A perda da inocência traz à consciência o pecado cometido, e isso o acompanhará para sempre.
Ninguém foge de Deus, tampouco da voz da consciência.
Leia os seguintes textos: Sl 139.7-10; Rm 2.15; Is 30.21.
A razão de tanta dor, sofrimento, miséria e crises emocionais é, certamente, mais uma triste consequência do pecado original, além de ser também por causa do pecado que o homem comete deliberadamente.
Temos uma natureza pecaminosa (Cl 3.5), e carecemos da glória de
Deus porque todos pecamos (Rm 6.23).
Graças a isso não estamos mais sem esperança.
Sair do paraíso é sair da comunhão com Deus; é ser condenado à morte. Alguém disse: “ou o pecado me afasta
da presença de Deus, ou a presença de Deus me afasta do pecado”.
Qual é a esperança do homem?
(1 João 1.9; 5.12)
A queda ocorreu por causa de um desejo de glória: “sereis como Deus”. Essa é a batalha do homem natural.
Paulo afirma: “o pecado não terá domínio sobre vós” (Rm 6.14). Cristo venceu a morte e não pode morrer mais uma vez (1Pe 3.18).
O salário do pecado é a morte, mas o dom gratuito de Deus é a vida eterna por Cristo Jesus nosso Senhor (Rm 6.23).