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AULA 1

PSS2 - Polígrafo 01

Filosofia e Sociologia

@andreicerentini

PSS 1 • 1º ANO

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https://sites.google.com/view/projetoaprova

FILOSOFIA • 2º ANO DO ENSINO MÉDIO

AULA 1 | PSS 2

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O SUJEITO

MODERNO

Dúvida, consciência e racionalidade

FILOSOFIA • 2º ANO DO ENSINO MÉDIO

AULA 1 | PSS 2

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AULA 1 • PSS 2

FILOSOFIA • Riachuelo

02

A modernidade rompe o monopólio da autoridade

EXPANSÃO

MARÍTIMA

novos mundos

REFORMA

PROTESTANTE

crise religiosa

ESTADOS

NACIONAIS

novo poder

CIÊNCIA

MODERNA

novo método

Se a tradição pode falhar, como justificar uma certeza?

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AULA 1 • PSS 2

FILOSOFIA • Riachuelo

03

O novo problema: encontrar um fundamento seguro

ANTES

Autoridade

Tradição

Doutrina herdada

AGORA

Dúvida

Exame racional

Justificação

O sujeito que conhece passa ao centro da investigação.

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AULA 1 • PSS 2

FILOSOFIA • Riachuelo

04

Duvidar não é desistir da verdade

A dúvida cartesiana é um instrumento: elimina o que pode ser falso para testar o que resiste.

1

SENTIDOS

às vezes enganam

2

SONHO

vigília ou ilusão?

3

GÊNIO ENGANADOR

e se tudo fosse manipulado?

DÚVIDA

METÓDICA

tem direção, critério e objetivo

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AULA 1 • PSS 2

FILOSOFIA • Riachuelo

05

O cogito resiste à própria dúvida

DUVIDO

PENSO

EXISTO

“Tentar negar o pensamento já é pensar.”

Certeza performativa: o ato confirma aquilo que tenta negar.

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AULA 1 • PSS 2

FILOSOFIA • Riachuelo

06

O cogito não prova o mundo exterior

O QUE O COGITO PROVA

Há pensamento.

Há consciência.

Há um ser pensante.

O QUE AINDA PRECISA SER PROVADO

O mundo externo.

A verdade das ideias.

A confiabilidade da percepção.

?

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AULA 1 • PSS 2

FILOSOFIA • Riachuelo

07

A razão testa o que os sentidos oferecem

RAZÃO

Busca universalidade

Exige demonstração

Segue ideias claras

SENTIDOS

Fornecem experiências

Podem enganar

Não garantem necessidade

TESTE

Racionalismo não elimina a experiência; recusa aceitá-la sem exame.

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AULA 1 • PSS 2

FILOSOFIA • Riachuelo

08

O método cartesiano disciplina o pensamento

01

EVIDÊNCIA

não aceitar o que não é claro

02

ANÁLISE

dividir o problema

03

ORDEM

ir do simples ao complexo

04

REVISÃO

enumerar para não omitir

Modelo de rigor: a matemática — clareza, ordem e controle do erro.

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AULA 1 • PSS 2

FILOSOFIA • Riachuelo

09

As ideias não têm todas a mesma origem

ADVENTÍCIAS

parecem vir da experiência

ex.: som, cor, calor

FACTÍCIAS

são construídas pela imaginação

ex.: sereia

INATAS

pertencem à estrutura racional

ex.: infinito

A teoria das ideias sustenta a autonomia da razão — e abre novas disputas.

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AULA 1 • PSS 2

FILOSOFIA • Riachuelo

10

Mente e corpo: uma solução que cria outro problema

RES COGITANS

MENTE

coisa pensante

RES EXTENSA

CORPO

coisa extensa

COMO

INTERAGEM?

A distinção garante autonomia à razão, mas inaugura o problema mente–corpo.

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AULA 1 • PSS 2

FILOSOFIA • Riachuelo

11

Conhecer é representar — e justificar

SUJEITO

IDEIAS E

PERCEPÇÕES

MUNDO

EXTERIOR

OBJETIVIDADE = procedimentos para controlar limites individuais

método • demonstração • repetição • crítica pública

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AULA 1 • SÍNTESE

FILOSOFIA • Riachuelo

12

O sujeito moderno ainda vive no feed

MARX

condições materiais

NIETZSCHE

forças e afetos

FREUD

inconsciente

ALGORITMOS

atenção e escolhas

Autonomia não é viver sem influências.

