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POLÍTICA E ESTRATÉGIA

EMBASAMENTO

MÉTODO

INTERPRETAÇÃO DA QUESTÃO

ORDENAÇÃO DO RACIOCÍNIO

CAPACIDADE DE SÍNTESE

​

EXPRESSÃO ESCRITA

OBJETIVIDADE – COERÊNCIA

COESÃO – CLAREZA

CORREÇÃO GRAMATICAL

​

​

​

CONCURSO DE ADMISSÃO À ECEME

CONDIÇÕES DE SUCESSO

INSTRUMENTOS BÁSICOS

CONDICIONAMENTO

HISTÓRIA

PLADIS

UD – OBJ ESP.

GEOGRAFIA

PLADIS

UD – OBJ ESP.

INTERDISCIPLINARIDADE COMPREENSÃO - ANÁLISE

CONDICIONAMENTOS

REDAÇÃO DO PARÁGRAFO

ESQUEMATIZAÇÃO DA QUESTÃO

CONCEITUAÇÕES

CONHECIMENTO

(IDÉIAS)

PROVA

1ª Q

2ª Q

PROVA

1ª Q

2ª Q

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CEPREP 2010

​

CLUBE MILITAR – EsAO

​

HISTÓRIA

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UD VII IMPERIALISMO E NEO-COLONIALISMO NO SÉCULO XIX

 

​

Orientador Cel Darzan Neto da Silva

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1. O NACIONALISMO NA EUROPA E AS UNIFICAÇÕES TARDIAS: ALEMANHA E ITÁLIA

​

2. O IMPERIALISMO EUROPEU

​

3. A RESISTÊNCIA À DOMINAÇÃO

 

4. O IMPERIALISMO DOS EUA

 

5. O IMPÉRIO JAPONÊS

​

Cel DARZAN Neto da Silva

​

​

VII UD HISTÓRIA

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IMPERIALISMO E NEO-COLONIALISMO NO SÉCULO XIX

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História – UD VII

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IMPERIALISMO E NEO-COLONIALISMO NO SÉCULO XIX

1. O NACIONALISMO NA EUROPA E AS UNIFICAÇÕES TARDIAS

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♦ Originário da Revolução Francesa e das expressões políticas e sociais

que marcaram o final da Idade Moderna e o início da Idade

Contemporânea, o conceito de nacionalismo ganhou grande

importância na Europa, a partir do século XIX e, principalmente, durante

o século XX.

​

♦ A estrutura liberal burguesa que rompeu com o absolutismo e com o

sentimento de pertencer a um rei, fez nascer a figura do cidadão em

substituição ao súdito da idade média.

​

♦ Criou-se o sentimento de pertencimento a uma terra, a um povo e a

um Estado.

​

♦ A Era Napoleônica e as batalhas travadas pelo exército francês

também refletiram sobre este sentimento emergente.

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História – UD VII

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IMPERIALISMO E NEO-COLONIALISMO NO SÉCULO XIX

​

1. O NACIONALISMO NA EUROPA E AS UNIFICAÇÕES TARDIAS

​

♦ Os povos se uniram em torno da idéia de nação e estado para

Resistir às invasões estrangeiras.

​

♦ As deliberações do Congresso de Viena (1815), que na

reorganização europeia fragmentou nações, como o caso da

Alemanha, que ficou divida em 39 regiões, e a Itália em sete.

​

♦ Ideias liberais e democráticas, fortalecidos pelo sentimento de

soberania, circulavam na Europa, promovendo embates nesse

período de transição.

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História – UD VII

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IMPERIALISMO E NEO-COLONIALISMO NO SÉCULO XIX

1. O NACIONALISMO NA EUROPA E AS UNIFICAÇÕES TARDIAS

​

♦ Povos de mesma língua, cultura e costumes estavam divididos pela

nova configuração territorial europeia.

