ABCDEFGHIJKLMNOPQRSTUVWXYZAAABACADAEAFAGAH
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IDDiagnósticoTermos relacionadosExameExame (sinonímia)AmostraPrazo médio de liberaçãoUnidades que realizamPeríodo indicado de coletaOrientaçõesConservação e transporteObservaçõesRealizado emVeja também
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2AdenovírusCistite hemorrágicaPCR em tempo realqPCRUrina5 dias úteisSão PauloColher a 1.ª amostra na fase aguda da doença (até 7 dias após o início dos sintomas)Após higiene íntima com água e sabão neutro, colher e enviar no mínimo de 5 mL de urina em frasco coletor universal estéril.Conservar em geladeira e transportar entre 2 e 8 ºC (em até 24 h) em contato com o gelo reciclável em caixa isotérmica. Após 24h: conservar em freezer -70ºC e transportar em gelo seco ou nitrogênio líquido.Investigação de casos de cistite hemorrágica.São Paulo
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4AntrazCarbúnculoNão se aplicaNão se aplicaIsolado bacteriano (cepa), póMaterial será enviado para o Laboratório de Referência Nacional. Não se aplicaVide "campo observação"O transporte do material é de responsabilidade da Secretaria de Vigilância em Saúde, do Ministério da Saúde. Material será enviado para o Laboratório de Referência Nacional.

Contato: Fiocruz-RJ. Leon Rabinovitch (leon@ioc.fiocruz.br). Coordenador Laboratório de Referência Nacional para Carbúnculo - LARENAC. TEL: (21) 2562-1028 ou (21) - 2562-1632M
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5ArbovirosesChikungunyaPesquisa de anticorposELISA, ensaio imunoenzimático, sorologiaSangue10 dias úteisSão PauloColetar amostra após o 6º dia de sintomasColetar 5 mL de sangue em tubo seco ou tubo com gel separador (tampa amarela). Centrifugar antes de enviarPara envio imediato (até 6 horas) conservar em geladeira após esse período conservar em freezer a -20 ºC e transportar em caixas isotérmicas contendo gelo reciclável, em quantidade suficiente para manter as amostras congeladas até a chegada no Laboratório.São Paulo
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410ArbovirosesDengue, Zika, Chikungunya, febre amarela e outros Flavivirus, Alfavirus e BunyavirusIsolamento viralIsolamento em cultura de célula ou em camundongosSangue30 dias úteisSão PauloColetar amostra na fase aguda da doença (até 7 dias após o início dos sintomas)Coletar 5 mL de sangue em tubo com gel separador (tampa amarela). Centrifugar antes de enviar.Conservar em freezer -70 a -80 ºC e transportar em nitrogênio líquido ou gelo seco.Acompanhar relatório médico do caso, com histórico clinico-epidemiológico.São Paulo
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411ArbovirosesDengue, Zika, Chikungunya, febre amarela e outros Flavivirus, Alfavirus e BunyavirusIsolamento viralIsolamento em cultura de célula ou em camundongosLíquor30 dias úteisSão PauloColetar amostra na fase aguda da doença (até 7 dias após o início dos sintomas)Coletar 3 a 5 mL de líquor em tubo de polipropileno estéril, tipo criotubo, com tampa rosqueada.Conservar em freezer -70 a -80 ºC e transportar em nitrogênio líquido ou gelo seco.Acompanhar relatório médico do caso, com histórico clinico-epidemiológico.São Paulo
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412ArbovirosesDengue, Zika, Chikungunya, febre amarela e outros Flavivirus, Alfavirus e BunyavirusIsolamento viralIsolamento em cultura de célula ou em camundongosSangue pós-óbito30 dias úteisSão PauloAté 8 horas após o óbitoColetar 4 mL de sangue em tubo seco (tampa vermelha) por meio de punção intracardíaca, logo após a ocorrência do óbito.Conservar em freezer -70 a -80 ºC e transportar em nitrogênio líquido ou gelo seco.Conservar em freezer -70 a -80 ºC e transportar em nitrogênio líquido ou gelo seco.São Paulo
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413ArbovirosesDengue, Zika, Chikungunya, febre amarela e outros Flavivirus, Alfavirus e BunyavirusIsolamento viralIsolamento em cultura de célula ou em camundongosFragmentos de tecido30 dias úteisSão PauloColetar preferencialmente até 8 horas após o óbitoColetar fragmentos de 1,5 cm cúbicos (Cérebro, baço, fígado), colocar separadamente em tubos secos, tipo criotubos, devidamente identificados com nome e tipo de tecido. Acondicionar cada tubo individualmente em sacos plasticos.Conservar em freezer -70 a -80 ºC e transportar em nitrogênio líquido ou gelo seco.Acompanhar relatório médico do caso, com histórico clinico-epidemiológico.São Paulo
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414ArbovirosesOutros arbovirus, Flavivirus, Alfavirus, Mayaro, Zika, ChikungunyaPCR convencional e PCR em tempo realPCRSangue15 dias úteisSão PauloColetar amostra na fase aguda da doença (até 7 dias após o início dos sintomas)Coletar 5 mL de sangue em tubo com gel separador (tampa amarela). Centrifugar antes de enviar.Conservar em freezer -70 a -80 ºC e transportar em nitrogênio líquido ou gelo seco.Acompanhar relatório médico do caso, com histórico clinico-epidemiológico.São Paulo
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415ArbovirosesOutros arbovirus, Flavivirus, Alfavirus, Mayaro, Zika, ChikungunyaPCR convencional e PCR em tempo realPCRLíquor15 dias úteisSão PauloColetar amostra na fase aguda da doença (até 7 dias após o início dos sintomas)Coletar 3 a 5 mL de líquor em tubo de polipropileno estéril, tipo criotubo, com tampa rosqueada.Conservar em freezer -70 a -80 ºC e transportar em nitrogênio líquido ou gelo seco.Acompanhar relatório médico do caso, com histórico clinico-epidemiológico.São Paulo
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416ArbovirosesOutros arbovirus, Flavivirus, Alfavirus, Mayaro, Zika, ChikungunyaPCR convencional e PCR em tempo realPCRSangue pós-óbito15 dias úteisSão PauloAté 8 horas após o óbitoColetar 4 mL de sangue em tubo seco (tampa vermelha) por meio de punção intracardíaca, logo após a ocorrência do óbito.Conservar em freezer -70 a -80 ºC e transportar em nitrogênio líquido ou gelo seco.Acompanhar relatório médico do caso, com histórico clinico-epidemiológico.São Paulo
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417ArbovirosesOutros arbovirus, Flavivirus, Alfavirus, Mayaro, Zika, ChikungunyaPCR convencional e PCR em tempo realPCRFragmentos de tecido15 dias úteisSão PauloColetar preferencialmente até 8 horas após o óbitoColetar fragmentos de 1,5 cm3 (Cérebro, baço, fígado), colocar separadamente em tubos secos, tipo criotubos, devidamente identificados com nome e tipo de tecido. Acondicionar cada tubo individualmente em sacos plásticos.Conservar em freezer -70 a -80 ºC e transportar em nitrogênio líquido ou gelo seco.Acompanhar relatório médico do caso, com histórico clinico-epidemiológico.São Paulo