É compreender as mediações para escolher com mais consciência.

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EMPIRISMO E

CRITICISMO

Experiência, causalidade e limites do conhecimento

FILOSOFIA • 2º ANO DO ENSINO MÉDIO

AULA 2 | PSS 2

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AULA 2 • PSS 2

FILOSOFIA • Riachuelo

02

Locke muda o ponto de partida

MENTE

EM BRANCO

sem conteúdo inato

SENSAÇÃO

mundo externo

REFLEXÃO

operações internas

IDEIAS

simples e complexas

A experiência fornece o material; o entendimento organiza.

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AULA 2 • PSS 2

FILOSOFIA • Riachuelo

03

A experiência possui duas fontes

SENSAÇÃO

Dados do mundo externo

cores, sons, formas

REFLEXÃO

Operações da mente

lembrar, desejar, julgar

LOCKE

O conteúdo vem da experiência; a mente compara, generaliza e formula conceitos.

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AULA 2 • PSS 2

FILOSOFIA • Riachuelo

04

Ideias simples tornam-se ideias complexas

IDEIAS

SIMPLES

COMBINAR

IDEIAS

COMPLEXAS

Recebidas passivamente → trabalhadas pelo entendimento

A mente compara, combina e abstrai o que recebeu.

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AULA 2 • PSS 2

FILOSOFIA • Riachuelo

05

Nem toda qualidade aparece do mesmo modo

QUALIDADES PRIMÁRIAS

Forma.

Movimento.

Extensão.

QUALIDADES SECUNDÁRIAS

Cor.

Som.

Sabor.

≠

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AULA 2 • PSS 2

FILOSOFIA • Riachuelo

06

Hume radicaliza o empirismo

IMPRESSÕES

Intensas

Imediatas

Presentes

IDEIAS

Cópias enfraquecidas

das impressões

TESTE

Um conceito legítimo deve remeter a alguma impressão identificável.

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AULA 2 • PSS 2

FILOSOFIA • Riachuelo

07

A causalidade nasce do hábito

FOGO

CALOR

EXPECTATIVA

Depois de muitas repetições, esperamos que aconteça de novo.

Não vemos necessidade; vemos acontecimentos em sequência.

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AULA 2 • PSS 2

FILOSOFIA • Riachuelo

08

A indução não oferece certeza lógica

OBSERVAÇÃO

muitos casos passados

o fogo aqueceu

GENERALIZAÇÃO

esperamos regularidade

o fogo aquecerá

PROBLEMA

o futuro pode mudar

não há prova absoluta

A ciência usa indução, mas não demonstra que o futuro repetirá o passado.

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AULA 2 • PSS 2

FILOSOFIA • Riachuelo

09

Hume limita a certeza sem abandonar a ciência

ELE QUESTIONA

NECESSIDADE

certeza causal

ELE PRESERVA

EXPECTATIVA

utilidade prática

CETICISMO

MODERADO

Prudência intelectual: reconhecer limites sem paralisar a investigação.

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AULA 2 • PSS 2

FILOSOFIA • Riachuelo

10

Kant une experiência e estruturas do sujeito

DADOS

Sensações

Mundo empírico

Conteúdo

FORMAS

Espaço e tempo

Categorias

Organização

Todo conhecimento começa com a experiência, mas nem todo deriva dela.

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AULA 2 • PSS 2

FILOSOFIA • Riachuelo

11

Conhecemos fenômenos, não a coisa em si

DADOS

SENSÍVEIS

FORMAS E

CATEGORIAS

FENÔMENO

REVOLUÇÃO COPERNICANA = o sujeito participa da experiência

espaço • tempo • causalidade • substância

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AULA 2 • SÍNTESE

FILOSOFIA • Riachuelo

12

Informação não é conhecimento

FONTE

quem afirma?

EVIDÊNCIA

o que sustenta?

CONTEXTO

como foi usado?

REVISÃO

pode ser corrigido?

Convicção e compartilhamentos não provam uma tese.

Conhecer exige razões avaliáveis publicamente.

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CONTRATUALISMO E

LEGITIMIDADE

Por que obedecer ao Estado?

FILOSOFIA • 2º ANO DO ENSINO MÉDIO

AULA 3 | PSS 2

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AULA 3 • PSS 2

FILOSOFIA • Riachuelo

02

A política moderna exige uma justificativa

CRISE

guerras e conflitos

TRADIÇÃO

já não basta

PODER

precisa de limites

LEGITIMIDADE

requer razões

Por que indivíduos livres devem obedecer ao Estado?