​

♦ Insatisfeitos com essasituação, muitos povos buscaram se

reunificar, apoiados num mesmo sentimento de pertencimento a uma

única nação, promovendo movimentos revolucionários de forte

expressão como a “Primavera dos Povos”, de origem húngara,

contra a dominação austríaca.

​

♦ As unificações italiana e alemã, ocorridas no início da Idade

Moderna, são consideradas tardias, quando comparadas com os

processos de unificação de outras nações europeias.

​

​

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História – UD VII

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IMPERIALISMO E NEO-COLONIALISMO NO SÉCULO XIX

1. O NACIONALISMO NA EUROPA E AS UNIFICAÇÕES TARDIAS

​

♦ A necessidade de a burguesia criar um mercado para expandir sua

economia foi um dos fatores motivacionais relevantes para essa classe

se tornar fundamental no processo de transformação político

econômica ocorrido.

​

♦ Do outro lado do jogo político, os monarquistas pretendiam retomar o

poder, retornando aos privilégios que tinham durante o Antigo Regime.

​

♦ Por sua vez, as classes populares ansiavam por melhores condições

sociais, embora o papel que viria a ser desempenhado por elas seria

mais de massa de manobra do que como poder decisivo nas

transformações políticas.

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História – UD VII

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IMPERIALISMO E NEO-COLONIALISMO NO SÉCULO XIX

1. O NACIONALISMO NA EUROPA E AS UNIFICAÇÕES TARDIAS

​

Itália

• A configuração político-territorial da Itália, no início de século XIX,

sofreu grande intervenção por parte das medidas firmadas pelo

Congresso de Viena, de 1814-1815. Com os acordos consolidados, a

atual região da Itália ficou dividida em oito estados independentes,

sendo que alguns deles eram controlados pela Áustria.

​

• Nesse mesmo período de retorno da soberania monárquica,

movimentos nacionalistas afloraram em diferentes partes da Itália. Ao

mesmo tempo, as motivações e projetos desses grupos nacionalistas

eram bastante variados.

​

• Esses projetos envolviam trabalhadores urbanos e rurais,

alcançando até mesmo a burguesia nacional.

​

• O Risorgimento (Ressurreição), designação do período) manifestou

se em ideais que passaram por tendências republicanas e, até

mesmo, monárquicas.

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História – UD VII

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1. O NACIONALISMO NA EUROPA E AS UNIFICAÇÕES TARDIAS

Itália

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• Uma dessas manifestações nacionalistas foi a Carbonária

(sociedade secreta revolucionária). A ação desta sociedade se deu ao

sul da Itália, sob a liderança do comunista Filippo Buonarotti.

​

• Lutando contra a ação dos governos absolutistas, o carbonarismo

foi um dos mais importantes movimentos nacionalistas, de base

popular, da Itália.

​

• Em 1831, Giuseppe Mazzini liderou outro movimento republicano,

representado pela criação da Jovem Itália. Mesmo não obtendo

sucesso, o nacionalismo italiano ainda teve forças para avivar suas

tendências políticas.

​

• No ano de 1847, ocorreu uma série de manifestações

antimonárquicas, que varreram a região Norte.

​

• No Reino da Lombardia, consolidou-se um dos maiores avanços

democráticos, quando o rei foi obrigado a instituir um Poder

Legislativo, eleito pelos cidadãos.

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História – UD VII

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1. O NACIONALISMO NA EUROPA E AS UNIFICAÇÕES TARDIAS

​

Itália

• Mesmo com a agitação dessas revoltas, a presença austríaca e o

poder monárquico das regiões autônomas conseguiram resistir à

crescente tendência republicana.

​

• Somente com o interesse da burguesia industrial, do norte da Itália,

politicamente patrocinada pelo primeiro-ministro piemontês, Camilo

Benso di Cavour, o processo de unificação começou a ter maior

sustentação.

​

• Angariando o apoio militar e político dos Estados vizinhos e do

imperador francês Napoleão III, em 1859 a guerra contra a Áustria teve

seu início.

