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  • A relação íntima com Deus está firmada num duplo princípio: fé e obediência.
  • UMA RESTRIÇÃO: “vocês não podem comer da árvore do conhecimento do bem e do mal” (Gn 2.16,17).
  • Um dia, o homem não resistiu e comeu da árvore proibida. Transgrediu o mandamento de Deus, quebrou a aliança: PECOU!
  • Este ato de pecar trouxe terríveis prejuízos para o homem, a natureza e toda a humanidade.

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  • A consequência do pecado foi a perda da inocência e o MEDO de Deus em virtude do sentimento de CULPA.
  • Naquela conversa com a serpente eles foram induzidos a desconfiar da Palavra de Deus.
  • Deixaram de crer no que Deus havia dito, e, por incredulidade, desobedeceram comendo do fruto proibido.
  • O homem incrédulo se recusa a admitir seu erro, prefere acusar o semelhante (Gn 3.12,13),

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A perda da inocência traz à consciência o pecado cometido, e isso o acompanhará para sempre.

Ninguém foge de Deus, tampouco da voz da consciência.

Leia os seguintes textos: Sl 139.7-10; Rm 2.15; Is 30.21.

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  • O pecado afetou suas relações conjugais, pois passaram a se acusar (Gn 3.12). Do amar e acariciar para desejar e dominar.
  • Consequências na alma: nasceu a insegurança, o medo, o desejo, a ansiedade.
  • Abriram os olhos e descobriram a sua transgressão. Isto é, tomaram consciência de seu erro para com Deus.
  • A natureza sofre e geme até agora aguardando, assim como o homem, a sua redenção (Rm 8.19-22).

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A razão de tanta dor, sofrimento, miséria e crises emocionais é, certamente, mais uma triste consequência do pecado original, além de ser também por causa do pecado que o homem comete deliberadamente.

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Temos uma natureza pecaminosa (Cl 3.5), e carecemos da glória de

Deus porque todos pecamos (Rm 6.23).

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  • Ao perder a comunhão, perdeu também o direito de usufruir das abundantes bênçãos que o Senhor tinha colocado à sua disposição,
  • Ao colocar querubins guardando o caminho da árvore da vida, Deus estava dizendo:
  • “Você não será abandonado completamente, pois não vou deixá-lo sem esperança de salvação.”
  • Se Adão comesse daquela árvore em pecado, viveria para sempre em pecado

Graças a isso não estamos mais sem esperança.

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Sair do paraíso é sair da comunhão com Deus; é ser condenado à morte. Alguém disse: “ou o pecado me afasta

da presença de Deus, ou a presença de Deus me afasta do pecado”.

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Qual é a esperança do homem?

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(1 João 1.9; 5.12)

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A queda ocorreu por causa de um desejo de glória: “sereis como Deus”. Essa é a batalha do homem natural.

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Paulo afirma: “o pecado não terá domínio sobre vós” (Rm 6.14). Cristo venceu a morte e não pode morrer mais uma vez (1Pe 3.18).

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O salário do pecado é a morte, mas o dom gratuito de Deus é a vida eterna por Cristo Jesus nosso Senhor (Rm 6.23).

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