimento mesmo a rua sendo pública.Nos últimos mesesnão e ainda curtiu o típico comentário "mimimi de feminista"
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Toca restoBraz de Aguiar, próximo a serzedelo - Belém Um rapaz lutador de jiu jitsu espancou uma garota dentro do restaurante, o rapaz é de família rica, o dono do restaurante disse que as filmagens não gravaram o momento da agressão, os seguranças não fizeram nada com o rapaz, e a garota foi retirada da festa.Nos últimos mesesQuando questionado pela mídia disseram que apoiaram a vítima, mas nada fizeram.
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JamesAv. Vicente Machado, 894 - Batel CuritibaA única vez que fui nesse lugar, cerca de 3 anos atrás, fui beijada a força por um cara totalmente aleatório, e a reação das pessoas foi de normalidade. Ninguém levantou um dedo pra me ajudar.Entre dois e três anos atrásNinguém fez nada.
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Meet Dining ClubR. Dr. Marcolino, 1169 - Centro, Patos de Minas - MG, 38700-160O dono da boate reforça abertamente a cultura do estupro em seu perfil do facebook, além de silenciar mulheres que vão contra suas opiniões fascistas. Possui deais reacionários e antifeministas. Nas últimas semanasNão. Se retratou de forma ainda mais silenciadora. Dizendo que sua postagem reforçando a cultura do estupro era apenas uma questão de opinião.
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Bar da Dona Antônia Av. Belarmino Cotta Pacheco, 563 - Santa Mônica, Uberlândia - MG, 38408-168Um cara me encurralou na parede e gritou comigo quando eu recusei emprestar meu isqueiro, já que ele estava forçando amizade depois de fazer uma "cantada" a uma amiga.Nos últimos mesesNenhuma
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Café Del Mar - TeresinaAv. Senador Área Leão - Jóquei, Teresina - PIUm homem bêbado passou a noite INTEIRA dando em cima de várias meninas de maneira grotesca até que tentou obrigar uma menina a beijar ele, que disse não. Já com raiva de ter levado foras sucessivos a noite inteira ele deu um soco na cara dela e sacou um arma e ficou apontando para um amigo que foi ajudar ela. NENHUM segurança fez NADA, ficaram olhando, foram conversar com o agressor que continuou na festa enquanto a menina foi retirada do local. Nos últimos mesesSe desculpou pelas redes sociais no outro dia, o que não justifica permitir um homem armado bêbado dentro do seu estabelecimento assediando todas as meninas da casa insistentemente sem que seus seguranças tomem qualquer atitude e ainda por cima retirar a vitima do local enquanto o agressor continua a curtir sua festa de boa.
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Sinners POALima e Silvaum cara tentou colocar a mão dentro de mim e mesmo pedindo e tirando a mão dele, ele persistiu até rasgar minha calcinha de renda.Nos últimos mesesContei pro segurança e ele não deu muita bola e me disse que eu estava muito bêbada.
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CLUB 688Rua Siqueira Campos, 688. Porto Alegre - RSEstava numa festa lotada com alguns amigos. Quando saí de perto deles para buscar uma bebida passei ao lado de um grupo de homens e um deles apertou minha bunda. Me virei a tempo de ver o homem tirando a mão e xinguei o cara, que me empurrou. Chamei o segurança e nada de efetivo foi feito.Ano passadoFui até o segurança que estava na nossa frente e relatei o caso. Ele me fez esperar um tempão ao lado dele, até chegar o chefe da segurança, pois só ele poderia fazer alguma coisa. Quando o chefe chegou ouvi o segurança que estava comigo falar para o outro "de repente fala com ELA, pq o cara tá sempre aqui". Depois disso o segurança chefe foi me levou até o cara e perguntou se ele me conhecia. Eu disse que eu não o conhecia e que ele havia me assediado, e então o segurança ficou um tempo conversando com o cara. Depois da conversa ele veio e disse apenas que falou para o cara ficar longe de mim, mesmo após eu falando que o que ele tinha feito era assédio, e que continuaria fazendo com outras meninas. Fiquei revoltada, fui embora e nunca mais pisei neste lugar.
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Pink Elephant THE Av. Homero Castelo Branco, 309 - Jóquei, Teresina - PINa inauguração haveria uma festa somente para os sócios (homens ricos da cidade) em que só poderiam entrar meninas previamente convidadas, que teriam direito de levar uma amiga e elas eram proibidas de levar qualquer homem. As meninas que não fossem convidadas deveriam passar por uma seleção dentro da casa aonde uma pessoa analisaria se ela era bonita o suficiente para entrar na festa ou não. Resumindo, os donos acharam que seria uma ótima ideia fazer um cardápio de mulheres para os sócios da casa de show. Além dos casos já conhecido de vídeos de homens transando com meninas claramente bebadas no banheiro. Nos últimos mesesAcham normal e não veem nenhum problema nisso.
