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1 | PREFEITURA MUNICIPAL DE SÃO PAULO PROPOSTAS E CONTRIBUIÇÕES - CONSULTA PÚBLICA DO PLANO URBANÍSTICO PARA REQUALIFICAÇÃO DO PARQUE DOM PEDRO II | |||||||||||||||||||||||||
2 | Consulta pública disponível entre os dias 15/02/2022 a 14/03/2022 na plataforma Participe+ | |||||||||||||||||||||||||
3 | ID | Data de criação | Autor (a) | Proposta | Resumo da proposta | Texto da proposta | Está previsto no Plano Urbanístico de 2011? | Resposta PMSP | ||||||||||||||||||
4 | 3114 | 2/17/2022 | andreleitearaujo | Incentivo a pequeno comércio | Instalar quiosques no parque | Estabelecer comércio como quiosque de comida, banca de jornal, sorveteria, etc no interior do parque, como forma de oferecer segurança e possibilidade de permanência dos visitantes no parque. | Não previsto | A proposta de instalar pequenos comércios no interior do Parque Dom Pedro II, assim como a manutenção dos estabelecimentos não foram previstas no Plano Urbanístico elaborado em 2011. No entanto, a Prefeitura de São Paulo compreende a necessidade de estimular o comércio local e garantir a segurança das pessoas que ali transitam. Portanto, a sua proposta será avaliada para identificar a viabilidade da sua inclusão ou modificação na nova etapa de desenvolvimento e revisão do Plano Urbanístico do Parque Dom Pedro II, que será apresentado futuramente para a população. | ||||||||||||||||||
5 | 3115 | 2/17/2022 | andreleitearaujo | Piso permeável | Nas áreas de pedestre, instalar piso permeável | Para evitar problemas como o asfalto dentro do Parque do Ibirapuera, utilizar piso permeável nas áreas de circulação de pedestres. | Não previsto | A proposta de instalar piso permeável nas áreas de circulação de pedestres do Parque Dom Pedro II não foi prevista no Plano Urbanístico elaborado em 2011. No entanto, a sua proposta será avaliada pelos entes da Prefeitura que incidem nesta temática para identificar a viabilidade da sua inclusão ou modificação na revisão Plano Urbanístico do Parque Dom Pedro II que será apresentado futuramente para a população. | ||||||||||||||||||
6 | 3116 | 2/17/2022 | andreleitearaujo | Túneis e espaço subterrâneo | Aproveitar as intervenções subterrâneas para veículos | Provavelmente um dos maiores ganhos do projeto é a remoçao dos viadutos que cortaram o Parque. A mobilidade de automóveis ainda pode ser feita em túneis ou, em menor escala, em pontes no nível da rua (assim como foi no Parque antigamente, quando a Avenida Rangel Pestana cruzava o parque). A esse respeito, o projeto parece indicar que haverá pontes/avenidas que atravessam a área verde do parque. Como será a relação com pedestres? Para cruzarem as avenidas haverá semáforo/faixa de pedestre? Ou os carros serão "rebaixados" em um túnel para que os pedestres tenham uma área caminhável sem obstáculos? De modo mais amplo, poderiam aproveitar as mudanças para transformar o viaduto da Radial Leste em túnel também. Também sobre a área subterrânea. O terminal intermodal será parcialmente subterrâneo? Se sim, evitaria criar mais um prédio de grande porte que quebra a escala humana no parque. | Previsto parcialmente | As soluções de desenho urbano para garantir a travessia de forma segura dos pedestres pelas vias que cruzam o Parque Dom Pedro II, indicadas no Plano Urbanístico elaborado em 2011, serão analisadas e detalhadas na etapa de desenvolvimento e e revisão do Plano Urbanístico que será apresentado futuramente para a população. As propostas apresentadas serão avaliadas durante a fase de revisão e desenvolvimento do Plano Urbanístico. | ||||||||||||||||||
7 | 3117 | 2/18/2022 | andreleitearaujo | Atividades | Infraestrutura para lazer e eventos | Na área que ficará disponível com a remoção dos viadutos e do terminal de ônibus, haverá alguma infraestrutura para eventos, como shows, ou quadras de esportes, espaços para redes. Tendo como referência algumas estruturas que foram construídas recentemente no Parque Augusta. | Não previsto | A proposta de instalar infraestrutura para lazer e eventos no Parque Dom Pedro II não foi prevista no Plano Urbanístico de 2011. No entanto, a Prefeitura de São Paulo compreende a importância de promover acesso à lazer e cultura nos espaços públicos. Portanto, a sua proposta será avaliada para identificar a viabilidade da sua inclusão ou modificação na fase de revisão e desenvolvimento do Plano Urbanístico para requalificação do espaço público que será apresentado futuramente para a população. | ||||||||||||||||||
