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Dr. Deives Francis

• Graduado em Educação Física (ESEFAP), Tupã - SP;

• Graduado em Nutrição (UNIP), Santos - SP;

• Pós graduado em fisiologia do exercício (UNOPAR), Londrina- PR;

• Técnico de musculação (FEPAM), São Paulo - SP;

• Especialista em musculação na saúde, na doença e no envelhecimento;

• Mestrando em atividade física e saúde (FUNIBER).

• CREF 052769 – G

• CRN 61151

Nutrição esportiva e

hipertrofia na prática clínica

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INTRODUÇÃO

Prática clínica em nutrição esportiva

  • Manutenção do peso
  • Saúde
  • Desempenho esportivo
  • Perda de peso (% de gordura)
  • Estéticos (mais comum)
  • Saúde
  • Desempenho esportivo
  • Ganho de peso (massa muscular)
  • Estéticos
  • Saúde
  • Desempenho esportivo

Hipertrofia

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INTRODUÇÃO

  • Hipertrofia muscular na saúde.

obesidade, doença cardiovascular, resistência à insulina, diabetes e osteoporose.

  • Hipertrofia muscular no esporte.

Desenvolvimento das capacidades físicas.

  • Hipertrofia muscular na estética.

Corpos com pouca gordura e músculos definidos.

. (FRONTERA, 2015; GUEDES, 2018)

Hipertrofia

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INTRODUÇÃO

Alimentação adequada é fundamental para o desenvolvimento da massa muscular.

(SCHOENFELD, 2010; PHILLIPS, 2014; WITARD, 2016)

Hipertrofia

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OBJETIVO

Despertar pensamentos críticos nas tomadas de condutas nutricionais para hipertrofia e compartilhar com seus pacientes afim de que eles aumentem a adesão ao plano alimentar e entendam a importância do acompanhamento nutricional.

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HIPERTROFIA

  • Definição:

Crescimento dos elementos contráteis (ficam maiores) e uma expansão da matriz extracelular para suportar esse crescimento.

  • É necessário:

Ingestão proteica adequada, associada ao exercício físico de resistência/força.

Fatores miogênicos

(MORTON, 2015; SCHOENFELD, 2010; PHILLIPS, 2014

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HIPERTROFIA

Fatores miogênicos

Células satélites

As vias de sinalização envolvidas no processo de hipertrofia muscular.

Músculo esquelético

Hipertrofia muscular

Miostatina

Células satélites

Akt/mTOR

Calcineurina/NFAT

MAPKs

Testosterona

IGF-1

(POWERS, 2014)

(YOSHIDA, 2020);

(ITO, 2018)

(ALMEIDA, 2016)

(YIN, 2020)

(HORWATH, 2020).

(NEGARESH, 2019)

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PRÁTICA CLÍNICA

Quero ganhar massa muscular e perder gordura!

É possível?

  • Não

Pois para perder gordura é necessário um déficit energético que não proporcionaria hipertrofia.

  • Sim

Pois existe condições metabólicas onde é possível proporcionar a perda de gordura corporal e o ganho de massa muscular simultaneamente.

(GARTHE, 2013; NUNES, 2014; PASIAKOS, 2019; SCHOENFELD, 2010; WILLIS, 2012;)

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PRÁTICA CLÍNICA

Quero ganhar massa muscular e perder gordura!

2 tipos de pacientes

  • Ativo: praticante de Exercícios físicos (EF)

Qual tipo de EF?

Intensidade?

  • Inativo: sedentário

Deve ser informado sobre a necessidade de iniciar a prática de EF.

(SCHOENFELD, 2010)

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PRÁTICA CLÍNICA

Quero ganhar massa muscular e perder gordura!

2 tipos de pacientes

  • Ativo: praticante de Exercícios físicos (EF)

Qual tipo de EF?

Intensidade?

  • Inativo: sedentário

Deve ser informado sobre a necessidade de iniciar a prática de EF.

(SCHOENFELD(1), 2010)

COMUNICAÇÃO COM O PACIENTE

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PRÁTICA CLÍNICA

Superavit de 200 a 300 kcal. 500 kcal para atletas (GARTHE(63), 2013)

Hipertrofia muscular

Valor energético do cardápio

Quantas calorias devo adicionar para obter hipertrofia sem ganhar gordura?

1°- 500kcal adicionais = ganho MM 1,5kg e MG 0kg

2°- 700kcal adicionais = ganho MM 2,5kg e MG 0,3kg

3°- 1000kcal adicionais = ganho MM 2,7kg e MG 1,2kg

Qual?

COMPARTILHAR ESTAS INFORMAÇÕES COM O PACIENTE

TENTATIVA

E

ERRO

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PRÁTICA CLÍNICA

Hipertrofia muscular

  • 20g por refeição (WITARD(21), 2014)

Ingestão de proteínas

Qual a Quantidade?

Quanto mais melhor?

  • Poli fracionamento (ARETA(40), 2013; MAMEROW(41), 2014)
  • 30 a 40g pós treino – nas primeiras horas nas últimas (MACNAUGHTON(27), 2016)

COMPARTILHAR ESTAS INFORMAÇÕES COM O PACIENTE

TENTATIVA

E

ERRO

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PRÁTICA CLÍNICA

Atenção global

  • Saúde intestinal
  • Sistema detoxificação
  • Sistema antioxidante
  • Sistema defesa e reparo
  • Saúde mental e emocional

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PRÁTICA CLÍNICA

Avaliação nutricional

  • Anamnese
  • Questionário rastreamento metabólico
  • Questionário de risco de disbiose
  • Rotina e hábitos alimentares
  • Antropometria (circunferência, dobras, bioimpedância)
  • Exames laboratoriais
  • Exames genéticos

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CONCLUSÃO

São muitas as possibilidade de conduta nutricional a serem tomadas. Que o método de “tentativa e erro” ainda é praticado para conhecer as respostas individuais. Sendo importante compartilhar estas informações com o paciente para que ele entenda a importância de um acompanhamento nutricional a longo prazo.

