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�REUNIÃO DESCENTRALIZADA E �AMPLIADA DO CNAS��Rio de Janeiro, RJ��17 e 18 de abril de 2024

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Painel 3 – “Serviço de Convivência e Fortalecimento de Vínculos Trabalho Social com Famílias”

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EXPOSITORES:�- Sra. Abigail Torres �- Sra. Késsia Oliveira da Silva��Coordenação: �Conselheira Nacional Simone Gomes, representante do Conselho Federal de Psicologia – CFP�Conselheira Nacional Eutália Barbosa Rodrigues, representante do MDS.��� Relatora: Conselheira Nacional Conselheira Maria Carolina Pereira Alves, representante do MDS

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PONTOS CHAVES: ��- Convivência não é função só do SCFV - todos os serviços do SUAS devem prover 3 seguranças - convivência, renda e acolhida�- As desigualdades e desproteções vem de um processo histórico e devem ser responsabilidade do Estado - não só da sociedade�- SUAS ainda opera muito pelo senso comum - é preciso avançar na capacidade de leitura da realidade�- Dilema: ou reafirmar do ponto de vista histórico a direção trazida pela PNAS em 2004 que traz as seguranças como especificidade e especialidade do SUAS; ou precisamos rever a PNAS�-

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��- O foco costuma ser na intersetorialidade, as unidades parecem centros de encaminhamento. �- Fala-se pouco do setorial, do que é específico do SUAS, de metodologia�- Baixa cobertura - não basta contratar profissionais, ampliar serviços - é preciso associar medidas de investimento e infraestrutura com medidas de qualidade de oferta�- Se não fortalecermos a participação social o SUAS vai reproduzir hierarquias - considerando apenas a perspectiva dos técnicos. Uma política de proteção precisa considerar as vivencias e respeitar as trajetórias das pessoas - inverter essa lógica da relação

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- TSF: conhecer, refletir sobre o que trazem e agir sobre os impactos vividos pelas famílias, considerando as seguranças do SUAS�- TSF no SUAS é realizado principalmente pelo PAIF e PAEFI - espera-se que ultrapasse o atendimento a demandas espontâneas e encaminhamentos a outras políticas.�- Transitar do individual para o coletivo, pois as mudanças nas condições de vida das famílias associam-se a transformações no conjunto das relações sociais.�- Demanda conhecimentos e preparo técnico - qual é a intenção e quais estratégias serão utilizadas�- É preciso reservar tempo para planejamento�- Convivência como processo e metodologia

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����PROPOSTAS PARA CONSIDERAÇÃO DO CNAS: �- destaque para participação expressiva de usuários do SUAS�- o CNAS deve discutir o financiamento e equipe específica para benefícios e serviços�- discutir onde está a habilitação e reabilitação no SUAS�- reforçar que o trabalho social com famílias está presente em todos os níveis de proteção, e que há materiais de orientação técnica �

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������CFESS, ABEPSS, CFP rever grade curricular nas graduações - novos tempos com novas demandas e questões�- É preciso fazer uma discussão acerca de benefícios - os valores, a lógica fiscalizadora, o que espera de comportamento atrelado ao recebimento�- risco de se discutir serviços por segmento, pois há demandas transversais�- as equipes não dão conta de toda a demanda - ficam mais na concessão de benefícios e não conseguem realizar o TSF nos serviços�- é preciso avançar em investimento além da lógica de equipe “mínima“�- convite a todos para articularem com seus parlamentares sobre a PEC 383/2017

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Obrigado!��Painel 3 – “Serviço de Convivência e Fortalecimento de Vínculos Trabalho Social com Famílias”���Reunião Descentralizada e Ampliada do CNAS – abril/2024