8 | 3118 | 2/23/2022 | Bruno Otsuka | Retirar alça de acesso do viaduto Glicério | Retirar a alça de acesso da avenida do Estado sentido Marginal para o viaduto do Glicério. Os carros sentido viaduto que vem da avenida do Estado passariam a utilizar o viaduto Governador Abreu Sodré. | Um dos grandes responsáveis pela degradação atual do parque foi a construção de vários viadutos e estruturas viáras que cortam o mesmo, segregando e criando descontinuidade em inúmeras áreas do parque. A eliminação da alça de acesso ao Viaduto Glicério traria de volta a área do atual bosque das Maritacas ao parque, priorizando o parque e as pessoas. Os carros que saem da avenida do Estado sentido viaduto Glicério e ligação Leste-Oeste poderão fazer esse acesso através da rua Luís Gama ou Wandenkolk e viaduto Governador Abreu Sodré. | Não previsto | A proposta de remoção da alça de acesso da Avenida do Estado (sentido Marginal Tietê) para o Viaduto Leste-Oeste para integrar o "Bosque das Maritacas" ao Parque Dom Pedro II não foi prevista no Plano Urbanístico de 2011. No entanto, a sua proposta será avaliada para identificar a viabilidade da sua inclusão ou modificação na fase de revisão e desenvolvimento do Plano Urbanístico para requalificação do espaço, que será apresentado futuramente para a população. | ||||||||||||||||||
9 | 3119 | 2/25/2022 | destroyzer | Revitalização dos rios e permeabilidade do solo | Se faz necessário valorizar os rios e permitir a absorção da chuva pelo solo. | Fiquei muito animado com a proposta de revitalização. Mas após pesquisar, vi que há anos esse projeto está apenas no papel. Gostaria que fosse dado uma atenção aos rios da cidade e se possível fosse feito semelhante ao projeto do governo do estado de revitalização do Rio Pinheiros, garantindo o saneamento básico das residências e com isso diminuindo o esgoto que é levado para o rio tamanduateí. Também sugiro permitir a permeabilidade do solo, para evitar enchentes durante as chuvas. | Não previsto | O Plano Urbanístico do Parque Dom Pedro II, elaborado em 2011, priorizou a relação da cidade com as águas ao propor a construção de um sistema de drenagem formado por lagoas e tanques de retenção com filtragem a partir da construção de alagados construídos (wetlands). A proposta de elaboração de projeto específico relacionado ao saneamento básico no Rio Tamanduateí é essencial para resolver os problemas de inundação na região e demanda ações em conjunto com o Governo do Estado de São Paulo. A proposta para acrescentar soluções que possibilitam a permeabilidade do solo no Parque Dom Pedro II será avaliada para identificar a viabilidade da sua inclusão ou modificação na fase de revisão e desenvolvimento do Plano para requalificação do espaço público, que será apresentado futuramente para a população. | ||||||||||||||||||
10 | 3120 | 2/25/2022 | Artur Moreira de Souza | Tornar a região mais atrativa | Incentivar investimentos comerciais e residenciais na região para que aumente o fluxo de pessoas e consequente segurança. | - Demolir os viadutos já que seus movimentos são injustificáveis para a instalação de viaduto, além de não haver passagens para pedestres, pelo menos não de fácil acesso; - Unificar os serviços de transporte num único local, desta forma facilitando a integração intermodal; - Demolir construções precárias aos arredores do Mercadão e em seus locais incentivar a instalação de empresas, prédios residenciais e comércio de médio e alto padrão, principalmente restaurantes que poderiam agregar num Polo Gastronômico; - Aterrar a fiação existente, repavimentar as vias e melhorar as calçadas; - Proibir som alto nas portas das lojas e ruas, tornando um ambiente mais agradável e convidativo; - Garantir atendimento psicossocial aos moradores de rua que vivem na região; - Revitalizar construções antigas e isentanto imposto ao comerciante e/ou morador que concordar em reformar a fachada; - Reduzir a poluição visual; - Possibilitar a realização de eventos esportivos e culturais, integrando a esplanada ao Mercadão, Catavento, SESC e a área já existente do Parque Dom Pedro II; - Construir um novo sistema de drenagem do local para evitar alagamentos; - Construção de uma base da PM e da GCM para afastar bandidos e atos violentos; - Concretização do projeto da "Chinatown Paulistana", com comércios