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418ArbovirosesOutros Arbovirus, Flavivirus, Alfavirus, MayaroPesquisa de anticorposTeste da inibição da hemaglutinação, HI, sorologiaSangue20 dias úteisSão PauloColetar a 1.a amostra: até 7 dias do início dos sintomas (fase aguda). 2.a amostra: 15 dias após a primeiraColetar 5 mL de sangue em tubo com gel separador (tampa amarela). Centrifugar antes de enviar.Para envio imediato conservar em geladeira (até 6 horas). Após esse período conservar em freezer a -20 ºC e transportar em caixas isotérmicas contendo gelo reciclável, em quantidade suficiente para manter as amostras congeladas até a chegada no Laboratório. O exame só será processado após o recebimento da 2º amostra de soro, ou em amostra única de casos de óbito. Amostras hemolisadas comprometem o resultado do exame. Acompanhar relatório médico do caso, com histórico clinico-epidemiológico.São Paulo
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8ArenavírusFebre hemorrágica por Arenavírus, sabiá, febre hemorrágica brasileiraPCR convencionalSangue10 dias úteisSão PauloColher a 1.ª amostra na fase aguda da doença (até 7 dias após o início dos sintomas)Coletar 5 mL de sangue em tubo com gel separador (tampa amarela). Centrifugar antes de enviar.Conservar em freezer -70 a -80 ºC e transportar em nitrogênio líquido ou gelo seco.EXAME DEPENDENTE DE LABORATÓRIO DE NíVEL DE SEGURANÇA 3.São Paulo
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9ArenavírusFebre hemorrágica por arenavírus, sabiá, febre hemorrágica brasileiraPCR convencionalSangue pós-óbito10 dias úteisSão PauloAté 8 horas após o óbitoColetar 4 mL de sangue em tubo seco (tampa vermelha) por meio de punção intracardíaca, logo após a ocorrência do óbito.Conservar em freezer -70 a -80 ºC e transportar em nitrogênio líquido ou gelo seco.EXAME DEPENDENTE DE LABORATÓRIO DE NíVEL DE SEGURANÇA 3.São Paulo
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10ArenavírusFebre hemorrágica por Arenavírus, sabiá, febre hemorrágica brasileiraPCR convencionalFragmentos de tecido10 dias úteisSão PauloAté 8 horas após o óbitoColetar os fragmentos de 1,5 cm3 (fígado, baço, rim, coração e cérebro) em tubo seco.Conservar em freezer -70 a -80 ºC e transportar em nitrogênio líquido ou gelo seco.Enviar cada de órgão em tubos separados e devidamente identificados e especificando qual o fragmento de amostra enviado. EXAME DEPENDENTE DE LABORATÓRIO DE NíVEL DE SEGURANÇA 3.São Paulo
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11ArenavírusFebre hemorrágica por Arenavírus, sabiá, febre hemorrágica brasileiraPesquisa de anticorposELISA, ensaio Imunoenzimático, sorologiaSangue10 dias úteisSão PauloColher a 1.ª amostra na fase aguda da doença (até 7 dias após o início dos sintomas)Coletar 5 mL de sangue em tubo com gel separador (tampa amarela). Centrifugar antes de enviar.Conservar em geladeira e transportar entre 2 a 8 ºC, com gelo reciclável em caixa isotérmica.Caso o exame resulte negativo e a sintomatologia e a epidemiologia sejam sugestivas de infecção por Arenavírus, coletar nova amostra após 15 dias de sintomas. Ou, quando o Laboratório solicitar. EXAME DEPENDENTE DE LABORATÓRIO DE NíVEL DE SEGURANÇA 3.São Paulo
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14AspergiloseAspergillus fumigatusPesquisa de anticorposImunodifusão dupla (IDD), provas qualitativa e semi-quantitativa, sorologiaSangue30 dias úteisSão PauloPreferencialmente antes da introdução de antifúngicoColetarde 3 a 5 mL de sangue em tubo com gel separador (tampa amarela). Centrifugar antes de enviar, ou em tubo seco (tampa vermelha) .Conservar em geladeira e transportar (até 24 horas) entre 2 a 8 ºC com gelo reciclável em caixa isotérmica.São Paulo
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15AspergiloseAspergillus fumigatusPesquisa de anticorposImunodifusão dupla (IDD), provas qualitativa e semi-quantitativa, sorologiaLíquor30 dias úteisSão PauloPreferencialmente antes da introdução de antifúngicoColetar 1 a 3 mL de líquor em tubo de polipropileno estéril com tampa rosqueada.Conservar em geladeira e transportar (até 24 horas) entre 2 a 8 ºC com gelo reciclável em caixa isotérmica. Após 24 horas: conservar a - 20 ºC e transportar refrigerado entre 2 a 8 ºC, mantendo a amostra congelada.São Paulo
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624AspergiloseAspergilose Identificação genotípica por sequenciamento do DNA.GenotipagemCultura fúngica30 dias úteisSão PauloNão se aplicaNão se aplicaSão Paulo
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16B.C.G.Imuno-histoquímicaPesquisa de antígeno em tecidos/ órgão humano e animais. Imunoperoxidase.Fragmentos de tecido30 dias úteisSão PauloNão se aplica1. Em formalina: acondicionar cada fragmento de tecido (mínimo: 1 mm)/órgão em um frasco de boca larga (tipo coletor universal) contendo solução fixadora: formalina 10% ou formalina tamponada no volume de 20 vezes o volume do fragmento. Identificar o frasco com nome do paciente e topografia. Este procedimento requer no mínimo 24 horas para fixação adequada, preferencialmente 72 horas. 2. Bloco de parafina.Conservar em temperatura ambiente e transportar em temperatura ambiente em caixa isotérmica. Evitar temperaturas acima de 40ºC.Todo material deve estar acompanhado de relatório anátomo-patológico, mesmo que provisório e guia SADT.São Paulo
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18BartonellaDoença da arranhadura do gato, DAG, Bartonella henselae, Bartonella quintanaPesquisa de anticorposImunofluorescência indireta, IFISangue10 dias úteisSão PauloColetar amostra no início dos sintomasColetar 5 mL de sangue em tubo com gel separador (tampa amarela). Centrifugar antes de enviar.Para envio imediato (até 6 horas) conservar em geladeira após esse período conservar em freezer a -20 ºC e transportar em caixas isotérmicas contendo gelo reciclável, em quantidade suficiente para manter as amostras congeladas até a chegada no Laboratório.São Paulo
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19BartonellaBartonella henselae e Bartonella quintanaImuno-histoquímicaPesquisa de antígeno em tecidos/ órgão humano e animais. Imunoperoxidase.Fragmentos de tecido30 dias úteisSão PauloNão se aplica1. Em formalina: acondicionar cada fragmento de tecido (mínimo: 1 mm)/órgão em um frasco de boca larga (tipo coletor universal) contendo solução fixadora: formalina 10% ou formalina tamponada no volume de 20 vezes o volume do fragmento. Identificar o frasco com nome do paciente e topografia. Este procedimento requer no mínimo 24 horas para fixação adequada, preferencialmente 72 horas. 2. Bloco de parafina.Conservar em temperatura ambiente e transportar em temperatura ambiente em caixa isotérmica. Evitar temperaturas acima de 40ºC.Todo material deve estar acompanhado de relatório anátomo-patológico, mesmo que provisório e guia SADT.São Paulo
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647Borriliose Doença de LymeTeste molecularNão se aplica"Não se aplica"Não se aplica"Não se aplica"Não se aplica"Fundação Oswaldo Cruz Instituto Oswaldo Cruz Serviço de Referência Nacional em Doença de Lyme Laboratório de Hantaviroses e Rickettsioses - Responsavel - Dra. Elba Regina Sampaio de Lemos
Av. Brasil, 4365, Pavilhão Hélio e Peggy Pereria, 1º Pavimento.
