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Bruna Alessandra Graef Bueno

Orientador: Profa. Dra. Juliana Reichert Assunção Tonelli

Mestrado Profissional em Línguas Estrangeiras Modernas (MEPLEM), Universidade Estadual de Londrina, 2020.

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CHAMALEON: o jogo de tabuleiro como instrumento de avaliação para a aprendizagem de língua inglesa por crianças

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OBJETIVOS

  • Propor o jogo de tabuleiro como um possível instrumento de avaliação no contexto de LIC;
  • Investigar de que maneira o jogo de tabuleiro pode fornecer informações sobre a aprendizagem de LIC para o professor, de modo que, ele possa (re)orientar sua prática pedagógica;
  • Propor, além do instrumento de avaliação Chamaleon, instrumentos de registro e acompanhamento para a aprendizagem de LIC;
  • Investigar a possibilidade do Chamaleon ser também um instrumento de aprendizagem.

PERGUNTAS DE PESQUISA

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  1. De que modo o jogo pode contribuir para o processo de avaliação no contexto de LIC?
  2. É possível que o jogo de tabuleiro seja, além de um instrumento de avaliação, também um instrumento de ensino e de aprendizagem neste contexto?

OBJETIVOS E PERGUNTAS DE PESQUISA

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Principais conceitos que embasaram o trabalho

Avaliação para a aprendizagem

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Qualquer avaliação para a qual a prioridade em sua concepção prática é servir ao propósito de promover a aprendizagem dos alunos. Portanto, ela difere da avaliação projetada primariamente para servir aos propósitos de responsabilidade, de classificação ou de competência de certificação. Uma atividade de avaliação pode ajudar na aprendizagem se fornecer informações que os professores e seus alunos possam usar como feedback para avaliar a si mesmos e uns aos outros e modificar as atividades de ensino e de aprendizagem nas quais estão envolvidos. Tal como a avaliação torna-se “avaliação formativa” quando a evidência é realmente usada para adaptar o trabalho de ensino para atender as necessidades de aprendizagem “ ( BLACK, et al, 2004, p.10).

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  • O Chameleon pode contribuir com a avaliação para a aprendizagem de LIC;
  • O jogo não serve apenas como instrumento de avaliação, serve, principalmente, para promover a aprendizagem por meio das interações que são proporcionadas no momento do jogo. Os turnos do jogo servem para que as crianças observem os colegas adversários e (re)orientem seu pensamento, assim, adquirem novos conhecimentos linguísticos, e, deste modo, estarão aptos a responderem às perguntas que antes não eram capazes;
  • Ao jogarem, as crianças podem desenvolver suas habilidades sociais e também podem aprender a lidar com o perder, ganhar e com a frustração, aspectos que devem ser considerados neste contexto, tendo em vista que as crianças estão em estado de desenvolvimento biológico, físico, social e emocional (RINALDI, 2014);
  • No que tange à avaliação em si, entendemos que o jogo possibilita que o aluno expresse seu conhecimento sem que se sinta intimidado ou ansioso, além disso, a evolução da criança pode ser acompanhada e registrada por meio da FARALI, viabilizando assim a ApA, concepção de avaliação à qual nos ancoramos.
  • O instrumento oportuniza ainda a autonomia e independência do aluno em relação à sua própria aprendizagem, pois ao utilizar a ficha de autoavaliação, componente que integra este produto educacional, assume a responsabilidade por seu desenvolvimento.

Resultados e Contribuições

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  • Avaliação no ensino e na aprendizagem de LIC- SHAABAN (2001); MCKAY (2006); BARBOSA (2013; 2014); TONELLI e QUEVEDO-CAMARGO (2016); ANDRADE (2016);
  • Avaliação para a aprendizagem- BLACK, WILIAM, 1998; BLACK, HARRISON, LEE, MARSHALL, WILIAM, 2004; DANN, 2014;
  • Princípios da ludicidade- DANTAS, 1998; LOPES, 2004; CHAGURI, 2009; LUCKESI, 2014; RINALDI, 2014; MASSA, 2015; SILVA, 2015;
  • Para a elaboração do jogo- ALVES, 2015; COSTA; MARCHIORI, 2016; SILVA, 2018.

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Principais Referências Bibliográficas