e arquiteturas típicos e liberação de letreiros com caracteres orientais para deixar mais atrativo turisticamente, algo que deveria ser replicado na Liberdade; - Massivas operações de limpeza para eliminar o mal cheiro e a grande sujeira da região; - Retirada de comerciantes ilegais. | Previsto parcialmente | Estas propostas contemplam ações da Prefeitura que visam melhorias de espaços públicos, como políticas públicas de incentivo local ao comércio; políticas habitacionais que atendam as demandas prioritárias da população; políticas de incentivo ao lazer e cultura de maneira equânime; e políticas de segurança urbana. Por meio de diversos instrumentos de planejamento, como o Programa de Metas e normativas regulamentadas pelo Executivo (Lei do Retrofit, por exemplo), a Prefeitura orienta ações estratégicas para promoção de uma cidade economicamente sustentável, segura, bem cuidada e que atenda os anseios sociais. No que compete ao atendimento social para pessoas em situação de vulnerabilidade, no Programa de Metas vigente, em sua meta 16, está previsto a "criar o Programa Reencontro, com o reordenamento da rede e da metodologia de atendimento à população em situação de rua e a implantação de 30 novos serviços". Portanto, as propostas serão avaliadas para identificar a viabilidade da sua inclusão ou modificação na fase de revisão e desenvolvimento do Plano Urbanístico para requalificação do Parque Dom Pedro II que será apresentado futuramente para a população. | ||||||||||||||||||
11 | 3121 | 3/1/2022 | Glauber Bonilha | Conjunto de melhorias | - Construção de Túneis na Avenida do Estado; - Derrubada do viaduto Diário Popular; - Retirada do Terminal de ônibus seria deslocado para a região do Pátio do Pari; - Criação de um parque público, cuja administração seria concedida à iniciativa privada; - Reforma Quartel 2o Batalhão. | - Construção de Túneis na Avenida do Estado; - Derrubada do viaduto Diário Popular; - Retirada do Terminal de ônibus seria deslocado para a região do Pátio do Pari; - Criação de um parque público, cuja administração seria concedida à iniciativa privada; - Reforma Quartel 2o Batalhão. | Previsto parcialmente | As propostas de construção de túneis na Avenida do Estado e de demolição dos viadutos (25 de Março, Antônio Nakashima e Diário Popular) foram previstas no Plano Urbanístico do Parque Dom Pedro II de 2011. No entanto, a proposta de construção do terminal de ônibus no Pátio do Pari não foi prevista no Plano Urbanístico. Porém, foi proposta a demolição do Terminal Parque Dom Pedro II, mas com a construção de um novo terminal de ônibus ao lado da estação de metrô Pedro II (Linha 3 - Vermelha), formando um terminal intermodal. Já o restauro do edifício do 2º Batalhão de Guardas demanda ações em conjunto com o Governo do Estado de São Paulo e demais órgãos. Todas as suas propostas serão avaliadas para identificar a viabilidade da sua inclusão ou modificação na fase de revisão e desenvolvimento do Plano Urbanístico para requalificação do espaço público, que será apresentado futuramente para a população. | ||||||||||||||||||
12 | 3122 | 3/2/2022 | Cristhian | Demolição dos viadutos e novo terminal | Necessária demolição de todos os elevados, e não alguns; projeto do novo terminal | - A iniciativa do projeto de conectar em um só ponto todos os terminais de ônibus e BRT ao lado da estação de Metrô é incrível! Porém o projeto para este novo terminal, mostrado no render, parece muito simples... -Todos pedem a demolição de todos os viadutos nesta região, e o projeto atende bem este pedido, mas não são todos os viadutos que serão demolidos, como os viadutos que antecedem a estação de metrô Pedro II. Para uma região que antes era a mais "atrativa e glamorosa" da cidade (como bem citou o relatório), não se deve medir esforços para requalificá-la por meio (também) da demolição de todos os viadutos. | Previsto parcialmente | A proposta de criação do terminal intermodal previsto no Plano Urbanístico do Parque Dom Pedro II de 2011 passará por processo de revisão e desenvolvimento, tendo como base a legislação vigente. O Plano Urbanístico de 2011 propõem a demolição dos seguintes viadutos: Antônio Nakashima, 25 de Março e Diário Popular. No entanto, a sua proposta será avaliada para identificar a viabilidade da sua inclusão ou modificação no Projeto para requalificação do espaço público, que será apresentado futuramente para a população. | ||||||||||||||||||
