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Avaliação Nutricional e Fases da Vida

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Estado Nutricional

Ingestão de alimentos Consumo de energia

FUNÇÕES DIÁRIAS DO ORGANISMO

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Avaliação do Estado Nutricional:

× É considerado um procedimento fundamental para uma adequada prescrição nutricional.

× A análise de variáveis sociais, econômicas, demográficas, antropométricas, de composição corporal, bioquímicas, clínicas e dietéticas compõem o processo de avaliação nutricional.

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Objetivos da Avaliação do Estado Nutricional:

× Definir o estado nutricional de um indivíduo;

× Identificar distúrbios nutricionais;

× Determinar a terapia nutricional adequada;

× Avaliar a eficácia da terapia nutricional instituída.

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Métodos de avaliação nutricional

Métodos Objetivos

Métodos Subjetivos

Antropometria

Exame físico

Composição corporal

Avaliação global subjetiva

Parâmetros bioquímicos

Dados socioeconômicos

Consumo alimentar

Consumo alimentar

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Composição Corporal

× A análise da composição corporal é a quantificação dos principais componentes estruturais do corpo humano.

× O tamanho e a forma corporais são determinados basicamente pela carga genética.

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× E formam a base sobre a qual são dispostos, em proporções variadas, os três maiores componentes estruturais do corpo humano: osso, músculo e gordura.

× Esses componentes são também as maiores causas da variação da massa corporal.

Composição Corporal

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Os diferentes métodos para avaliação da composição corporal são aplicados em diferentes áreas como:

× Saúde pública

× Nutrição

× Ciências do esporte

× Fisiologia

× Medicina

Esse grande espectro de aplicações tem levado ao desenvolvimento de diferentes técnicas para essa avaliação in vivo.

Composição Corporal

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De acordo com o método ou a técnica escolhidos para a análise, a avaliação pode ser vista a partir de 1, 2 ou vários compartimentos.

O modelo de 2 compartimentos é o mais aceito, devido a simplicidade e objetividade de sua aplicação.

Nesse modelo temos a massa gorda e a massa magra.

A massa gorda é formada praticamente por gordura.

A massa magra é formada por: água, proteínas, osso, glicogênio, lipídios essenciais e uma pequena quantidade de outros constituintes.

Composição Corporal

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× Massa de gordura (MG): Todos os lipídios extraídos do tecido adiposo e outros tecidos do corpo.

× Massa livre de gordura (MLG): Todos os tecidos e resíduos livres de lipídios, incluindo água, músculos, ossos, tecidos conjuntivos e órgãos internos.

× Massa corporal magra: massa livre de gordura + lipídios essenciais.

× Lipídios essenciais: Lipídios compostos (fosfolipídios) necessários para a formação da membrana celular (10% dos lipídios corporais totais).

Composição Corporal:

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× Lipídios não essenciais: Triglicerídeos encontrados principalmente no tecido adiposo (≅ 90% dos lipídeos corporais totais).

× Gordura subcutânea: Tecido adiposo acumulado sob a pele.

× Gordura visceral: Tecido adiposo acumulado em volta dos órgãos das cavidades torácica e abdominal.

× Gordura intra-abdominal: Gordura visceral na cavidade abdominal.

× Gordura abdominal: Gordura subcutânea e visceral na região abdominal

Composição Corporal

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Gordura subcutânea e visceral

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Valores de referência para % de gordura corporal:

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× Métodos diretos:

    • Dissecação de Cadáveres

× Métodos indiretos:

    • Tomografia (TC)
    • Ressonância magnética
    • Densitometria (DEXA)
    • Ultrassonografia
    • Pesagem hidrostática

Métodos empregados para se determinar a composição corporal:

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Dissecação de cadáveres

× Levam a mensuração do elemento que compõem o corpo sem medidas intermediárias;

× Grande vantagem: Permite o acesso direto à estrutura de interesse;

× Não é um método que atualmente possa ser utilizado, pois envolve profundas questões éticas;

× Um dos mais recentes estudos ocorreu na década de 1990, envolvendo 25 cadáveres entre 55 e 94 anos, contribuindo para a validação de novos métodos antropométricos.

