A Relevância do Discernimento
Lição 11
Tema do Trimestre
Lições do Trimestre
Texto de Referência
Mateus 7:1-5
1 – Não julgueis, para que não sejais julgados
2 – Porque com o juízo com que julgardes sereis julgados, e com a medida com que tiverdes medido vos hão de medir a vós
3 – E por que reparas tu no argueiro que está no olho do teu irmão, e não vês a trave que está no teu olho?
4 – Ou como dirás a teu irmão: Deixa-me tirar o argueiro do teu olho, estando uma trave no teu?
5 – Hipócrita, tira primeiro a trave do teu olho, e então cuidarás em tirar o argueiro do olho do teu irmão.
Texto Áureo
“E, se algum de vós tem falta de sabedoria, peça-a a Deus, que a todos dá liberalmente e o não lança em rosto, e ser-lhe-á dada.” (Tiago 1.5)
Verdade Aplicada
Precisamos da constante ajuda do Espírito Santo para agirmos e nos relacionarmos com discernimento e equilíbrio.
Ponto de Partida
É preciso praticar a Palavra de Deus.
Motivo de Oração
Ore para que possamos compreender o verdadeiro valor das coisas santas.
Objetivos da Lição
❶ Ensinar a discernir entre o certo
e o errado
❷ Mostrar como a hipocrisia é cega
e injusta
❸ Destacar a santidade e a riqueza
do Evangelho
Tópicos da Lição
1 – Discernindo entre o Certo e o Errado
1.1 – Não Julgueis
1.2 – Quem Julga será Julgado
1.3 – O Autocontrole no Julgamento
2 – Discernindo a Natureza das Coisas
2.1 – O Argueiro e a Trave
2.2 – Vencendo a Hipocrisia
2.3 – O Perigo de não ter Discernimento
3 – Discernindo entre o Digno e o Indigno
3.1 – Os Cães
3.2 – Os Porcos
3.3 – As Pérolas
Introdução
Introdução
Jesus segue desenvolvendo
o tema da natureza da vida do Reino
para Seus discípulos.
E agora passa a alertá-lo sobre as tentações que podem surgir
em seus relacionamentos pessoais
[Mt 7.1-2]
Discernindo entre o
Certo e o Errado
Tópico 1
1 – Discernindo entre o
Certo e o Errado
Comumente, as mesmas características que nos aborrecem nos outros
são a que temos.
Jesus nos ensina que devemos examinar nossas motivações e nossa conduta em vez de julgar o próximo
[Mt 7.1]
Jesus dedicou um espaço considerável para condenar os líderes religiosos por sua hipocrisia, que os levava a uma aparência externa de justiça para serem elogiados pelas pessoas [Mt 6.1-18]
1.1 – Não Julgueis
No texto de
Mateus 7.1-5, Jesus reconhece que Seus discípulos também
podem cair na mesma hipocrisia.
“Não julgueis, para não sejais julgados.” (Mt 7.1)
1.1 – Não Julgueis
Interpretando que Jesus queria dizer:
“Você não tem o direito de me dizer que estou errado”
Muitas pessoas usam esse versículo na tentativa de silenciar seus críticos ...
1.1 – Não Julgueis
A questão aqui é saber como lidar
com o julgamento, quais os critérios e
em que medida se deve usá-los.
Jesus alerta para o julgamento censurador, injusto.
Os fariseus censuravam os outros, sem reconhecerem os seus defeitos.
1.1 – Não Julgueis
Apóstolo Paulo menciona o judeu que julgava o gentio, mas fazia a
mesma coisa que ele :
“Tu, pois, que ensina a outro, não te ensinas a ti mesmo? Tu, que pregas que não se deve furtar, furtas?” (Rm 2.21)
“Tu, que dizes que não se deve adultera, adulteras? Tu, que abominas os ídolos, cometes sacrilégio? (Rm 2.22)
“Tu, que te glorias na lei, desonras a
Deus pela transgressão da lei?”
