Interdependências e globalização.
Francisco Ramos Nº7
6ºA
O que é a Globalização?
“A globalização é um dos processos de aprofundamento internacional da integração económica, social, cultural e política, que teria sido impulsionado pela redução de custos dos meios de transporte e comunicação dos países no final do século XX e início do século XXI sendo considerada a maior mudança da história da economia nos últimos 40 anos. Embora vários estudiosos situem a origem da globalização em tempos modernos, outros traçam a sua história muito antes da era das descobertas e viagens ao Novo Mundo pelos europeus. Alguns até mesmo traçam as origens ao terceiro milénio a.C.
O termo "globalização" tem estado em uso crescente desde meados da década de 1980 e especialmente a partir de meados da década de 1990. Em 2000, o Fundo Monetário Internacional (FMI) identificou quatro aspectos básicos da globalização: comércio e transações financeiras, movimentos de capital e de investimento, migração e movimento de pessoas e a disseminação de conhecimento onde os países relevantes se integram para dar força ao capital transnacional. Além disso, os desafios ambientais, como a mudança climática, poluição do ar e
excesso de pesca do oceano, estão ligados à globalização.”
https://pt.wikipedia.org/wiki/Globaliza%C3%A7%C3%A3o
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Aspetos negativos da Globalização
“Existem muitos autores que apontam os problemas e os aspectos negativos da globalização, embora existam muitas polémicas e discordâncias no cerne desse debate. De toda forma, considera-se que o principal entre os problemas da globalização é uma eventual desigualdade social por ela proporcionada, em que o poder e a renda encontram-se em maior parte concentrados nas mãos de uma minoria, o que atrela a questão às contradições do capitalismo.
Além disso, acusa-se a globalização de proporcionar uma desigual forma de comunicação entre os diferentes territórios, em que culturas, valores morais, princípios educacionais e outros são reproduzidos obedecendo a uma ideologia dominante. Nesse sentido, forma-se, segundo essas opiniões, uma hegemonia em que os principais centros de poder exercem um controle ou uma maior influência sobre as regiões
economicamente menos favorecidas, obliterando, assim, suas matrizes tradicionais.”
https://brasilescola.uol.com.br/geografia/globalizacao.htm
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Aspetos positivos da Globalização
“Entre os aspectos positivos da globalização, é comum citar os avanços proporcionados pela evolução dos meios tecnológicos, bem como a maior difusão de conhecimento. Assim, por exemplo, se a cura para uma doença grave é descoberta no Japão, ela é rapidamente difundida (a depender do contexto social e económico) para as diferentes partes do planeta. Outros pontos considerados vantajosos da globalização é a maior difusão comercial e também de investimentos, entre diversos outros fatores.
É claro que o que pode ser considerado como vantagem ou desvantagem da globalização depende da abordagem realizada e também, de certa forma, da ideologia empregada em sua análise. Não é objetivo, portanto, deste texto entrar no mérito da discussão em dizer se esse processo é benéfico ou prejudicial para a sociedade e
para o planeta.”
https://brasilescola.uol.com.br/geografia/globalizacao.htm
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As formas como a globalização nos afeta
“O desenvolvimento científico proporcionou a evolução das tecnologias de comunicação e permitiu a globalização, ou seja, a aproximação entre pessoas e diminuição das distâncias entre os países. Seu efeito é observado no fato de que está cada vez mais fácil ter acesso às mais diversas culturas, seja por intermédio das redes sociais, viagens a passeio, a trabalho ou os chamados intercâmbios culturais, que podem proporcionar uma imersão cultural muito rica para aqueles que vivenciam essa experiência. A imersão cultural nos dá a oportunidade de aprender novos hábitos, costumes e comportamentos nos mais diversos aspectos: social, cultural e ambiental, pois ao conviver em uma cultura diferente levamos connosco os hábitos e costumes, mas ao mesmo tempo, somos influenciados pela cultura do país hospedeiro. Viver em um país diferente do seu pode ser muito importante para o desenvolvimento pessoal, senso de cidadania, responsabilidade e respeito à diversidade cultural. Ampliando essas possibilidades, pode-se pensar também que esse processo inclua um aumento no entendimento da relação pessoa-ambiente. Órgãos internacionais como a Organização das Nações Unidas (ONU) e Organização das Nações Unidas para a Educação, Ciência e Cultura (UNESCO), desde a década de 1970, têm realizado eventos, publicado e elaborado documentos e relatórios que relacionam cultura e desenvolvimento sustentável. Uma das propostas é integrar a cultura aos marcos do desenvolvimento sustentável (Organização das Nações Unidas [ONU], 2017; Organização das Nações Unidas para a Educação, Ciência e Cultura [UNESCO], 2017). Sendo assim, seria possível que a globalização, ao favorecer trocas culturais em diferentes níveis, permita construir ou melhorar as estratégias voltadas para a aquisição ou manutenção do comportamento ecológico? Para responder a essa pergunta parece importante identificar a influência das diferenças culturais no desenvolvimento de comportamento ecológico investigando intercambistas. O intercâmbio cultural foca na educação intercultural e no desenvolvimento pessoal, por meio das práticas educativas e processos de aprendizagem levando em consideração os valores culturais locais e da cultura de origem. “
As forma como a globalização nos afeta
“Dessa forma, dentro do contexto do intercâmbio cultural, seria possível verificar a influência que a globalização pode trazer nos aspectos relacionados às questões ambientais e do comportamento ecológico em diversos níveis. A nível individual, essa influência se daria na própria experiência individual do intercâmbio, na esfera grupal destaca-se a inserção do intercambista na nova situação social e cultural no país hospedeiro. Já a nível global, haveria um maior entendimento dos aspectos individuais e grupais que todos nós compartilhamos, como as atitudes, crenças e percepção de risco em relação ao meio ambiente, os fatores comportamentais para a solução de problemas, gestão e educação ambiental, por exemplo. Há uma lacuna de investigação que correlacione cultura, globalização e desenvolvimento sustentável e a realização de pesquisas que foquem nos contextos culturais e comportamentos ecológicos. Apesar do foco atual ser sobre o desenvolvimento sustentável, a investigação de contextos culturais e sua influência pode ser ampliada para os mais diversos aspectos das relações interpessoais tanto a nível global quanto local, permitindo identificar como intercâmbios culturais podem propiciar processos de mudança não apenas voltados para formação académica ou aprendizado de um novo idioma. Temos trabalhado, portanto, na direção de identificar a influência da globalização, por meio do intercâmbio cultural, no desenvolvimento de comportamentos ecológicos. Pretendemos ter um melhor entendimento de como a globalização influencia e influenciará no processo rumo ao desenvolvimento sustentável, ou ao contrário, se suas interferências negativas podem nos afastar de um desenvolvimento local e global para a sustentabilidade.”