13 | 3123 | 3/2/2022 | Cristhian | Integração, paisagem urbana e calçamento | Integração, paisagem urbana e calçamento | - se haverá uma via de carros cortando o meio do parque, é razoável que seja previsto passagens subterrâneas ou elevadas (discreta) para pedestres, para que assim não se perca a unidade, fluidez e integração do parque; - o Mercadão é um dos principais cartões-postais da ciadade. Seria super interessante que sua fachada e laterais fossem privilegiadas/preservadas com pátios alargados, como se fossem super calçadas para o livre trânsito de pessoas e também para o aproveitamento da vista livre do Mercadão, sem qualquer obstáculo visual. Isso é muito utilizado em países europeus. A construção do novo SESC parece atrapalhar isso. Se pensarmos no parque Dom Pedro II como um grande eixo, o SESC estará bem nesse meio, e não em uma extremidade fora desse eixo visual, o que não seria preferível sob uma perspectiva urbanística. Até mesmo o artigo do relatório comenta sobre a importância da paisagem urbana que o antigo parque tinha: " transformação integral da paisagem urbana, com ampla vista da cidade [...]" (pág. 5). -Parece preferível que as vias que não serão subterrâneas e estarão em superfície ao longo das áreas de comércio possuam calçadas largas e bom urbanismo. Isso é o que falta em TODA a cidade. Mas para essa região que tem um enorme potencial, é ítem obrigatório que se tenha enormes calçadões ao longo dos comércios e lazer. | Previsto parcialmente | As soluções de desenho urbano para garantir a travessia de forma segura dos pedestres pelas vias que cruzam o Parque Dom Pedro II, indicadas no Plano Urbanístico de 2011, serão analisadas e detalhadas nas próximas etapas a serem desenvolvidas. A proposta de melhoramento das calçadas no entorno do Mercadão não foram previstas no Plano Urbanístico de 2011. No entanto, a Prefeitura de São Paulo compreende a necessidade e importância de promover espaços públicos seguros e com mobilidade adequada. No Programa de Metas vigente, foram definidas ações que visam melhorar a mobilidade e acessibilidade na cidade. Ademais, as suas propostas serão avaliadas para identificar a viabilidade da sua inclusão ou modificação na fase de revisão e desenvolvimento do novo Plano Urbanístico para requalificação do espaço público, que será apresentado futuramente para a população. | ||||||||||||||||||
14 | 3124 | 3/7/2022 | andreleitearaujo | Parque | Manter o acesso livre ao parque (sem grades) | O projeto não esclarece se haverá grades ao redor do parque (como existe na maioria dos parques da cidade) ou se funcionará como uma grande praça aberta (como o Vale do Anhangabaú) Pensando na mobilidade de pedestres que queiram se deslocar entre o centro e a zona leste, inclusive à noite, é importante manter o parque sem barreiras. Especialmente no lado da Avenida Mercúrio se vê atualmente uma dificuldade em cruzar a avenida e entrar no parque. Isso complica o acesso ao futuro museu, ao Brás e Zona Cerealista. Com o mesmo intuito de focar na caminhabilidade dentro do parque, as avenidas que cortarão o parque (no sentido leste-oeste, substituindo os atuais viadutos) poderiam ser enterradas como túneis, assim como se fará com os eixos viários norte-sul. | Não previsto | As soluções de desenho urbano para garantir a travessia de forma segura dos pedestres pelas vias que cruzam o Parque Dom Pedro II, indicadas no Plano Urbanístico de 2011, serão analisadas e detalhadas nas próximas etapas de revisão e desenvolvimento do Plano. A proposta de livre circulação de pedestres sem a presença de grades ao redor do Parque, como o exemplo mencionado do Vale do Anhangabaú, será avaliada para identificar a viabilidade da sua inclusão ou modificação no novo Plano Urbanístico para requalificação do espaço público, que será apresentado futuramente para a população. | ||||||||||||||||||