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DurangosR. Voluntários da Pátria, 10 - Botafogo, Rio de JaneiroAgressão física a pessoas trans, lésbicas e LGBT em geral. Por parte de funcionários e clientes. Trabalho infantil.Nos últimos mesesAgredir fisicamente.
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ANEXO BARRua do Rezende, 52, Lapa - Rio de Janeiro - RJO dono do bar (Luis) me xingou de puta, piranha, vadia, entre outras coisas. Ele tentou me agredir, me ameaçou de morte e não fez nada mais grave porque pessoas o seguraram quando ele partiu pra cima de mim com o intuito de me socar. Sendo que eu não fiz absolutamente nada, apenas olhei com cara de desdém enquanto ele tentava tirar vantagem da bilheteria de uma festa que amigues organizaram no local.Entre dois e três anos atrásO dono do local foi o agressor, ele é muito machista. Apesar do local ser "gay", o Luis é misógino, lesbofóbico e super normativo. Os outros funcionários (inclusive a sócia dele) não fizeram nada.
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Toca do ArigóRua Crispim Assis Pereira - São Geraldo, Volta Redonda - RJEu trabalhei neste bar e por diversas vezes fui assediada por um dos sócios, por vezes ouvia piadas machistas, já disse que eu poderia chamar amigar para um ménage, já gritou comigo(sendo que o mesmo não agredia seus funcionários homens). Por vezes sai de lá chorando com as inúmeras ofensas que sofri.Ano passadoFui demitida.
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Toca do Arigó - Festa da FirmaRua Crispim Assis Pereira - São Geraldo, Volta Redonda - RJFui agarrada por um senhor muito bêbado, ninguém tomou providências, tive que tirá-lo da festa sozinha e ainda fui ameaçada de morte com testemunhas olhando, inclusive os organizadores da festa.Ano passadoNenhuma.
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Toca do Arigó - Festa CorjaRua Crispim Assis Pereira - São Geraldo, Volta Redonda - RJFui nesta festa ver uma amiga se apresentar, estava dançando quando um cara bem alterado começou a empurrar e machucar as pessoas, uma amiga pediu que ele parasse, ele não parou, essa amiga foi até o DJ(que também organiza a festa) e pediu para ele tomar uma providência e foi ignorada. O agressor veio até mim e chamou todas as mulheres de vadias, então eu pedi para que se afastasse, ai ele começou a me dirigir ofensas e veio pra cima, fiquei sozinha para me defender até que uma amiga percebeu e veio me ajudar. Falamos com o mesmo dj sobre o ocorrido e nenhuma providência foi tomada, fomos ignoradas. Logo depois contei este fato nas redes sociais e fui atacada por todos os organizadores, fui chamada de louca, mentirosa, não recebi nem um pedido de desculpas além de ter sido exposta como caluniadora. Ano passadoNenhuma.
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PullseR. Sen. Pinheiro Machado, 210 - Jardim Amalia,Volta Redonda - RJ,27251-410Fui para uma festa open bar, bebi bastante, me lembro de ter ficado com um cara branco e alto, bebi uns goles do meu copo e depois apaguei, acordei jogada numa rua próxima ao local. Estava com dores, fui ao hospital e fizeram exame de corpo de delito, foi constatado estupro. Não pude prestar queixa pois não sabia quem havia feito tal barbárie. Entre dois e três anos atrásNenhuma.
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Garota carioca DfMais de 30 lésbicas foram impedidas de entrar com o argumento de que não tínhamos nome na lista (mentira). Eles têm várias promoções que as mulheres pagam menos e tem open bar pra facilitar abuso. Boate que comercializa os corpos das mulheres.Nas últimas semanasNão fez nada.
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Clube ChalézinhoAv. Professor Mário Werneck, 520/530 - Estoril, Belo Horizonte - MG, 30494-390Já presenciei vários tipos de assédio lá. Particularmente desta vez, um cara me abordou para que eu ficasse com ele, chegou perguntando meu nome e me chamando de linda.. essas coisas. Disse que não queria conversar. Em seguida ele me puxou pelo braço e disse que eu "tinha sim" que falar com ele. Eu respondi que não e segui andando. Então ele me puxou pelo cabelo me fazendo voltar para sua direção. Saí de lá indignada!Ano passado Não reportei ao estabelecimento.
