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Noções de Dietoterapia

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Conceito

  • Oferecer ao organismo debilitado os nutrientes adequados da forma que melhor se adapte ao tipo de condição patológica e características físicas, nutricionais, psicológicas e sociais do indivíduo, recuperando-o.
  • Desde os tempos remotos a humanidade já utilizava os alimentos e ervas para fins medicinais, pois, ainda não existiam o que chamamos hoje de medicamentos.
  • A dietoterapia usa os alimentos para o tratamento e prevenção de enfermidades, levando ao organismo a adquirir os nutrientes necessários para a boa performance e saúde.

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Objetivo

  • Recuperar e/ou manter o estado de saúde, levando o paciente às suas atividades normais.
    • Ajustando a dieta à capacidade do organismo em digerir, absorver e tolerar determinados alimentos, bem como à capacidade em metabolizar os nutrientes.
    • Contribuindo para compensar estados específicos de deficiência nutricional.
    • Estimulando e/ou dando repouso a um determinado órgão.
    • Educando pacientes e familiares para aquisição de hábitos alimentares compatíveis com a saúde e com seu estilo de vida.

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  • Diversas são as enfermidades que necessitam de acompanhamento nutricional rigoroso para evolução e melhora do quadro.
    • Obesidade,
    • Doença celíaca,
    • Desnutrição,
    • Diabetes,
    • Dislipidemias,
    • Fenilcetonúria,
    • Hepatopatias,
    • Câncer,
  • Hiperuricemia (gota),
  • Doenças Renais,
  • Cardiopatias
  • Doenças Digestivas
  • Queimaduras
  • Cirurgias

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Obesidade

  • É uma doença crônica multifatorial, na qual a reserva natural de gordura aumenta, o excesso de peso predispõe o organismo a uma série de doenças, em particular: cardiopatias, diabetes mellitus tipo 2, apneia do sono e osteoartrite.
  • É resultado do balanço energético positivo, ou seja, a ingestão alimentar é superior ao gasto energético.

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Doença Celíaca

  • Na doença celíaca, a intolerância ao glúten leva a uma destruição progressiva da mucosa intestinal.
  • É obrigatório seguir uma dieta rigorosamente livre de glúten, sendo recomendável acompanhamento com nutricionista clínico para atingir esse objetivo sem o risco de desnutrição.

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Doença Celíaca

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Desnutrição

  • A desnutrição é uma doença causada por uma dieta inapropriada.
  • Pode ser classificada pelo nutriente que está em falta:
    • Marasmo ou Desnutrição seca: Falta de fontes de energia;
    • Kwashiorkor ou Desnutrição molhada: Falta de proteína e vitaminas;
    • Marasmo-kwashiorkor ou Desnutrição mista: Falta de todos nutrientes.

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Desnutrição

  • Pode ser causada também por patologias que desencadeam má absorção ou dificuldade de alimentação.
    • O coração perde massa muscular, assim como os outros músculos do corpo. Em estágio mais avançado há insuficiência cardíaca e posteriormente morte.
    • O Sistema imune torna-se ineficiente.

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Diabetes

  • É uma doença metabólica caracterizada por um aumento anormal de glicose no sangue.
  • Quando não tratada adequadamente, podem ocorrer complicações como ataque cardíaco, derrame cerebral, insuficiência renal, problemas na visão, amputação do pé e lesões de difícil cicatrização, dentre outras.

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Dislipidemias

  • É a presença de níveis elevados ou anormais de lipídios e/ou lipoproteínas no sangue.
  • São consideradas um alto fator de risco para doenças cardiovasculares, devido à influência do colesterol que pode levar ao surgimento da aterosclerose.

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Fenilcetonúria

  • É uma doença genética rara caracterizada por defeito da enzima fenilalanina hidroxilase (PAH).
  • Esta enzima catalisa o processo de conversão da fenilalanina em tirosina, elemento importante na síntese da melanina.
  • Leva a oligofrenia, atraso no desenvolvimento psicomotor, convulsões, microcefalia, etc.

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Hepatopatias

  • São as doenças do fígado.
  • A principal é a cirrose hepática, que transforma o tecido normal em tecido fibroso, por um processo habitualmente chamado fibrose ou esclerose.
  • Pode causar desnutrição, icterícia, ascite, encefalopatia hepática, hemorragias, etc.
  • Nesses casos o fígado não consegue regenerar-se e em casos mais avançados faz-se necessário transplantes.