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AULA 3 • PSS 2

FILOSOFIA • Riachuelo

03

O estado de natureza é uma hipótese

NÃO É

um passado histórico

comprovado

É

um experimento

de pensamento

FUNÇÃO

Imaginar a vida sem governo para justificar a origem e os limites do poder.

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AULA 3 • PSS 2

FILOSOFIA • Riachuelo

04

O contrato transforma liberdade em autoridade

ESTADO DE

NATUREZA

PACTO

SOCIEDADE

CIVIL

Cada autor muda o ponto de partida e muda também o Estado.

Contrato social = critério normativo de legitimidade.

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AULA 3 • PSS 2

FILOSOFIA • Riachuelo

05

Força produz obediência; legitimidade produz autoridade

PODER DE FATO

Coage.

Impõe.

Controla.

AUTORIDADE LEGÍTIMA

Justifica.

Protege.

Pode ser contestada.

≠

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AULA 3 • PSS 2

FILOSOFIA • Riachuelo

06

Hobbes parte da insegurança

INDIVÍDUOS

desejo

medo

autopreservação

SEM PODER COMUM

competição

desconfiança

ameaça

RISCO

Igualmente vulneráveis, todos podem ameaçar e ser ameaçados.

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AULA 3 • PSS 2

FILOSOFIA • Riachuelo

07

O pacto hobbesiano troca risco por segurança

INDIVÍDUOS

AUTORIZAM

SOBERANO

O pacto ocorre entre os indivíduos; o soberano concentra o poder.

Finalidade central: garantir paz e cumprimento dos acordos.

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AULA 3 • PSS 2

FILOSOFIA • Riachuelo

08

Locke limita o governo pelos direitos

DIREITOS

anteriores ao Estado

vida • liberdade • propriedade

PROBLEMA

não há juiz imparcial

cada um julga a própria causa

GOVERNO

protetor, não proprietário

poder limitado e consentido

O Estado é legítimo enquanto protege direitos que não criou.

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AULA 3 • PSS 2

FILOSOFIA • Riachuelo

09

Em Locke, propriedade e resistência se conectam

APROPRIAÇÃO

TRABALHO

vínculo com recursos

LIMITE

DIREITOS

governo condicionado

DIREITOS

VIOLADOS

Quando o governo destrói direitos, perde legitimidade: surge o direito de resistência.

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AULA 3 • PSS 2

FILOSOFIA • Riachuelo

10

Rousseau: liberdade como autonomia coletiva

VONTADE DE TODOS

Soma de interesses

Preferências privadas

Disputa de grupos

VONTADE GERAL

Interesse comum

Cidadania

Soberania popular

Ser livre politicamente é obedecer à lei da qual se participa como autor.

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AULA 3 • PSS 2

FILOSOFIA • Riachuelo

11

Três contratos, três modelos de Estado

HOBBES

segurança

LOCKE

direitos

ROUSSEAU

participação

O ponto de partida determina a finalidade do poder

soberania forte • governo limitado • autonomia coletiva

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AULA 3 • SÍNTESE

FILOSOFIA • Riachuelo

12

Democracia é mais do que votar

DIREITOS

limites à maioria

PLURALISMO

oposição legítima

CONTROLES

poder dividido

CONTESTAÇÃO

alternância real

Sem informação e liberdade, o consentimento pode ser esvaziado.

Legitimidade combina participação, direitos e controle do poder.

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LIBERDADE E

AUTONOMIA

Escolha, dever e responsabilidade moral

FILOSOFIA • 2º ANO DO ENSINO MÉDIO

AULA 4 | PSS 2

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AULA 4 • PSS 2

FILOSOFIA • Riachuelo

02

Ser livre envolve mais do que escolher

IMPEDIMENTOS

o que me bloqueia?

CONDIÇÕES

o que posso realizar?

AUTONOMIA

quem governa minha ação?

RESPONDER

por que sou responsável?

Liberdade é ausência de limites ou capacidade de autogoverno?

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AULA 4 • PSS 2

FILOSOFIA • Riachuelo

03

Duas perguntas revelam duas liberdades

LIBERDADE NEGATIVA

Quem me impede?

Ausência de coerção

LIBERDADE POSITIVA

Consigo me governar?