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Dissecação de cadáveres

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× Padrão-ouro para determinar a gordura visceral

× Permite a diferenciação da adiposidade subcutânea e visceral

× Equipamento sofisticado e pessoal especializado

× Alto custo

× Exposição à irradiação

Tomografia Computadorizada:

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× Bom diagnóstico para estimar a gordura visceral

× Método não-invasivo e isento de irradiação

× Coeficiente de variação e custo maiores do que a TC

Ressonância Magnética:

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× Menos dispendiosa que a TC

× Boa correlação com a gordura corporal

× Método inofensivo, fácil e de rápida execução

× Equipamento e pessoal especializado

Ultrassonografia:

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× Amplamente utilizada na avaliação da densidade mineral óssea e na estimativa da massa óssea

× Capaz de mensurar a adiposidade corporal total e regional

× Aplica-se para medir a gordura de localização abdominal

× Baseia-se em um modelo de 3 componentes (osso, gordura e tecidos moles magros)

Medida de absorção dos raios X de dupla energia (DEXA):

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  • Vantagens:
  • Análise da composição corporal de todo e corpo e por segmentos
  • Distribuição anatômica dos diferentes compartimentos
  • Elevada precisão
  • Menor cooperação do avaliado
  • Desvantagens:
  • Exposição à irradiação
  • Necessidade de equipamento e pessoal especializados
  • Alto custo
  • Tempo para rastreamento do corpo
  • Variações quanto à proporção de água corporal

Medida de absorção dos raios X de dupla energia (DEXA):

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Pesagem Hidrostática:

× Método indireto e não-invasivo

× Estima a composição corporal através da densidade corporal

× Densidade corporal = massa/volume

× Baseia-se no princípio de Arquimedes 🡪 Quando um corpo é imergido, há um deslocamento de água. O volume do peso de água deslocado será igual ao volume do corpo

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Pesagem Hidrostática:

  • Vantagens:
  • Referência para a validação de outras técnicas

  • Desvantagens:
  • Alto custo dos equipamentos
  • Tempo para realização das medidas
  • Adaptação ao meio aquático
  • Elevada cooperação do avaliado

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Métodos Duplamente Indiretos:

Mais empregados devido a:

  1. Facilidade e rapidez de coleta
  2. Não invasibilidade
  3. Facilidade de interpretação

Suas técnicas consistem basicamente em:

  1. Realizar mensurações de dobras cutâneas, perímetros e diâmetros ósseos
  2. Avaliar a condutividade elétrica (BIA)

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Bioimpedância elétrica

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Bioimpedância

A bioimpedância baseia–se na análise da estimativa da composição corporal através da condutibilidade e da resistência promovida pelos diversos tecidos corporais a variação da frequência da corrente elétrica.

Tecidos que contenham mais água e eletrólitos como o fluido cérebro-espinhal, sangue, músculos, são altos condutores elétricos, contudo, gordura, ossos, e o ar que preenche os pulmões por exemplo, são de alta resistência a corrente elétrica.

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A avaliação do paciente é realizada com o paciente deitado com as pernas estiradas e os braços em paralelo afastados do tronco.

Os eletrodos pletismógrafos são colocados em locais específicos da mão e do pé do lado dominante.

Bioimpedância

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Este método é altamente aceito pela comunidade científica, inclusive na identificação do estado de hidratação dos indivíduos. Porém, os resultados podem ser afetados por fatores como:

× Alimentação;

× A ingestão de líquidos;

× A desidratação ou retenção hídrica;

× A utilização de diuréticos e

× O ciclo menstrual.

Bioimpedância

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Vantagens

Desvantagens

Não requer alto grau de habilidade do avaliador

Depende da colaboração do avaliado

É confiável e não-invasiva

Apresenta custo elevado quando comparado a outras técnicas duplamente indiretas

Pode ser utilizada na avaliação da composição corporal de indivíduos obesos

É altamente influenciado pelo estado de hidratação do avaliado

Possui equações específicas para diferentes grupos populacionais

Nem sempre os equipamentos dispõem das equações adequadas aos indivíduos que pretendemos avaliar

Bioimpedância

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Para avaliar a composição corporal podemos dividir a massa corporal em massa gorda e massa magra.

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Declínio da Massa Magra, com manutenção ou aumento do peso

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Caquexia e Definhamento

Caquexia = perda de MM

Há situações em que o declínio da MM e do peso ocorrem paralelamente.

