Físico-química 2026
AULAS 7/8
24/27.08.2026
PROF. FERNANDO BARROSO
FCFRP/USP
Energia
Potencial
Tendência é abaixar a energia
calor + ???
transferência de energia
fenômeno da
P + L → PL
Pex=cte
gás ideal
2
© Fernando Barroso, FCFRP/USP
flbarroso@usp.br
Energia
Interna (U)
Energia interna (U) é “o que”, de verdade, o corpo possuí!
Energia do sistema
3
© Fernando Barroso, FCFRP/USP
flbarroso@usp.br
(Conservação da energia)
[Adaptado de ilustração retirada da WikiPedia]
T
Experimento de Joule
Apenas Energia mecânica
Apenas calor
mesmo
valor
numérico
4
© Fernando Barroso, FCFRP/USP
flbarroso@usp.br
Escolha de um
referencial conveniente...
Entalpia
(Pressão constante)
5
© Fernando Barroso, FCFRP/USP
flbarroso@usp.br
Conceito de entalpia
(Pressão constante)
H
Entalpia
6
© Fernando Barroso, FCFRP/USP
flbarroso@usp.br
(Pressão constante)
Conceito de entalpia
7
© Fernando Barroso, FCFRP/USP
flbarroso@usp.br
Conceito de entalpia
(Pressão constante)
Apenas sua variação!
8
© Fernando Barroso, FCFRP/USP
flbarroso@usp.br
Qual a diferença entre
ENTALPIA e ENERGIA INTERNA?
Por definição,
Mol de reação: é quando o número apropriado de moles das substâncias (como especificado pelos coeficientes estequiométricos) do lado esquerdo (= reagentes) são convertidos em substâncias do lado direito (= produtos) da equação química (balanceada).
[ L atm = 101,3J]
9
© Fernando Barroso, FCFRP/USP
flbarroso@usp.br
Termodinâmica
Interconvenção de energias médias
Volume constante
Pressão constante
10
© Fernando Barroso, FCFRP/USP
flbarroso@usp.br
Calorímetro
paredes adiabáticas
(não permite troca de calor)
11
© Fernando Barroso, FCFRP/USP
flbarroso@usp.br
Exemplo: Durante a combustão, uma amostra de 0,2590g de ácido benzóico (C6H5COOH) é queimada em um calorímetro de volume constante. Conseqüentemente, a temperatura que banha o reservatório que contém esta amostra elevá-se de 20,17oC a 22,22oC. Se a capacidade térmica efetiva do calorímetro e da água é de 5267,8 J/K, calcule os valores de ∆U e ∆H para a combustão do ácido benzóico, em kJ/mol.
Dados
Esquema da reação
MM = 122,12g (Ac.Benzóico)
12
© Fernando Barroso, FCFRP/USP
flbarroso@usp.br
Exemplo: Durante a combustão, uma amostra de 0,2590g de ácido benzóico (C6H5COOH) é queimada em um calorímetro de volume constante. Conseqüentemente, a temperatura que banha o reservatório que contém esta amostra elevá-se de 20,17oC a 22,22oC. Se a capacidade térmica efetiva do calorímetro e da água é de 5267,8 J/K, calcule os valores de ∆U e ∆H para a combustão do ácido benzóico, em kJ/mol.
Dados
Esquema da reação
MM = 122,12g (Ac.Benzóico)
Trate-a
como cte!
13
© Fernando Barroso, FCFRP/USP
flbarroso@usp.br
Exemplo: Durante a combustão, uma amostra de 0,2590g de ácido benzóico (C6H5COOH) é queimada em um calorímetro de volume constante. Conseqüentemente, a temperatura que banha o reservatório que contém esta amostra elevá-se de 20,17oC a 22,22oC. Se a capacidade térmica efetiva do calorímetro e da água é de 5267,8 J/K, calcule os valores de ∆U e ∆H para a combustão do ácido benzóico, em kJ/mol.
Dados
Esquema da reação
MM = 122,12g (Ac.Benzóico)
Trate-a
como cte!
14
© Fernando Barroso, FCFRP/USP
flbarroso@usp.br
Pela 1ª lei,
volume constante
Pela definição,
5267,8 J/K
20,17oC a 22,22oC
O Δ é o mesmo em K e oC!
Precisamos colocar o sinal
(negativo) para o calor perdido!
15
© Fernando Barroso, FCFRP/USP
flbarroso@usp.br
Pela 1ª lei,
volume constante
Pela definição,
5267,8 J/K
20,17oC a 22,22oC
O Δ é o mesmo em K e oC!
kJ/mol
0,2590g
MM = 122,12g (Ac.Benzóico)
16
© Fernando Barroso, FCFRP/USP
flbarroso@usp.br
Pela definição de entalpia,
Para a reação,
Temperatura do inicio do processo
(e que se mantém constante até o seu final)
17
© Fernando Barroso, FCFRP/USP
flbarroso@usp.br
Aplicando em reações químicas
CALOR de reação
ENTALPIA de reação
coeficientes estequiométricos
Entalpia MOLAR [kcal/mol]
MOLAR
estado final
estado inicial
reação
Problema:
H não pode ser medido!