​

• Temendo a deflagração de movimentos de tendência socialista e

republicana, o Governo francês retirou seu apoio ao movimento de

unificação.

​

• Ainda assim, Camilo di Cavour conseguiu unificar uma considerável

porção dos reinos do Norte.

​

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1. O NACIONALISMO NA EUROPA E AS UNIFICAÇÕES TARDIAS

​

Itália

• Nesse mesmo período, ao Sul, Giuseppe Garibaldi liderou

Movimentos contra as monarquias sulistas.

​

Para não enfraquecer o ideal de unificação, Garibaldi decidiu

abandonar a causa unificadora, por não concordar com

as ideias defendidas pelos representantes do Norte.

​

• Os monarquistas do Norte controlaram a unificação,

estabelecendo como rei, Vítor Emanuel II.

​

• No ano de 1861, o Reino da Itália era composto por grande parte

do seu atual território.

​

• Entre 1866 e 1870, após uma série de conflitos, as cidades de

Veneza e Roma foram finalmente anexadas ao novo governo.

​

• A unificação da Itália teve seu fim no ano de 1929, quando após

anos de resistência da autoridade papal, foi assinado o Tratado de

Latrão (tratado político, reconhecendo a total soberania da Santa Sé

no estado da Cidade do Vaticano), completando, assim, a formação

da nação italiana,

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História – UD VII

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IMPERIALISMO E NEO-COLONIALISMO NO SÉCULO XIX

1. O NACIONALISMO NA EUROPA E AS UNIFICAÇÕES TARDIAS: Alemanha

​

♦ Depois da queda de Napoleão (1815), o processo de reorganização

das monarquias europeias deu origem à formação da Confederação

Alemã.

​

♦ Tal confederação consistia em uma região formada por 38 Estados

independentes, comprometidos a defender a soberania das

monarquias dos Estados confederados.

​

♦ Dentro desse aglomerado de monarquias, Áustria e Prússia

sobressaiam-se, como as mais influentes nações da Confederação.

​

♦ Os austríacos tinham seu desenvolvimento econômico sustentado

pelo forte setor agrícola.

​

♦ A Prússia via no processo de unificação política dos estados

confederados um importante passo para o desenvolvimento

econômico daquela região.

​

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História – UD VII

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IMPERIALISMO E NEO-COLONIALISMO NO SÉCULO XIX

1. O NACIONALISMO NA EUROPA E AS UNIFICAÇÕES TARDIAS: Unificação da Alemanha

​

♦ Buscando efetivar seu interesse, a Prússia criou uma zona

aduaneira, chamada de “Zollverein”, que aboliu as taxas

Alfandegárias entre as monarquias envolvidas no acordo.

​

♦ Alheia a esse processo de industrialização e unificação, a Áustria

Foi excluída do acordo.

​

♦ Prestigiado com o cargo de primeiro-ministro da Prússia, o

chanceler Otto Von Bismarck tomou a missão de promover o

Processo de unificação alemã.

​

♦ Em 1864, entrou em guerra contra a Dinamarca e assim

Conquistou territórios perdidos durante o Congresso de Viena.

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IMPERIALISMO E NEO-COLONIALISMO NO SÉCULO XIX

1.O NACIONALISMO NA EUROPA E AS UNIFICAÇÕES TARDIAS:

Alemanha

​

♦ No ano de 1866, Bismarck entrou em conflito com a Áustria e,

durante a Guerra das Sete Semanas, conseguiu dar um importante

passo para a unificação, com a criação da Confederação Alemã do

Norte.

​

♦ Com isso, a Prússia passou a deter maior influência política entre

os estados germânicos, isolando a Áustria.

​

♦ Com o desgaste político entre a França e a Prússia, o governo de

Bismarck tinha em mãos a última manobra que consolidou o triunfo

unificador.