15 | 3125 | 3/7/2022 | andreleitearaujo | Incentivos e zoneamento | Através do zoneamento, não exigir recuos nem vagas de garagem nas futuras construções que estão previstas ao redor do parque. | Através do zoneamento, não exigir recuos nem vagas de garagem nas futuras construções que estão previstas ao redor do parque. Para fortalecer o projeto de Polo Gastrônomico ao redor do Mercadão, poderia ser construído um calçadão e, pela redução de impostos+zoneamento, incentivar a instalação de restaurantes na região. | Não previsto | O Plano Urbanístico de 2011 para requalificação do Parque Dom Pedro II foi elaborado com base na legislação vigente à época. A partir de amplo processo de participação social, a Prefeitura de São Paulo irá propor uma nova requalificação, a partir da revisão do Plano Urbanístico para o Parque Dom Pedro II de 2011, espaço público este que possui potencialidades para a região e entorno, a partir das diretrizes estabelecidas na legislação atual, como o Plano Diretor Estratégico, a Lei de Parcelamento, Uso e Ocupação do Solo - Zoneamento, Projetos de Intervenção Urbana (PIU), tendo como horizonte o estímulo e promoção ao comércio local e a oferta de espaços públicos para o uso da população. | ||||||||||||||||||
16 | 3126 | 3/14/2022 | Fabio Cavalheiro | Desenvolvimento social da região | A região do Pq D. Pedro abriga grande quantidade de pessoas em condição social vulnerável e de miséria. É preciso que as ações sejam sistemáticas para diminuir a desigualdade social. | Nenhum plano urbanístico será completo se não considerar a qualidade de vida de todas as pessoas, e isso inclui aquelas que vivem em condições precárias por falta de abrigo, saneamento e estrutura de acolhimento. É preciso que o plano inclua um espaço dedicado ao atendimento dessas pessoas, que incluem moradores de rua, refugiados e expatriados. De nada adianta reestruturar o Parque e manter a estrutura de desigualdade escancarada nas esquinas e sob os viadutos. Devemos incluir um Centro de Acolhimento e Orientação para pessoas em situação de vulnerabilidade, com atendimento a vítimas de violência, dependentes químicos, orientação sobre saúde, atendimento a mulher e conselho tutelar. Isso pode ser viabilizado no antigo batalhão da Pedro II, que está completamente abandonado e sem uso pela população. | Não previsto | A proposta de incluir um Centro de Acolhimento e Orientação para pessoas em situação de vulnerabilidade não foi prevista no Plano Urbanístico do Parque Dom Pedro II de 2011. No entanto, a sua proposta será avaliada para identificar a sua consonância com as demais políticas de assistência social desenvolvidas pela Prefeitura de São Paulo na região do Parque, para indicar a viabilidade da sua inclusão ou modificação na fase de revisão e desenvolvimento do Plano para requalificação do espaço público que será apresentado futuramente para a população. | ||||||||||||||||||
17 | 3127 | 3/14/2022 | Fabio Cavalheiro | Reestruturação das calçadas | A mobilidade ativa é fundamental para o movimento das pessoas na região do Pq. D. Pedro. O plano deve considerar uma reforma completa das calçadas para fiquem acessíveis e sinalizadas, garantindo maior segurança a todos. | A cidade de São Paulo possui em sua história mais de trinta leis e decretos que definem a condição adequada de calçadas e sarjetas. No Parque Dom Pedro elas não são aplicadas. São inúmeros passeios desnivelados, em largura inferior a 1,20m, sem sinalização para pedestres, PCDs, e pessoas com mobilidade reduzida. No entorno do terminal de ônibus as rampas, quando existem, estão em desacordo com a norma regulamentadora, colocando em risco a vida das pessoas. Além disso, a rua 25 de Março e a ladeira Porto Geral não suportam o fluxo de veículos e pedestres no mesmo espaço. Sugerimos que essas duas ruas sejam fechadas aí tráfego de automóveis durante o dia, com liberação no período noturno para abastecimento das lojas e comércios. Também é necessário proibir o estacionamento de carros no entorno das praças Fernando Costa e Ragueb Choffh, pois nesses locais ocorrem crimes de coação que estimulam a parada inadequada de automóveis e geram conflitos de interesse na ocupação dos espaços. O trajeto a pé, entre o terminal de ônibus, a estação do metrô e o Museu Catavento não possuem sinalização turística, são ocupadas por pessoas sem teto, e tem a limpeza muito precária. É preciso estimular a caminhada a pé, garantindo a segurança e qualidade que o pedestre precisa. | Previsto parcialmente | As soluções de desenho urbano para garantir a travessia de forma segura dos pedestres que cruzam o Parque Dom Pedro II, propostas no Plano Urbanístico de 2011, serão analisadas e detalhadas na fase de revisão e desenvolvimento do Plano que será apresentado futuramente para a população. Em relação à sinalização turística no Parque Dom Pedro II, a proposta será avaliada para indicar a viabilidade da sua inclusão ou modificação na revisão do Plano Urbanístico. A proposta de elaboração de projeto específico para a Rua 25 de Março e para a Ladeira Porto Geral prevendo a conexão do Parque Dom Pedro II com a Colina Histórica será estudada, tendo em vista a não abrangência do perímetro do Parque com essas regiões previstas no Plano Urbanístico de 2011, passível de revisão. | ||||||||||||||||||