Capacidade efetiva

TENSÃO

Sem condições reais, a liberdade pode existir apenas no papel.

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AULA 4 • PSS 2

FILOSOFIA • Riachuelo

04

Kant: autonomia é dar a si uma lei racional

DESEJO OU

MEDO

RAZÃO

PRINCÍPIO

MORAL

Autonomia não é fazer tudo o que se quer.

É agir por uma regra que possa valer para qualquer pessoa.

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AULA 4 • PSS 2

FILOSOFIA • Riachuelo

05

O imperativo categórico testa a máxima da ação

MINHA MÁXIMA

Qual regra orienta

minha escolha?

LEI UNIVERSAL

Posso querer que

todos ajam assim?

→

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AULA 4 • PSS 2

FILOSOFIA • Riachuelo

06

Pessoas possuem dignidade, não preço

APENAS COMO MEIO

usar

enganar

descartar

TAMBÉM COMO FIM

respeitar

autonomia

dignidade

LIMITE

Nenhuma vantagem autoriza transformar alguém em simples instrumento.

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AULA 4 • PSS 2

FILOSOFIA • Riachuelo

07

O determinismo desafia a responsabilidade

CAUSAS

ANTERIORES

ESCOLHA?

CULPA OU

MÉRITO

Biologia, história pessoal e sociedade condicionam decisões.

Se tudo fosse inevitável, em que sentido alguém poderia responder?

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AULA 4 • PSS 2

FILOSOFIA • Riachuelo

08

O compatibilismo separa causa de coerção

CAUSADA

toda escolha possui história

razões • desejos • hábitos

COAGIDA

a vontade é impedida

ameaça • compulsão • força

LIVRE

expressa o próprio agente

agir segundo razões próprias

Uma ação pode ter causas e ainda ser livre, se não resultar de coerção.

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AULA 4 • PSS 2

FILOSOFIA • Riachuelo

09

Responsabilizar exige avaliar condições reais

AVALIAÇÃO

INTENÇÃO

o que pretendia?

POSSIBILIDADE

ALTERNATIVAS

podia agir diferente?

CONTEXTO

DA AÇÃO

Evitar dois extremos: o fatalismo e o moralismo simplista.

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AULA 4 • SÍNTESE

FILOSOFIA • Riachuelo

10

No ambiente digital, influenciar não é controlar

PLATAFORMAS

Recomendam

Ordenam a atenção

Ocultam alternativas

AUTONOMIA DIGITAL

Transparência

Pluralidade

Proteção de dados

Ser livre também exige compreender o ambiente que organiza nossas escolhas.

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CIÊNCIA, TÉCNICA

E ÉTICA

Decisões, riscos e responsabilidade pelo futuro

FILOSOFIA • 2º ANO DO ENSINO MÉDIO

AULA 5 | PSS 2

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AULA 5 • PSS 2

FILOSOFIA • Riachuelo

02

O poder de intervir cria novas perguntas éticas

CIÊNCIA

explica e testa

TÉCNICA

produz e intervém

ÉTICA

avalia fins e valores

POLÍTICA

distribui riscos e poder

A capacidade de fazer algo autoriza sua realização?

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AULA 5 • PSS 2

FILOSOFIA • Riachuelo

03

A eficiência avalia meios, não decide os fins

RACIONALIDADE INSTRUMENTAL

Qual método é mais rápido?

Qual custa menos?

AVALIAÇÃO ÉTICA

O objetivo é justo?

Quem assume os riscos?

CRITÉRIO

Uma ação pode ser tecnicamente eficiente e moralmente injusta.

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AULA 5 • PSS 2

FILOSOFIA • Riachuelo

04

Toda tecnologia organiza possibilidades e riscos

DESENHO

USOS

IMPACTOS

Artefatos favorecem comportamentos e criam dependências.

A crítica examina interesses, grupos afetados e alternativas disponíveis.

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AULA 5 • PSS 2

FILOSOFIA • Riachuelo

05

Autonomia e justiça orientam decisões bioéticas

AUTONOMIA

decisão informada

e consentimento

JUSTIÇA

distribuição de

recursos e riscos

+

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FILOSOFIA • Riachuelo

06

Benefício e dano podem entrar em conflito

BENEFICÊNCIA

promover o bem

benefício esperado

NÃO MALEFICÊNCIA

evitar danos

riscos proporcionais

DILEMA

Um tratamento promissor pode envolver riscos graves e difíceis de aceitar.