Como com a AIDS em estágio terminal, câncer, tuberculose, etc.

A perda de peso é sempre não intencional e não há mudanças entre os compartimentos.

Nesses casos o paciente está definhando.

Definhar = perda de peso involuntária com redução da massa magra e gorda.

Todos os pacientes que definham tem caquexia, mas o oposto não é verdadeiro.

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Antropometria

  • Do grego:Antropos - homem� Métron - medição,� medida.�� Literalmente:� medida do homem

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Antropometria

  • É a medida do tamanho corporal e de suas proporções.

  • Trata-se de um dos indicadores diretos do estado nutricional.

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Vantagens do uso da Antropometria

  • Sensível as alterações do crescimento;

  • Método barato e simples;

  • Fácil obtenção;

  • Fácil padronização;

  • Os resultados possibilitam a comparação entre diferentes períodos históricos e populações.

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Antropometria

× Fatores influentes:

  • Sexo;

  • Etnias;

  • tipo físico;

  • diferenças sociais e

  • Idade.

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Avaliação Antropométrica

× Medidas mais utilizadas:

  • Peso;

  • Estatura;

  • Pregas cutâneas;

  • Circunferências

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Peso

× É a soma de todos os componentes corporais e reflete o equilíbrio proteico-energético do indivíduo.

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Particularidades – Paciente Hospitalizado

Considerações sobre o peso

× Peso Atual (PA)

× Peso Habitual (PH)

× Peso Ideal (PI)

IMC desejado x altura (m²)

× % Perda de peso

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Maca Balança

Balança tipo plataforma digital

Balança tipo plataforma

Alguns tipos de Balança

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Perda de peso

Tempo

Perda significativa

Perda grave

1 semana

1-2 %

> 2%

1 mês

5%

> 5%

3 meses

7,5%

> 7,5%

6 meses

10%

> 10%

Blackburn GL, Bistrian BR; 1977

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Quanto o indivíduo perdeu de peso

em relação ao seu peso habitual?

% de perda de peso = (peso usual - peso atual) x 100

peso usual

*o tempo em que o paciente perdeu o peso é fundamental!

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Estatura

× É a medida do tamanho longitudinal do indivíduo.

× Em condições normais utiliza-se o estadiômetro ou o antropômetro para realizar a medida.

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Estadiômetros e

Antropômetros

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× Influência da idade

Crescimento rápido até a puberdade

Estatura definitiva:

Estatura

+/- 25 anos em 1950

+/- 20 anos em 1970

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× Senilidade

Redução da estatura (25 anos):

  • Redução da altura do tronco por pressão nos discos intervertebrais e mudanças na curvatura da coluna;

  • Segundo alguns autores, esta redução atinge 15 mm a cada 10 anos a partir de 50 anos.

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Estimativa da Altura

× A partir da altura do joelho (AJ)

Homem:

64,19 – (0,04 x idade) + (2,02 x AJ cm)

Mulher:

84,88 – (0,24 x idade) + (1,83 x AJ cm)

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Estimativa da Altura

× A partir da Semievergadura:

Mulheres

Altura em cm =(1.35 x semi-envergadura em cm) + 60.1

Homens

Altura em cm =(1.40 x semi-envergadura em cm) + 57.8

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Índice de Massa Corporal (IMC)

É o indicador simples de estado nutricional calculado a partir da seguinte fórmula:

Peso atual (Kg) / estatura (m²)

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Classificação do estado nutricional de adultos

segundo o IMC

IMC (Kg/m²)

Classificação

< 16,0

Magreza grau III

16,0 – 16,9

Magreza grau II

17,0 – 18,4

Magreza grau I

18,5 – 24,9

Eutrofia

25,0 – 29,9

Pré-obeso

30,0 – 34,9

Obesidade grau I

35,0 – 39,9

Obesidade grau II

> 40,0

Obesidade grau III

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IMC Idosos

IMC (Kg/m²)

Classificação

< 22

Magreza

22 – 27

Eutrofia

> 27

Excesso de peso

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Considerações sobre

O IMC

x O IMC não distingue o peso associado ao músculo ou a gordura corporal, assim torna-se importante investigar a composição corporal;

x Recomenda-se a interpretação dos pontos de corte de IMC em associação com outros fatores de risco.

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Circunferências

Vantagens:

  • Simplicidade;
  • Facilidade;
  • Aceitabilidade.

Desvantagens:

  • Demonstra fragilidade como variável preditora da quantidade de gordura corporal em razão de suas dimensões incluírem outros tecidos e órgãos além do tecido adiposo.

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Circunferências

Pontos a serem observados:

  • Uso de fita métrica inextensível e não elástica;
  • Realização de medidas seriadas pelo mesmo observador (triplicata);
  • Cuidados para evitar compressão do tecido adiposo subcutâneo no momento da medição;
  • Posicionamento correto da fita.

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Circunferência da cintura

Valores de referência

Homens

Mulheres

Normal

até 94 cm

Até 80 cm

Aumentada

≥ 94 cm

≥ 80 cm

Muito aumentada

≥ 102 cm

≥ 88 cm

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Circunferência da cintura

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Circunferência da cintura

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Pregas Cutâneas

Sua aferição possibilita identificar o percentual de gordura corporal de um indivíduo.

As mais utilizadas são:

× Prega cutânea tricipital;

× Prega cutânea abdominal;

× Prega cutânea subescapular;

× Prega cutânea supra ilíaca.

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Pregas cutâneas

Vantagens

Desvantagens

Não é um método invasivo

Requer treinamento prolongado dos avaliadores

Baixo custo operacional

Falta de padronização dos avaliadores em relação aos pontos de medidas

Aplicabilidade em grandes grupos

Falta de padronização nos procedimentos adotados para a realização da medida

Rapidez e facilidade na obtenção das medidas

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Clínico

didático

científico

Pregas Cutâneas

Adipômetro - Cescorf

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Harpenden

Cescorf

Lange

Sanny

Compassos de dobras cutâneas

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Anatomia de uma dobra cutânea

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  1. Axilar 2. Abdominal 3. Tricipital

4. Supra-ilíaca 5. Coxa

Pregas cutâneas

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Tricipital

Ponto médio

Bicipital

Pregas cutâneas

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Locais de dobras cutâneas:

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Locais de dobras cutâneas:

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A dobra é destacada 3 cm da borda direita da cicatriz umbilical

  • É a dobra que possui maiores controvérsias:
  • Com relação à sua medida
  • A referência anatômica e à posição do aparelho
  • Não pode ser pinçada verticalmente ao eixo longitudinal

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- A dobra é destacada na linha média axilar ao nível da junção xifo-esternal.

- Junção xifo-esternal: Ponto onde a cartilagem costal das costelas 5-6 articulam-se com o esterno.

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  • A dobra é destacada no ponto médio entre a linha inguinal e a borda proximal da patela
  • O peso do corpo é transferido para o pé esquerdo e o adipômetro é aplicado 1cm abaixo dos dedos.

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  • A dobra é destacada no nível da circunferência máxima da panturrilha
  • Joelho e quadril flexionados a 90º

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  • A dobra é destacada entre a axila e o mamilo, tão alta quanto possível na dobra axilar anterior
  • Medida tomada 1cm abaixo dos dedos

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Nutrição nas Fases da Vida

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Nutrição e Gestação

Durante o período gestacional ocorrem constantes mudanças fisiológicas e psicológicas. ��Desta forma, torna-se essencial o acompanha- mento multidisciplinar pré-natal, visando à saúde tanto da mãe quanto do bebê.

O ideal é que o acompanhamento inicie-se no primeiro trimestre de gestação. Nesta fase ocorre o desenvolvimento dos órgãos do sistema nervoso (cérebro), estrutura esquelética (dedos dos pés e mãos, coluna, pescoço) e formação de ossos e cartilagens do feto.

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Nutrição e Gestação

No 1º trimestre são comuns os sintomas de náuseas e vômitos. Algumas orientações nutricionais auxiliam na melhora dos sintomas:

  • Evitar muitas horas em jejum (sem se alimentar)
  • Realizar refeições fracionadas (várias vezes ao dia e em menor quantidade)
  • Evitar alimentos muito condimentados ou que contenham forte odor
  • Alimentos gordurosos e frituras podem propiciar o aumento dos sintomas
  • Evitar a ingestão de líquidos durante as refeições
  • Evitar deitar-se após as refeições

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Nutrição e Gestação

Durante o segundo trimestre e o terceiro trimestre de gestação o bebê continua a crescer e se desenvolver. As necessidades de vitaminas, minerais e proteínas devem ser monitoradas e atendidas com uma alimentação balanceada, a fim de evitar deficiência de algum nutriente na mãe e prejudicar a gestação e a saúde do bebê.