(Rm 2.23)
1.2 – Quem Julga será Julgado
“Porque com o juízo com que julgardes sereis julgados,
e com a medida
com que tiverdes
medido vos hão
de medir a vós”
(Mt 7.2)
1.2 – Quem Julga será Julgado
A exigência de Jesus aqui é que Seus discípulos não sejam inclinados
a julgar e a censurar :
“Irmãos, não faleis mal um dos outros. Quem fala mal de um irmão, e julga a seu irmão, fala mal da lei, e julga a lei; e, se tu julgas a lei, já não és observador da lei, mas juiz” (Tg 4.11)
“Há só um legislador que pode salvar e destruir. Tu, porém, quem és, que julgas a outrem?” (Tg 4.12)
1.2 – Quem Julga será Julgado
O discípulo que toma sobre si a tarefa de julgar o que o outro faz usurpa o
lugar de Deus e, por isso, tem de responder a Deus:
1.2 – Quem Julga será Julgado
Quando julgamos uma pessoa,
podemos fazê-lo exagerando os fatos,
ou subestimá-los, e é difícil para nós encontrar o meio-termo.
Além disso, mencionar as fraquezas dos outros e, ao mesmo tempo, minimizar as nossas.
1.3 – O Autocontrole no Julgamento
A prática que Jesus proíbe era habitual e se realizava entre os judeus:
“E por que reparas tu no argueiro que está no olho do teu irmão, e não vês a trave que está no teu olho?” (Mt 7.3)
“Ou como dirás a teu irmão: Deixa-me tirar o argueiro do teu olho, estando uma trave no teu?” (Mt 7.4)
1.3 – O Autocontrole no Julgamento
Algumas pessoas têm uma
necessidade psicológica de descobrir
e divulgar defeitos de outras pessoas.
Entenda que nosso julgamento sobre pessoas é apenas uma opinião, a expressão da qual podemos e devemos controlar.
1.3 – O Autocontrole no Julgamento
“Guarda a tua língua do mal, e os teus lábios de falarem o engano”
(Sl 34.13)
“De uma mesma boca procede bênção e maldição. Meus
irmãos, não convém que isto se faça
assim” (Tg 3.10)
Eu Ensinei Que:
Devemos examinar nossas motivações e nossa conduta em vez de julgar o próximo.
Discernindo a Natureza
das Coisas
Tópico 2
2 – Discernindo a
Natureza das Coisas
Jesus nos ensina que o homem só pode ver o exterior, e, portanto, não pode entender o que está na mente e no coração de outrem :
“Porque o Senhor não vê como vê o homem, pois o homem vê o que está diante dos olhos, porém o Senhor olha para
o coração”
(1Sm 16.7b)
2.1 – O Argueiro e a Trave
“E por que reparas tu no argueiro que está
no olho do teu irmão, e não vês a trave que está no teu olho?” (Mt 7.3)
2.1 – O Argueiro e a Trave
Tanto o homem que estivesse atrás de uma trave, quanto o que tinha um cisco estavam impedidos de ver corretamente.
Jesus estava dizendo que se uma pessoa não consegue ver corretamente, como pode de alguma maneira fazer juízo.
2.1 – O Argueiro e a Trave
Jesus não diz que é errado ajudar um irmão a tirar o cisco do olho,
Errado é uma pessoa com uma “viga” no olho oferecer ajuda.
Isso é hipocrisia
“Hipócrita, tira primeiro a trave do teu olho, e então cuidarás em tirar o argueiro do olho do teu irmão” (Mt 7.5)
2.1 – O Argueiro e a Trave
Nosso julgamento é sempre parcial, porque nunca temos todas as evidências necessárias para um julgamento completo.
Somos por
natureza tendenciosos, arbitrários e subjetivos em nossos julgamentos.
2.2 – Vencendo a Hipocrisia
A hipocrisia consiste em duas coisas :
❶ O hipócrita não reconhece o seu
próprio pecado, que é maior que o
pecado alheio.
