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Programação teórica

MR3: GUSTAVO MARINHO

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Preceptor: DR. MATHEUS AMORIM

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09 de DEZEMBRO de 2024

PNEUMOTÓRAX

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DEFINIÇÃO

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Ar livre na parte INTERNA da cavidade pleural

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ETIOLOGIA

Espontâneo

Adquirido

Primário

Secundário

  • DPOC e Asma
  • Neoplasias
  • Infecções
  • Fibrose Cística
  • Catamenial
  • Sd. Marfan

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  • BLEBS

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  • Traumático
  • Iatrogênico
  • Neonatal
  • Barotrauma

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Homem, Jovem e Alto

Atividades e Impacto

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Tabagismo

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BLEBS

Vesícula enfisematosa subpleural < 1-2cm

Bulla – enfisema pulmonar acinar distal parasseptal

> 1cm e parede fina < 1mm

ÁPICE pulmonar sofre com a maior pressão

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CLÍNICA

Dor Torácica e Dispneia

Unilateral e Piora à inspiração

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Expansibilidade; Desvio de Traqueia

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FTV diminuido/abolido

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Hipertimpanismo

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MV diminuido/abolido

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DIAGNÓSTICO

Clínica + Exame Físico + IMAGEM

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CUIDADO!

PNEUMOTÓRAX HIPERTENSIVO

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CLÍNICA + EXAME FÍSICO

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EFAST/POCUS – TRAUMA

RAIO X DE TÓRAX

TC DE TÓRAX

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“Primeiro exame”

Baixa sensibilidade para descartar

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RAIO X DE TÓRAX

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“Primeiro exame”

Baixa sensibilidade para descartar

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RAIO X DE TÓRAX

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“Primeiro exame”

Baixa sensibilidade para descartar

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RAIO X DE TÓRAX

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“Primeiro exame”

Baixa sensibilidade para descartar

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RAIO X DE TÓRAX

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Operador Dependente! Estamos Treinados?

5 SINAIS

1- Ausência de deslizamento

2- Linhas A PRESENTES

3- Linhas B/Comet Sign AUSENTES

4- Ponto Pulmonar

5- Linha pleural fixa e hiperecogênica

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EFAST/POCUS

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EFAST/POCUS

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EFAST/POCUS

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Padrão-ouro

Paciente em posição supina

Pneumotórax OCULTO

TC DE TÓRAX

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TRATAMENTO

ESPONTÂNEO

Assintomático/mínimos sintomas INDEPENDENTE do TAMANHO

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Espontâneo primário (16G ou cateter 08fr), HIPERTENSIVO

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Expertise, condição social, distância

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Recorrência > 50%

Pior quanto mais episódios

Fatores de Risco = tabagismo, altura e idade > 60 anos, enfisema e fibrose

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Conservador

Aspiração por Agulha

“Ambulatory Device”

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ESPONTÂNEO

Primário não resolvido, secundário

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Prevenção no pneumotórax secundário (DPOC sem reserva pulmonar)

Pacientes com risco para procedimento cirúrgico

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Prevenção é importante = pneumotórax hipertensivo, riscos ocupacionais (militar, piloto de avião, mergulhador)

Segundo episódio ou novo contralateral

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Drenagem Torácica (Tubular)

Pleurodese Química

Cirurgia (VATS/Pleurodese/

Bulectomia)

Viagem Aérea

07 dias após resolução em imagem

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TRAUMA

Tamanho do pneumotórax, Sintomas

Observar 6h + Controle com RX/CT

Se aumento indicado DRENAGEM

Se mantido/redução alta com retorno precoce e RX

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Conservador

Mais cautela / Menor previsibilidade

Lesões concomitantes – contusão/laceração e fraturas

Fatores de Risco = hemotórax, penetrantes, fraturas

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TRAUMA

Pneumotórax hipertensivo, 5° EIC (ATLS 10ed)

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Grande, Hemotórax, Sintomáticos, Falha Conservador

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Drenagem Torácica (Tubular)

Aspiração por Agulha

Viagem Aérea

2-4 semanas após resolução em imagem

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QUESTIONAMENTOS

Tamanho do pneumotórax importa? Qual tamanho?

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QUESTIONAMENTOS

Tamanho do dreno importa?

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Antibioticoprofilaxia?

