CIPA
COMISSÃO INTERNA DE PREVENÇÃO DE ACIDENTES
CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
OBJETIVO
FUNDAMENTAÇÃO LEGAL
FUNDAMENTAÇÃO LEGAL
ATUALMENTE EM VIGOR:
NR-5 - Portaria 3.214/78, alterada pelas Portarias 33/83, 25/94, 08/99 e 247/2011.
OBJETIVO DA CIPA
“A CIPA tem como objetivo, desenvolver atividades voltadas para a prevenção de acidentes e doenças no trabalho, e a promoção da qualidade de vida dos trabalhadores.”
ORGANIZAÇÃO DA CIPA
ORGANIZAÇÃO DA CIPA
COMPOSIÇÃO DA CIPA
ATRIBUIÇÕES GERAIS DA CIPA
ATRIBUIÇÕES DO PRESIDENTE
ATRIBUIÇÕES DO VICE-PRESIDENTE
ATRIBUIÇÕES DA(O) SECRETÁRIO
ATRIBUIÇÕES EM CONJUNTO
Atividades principais do CIPEIRO:
FUNCIONAMENTO DA CIPA
A CIPA terá reuniões ordinárias mensais de acordo com o calendário pré-estabelecido e poderão ser realizadas reuniões extraordinárias em situações específicas.
Reuniões Ordinárias Serão realizadas mensalmente conforme calendário de reuniões, durante o expediente normal de trabalho.
Reuniões Extraordinárias
O PAPEL DO CIPEIRO
Reuniões Ordinárias
Sequencia Sugerida
Insalubridade e Periculosidade
Insalubridade e Periculosidade
A CONSTITUIÇÃO FEDERAL ESTABELECE QUE:
Insalubridade e Periculosidade
INSALUBRIDADE
- 40 %(quarenta por cento), para insalubridade de grau máximo;
- 20% (vinte por cento), para insalubridade de grau médio;
- 10% (dez por cento), para insalubridade de grau mínimo;
Insalubridade e Periculosidade
PERICULOSIDADE
- 30 % (trinta por cento), sobre o salário base;
PPRA
PCMSO
ASO
Exames
LTCAT
Agentes agressivos
Aposentadoria
PCMAT
EPC
EPI
Treinamentos
De integração
Periódico
Outras medidas
Administrativas
Operacionais
PPRA - Programa de Prevenção de Riscos Ambientais
PCMSO - Programa de Controle Médico de Saúde Ocupacional
PLANO DE AÇÃO DA CIPA
OBJETIVOS
ELABORAÇÃO DO TRABALHO ATRAVÉS DE:
PLANO DE AÇÃO DA CIPA
SEGURANÇA DO TRABALHO
DEFINIÇÃO:
ACIDENTE DO TRABALHO
CONCEITO LEGAL
CONCEITO PREVENCIONISTA
Acidente do Trabalho - é toda ocorrência não programada que interfere no andamento normal do trabalho dos quais resultem, separadamente ou em conjunto, lesões, danos materiais ou perda de tempo. Esse enunciado nos traz uma visão de que acidente não é só aquele que causa uma lesão no trabalhador, mas sim qualquer tipo de ocorrência inesperada, que hoje ocasiona perda de tempo, danos materiais e financeiros.
DOENÇA PROFISSIONAL
DOENÇA DO TRABALHO
ACIDENTE POR ATO DE TERCEIRO:
ACIDENTE POR FORÇA MAIOR:
ACIDENTE FORA DO LOCAL DE TRABALHO:
ACIDENTE DE TRAJETO:
NÃO IMPORTANDO - O meio de locomoção - O caminho
O QUE PODE DESCARACTERIZAR O ACIDENTE DE TRAJETO
PRINCIPAIS CAUSAS DE ACIDENTES
Ato Inseguro | Condição Insegura | Ato Inseguro + Condição Insegura |
ATO INSEGURO:
São atitudes, atos, ações ou comportamentos do trabalhador contrários às normas de segurança.
Exemplos:
CONDIÇÕES INSEGURAS:
São deficiências, defeitos ou irregularidades técnicas nas instalações físicas, máquinas e equipamentos que presentes no ambiente podem causar acidentes de trabalho.
Exemplos:
CIAT - COMUNICAÇÃO INTERNA DE ACIDENTES
De acordo com a legislação trabalhista, todo acidente do trabalho deve ser registrado e investigado pela CIPA, a fim de conhecer suas causas e evitar sua reincidência.
A CIAT possibilita o controle dos acidentes por meio de dados estatísticos.
De acordo com a legislação, todo acidente do trabalho deve ser imediatamente comunicado à previdência social por meio de formulário (CAT).