18 | 3128 | 3/14/2022 | Beatriz Messeder | Interfaces e diálogos_CPU | ACSP | Comentários para integração legal e viabilização do Plano Urbanístico. | Necessidade de interlocução com outras secretarias (foram citadas apenas SMUL e SIURB), haja visto as demandas socioeconômicas que a região apresenta, principalmente em virtude da população em situação de vulnerabilidade social; Especificar quais instrumentos urbanísticos legais e incentivos das leis e PL citados serão utilizados para viabilização do Plano como um todo e considerar a existência e influência da Lei do Triângulo SP (Lei nº 17.332/2020) e Programa Pode Entrar (Lei nº 17.638/2021); Possibilidade de parcerias público-privadas e outras formas de captação de recursos e viabilização do projeto, a fim de dar celeridade e efetividade ao Plano. | Previsto parcialmente | O diálogo e o trabalho em sinergia com as demais secretarias, órgãos e atores envolvidos no processo de projeto e obra do Parque Dom Pedro II são fundamentais para o desenvolvimento do trabalho e para o êxito da requalificação do Parque Dom Pedro II. A sua proposta será avaliada para identificar a sua consonância com as demais políticas de assistência social previstas pela Prefeitura de São Paulo para a área em questão. A partir de amplo processo de participação social, a Prefeitura de São Paulo irá propor uma nova requalificação deste espaço público, por meio da revisão e desenvolvimento do Plano Urbanístico, que possui potencialidades para a região e entorno, a partir das diretrizes estabelecidas na legislação atual, como: o Plano Diretor Estratégico, a Lei de Parcelamento, Uso e Ocupação do Solo - Zoneamento, Projetos de Intervenção Urbana (PIU). | ||||||||||||||||||
19 | 3129 | 3/14/2022 | Beatriz Messeder | Atividades comerciais e qualificação urbana_CPU | ACSP | Vocação comercial e de serviços da área e seu entorno e incentivo ao uso misto ligado a dinamização da região. | Dada a oportunidade do Plano de dialogar com a vocação da área, poderiam ser melhor exploradas as inter-relações entre as atividades locais existentes (comércio e serviços) e a valorização e qualificação da área pretendidas. Para além dos debates, devem ser especificadas as ações que irão “incentivar o comércio e moradia no Centro” (cit. p. 26), bem como a dinamicidade da região, sobretudo no horário noturno. Tendo em vista a importância da manutenção e ampliação do uso misto na região como instrumento de potencialização da vitalidade urbana, somado ao cenário existente de comércio e serviços consolidados na região, se faz de extrema importância a articulação com os programas Requalifica Centro e Pode Entrar, na medida em que, respectivamente, se criam incentivos fiscais e urbanísticos para retrofit e habitação e se estimula a produção de habitação de interesse social. | Previsto parcialmente | A Prefeitura de São Paulo prevê ações que contemplam a mitigação de desafios que perpassam as dinâmicas sociais existentes na cidade. Demandas habitacionais, de segurança urbana e incentivo à economia estão delineados nos principais instrumentos de planejamento da cidade, como o Programa de Metas, Plano Plurianual e o Plano de Ação para implementação da Agenda 2030. Será apresentado, futuramente à população, novo projeto de requalificação deste espaço público após a revisão e desenvolvimento do Plano e suas propostas serão avaliadas nesta fase. | ||||||||||||||||||
20 | 3130 | 3/14/2022 | Beatriz Messeder | Detalhamentos do Plano Urbanístico - CPU | ACSP | Sugestões para aprofundamento do plano e detalhamentos do projeto na escala do pedestre. | Compreende-se que o projeto está em fase de concepção, mas é de fundamental importância que, em etapas posteriores, sejam previstas áreas de permanência em consonância com os espaços de passagem do parque, para que seja uma área verde de qualidade, com sentido e usos diversificados e que, aproveitando sua condição intermodal, seja ponto nodal e de apoio aos equipamentos propostos e existentes em seu entorno. Ainda se tratando de etapas posteriores, é primordial considerar o desenho