Desenvolvimento Sustentável: Tijolos Ecológicos à Base da
Manipueira na Cidade de Umbaúba/se
Laís Costa Meneses1, David Santos Alves, Ewellyn Alessandra Alves dos Santos,
Flavia Alessandra Alves Andrade dos Santos, Ingred Oliveira Dos Santos, Lara
Shayonele Santos de Jesus 2
1Professor – Colégio Estadual Dr. Antônio Garcia Filho – Umbaúba – SE
2Estudantes do Colégio Estadual Dr. Antônio Garcia Filho – Umbaúba – SE
E-mail:lalah_cm@hotmail.com
Resumo
Metodologia
Resultados
Conclusões
Agradecimentos
Os tijolos apresentaram boa resistência mecânica quando a manipueira foi utilizada em até 50% da mistura, garantindo desempenho satisfatório. Acima desse percentual, foi observada uma pequena queda na resistência, indicando um limite ideal de substituição.
Até 50% de manipueira, a absorção de água permaneceu mais baixa, o que melhora a durabilidade dos tijolos. Contudo, valores acima desse limite resultaram em aumento da absorção, mostrando a necessidade de controlar a proporção.
O uso da manipueira reduziu o tempo necessário para a cura dos tijolos. Enquanto aqueles produzidos com água potável levaram cerca de 20 dias, os tijolos com manipueira atingiram resistência em aproximadamente 18 dias, demonstrando maior eficiência no processo.
O artigo apresenta o desenvolvimento de tijolos ecológicos produzidos com manipueira, resíduo líquido da mandioca altamente poluente. A proposta busca reduzir impactos ambientais da construção civil e do setor agrícola, promovendo sustentabilidade e economia circular. O processo envolve coleta da manipueira, mistura com solo, cimento e areia, moldagem, secagem e cura. Testes demonstraram viabilidade técnica, com boa resistência e redução na absorção de água, desde que respeitadas proporções adequadas. A inovação transforma um passivo ambiental em solução construtiva, eficiente e de baixo custo, reforçando a necessidade de pesquisas regionais para adaptar formulações às condições locais.
2. Preparo da mistura – manipueira + solo + cimento + areia.
3. Moldagem – prensas manuais (sem queima).
4. Secagem e cura – em temperatura ambiente.
5. Ensaios – resistência à compressão, absorção de água e tempo de cura.
Objetivos
Referências
RAMOS FILHO, J. E.; SANTOS, P. A.; SOUZA, M. L. Uso da manipueira na produção de blocos desolo-cimento. Revista Ambiente Construído, v. 21, n. 4, p. 123-137, 2021.ARAÚJO, N. C. de; RAMOS, A. P.; QUEIROZ, A. J. P.; SANTOS, R. C. dos; BURITI, J. da S. Propriedades mecânicas de tijolos fabricados com solo e água residuária de mandioca. Revista Verde de Agroecologia e Desenvolvimento Sustentável, 2016. Disponível em: https://www.gvaa.com.br/revista/index.php/RVADS/article/view/3427. Acesso em: 19 abr. 2025.SOUZA, J. M. Tijolos de solo-cimento produzidos com manipueira em substituição à água. [S. l.: s.n.], 2019. Disponível em: https://pt.scribd.com/document/629179134/Souza-2019-Tijolos-de-Solo-cimento-Produzidos-Com-Manipueira-Em-Substituicao-a-Agua. Acesso em: 19 abr. 2025.NETO, F. R. O. Estudo de revisão bibliográfica sobre o tema: tijolos ecológicos modulares (solo-cimento), com adição de manipueira e resíduos sólidos de descarte. 2020. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Engenharia Civil) – Universidade Federal Rural do Semiárido, Mossoró, 2020.Disponível em: https://repositorio.ufersa.edu.br/items/cb27b24a-6509-4a00-9269-1eeb3b35d867. Acesso em: 19 abr. 2025