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CO-INOCULAÇÃO DE Rhizobium E Azospirillum NOS COMPONENTES DE PRODUÇÃO DA CULTURA DO FEIJÃO-COMUM EM MUZAMBINHO-MG (caixa alta, Times New Roman, tamanho 24, negrito, texto centralizado).

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Palavras-chave: Nitrogênio; Inoculante; Produtividade; Phaseolus vulgaris L. (separadas ponto e vírgula e após a última, ponto final, iniciadas por letra maiúscula e redigidas em fonte Times New Roman e tamanho 18).

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Ficha Técnica

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Autores

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  1. Maria Eduarda Alves Franco
  2. Julia Vieira Duarte Giunti
  3. Ariana Vieira Silva

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Filiação

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  1. Bolsista PIBIC/FAPEMIG, IFSULDEMINAS – Campus Inconfidentes
  2. Discente Técnico em Alimentos, IFSULDEMINAS – Campus Inconfidentes
  3. Orientadora, IFSULDEMINAS – Campus Inconfidentes

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ATENÇÃO: MANTER A FONTE TIMES NEW ROMAN, TAMANHO MÍNIMO 18 EM TODOS OS SLIDES

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Introdução

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  • Necessidade do desenvolvimento de tecnologias de baixo custo;
  • Redução na aplicação de adubos inorgânicos e, consequentemente, melhorias em termos de sustentabilidade nas áreas de produção (ARAÚJO; CARNEIRO; BEZERRA, 2010);
  • Simbiose com bactérias fixadoras de nitrogênio (FBN) (SOARES, 2006);
  • Co-inoculação ou inoculação mista (BÁRBARO et al., 2008).

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Objetivos

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O presente trabalho teve como objetivo avaliar o efeito da co-inoculação de Rhizobium e Azospirillum nos componentes de produção da cultura do feijão-comum em Muzambinho-MG.

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Material e Métodos

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  • Local: IFSULDEMINAS, Campus Muzambinho;
  • Ano agrícola: segunda safra de 2021/2022;
  • Área experimental: solo tipo Latossolo Vermelho-Amarelo Distrófico típico (SANTOS et al., 2018) e está situada a 1020 m de altitude;
  • Clima: temperatura média e a precipitação pluvial média anual são de 21,37ºC e 1.600 mm, respectivamente (APARECIDO et al., 2014);
  • O delineamento experimental usado foi em blocos ao acaso com cinco tratamentos: …;
  • Avaliações: ...;
  • Análise estatística: ….

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Resultados e Discussão

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  • Para os parâmetros número de vagens por planta e número de grãos por vagem (Tabela 1), a testemunha foi superior a inoculação de Rhizobium na semente e co-inoculação de Azospirillum foliar, mas ambos similares aos demais tratamentos, o que pode ser em parte explicado ao teor de matéria orgânica no solo e demais características de alta fertilidade do solo. Quanto ao peso de 100 grãos e produtividade, não houve diferença entre os tratamentos (Tabela 1).

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Resultados e Discussão

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  • De acordo com Alves et al. (2021), o uso de R. tropici sem a utilização de A. brasilense foi o melhor tratamento diante das condições edafoclimáticas que se obteve na região.

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Conclusão

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Nas condições do presente estudo, a testemunha sem adubação e inoculação e/ou co-inoculação do feijão eleva o número de vagens por planta e número de grãos por vagem, sem efeitos no peso de 100 grãos e produtividade.

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Agradecimentos (opcional)

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  • Caso opte por usar este slide, você deve personalizar o mesmo. Colocamos alguns exemplos a seguir. Você também pode colocar as logos das instituições que deseja agradecer.
  • O trabalho foi realizado com fomento de bolsa da FAPEMIG e apoio de demais infraestruturas e insumos do IFSULDEMINAS - Campus Muzambinho.
  • Colaboração técnica dos membros do Grupo de Estudos em Agropecuária e profissional da orientadora.

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Referências

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ALVES, M. V. et al. Efeitos de diferentes doses de inoculação e coinoculação na cultura do feijão. In: CIRCUITO REGIONAL DE PESQUISA, INOVAÇÃO E DESENVOLVIMENTO, 2., Joaçaba. Anais[...]. Joaçaba, 2021. Disponível em: https://periodicos.unoesc.edu.br/siepe/article/view/28497/16655. Acesso em: 08 ago. 2022.

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FERREIRA, D. F. Sisvar: a computer statistical analysis system. Ciência e Agrotecnologia, Lavras, v. 35, n. 6, p. 1039- 1042, 2011. DOI: https://doi.org/10.1590/S1413-70542011000600001

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Referências

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FERREIRA, J. P. Características agronômicas de feijão cultivado no inverno e com Azospirillum brasilense na semente. 2019. 14 p. Monografia (Graduação) – Curso de Engenharia Agronômica, Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Sul de Minas Gerais, Campus Muzambinho, Muzambinho, Minas Gerais, 2019.

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SANTOS, H. G. dos et al. Sistema brasileiro de classificação de solos. EMBRAPA: Brasília, 5. ed., ver. e ampl., 2018. 356 p. Online.

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