na escala do pedestre, em termos de passeios, mobiliário urbano, iluminação, arborização, entre outros elementos, de modo a qualificar a passagem do pedestre na região, além de garantir uma conectividade clara e segura entre os equipamentos culturais, patrimoniais e históricos compreendidos pelo Plano em questão. | Previsto parcialmente | As soluções de desenho urbano para garantir a travessia de forma segura dos pedestres pelas vias que cruzam o Parque Dom Pedro II, indicadas no Plano Urbanístico de 2011, serão analisadas e detalhadas nas próximas etapas de revisão e desenvolvimento do Plano para requalificação do espaço público e, posteriormente, apresentado à população. | ||||||||||||||||||
21 | 3131 | 3/14/2022 | Beatriz Messeder | Ações ambientais e tratamento das águas - CPU | ACSP | Drenagem e qualidade hídrica para renovação da relação natureza x cidade. | As ações da infraestrutura verde e azul são louváveis e pertinentes para a área, mas caberia detalhar melhor as etapas de tratamento das águas, especialmente da lagoa de retenção e do Rio Tamanduateí, posto a proposta de caracterizar o corpo d’água como parte do sistema de lazer e da proximidade e intenção de revitalização dessa relação entre as águas e a cidade. | Previsto parcialmente | O Plano Urbanístico do Parque Dom Pedro II priorizou o restabelecimento da relação da população com as águas ao propor ações de infraestrutura verde e azul, descritas no texto de apoio da Consulta Pública, como a construção de um sistema de drenagem formado por lagoas de retenção e com sistema de filtragem de água formado por alagados construídos (wetlands). As propostas serão avaliadas para identificar a sua viabilidade e serão detalhadas na etapa de revisão e desenvolvimento do Plano Urbanístico do Parque Dom Pedro II, que será apresentado futuramente para a população. | ||||||||||||||||||
22 | 3132 | 3/14/2022 | Beatriz Messeder | Qualificação urbana do entorno - CPU | ACSP | Sugestão de intervenções e abrangência do Plano para sua conexão com o Centro Histórico. | Haja visto a menção à Rua 25 de Março e sua potente atratividade comercial, seu eixo e o da Ladeira Porto Geral são merecedores de projeto específico no âmbito dos polos setoriais de comércio que, valorizando a requalificação ambiental e paisagística em prol do pedestre, atuem como verdadeira conexão entre a região do Plano proposto e a colina histórica, seja por meio da pedestrianização das vias (calçadão) ou solução alternativa que qualifique a passagem dessa área e melhore suas condições de fluxos a pé, como alargamento de calçadas, revisão do sistema de drenagem (adoção de pisos drenantes), melhoria da iluminação e de mobiliários como lixeiras e banheiros públicos ao longo do percurso. | Não previsto | A proposta do Plano Urbanístico do Parque Dom Pedro II, elaborado em 2011, não se estende em perímetro de atuação direta à Rua 25 de Março e à Ladeira Porto Geral. No entanto, a proposta de requalificação do Parque Dom Pedro II contribui com a potencialização das atividades comerciais das regiões no entorno, incluindo os logradouros citados. A proposta de elaboração de projeto específico para a Rua 25 de Março e para a Ladeira Porto Geral prevendo a conexão do Parque Dom Pedro II com a Colina Histórica será avaliada na fase de revisão e desenvolvimento do Plano Urbanístico, tendo em vista a não abrangência do perímetro do Parque com essas regiões previstas no Plano Urbanístico de 2011, passível de revisão. | ||||||||||||||||||
23 | 3133 | 3/14/2022 | Beatriz Messeder | Reordenação do tráfego e estudo de impacto intermodal - CPU | ACSP | Parabenizamos e apoiamos as iniciativas apontadas no Plano para reorganização viária com a proposta demolição dos viadutos existentes, bem como a reorganização do terminal de ônibus e integração com o novo Expresso Tiradentes e a futura implantação do BRT - Radial Leste. | Em decorrência das interferências viárias pertinentes aos objetivos e diretrizes do plano para reorganização viária e intermodal, tais quais demolições de viadutos, enterramento de trechos, alargamento e remoção de vias, implantação de pontes e travessias, surge o questionamento quanto à sinergia de trabalhos junto à Companhia de Engenharia de Tráfego (CET) referente aos necessários estudos de reordenação modal e de impacto de tráfego, uma vez que entendemos essas iniciativas como fundamentais para o êxito da proposta de reurbanização