​

♦ Com a vitória na Guerra Franco-Prussiana, em 1870, a Prússia

conseguiu unificar a Alemanha.

♦ O rei Guilherme I foi coroado como Kaiser (imperador) da Alemanha

e considerado o líder do II Reich Alemão.

​

♦ Conquistando, na mesma guerra, as regiões da Alsácia e da Lorena,

ricas produtoras de minério.

​

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IMPERIALISMO E NEO-COLONIALISMO NO SÉCULO XIX

1. O NACIONALISMO NA EUROPA

AS UNIFICAÇÕES TARDIAS da Alemanha e da Itália

​

O processo de unificação da Alemanha, junto com o italiano, simbolizou um período de acirramento das disputas entre as economias europeias.

​

A partir do estabelecimento dessas novas potências econômicas, observou-se o surgimento de uma tensão política, gerada pelas disputas imperialistas, responsáveis pela montagem do delicado cenário preparatório da

Primeira e da Segunda Guerras Mundiais.

​

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História – UD VII

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IMPERIALISMO E NEO-COLONIALISMO NO SÉCULO XIX

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2. O IMPERIALISMO EUROPEU

• A Conferência de Berlim (1884-1885): a partilha da África

​

• No fim do século XIX e início do século XX, com a expansão do capitalismo industrial, o neocolonialismo teve início no continente africano.

​

• O aparecimento de novas potências concorrentes, como a Alemanha, a Bélgica e a Itália.

​

• A partir de 1880, a competição entre as metrópoles, pelo domínio dos territórios africanos, intensificou-se.

​

• Conferência de Berlim (1884), que instituiu normas para sua ocupação, que ainda não havia sido colonizada.

​

• No início da I Guerra Mundial, 90% das terras africanas já estavam sob domínio europeu.

​

• A partilha foi feita de maneira arbitrária, não respeitando as características étnicas e culturais de cada povo, o que contribuiu para o acirramento dos conflitos atuais no continente africano.

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História – UD VII

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IMPERIALISMO E NEO-COLONIALISMO NO SÉCULO XIX

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2. O IMPERIALISMO EUROPEU

• A Conferência de Berlim (1884-1885): a partilha da África

• A justificativa para a intervenção imperialista foi o avanço da civilização ocidental.

​

• O ocidente, representado pelos fortes, levaria ao oriente (os atrasados e fracos) a civilidade, o avanço.

​

• Buscou-se na cientificidade da época justificativas para as ações de partilha da África.

​

• Os neocolonialistas e imperialistas fizeram emergir o conceito racial e de superioridade étnica dos brancos sobre os negros, criando a necessidade de se colonizar o continente africano, considerando que ele estava fadado ao desaparecimento em função da teoria da “seleção natural”.

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História – UD VII 2. O IMPERIALISMO EUROPEU

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• A Conferência de Berlim (1884-1885): a partilha da África

​

• Após a partilha, ocorreram movimentos de resistência.

​

• Muitas manifestações foram reprimidas, com violência,

​

• A colonização, à medida que representou a ocidentalização do mundo africano, suprimiu as estruturas tradicionais locais e deixou um vazio cultural de difícil reversão.

​

• O processo de independência das colônias europeias, do continente africano, só teve início a partir do final da II Guerra.

​

• A divisão territorial não levou em consideração as questões étnicas.

​

• As fronteiras artificiais, construídas pelos europeus, dividiram grupos de mesma etnia e mesmos traços culturais e linguísticos.

​

• Os europeus, inclusive, se valeram das rivalidades étnicas entre grupos de uma mesma colônia para efetivar a dominação, apoiando-se ora em um grupo, ora em outro, de acordo com a conveniência conjuntural.

​

• As consequências decorrentes dessa nova configuração territorial foram muitas, e perduram até os dias atuais.