18
© Fernando Barroso, FCFRP/USP
flbarroso@usp.br
Aplicando em reações químicas
CALOR de reação
ENTALPIA de reação
Entalpia MOLAR de formação [kcal/mol]
estado final
estado inicial
padrão
Quando aparecer apenas H, lembre que
estamos sempre nos referindo a ΔH!
Só ΔH pode ser medido!
19
© Fernando Barroso, FCFRP/USP
flbarroso@usp.br
1. Definir uma escala de referência para a entalpia
Precisamos:
A entalpia será zero para todo elemento em sua forma mais estável na temperatura de 298.15K e pressão de 1 bar.
Exemplos
O “°” significa pressão de 1 bar
(estado padrão)
[1 atm = 1,01325 bar]
20
© Fernando Barroso, FCFRP/USP
flbarroso@usp.br
21
© Fernando Barroso, FCFRP/USP
flbarroso@usp.br
22
© Fernando Barroso, FCFRP/USP
flbarroso@usp.br
Físico-Química
Prof. Fernando Luís Barroso da Silva (fernando@fcfrp.usp.br)
B.P.C. – DFQ/FCFRP - USP
Ribeirão Preto – Setembro 2019
Método indireto
obter a entalpia de outra reação
Lei de Hess
ΔH é uma função de estado
“A entalpia padrão de uma reação é igual a soma das entalpias padrões das reações parciais em que a reação pode ser dividida”
propriedade aditiva
valor depende apenas no estado presente do sistema e não como se chegou a este estado (não de qual foi o caminho utilizado).
diferente de calor e trabalho os quais dependem do caminho
24
© Fernando Barroso, FCFRP/USP
flbarroso@usp.br
=
Ciclo termodinâmico
A
B
C
D
A
C
C
D
D
B
A
B
vale para qualquer função de estado
25
© Fernando Barroso, FCFRP/USP
flbarroso@usp.br
Dependência na Temperatura
26
© Fernando Barroso, FCFRP/USP
flbarroso@usp.br
Dependência na Temperatura
Para qualquer reação,
efeito da T
Quando aparecer apenas H, lembre que
estamos sempre nos referindo a ΔH!
Só ΔH pode ser medido!
27
© Fernando Barroso, FCFRP/USP
flbarroso@usp.br
Dependência na Temperatura
28
© Fernando Barroso, FCFRP/USP
flbarroso@usp.br
Assumindo que ΔCP não depende da temperatura
Lei de Kirchhoff
ΔCP cte
precisamos
integrá-la
É função de T!
29
© Fernando Barroso, FCFRP/USP
flbarroso@usp.br
30
© Fernando Barroso, FCFRP/USP
flbarroso@usp.br
Lei de Kirchhoff
Entalpia de reação na temperatura T1
Entalpia de reação na temperatura T2
* Lembre-se que aproximamos CP!!
31
© Fernando Barroso, FCFRP/USP
flbarroso@usp.br
32
© Fernando Barroso, FCFRP/USP
flbarroso@usp.br
Exemplo: A variação da entalpia padrão para a reação
é ΔrH0 é 285,4 kJ/mol a 1 bar e temperatura de 298K.
Calcule o valor de ΔrH para a temperatura de 380K.
Assuma que todos os valores de CP são independente da temperatura.
33
© Fernando Barroso, FCFRP/USP
flbarroso@usp.br
Exemplo: A variação da entalpia padrão para a reação
é ΔrH0 é 285,4 kJ/mol a 1 bar e temperatura de 298K.
Calcule o valor de ΔrH para a temperatura de 380K.
Assuma que todos os valores de CP são independente da temperatura.
padrão
ΔrH0 (T=298K)= 285,4 kJ/mol
temos
ΔrH(T=380K)=?
queremos
34
© Fernando Barroso, FCFRP/USP
flbarroso@usp.br
Pela lei de Kirchhoff
Note que está em J e não kJ!
35
© Fernando Barroso, FCFRP/USP
flbarroso@usp.br
Pela lei de Kirchhoff
ΔrH0 (T=298K) = 285,4 kJ/mol
temperatura de 298K
Necessário para todos os
termos estarem em kJ!
temperatura de 380K
36
© Fernando Barroso, FCFRP/USP
flbarroso@usp.br
Obrigado!
(Não se esqueça de ver as listas de exercícios no Google Drive).
37