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REFERÊNCIA E

CONTRA-REFERÊNCIA

ESTÊVÃO ROLIM

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GERAL

AGL

PROTOCOLOS SES

CADH

PNAR

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DEMANDA

LandsbergI et al., Ciência & Saúde Coletiva, ISSN 1413-8123

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DEMANDA

LandsbergI et al., Ciência & Saúde Coletiva, ISSN 1413-8123

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DEMANDA

LandsbergI et al., Ciência & Saúde Coletiva, ISSN 1413-8123

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DEMANDA

LandsbergI et al., Ciência & Saúde Coletiva, ISSN 1413-8123

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DEMANDA

LandsbergI et al., Ciência & Saúde Coletiva, ISSN 1413-8123

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DEMANDA

LandsbergI et al., Ciência & Saúde Coletiva, ISSN 1413-8123

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DEMANDA

LandsbergI et al., Ciência & Saúde Coletiva, ISSN 1413-8123

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DEMANDA

GERAL E INESPECÍFICO:

29,8%

LandsbergI et al., Ciência & Saúde Coletiva, ISSN 1413-8123

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DEMANDA

Crombie DL. Diagnostic process. J Coll Gen Pract 1963;

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DEMANDA

GERAL E INESPECÍFICO:

ATÉ 50%

Crombie DL. Diagnostic process. J Coll Gen Pract 1963;

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DEMANDA

1. Muitos "problemas" são autolimitados e requerem apenas observação ativa

Crombie DL. Diagnostic process. J Coll Gen Pract 1963;

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DEMANDA

2. Muitos pacientes demandam apenas serviços administrativos.

Crombie DL. Diagnostic process. J Coll Gen Pract 1963;

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DEMANDA

3. A fisiopatologia de base de "problemas" indefinidos e não graves é desconhecida.

Crombie DL. Diagnostic process. J Coll Gen Pract 1963;

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DEMANDA

4. Exames laboratoriais e a tecnologia não colaboram para o complexo processo diagnóstico de "problemas" frequentes.

Crombie DL. Diagnostic process. J Coll Gen Pract 1963;

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DEMANDA

5. É má prática tentar vigorosamente a definição de um diagnóstico para um "problema" vago, especialmente se este está acompanhado de componentes psicológicos.

Crombie DL. Diagnostic process. J Coll Gen Pract 1963;

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GERAL

AGL

PROTOCOLOS SES

CADH

PNAR

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Sala de situação DF

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GERAL

AGL

PROTOCOLOS SES

CADH

PNAR

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SISREG

Regulação do acesso (critérios de encaminhamento)

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SISREG

OBSERVAÇÕES

Inserções:

Devolutivas:

PANORAMA 1 E 2

PANORAMA 3: GERAL PARA A SES

LINKS

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SOLICITAÇÕES JÁ FEITAS:

CLIQUE EM “CONSULTAS-AMB”

E “SOLICITAÇÕES”

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SISREG - OBSERVAÇÕES

CONTATO

LISTA ESPECIALIDADES

CID

PROFISSIONAL SOLICITANTE

PRIORIDADE

ATENÇÃO! SE PRIORIDADE OU HISTÓRIA CLÍNICA FOREM ENVIADAS ERRADAS OU INCOMPLETAS, A ATUALIZAÇÃO SOMENTE PODERÁ SER FEITA, DEPENDENDO DO PANORAMA:

1) PELO DIRETORIA DA REGULAÇÃO DA REGIONAL

2) PELA GERÊNCIA DE REGULAÇÃO DO DF (GERA)

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Linhas de Cuidado e Protocolos Assistenciais

.

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NOTAS TÉCNICAS

https://www.saude.df.gov.br/notas-tecnicas/

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PROTOCOLOS APROVADOS

https://www.saude.df.gov.br/protocolos-aprovados/

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SALA DE SITUAÇÃO - REPOSITÓRIO

https://info.saude.df.gov.br/area-tecnica/base-de-conhecimentos-esus/

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GERAL

AGL

PROTOCOLOS SES

CADH

PNAR

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GERAL

AGL

PROTOCOLOS SES

CADH

PNAR

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GERAL

AGL

PROTOCOLOS SES

CADH

PNAR

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GUSSO, Gustavo; LOPES, José MC, DIAS, Lêda C, organizadores. Tratado de Medicina de Família e Comunidade: Princípios, Formação e Prática. Porto Alegre: ARTMED, 2019, 2388 p.

TIPOS DE PREVENÇÃO

Leavell H, Clark EG. Medicina preventiva. São Paulo: McGrawHill; 1976.