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Câncer

  • É um conjunto de mais de 100 doenças que têm em comum o crescimento desordenado (maligno) de células que invadem os tecidos e órgãos, podendo causar metástase.
  • As causas do câncer são variadas: genéticas, drogas, radiação, poluição, alimentação e microrganismos.

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Gota

  • É uma doença reumatológica, inflamatória e metabólica, que cursa com hiperuricemia e é resultante da deposição de cristais do ácido úrico nos tecidos e articulações.
  • Manifesta-se como uma artrite iniciada durante a madrugada, caracterizada por uma inflamação articular evidenciado com calor, rubor, edema e extrema dor.

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Doenças Renais

  • O rim pode ser atingido por doença de origem imunológica, inflamatória, infecciosa, neoplásica, degenerativa, congênita e hereditária:
    • Nefrite: Caracteriza-se pela presença de albumina e sangue na urina, edema e hipertensão.
    • Insuficiência Renal Aguda: É causada por uma agressão repentina ao rim, por falta de sangue ou pressão para formar urina.
    • Insuficiência Renal Crônica: Surge quando o rim sofre a ação de uma doença que deteriora irreversivelmente a função renal, apresentando-se com retenção de uréia, anemia, hipertensão arterial, entre outros.

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Cardiopatias

  • São doenças onde há anormalidade da estrutura ou função do coração:
    • Insuficiência cardíaca: é a incapacidade do coração para bombear o sangue.
    • Aterosclerose: é uma doença inflamatória crônica caracterizada pela formação de ateromas dentro dos vasos sanguíneos.
    • Hipertensão arterial: é uma doença caracterizada pela elevação dos níveis tensionais no sangue.

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Doenças Digestivas

  • São as doenças que acomete o trato gastrointestinal:
    • Doença Inflamatória Intestinal: São inflamações nos intestinos, causam dor abdominal, vômitos, diarréia, hematoquezia, perda de peso.
    • Diarréia: Aumento nos níveis de água contida nas fezes que apresentam consistência diminuída, disformes, pastosas ou líquidas.�

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Queimaduras

  • São lesões na pele, provocadas geralmente pelo calor ou pelo frio, mas que podem também ser provocadas por choque elétrico, produtos químicos, radiações e fricção.
    • Queimadura de Primeiro Grau - queimadura superficial, atingindo a epiderme. Caracteriza-se por ser uma queimadura não exsudativa, dolorosa mas que regride em poucos dias. Como exemplo temos a queimadura solar.

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Queimaduras

    • Queimadura de Segundo Grau - queimadura mais profunda, causa flictenas e é muito dolorosa, porque há a exposição das raízes nervosas que foram atingidas.
    • Queimadura de Terceiro Grau - queimadura esbranquiçada, tão profunda que atinge os músculos e ossos. Os tecidos ficam negros e necrosados,não há dor porque as terminações nervosas responsáveis pela sensibilidade à dor foram também queimadas. Nas bordas de uma queimadura de terceiro grau haverá queimaduras de primeiro e segundo grau.

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Cirurgias

  • É a parte do processo terapêutico em que se realiza uma intervenção manual ou instrumental no corpo do paciente.
  • O suporte nutricional tem como objetivos:
    • Prevenir complicações e diminuir a mortalidade pós-operatória
    • Terapêutico no tratamento de complicações cirúrgicas, como sepse, fístulas digestivas, etc.

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Dietas Terapêuticas

  • Existem vários tipos de dietas terapêuticas que serão adotadas de acordo com a enfermidade do paciente, que são:
    • Hipossódica
    • Hipercalórica
    • Hipocalórica
    • Hiperprotéica
    • Hipoprotéica
  • Hipoglicídica
  • Hipolipídica
  • Hiperlipídica

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Dieta Hipossódica

  • Dieta pobre no eletrólito/mineral Sódio (Na), presente em todos os alimentos, especialmente no sal de cozinha - Cloreto de Sódio (NaCl).
  • É indicada principalmente para pacientes hipertensos, cardiopatas, com retenção de líquidos (edemas), dentre outros.

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Dieta Hipercalórica

  • Dieta rica em energia, que tem o objetivo de prevenir e tratar principalmente a desnutrição.
  • É indicada para pacientes graves como cânceres avançados e imunodeprimidos como AIDS.

