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CONTINUAÇÃO...

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E AÍ, VOCÊ AINDA LEMBRA O QUE É VARIAÇÃO LINGUÍSTICA?

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A VARIAÇÃO LINGUÍSTICA PODE SER...

  • FONÉTICA/FONOLÓGICA: (VARIAÇÃO NA PRONÚNCIA DAS PALAVRAS);

EX.: TOMATE/TUMATE PEIXE/PEXE

  • LÉXICAL: (VARIAÇÃO NA ESCOLHA DAS PALAVRAS);

EX.: MACAXEIRA – MANDIOCA – AIPIM

  • MORFOLÓGICA: (VARIAÇÃO NA FORMA DAS PALAVRAS);

EX.: CORRER/ CORRE EU VOU NO BANHEIRO

  • SINTÁTICA: (VARIAÇÃO NA ORGANIZAÇÃO DAS FRASES);

EX.: NÓS TRABALHA O DIA TODO.

  • SEMÂNTICA: (VARIAÇÃO NO SIGNIFICADO DAS PALAVRAS).

EX.: MASSA (quantidade de matéria sólida ou pastosa) MASSA (DA HORA)

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VARIAÇÕES LINGUÍSTICAS

POSSÍVEIS NUM ASSALTO

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Mito n° 1 “A língua portuguesa falada no Brasil apresenta uma unidade surpreendente”: o autor aborda sobre a unidade linguística e as variações que existem dentro do território brasileiro.

Mito n° 2 “Brasileiro não sabe português” / “Só em Portugal se fala bem português”: apresenta as diferenças entre o português falado no Brasil e em Portugal, este último considerado superior e mais “correto”.

Mito n° 3 “Português é muito difícil”: baseado em argumentos sobre a gramática normativa da língua portuguesa ensinada em Portugal, e suas diferenças entre falar e escrever dos brasileiros.

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  • Mito n° 4 As pessoas sem instrução falam tudo errado”: preconceito gerado por pessoas que têm um baixo nível de escolaridade. Bagno defende essas variantes da língua e analisa o preconceito linguístico e social gerado pela diferença da língua falada e da norma padrão.
  • Mito n° 5 O lugar onde melhor se fala português no Brasil é o Maranhão”: mito criado em torna desse estado, o qual é considerado por muitos o português mais correto, melhor e mais bonito, posto que está intimamente relacionado com o português de Portugal e o uso do pronome "tu" com a conjugação correta do verbo: tu vais, tu queres, etc.
  • Mito n° 6 O certo é falar assim porque se escreve assim: aqui o autor apresenta diferenças entre as diversas variantes no Brasil e a utilização da linguagem formal (culta) e informal (coloquial).

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Mito n° 7 “É preciso saber gramática para falar e escrever bem”: aborda sobre o fenômeno da variação linguística e a subordinação da língua a norma culta. Para ele, a gramática normativa passou a ser um instrumento de poder e de controle.

Mito n° 8 “O domínio da norma culta é um instrumento de ascensão social”: decorrente das desigualdades sociais e das diferenças das variações em determinadas classes sociais. Assim, as variedades linguísticas que não são padrão da língua são consideradas inferiores.

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