PREVENÇÃO

QUATERNÁRIA

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PREVENÇÃO QUATERNÁRIA

“Ação feita para identificar um paciente ou população em risco de supermedicalização, protegê-los de uma intervenção médica invasiva e sugerir procedimentos científica e eticamente aceitáveis.”

GUSSO, Gustavo; LOPES, José MC, DIAS, Lêda C, organizadores. Tratado de Medicina de Família e Comunidade: Princípios, Formação e Prática. Porto Alegre: ARTMED, 2019, 2388 p.

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Y

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GUSSO, Gustavo; LOPES, José MC, DIAS, Lêda C, organizadores. Tratado de Medicina de Família e Comunidade: Princípios, Formação e Prática. Porto Alegre: ARTMED, 2019, 2388 p.

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DOENÇA IATROGÊNICA

enfermidade, angústia, impotência e morte provocadas por todo o conjunto de cuidados profissionais

IVAN IILICH, “A expropriação da saúde – nêmesis da medicina”, 1975

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PREVENÇÃO QUATERNÁRIA

“a detecção de indivíduos em risco de tratamento excessivo para protegê-los de novas intervenções médicas inapropriadas e sugerir-lhes alternativas eticamente aceitáveis”

IVAN IILICH, “A expropriação da saúde – nêmesis da medicina”, 1975

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CASO CLÍNICO

Dona Dirce, 56 anos, vem à consulta solicitar um check-up. Quer fazer mamografia porque há 1 ano fez a última. Quer também uma ultrassonografia transvaginal (USTV), pois quando tinha convênio, a ginecologista pedia de rotina os dois exames. Dona Dirce nega antecedentes familiares de câncer.

GUSSO, Gustavo; LOPES, José MC, DIAS, Lêda C, organizadores. Tratado de Medicina de Família e Comunidade: Princípios, Formação e Prática. Porto Alegre: ARTMED, 2019, 2388 p.

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APLICAÇÕES E EXEMPLOS

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CASO CLÍNICO

Dona Dirce, 56 anos, vem à consulta solicitar um check-up. Quer fazer mamografia porque há 1 ano fez a última. Quer também uma ultrassonografia transvaginal (USTV), pois quando tinha convênio, a ginecologista pedia de rotina os dois exames. Dona Dirce nega antecedentes familiares de câncer.

GUSSO, Gustavo; LOPES, José MC, DIAS, Lêda C, organizadores. Tratado de Medicina de Família e Comunidade: Princípios, Formação e Prática. Porto Alegre: ARTMED, 2019, 2388 p.

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O QUE FAZER

ESTRATIFICAÇÃO

Leavell H, Clark EG. Medicina preventiva. São Paulo: McGrawHill; 1976.

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TIPOS DE PREVENÇÃO

Leavell H, Clark EG. Medicina preventiva. São Paulo: McGrawHill; 1976.

PREVENÇÃO

QUATERNÁRIA

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SOBREDIAGNÓSTICO

RASTREIO CÂNCER MAMA

Leavell H, Clark EG. Medicina preventiva. São Paulo: McGrawHill; 1976.

A cada 2000 mulheres rastreadas ao longo de 10 anos:

- Apenas uma mulher terá sua vida salva pelo rastreamento;

- Dez mulheres serão sobrediagnosticadas e sobretratadas;

- Duzentas mulheres receberão um resultado falso-positivo, levando a estresses psicológicos e a biópsias desnecessárias

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O check-up e a UBS

  • Mesmo sendo persuadidos de que um check-up em uma pessoa saudável é algo que não faz sentido, do ponto de vista médico, os pacientes dão valor a esse achado.
  • "Médico bom é médico que pede exame"; "Médico bom tem que passar remédio"!

A prevenção quaternária surge para racionalizar e propor o que é ético e faz sentido para aquele indivíduo

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GUSSO, Gustavo; LOPES, José MC, DIAS, Lêda C, organizadores. Tratado de Medicina de Família e Comunidade: Princípios, Formação e Prática. Porto Alegre: ARTMED, 2019, 2388 p.

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O lugar social do doente

Na peça de Jules Romains, Dr. Knock, um charlatão, toma o lugar do velho clínico de um vilarejo. Rapidamente, consegue convencer a todos de que estão enfermos. Em vez de ter ressentimentos para com ele, a população acaba adorando o novo doutor, que, por sua vez, faz fortuna e traz prosperidade ao vilarejo, transformando-o em um grande hospital.

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Peça “Knock ou o Triunfo da Medicina”, Jules Romains

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“O terror acentuou-se.

Não se sabia já quem estava são, nem quem estava doido.”