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Dieta Hipocalórica

  • Dieta pobre em calorias em geral, reduzindo os 2 principais nutrientes responsáveis pela reserva energética do nosso corpo – Carboidratos e Lipídios.
  • Visa a redução de calorias, é indicada nos casos de obesidade.

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Dieta Hiperproteíca

  • Dieta rica em proteínas, oferecendo principalmente proteínas de alto valor biológico como a albumina – ovo.
  • Indicada nos casos de desnutrição, também é administrada em pacientes traumatizados como os queimados, para haver a hiperplasia (desenvolvimento de novas células), para a reconstituição dos tecidos lesionados.

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Dieta Hipoproteíca

  • Dieta pobre em proteínas, deve ser administrado o mínimo possível, ou seja, a quantidade mais baixa que não prejudique o bom funcionamento do organismo.
  • Indicada para para pacientes com ingestão controlada de proteínas, como os portadores de insuficiência renal, gota e cirrose hepática.

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Dieta Hipoglicidica

  • Dieta pobre em glicídios (carboidratos ou açúcares), principalmente em glicídios simples como a sacarose, o tradicional açúcar de mesa. Tem como principal objetivo diminuir a quantidade destes, sem contudo diminuir necessariamente as calorias,
  • Indicada para pacientes portadores de Diabetes.

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Dieta Hipolipídica

  • Dieta pobre em gorduras, principalmente saturadas.
  • Indicada para pacientes com dislipidemias, cardiopatas e obesos.

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Dieta Hiperlipídica

  • Dieta com uma boa quantidade de lipídios, principalmente de Triglicerídeos de Cadeia média (TCMs). Nem sempre pode ser associada a hipercalórica, pois, pode ser ajustada de acordo com as necessidades do paciente, focando apenas a maior oferta de lipídios de boa qualidade.
  • Geralmente indicada para tratamento de desnutrição grave.

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Consistência

  • A consistência também é uma fator levado em consideração, pois, muitas vezes o sistema digestório não se encontra fisiologicamente normal, dentre as consistências dietoterápicas temos:

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Dieta Normal

  • Comumente associada a dieta terapêutica livre, trata-se de uma refeição normal.
  • Indicada para pacientes sem contra-indicações dietoterápicas específicas.
  • Podem haver algumas modificações caso algum alimento cause desconforto abdominal.

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Dieta Branda

  • Nesta dieta encontramos alimentos mais cozidos, fibras abrandadas por cocção ou subdivisão; de consistência mais mole, quantidade de resíduos diminuída; fácil de se mastigar, deglutir e também digerir e absorver.
  • Indicada para pacientes com enfermidades leves e usada como transição para dieta normal.

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Dieta Pastosa

  • É composta por alimentos bem macios, bem cozidos, moídos, em forma de purê e papas.
  • Indicada geralmente para pacientes com disfagia, dificuldades de mastigação (ausência de dentes ou problemas motores), alterações gastrintestinais ou outras manifestações clínicas como pós-cirurgia.

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Dieta Líquida

  • Tem o objetivo de serem facilmente deglutidas e digeridas e indicada também para problemas na mastigação, tem um curto tempo de uso e pode ser dividida em:
    • Dieta líquida restrita (fornece líquidos, eletrólitos, pequena quantidade de energia, trata-se de chás, suco de frutas, gelatinas)
      • Pré-operatório
    • Dieta líquida completa (constituída de líquidos e semi-líquidos à temperatura corporal)
      • Pós-operatório
  • Pode ser usada também para atender pacientes com diabetes, doenças renais ou outros distúrbios.

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Temperatura

  • As refeições podem apresentar-se nas formas geladas, frias, mornas e quentes.
  • Temperaturas extremas diminuem a sensibilidade dos órgãos gustativos.
  • Alimentos mornos aumentam a saciação e a motilidade gástrica e os frios as retardam.

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Dietas Terapêuticas

  • As dietas terapêuticas pode ser usadas de forma isolada ou mista, dependendo do objetivo da terapia.
  • Exemplo: Paciente diabético, hipertenso, com disfagia:
    • Dieta hipoglicidica simples, hiposódica e pastosa.

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Nutrição Enteral

  • É a nutrição realizada por meio de sondas introduzidas no tubo digestivo.
  • Consiste na administração de alimentos liquidificados ou de nutrientes por infusão direta no estômago ou no intestino delgado através de sondas ou ostomias.

