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2026- NOVAS

  • QUESTÃO 2- SOMA: 02 + 08 = 10.

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  • QUESTÃO 3- SOMA: 01 + 04 + 08 = 13.

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  • QUESTÃO 4-
  • ALTERNATIVA B.

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  • QUESTÃO 5- SOMA: 01 + 02 + 04 + 08 = 15.

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ATIVIDADE PRÁTICA:

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- 80 gravuras de "Os Caprichos de Goya" -caricaturas do pintor espanhol Francisco de. Nestas gravuras o artista combinava o ridículo, a extravagância e a fantasia, criticando os vícios e erros da sociedade espanhola da época.  

  • Praticamente na primeira metade apresentou as gravuras mais realistas e satíricas, criticando o comportamento dos seres humanos desde o prisma da razão. Na segunda parte amostra gravuras fantásticas nas que abandonou o ponto de vista racional e, seguindo a lógica do absurdo, pintou visões delirantes com seres estranhos.

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  • Goya concebeu inicialmente esta série de gravuras como Sonhos (e não como Caprichos), realizando pelo menos 28 desenhos preparatórios, 11 deles do Álbum B (no Museu do Prado salvo algum que desapareceu). Pensava intitular a capa: Sonho 1º Idioma universal. Desenhado e gravado por Francisco de Goya. Ano de 1797. O Autor sonhando. A sua tentativa é apenas desterrar vulgaridades prejudiciais e perpetuar com esta obra de caprichos, o testemunho sólido da verdade.[14] Os Sonhos seriam uma versão gráfica dos Sonhos literários do escritor satírico Francisco de Quevedo, que escreveu entre 1607 e 1635 uma série na qual sonhava que estava conversando no Infierno, tanto com os demônios como com os condenados.

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  • No Capricho 42, dois camponeses levam às costas, como bestas de carga, a nobreza e os freires ociosos, representados como dois burros contentes. Os camponeses sofrem por carregar com esse peso. O título Tu que não podes é a primeira parte de um provérbio popular que conclui lévame às costas, e ressalta o que já começavam a pensar os iluministas de finais do século XVIII sobre a incapacidade e impotência do povo. Para além disso, acrescenta a metáfora habitual do povo carregando com as classes ociosas. Porém, representa as classes ociosas como burros enquanto os camponeses representa-os com dignidade de homens. A lâmina amostra um mundo do revés e um sistema social inadequado.[36]
  • O Capricho 63 trata o mesmo tema, mas o insucesso da reforma agrária provocou o pessimismo do autor e levou à sua radicalização. Assim, os camponeses tornaram-se uns seres parecidos aos asnos, enquanto os ginetes são representados agora como dois monstruos, o primeiro com cabeça, mãos e pés de ave de rapina e o segundo com cara de tonto, orelhas de burro e parece rezar.
  • ANTES PODIA HAVER ESPERANÇAS DE QUE OS HOMENS TIRASSEM A CARGA DOS BURROS ESTÚPIDOS, MAS NA SEGUNDA ESTAMPA NÃO HÁ ESPERANÇA, OS OPRIMIDOS EMBRUTECERAM E UM DOS MONSTROS QUE OS DOMINAM É UM AVE VORAZ.

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  • Na primeira parte, um dos grupos mais numeroso e autobiográfico é o dedicado à sátira erótica. O amargo desengano amoroso com a Duquesa de Alba é concebido em várias estampas nas quais nomeadamente critica a inconstância da mulher no amor e a sua impiedade com os amantes. A feminilidade é concebida como engodo no que a dama seduz sem comprometer o seu coração.

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  • Um segundo grupo critica os convencionalismos sociais, Goya fê-lo deformando até a exageração os traços dos que encarnam os vícios e torpezas humanas. A contemplação destes indivíduos não oferece dúvidas, a ferocidade com que são apresentados leva-nos irremediavelmente a condená-los.[34] As imagens que se apresentam a seguir criticam os casais de conveniência e a lascívia masculina.

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  • LOS CAPRICHOS É UMA SÉRIE DE 80 GRAVURAS DO PINTOR ESPANHOL FRANCISCO DE GOYA, QUE REPRESENTA UMA SÁTIRA DA SOCIEDADE ESPANHOLA DE FINAIS DO SÉCULO XVIII, SOBRETUDO DA NOBREZA E DO CLERO.
  • Na primeira metade apresentou as gravuras mais realistas e satíricos criticando à luz da razão o comportamento dos seus congêneres. Na segunda parte abandonou a racionalidade e representou gravuras fantásticas nas quais, mediante o absurdo, mostrou visões delirantes de seres estranhos.
  • Empregou uma técnica mista de água-forteágua-tinta e retoques de ponta seca. Deformou exageradamente as fisionomias e os corpos dos que representam os vícios e torpezas humanas, dando-lhes aspectos bestiais.
  • GOYA, MUITO RELACIONADO AOS ILUMINISTAS, COMPARTILHAVA SUAS REFLEXÕES SOBRE OS DEFEITOS DA SOCIEDADE EM QUE VIVIA. ERAM CONTRÁRIOS AO FANATISMO RELIGIOSO, ÀS SUPERSTIÇÕES, À INQUISIÇÃO, ALGUMAS ORDENS RELIGIOSAS, ASPIRAVAM A LEIS MAIS JUSTAS E A UM NOVO SISTEMA EDUCACIONAL. TUDO ISTO FOI CRITICADO HUMORISTICAMENTE, MAS SEM PIEDADE NESTAS LÂMINAS. CONSCIENTE DO RISCO QUE ASSUMIA E PARA SE PROTEGER, DOTOU ALGUMAS DAS SUAS ESTAMPAS COM RÓTULOS IMPRECISOS, SOBRETUDO AS SÁTIRAS DA ARISTOCRACIA E DO CLERO. Também diluiu a mensagem ordenando ilogicamente as gravuras. Contudo, os seus contemporâneos interpretaram as gravuras, até mesmo as mais ambíguas, como uma sátira direta da sua sociedade, bem como de personagens concretos, aspecto este que o artista sempre recusou.

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Goya estudou e copiou em desenho as obras de Diego Rodríguez de Silva y Velázquez (1599-1660); mas, sua maior inspiração foi o povo, ele desejava a racionalização social e o desaparecimento das crenças populares e religiosas que afundavam a Espanha de seu tempo em um obscurantismo que afetava todos os âmbitos da sociedade.

  • O fuzilamento de 3 de maio de 1808 (1814 - 15), Goya – 263cm x 410cm – Museu do Padro, Madri.

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  • Goya se permitiu representar cenas do cotidiano espanhol em seus cartões, pois seu objetivo era agradar e divertir: inspirava-se em personagens triviais e em atitudes cotidianas. Representou a violência e o drama de forma jocosa e irônica. Naquele período, já transparecia o ceticismo com o qual enxergava o mundo e se tornaria o topos característico da série de gravuras Caprichos. Nos últimos anos de trabalho na Fábrica Real de Tapeçarias, Goya começou a pintar de forma mais satírica e representou figuras rudes, além de situações de violência.
  • O SILÊNCIO...
  • Ainda há muita discussão sobre as circunstâncias da doença que se abateu sobre Goya em 1792. Naquele ano, ele já aparentava cansaço fora do comum. Estava, também, mais deprimido e colérico que o normal. Quando pediu para se afastar da fábrica e retirou-se para a casa do amigo Martínez, em Cádiz, a doença o dominou. Não conseguia sequer levantar a cabeça e não controlava suas necessidades fisiológicas. Foi um longo período de convalescência. A violência dos sintomas era terrível: dores e delírios a que era submetido, zumbidos fortes nos ouvidos e pesadelos horripilantes. Nesses, era atormentado por monstros e bruxas e perseguido por seres noturnos de aparência diabólica.

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  • Seu temperamento já forte e genioso, tornou-se mais complexo e rude nos anos que antecederam a doença, como demonstra sua trajetória artística. Mas a surdez aguçou seus outros sentidos, definiu melhor seu pendor para a Ilustración, aumentou sua criatividade e se tornou o auge de sua carreira artística, tanto em pintura como em gravura: “Goya teria dedicado sua imaginação para representar aquela nova zona escura do homem, além da consciência racional e ordenada, que se revelou sem voltar atrás após a Revolução Francesa” (tradução da autora). Até hoje não sabemos o nome da doença que o atingiu deixando-o surdo. Mas sua recuperação permitiu que vivesse mais 35 anos, com algumas crises esporádicas de alucinação e pesadelos.
  • O sonho foi um importante instrumento de ideias para a produção dos Caprichos. Houve até a intenção de usar a palavra “sonho” para intitular toda a série, como esses textos de Goya que se referem ao desenho que virou a gravura nº43 El sueno de la razón produce monstruos (O sonho da razão produz monstros)

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Capricho: extravagância, fantasia, imaginação, ilusão passageira.

  • Das gravuras inglesas, tomou emprestado o uso de legendas das gravuras. Com teor satírico e crítico, essas legendas serviam como comentários e título para as imagens gravadas, tinham o objetivo de firmar a ideia do artista sobre o que representava na gravura.
  • Goya teve a intenção de quebrar tabus, 25 gravuras têm como tema assuntos ligados à sexualidade. Comprometeu-se com a exposição da verdade, mas não afirmou que os vícios e males humanos serão castigados, apenas os representou.

Goya também representou a velhice assim como a via, grotesca, em oposição à beleza de linhas suaves da juventude, principalmente, a feminina. Talvez a juventude desejada pelo já idoso e doente pintor.

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  • Nota-se nos “Caprichos”, além do imaginário fértil, situações bem realistas de violência, corrupção, promiscuidade e lascívia que estavam presentes em todos os níveis sociais, desde o mais rude camponês ao mais rico nobre. Mostrou o que poucos queriam ver, mas que todos sabiam existir.
  • Das referências holandesas, inglesas e espanholas juntou em uma coletânea vivaz representações únicas da alma e dos sentimentos da sociedade humana nessa série de gravuras, simultaneamente, poética, filosófica, crítica, satírica e caricaturada. O que a tornou, sobretudo, social e politicamente engajada.

“Que na nossa vida cotidiana de simples cidadãos nunca nos faltem coragem e perseverança, para que sempre possamos ser dignos deles”

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Ideias para a proposta de Os Caprichos de Goya, aguçando a criatividade:

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TEMAS :

- ASPECTOS DA SOCIEDADE BRASILEIRA OU UNIVERSAL, POLÍTICA, COSTUMES, EM FORMA DE CRÍTICA SATÍRICA: GROTESCO E SUBLIME.

Ou seja, A crítica satírica é uma crítica social que usa o humor para fazer comentários negativos sobre pessoas, costumes, instituições, ideias ou hábitos. 

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Avareza: egoísmo e ganância.

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  • GROTESCO: EXAGERO, DISTORÇÃO E INCONGRUÊNCIA DAS FORMAS.
  • SUBLIME: ALGO ELEVADO MORAL, INTELECTUAL E ESTETICAMENTE. ULTRAPASSANDO NO ROMANTISMO ATÉ MESMO O BELO, PODENDO CAUSAR RESPEITO, ASSOMBRO E TEMOR.

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ROMANTISMO

NEOCLASSICISMO

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subjetividade

dualidade:

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  • A tela mostra um ritual de aquelarre, presidido pelo Grande Bode, uma das formas que toma o demônio, no centro da composição. Em torno a ele aparecem bruxas anciãs e novas que o alimentam com crianças (uma crença da época). No céu, de noite, brilha a lua e vêem-se aves noturnas (que poderiam ser morcegos). Na série da qual faz parte encontram-se também outros cinco quadros de similar temática e dimensões, que são: Vuelo de brujas (Museu do Prado), El Conjuro (museu Lázaro Galdiano), La cocina de los brujos (coleção privada, México), El hechizado por la fuerza (Galeria Nacional de Londres) e El convidado de piedra (hoje em paradeiro desconhecido).
  • A cena pertence à estética do Sublime Terrível, caracterizada pela preceptiva artística da época também no pré-romantismo literário e musical e que tem seu paralelo no "Sturm und Drang" alemão. Tratava-se de provocar um desassossego no espectador com o caráter de pesadelo. Neste quadro e na série à que pertence acentuam-se os tons escuros de uma paisagem noturna. No momento da execução desta série, Goya trabalhava nos Caprichos, sua série de 80 gravuras. O tema de bruxaria era popular entre os iluminados espanhóis amigos do pintor.

El Aquelarre, Sabá das bruxas...

Análise da obra:

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O IDEÁRIO ROMÂNTICO INVADE O CAMPO POLÍTICO, PREDISPONDO OS HOMENS A RECONHECER A LIBERDADE DOS POVOS COMO CONDUTORA DOS ESTADOS NACIONAIS.

É NO PERÍODO DO ROMANTISMO QUE OS ARTISTAS PASSAM A TRABALHAR EM TEMAS E EM SUPORTES QUE ATENDAM ÀS PRÓPRIAS EXPECTATICAS.

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NOVAS 2026

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  • O cromatismo na música é a utilização de notas que não pertencem à tonalidade diatônica principal (notas fora da escala maior ou menor), criando sequências de semitons sucessivos. Essa técnica aumenta a expressividade, gera tensão melódica ou harmônica, e colore a harmonia, sendo comum o uso de acidentes (sustenidos, bemóis e bequadros) para indicar essas alterações.