CEP: 21045-900 - Rio de Janeiro - RJ – Brasil
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21BotulismoClostridium botulinumPesquisa de toxina botulínicaBioensaio em camundongosSangue20 dias úteisSão PauloNo máximo 8 dias após o início dos sintomasColetar em tubo com gel separador (tampa amarela) o suficiente para obter 11 mL de soro. Centrifugar antes de enviar.Conservar em geladeira e transportar entre 2 a 8 ºC com gelo reciclável em caixa isotérmica.Coletar a amostras antes da administração do soro antibotulínico.São Paulo
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22BotulismoClostridium botulinumPesquisa de toxina botulínicaBioensaio em camundongosFezes20 dias úteisSão PauloNo máximo 8 dias após o início dos sintomasEnviar em frasco coletor universal 15 g ou até 15 mL de amostra.Conservar em geladeira e transportar entre 2 a 8 ºC com gelo reciclável em caixa isotérmica.Coletar a amostras antes da administração do soro antibotulínico.São Paulo
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23BotulismoClostridium botulinumPesquisa de toxina botulínicaBioensaio em camundongosLavado gástrico20 dias úteisSão PauloNo máximo 8 dias após o início dos sintomasEnviar em frasco coletor universal 15 g ou até 15 mL de amostra.Conservar em geladeira e transportar entre 2 a 8 ºC com gelo reciclável em caixa isotérmica.Coletar a amostras antes da administração do soro antibotulínico.São Paulo
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24BotulismoClostridium botulinumPesquisa de toxina botulínicaCultura/Bioensaio em camundongosFezes30 dias úteisSão PauloNo máximo 8 dias após o início dos sintomasEnviar em frasco coletor universal 15 g ou até 15 mL de amostra.Conservar em geladeira e transportar entre 2 a 8 ºC com gelo reciclável em caixa isotérmica.Coletar a amostras antes da administração do soro antibotulínico.São Paulo
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25BruceloseFebre ondulante, febre do Mediterrâneo, febre de Malta, doença das mil faces, Brucella sp, Brucella abortus, Brucella melitensisPCR em tempo realqPCRUrina10 dias úteisSão PauloAté 5 dias após acidente vacinal ou da suspeita de exposiçãoCollher 5 a 10 mL de urina. Transportar a urina em tubo de polipropileno estéril com tampa de rosca, tipo Falcon, sem adição de conservantes ou fixadores. NÃO UTILIZAR FRASCO COLETOR UNIVERSAL PARA O TRANSPORTE. Não empregar materiais reutilizados, mesmo que autoclavados.Conservar em geladeira até 24 horas. Após esse tempo, conservar em freezer -20oC; transportar entre 2 a 8oC com gelo reciclável em caixa isotérmica; o tubo deve ser bem vedado, embalado e identificado; frascos apresentando vazamento de material são descartados.Agentes pesquisados: Brucella sp. Em amostras positivas para Brucella sp., são pesquisadas Brucella abortus e Brucella melitensis.São Paulo
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26BruceloseFebre ondulante, Febre do Mediterrâneo, Febre de Malta, Doenças das Mil Faces, Brucella sp., Brucella abortus, Brucella melitensisPCR em tempo realqPCRSangue10 dias úteisSão PauloAté 5 dias após acidente vacinal ou da suspeita de exposiçãoCollher 3 a 5 mL de sangue em tubo com gel separador (tampa vermelha/amarela-soro). É essencial CENTRIFUGAR o tubo antes do envio. O soro pode ser aliquotado para tubo plástico estéril com tampa de rosca e anel de vedação. A amostra de soro para qPCR deve ser separada da amostra para Sorologia. Alternativamente, é possível enviar 3 a 5 mL de sangue coletado em tubo com CITRATO DE SÓDIO (tampa azul-sangue total). Informar data de colheita e os dados epidemiológicos.Enviar o tubo coletor no máximo até 1 semana após colheita, mantido na geladeira durante esse tempo; o soro aliquotado pode ficar na geladeira por 1 semana; após esse tempo, conservar em freezer -20oC. Transportar entre 2 a 8oC com gelo reciclável em caixa isotérmica.Agentes pesquisados: Brucella sp. Em amostras positivas para Brucella sp., são pesquisadas Brucella abortus e Brucella melitensis.São Paulo
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27BruceloseFebre ondulante, Febre do Mediterrâneo, Febre de Malta, Doenças das Mil Faces, Brucella sp., Brucella abortus, Brucella melitensisPesquisa de anticorposTeste de Rosa Bengala, Teste do Antígeno Acidificado Tamponado (AAT), pesquisa de anticorpos aglutinantes anti-Brucella, teste de triagemSangue15 dias úteisSão Paulo, TaubatéA partir do início dos sintomas ou após 7-10 dias da exposição vacinal ou suspeita de exposiçãoPaciente em jejum de 10 horas. Colher 3 a 5mL de sangue em tubo com gel separador (tampa vermelha/amarela: soro). É essencial CENTRIFUGAR o tubo coletor antes de enviar. O soro pode ser aliquotado para tubo plástico estéril com tampa de rosca e anel de vedação. A amostra de soro para Sorologia deve ser separada da amostra para qPCR. Não aceitamos soro com alta hemólise ou lipemia. Informar data de colheita e os dados epidemiológicos.Enviar o tubo coletor no máximo até 1 semana após colheita, mantido na geladeira durante esse tempo; o soro aliquotado pode ficar na geladeira por 1 semana; após esse tempo, conservar em freezer -20oC. Transportar entre 2 a 8oC com gelo reciclável em caixa isotérmica.Agentes investigado: infecção por Brucella abortusVerifique
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640BruceloseFebre ondulante, Febre do Mediterrâneo, Febre de Malta, Doenças das Mil Faces, Brucella sp., Brucella abortus, Brucella melitensisPesquisa de anticorposPesquisa de anticorpos IgM e IgG anti-Brucella, ELISA, ensaio imunoenzimáticoSangue10 dias úteisSão PauloA partir do início dos sintomas ou após 7-10 dias da exposição vacinal ou suspeita de exposiçãoPaciente em jejum de 10 horas. Collher 3 a 5 mL de sangue em tubo com gel separador (tampa vermelha/amarela: soro). É essencial CENTRIFUGAR o tubo antes de enviar. O soro pode ser aliquotado para tubo plástico estéril com tampa de rosca e anel de vedação. A amostra de soro para Sorologia deve ser separada da amostra para qPCR. Não aceitamos soro com alta hemólise ou lipemia. Informar data de colheita e os dados epidemiológicos.Enviar o tubo coletor no máximo até 1 semana após colheita, mantido na geladeira durante esse tempo; o soro aliquotado pode ficar na geladeira por 1 semana; após esse tempo, conservar em freezer -20oC. Transportar entre 2 a 8oC com gelo reciclável em caixa isotérmica.Agentes investigado: infecção por Brucella abortusSão Paulo
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29CandidíaseCandidíase oral, candidíase vaginalTeste de suscetibilidade aos antifúngicos por microdiluição em caldo, difusão em agar (CLSI/EUCAST).Fungigrama, antifungigrama, antibiograma para fungosIsolado fúngico (cepa)15 dias úteisSão Paulo, Rio ClaroNão se aplicaNão se aplicaConservar e transportar à temperatura ambiente em caixa isotérmica.Não se aplicaVerifique
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30CandidíaseCandidíase oral, candidíase vaginalCulturaSecreção vaginal ou oral15 dias úteisAraçatuba, Bauru, Ribeirão Preto, Rio Claro, São Paulo, Santos, Sorocaba, Taubaté, São José do Rio Preto, SorocabaFase aguda da doençaCom espátula, alça ou swab de algodão descartáveis e estéreis, Colher material das regiões eritematosas ou esbranquiçadas. Eluir o material em tubo contendo solução fisiológica estéril.Conservar em geladeira e transportar entre 2 a 8 ºC com gelo reciclável em caixa isotérmica.Não usar pomadas, cremes ou medicamentos tópicos por 7 dias que antecedem a coleta.Verifique
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31CandidíaseCandidíase oral, candidíase vaginalExame DiretoMicológico direto, pesquisa de fungosSecreção vaginal ou secreção oral2 dias úteisAraçatuba, Bauru, Ribeirão Preto, Rio Claro, São Paulo, Santos, São José do Rio Preto, Sorocaba, TaubatéFase aguda da doençaCom espátula, alça ou swab de algodão descartáveis e estéreis. Colher material das regiões eritematosas ou esbranquiçadas. Eluir o material em tubo contendo solução fisiológica estéril.Conservar em geladeira e transportar entre 2 a 8 ºC com gelo reciclável em caixa isotérmica.Não usar pomadas, cremes ou medicamentos tópicos por 7 dias que antecedem a coleta.Verifique
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625CandidíaseCandidíase oral, candidíase vaginal Identificação genotípica por PCR, RFLP, sequenciamento do DNA, GenotipagemCultura fúngica30 dias úteisSão PauloNão se aplicaNão se aplicaNão se aplicaSão Paulo
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626CandidíaseCandidíase oral, candidíase vaginal Identificação fenotípicaFenotipagemSecreção vaginal ou oral30 dias úteisSão PauloNão se aplicaNão se aplicaConservar em geladeira e transportar entre 2 a 8 ºC com gelo reciclável em caixa isotérmica.São Paulo
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598Carga viralHIV, viremia liquóricaPCR em tempo real quantitativoqPCRLíquor10 dias úteisSão PauloNão se aplicaColetar pelo menos 1 mL de líquor em tubo de polipropileno com tampa rosqueada, estéril.Conservar em geladeira até 24 horas e transportar entre 2 a 8 ºC com gelo reciclável em caixa isotérmica.Após 24 horas da coleta seguir recomendação anexa.São Paulo
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254Carga viral do HIVHIV, viremia plasmáticaPCR em tempo real quantitativoqPCRSangue10 dias úteisMarília, Presidente Prudente, Santo André, São José do Rio Preto, São Paulo, Sorocaba, Rio Claro, TaubatéNão se aplicaColetar 2 tubos com EDTA de 5 mL cada (tampa roxa).Conservar em geladeira até 24 horas e transportar entre 2 a 8 ºC com gelo reciclável em caixa isotérmica. A amostra não deve estar em contato direto com o gelo, para evitar a hemólise.Verifique
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622Carga viral do HIVHIVPCR em tempo realqPCRLíquor10 dias úteisSão PauloNão se aplicaColetar pelo menos 1 mL de líquor em tubo de polipropileno estéril com tampa rosqueada.Conservar em geladeira até 24 horas e transportar entre 2 a 8 ºC com gelo reciclável em caixa isotérmica.São Paulo
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33CaxumbaParotiditePCR em tempo realqPCRSecreção de orofaringe (lavado)20 dias úteisSão PauloColetar a 1.a amostra na fase aguda da doença (até 7 dias após o início dos sintomas)Fazer um gargarejo com 3 mL de solução fisiológica estéril e tranferir para um frasco estéril com tampa de rosca "tipo coletor universal".Conservar em geladeira (até 72 horas) e transportar entre 2 a 8 ºC com gelo reciclável em caixa isotérmica. Após 72 horas: conservar em freezer -70 a -80 ºC, e transportar em nitrogênio líquido ou gelo seco.Somente será realizado o exame de casos notificados para investigação de surtos. A pesquisa viral fica limitada a 5 amostras por surto (seguir protocolo do CVE).São Paulohttp://www.cve.saude.sp.gov.br/CVE-centro-de-vigilancia-epidemiologica