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História – UD VII

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IMPERIALISMO E NEO-COLONIALISMO NO SÉCULO XIX

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2. O IMPERIALISMO EUROPEU - A divisão da Ásia

♦ O continente asiático, desde a Idade Média, tem sido alvo de cobiça por parte dos comerciantes europeus.

♦ O estabelecimento da Rota da Seda, aliado ao comércio das especiarias, incrementou essa relação.

​

♦ Com investimentos em ferrovias, as grandes potências abriram o mercado asiático para o ocidente e, no século XIX, finalmente os países europeus passaram do simples comércio praticado nos portos à política de zonas de influência, dando início à partilha do Oriente.

♦ Os ingleses conquistaram a Índia em 1757.

♦ A partir deste momento, foi desencadeada uma grande evolução na colonização e exploração da região, viabilizadas por intermédio da Companhia Inglesa das Índias Orientais.

​

♦ Em 1849, a coroa britânica assumiu o controle político de quase todo o subcontinente indiano.

♦ Em 1858, ocorreu a Revolta dos Cipaios, com os nativos que serviam nas tropas coloniais inglesas.

♦ Com a derrota da rebelião, a Índia foi definitivamente integrada ao Império Britânico.

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História – UD VII IMPERIALISMO E NEO-COLONIALISMO Sec XIX

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2. O IMPERIALISMO EUROPEU

A divisão da Ásia: China

♦ Na China, a Guerra do Ópio (1840-1842) permitiu a conquista de Hong-Kong, Xangai e Nanquim, por parte da Inglaterra.

​

♦ Uma associação secreta, a Sociedade dos Boxers, com apoio do governo chinês, reagiu a tal invasão, promovendo atentados contra os estrangeiros.

​

♦ As potências europeias, face ao enfrentamento iminente, organizaram uma expedição conjunta, dando início à Guerra dos Boxers, que encerrou com domínio sobre o território da China.

​

♦ Dentro do processo de repartição do continente asiático, outras ações podem ser destacadas: a posse francesa da Indochina (1884), a conquista alemã da península chinesa de Shantung – atual Shandong (1897) e a ocupação japonesa da Coreia (1910).

​

♦ Em 1898, após a Guerra Hispano-Americana, os Estados Unidos estabeleceram um protetorado no Havaí e ocuparam Pearl Harbour, e anexaram a ilha de Guam e as Filipinas.

​

♦ Em 1914, às vésperas da I Guerra Mundial, 60% das terras e 65 % da população do mundo dependia da Europa. Suas potências tinham anexado 90% da África, 99% da Oceania e 56% da Ásia.

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História – UD VII

IMPERIALISMO E NEO-COLONIALISMO NO SÉCULO XIX

3. A RESISTÊNCIA À DOMINAÇÃO Guerra do Ópio (1840-1842)

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• A Companhia Britânica das Índias Orientais mantinha intenso comércio com os chineses, comprando chá e vendendo o ópio trazido da Índia.

• A droga representava metade das exportações inglesas para a China.

•Em 1839, o governo imperial chinês tentou deter sua importação ilegal e mandou queimar, na cidade de Cantão, 20 mil caixas apreendidas de traficantes ingleses.

​

I Guerra do Ópio

• O Reino Unido enviou uma frota de guerra, em 1840, ocupando Xangai. Rendidos pelo poderio naval britânico, em 1842.

•Os chineses aceitam o Tratado de Nanquim, segundo o qual a China foi forçada a pagar indenização, abrir cinco portos para o comércio e ceder Hong Kong aos britânicos.

​

II Guerra do Ópio

• Em 1856, o Reino Unido, auxiliado pela França, aproveitou o incidente com um barco, em Cantão, para iniciar a II Guerra do Ópio,

• Em 1860, britânicos e franceses ocuparam Pequim.

• Derrotada, a China foi obrigada a fazer novas concessões

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História – UD VII

3. A RESISTÊNCIA À DOMINAÇÃO

Revolta dos Cipaios (Índia, 1857)

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 • Em 1857, foi um período prolongado de levantes armados e rebeliões, na Índia setentrional e central, contra a ocupação britânica daquela porção do subcontinente.