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AULA 5 • PSS 2

FILOSOFIA • Riachuelo

07

A vulnerabilidade altera as condições de escolha

INFORMAÇÃO

DESIGUAL

CONSENTIR

DECISÃO

AUTÔNOMA?

Sofrimento e dependência podem reduzir a capacidade de decidir.

Autonomia exige compreensão real, alternativas e proteção contra abusos.

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AULA 5 • PSS 2

FILOSOFIA • Riachuelo

08

A inteligência artificial pode automatizar desigualdades

DADOS

registros de uma sociedade desigual

seleções e decisões passadas

MODELO

aprende padrões recorrentes

critérios escolhidos por pessoas

DECISÃO

repete ou amplia o viés

direitos podem ser afetados

A aparência matemática não elimina escolhas humanas sobre dados e objetivos.

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AULA 5 • PSS 2

FILOSOFIA • Riachuelo

09

Decisões automatizadas precisam ser contestáveis

EXIGÊNCIA

EXPLICAÇÃO

por que decidiu?

GARANTIA

REVISÃO

quem pode corrigir?

SUPERVISÃO

HUMANA

A responsabilidade permanece humana, mesmo quando a decisão usa uma máquina.

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FILOSOFIA • Riachuelo

10

A responsabilidade ética ultrapassa o presente

RISCO PLAUSÍVEL

  • Grande impacto
  • Possível irreversibilidade
  • Incerteza científica

PRECAUÇÃO

  • Avaliação proporcional
  • Transparência
  • Mecanismos de correção

As gerações futuras sofrerão efeitos de decisões que não puderam discutir.

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ESTADO, CIDADANIA

E DEMOCRACIA

Quem exerce o poder e por que obedecemos?

SOCIOLOGIA • 2º ANO DO ENSINO MÉDIO

AULA 6 | PSS 2

D

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AULA 6 • PSS 2

SOCIOLOGIA • Riachuelo

02

O Estado organiza o poder em um território

TERRITÓRIO

espaço sob autoridade

INSTITUIÇÕES

administração e burocracia

LEIS

regras e competências

FORÇA

uso legítimo e controlado

Para Weber, o Estado reivindica o monopólio legítimo da violência.

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AULA 6 • PSS 2

SOCIOLOGIA • Riachuelo

03

Obediência não depende apenas do medo

PODER

capacidade de impor

uma decisão

LEGITIMIDADE

reconhecimento de que

a autoridade é válida

DISTINÇÃO

Quando há obediência apenas por coerção, a legitimidade é frágil.

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AULA 6 • PSS 2

SOCIOLOGIA • Riachuelo

04

A autoridade pode apoiar-se em três fundamentos

TRADIÇÃO

CARISMA

LEI

Costumes, liderança pessoal e normas podem produzir obediência.

O Estado moderno depende sobretudo da autoridade legal-racional.

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AULA 6 • PSS 2

SOCIOLOGIA • Riachuelo

05

Cidadania combina direitos civis, políticos e sociais

CIVIS + POLÍTICOS

liberdade e igualdade jurídica

voto e participação

SOCIAIS

educação, saúde

e proteção social

+

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SOCIOLOGIA • Riachuelo

06

Democracia exige representação e participação

REPRESENTAÇÃO

eleições, partidos

e oposição legítima

PARTICIPAÇÃO

conselhos, movimentos

e iniciativas populares

CONTROLE

Votar é fundamental, mas a cidadania política não termina nas urnas.

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AULA 6 • PSS 2

SOCIOLOGIA • Riachuelo

07

A democracia pode ser corroída por etapas

VOZ

EXCLUSIVA

ATAQUE A

CONTROLES

MENOS

PLURALISMO

O populismo vira ameaça quando deslegitima adversários e instituições.

Autoritarismo reduz liberdades; paternalismo decide pelo cidadão sem participação.

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AULA 6 • SÍNTESE

SOCIOLOGIA • Riachuelo

08

Poder legítimo precisa de direitos e controle

ESTADO

organiza leis, políticas e autoridade

poder público com limites

CIDADANIA

transforma direitos em pertencimento

acesso efetivo, não só formal

DEMOCRACIA

distribui voz e controla governantes

pluralismo e oposição

A qualidade democrática aparece na prática: quem participa, quem é protegido e quem controla o poder.