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34CaxumbaParotiditePCR em tempo realqPCRSecreções das vias respiratórias (swab combinado)20 dias úteisSão PauloColetar a 1.a amostra na fase aguda da doença (até 7 dias após o início dos sintomas)Coletar três swabs de rayon com haste plástica (duas narinas + orofaringe) acondicioná-los em um tubo cônico de polipropileno de 15 mL, estéril, tampa de rosca contendo 3 mL de solução fisiológica estéril. Cortar as hastes dos swabs para fechar adequadamente o tubo.Conservar em geladeira (até 72 horas) e transportar entre 2 a 8 ºC com gelo reciclável em caixa isotérmica. Após 72 horas: conservar em freezer -70 a -80 ºC, e transportar em nitrogênio líquido ou gelo seco.Somente será realizado o exame de casos notificados para investigação de surtos. A pesquisa viral fica limitada a 5 amostras por surto (seguir protocolo do CVE).São Paulohttp://www.cve.saude.sp.gov.br/CVE-centro-de-vigilancia-epidemiologica
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35CaxumbaParotiditePCR em tempo realqPCRSecreções das vias respiratórias (aspirado de nasofaringe)20 dias úteisSão PauloColetar a 1.a amostra na fase aguda da doença (até 7 dias após o início dos sintomas)Coletar a secreção de nasofaringe utilizando sonda de aspiração nº 6 e transferir a secreção para um frasco estéril, ou utilizar o coletor de broncoscopia.Somente será realizado o exame de casos notificados para investigação de surtos. A pesquisa viral fica limitada a 10 amostras por surto.Somente será realizado o exame de casos notificados para investigação de surtos. A pesquisa viral fica limitada a 5 amostras por surto (seguir protocolo do CVE).São Paulohttp://www.cve.saude.sp.gov.br/CVE-centro-de-vigilancia-epidemiologica
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36CaxumbaOrquitePCR em tempo realqPCRUrina20 dias úteisSão PauloColetar a 1.a amostra na fase aguda da doença (até 7 dias após o início dos sintomas)Após higiene íntima com água e sabão neutro, coletar e enviar no mínimo de 5 mL de urina em frasco coletor universal estéril.Conservar em geladeira e transportar entre 2 a 8 ºC (em até 24 horas) em contato com o gelo reciclável em caixa isotérmica. Após 24 horas: conservar em freezer -70 ºC e transportar em gelo seco ou nitrogênio líquido.Somente será realizado o exame de casos notificados para investigação de surtos. A pesquisa viral fica limitada a 5 amostras por surto (seguir protocolo do CVE).São Paulohttp://www.cve.saude.sp.gov.br/CVE-centro-de-vigilancia-epidemiologica
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38CisticercoseNeurocisticercose, cisticercose humanaPesquisa de anticorposHemaglutinação (HA), sorologiaSangue10 dias úteisSão PauloNão se aplicaColetar 5 mL de sangue em tubo com gel separador (tampa amarela). Centrifugar antes de enviar.Conservar em geladeira e transportar (até 24 horas) entre 2 e 8 ºC com gelo reciclável em caixa isotérmica. Após 24 horas: conservar a - 20 ºC e transportar refrigerado entre 2 e 8 ºC, mantendo a amostra congelada.A mesma amostra de soro será utilizada para todos os ensaios diagnóstico da cisticercose.São Paulo
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39CisticercoseNeurocisticercose, cisticercose humanaPesquisa de anticorposHemaglutinação (HA), sorologiaLíquor10 dias úteisSão PauloNão se aplicaEnviar de 1 a 3 mL de líquor em tubo de polipropileno estéril com tampa rosqueada.Conservar em geladeira e transportar (até 24 horas) entre 2 e 8 ºC com gelo reciclável em caixa isotérmica. Após 24 horas: conservar a - 20 ºC e transportar refrigerado entre 2 e 8 ºC, mantendo a amostra congelada.A mesma amostra de líquor será utilizada para todos os ensaios diagnósticos da cisticercose.São Paulo
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40CisticercoseNeurocisticercose, cisticercose humanaPesquisa de anticorposImunofluorescência indireta (IFI), sorologiaSangue10 dias úteisSão PauloNão se aplicaColetar 5 mL de sangue em tubo com gel separador (tampa amarela). Centrifugar antes de enviar.Conservar em geladeira e transportar (até 24 horas) entre 2 e 8 ºC com gelo reciclável em caixa isotérmica. Após 24 horas: conservar a - 20 ºC e transportar refrigerado entre 2 e 8 ºC, mantendo a amostra congelada.A mesma amostra de soro será utilizada para todos os ensaios diagnóstico da cisticercose.São Paulo
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41CisticercoseNeurocisticercose, cisticercose humanaPesquisa de anticorposImunofluorescência indireta (IFI), sorologiaLíquor10 dias úteisSão PauloNão se aplicaEnviar de 1 a 3 mL de líquor em tubo de polipropileno estéril com tampa rosqueada.Conservar em geladeira e transportar (até 24 horas) entre 2 e 8 ºC com gelo reciclável em caixa isotérmica. Após 24 horas: conservar a - 20 ºC e transportar refrigerado entre 2 e 8 ºC, mantendo a amostra congelada.A mesma amostra de líquor será utilizada para todos os ensaios diagnósticos da cisticercose.São Paulo
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43CitomegalovírusCMVImuno-histoquímicaPesquisa de antígeno em tecidos/ órgão humano e animais. Imunoperoxidase.Fragmentos de tecido30 dias úteisSão PauloNão se aplica1. Em formalina: acondicionar cada fragmento de tecido (mínimo: 1 mm)/órgão em um frasco de boca larga (tipo coletor universal) contendo solução fixadora: formalina 10% ou formalina tamponada no volume de 20 vezes o volume do fragmento. Identificar o frasco com nome do paciente e topografia. Este procedimento requer no mínimo 24 horas para fixação adequada, preferencialmente 72 horas. 2. Bloco de parafina.Conservar em temperatura ambiente e transportar em temperatura ambiente em caixa isotérmica. Evitar temperaturas acima de 40ºC.Todo material deve estar acompanhado de relatório anátomo-patológico, mesmo que provisório e guia SADT.Doenças de Notificação Compulsória deveá estar acompanhadas da respectiva Ficha SINANSão Paulo
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51CitomegalovírusCMVPCR em tempo realqPCRLíquor7 dias úteisSão PauloAntes do início de tratamento com antiviralColetar 3 a 5 mL de líquor em tubo de polipropileno estéril com tampa rosqueada.Conservar em geladeira e transportar entre 2 a 8 ºC imediatamente após a coleta, com gelo reciclável em caixa isotérmica. Caso não seja possível conservar em freezer -70 a -80 ºC, e transportar em nitrogênio líquido ou gelo seco.Enviar histórico do paciente para exames complementares se necessário. Exames realizados para casos com comprometimento do Sistema Nervoso Central (meningites, meningoencefalites, encefalites).São Paulo
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54CitomegalovírusCMVPCR em tempo realqPCRFragmentos de tecido7 dias úteisSão PauloAntes do início de tratamento com antiviralColetar fragmento de 1x1 cm. Acondicionar em criotubo estéril e seco (sem conservante ou meio de transporte).Conservar em geladeira (até 12 horas) e transportar entre 2 a 8 ºC com gelo reciclável em caixa isotérmica. Manter a amostra em contato direto com o gelo. Caso não seja possível conservar em freezer (entre -70 a -80 ºC) e transportar em nitrogênio líquido ou gelo seco.Enviar histórico do paciente para exames complementares se necessário.São Paulo
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609CitomegalovírusCMVHibridização in situ cromogênicaHibridização in situ para citomegalovírusFragmentos de tecido30 dias úteisSão PauloNão se aplicaFragmentos de tecidos (biópsias ou peças cirúrgicas) fixados em formalina e incluído em parafina.Conservar eem temperatura ambiente e enviar o bloco de parafina acondicionada em um recipiente rígido, em temperatura ambiente em caixa isotérmica. Enviar em temperatura ambiente. Evitar temperaturas superiores a 40ºCEnviar cópia do relatório do exame anatomopatológico. Não será aceito amostra fixada em outro tipo de fixador que não seja a formalina tamponadaSão Paulo
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621CitomegalovírusCMVPCR em tempo realqPCRUrina7 dias úteisSão PauloAntes do início de tratamento com antiviralApós higiene intima com água e sabão neutro, coletar e enviar no mínimo 5mL de urina em tubo de polipropileno estéril com tampa rosqueada.Conservar em geladeira e transportar entre 2 a 8 ºC imediamente após a coleta, com gelo reciclável em caixa isotérmica. Caso não seja possível conservar em freezer -70 a -80 ºC, e transportal em nitrogênio líquido ou gelo seco.Enviar histórico do paciente para exames complementares se necessário.São Paulo
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58ClamídiaImuno-histoquímicaPesquisa de antígeno em tecidos/ órgão humano e animais. Imunoperoxidase.Fragmentos de tecido30 dias úteisSão PauloNão se aplica1. Em formalina: acondicionar cada fragmento de tecido (mínimo: 1 mm)/órgão em um frasco de boca larga (tipo coletor universal) contendo solução fixadora: formalina 10% ou formalina tamponada no volume de 20 vezes o volume do fragmento. Identificar o frasco com nome do paciente e topografia. Este procedimento requer no mínimo 24 horas para fixação adequada, preferencialmente 72 horas. 2. Bloco de parafina.Conservar em temperatura ambiente e transportar em temperatura ambiente em caixa isotérmica. Evitar temperaturas acima de 40ºC.Todo material deve estar acompanhado de relatório anátomo-patológico, mesmo que provisório e guia SADT.São Paulo
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59CóleraVibrio CholeraeIndentificação de cepa de Vibrio choleraeIdentificação bioquímica, molecular e sorotipagemCultura bacteriana (cepa)20 dias úteisCampinas, Ribeirão Preto, Santo André, São José do Rio Preto, Sorocaba, São PauloNão se aplicaEncaminhar a cultura bacteriana (cepa) em tubo ou placa contendo ágar Nutriente (ou similar) ou ágar TCBS, com crescimento bacteriano recente (18 a 24 horas), adequadamente fechada.Conservar e transportar à temperatura ambiente em caixa isotérmica.A Identificação molecular e sorotipagem de cepas de Vibrio cholerae são realizadas exclusivamente no IAL São Paulo.Verifique
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60CóleraVibrio choleraeCulturaCoproculturaFezes15 dias úteisAraçatuba, Campinas, Marília, Ribeirão Preto, Rio Claro, Santo André, São Paulo, Santos, São José do Rio Preto, Sorocaba, TaubatéFase aguda da doença, antes do tratamento com antimicrobianos1. in natura: Coletar em frasco coletor universal estéril de 1 a 2 g da amostra.