​

 • Pequenos incidentes por descontentamento, em janeiro, envolvendo incêndios criminosos em acantonamentos, foram os precursores da rebelião.

​

 • Posteriormente, uma revolta em grande escala ocorreu em maio, tornando-se uma guerra aberta nas regiões afetadas.

​

 • O conflito causou o fim da administraçao da Companhia Britânica das Índias Orientais e o início do governo direto de grande parte do território indiano pela coroa britânica (Raj Britânico).

​

 • Nos noventa anos seguintes, embora alguns estados (chamados coletivamente de "estados principescos“ mantivessem uma independência nominal e continuassem a ser governados pelos respectivos marajás, rajás, nababos.

​

 • Alguns, dentre os modernos indianos, consideram a Revolta dos Cipaios, o primeiro movimento de independência de seu país.

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História – UD VII

3. A RESISTÊNCIA À DOMINAÇÃO

Rebelião dos Boxers (China, 1900)

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• O Levante, Rebelião ou Guerra dos Boxers* (1899-1900), chamado também de Movimento Yijetuan, foi um movimento popular antiocidental e anticristão na China.

​

• A rebelião começou na província de Shandong e teve suas raízes na pobreza rural e no desemprego, cuja culpa foi atribuída às importações do Ocidente.

​

• O incidente teve início quando os boxers atacaram algumas missões e estabelecimentos estrangeiros, cortaram linhas telefônicas e vias férreas, progredindo em direção ao Oeste.

​

• Os missionários, chineses e cristãos, além daqueles que possuíam bens estrangeiros, também foram atacados.

​

• O movimento foi apoiado pela imperatriz Cixi (Tseu-Hi) e alguns governadores de províncias.

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História – UD VII

3. A RESISTÊNCIA À DOMINAÇÃO

Rebelião dos Boxers (China, 1900)

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​

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• Nacionais que se opunham ao domínio e influência estrangeira, acreditando que seria possível combater essas forças através do treino adequado do boxe chinês (Kung Fu).

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• Em 17 de Junho de 1900, os boxers cercaram as delegações diplomáticas estrangeiras, em Beijing, por dois meses.

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• No auge da revolta, em agosto de 1900, tinham sido mortos mais de 230 estrangeiros e milhares de chineses cristãos.

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História – UD VII

3. A RESISTÊNCIA À DOMINAÇÃO

​

Rebelião dos Boxers (China, 1900)

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• Para sufocar a rebelião, organizou-se uma força internacional, composta de 20 mil soldados russos, americanos, britânicos, franceses, japoneses e alemães.

​

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• Esse contingente foi enviado para ocupar a sede imperial, onde penetrou em 14 de agosto de 1900, ocupando e saqueando a capital Cixi.

​

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• As forças estrangeiras lançaram ataques punitivos na região de Beijing e negociaram pesadas reparações no Protocolo Boxer (1901).

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• A monarquia salvou-se, aceitando a liquidação das sociedades secretas, o pagamento de uma indenização de guerra e a proibição de importação de armas.

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História – UD VII

3. A RESISTÊNCIA À DOMINAÇÃO

Guerra dos Bôers (1898-1902)

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• A Guerra Bôer foi o confronto entre o Reino Unido e os fundadores (bôeres) das repúblicas independentes de Transvaal e Orange, no Nordeste da África do Sul.

​

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• O conflito, que durou até 31 de maio de 1902, iniciou-se com a tentativa da Coroa britânica de anexar as duas repúblicas, ricas em jazidas de diamante, ouro e ferro.

​

• Os bôeres, que ocupavam a região desde 1830, lutaram para preservar sua independência.

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• Os ingleses viram nesse nacionalismo um risco à dominação do Reino Unido no Sul da África.