❷
O hipócrita finge justiça ou interesse espiritual, ordenando que os outros endireitem
suas vidas.
2.2 – Vencendo a Hipocrisia
Os fariseus viam os pecados
dos outros, mas não conseguiam
enxergar as próprias transgressões.
É comum negligenciarmos
os nossos pecados
e imediatamente descobrirmos pecados dos
outros.
2.3 – O Perigo de não ter
Discernimento
“Não deis aos cães as coisas santas, nem deiteis aos porcos as vossas pérolas ...” (Mt 7.6)
Aqui Jesus previu
a falta de discernimento
em relação às atitudes das pessoas para com o Evangelho.
O Senhor exige discernimento adequado do bem e do mal. Precisamos
classificar as coisas.
2.3 – O Perigo de não ter
Discernimento
Eu Ensinei Que :
O homem não pode entender o que está na mente e no coração de outrem.
Discernindo entre o
Digno e o Indigno
Tópico 3
3 – Discernindo entre
o Digno e Indigno
As coisas santas não podem ser dadas para aqueles que não querem, ou que não tenham capacidade para apreciar os valores espirituais:
“Não deis aos cães as coisas santas, nem deiteis aos porcos as vossas pérolas ...”
(Mt 7.6)
3.1 – Os Cães
Os cães do oriente alimentava-se de carniça e lixo e são mais sanguinários do que os do ocidente.
Jesus se referia aos cães do oriente, selvagens e rosnadores, que se voltam e mordem a mão daqueles que os alimentam.
3.1 – Os Cães
Jesus tinha em mente esses cães em referência aos que, de forma selvagem, odeiam a verdade.
Seus discípulos devem ser inofensivos e ao mesmo tempo devem reconhecer que nem todas as pessoas estão sempre em condições de ouvirem e conhecerem
o Evangelho.
Desprezo e
Escárnio
3.1 – Os Cães
Jesus esta advertindo Seus seguidores a não forçarem o Evangelho aos ouvidos desinteressados e indiferentes
[Mt 10.11-14];
Muitas pessoas não possuem “ouvidos para ouvir” a Palavra de Deus, embora haja nosso tempo e dedicação ao ensino para
com elas.
3.2 – Os Porcos
Essa analogia foi usada por Jesus para mostrar como as pessoas reagem quando estão vivendo em rebelião aberta contra Deus [2Pe 2.2]
Assim como os porcos não apreciam a grande beleza e valor das pérolas, assim, são os que jamais entendem o valor e a grandeza das verdades divinas
[1Co 2.14]
3.2 – Os Porcos
Isso não significa que devemos nos
abster de ensinar o Evangelho para aqueles que são párias da sociedade.
Jesus comia com pecadores e publicanos e os ensinava [Mt 9.10]
A ideia aqui é que é inútil continuarmos pregando a verdade àqueles que a recusam.
3.3 – As Pérolas
As “pérolas”, consideradas as mais preciosas de todas as joias [Mt 13.45-46; 1Tm 2.9], passaram a simbolizar a preciosidade da verdade.
É fácil imaginarmos o desapontamento e consequentemente a ira dos porcos ao descobrir que o que pensavam ser comida eram apenas pérolas.
3.3 – As Pérolas
Essa é uma imagem muito cabível para os que são impuros, selvagens e incapazes de apreciar as joias inestimáveis da fé cristã!
São esses, diz Cristo, a quem não temos o direito de entregar o tesouro das nossas pérolas.
Eu Ensinei Que :
As coisas santas não podem ser dadas para aqueles que não querem, ou que não tenham capacidade para apreciar os valores espirituais
[Mt 7.6]
Conclusão
Conclusão
Quando ajustamos nossa visão de acordo
com os ditames da Palavra de Deus :
❶ Os erros podem ser corrigidos,
❷ A forma de vida mudada e
❸ Os tesouros repartidos àqueles que
são confiáveis e dignos [Mt 7.6]
Revista BETEL Dominical
Adultos
3° Trimestre de 2022
FONTE
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