2. Em meio de transporte Cary Blair: amostra em quantidade o suficiente para garantir a sujidade do swab.
1. in natura: conservar em geladeira e transportar entre 2 a 8 ºC (em até 6 horas) com gelo reciclável em caixa isotérmica. 2. Em meio de transporte Cary Blair: conservar em temperatura ambiente e transportar sem gelox em caixa isotérmica (em até 24 horas).Os casos suspeitos de cólera devem ser notificados pela Vigilância Epidemiológica (0800-55 5466). Solicita-se entrar em contato com a área técnica previamente (11) 3068-2896. Em situação ordinária será feita a coprocultura para pesquisa de enteropatógenos convencionais incluindo a pesquisa para Vibrio cholerae. Na vigência de Epidemia de Cólera apenas a pesquisa para V.cholerae será realizada.Verifique
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61Conjuntivite viralCoxsackievírus, enterovírusIsolamento viralIsolamento em cultura de célulaSecreção da conjuntiva30 dias úteis SUSPENSO TEMPORARIAMENTESão PauloNas primeiras 24 horas a 48 horas do início da conjuntivite.Coletar o material do saco lacrimal com swab não alginatado, de preferência swab Rayon, em tubo de polipropileno estéril com tampa rosqueada contendo 2 mL de meio de transporte (solução salina estéril). Cortar as hastes dos swabs para fechar adequadamente o tubo.Transportar entre 2 e 8 ºC com gelo reciclável em caixa isotérmica. Até seu transporte podeser conservado em geladeira no máximo por 24 horas.Após esse período conservar em freezer -70 a -80 ºC, e transportar em nitrogênio líquido ou gelo seco.Todo material deve estar acompanhado de relatório anátomo-patológico, mesmo que provisório e guia SADT. Doenças de Notificação Compulsória deverão estar acompanhadas da respectiva Ficha SINAN.São Paulo
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62Conjuntivite viralCoxsackievírus, enterovírus, adenovírusPCR em tempo realqPCRSecreção da conjuntiva10 dias úteisSão PauloNas primeiras 24 horas a 48 horas do início da conjuntivite.Coletar o material do saco lacrimal com swab não alginatado, de preferência swab Rayon, em tubo de polipropileno estéril com tampa rosqueada contendo 2 mL de meio de transporte (solução salina estéril). Cortar as hastes dos swabs para fechar adequadamente o tubo.Transportar entre 2 e 8 ºC com gelo reciclável em caixa isotérmica. Até seu transporte podeser conservado em geladeira no máximo por 24 horas.Após esse período conservar em freezer -70 a -80 ºC, e transportar em nitrogênio líquido ou gelo seco.Em caso de surto, a pesquisa viral será limitada a 5 amostras por surto/local. Ainda, em caso de surtos, solicita-se entrar em contato com a área técnica previamente.São Paulo
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63Conjuntivite viralEnterovirus, coxsackievírusPesquisa de anticorposSoroneutralização, sorologiaSangue20 dias úteis após entrada da 2ª amostraSão Paulo1.ª amostra: até 7 dias do início dos sintomas (fase aguda). 2.ª amostra: 15 a 21 dias após a primeiraColetar 5 mL de sangue em tubo com gel separador (tampa amarela). Centrifugar antes de enviar.Conservar em geladeira e transportar (até 48 horas) entre 2 a 8 ºC com gelo reciclável em caixa isotérmica. Após este período conservar a -20 ºC e transportar em caixa isotérmica com gelo reciclável suficiente para manter a amostra congelada.O exame somente será realizado após o recebimento da 2ª amostra de sangue/soro.São Paulo
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64CoquelucheBordetella pertussis, PertussisCulturaCultura e testes bioquímicosSecreção de nasofaringe, aspirado20 dias úteisAraçatuba, Bauru, Campinas, Marília, Presidente Prudente, Ribeirão Preto, Rio Claro, Santo André, São Paulo, Santos, São José do Rio Preto, Sorocaba, TaubatéFase catarral (início dos sintomas), preferencialmente antes do uso de antibióticos ou no máximo com até 3 dias de uso.Coletar com swab alginatado, ultrafino, estéril na parede posterior da nasofaringe. Após a coleta o swab deverá ser enviado em meio de transporte Regan - Lowe (ágar Carvão -RL).Antes do uso o meio de transporte RL deverá ser conservado em geladeira entre 2 e 8 ºC. O material coletado deverá ser encaminhado ao laboratório de referência da região, abrigado da luz, a temperatura ambiente, e preferencialmente no período máximo de até seis horas após a coleta.Na impossibilidade de um encaminhamento dentro desse período, o material deverá ser incubado em estufa 35 a 37 ºC por um período máximo de 24 horas e encaminhado a seguir ao laboratório de referência.Meio de transporte Regan Lowe deverá ser retirado no Núcleo de Gerenciamento de Amostras Biológicas - IAL/SP tel:3068-2925 Todas as unidadeshttp://www.cve.saude.sp.gov.br/htm/resp/pdf/coqueluche14_protocolo_atual.pdf
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65CoquelucheBordetella pertussis, PertussisIdentificação de cepas do gênero BordetellaCultura, caracterização bacteriana por testes bioquímicos e antigênicosIsolado bacteriano (cepa)20 dias úteisSão PauloNão se aplicaEncaminhar a cultura bacteriana (cepa) em placa ou tubo contendo meio Regan - Lowe (ágar Carvão-RL), com crescimento bacteriano recente, devidamente lacrada com parafilm ou fita adesiva.Conservar à temperatura ambiente (ao abrigo da luz) e transportar à temperatura ambiente em caixa isotérmica.São Paulo
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66CoquelucheBordetella pertussis, PertussisPCR em tempo realqPCRSecreção de nasofaringe, aspirado5 dias úteisRibeirão Preto, Santo André, São Paulo, São José do Rio Preto, Campinas, SorocabaFase catarral (início dos sintomas), preferencialmente antes do uso de antibióticos ou no máximo com até 3 dias de uso.Coletar com swab alginatado, ultrafino, estéril na parede posterior da nasofaringe. Após a coleta o swab deverá ser enviado em meio de transporte Regan - Lowe (ágar Carvão -RL).O meio de transporte RL deverá ser conservado em geladeira entre 2 e 8 ºC . O material coletado deverá ser encaminhado ao laboratório de referência da região, abrigado da luz, a temperatura ambiente, e preferencialmente no período máximo de até seis horas após a coleta.Na impossibilidade de um encaminhamento dentro desse período, o material deverá ser incubado em estufa 35 a 37 ºC por um período máximo de 24 horas e encaminhado a seguir ao laboratório de referência.Meio de transporte Regan Lowe deverá ser retirado no Núcleo de Gerenciamento de Amostras Biológicas - IAL/SP tel:3068-2925 Verifiquehttp://www.cve.saude.sp.gov.br/htm/resp/pdf/coqueluche14_protocolo_atual.pdf
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581CoquelucheBordetella pertussisPesquisa de anticorposELISA IgG anti-PT, sorologia PT, sorologia coqueluche, sorologia pertussisSangue10 dias úteisSão PauloFase tardia da doença de acordo com os critérios: pacientes com 7 anos de idade com 2 semanas de tosse (14 dias) que tenham tomado a vacina DTP em um período anterior que 6 mesesColetar 4 a 5 mL de sangue em tubo com gel separador (tampa amarela) e centrifugar antes de enviar.Conservar em geladeira e transportar (até 24 horas) entre 2 e 8 ºC com gelo reciclável em caixa isotérmica. Após 24 horas: conservar a - 20 ºC e transportar refrigerado entre 2 e 8 ºC, mantendo a amostra congelada.São Paulo
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645Coronavirus -2019-nCoVImuno-histoquímicaPesquisa de antígeno em tecidos/ órgão humano. Imunoperoxidase.Fragmentos de tecidos (pulmão e brônquios)30 dias úteisNão se aplica1. Em formalina: acondicionar cada fragmento de tecido (mínimo: 1 mm)/órgão em um frasco de boca larga (tipo coletor universal) contendo solução fixadora: formalina 10% ou formalina tamponada no volume de 20 vezes o volume do fragmento. Identificar o frasco com nome do paciente e topografia. Este procedimento requer no mínimo 24 horas para fixação adequada, preferencialmente 72 horas. 2. Bloco de parafina.Conservar em temperatura ambiente e transportar em temperatura ambiente em caixa isotérmica. Evitar temperaturas acima de 40ºC.Todo material deve estar acompanhado de relatorio anátomo-patologico, mesmo que provisório e guia SADT O material coletado deverá ser acompanhado com a Ficha de Notificação para casos suspeitos de Novo coronavirus (2019-nCoV).São Pauloftp://ftp.cve.saude.sp.gov.br/doc_tec/RESP/2014/IAL14_PROTOCOLO_LAB_VEMERGENTES.pdf
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652Coronavirus -2019-nCoVPCR em tempo realqPCRSecreções das vias respiratórias (swab combinado)5 dias úteisSão PauloColetar amostra entre o 1º e o 8º dia após o início dos sintomas, quando tratar-se de indivíduo sintomático, na fase aguda da infecção, que atenda a definição de caso de SG ou SRAG.Colher três swabs de rayon com haste plástica (duas narinas + orofaringe) acondicioná-los em um único tubo com tampa de rosca, estéril (tubo cônico) de polipropileno de 15 mL, contendo 3 mL de solução fisiológica estéril. Cortar as hastes dos swabs para fechar adequadamente o tubo.Conservar em geladeira (até 72 horas) e transportar entre 2 a 8 ºC com gelo reciclável em caixa isotérmica. Transportar o tubo na posição vertical para garantir que o swab fique imerso na solução fisiológica. Após 72 horas conservar em freezer -70ºC, e transportar em nitrogênio líquido ou gelo seco. Transportars em caixas isotérmicas individuais, separadas de outros agravos,Substância Biológica UN 3373, Categoria B.Não utilizar swabs alginatado, com haste de madeira ou swabs de algodão Somente será realizado o exame de pacientes suspeitos que atendam aos criterios estabelecidos pela OMS. O material coletado deverá ser acompanhado com a Ficha de Notificação para casos suspeitos de Novo coronavirus (2019-nCoV).São Paulo
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653Coronavirus -2019-nCoVPCR em tempo realqPCRSecreções das vias respiratórias (aspirado de nasofaringe)5 dias úteisSão PauloColetar amostra entre o 1º e o 8º dia após o início dos sintomas, quando tratar-se de indivíduo sintomático, na fase aguda da infecção, que atenda a definição de caso de SG ou SRAG.Coletar a secreção de nasofaringe utilizando sonda de aspiração nº 6 e transferir a secreção para um frasco estéril, ou utilizar o coletor de broncoscopia.Conservar em geladeira (até 72 horas) e transportar entre 2 a 8 ºC com gelo reciclável em caixa isotérmica. Após 72 horas: conservar em freezer -70 a -80 ºC, e transportar em nitrogênio líquido ou gelo seco. Transportar em caixas isotérmicas individuais, separadas de outros agravos,Substância Biológica UN 3373, Categoria B.Somente será realizado o exame de pacientes suspeitos que atendam aos criterios estabelecidos pela OMS. Secreções respiratórias enviadas ao laboratório no interior da sonda utilizada para a aspiração, não serão processadas em função do risco de contaminação operacional. O material coletado deverá ser acompanhado com a Ficha de Notificação para casos suspeitos de Novo coronavirus (2019-nCoV). São Paulo
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654Coronavirus -2019-nCoVPCR em tempo realqPCRSecreções das vias respiratórias (lavado broncoalveolar)5 dias úteisSão PauloColetar amostra entre o 1º e o 8º dia após o início dos sintomas, quando tratar-se de indivíduo sintomático, na fase aguda da infecção, que atenda a definição de caso de SG ou SRAG.Coletar 2 a 3 mL de secreções respiratórias em coletor estéril. Procedimento utilizado em pacientes hospitalizados, para maiores informações de coleta ver manual de instruções de manejo clínico da síndrome respiratória aguda grave fornecido pelo Ministério da Saúde.Conservar em geladeira (até 72 horas) e transportar entre 2 a 8 ºC com gelo reciclável em caixa isotérmica. Após 72 horas: conservar em freezer -70ºC, e transportar em nitrogênio líquido ou gelo seco. Transportadas em caixas isotérmicas individuais, separadas de outros agravos,Substância Biológica UN 3373, Categoria B. Somente será realizado o exame de pacientes suspeitos que atendam aos criterios estabelecidos pela OMS. O material coletado deverá ser acompanhado com a Ficha de Notificação para casos suspeitos de Novo coronavirus (2019-nCoV).São Paulo
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655Coronavirus -2019-nCoVPCR em tempo realqPCRFragmentos de tecidos (pulmão e brônquios)5 dias úteisSão PauloAté 8 horas após o óbitoEnviar os fragmentos com dimensões apropriadas 1x2 cm acondicionados em frasco estéril e seco. Em caso de envio de diferentes tecidos do mesmo paciente, acondicioná-los em frascos separados, devidamente identificados.Conservar em geladeira (até 24 horas) e transportar entre 2 e 8 ºC com gelo reciclável em caixa isotérmica. Após 24 horas: conservar em freezer -70ºC, e transportar em gelo seco ou nitrogênio líquido. Transportar em caixas isotérmicas individuais, separadas de outros agravos,Substância Biológica UN 3373, Categoria B. Somente será realizado o exame de pacientes suspeitos que atendam aos criterios estabelecidos pela OMS. O material coletado deverá ser acompanhado com a Ficha de Notificação para casos suspeitos de Novo coronavirus (2019-nCoV).São Paulo
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67CoxsielaFebre Q, Coxiella burnetiiPesquisa de anticorposImunofluorescência indireta, IFISangue10 dias úteisSão PauloColetar amostra no início dos sintomasColher 5 ml de sangue em tubo com gel separador (tampa amarela) . Centrifugar antes de enviar.Para envio imediato (até 6 horas) conservar em geladeira após esse período conservar em freezer a -20 ºC e transportar em caixas isotérmicas contendo gelo reciclável, em quantidade suficiente para manter as amostras congeladas até a chegada no Laboratório.São Paulo
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68CriptococoseImuno-histoquímicaPesquisa de antígeno em tecidos/ órgão humano e animais. Imunoperoxidase.Fragmentos de tecido30 dias úteisSão PauloNão se aplica1. Em formalina: acondicionar cada fragmento de tecido (mínimo: 1 mm)/órgão em um frasco de boca larga (tipo coletor universal) contendo solução fixadora: formalina 10% ou formalina tamponada no volume de 20 vezes o volume do fragmento. Identificar o frasco com nome do paciente e topografia. Este procedimento requer no mínimo 24 horas para fixação adequada, preferencialmente 72 horas. 2. Bloco de parafina.Conservar em temperatura ambiente e transportar em temperatura ambiente em caixa isotérmica. Evitar temperaturas acima de 40ºC.Todo material deve estar acompanhado de relatório anátomo-patológico, mesmo que provisório e guia SADT.São Paulo
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70CromomicoseMicose subcutânea, feohifomicoseCulturaCrosta/secreção da lesão30 dias úteisAraçatuba, Bauru, Rio Claro, São Paulo, Santos, São José do Rio Preto, Sorocaba, TaubatéPresença de lesãoFazer assepsia local com solução fisiológica estéril. Coletar material debaixo da crosta. Se houver pontos negros, Coletarsta região.Conservar a temperatura ambiente e transportar á temperatura ambiente em caixa isotérmica.Não usar pomadas, creme ou medicamentos tópicos 7 dias antes da coleta.Verifique
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71CromomicoseMicose subcutânea, feohifomicoseExame direto a fresco, coloração de Gram e Giemsa. Micológico direto, pesquisa de fungosCrosta/secreção da lesão2 dias úteisAraçatuba, Bauru, Rio Claro, São Paulo, Santos, São José do Rio Preto, Sorocaba, TaubatéNão se aplicaFazer assepsia local com solução fisiológica estéril. Coletar material debaixo da crosta. Se houver pontos negros, coletar desta região.Conservar e transportar à temperatura ambiente em caixa isotérmica.Não usar pomadas, creme ou medicamentos tópicos 7 dias antes da coleta.Verifique
