ATIVIDADES PEDAGÓGICAS��ESCOLA MUNICIPAL COSETTE DE ALENCAR���PREFEITURA MUNICIPAL DE JUIZ DE FORA
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ORIENTAÇÕES: �
É importante que um responsável auxilie o(a) aluno(a) a acompanhar todo o trabalho�proposto para o ano de escolarização que ele (a) se encontra.�
Algumas dicas:�● Convidá-los à entrar no blog da escola e ano regular, mostrar as atividades e�incentivá-los na realização daquelas que mostrarem interesse;�● Entrar na aba da Educação Física, sabendo que os jogos e as brincadeiras são de�grande importância para estimular a criatividade, a interação, trabalhar�coordenação motora, atenção e outras funções, muitas possibilidades de atividades�para serem realizadas oportunizando o envolvimento de familiares;�● Incentivar a descoberta, manusear materiais deixando-os bem a vontade;
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ORIENTAÇÕES: �
�Menina Mulher da Pele Preta – Jorge Ben Jor�
MÚSICAS
�Nêga - Gil e Benjor�
� Preta pretinha – Novos baianos�
�Ilê Pérola Negra – Daniela Mercury�
�Madagascar Olodum - Banda Refexus�
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https://youtu.be/zZaEA2PEvas
https://youtu.be/0FVPQzKw9bk
https://youtu.be/af85pb-XC2c
https://youtu.be/qOGdi1WUahE
https://youtu.be/k206JIkXJbk
�20 de Novembro – Dia da Consciência Negra�
O Dia Nacional de Zumbi e da Consciência Negra, celebrado em 20 de novembro, foi instituído oficialmente pela Lei nº 12.519, de 10 de novembro de 2011. A data faz referência à morte de Zumbi, o então líder do Quilombo dos Palmares – situado entre os estados de Alagoas e Pernambuco, na Região Nordeste do Brasil.
Zumbi foi morto em 1695, na referida data, por bandeirantes liderados por Domingos Jorge Velho. Atualmente existe uma série de estudos que procuram reconstituir a biografia desse importante personagem da resistência à escravidão no Brasil.
A data de sua morte, descoberta por historiadores no início da década de 1970, motivou membros do Movimento Negro Unificado contra a Discriminação Racial, em um congresso realizado em São Paulo, no ano de 1978, a elegerem a figura de Zumbi como um símbolo da luta e resistência dos negros escravizados no Brasil, bem como da luta por direitos que os afro-brasileiros reivindicam.�Com isso, o 20 de novembro tornou-se a data para celebrar e relembrar a luta dos negros contra a opressão no Brasil. Por essa razão, o Treze de Maio, data em que a abolição da escravatura aconteceu, foi deixado de escanteio. O argumento utilizado é que o Treze de Maio representa uma “falsa liberdade”, uma vez que, após a Lei Áurea, os negros foram entregues à própria sorte e ficaram sem nenhum tipo de assistência do poder público.�
Por que o dia 20 de novembro?�
Por que o dia 20 de novembro?
A escolha do 20 de novembro aconteceu no contexto de declínio da Ditadura Militar (final da década de 1970 em diante) e de redemocratização do país. O enfraquecimento da ditadura deu força aos movimentos de oposição e aos movimentos sociais, como o movimento negro.
Com a redemocratização do Brasil e a promulgação da Constituição de 1988, vários segmentos da sociedade, inclusive os movimentos sociais, como o movimento negro, obtiveram maior espaço no âmbito das discussões e decisões políticas. A participação desses grupos no cenário político deu certo resultado, sendo aprovadas medidas que tinham como proposta promover certa reparação histórica.
Por que o dia 20 de novembro?
Lei de preconceito de raça ou cor (nº 7.716, de 5 de janeiro de 1989)
Leis como a de cotas raciais, voltada para a educação superior, e, especificamente na área da educação básica, a Lei nº 10.639, de 9 de janeiro de 2003, que instituiu a obrigatoriedade do ensino de história e cultura afro-brasileira. Essas legislações preveem certa reparação aos danos sofridos pela população negra na história do Brasil. Por trás dessas leis, estão as iniciativas para acabar com o apagamento que os negros e a história e cultura dos africanos sofreram no Brasil.
