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“Compostos químicos eternos”: o que são e quais seus efeitos

stella.kachani@alefperetz.org.br

Orientador: Daniel O. Cymbler

A minha metodologia foi primeiramente a identificação de notícias, mesmo não existindo tantas, sobre essas contaminações. Depois, começou-se a investigar artigos científicos que apresentam dados detalhados sobre essas substâncias e suas reações no corpo humano e no meio ambiente. Depois, aprofundou-se mais em estudos e em pesquisas realizadas em diversas partes do mundo, como a da contaminação da água potável.

Concluio-se que, realizando essa pesquisa, os PFAS realmente são algo sério que deve ser observado com mais atenção e estudado mais profundamente para impedir riscos ainda maiores para a saúde humana. Também é necessário começar novos processos para a aprimoração destes processos industriais (não qua já não existam, mas não há grandes feitos em relação a isso até agora, provavelmente porque nem descobrimos ainda o que é).� Eles estão ao redor de todo o mundo e o fato de muitas pessoas não enxergarem isso e não saberem muito sobre o tema a ponto de nem os próprios fabricantes de produtos saberem que estão os usando em seus processos industriais (bbc news, 2021), pode servir como exemplo disso.

Os PFAS são contaminantes emergentes que também merecem a nossa atenção por conta dos problemas que causam no nosso corpo, seja tipos de câncer ou problemas fisiológicos. Veja abaixo, o desenho representando possíveis problemas que os PFAS podem causar no ser humano descobertos até agora:

LOGO DA INSTITUIÇÃO DE ORGEM (OPCIONAL)

Neste trabalho, pretende-se expor a presença e os riscos dos perfluoralquis e polifluoroalquis (substâncias perfluoroalquiladas são também chamadas de PFAs) para o meio ambiente e o nosso próprio organismo a partir de estudos que revelam o impacto global dessas substâncias. A justificativa para desenvolver este trabalho é alertar para a disseminação e o impacto prejudicial dos PFAs, já que a maioria das pessoas não parece perceber a importância do assunto, muito por conta da falta de pesquisas aprofundadas e de acesso aos dados já existentes. Os PFAs estão presentes em panelas e tecidos antiaderentes e são conhecidos popularmente como “compostos químicos eternos”, pois eles possuem uma relação molecular muito resistente, composta principalmente de carbono e flúor, oxigênio e hidrogênio. Isso significa que os PFAs são resistentes à biodegradação, o que é um problema, pois ele acaba permanecendo no meio ambiente e dentro do nosso organismo após o consumo. A partir do noticiário, de artigos científicos e relatórios institucionais, conclui-se que os PFAs são um perigo oculto e espalhado pelo mundo todo, estando relacionado, apenas no corpo humano, ao colesterol alto, obesidade, problemas na tireóide e no sistema imunológico, além de câncer de mama. A metodologia para esses resultados foi: a identificação do problema a partir de uma notícia sobre onde, geograficamente, foram realizados estudos sobre estas contaminações eminentes ao redor do mundo; a percepção da seriedade do assunto e da não visibilidade no mundo a julgar pelas pesquisas realizadas; a exploração de estudos, artigos, pesquisas e notícias. Isso, para então chegar à conclusão de que eles são sérios e devemos desenvolver mais este tema para alcançar novas soluções não prejudiciais.

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Figura 2- Onde os PFAS afetam o corpo humano (Agência Europeia do Ambiente, Wikimedia Crative Common, 2019)

O objetivo é alertar a população sobre sua exposição a esses compostos químicos mostrando onde estão localizados e como sua bioacumulação pode afetar a saúde humana. Por meio de matérias e notícias concluídas sobre esse tema, artigos científicos que comprovam sua prioridade e estudos e pesquisas realizados efetivamente ao redor do mundo, também provando os efeitos que causam.

Figura 1- Materiais e estrutura química (Gorzelnik Engenharia)

Já existem diversas propostas para a solução desse problema, porém, conclui-se que os PFAS estão por toda a parte e eles podem acabar fazendo com que nós desenvolvamos problemas fisiológicos em um futuro próximo.

São quase que invisíveis, por não termos tantas pesquisas realizadas sobre o tema e nem os próprios fabricantes podem saber que estão os usando. Um perigo eminente que resulta na dispersão ainda maior desse problema e não temos recursos suficientes para resolvê-los

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O corpo humano apresenta indicativos de acúmulo dessas PFAS por meio de exames de sangue e essa bioacumulação pode causar sérias doenças. Essas substâncias estão ligadas a vários problemas de saúde, como câncer, defeitos congênitos, doenças hepáticas, doenças da tireoide, queda na contagem de espermatozoides, doenças renais e diminuição da imunidade. Os PFAS podem ser absorvidos por meio da exposição a esses produtos como as embalagens de alimentos, por inalação durante o banho, e pela absorção da pele (Ambiental T4h, 2020).

Atualmente, segundo uma pesquisa da água potável dos Estados Unidos realizada pela USGS (Serviço Geológico dos EUA), 45% das amostras estão contaminadas com pelo menos 1 tipo de PFAS (exame - AFP, 2023).

Podemos perceber, portanto, o quanto os PFAS são algo preocupante e que deve ser considerado. Eles estão em muitos lugares à nossa volta e, mesmo assim, as pessoas em geral não os reconhecem, seja por falta de informação sobre o que sejam eles, seja por desconhecimento dos seus efeitos.

Resumo

Problematização

Objetivos

Metodologia

Resultados

Considerações finais

REFERÊNCIAS