da área. | Previsto parcialmente | O Plano Urbanístico do Parque Dom Pedro II, desenvolvido em 2011, foi elaborado com base na legislação vigente à época. A partir do processo de participação social, a Prefeitura de São Paulo propõe a revisão do Plano Urbanístico para a requalificação do Parque Dom Pedro II, que possui potencialidades para a região e para o seu o entorno, a partir das diretrizes estabelecidas na legislação atual, como: o Plano Diretor Estratégico e a Lei de Parcelamento, Uso e Ocupação do Solo - Zoneamento. O diálogo e o trabalho em sinergia com a Companhia de Engenharia de Tráfego (CET) e com os todos os demais órgãos, secretarias e atores envolvidos no processo de projeto, bem como a execução da obra do Parque Dom Pedro II são fundamentais para o desenvolvimento do trabalho e para o êxito da requalificação do Parque Dom Pedro II e será continuada nas próxima etapas de construção do projeto. | ||||||||||||||||||
24 | 3134 | 3/14/2022 | Fabio Cavalheiro | Incentivo ao turismo cultural e comercial | Desenvolver atrativos para o polo cultural no entorno do Parque. Isso envolve ampliar acessibilidade aos serviços como SESC, aos centro culturais do Banco do Brasil e da Caixa, além de viabilizar uma rota comercial entre a Rua do Gasômetro, Mercado Municipal e rua 25 de Março | A região do Parque Dom Pedro possui capacidade latente para desenvolvimento de turismo cultural e comercial. Se trata de a parte fundamental da história da cidade que está abandonada e precisa ser restaurada para atrair investidores e frequentadores. Sugerimos a criação de uma Rota Turística entre os principais polos culturais da área (SESC Carmo, SESC PARQUE DOM PEDRO, Centro Cultural Banco do Brasil, Prédio histórico da Caixa e Museu Catavento). Também é preciso desenvolver interconexoes entre as áreas comerciais (rua do Gasômetro, rua 25 de Março, Mercado Municipal e Zona Cerealista). Isso trará mais movimento a região e vai incentivar ainda mais a economia em toda área comercial. Isso inclui a revisão nós perímetros utilizados pelo comércio informal. | Previsto parcialmente | A proposta do Plano Urbanístico do Parque Dom Pedro II tem potencial transformador para a cidade, catalisando atividades (comerciais, econômicas e culturais) e integrando pessoas. Ao incentivar a mobilidade ativa e despertar o lazer no Parque Dom Pedro II, as propostas do Plano Urbanístico, desenvolvido em 2011, tornam o próprio Parque e os demais equipamentos culturais no entorno da região mais atrativos para a população. A sugestão de elaboração de projeto específico para a criação de uma Rota Turística relacionando os principais pólos culturais e áreas comerciais da região será avaliada na fase de revisão e desenvolvimento do Plano Urbanístico que será apresentado à população futuramente. | ||||||||||||||||||
25 | 3/1/2022 | Viviane Manzione Rubio | Caros Gestores, além deste projeto estar desatualizado porque foi elaborado em 2011, não foi apreciado pelo CMPU e tão pouco apresentado à população da cidade. Outra questão é a vocação da região do Parque Dom Pedro II é de comércio e turismo de compras, onde há a necessidade da implantação de serviços de apoio às atividades correlatas, transformar a região de comércio da Rua 25 de Março e Zona Cerealista em calçadão com desvio do tráfego de veículos. Implantar um praia urbana não é o que a região necessita. | Previsto parcialmente | O Plano Urbanístico do Parque Dom Pedro II, desenvolvido em 2011, foi elaborado com base na legislação vigente à época. A partir do processo de participação social, a Prefeitura de São Paulo propõe a revisão do Plano Urbanístico para a requalificação do Parque Dom Pedro II, que possui potencialidades para a região e para o seu o entorno, a partir das diretrizes estabelecidas na legislação atual, como: o Plano Diretor Estratégico e a Lei de Parcelamento, Uso e Ocupação do Solo - Zoneamento. O diálogo e o trabalho em sinergia com todos os demais órgãos, secretarias e atores envolvidos no processo de revisão do Plano Urbanístico são fundamentais para o desenvolvimento e para o êxito da requalificação do Parque Dom Pedro II. As propostas serão recebidas e avaliadas para identificar a viabilidade da sua inclusão ou modificação na revisão do Plano Urbanístico do Parque Dom Pedro II, que futuramente será apresentado para a população. | |||||||||||||||||||||
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