O Alienista – Joaquim Maria Machado de Assis

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  1. Entenda como é organizado a estrutura administrativa da SES e principalmente da Região de Saúde Norte. Entre AQUI, dê um zoom e veja como funciona a Superintendência de Saúde da Região Norte da SES. Se quiser conhecer mais da SES, clique AQUI.
  2. Converse com seu gerente sobre os sistemas de informação e prontuários que você precisa ter acesso (faça seu “check” abaixo, a cada senha que criar):

  1. Leia as portarias abaixo relacionadas e tire suas dúvidas com seu gerente ou supervisor:
  2. PORTARIA Nº 77, DE 14 DE FEVEREIRO DE 2017 Estabelece a Política de Atenção Primária à Saúde do Distrito Federal.
  3. PORTARIA Nº 2.979, DE 12 DE NOVEMBRO DE 2019: Institui o Programa Previne Brasil, que estabelece novo modelo de financiamento de custeio da Atenção Primária à Saúde no âmbito do Sistema Único de Saúde
  4. Atualize-se sobre protocolos vigentes para encaminhamento dos pacientes para especialidades médicas focais, clicando nos links abaixo:

http://www.saude.df.gov.br/notas-tecnicas/

https://www.ufrgs.br/telessauders/regulasus/#regulasus-protocolos

  1. Leia os protocolos clínicos vigentes da SES-DF, clicando AQUI.
  2. Para acesso aos Cadernos de Atenção Básica do Ministério da Saúde, clique AQUI.
  3. Para os(as) enfermeiros(as): Leia os protocolos de enfermagem para a APS regulamentados na SES abaixo:

Guia de Enfermagem na Atenção Primária I 

Guia de Enfermagem na Atenção Primária II 

Guia de Enfermagem na Atenção Primária III

http://trabalho.gov.br/images/Documentos/SST/NR/NR32.pdf

  1. Mande seu e-mail para gapaps.norte@gmail.com para ser incluído na pasta compartilhada da DIRAPS-Norte e ter acesso a todos os fluxos e orientações da Região.
  2. Mande seu currículo para genfaps.note@gmail.com para que faça parte do banco de dados da GENF.
  3. Se quiser ser inserida no grupo de médicos ou enfermeiros da Região, basta mandar uma mensagem para o telefone que te enviou esta mensagem de “Boas vindas”.

Mais uma vez, seja bem-vindo(a) a Região de Saúde Norte.

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REFERÊNCIAS

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CARFI A, BERNABEI R, LANDI F. Persistent Symptoms in Patients After Acute COVID-19. Jama. 2020; 324(6):603-605. doi: 10.1001/jama.2020.12603

DANIEL CR et al. Estamos olhando para os indivíduos pós-COVID como deveríamos?. Revista Pesquisa em Fisioterapia. 2020; 10(4):588-590.

KFOURI RA, SAFADI MA. Atualização No Tratamento e Prevenção da Infecção Pelo Vírus Influenza - 2020. Sociedade Brasileira de Pediatria. 2020. Disponível em:

<https://www.sbp.com.br/fileadmin/user_upload/22445e-Diretriz-_Atualiz_Trat_e_Prev_Infecc_Virus_Influenza_2020__1_.pdf> Acesso em 17/06/2021

MEDEIROS LEB. Quando suspeitar de pneumonia bacteriana no contexto da COVID-19?. TelessaúdeRS. 2021. Disponível em:

<https://www.ufrgs.br/telessauders/posts_coronavirus/quando-suspeitar-de-pneumonia-bacteriana-no-contexto-da-covid-19/#:~:text=Antibioticoterapia%20emp%C3%

ADrica%20na%20suspeita%20de,no%20contexto%20da%20COVID%2D19.&text=%E2%80%93%20Amoxicilina%2B%C3%A1cido%20clavul%C3%A2nico%20500%2B,de%20

12%20em%2012%20horas).&text=%E2%80%93%20Levofloxacino%20500%2D750%20mg%20por,(2021)%20%5B5%5D.> Acesso em 09/06/2021

SES-DF – Secretaria de Saúde do Distrito Federal. Diretrizes sobre o Diagnóstico e manejo Clínico–farmacológico da covid-19 na Faixa Etária Pediátrica. Brasília; 2020.

