FLÁVIO COELHO
HISTÓRIA
CONTEXTO POLÍTICO, ECONÔMICO,
SOCIAL E CULTURAL DO BRASIL
NO SÉCULO XIX. II REINADO. PARTE III
18/04/2022
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HISTÓRIA �Prof. Flávio Coelho
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BANDEIRA DO IMPÉRIO DO BRASIL
BRASIL IMPÉRIO
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SEGUNDO REINADO: 1840/1889
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1889
1870
1850
1840
APOGEU
CONCILIAÇÃO
DECADÊNCIA
CONSOLIDAÇÃO
BALAIOS -
FARRAPOS -
PRAIEIRA -
- CAFÉ.
- BALANÇA POSITIVA.
- IMIGRAÇÃO.
- PARLAMENTARISMO.
- POLÍTICA EXTERNA.
- GUERRAS.
- QUESTÕES
MILITAR
SERVIL
PRAIEIRA -
- REPUBLICANISMO
- ABOLICIONISMO
SEGUNDO REINADO: 1840-1889
1850
1870
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ABOLIÇÃO
FONTE DAS IMAGENS : INTERNET
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Caixa de coleta da Sociedade Anti-Escravidão
de Massachusetts, por volta de 1850
ABOLICIONISMO
* INGLATERRA.
* ESTADOS UNIDOS: 13ª Emenda.
* CUBA.
Obs.: Império do Brasil: mostrar-se CIVILIZADO...
CAMINHO DA ABOLIÇÃO
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CAMINHO DA ABOLIÇÃO
ABOLICIONISMO
* MOVIMENTO ABOLICIONISTA.
- CLASSE MÉDIA URBANA, ADVOGADOS...
- JORNAIS, INTELECTUAIS: CASTRO ALVES...
- CLUBES ABOLICIONISTAS, CAIFAZES, JORNAIS.
* MILITARES: “NÃO SOMOS CAPITÃO DO MATO”.
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CAMINHO DA ABOLIÇÃO
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LUÍS GAMA
"As vozes dos abolicionistas têm posto em relevo um fato altamente criminoso e assaz defendido pelas nossas indignas autoridades. A maior parte dos escravos africanos (...) foram importados depois da lei proibitiva do tráfico promulgada em 1831"��Luís Gama
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JOAQUIM NABUCO
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JOSÉ DO PATROCÍNIO
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ANDRÉ REBOUÇAS
“PREFIRO AS DESORDENS DA LIBERDADE QUE O SOSSEGO DA ESCRAVIDÃO"�André Rebouças defendia a democracia social.
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ROMANTISMO: 3ª FASE
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ESCRAVOCRATAS x ABOLICIONISTAS
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ESCRAVOCRATAS x ABOLICIONISTAS
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IMPRENSA ABOLICIONISTA
Ângelo Agostini retrata Martinho de Campos, líder do Partido Liberal.
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ABOLICIONISMO
ADESÃO DE MILITARES
- IRMANDADE NA GUERRA.
- NEGROS E BRANCOS: LADO A LADO.
- FINDA A GUERRA: MANTÉM A ESCRAVIDÃO.
- NEGROS SOLDADOS CONTRA A SERVIDÃO.
- MILITARES: “NÃO SOMOS CAPITÃO DO MATO”.
De volta do Paraguai. (Vida Fluminense, nº 12, junho, 1870). �Na representação de Agostini, ex-escravo combatente e condecorado vê sua própria mãe no tronco ao voltar da guerra.
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RESISTÊNCIA DOS NEGROS
LUTA DOS NEGROS
- FUGAS = FORMAÇÃO DOS QUILOMBOS.
NO CEARÁ: JOSÉ FRANCISCO DO NASCIMENTO, O “JANGADEIRO” (CHICO DA MATILDE, “DRAGÃO DO MAR”) = NEGATIVA EM TRANSPORTAR ESCRAVOS NA JANGADAS DE FORTALEZA... 1884, ABOLIÇÃO.
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Jogo de Capoeira ou Dança da Guerra. Rugendas.
RESISTÊNCIA DOS NEGROS
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RESISTÊNCIA DOS NEGROS
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Acarajé, bobó de camarão e abará são alimentos ligados ao candomblé.
RESISTÊNCIA DOS NEGROS
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LEGISLAÇÃO: LENTA, GRADUAL E SEGURA
- 1871: LEI DO VENTRE LIVRE.
- 1885: LEI DOS SEXAGENÁRIOS.
- 1888: LEI ÁUREA.
À MEDIDA EM QUE ERAM APROVADAS AS LEIS ABOLICIONISTAS, O GOVERNO IMPERIAL PERDIA APOIO DAS ELITES ESCRAVOCRATAS, SEU GRANDE SUSTENTÁCULO POLÍTICO (REPUBLICANOS DE 14 DE MAIO = REPÚBLICA COM INDENIZAÇÃO).