Em caso de morte, é obrigatória a comunicação à autoridade policial. A empresa por sua vez, deve comunicar o acidente do trabalho à Previdência Social até o primeiro dia útil seguinte ao da ocorrência.
A comunicação do acidente poderá ser realizada pela empresa, pelo acidentado ou por qualquer pessoa que dele tiver conhecimento.
CAT – COMUNICAÇÃO DE ACIDENTES DE TRABALHO
INVESTIGAÇÃO E ANÁLISE DE ACIDENTES
ETAPAS DA INVESTIGAÇÃO
ANÁLISE DE CASO
| Estabeleça:
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RISCOS AMBIENTAIS
CLASSIFICAÇÃO
Riscos Ambientais - São agentes presentes nos ambientes de trabalho, capazes de afetar o trabalhador a curto, médio e longo prazo, provocando acidentes com lesões imediatas e/ou doenças chamadas profissionais ou do trabalho, que se equiparam a acidentes do trabalho.
Uma das atribuições da CIPA é a de identificar e relatar os riscos existentes nos setores e processos de trabalho. Para isso é necessário que se conheça os riscos que podem existir nesses setores, solicitando medidas para que os mesmos possam ser eliminados e/ou neutralizados.
Identificados esses riscos, os mesmos deverão ser transcritos no Mapa de Riscos.
RISCOS AMBIENTAIS
RISCO FÍSICO
RISCO QUÍMICO
RISCO BIOLÓGICO
RISCO ERGONÔMICO
RISCO DE ACIDENTE
CONTROLE DE RISCOS
PRIORIDADES NO CONTROLE DE RISCO
MEDIDAS MÉDICAS
MEDIDAS ADMINISTRATIVAS�
São ações administrativas para controlar a exposição dos trabalhadores aos agentes ambientais, tais como: Revezamento e Rodízio de atividades; Pausas programadas; Mudança de layout; Realização de Exercício Laboral; Etc.
MEDIDAS EDUCATIVAS
São programas de treinamentos, palestras e cursos, destinados a informar e capacitar os trabalhadores na execução segura de suas atividades.
MAPA DE RISCO
O Mapa de Riscos é a representação gráfica do reconhecimento dos riscos existentes nos locais de trabalho, por meio de círculos de diferentes cores e tamanhos.
O Mapa de Riscos deve ser refeito a cada gestão da CIPA.
OBJETIVO DO MAPA DE RISCOS
ETAPAS DA ELABORAÇÃO�
CORES = TIPO DE RISCO
QUEM ELABORA?
de todos os setores do estabelecimento (*)
IMPORTANTE
Imprescindível à participação dos TRABALHADORES devido ao:
ENVOLVIMENTO COM OS RISCOS
CAMPANHAS DE SEGURANÇA
Campanhas de segurança são eventos voltados para a educação e sensibilização dos funcionários, transmitindo conhecimentos sobre segurança e saúde no trabalho.
Os eventos mais comuns e que envolvem a CIPA são:
INSPEÇÃO DE SEGURANÇA
É a parte do controle de riscos que consiste em efetuar vistorias nas áreas e meios de trabalho, com o objetivo de descobrir e corrigir situações que comprometam a segurança dos trabalhadores.
Uma verificação para ser bem aproveitada, precisa ser planejada, e o primeiro passo é definir o que se pretende com a inspeção e como fazê-la.
TIPOS DE INSPEÇÃO
ETAPAS DE INSPEÇÃO
EQUIPAMENTO DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL – EPI�
DEFINIÇÃO
É todo meio ou dispositivo de uso individual, destinado a proteger a saúde e a integridade física do trabalhador. Quando não for possível eliminar o risco, ou neutralizá-lo através de medidas de proteção coletiva, implanta-se o Equipamento de Proteção Individual – EPI.
Evita ou Diminui |
A LESÃO
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OBRIGAÇÕES DO EMPREGADOR QUANTO AO EPI
OBRIGAÇÕES DO EMPREGADOR QUANTO AO EPI
PRINCIPAIS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL - EPI´S
A I D S - Síndrome da imunodeficiência adquirida�
A AIDS é o estágio mais avançado da doença que ataca o sistema imunológico. É causada pelo HIV. Como esse vírus ataca as células de defesa do nosso corpo, o organismo fica mais vulnerável a diversas doenças, de um simples resfriado a infecções mais graves como tuberculose ou câncer. O próprio tratamento dessas doenças fica prejudicado.
O HIV pode ser transmitido pelo sangue, sêmen, secreção vaginal e pelo leite materno.
COMO SE PREVINIR?
