FECCIF23 – II Feira Estadual de Ciência e Cultura do IFSP – de 23 a 27 de Outubro de 2023
Este projeto fundamenta-se na produção de uma tinta guache atóxica (a base d’água) com pigmentos naturais utilizando a curcumina, bixina, clorofila e betanina. Substituindo os pigmentos dos metais pesados utilizados nas indústrias.
Palavras-chave: Pigmentos, tinta, naturais, extração
RESUMO
INTRODUÇÃO
OBJETIVOS
METODOLOGIA
TINTA ATÓXICA COM PIGMENTOS NATURAIS
Maria Luisa Ferreira Gomes, Maria Eduarda da Silva, Cesar Tatari(orientador)
1Instituto Federal de São Paulo, Suzano, Brasil – maria.gomes236@etec.sp.gov.br
2Instituto Federal de São Paulo, Suzano, Brasil – mars.edusilva@gmail.com
5Instituto Federal de São Paulo, Suzano, Brasil – cesar.tatari@etec.sp.gov.br
A tinta é utilizada como forma de expressão, desde a pré-história. Mas foram os egípcios que difundiram o seu uso, porem eram utilizados metais pesados como pigmentos, o que tornava a tinta toxica. Uma tinta com pigmentos naturais é atóxica e segura para o uso. A utilização de pigmentos em tintas, ainda é uma novidade, portanto há dúvida se será possível apresentar maior qualidade e desempenho, com o uso de pigmentos naturais.
Objetivo: Desenvolver uma tinta atóxica, com pigmentos naturais.
Objetivos específicos: Extrair os pigmentos do Urucum, Beterraba e EspinafreProduzir uma tinta a base d’água Realizar testes Físicos químicos
Extração da betanina:
Foram pesadas 25,43g de beterrabas in natura lavadas, descascadas e picadas, foram adicionados 100mL de água a beterraba em um béquer, os béquer foi levado a chapa aquecedora, a uma temperatura de cerca de 300°c, até que o volume reduzisse pela metade. Após esfriar, a solução foi armazenada em um recipiente sobre refrigeração. O processo foi repitido com alcool.
Extração da clorofila:
Foi pesado 3,44g de espinafre, que foram colocadas em em um cadinho, em seguida adicionamos 3,5mL de hexano, 7,0mL de acetona e 7,0 mL de etanol, as folhas foram maceradas com o auxílio de um pistão junto com os solventes, após maceradas, a mistura foi filtrada. No filtrado foram adicionados ..... para que as clorofilas fossem separadas , com o auxílio de um funil de separação.
Extração da bixina e norbixina:
Foram pesadas 48,48g de sementes de urucum, que foram colocadas em um recipiente âmbar e em seguida foram adicionados 100mL de álcool 96%, 50 mL de hexano, e pérolas. Agitamos a mistura por cerca de 40min, após isso a mistura foi filtrada e colocada em banho maria, até q todos os solventes evaporassem
Produção da tinta:
Os reagentes foram pesados. O CMC foi diluído em metade da água utilizada, formando um gel transparente, em seguida o dióxido de titânio foi diluído com glicerina, pois não é solúvel em água. Em um agitador mecânico foi adicionado o dióxido de titânio diluído e em seguida o CaCO3, em seguida adicionamos a resina e o CMC diluído, ficou em agitaçao por cerca de 5 min, e então foi adicionado o agalgamatolito, em seguida o espessante acrílico e por último o renex. A tinta continuou em agitaçao por cerca de 30 min
Atraves dos resultados obtidos, apartir dos procedimentos realizados no laboratório, para obtenção dos pigmentos da beterraba, espinafre, urucum e açafrão, foi possível observar a diferença de rendimento entre os pigmentos, que também apresentaram cores intensas.
RESULTADOS E DISCUSSÕES
REFERÊNCIAS
CONCLUSÃO
Até o momento, as extrações dos pigmentos da beterraba, espinafre e urucum, e a produção da tinta base foram realizados com sucesso. Em seguida serão realizados a extração do pigmento do açafrão e os ensaios com a tinta.
CETESB. GUIA TÉCNICO AMBIENTAL TINTAS E VERNIZES – SÉRIE P+L. 2008, São Paulo. Disponível em: https://cetesb.sp.gov.br/consumosustentavel/wp-content/uploads/sites/20/2013/11/tintas.pdf
FAZENDA, Jorge M. R. Tintas: ciências e tecnologia. 2009, São Paulo. Disponível em:https://books.google.com.br/books?hl=ptBR&lr=&id=sWXxDwAAQBAJ&oi=fnd&pg=PR1&dq=+tintas&ots=Jus6cOr1Uw&sig=Et1fYELAmqBfZIKQMWL30z4eVFk#v=onepage&q=tintas&f=false