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Nutrição Enteral

  • É indicada para pacientes com necessidades nutricionais normais ou aumentadas, cuja ingestão, por via oral, está impedida ou é ineficaz, mas que tenham o restante do trato digestivo anatomofuncionalmente aproveitável.
  • O ideal é que todos os pacientes façam a ingestão por via oral.

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Nutrição Enteral

  • Se aplica àqueles pacientes:
    • Com dificuldade de deglutir
      • Diminuição da consciência
      • Doença no tubo digestivo superior
    • Debilidade física
    • Hiporexia ( falta de apetite)
    • Intolerância do paladar à dieta

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Nutrição Enteral

  • As sondas nasoentéricas utilizadas são feitas de borracha de silicone, poliuretano ou outros polímeros.
  • São flexíveis, de fino calibre, leves, macias, resistentes à ação das secreções digestivas e de alta tolerabilidade pelos pacientes.
  • Possuem um fio guia de aço flexível que ajuda na passagem pelo trajeto.

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Nutrição Enteral

  • As vias de acesso podem ser:
    • Vias Aéreas:
      • Nasogástrica (Estômago)
      • Nasoduodenal (Duodeno)
      • Nasojejunal (Jejuno)
    • Ostomias:
      • Gastrostomia
      • Jejunostomia
  • A escolha do procedimento dependerá da situação de cada paciente.

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Nutrição Enteral

  • A dieta deve ser preparada e acondicionada em frascos esterilizados fechados e armazenada em temperatura inferior a 10°C.
  • Deve ser agitada no momento da administração e aquecê-lo em banho-maria até atingir a temperatura ambiente.
  • A dieta deve ser preparada em quantidade máxima de consumo de um dia.

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Sala de Preparo de Dietas Enterais

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Nutrição Enteral

  • As dietas podem ser administradas sob a forma de refeições em intervalos regulares:
    • Infusão contínua (15 – 8 gotas/min)
    • Infusão intermitente
      • Por gotejamento rápido (50 ml/5 min)
      • Em bolos (50 – 100 ml)
  • Inicialmente a dieta deve estar diluída e em pequena quantidade para que haja a adaptação progressiva do tubo digestivo.

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Nutrição Enteral

  • Antes de cada refeição deve-se aspirar a sonda, para verificar se há estase (estagnação do sangue). Caso haja (50-100ml), deve-se suprimir a refeição da vez para evitar complicações:
    • Desconforto abdominal
    • Cólica e soluços
    • Náuseas e vômitos
    • Risco de aspiração pulmonar.

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Nutrição Enteral

  • Deve-se administrar cerca de 30 ml de água após cada refeição, pois serve para lavar a sonda e como reposição hídrica complementar.
  • A dieta deverá ser administrada com o paciente assentado ou em posição recostada.

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Nutrição Parenteral

  • Visa fornecer, por via parenteral, todos os elementos necessários à demanda nutricional de pacientes com necessidade normal ou aumentada, cuja via digestiva não pode ser utilizada ou é ineficaz.
  • Pode ser total ou complementar.
  • Pode ser central ou periférica.

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Nutrição Parenteral

  • Nesse tipo de suporte nutricional os nutrientes são administrados em sua forma elementar, ou seja, soluções nutritivas que contém os monômeros dos nutrientes balanceadas em quantidade e qualidade.
  • O paciente que está em nutrição parenteral deve receber rigorosos cuidados higiênicos.

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Nutrição Parenteral

  • Na NP central, normalmente se utiliza a glicose como fonte exclusiva de calorias (solução 2 em 1). Os lipídios são administrados separadamente 1 ou 2 vezes por semana.
  • Na NP periférica o aporte calórico deve ser dividido entre a glicose e os lipídios para diminuir a osmolaridade e minimizar os fenômenos tromboembólicos (solução 3 em 1).

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Nutrição Parenteral

  • Devem ser infundidas lentamente, em torno de 10 – 15 gotas/min para evitar um forte impacto no metabolismo geral do paciente.
  • Devem ser administradas em fluxo contínuo e regular

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Nutrição Enteral por VIAS AÉREAS

Nutrição Enteral por GASTROSTOMIA

Nutrição Enteral por JEJUNOSTOMIA

Nutrição Parenteral por ACESSO CENTRAL

Nutrição Parenteral por ACESSO PERIFÉRICO

Nutrição Enteral NASOGÁSTRICA

Nutrição Enteral NASOJEJUNAL

Nutrição Enteral NASODUODENAL