RECOMENDAÇÕES
PREVENÇÃO E COMBATE Á INCÊNDIOS
DEFINIÇÃO DE FOGO
Fogo é um processo químico de transformação, também chamado de combustão.
Podemos defini-lo, ainda como, o resultado de uma reação química que desprende luz e calor devido à combustão de matérias diversas.
ELEMENTOS QUE COMPÕEM O FOGO
Para que haja fogo, necessitamos reunir os quatro elementos essenciais:
PROPOGAÇÃO DO CALOR
O calor pode se propagar de três diferentes maneiras: condução, convecção, e irradiação.
Condução: Transferência de calor através de um corpo sólido de molécula em molécula
Convecção: Transferência de calor pelo movimento ascendente de massas de gases
Irradiação: Transferência de calor por ondas de energia calorífica que deslocam através do espaço.
CLASSES DE FOGO
TIPOS DE EXTINTORES
INSPEÇÃO DE EXTINTORES
LOCALIZAÇÃO E SINALIZAÇÃO DE EXTINTORES
PAE - PLANO DE AÇÃO EMERGENCIAL
Objetivos
NOÇÕES BÁSICAS DE PRIMEIROS SOCORROS
Primeiros Socorros são todas as medidas que devem ser tomadas de imediato para evitar agravamento do estado de saúde ou lesão de uma pessoa antes do atendimento médico.
AÇÕES DE SOCORRISTA
DESMAIOS
Normalmente, o desmaio não passa de um acidente leve, só se agravando quando é causado por grandes hemorragias. Como socorrer:
Obs.:
Se a vítima não se recuperar de 2 a 3 minutos, Procurar assistência médica.
ENVENENAMENTO
VÍTIMA CONSCIENTE
O que fazer?
ENVENENAMENTO
VÍTIMA INCONSCIENTE
O que fazer?
EMERGÊNCIAS RELACIONADAS AO CALOR
Insolação
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Desidratação
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Cãibras
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O que fazer?
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INFARTO
Sintomas:
O que fazer?
DERRAME CEREBRAL
Sintomas:
O que fazer?
CHOQUES ELÉTRICOS�
O que fazer?
PICADAS
ANIMAIS | O QUE FAZER? |
Cobras |
O que não fazer?
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Aranha / Escorpião |
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Alergias
| Sintomas
|
O que fazer?
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Abelha/Insetos
| O que fazer?
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QUEIMADURAS
1º GRAU
Como socorrer:
2º GRAU
Causa bolhas sobre uma pele vermelha, manchada ou de coloração variável,
edema, exsudação e dor.
Como socorrer:
QUEIMADURAS
3º GRAU
Neste tipo de queimadura, a pele fica esbranquiçada ou carbonizada, quase sempre com pouca ou nenhuma dor (aqui se incluem todas as queimaduras elétricas).
Como socorrer:
TIPOS DE FERIMENTOS | COMO SOCORRER: |
Contusão (beliscão, batidas), hematoma (local fica roxo), perfuro cortante (ferimento com faca prego, mordedura de animais, armas de fogo) e escoriação (ferimento superficial, só atinge a pele). |
Contusões e Hematomas.
Perfuro cortantes e Escoriações.
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HEMORRAGIAS | Como socorrer: |
Hemorragia é a perda de sangue que acontece quando há rompimento de veias ou artérias, provocadas por cortes, tumores, úlceras, etc. Existem 2 tipos de hemorragias, as externas (visíveis) que devem ser estancadas imediatamente e as internas (não visíveis), mas que podem levar a vítima à morte. |
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ENTORSE Forte torção no Local | O que fazer?
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LUXAÇÃO O osso de uma articulação sai do lugar. | O que fazer?
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FRATURAS | Como socorrer: |
É um tipo de lesão onde ocorre a quebra de um osso. Existem 2 tipos de fraturas: Exposta ou aberta: quando há o rompimento da pele. Interna ou fechada: quando não há o rompimento da pele. Em ambos os casos, acontece dor intensa, deformação do local afetado, incapacidade de movimento e inchaço.
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TRANSPORTE DE ACIDENTADOS
O transporte adequado de feridos é de suma importância. Muitas vezes, a vítima pode ter seu quadro agravado por causa de um transporte feito de forma incorreta e sem os cuidados necessários. Por isso é fundamental saber como transportar um acidentado.
Todas as técnicas de remoção e transporte de vítimas estão baseadas na estabilização de toda a coluna vertebral da vítima durante todo o procedimento. Tem que ser verificado também a situação de saúde da vítima. De acordo com este princípio o socorrista deverá empregar a técnica adequada, pois em vítimas graves o tempo já é um fator determinante de sobrevida, utilizando assim a técnica de remoção e imobilização mais rápida. Cada maneira é compatível com o tipo de situação em que o acidentado se encontra e as circunstâncias gerais do acidente. Antes de providenciar a remoção da vítima tem que controlar a hemorragia caso necessário. Manter a respiração. Imobilizar todos os pontos suspeitos de fraturas. Evitar ou controlar o estado de choque.