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“10th edition of ATLS now recommends small (28F) chest tubes for all PTXs”

PIGTAIL > drenagem e menos falhas na inserção, inclusive com HEMOTÓRAX

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Kulvatunyou N, Erickson L, Vijayasekaran A, et al

Benefício apenas no TRAUMA PENETRANTE

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PNEUMOTÓRAX

ESPONTÂNEO

≤ 2CM

TRAUMA

INSTÁVEL

ESTÁVEL

AGULHA > DRENO TUBULAR

> 2CM

HIPERTENSIVO

TC

CONSERVADOR

DRENAGEM

TUBULAR (DRENO 28F)

HEMOTÓRAX?

Observação por 6h

e em seguida nova IMAGEM

Considerar Alta com retorno ambulatorial PRECOCE com RX

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Papel do radiologista?

PRIMÁRIO

SECUNDÁRIO

DRENAGEM

TUBULAR (DRENO FINO/PIGTAIL)

SEM VAZAMENTO E

RX RESOLVIDO?

Alta com retorno ambulatorial 2-4sem

Considerar Abordagem cirúrgica/ Pleurodese

SIM

NÃO

DRENO TUBULAR

ASSINTOMÁTICO?PEQUENO?

SIM

NÃO

DRENO TUBULAR

CONSERVADOR

Estável após observação de 6h?

SIM

NÃO

Alta com retorno ambulatorial 2-4 semanas

Não resolveu

Melhora

Considerar abordagem Cirúrgica/VATS

TTO Recidiva

AUMENTO

ESTÁVEL/ REDUÇÃO

Condições para tratamento conservador:

1- Paciente estável e assintomático

2- Condições sociais permitem retorno ambulatorial conforme orientação

3-Fácil acesso ao sistema de saúde

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Obrigado!

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REFERÊNCIAS

AGENCY FOR CLINICAL INNOVATION. Evidence review: diagnosis and treatment of traumatic pneumothorax. New South Wales Health, 2020.AMERICAN COLLEGE OF SURGEONS.

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ATLS: Advanced Trauma Life Support – Student Course Manual. 10th ed. Chicago: American College of Surgeons, 2018.

​

BLADH, S.; KETTLEWELL, S.; FRENETTE, J.; et al. European Respiratory Society guidelines on the diagnosis and management of pneumothorax. European Respiratory Journal, Lausanne, v. 63, n. 5, p. 2300797, 2023. Disponível em: https://publications.ersnet.org/content/erj/63/5/2300797.full.pdf.

​

HYZY, R. C.; McCOY, R. A.; KRASINSKI, K.; WEG, J. G. American Thoracic Society (ATS) guidelines for the management of spontaneous and traumatic pneumothorax. American Journal of Respiratory and Critical Care Medicine, New York, v. 200, n. 5, p. 1-12, 2021.

​

KULVATUNYOU, N.; ERICKSON, L.; VIJAYASEKARAN, A.; et al. Tube thoracostomy: clinical practice management guidelines from the Eastern Association for the Surgery of Trauma. Journal of Trauma and Acute Care Surgery, Baltimore, v. 91, n. 4, p. 761-765, 2021. DOI: <10.1097/TA.0000000000003355>.

​

MILLER, C. A.; SMITH, R. P.; JONES, L. J.; et al. British Thoracic Society guideline for pleural disease: pneumothorax. Thorax, London, v. 78, n. 11, p. 1143-1158, 2023. Disponível em: https://thorax.bmj.com/content/78/11/1143.

​

PEREIRA, R. P.; MARCHIORI, E.; ZABALA, J. L. A.; MAIA, R. M.; NICOLODI, M. Pneumotórax espontâneo: aspectos de imagem e diagnósticos diferenciais. Jornal Brasileiro de Pneumologia, São Paulo, v. 32, n. 6, p. 573-579, 2006. Disponível em: https://doi.org/10.1590/S1806-37132006000900008.

​

TAYLOR, M.; ROBERTSON, D. J.; CHUNG, J.; et al. Emergency management of spontaneous pneumothorax: current evidence and controversies. The Journal of Emergency Medicine, Amsterdam, v. 61, n. 2, p. 182-190, 2021. Disponível em: https://doi.org/10.1016/j.jemermed.2021.07.006.

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