Disponível em: <http://www.saude.df.gov.br/wp-conteudo/uploads/2020/02/Nota_Tecnica_DIRETRIZES-SOBRE-O-DIAGNOSTICO-E-MANEJO-CLINICO-%E2%80%93-

FARMACOLOGICO-DA-COVID-19-NA-FAIXA-ETARIA-PEDIATRICA.pdf>. Acesso em 17/06/2021

SES-DF – Secretaria de Saúde do Distrito Federal. Nota Técnica COAPS/SAIS/SES COVID-19 nº 1/2020, Versão 4. Brasília; 2020. Processo SEI 00060-00256725/2020-99

REFERÊNCIAS

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REFERÊNCIAS

SES-DF – Secretaria de Saúde do Distrito Federal. Nota Técnica SES/SAIS/COASIS N.º 10/2020 - Critérios e fluxos de encaminhamento para ambulatórios especializados

dos pacientes egressos de internação por covid-19 na SES-DF. Brasília; 2020. Disponível em: <http://www.saude.df.gov.br/wp-conteudo/uploads/2020/02/Nota-Tecnica-

CRITERIOS-E-FLUXOS-DE-ENCAMINHAMENTO-PARA-AMBULATORIOS-COVID-19-NA-SES-DF..pdf>. Acesso em 26/05/2021

SES-DF – Secretaria de Saúde do Distrito Federal. Plano de Trabalho a Nível central, Versão 3. Brasília; 2020. Processo SEI 00060-00364875/2020-75

SES-DF – Secretaria de Saúde do Distrito Federal. Uso dos Equipamentos de Proteção Individual (EPI´s) por parte dos servidores de saúde na prevenção de infecção pelo

novo Coronavírus. Brasília; 2020. Disponível em: <http://www.saude.df.gov.br/

wp-conteudo/uploads/2020/02/Nota_Tecnica_40529166_SEI_GDF___Nota_Tecnica.pdf>. Acesso em 27/05/2021

SES-DF – Secretaria de Saúde do Distrito Federal. Circular N.º 10/2020 - ASSUNTO: Orientações para Referência de Urgências originadas da Atenção Primária à Saúde

(APS) e a Regulação do Atendimento Pré-Hospitalar Secundário no âmbito do SAMU e das Regiões. Brasília; 2020. Disponível em:

<http://www.saude.df.gov.br/wp-conteudo/uploads/2020/02/SEI_GDF-42769596-Circular-COAPS-SAMU-1.pdf>. Acesso em 09/06/2021

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REFERÊNCIAS

MIKKELSEN ME, ABRAMOFF B. COVID-19: Evaluation and management of adults following acute viral illness. UpToDate. 2021. Disponível em:

<https://www.uptodate.com/contents/covid-19-evaluation-and-management-of-adults-following-acute-viral-illness?

search=long%20covid&source=search_result&selectedTitle=1~147&usage_type=default&display_rank=1>. Acesso em 26/05/2021

MINISTÉRIO DA SAÚDE. Protocolo de Manejo Clínico do Coronavírus (Covid-19) na Atenção Primária à Saúde. Brasília; 2020. Disponível em:

<https://saude.rs.gov.br/upload/arquivos/202004/14140606-4-ms-protocolomanejo-aps-ver07abril.pdf> Acesso em 17/06/2021

OMS – Organização Mundial de Saúde. Support for Rehabilitation: Self-Management after COVID-19 Related Illness. Copenhagen; 2020. Disponível em:

<https://www.who.int/publications/m/item/support-for-rehabilitation-self-management-after-covid-19-related-illness>. Acesso em 26/05/2021

PERES AC et al. Dias que nunca terminam: sintomas persistentes relacionados à Síndrome Pós-Covid surpreendem pacientes e pesquisadores. Radis. 2020; 218:26-31.

PITREZ PMC. Pneumonia adquirida na Comunidade na Infância. Sociedade Brasileira de Pediatria. São Paulo; 2018. Disponível em: <https://www.sbp.com.br/

fileadmin/user_upload/Pneumologia_-_20981d-DC_-_Pneumonia_adquirida_na_comunidade-ok.pdf> Acesso em 17/06/2021

SES-DF – Secretaria de Saúde do Distrito Federal. Diretrizes sobre o Diagnóstico e manejo Clínico–farmacológico da covid-19 em Adultos. Brasília; 2021. Disponível em:

<http://www.saude.df.gov.br/wp-conteudo/uploads/2020/02/DIRETRIZES-SOBRE-O-DIAGNOSTICO-E-MANEJO-CLINICO-

FARMACOLOGICO_DA_COVID_19_EM_ADULTO_3.1_Final.pdf>. Acesso em 26/05/2021

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OUTROS LINKS

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EDUCAÇÃO EM SAÚDE

EDUCAÇÃO PERMANENTE

FORMAÇÃO EM SAÚDE

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REFERÊNCIA E

CONTRA-REFERÊNCIA

ESTÊVÃO ROLIM