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REFERÊNCIAS

ALMEIDA, Camila F et al. “Muscle Satellite Cells: Exploring the Basic Biology to Rule Them.” Stem cells international vol. 2016 (2016): 1078686. doi:10.1155/2016/1078686. Disponível em: https://www.hindawi.com/journals/sci/2016/1078686/. Acesso em: 09 de Jun de 2022.

ARETA, J.L. et al. Timing and distribution of protein ingestion during prolonged recovery from resistance exercise alters myofibrillar protein synthesis. J. Physiol. 2013; 591(9):2319-2331.

FRONTERA Walter R.; OCHALA Julien. “Skeletal muscle: a brief review of structure and function.” Calcified tissue international vol. 96,3 (2015): 183-95. doi:10.1007/s00223-014-9915-y.

GARTHE, I. et al. Effect of nutritional intervention on body composition and performance in elite athletes. Eur J Sport Sci. 2013; 13(3):295-303. Guedes, Dilmar et al. “HIPERTROFIA MUSCULAR: a ciência na prática em academias”. CREF4-SP - São Paulo – SP, (2018).

HORWATH, Oscar. et al. “Fiber type-specific hypertrophy and increased capillarization in skeletal muscle following testosterone administration in young women.” Journal of applied physiology (Bethesda, Md. : 1985) vol. 128,5 (2020): 1240-1250. doi:10.1152/japplphysiol.00893.2019.

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REFERÊNCIAS

ITO, Naoki; RUEGG, Urs T.; TAKEDA, Shin’ichi. “ATP-Induced Increase in Intracellular Calcium Levels and Subsequent Activation of mTOR as Regulators of Skeletal Muscle Hypertrophy.” International journal of molecular sciences vol. 19,9 2804. 18 Sep. 2018, doi:10.3390/ijms19092804.

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MACNAUGHTON, L.S et al. The response of muscle protein synthesis following wholebody resistance exercise is greater following 40 g than 20 g of ingested whey protein. Physiol Rep. 2016; 4(15): e12893.

MAMEROW, M.M et al. Dietary protein distribution positively influences 24-h muscle protein synthesis in healthy adults. J. Nutr. 2014; 144(6):876-880.

MORTON, R.W et al. Nutritional interventions to augment resistance training-induced skeletal muscle hypertrophy. Front Physiol. 2015; 6:245..

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REFERÊNCIAS

NEGARESH, Raoof et al. “Skeletal Muscle Hypertrophy, Insulin-like Growth Factor 1, Myostatin and Follistatin in Healthy and Sarcopenic Elderly Men: The Effect of Whole-body Resistance Training.” International journal of preventive medicine vol. 10 29. 5 Mar. 2019, doi:10.4103/ijpvm.IJPVM_310_17.

NUNES FB, SOUSA EN. Efeito de 12 sessões de treinamento resistido na composição corporal: um estudo de caso. RBPFEX. 2014;8(49):674-9.

PASIAKOS, Stefan M. et al. Effects of testosterone supplementation on body composition and lower-body muscle function during severe exercise- and diet-induced energy deficit: A proof-of-concept, single centre, randomised, double-blind, controlled trial. EBioMedicine, [S. l.], v. 46, p. 411-422, 14 ago. 2019. DOI https://doi.org/10.1016/j.ebiom.2019.07.059. Disponível em: https://www.sciencedirect.com/science/article/pii/S2352396419305018. Acesso em: 9 jun. 2022.

PHILLIPS SM. A brief review of critical processes in exercise-induced muscular hypertrophy. Sports medicine (Auckland, NZ). 2014; 44 Suppl 1:S71-7.

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REFERÊNCIAS

Powers, S.K.; Howley, E.T. Fisiologia do Exercício: Teoria e Aplicação ao Condicionamento e ao Desempenho. São Paulo: Editora Manole, 2014. 9788520449882. Disponível em: https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788520449882/. Acesso em: 09 Jun. 2022.

SCHOENFELD BJ. The mechanisms of muscle hypertrophy and their application to resistance training. Journal of strength and conditioning research. 2010; 24(10):2857-72

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WILLIS, Leslie H et al. “Effects of aerobic and/or resistance training on body mass and fat mass inoverweight or obese adults.” J Appl Physiol VOL. 113: 1831–37, 2012, doi:10.1152/japplphysiol.01370.2011.

WITARD OC. et al. Protein Considerations for Optimising Skeletal Muscle Mass in Healthy Young and Older Adults. Nutrients. 2016; 8(4):181.

WITARD, O.C et al. Myofibrillar muscle protein synthesis rates subsequent to a meal in response to increasing doses of whey protein at rest and after resistance exercise. Am. J. Clin. Nutr. 2014; 99(1):86-95.

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REFERÊNCIAS

YIN, Lijun et al. “Crucial role of androgen receptor in resistance and endurance trainings-induced muscle hypertrophy through IGF-1/IGF-1R- PI3K/Akt- mTOR pathway.” Nutrition & metabolism vol. 17 26. 30 Mar. 2020, doi:10.1186/s12986-020-00446-y.

YOSHIDA, Tadashi; DELAFONTAINE, Patrice. “Mechanisms of IGF-1-Mediated Regulation of Skeletal Muscle Hypertrophy and Atrophy.” Cells vol. 9,9 1970. 26 Aug. 2020, doi:10.3390/cells9091970.

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