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• No princípio, a supremacia foi dos bôeres, que invadiram a colônia do Cabo, sitiaram cidades importantes e anexaram territórios ingleses.

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História – UD VII

3. A RESISTÊNCIA À DOMINAÇÃO

Guerra dos Bôers (1898-1902)

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• Em 1902, ocorreu a contraofensiva inglesa.

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• A superioridade britânica em homens e armamentos derrotou os bôeres.

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• As tropas inglesas devastaram e queimaram as propriedades, ao longo da guerra.

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• Os bôeres capturados (homens, mulheres e crianças) foram colocados em campos de confinamento, onde morreram cerca de 20 mil pessoas.

​

• As notícias sobre o tratamento desumano dado pelos ingleses aos prisioneiros intensificaram a imagem negativa do Reino Unido perante a opinião internacional.

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• Com a Paz de Vereeniging (31 de maio de 1902), as repúblicas foram incorporadas ao Reino Unido e, em 1910, juntaram-se às colônias do Cabo e de Natal para constituir a União Sul-Africana.

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História – UD VII

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IMPERIALISMO E NEO-COLONIALISMO NO SÉCULO XIX

4. O IMPERIALISMO DOS EUA

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♦ O fenômeno imperialista do século XIX esteve diretamente associado à nova fase do capitalismo e só foi praticado pelos países fortemente industrializados.

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♦ Como os EUA foi o primeiro país fora do continente europeu a industrializar-se, fez parte desse movimento imperialista, com algumas restrições decorrentes da linha filosófica liberal da formação da nação norte-americana.

​

♦ No caso norte-americano, o imperialismo foi justificado a partir da “Doutrina Monroe”, que surgiu como reação à Santa Aliança.

​

♦ A Doutrina, pouco considerada pelas potências imperialistas europeias e até mesmo pelos demais países da América, ganhou dimensão com o crescimento político e militar dos EUA.

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♦ No final do século XIX (1898), os EUA começaram a demonstrar forte interesse pelo Golfo do México, devido à sua proximidade com o istmo do Panamá, faixa de terra que liga a América do Norte à América do Sul e com potencial para a conexão entre os oceanos Atlântico e Pacífico.

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História – UD VII 4 - O IMPERIALISMO DOS EUA

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♦ Os EUA tinham também interesse por Cuba, pois era uma forte produtora mundial de açúcar, o que significava um bom investimento para o capital norte-americano.

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♦ A partir de 1895, os EUA passaram a apoiar, abertamente, os processos de independência de Cuba e das Filipinas, em relação à Espanha.

​

♦ Esse apoio acabou por gerar um conflito, que ficou conhecido com Guerra Hispano-Americana (1898).

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♦ Como resultado do conflito, as Filipinas e Porto Rico foram anexados aos EUA e Cuba tornou-se protetorado norte-americano, ficando obrigada a incluir em sua Constituição, a Emenda Platt, que dava direito de intervenção no país, por parte dos EUA, e também permitiu a instalação de uma base naval, norte-americana, em Guantánamo.

​

♦ Na América do Sul, os EUA implementaram uma política de domínio informal, exercendo influência na região pela pressão política e de dominação econômica.

​

♦ As demais potências capitalistas e imperialistas não questionaram a “Doutrina Monroe”, pois a América não estava em sua zona de interesse.

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História – UD VII

IMPERIALISMO E NEO-COLONIALISMO NO SÉCULO XIX

 

5. O IMPÉRIO JAPONÊS - A Restauração Meiji (1898)

♦ A partir de 1868, o Japão enfrentou uma das mais radicais mudanças sociais e políticas de sua história: a Restauração Meiji.

​

♦ Para entender melhor essa “revolução”, é importante lembrar que a sociedade japonesa, na metade do séculoXIX, ainda se organizava de uma forma muito próxima ao sistema feudal.

​

♦ Havia a figura do imperador, mas o poder estava, na realidade, nas mãos do Xogum, que era o chefe militar supremo.

​

♦ O imperador tinha um poder apenas simbólico.

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♦ Existiam na sociedade japonesa:

- Daimios, grandes proprietários de terras, detentores de grande parte da riqueza;

- Samurais, vassalos dos daimios, que representavam a força militar do reino.

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5. O IMPÉRIO JAPONÊS - A Restauração Meiji (1898)

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Principais causas da Restauração.

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♦ A decadência do regime de poder dos xoguns, que enfrentava uma crise financeira e fiscal, dificultando sua permanência, acentuou-se com a pressão norteamericana para que o país se abrisse ao comércio e à cultura ocidental.

♦ Alguns daimios estavam em conflito por busca de maiores poderes na esfera política.

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♦ Essas questões fizeram com que os daimios, dos feudos de Satsuma e Choshu, passassem a apoiar a ideia de reforçar o poder do imperador, num processo de centralização administrativa, política e militar.

​

♦ O Japão superando seu período feudal e voltando a ter um imperador forte, controlador e presente nas questões da vida japonesa. Esse processo foi denominado de Restauração Meiji.

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♦ O sucesso da Restauração Meiji é fundamental para as transformações que viriam a colocar no Japão como a primeira potência econômica e militar nãoocidental, e também como a primeira nação, fora do eixo Europa-EUA, a derrotar um exército ocidental, no caso o russo, em 1905, na Guerra Russo-Japonesa.

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5. O IMPÉRIO JAPONÊS

Guerra sino-japonesa (1894-1895)

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♦ A Guerra Sino-Japonesa foi um conflito entre o Japão e a China, que perdurou entre 1894 e 1895, pelo controle da Coreia.

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♦ As forças militares japonesas derrotaram completamente o Exército e a Marinha chinesas.

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♦ Em 1874, o Japão enviou tropas contra Taiwan, a fim de testar o poder militar dos chineses.

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♦ Por pressão do Reino Unido, houve a retirada dos contingentes japoneses.

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♦ Os japoneses, no ano de 1879, anexaram as ilhas Ryukyu, sob protesto chinês.

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♦ O propósito japonês era, com a conquista da Coreia, garantir o controle de uma importante posição estratégica e das grandes reservas minerais de carvão e ferro coreanos.

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5. O IMPÉRIO JAPONÊS - Guerra Russo-Japonesa (1894-1895

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♦ A Guerra Russo-japonesa foi uma conflito entre o Império do Japão e o Império Russo, nos anos de 1904 e 1905, pela disputa dos territórios da Coreia e da Manchúria.

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♦ O Japão era um país de tradições militares, apesar de enfrentar severa crise econômica.

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♦ Com navios menores, mas com grande mobilidade e poder de fogo muito superior aos pesados e antigos navios russos, a marinha japonesa impôs uma derrota humilhante aos russos.

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♦ Esta guerra marcou o reconhecimento do Japão como potência imperialista, enquanto a derrota russa, por sua vez, patenteou a fraqueza do regime czarista e iniciou a sua queda, concretizada na Revolução de 1917.

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5. O IMPÉRIO JAPONÊS - Guerra Russo-Japonesa (1894-1895

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♦ ♦ Durante os embates, o regime do Czar Nicolau II, da Rússia, foi abalado por uma série de revoltas (1905), envolvendo operários, camponeses, marinheiros (revolta no couraçado Potemkin) e soldados do exército.

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♦ Greves e protestos contra o regime absolutista do czar explodiram em diversas regiões da Rússia.

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♦ Os líderes socialistas procuraram organizar os trabalhadores em conselhos (os sovietes), nos quais se debatiam as decisões políticas a serem tomadas.

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♦ Esta guerra marcou o reconhecimento do Japão como potência imperialista, enquanto a derrota russa, por sua vez, patenteou a fraqueza do regime czarista e iniciou a sua queda, concretizada na Revolução de 1917.

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