Lei nº 12.519, no dia 10 de novembro de 2011
Dia Nacional de Zumbi e da Consciência Negra
Essa lei não transformou a data em feriado nacional, assim, os governos de cada estado e cidade do Brasil devem optar por ser feriado ou não. O jornalista Laurentino Gomes fala que, até 2018, o dia 20 de novembro era feriado em 1047 municípios do Brasil (de um total de 5561 municípios)
�Zumbi dos Palmares�
O nome de Zumbi, inclusive, é sugerido nas Diretrizes Curriculares Nacionais para Educação das Relações Étnico-Raciais e para o Ensino de História e Cultura Afro-Brasileira e Africana como personalidade a ser abordada nas aulas de ensino básico como exemplo da luta dos negros no Brasil.
A figura de Zumbi dos Palmares é especialmente reivindicada pelo movimento negro como símbolo de todas essas conquistas, tanto que a lei que instituiu o Dia da Consciência Negra foi também fruto dessa reivindicação.
Essa sugestão orienta-se por uma das determinações da Lei Nº 10.639, de 9 de janeiro de 2003, que afirma o seguinte: “O conteúdo programático […] incluirá o estudo da História da África e dos Africanos, a luta dos negros no Brasil, a cultura negra brasileira e o negro na formação da sociedade nacional, resgatando a contribuição do povo negro nas áreas social, econômica e política pertinentes à História do Brasil.”
Mas afinal, quem, de fato, foi Zumbi dos Palmares?
O que os historiadores sabem atualmente é que Zumbi dos Palmares foi um dos líderes do maior quilombo da história do Brasil, o Quilombo dos Palmares.
Alguns fatos da vida de Zumbi dos Palmares que eram tidos como certos décadas atrás atualmente são questionados pelos historiadores pela falta de fontes e por informações imprecisas levantadas por alguns dos estudos feitos no passado. Algo atestado de modo quase unânime por historiadores é que Zumbi nasceu no Quilombo dos Palmares.
Durante décadas, consolidou-se a versão escrita por um jornalista chamado Décio Freitas, que falava que Zumbi nasceu em Palmares, mas foi sequestrado ainda criança e criado por um padre. Na adolescência, Zumbi teria fugido, retornado ao quilombo e se tornado um importante general que defendeu Palmares dos bandeirantes.
Essa versão atualmente não tem o respaldo da historiografia, pois se embasa em documentos a que somente o autor do livro teve acesso. Inúmeros estudos sobre Zumbi foram realizados e todos esbarram na falta de evidências históricas para sustentar algumas das conclusões realizadas. As análises recentes, porém, apontam para a forma como diferentes versões de Zumbi foram construídas e seus usos políticos.
—Nelson Mandela
“Ninguém nasce odiando outra pessoa pela cor de sua pele, por sua origem ou ainda por sua religião. Para odiar, as pessoas precisam aprender, e se podem aprender a odiar, elas podem ser ensinadas a amar.”
O RACISMO DEVE PARAR.
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ATIVIDADES
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Equipe Pedagógica Cosettiana
DIREÇÃO
Equipe Docente
�COORDENAÇÃO �
�Equipe Docente�
Andrea Novelino�Ângela Maria de Jesus Batista�Catarina Xavier Gonçalves�Martins�Silvia Regina Benigno Silveira �
Mauro César Fávero�Juliana de Oliveira Guimarães �
Adriana Silveira Mello Mendonça�Angélica do Carmo Fernandes�Deborah Lima da Silva Machado�Elisângela de Paula Carvalho�Isabel Gontijo Vale �
Jany Mary Rodrigues Silva Amaral�Maria Aparecida C. de A. Rocha�Maria Augusta Mendes�Maria Helena de Sá Catarina�Rúbia Manoel Gonçalves�Silmara Gomes Vieira �
Cosette de Alencar
CANAL DE COMUNICAÇÃO
Um grande abraço a todos (as) os (as) alunos (as) e famílias!
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