  • O consumo de água deve manter-se entre 1,5 a 2,0 litros/dia
  • A prática de atividade física deve ser acompanhada por educador físico, quando autorizada pelo médico
  • Manter uma alimentação fracionada e com menor volume
  • Tomar sol ajuda na produção de Vitamina D e auxilia na fixação do cálcio nos ossos

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Nutrição e Amamentação

Durante o período de aleitamento as mães ficam preocupadas com a ingestão de determinados alimentos. Na verdade, neste período é importante manter o mesmo padrão da dieta realizada durante a gestação, pois desta forma conseguirá atender todas as suas necessidades nutricionais. ��Orientações Gerais:

  • Realizar 6 refeições diárias fracionadas
  • Evitar períodos longos sem se alimentar
  • Ingerir de 2 a 3 litros de líquido por dia
  • Consumir alimentos ricos em:
    • Vitamina A: fígado, manteiga, margarina.
    • Vitamina C: frutas cítricas como laranja, limão e morango e vegetais como brócolis e repolho.
    • Cálcio: leite e seus derivados, como queijo e iogurte.
    • Ferro: carnes, principalmente a carne vermelha.

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Nutrição e Amamentação

É importante ressaltar que não é comprovado que alimentos consumidos pela mãe causem cólicas no bebê, porém algumas condutas são adotadas como prevenção:

  • Evitar Refrigerantes
  • Evite café, chá preto, chá mate.
  • Evitar Bebidas Alcoólicas
  • Evitar Fumo

Mitos:

Não é necessário consumir leite de vaca para produzir mais leite. A produção está muito ligada com a demanda que o bebê consome.

Não existe leite fraco

Tente descansar, pois quanto mais relaxada e tranquila a mãe estiver mais fácil será o processo de amamentação.

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Nutrição e Infância

É de extrema importância que a alimentação durante a infância seja rica e balanceada.��Uma alimentação saudável garante um desenvolvimento físico e intelectual correto, prevenindo distúrbios nutricionais como a anemia, desnutrição e obesidade, além de osteoporose, hipertensão e diabetes a idade adulta. ��A pirâmide alimentar pode ser utilizada como forma dinâmica e fácil de explicar a criança que alimentos são mais importantes. A criança deve ser parte ativa e participativa de todo o processo.�

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Nutrição e Adolescência

Os adolescentes são considerados um grupo vulnerável em termos nutricionais, por várias razões:

1º) Sua demanda de nutrientes é maior em decorrência de dramático aumento no crescimento e desenvolvimento físicos

2º) As mudanças no estilo de vida e hábitos alimentares dos adolescentes afetam a ingestão e as necessidades de nutrientes.

3º) os adolescentes têm necessidades especiais de nutrientes associados à participação em esportes, gravidez, desenvolvimento de um distúrbio de alimentação, realização excessiva de dietas, uso de álcool e drogas ou outras situações comuns aos adolescentes.

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Nutrição e Envelhecimento

O envelhecimento é um processo natural do organismo, sendo este progressivo e irreversível, onde ocorrem alterações em todas as partes do organismo, devendo ser acompanhadas para que sejam evitados danos à saúde. ��Uma das alterações deste processo é o aumento da massa gorda e diminuição da massa muscular (água, tecido ósseo e tecido muscular).

Esta alteração é resultado de uma série de fatores como: diminuição de atividade física, hábitos alimentares inadequados, diminuição da água corporal, entre outros fatores.

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Nutrição e Envelhecimento

  • É comum alteração no paladar, devido à diminuição das papilas gustativas que permitem sentir os sabores (doce, salgado, ácido e amargo). Além disso, pode ocorrer alteração na dentição que prejudica a mastigação.
  • A alimentação deve ser variada e adaptada a esta fase, para realçar o sabor dos alimentos e torná-los mais fáceis de serem mastigados e deglutidos (engolir), mantendo o equilíbrio na oferta de nutrientes.