CAMINHO DA ABOLIÇÃO
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LEI DOS SEXAGENÁRIOS
Caricatura de Mauá – Alfredo Michon – 1870
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ABOLIÇÃO
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ABOLIÇÃO
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ABOLIÇÃO
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Ex-escravos colocam ramos de camélias no retrato da Redentora, a princesa Isabel.�Capa da Revista Illustrada, nº 507, Ano 13, 1888, Rio de Janeiro, Brasil.
ABOLIÇÃO
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ABOLIÇÃO
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- HERANÇAS NEGATIVAS DA ESCRAVIDÃO:
* PRECONCEITO RACIAL = RACISMO.
* ABISMO SÓCIO-ECONÔMICO.
* GUETOS SOCIAIS = PERIFERIA/FAVELAS.
* PRISÕES = PRETOS + POBRES.
* DEPRECIAÇÃO DO TRABALHO BRAÇAL/MANUAL.
* “NATURALIDADE”: SEXO COM A EMPREGADA.
* MÉDIA SALARIAL: BRANCOS > NEGROS.
ABOLIÇÃO
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E AGORA?
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E AGORA?
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ABOLIÇÃO
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ABOLIÇÃO x REPUBLICANISMO
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1. (ENEM 2021) Durante os anos de 1854-55, o governo brasileiro — por meio de sua representação diplomática em Londres — e os livre-cambistas ingleses — nas colunas do Daily News e na Câmara dos Comuns—aumentaram a pressão pela revogação da Lei Aberdeen. O governo britânico, entretanto, ainda receava que, sem um tratado anglobrasileiro satisfatório para substituí-la, não haveria nada que impedisse os brasileiros de um dia voltarem aos seus velhos hábitos.
BETHELL, L. A abolição do comércio brasileiro de escravos. Brasília: Senado Federal, 2002 (adaptado).
As tensões diplomáticas expressas no texto indicam o interesse britânico em
a) estabelecer jurisdição conciliadora.
b) compartilhar negócios marítimos.
c) fomentar políticas higienistas.
d) manter a proibição comercial.
e) promover o negócio familiar.
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1. (ENEM 2021) Durante os anos de 1854-55, o governo brasileiro — por meio de sua representação diplomática em Londres — e os livre-cambistas ingleses — nas colunas do Daily News e na Câmara dos Comuns—aumentaram a pressão pela revogação da Lei Aberdeen. O governo britânico, entretanto, ainda receava que, sem um tratado anglobrasileiro satisfatório para substituí-la, não haveria nada que impedisse os brasileiros de um dia voltarem aos seus velhos hábitos.
BETHELL, L. A abolição do comércio brasileiro de escravos. Brasília: Senado Federal, 2002 (adaptado).
As tensões diplomáticas expressas no texto indicam o interesse britânico em
a) estabelecer jurisdição conciliadora.
b) compartilhar negócios marítimos.
c) fomentar políticas higienistas.
d) manter a proibição comercial.
e) promover o negócio familiar.
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2. (ENEM 2021)
Escravo fugido. Jornal Correio Paulistano, 13 da abril de 1879.�Disponível em: http/bndigital.bn.gov.br. Acesso em: 2 ago. 2019.
No anúncio publicado na segunda metade do século XIX, qual a estratégia de resistência escrava apresentada?
a) Criação de relações de trabalho.
b) Fundação de territórios quilombolas.
c) Suavização da aplicação de normas.
d) Regularização das funções remuneradas.
e) Constituição de economia de subsistência.
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2. (ENEM 2021)
Escravo fugido. Jornal Correio Paulistano, 13 da abril de 1879.�Disponível em: http/bndigital.bn.gov.br. Acesso em: 2 ago. 2019.
No anúncio publicado na segunda metade do século XIX, qual a estratégia de resistência escrava apresentada?
a) Criação de relações de trabalho.
b) Fundação de territórios quilombolas.
c) Suavização da aplicação de normas.
d) Regularização das funções remuneradas.
e) Constituição de economia de subsistência.
A
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3. (ENEM 2021)
TEXTO II :A repugnante tarefa de carregar lixo e os dejetos da casa para as praças e praias era geralmente destinada ao único escravo da família ou ao de menor status ou valor. Todas as noites, depois das dez horas, os escravos conhecidos popularmente como “tigres” levavam tubos ou barris de excremento e lixo sobre a cabeça pelas ruas do Rio. KARASCH. M. C. A vida dos escravos no Rio de Janeiro, 1808-1950. Rio de Janeiro: Cia. das Letras, 2000. 00
A ação representada na imagem e descrita no texto evidencia uma prática do cotidiano nas cidades no Brasil nos séculos XVIII e XIX caracterizada pela
a) valorização do trabalho braçal.
b) reiteração das hierarquias sociais.
c) sacralização das atividades laborais.
d) superação das exclusões econômicas.
e) ressignificação das heranças religiosas.
TEXTO I