TRANSPORTE DE VÍTIMAS EM SITUAÇÕES DE EMERGÊNCIA
Em situações de risco iminente no local da emergência é necessário remover a vítima rapidamente. A manobra a ser utilizada depende do peso da vítima, tipo de terreno, equipamentos e número de socorristas.
O transporte de emergência deve ser feito quando o local do acidente oferece perigo iminente (Tráfego descontrolado), incêndio ou ameaça de fogo, possíveis explosões, desmoronamento iminente, possíveis perigos elétricos, gases tóxicos e outros perigos similares, que fazem com que o transporte do paciente seja necessário e urgente, para proteger a equipe de socorro e as vítimas.
Cuidados que precisam de reposicionamento - Às vezes você deverá transportar uma vítima para uma superfície dura para fazer a RCP, ou mobilizá-la para ter acesso a uma grande hemorragia.
Métodos de Transporte
Métodos de Transporte
Métodos de Transporte
Métodos de Transporte
Métodos de Transporte
Métodos de Transporte
Métodos de Transportes�Feito por Três ou Mais Pessoas
Movimente o acidentado o menos possível. Evite arrancadas bruscas ou paradas súbitas durante o transporte. O transporte deve ser feito sempre em baixa velocidade, por ser mais seguro e mais cômodo para a vítima.� Não interrompa, sob nenhum pretexto, a respiração artificial ou a massagem cardíaca, se estas forem necessárias. Nem mesmo durante o transporte.
Métodos de Transportes - Veículos
Como agir diante de uma crise convulsiva
O corpo sofre contrações musculares intensas e involuntárias. A pessoa se debate, pode ficar arroxeada, lábios e dentes ficam cerrados e há salivação excessiva. Na maioria das vezes, ocorre perda de consciência. Essa é a descrição feita por quem já presenciou uma crise convulsiva, condição que ocorre repentinamente.
Segundo dados da Organização Mundial de Saúde (OMS), até 10% da população mundial tem, ao menos, uma convulsão durante toda sua vida.
Diante de uma situação como essa, esqueça o que diz a crença popular e jamais tente abrir a boca de alguém que esteja tendo uma convulsão. “A mandíbula é muito forte. A orientação é virar a pessoa de lado para que ela não aspire saliva”, alerta Gisele Sampaio Silva, gerente médica do Programa Einstein de Neurologia. Essa posição evita que a língua obstrua a passagem do ar e também que a pessoa se engasgue.
A coloração arroxeada é resultado da forte contração dos músculos respiratórios. “Em alguns casos, a pessoa pode gritar, também resultado dessa contração. Colocar a mão na boca não vai resolver e quem está ajudando ainda corre o risco de se machucar seriamente”, explica Dra Gisele.
Como agir diante de uma crise convulsiva
Outra medida importante é tirar a pessoa de perigo. Para isso, coloque-a deitada no chão, mantenha-a afastada de objetos cortantes e móveis, e, se possível, retire colares e óculos e proteja a cabeça com uma almofada, travesseiro ou algo macio. Não jogue água no rosto da pessoa.
As crises em geral duram cerca de dois minutos, mas podem se estender por até cinco. “Se o tempo for superior a esse, acione uma ambulância ou leve a pessoa a um hospital. A crise convulsiva é sintoma de uma condição neurológica aguda ou de epilepsia e deve ser abordada como urgência médica em quem nunca a teve”, aconselha Luis Otávio Caboclo, coordenador médico do setor de Neurofisiologia Clínica do Einstein.
Quando a crise termina, é normal haver sonolência, dor de cabeça e confusão mental. Esse estado, chamado de pós-ictal, pode durar de uma a duas horas. Nesse período, evite dar de comer ou beber à pessoa, pois os movimentos ainda podem estar descoordenados.
PARADA CARDIORESPIRATÓRIA
Parada Cardíaca
É preciso estar atento quando ocorrer uma parada cardíaca, pois esta pode estar ligada a uma parada respiratória se ambas acontecerem simultaneamente.
| Parada Respiratória
É a parada da respiração por: afogamento, sufocação, aspiração excessiva de gases venenosos, soterramento e choque elétrico. |
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Manobra de Heimlich
Reanimação Cardio Pulmonar (RCP)
PENSAMENTO
“Se te mostrares frouxo no dia da angústia a tua força será pequena.”
(Provérbios 24:10)
Referências: