Tempo em Sistemas Vivos (TSVII)
Prof. Dr. Leandro Nascimento Lemos
Filogenias
Nomenclatura binomial
Táxon: Unidade taxonômica nomeada em qualquer nível de classificação.
Cannis é o táxon em nível de gênero, e Eukarya é o táxon em nível de domínio.
Unindo classificação e filogenias
Unindo classificação e filogenias
Filogenia e a Árvore da Vida
As filogenias mostram as relações evolutivas e as árvores filogenéticas mostram uma hipótese acerca das relações evolutivas.
Filogenia e a Árvore da Vida
Árvore filogenética enraizada ou árvore enraizada: Um ponto de ramificação dentro da árvore (geralmente desenhada bem à esquerda) representa o mais recente ancestral comum de todos os táxons da árvore.
Filogenia e a Árvore da Vida
O que podemos aprender e o que não podemos aprender a partir de árvores filogenéticas?
(1) Árvores filogenéticas mostram padrões de descendência e não de semelhanças fenotípicas.
Filogenia e a Árvore da Vida
O que podemos aprender e o que não podemos aprender a partir de árvores filogenéticas?
(2) A sequência de ramificação em uma árvore filogenética não indica necessariamente a idade real (absoluta) de uma espécie determinada.
“A árvore não indica que o lobo evoluiu mais recentemente do que a lontra-européia; Mostra apenas que o ancestral comum mais recente do lobo e da lontra (1) viveu antes do ancestral comum mais recente do que o lobo e o coiote.
Filogenia e a Árvore da Vida
O que podemos aprender e o que não podemos aprender a partir de árvores filogenéticas?
(3) Não devemos assumir que um táxon em uma árvore filogenética evoluiu a partir de um táxon próximo a ele.
“A árvore filogenética não indica que os lobos evoluíram a partir dos coiotes e vice-versa. Podemos apenas inferir apenas que a linguagem conduzindo o lobo e a linhagem conduzindo aos coiotes evoluíram a partir de um ancestral comum. Esse ancestral, agora extinto, não era um lobo e nem um coiote.”
Exercício
As filogenias são inferidas a partir de dados morfológicos e moleculares
Analisando homologias moleculares
A ancestralidade comum é o principal critério usado para classificar os organismos.
Os clados são aninhados dentro de clados mais abrangentes.
A ancestralidade comum é o principal critério usado para classificar os organismos.
Os clados são aninhados dentro de clados mais abrangentes.
A ancestralidade comum é o principal critério usado para classificar os organismos.
Não confundir clado com táxon.
Clado: grupo de espécies que inclui uma espécie ancestral e todos os seus descendentes. O clado é equivalente a um grupo monofilético. Base: filogenética e evolutiva.
Táxon: unidade taxonômica nomeada em qualquer nível de classificação. Base: critério do pesquisador. Por exemplo, todos animais que possuem quatro patas fazem parte de um táxon.
Répteis (no sentido tradicional) excluem as aves — mas aves descendem de répteis. Portanto, "répteis" não é um clado, porque não inclui todos os descendentes do ancestral comum.
A ancestralidade comum é o principal critério usado para classificar os organismos.
Um táxon é equivalente a um clado apenas se ele for monofilético (uma ancestral em comum e todos os seus descendentes.
A ancestralidade comum é o principal critério usado para classificar os organismos.
A ancestralidade comum é o principal critério usado para classificar os organismos.
Grupos filogenéticos: Um táxon monofilético (em amarelo, o clado Sauropsida, que agrupa "répteis e aves") contém um ancestral comum e todos os seus descendentes. Um táxon parafilético (em ciano, os "répteis") contém seu ancestral comum mais recente, mas não contém todos os descendentes desse ancestral. Um táxon polifilético (em vermelho, o grupo Haemothermia, que contém tetrápodes de sangue quente) não contém o ancestral comum mais recente de todos os seus membros.
A ancestralidade comum é o principal critério usado para classificar os organismos.
A história evolutiva de um organismo está documentada em seu genoma.
A ancestralidade comum é o principal critério usado para classificar os organismos.
Síntese Moderna da Evolução (ou Neodarwinismo)
Processo: Microevolução
(Mudanças no conteúdo gênico de uma população através das gerações. Variação genética e mudança dentro da espécie)
Deriva Genética
(flutuação aleatória na frequência de alelos de uma geração para próxima)
Mutação
(Geram novos alelos)
Migração
(Movimento de indivíduos entre populações diferentes.
Introduz e remove alelos)
Seleção Natural
(Certos fenótipos têm mais sucesso reprodutivo do que outros)
A evolução das populações
A variabilidade genética torna a evolução possível.
(atividade da comparação genética entre as diferentes populações de peixes)
A Origem das Espécies
Especiação
A Origem das Espécies
ilum.cnpem.br
Prof. Dr. Leandro Nascimento Lemos
leandro.lemos@ilum.cnpem.br
OBRIGADO