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Dirty Old ManR. Gen. Lima e Silva, 956 Eu estava com duas amigas quando ocorreu.Estávamos sentadas no sofá no estabelecimento quando um cara alto,magro e barbudo não parava de olhar para nós.Ele se aproximou e colocou a mochila na mesa de centro do sofá - o lugar fica intransitável quando está cheio,então ele estava muito perto de nós.Resolvemos (tentar) esquecer a presença dele,mas não funcionou,ele continuava a olhar em nós.Foi quando eu resolvi ir ao banheiro e na volta ele me ofereceu uma bebida,eu recusei.Outros conhecidos nossos notaram a persistência do cara e perguntamos para uma moça que trabalha ou trabalhava se conhecia o escroto.Ela respondeu que sim e disse que ele era mesmo esquisito - nada justifica.Resolvemos ir para o outro lado do bar,o cara foi atrás e ainda falou pra mim:"não tenho culpa se você é tão bonita",sem dizer que ele pegou o meu braço,nisso eu gritei com ele e sai do direto do bar.O dono do bar não fez nada.Essa foi a minha experiencia com o local, mas além disso,trabalha lá,um escroto que bateu na namorada.Não consigo ir num lugar que o meu drink foi feito por um machista que bateu na mulher.Ano passadoNão,ninguém fez nada
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Cabaret BarRua Voluntários da Pátria 449, BotafogoVi uma menina levar um soco na cara (e cair no chão tamanha a força da porrada) por ter respondido a um assédio enquanto estava na fila para pagar a conta. A casa retirou o agressor e os amigos da casa e eles entraram em um táxi, enquanto a moça e as amigas chamavam a polícia. Quando os policiais chegaram, o agressor e seus conhecidos já tinham partido há muito tempo. Não conhecia nenhuma das meninas e só depois da confusão elas me contaram a história completa: aquele homem havia passado a noite toda assediando o grupo delas; puxando pelos braços, cabelos e tentando tirar fotos por debaixo das saias das moças. Mesmo com várias reclamações aos seguranças e pedidos para conversar com o gerente, nada foi feito pela organização da casa e o homem não foi afastado delas. Ao final da noite, o agressor encontrou uma das meninas na fila e tentou apalpa-la e constrange-la. Nisso ela reagiu, o xingando, e ele socou o rosto dela. Entre dois e três anos atrásA reação do estabelecimento foi vergonhosa: não impediram os assédios do homem a noite inteira e permitiram a sua fuga após a agressão física a uma das mulheres.
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Arena ClubeSetor de Clubes Sul, Brasíliacliente não aceitou a negativa da investida que ele fez em mim e em uma amiga e tentou me bater. Corri para os seguranças.Ano passadoO segurança não fez nada, não se moveu e ainda me xingou dizendo que a culpa era minha e que eu era muito mal educada.
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Festa Drop it like it's HotSQN 212 bloco G ap 503, Brasília, DFFui em duas edições da festa, para nunca mais. A primeira eu recebi cantadas de todos os tipos e alguns puxões de caras que queriam me pegar. Na segunda edição fui acompanhada com um casal de amigas. Em certo momento da noite chegaram uns caras perto da gente e começaram a tirar fotos delas se beijando, rindo e zuando falando coisas do tipo " nossa, beija mais pra eu ver".Entre dois e três anos atrásNão nos pronunciamos a respeito. Nossa reação foi nunca mais frequentar esta festa.
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O'Malley'sAlameda Itu, 1529Isso aconteceu há anos. Sempre gostei de esportes e frequentava o O'malley's por isso. Acompanhava as redes sociais e vi no twitter que ele chamou São Paulinos de "Bambi". Reclamei dizendo: Vocês são um bar de pessoas que gostam de futebol, não deveriam chamar São Paulino de Bambi, é ofensivo.
Ele me respondeu que estava brincando, que Bambi era um animal fofinho, que chamavam Corinthianos de Gambá e Palmeirenses de Porcos.
Eu retruquei que não, que ele não colocou isso no post, ele escreveu Corinthianos, Palmeirenses e Bambis. E que todos sabem que Porco é o mascote do Palmeiras, Corinthianos não gostam de serem chamados de Gambá e Bambi é pejorativo e homofóbico.
Ele continuou me respondendo. Mina, deixa de ser mau comida!
Eu respondi que nunca mais colocaria os pés lá e ele perdeu uma cliente fiel, que levava várias pessoas pra conhecer lá (assim fiz, nunca mais voltei)
E ele finalizou mandando eu ir embora, que quem estava perdendo era eu!