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95CromomicoseMicose subcutânea, feohifomicoseTeste de suscetibilidade aos antifúngicosFungigrama, antifungigrama, antibiograma para fungosIsolado fúngico (cepa)30 dias úteisSão PauloNão se aplicaNão se aplicaConservar e transportar à temperatura ambiente em caixa isotérmica.Antes de enviar amostra, entrar em contato com o Núcleo de Micologia: (11) 3068-2890Verifique
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82DenguePCR em tempo realqPCRSangue15 dias uteisSão Paulo, São José do Rio PretoAté o 3.o dia a partir do início dos sintomasColetar 5 mL de sangue em tubo com gel separador (tampa amarela). Centrifugar antes de enviar.Conservar em freezer -70 a -80 ºC e transportar em nitrogênio líquido ou gelo seco.São Paulo
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83DenguePCR em tempo realqPCRSangue pós-óbito15 dias uteisSão Paulo, São José do Rio PretoAté 8 horas após o óbitoColetar 4 mL de sangue em tubo seco (tampa vermelha) por meio de punção intracardíaca, logo após a ocorrência do óbito.Conservar em freezer -70 a -80 ºC e transportar em nitrogênio líquido ou gelo seco.São Paulo
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84DenguePCR em tempo realqPCRLíquor15 dias uteisSão PauloAté o 3.o dia a partir do início dos sintomasColetar 3 a 5 mL de líquor em tubo de polipropileno estéril com tampa rosqueada.Conservar em freezer -70 a -80 ºC e transportar em nitrogênio líquido ou gelo seco.São Paulo
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85DenguePCR em tempo realqPCRFragmentos de tecido15 dias úteisSão PauloAté 8 horas após o óbitoColetar fragmentos de 1,5 cm cúbicos (Fígado (preferencialmente) baço, pulmão e cérebro), colocar separadamente em tubos secos, tipo criotubos, devidamente identificados com nome e tipo de tecido. Acondicionar cada tubo individualmente em sacos plasticos.Conservar em freezer -70 a -80 ºC e transportar em nitrogênio líquido ou gelo seco.São Paulo
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86DenguePesquisa de anticorposTeste da inibição da hemaglutinação, HI, sorologiaSangue20 dias úteisSão PauloColetar a 1.a amostra: até 7 dias do início dos sintomas (fase aguda). A 2.a amostra: 15 dias após a primeiraColher 5 ml de sangue em tubo com gel separador (tampa amarela) . Centrifugar antes de enviar.Para envio imediato (até 6 horas) conservar em geladeira após esse período conservar em freezer a -20 ºC e transportar em caixas isotérmicas contendo gelo reciclável, em quantidade suficiente para manter as amostras congeladas até a chegada no Laboratório.O exame só será processado após o recebimento da 2º amostra de soro, ou em amostra única de casos de óbito. Amostras hemolisadas comprometem o resultado do exame.São Paulo
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87DenguePesquisa de anticorposELISA, ensaio imunoenzimático, sorologia, pesquisa de anticorpos IgMLíquor10 dias úteisSão PauloColetar amostra na fase aguda da doença (até 7 dias após o início dos sintomas)Coletar 3 a 5 mL de líquor em tubo de polipropileno estéril com tampa rosqueada.Para envio imediato (até 6 horas) conservar em geladeira após esse período conservar em freezer a -20 ºC e transportar em caixas isotérmicas contendo gelo reciclável, em quantidade suficiente para manter as amostras congeladas até a chegada no Laboratório.Em casos de resultados inconclusivos, solicita-se coleta de nova amostra para análise.Verifique
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88DenguePesquisa de anticorposELISA, ensaio imunoenzimático, sorologia, pesquisa de anticorpos IgMSangue pós-óbito10 dias úteisAraçatuba, Bauru, Santo André, Santos, São José do Rio Preto, Sorocaba, TaubatéAté 8 horas após o óbitoColetar 4 mL de sangue em tubo seco (tampa vermelha) por meio de punção intracardíaca, logo após a ocorrência do óbito.Para envio imediato (até 6 horas) conservar em geladeira após esse período conservar em freezer a -20 ºC e transportar em caixas isotérmicas contendo gelo reciclável, em quantidade suficiente para manter as amostras congeladas até a chegada no Laboratório.Verifique
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89DenguePesquisa de anticorposELISA, ensaio imunoenzimático, sorologia, pesquisa de anticorpos IgMSangue10 dias úteisAraçatuba, Bauru, Campinas, Marília, Presidente Prudente, Ribeirão Preto, Rio Claro, Santo André, São Paulo, Santos, São José do Rio Preto, Sorocaba, TaubatéColetar amostra a partir do 6.o dia do início dos sintomasColetar 5 mL de sangue em tubo com gel separador (tampa amarela). Centrifugar antes de enviar.Para envio imediato (até 6 horas) conservar em geladeira após esse período conservar em freezer a -20 ºC e transportar em caixas isotérmicas contendo gelo reciclável, em quantidade suficiente para manter as amostras congeladas até a chegada no Laboratório.Todas as unidades
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92DenguePesquisa do antígeno NS1ELISA, ensaio imunoenzimático, imunocromatográfico, teste rápidoSangue pós-óbito10 dias úteisAraçatuba, Bauru, Presidente Prudente, Santos, São José do Rio Preto, Sorocaba, TaubatéAté 8 horas após o óbitoColetar 4 mL de sangue em tubo seco (tampa vermelha) por meio de punção intracardíaca, logo após a ocorrência do óbito.Conservar em freezer -70 a -80 ºC e transportar em nitrogênio líquido ou gelo seco.As amostras NS1-positivas poderão ser analisadas por RT-PCR, por isso devem ser mantidas e transportadas em -70 ºC.Verifique
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93DenguePesquisa do antígeno NS1ELISA, ensaio imunoenzimático, imunocromatográfico, teste rápidoSangue10 dias úteisAraçatuba, Bauru, Campinas, Marília, Presidente Prudente, Ribeirão Preto, Rio Claro, Santo André, São Paulo, Santos, São José do Rio Preto, Sorocaba, TaubatéAté o 3.o dia a partir do início dos sintomasColetar 5 mL de sangue em tubo com gel separador (tampa amarela). Centrifugar antes de enviar.Conservar em freezer -70 a -80 ºC e transportar em nitrogênio líquido ou gelo seco.As amostras NS1-positivas poderão ser analisadas por RT-PCR, por isso devem ser mantidas e transportadas em -70 ºC.todas as unidades
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636DenguePCR convencionalRT-cPCRFragmentos de tecido fixado em formalina30 dias úteisSão PauloAté o 3º dia do ínicio dos sintomas. Até 8 horas após o óbito.Acondicionar cada fragmento de tecido (2 x 2 x 1 cm) por órgão (fígado, baço, rim, cérebro, pulmão) em um frasco de boca larga (tipo coletor universal) contendo solução fixadora: formalina 10% ou formalina tamponada no volume de 20 vezes o volume do fragmento. Identificar o frasco com nome do paciente e topografia. Este procedimento requer no mínimo 24 h para fixação adequada, preferencialmente 72h.Conservar a temperatura ambiente e transportar a temperatura ambiente em caixa isotérmica. Evitar temperaturas acima de 40°C. Todo material deve estar acompanhado de relatório anátomo-patológico, mesmo que provisório e guia SADT. Doenças de Notificação Compulsória deverão estar acompanhadas da respectiva Ficha SINAN.São Paulo
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637DenguePCR convencionalRT-cPCRBloco de parafina.30 dias úteisSão PauloAté o 3º dia do ínicio dos sintomas. Até 8 horas após o óbito.tecidos incluídos: fígado, baço, rim, cérebro, pulmão)Conservar a temperatura ambiente e enviar o bloco de parafina acondicionada em um recipiente rígido, a temperatura ambiente em caixa isotérmica.Todo material deve estar acompanhado de relatório anátomo-patológico, mesmo que provisório e guia SADT. Doenças de Notificação Compulsória deverão estar acompanhadas da respectiva Ficha SINAN.São Paulo