Ainda descobri que quem alimentava as redes sociais era o próprio dono, um irlandês mal educado!
Há uns 6 anosO próprio dono foi grosso comigo. Nunca aconteceu nada.
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Casa da MatrizRua Henrique de Novaes, Botafogo - Rio de Janeiro, RJJá fui assediada e AGREDIDA lá. A primeira vez com um "gravata" por um homem por estar com outra mulher, pois o lugar além de machista é homofóbico, isto porque é teoricamente um lugar ~moderninho~. Após o assédio e agressão, os seguranças nada fizeram e ainda expulsaram minha amiga que tentou intervir a meu favor. O gerente cagou e ainda me desafiou a chamar a polícia (eu dei queixa inclusive pois a agressão foi registrada pelas câmeras da boate mas nada foi feito, óbvio). Depois disso me recusei terminantemente a retornar lá mas por força do destino, dois anos depois acabei voltando e adivinha só, a MESMÍSSIMA COISA, um cara partiu para cima de mim quando recusei seu ~sedutor~ convite de participar do beijo que eu estava dando em uma menina. Os seguranças dessa vez se prontificaram a chamar a polícia mas eu já tava tão puta com o deja vu que só fui embora. A terceira e ÚLTIMA vez que eu que tive estresse lá dentro foi porque me prometeram que a festa era gay, ou seja, porque haveria macho escroto lá? Mas tinha macho escroto tentando forçar barra com gringa bebada que estava mais para lá do que para cá, a gringa me pediu ajuda para se livrar dele, e quando tentei afastar ele dela ele me segurou pelo braço, me empurrou, chamou o segurança (?1?!) e disse que ia me processar por calúnia (!!!). Nem em festa GAY a gente tem paz nesse lugar MERDA.3 situações diferentes relatadas, uma este ano, outra ano passado e outra em 2013 ou início de 2014 provavelmente.Nada fizeram, exceto em uma das três vezes relatadas.
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Beco 203Rua Augusta, 608, São Paulo - SPEstavam os eu e minha namorada comemorando o aniversário do meu irmão, até ai tudo bem! Logo quando chegamos um grupo de moleques( não considero homens) ficou nos encarando e chegaram em nos duas, com aquela famosa abordagem a força! Saímos de perto, soltando nossos pulsos das mãos deles.
Não satisfeitos, no final da balada, encontramos com eles novamente, so que devido ja ao consumo execessivo de álcool, foram mais agressivos que anteriormente. Um deles passou por nÓs, enfiando e esfregando o copo de bebida na cara da minha namorada, derrubando toda a bebida no rosto e na roupa dela. Ela simplesmente protegeu seu corpo com os braços e afastou o babaca, que continuava indo pra cima dela, ele por sua vez se sentiu ofendido por uma mulher estar "empurrando ele" e lembrou do fora no começo da balada, e simplesmente virou um soco na cara dela!!!!! Bom, nos ao contrários da maioria da mulheres, não costumamos levar desaforo pra casa. Pegamos e revidamos a agressão sem dar chance pra q ele se defendesse. Resumindo: fomos expulsas da balada, ninguém quis ao menos saber o que houve, e os "bonitões" permaneceram lindos como se fossem as vítimas.
Esse lugar é um lixooo!! Não foi a primeira vez que passei por essa situação e minhas amigas e amigos ha passaram por isso tbm.
Nos últimos mesesNada! Nós expulsaram! E nem se quer perguntaram o que havia acontecido!
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Café RacerRua Aymores, Carmo - Sete Lagoas/MGjMeu marido ficou conversando com amigos enquanto me sentei à mesa. Aguardei o atendimento e nada. O dono que também é o atendente do bar só atendeu à minha mesa depois que o meu marido se sentou. Depois disso ele nos atendeu de forma que ficava de frente pro meu marido e me atendendo de costas, pela nossa posição na mesa. Me senti desrespeitada e desvalorizada. Nunca fui tão mal atendida.Nos últimos mesesEle pediu desculpas APENAS para o meu marido e não pra mim.
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Bar do Pingo R. Floriano Peixoto, 1234 - Centro, Santa Maria - RS.Um desentendimento por conta de uma comanda já paga e entregue para o segurança mas que foi indevidamente pedida novamente na saída do bar. Em meio a discussão sobre, o segurança em tom jocoso e ameaçador disse para a menina: "como você eu já matei mais de uma". A misoginia não acabou nem com o gerente ter sido chamado, esse ainda falou: "ele (o segurança) já matou mas cumpriu sua pena".Entre dois e três anos atrásNão ocorreu nada. No momento da situação o gerente foi chamado mas não fez nada, inclusive, fortalecendo a misoginia.