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72Dengue Tipo 2Imuno-histoquímicaPesquisa de antígeno de Dengue Tipo 2 em tecidos/órgão humano e animais. Imunoperoxidase.Fragmentos de tecido30 dias úteisSão PauloNão se aplica1. Em formalina: acondicionar cada fragmento de tecido (mínimo: 1 mm)/órgão em um frasco de boca larga (tipo coletor universal) contendo solução fixadora: formalina 10% ou formalina tamponada no volume de 20 vezes o volume do fragmento. Identificar o frasco com nome do paciente e topografia. Este procedimento requer no mínimo 24 horas para fixação adequada, preferencialmente 72 horas. 2. Bloco de parafina.Conservar em temperatura ambiente e transportar em temperatura ambiente em caixa isotérmica. Evitar temperaturas acima de 40ºC.Todo material deve estar acompanhado de relatório anátomo-patológico, mesmo que provisório e guia SADT.São Paulo
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627dermatomicosedermatomicoseTeste de suscetibilidade aos antifúngicos por microdiluição em caldo, difusão em agar (CLSI/EUCAST).Fungigrama, antifungigrama, antibiograma para fungosIsolado fúngico (cepa)30 dias úteisSão PauloNão se aplicaNão se aplicaConservar e transportar à temperatura ambiente em caixa isotérmica.São Paulo
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628dermatomicoseCriptococose, aspergilose, histoplasmose, paracoccidioidomicose, coccidioidomicose, zigomicose, hialohifomicose, feohifomicose e outras micosesIdentificação genotípica por sequenciamento do DNA.GenotipagemIsolado fúngico (cepa)30 dias úteisSão PauloNão se aplicaNão se aplicaConservar e transportar à temperatura ambiente em caixa isotérmica.São Paulo
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629dermatomicosedermatomicoseanálise macro e micromorfológica, perfuração do pelo.FenotipagemIsolado fúngico (cepa)30 dias úteisSão PauloNão se aplicaNão se aplicaConservar e transportar à temperatura ambiente em caixa isotérmica.São Paulo
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94Desordens por Deficência de IodoDosagem da iodúriaDeterminação de iodo urinárioMétodo de sandell-kolthoffUrina7 dias úteisSão PauloNão se aplicaEnviar no mínimo 10 mL de urina em frasco coletor universal estéril, sem adição de conservantes ou fixadores.Conservar em geladeira e transportar entre 2 a 8 ºC com gelo reciclável em caixa isotérmica (em até 48 horas).Não se aplica.São Paulo
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98DifteriaCrupe, Corynebacterium sp, bacilo diftérico, Corynebacterium diphtheriaeCultura de secreções de nasofaringe e orofaringeSecreções de nasofaringe e orofaringe15 dias úteisAraçatuba, Campinas, Marília, Ribeirão Preto, Santo André, Santos, São Paulo, São José do Rio Preto, Sorocaba, TaubatéConservar e transportar à temperatura ambiente em caixa isotérmica.Coletar amostra da parte posterior da nasofaringe e da orofaringe com swab ultra fino. Semear imediatamente após a coleta em tubo com meio de cultura específico (meio PAI).Conservar a temperatura ambiente e transportar á temperatura ambiente em caixa isotérmica.Os meios de culturas e swabs devem ser retirados no IAL .
Instruções no site:
Verifiquehttp://www..cve.saude.sp.gov.br/doc_tec/RESP/2014/DIFTERIA_PROTOCOLO_LABORATORIAL.pdf
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99DifteriaCrupe, Corynebacterium sp, bacilo diftérico, Corynebacterium diphtheriaeIdentificação de cultura bacteriana (cepa): Corynebacterium diphtheriaeTestes bioquímicos caracterização bacteriana, teste de toxigenicidade da cepaIsolado bacteriano (cepa)10 dias úteisCampinas, Ribeirão Preto, São Paulo, São José do Rio PretoNão se aplicaEncaminhar a cultura bacteriana (cepa) em ágar Sangue ou ágar Chocolate com crescimento bacteriano recente (18-24 horas), devidamente fechado.Conservar e transportar à temperatura ambiente em caixa isotérmica.O teste de toxigenicidade da cepa é realizado exclusivamente no IAL São PauloVerifique
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100Doença de ChagasTripanosomíase americana, Trypanosoma cruziImuno-histoquímicaPesquisa de antígeno em tecidos/ órgão humano e animais. Imunoperoxidase.Fragmentos de tecido30 dias úteisSão PauloNão se aplica1. Em formalina: acondicionar cada fragmento de tecido (mínimo: 1 mm)/órgão em um frasco de boca larga (tipo coletor universal) contendo solução fixadora: formalina 10% ou formalina tamponada no volume de 20 vezes o volume do fragmento. Identificar o frasco com nome do paciente e topografia. Este procedimento requer no mínimo 24 horas para fixação adequada, preferencialmente 72 horas. 2. Bloco de parafina.Conservar em temperatura ambiente e transportar em temperatura ambiente em caixa isotérmica. Evitar temperaturas acima de 40ºC.Todo material deve estar acompanhado de relatório anátomo-patológico, mesmo que provisório e guia SADT.Doenças de Notificação Compulsória deveá estar acompanhadas da respectiva Ficha SINANSão Paulo
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105Doença de ChagasTripanosomíase americana, Trypanosoma cruziCulturaIsolamento in vitro, cultura em meios acelularesSangue25 dias úteis SUSPENSO TEMPORARIAMENTESão PauloNão se aplicaColetar 5 mL de sangue total em tubo com citrato (tampa azul) ou 4 mL em tubo com heparina (tampa verde) para obtenção de creme leucocitário.Conservar e transportar até 25 ºC em caixa isotérmica. Enviar em 24 horas.São Paulo
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106Doença de ChagasTripanosomíase americana, Trypanosoma cruziCulturaIsolamento in vitro, cultura em meios acelularesLíquor25 dias úteis SUSPENSO TEMPORARIAMENTESão PauloNão se aplicaEnviar de 1 a 3 mL de líquor em tubo de polipropileno estéril com tampa rosqueada.Conservar em geladeira e transportar entre 2 a 8 ºC em até 24 horas com gelo reciclável em caixa isotérmica.São Paulo
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107Doença de ChagasTripanosomíase americana, Trypanosoma cruziCulturaIsolamento in vitro, cultura em meios acelularesLeite materno25 dias úteis SUSPENSO TEMPORARIAMENTESão PauloNão se aplicaEnviar no mínimo 2 mL de amostra em tubo de polipropileno estéril com tampa rosqueada.Conservar em geladeira e transportar entre 2 a 8 ºC (até 24 horas) com gelo reciclável em caixa isotérmica.São Paulo
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108Doença de ChagasTripanosomíase americana, Trypanosoma cruziPCR convencionalSangue5 dias úteisSão PauloFase aguda da doença ou reagudizaçãoColetar 4 mL de sangue total em tubo com EDTA (tampa roxa).Conservar em geladeira e transportar entre 2 e 8ºC (até 24 h) com gelo reciclável em caixa isotérmica. O tubo não pode estar em contato com o gelo.São Paulo
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109Doença de ChagasTripanosomíase americana, Trypanosoma cruziPCR em tempo realFragmentos de tecido5 dias úteisSão PauloFase aguda da doença ou reagudizaçãoEm bloco de parafina.Conservar e transportar à temperatura ambiente em caixa isotérmica.São Paulo
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110Doença de ChagasTripanosomíase americana, Trypanosoma cruziPCR em tempo realLíquor5 dias úteisSão PauloFase aguda da doença ou reagudizaçãoEnviar de 1 a 3 mL de líquor em tubo de polipropileno estéril com tampa rosqueada.Conservar em geladeira e transportar entre 2 a 8 ºC em até 24 horas com gelo reciclável em caixa isotérmica.São Paulo
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111Doença de ChagasTripanosomíase americana, Trypanosoma cruziPesquisa de anticorpos IgGELISA, ensaio imunoenzimático, sorologiaSangue15 dias úteisAraçatuba, São Paulo, TaubatéNão se aplicaColher 5 ml de sangue em tubo com gel separador (tampa amarela) . Centrifugar antes de enviar.Conservar em geladeira e transportar entre 2 a 8 ºC com gelo reciclável em caixa isotérmica.Verifique