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Mercado Pirata - MPBC Rua Quatrocentos e um n• 111
Balneário Camboriú, SC
Assédio por parte dos atendentes em mim e minhas amigas, após algumas investidas e a gente negando dar bola aos assédios, começamos a ser hostilizadas e sofrer todo tipo de grosseria machista. Até mesmo o atendimento mudou totalmente porque a gente não deu moral para eles, na hora de pagar novamente sofremos grosserias absurdas e o responsáveis pelo caixa e portaria estavam notavelmente alcoolizados e soltando todo tipo de "piadinha" opressora machista. Nas últimas semanasGrosserias e mais grosserias - Absurdo!
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Clube SilêncioRua João Alfredo, 449. Cidade Baixa.
Porto Alegre, RS
Um funcionário chamado de Edmar me silenciou quando fui fazer uma reclamação referente ao jeito que ele estava tratando minhas amigas que estavam subindo no palco. Primeiro ele me deixou falando sozinha e eu pacientemente fui atrás e nisso esse funcionário me chamou de gostosinha e disse: Vai fazer o que hein gatinha? Me demitir? Nos últimos mesesFalei com os seguranças pedindo para conversar com a gerência, mas a gerência "supostamente " não estava e não consegui ser ouvida por ninguém da casa.
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SinnersRua General Lima e Silva, Porto AlegrsUm homem que aparentemente estava sozinho na festa, estava encostado na parede e, enquanto bebia, passava a mão nas meninas que passavam por ali ou tentava agarrá-las para beijá-las a força. Não gostei da atitude e disse para ele deixar as meninas em paz. Ele se enfureceu e me ameaçou. Procurei a produtora da festa, que chamou os seguranças e relatou o ocorrido, eles expulsaram esse homem da festa.Nas últimas semanasExpulsaram o machista da festa.
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Citibank HallAv. das Nações Unidas, 17955 - Vila Almeida, São Paulo - SPFui assediada por um cara muito bêbado que ao receber uma resposta negativa e meu pedido para se afastar, ficou descontrolado e me deu um chute.Nas últimas semanasReclamei com um segurança que disse que nada poderia ser feito, mesmo com a marca em minha perna. Continuei reclamando e ele somente me deu acesso a uma porta que estava bloqueada para não ter que passar novamente em frente ao agressor.
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Sotero cozinha originalRua barao de tatui, 282Um amigo que estava com outros dois amigos - que eu nao conhecia - me chamou para beber uma cerveja nesse bar - moro proximo do local. Um dos amigos virou um monstro quando me viu. Falou absurdos de baixo calão de todo tipo, com conotações sexuais e que me inferiorizava como mulher, gesticulou como se estivesse trepando, importunava pessoas que estavam no bar perguntando qual delas era o corno ou corna do meu namorado/namorada, tentou encostar em mim umas 20 vezes - mesmo eu e meu amigo pedindo para ele parar. Por fim, passou a mao na minha perna. Joguei tudo o que tinha em cima da mesa em cima dele. Isso foi numa das mesas na calçada do bar, com todos os presentes ouvindo - era sabado a noite. O garçom se incomodou com a reação desse cara mas nao disse nada em nenhum momento. No dia seguinte, decidi fazer um BO contra essa pessoa e voltei ao bar para saber se eles poderiam confirmar o tumulto e importunação que sofri caso a policia passasse por la pra confirmar a minha versão - e a do meu amigo, que foi minha testemunha - e o mesmo garçom que havia se incomodado na noite anterior disse que nao podia fazer nada e nem ia confirmar historia alguma porque tinha medo de perder o emprego. E que nao adiantaria falar com ninguem do bar, porque para eles era como se não tivesse acontecido nada. 2a quinzena de Nov/2016Foi complacente e o garçom presente disse que nao confirmaria minha historia nem seria testemunha por medo de perder o emprego. Disse que nao adiantaria falar com ninguem do bar porque para eles era como se nada tivesse acontecido.
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Toca do Plácido
Rua Fiscal Vieira, S/N - Joaquim Távora, Fortaleza - CE,
Agressão verbal com conteúdo machista feita pelo dono do bar.
Depoimento da vítima (nos comentários do post podemos ver outros relatos e comentários negativos):
https://www.facebook.com/vanessa.borges.9/posts/1328359780564892
Nos últimos meses
O dono do bar publicou na página do estabelecimento uma nota onde afirmava que a vítima tinha criado a confusão com o intuito de aparecer.