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Currículo da Cidade

EDUCAÇÃO INFANTIL

PROFESSORA KARINA CABRAL

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Currículo da Cidade - O Documento

    • Documento da RME SP para adequar-se à BNCC
    • Construído nos anos de 2018/2019
    • Feito por educadoras da rede, formadoras e vários segmentos ligados à educação em grupos de trabalho - GEEP
    • Submetido à consulta das escolas
    • Concepção socio-interacionista
    • Une Currículo Integrador da Infância Paulistana, BNCC, Agenda 2030, DCNEIs, Indicadores de Qualidade da �Educação Infantil Paulistana

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Currículo da Cidade - Estrutura

    • Dividido em 5 capítulos - princípios, ação educativa com os bebês e crianças, ação docente, articulação com os anos iniciais do Ensino Fundamental e gestão democrática
    • Usa sistema de cores para unir a escrita do currículo com documentos ( INDIQUEs, Agenda 2030, BNCC )
    • Contém aportes teóricos, referências e o recurso de cenas ( relatos de experiência - narrativas mestres ) para falar da prática cotidiana nos CEIs, EMEIs e CEMEIs
    • Indica várias referências teóricas �próximas ao texto principal
    • Termina os capítulos com uma síntese que marca os principais pontos discutidos

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Capítulo 1 -

A escola como espaço social da esfera pública

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Fundamentos

    • Processo Social
    • Bem comum - valor comum a ser partilhado
    • Direito de todos e todas
    • Pública
    • Laica
    • De qualidade

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Concepção - p.21

    • Para os bebês e crianças pequenas, a educação se faz por INTERAÇÕES e BRINCADEIRAS;
    • DCNEIs - Educação Infantil tem função SOCIAL, POLÍTICA e PEDAGÓGICA
    • Uma nova concepção de criança pede uma nova Educação Infantil - superar visão assistencial, compensatória e antecipatória
    • Escola é lugar de experiências, troca de conhecimentos e apropriação de cultura, encontros, histórias pessoais e coletivas, investigações, autonomia, voz própria, autoria, protagonismo e ACOLHIMENTO

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Território e Cultura

    • Território não é só um lugar físico - é lugar coletivo, identitário e mutante
    • Pertencer a um território traz vivência concreta de mundo e lugar - territórios horizontais e verticais
    • Bebês e crianças têm direito à infância no seu território, vivida comunitariamente
    • Crianças têm direito ao uso e apropriação da cidade
    • UEs podem dar visibilidade às crianças nessa relação com os territórios
    • É assim que as crianças se apropriam de cultura

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A escola e o território

    • Conhecer a comunidade
    • Valorizar as pessoas do território
    • Participar do território
    • Promover encontros
    • Criar vínculos
    • Respeitar famílias, culturas, tradições, origens
    • Oferecer dignidade

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Princípios

ESCOLA

EQUIDADE

INCLUSÃO

INTEGRALIDADE

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EQUIDADE

    • Reduzir as brechas que impedem o acesso aos direitos fundamentais
    • Olhar para os mais vulneráveis
    • Dar a cada um o que cada um precisa
    • Nem no acesso à escola conseguimos ainda garantir equidade...

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INCLUSÃO

    • Incluir todas as pessoas, sem exceções
    • UEs podem agravar ou abrandar discriminações e preconceitos que ocorrem fora da escola
    • É preciso evitar afastamento do território, práticas homogêneas, currículos distantes
    • Escola não pode ser lugar de segregação e violência
    • Reconhecer não é resolver - é preciso consciência e ação
    • Reconhecer, compreender e incorporar práticas inclusivas ao currículo
    • PPP - tem que contemplar as vozes dos excluídos do território

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INTEGRALIDADE

“Compreende o compromisso com as práticas integradas de formação e desenvolvimento humano global,em suas dimensões intelectual, física, afetiva, social, ética, moral e simbólica.” (p.34 )

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INTEGRALIDADE

BEBÊS E CRIANÇAS

TEMPOS

INTERAÇÕES

ESPAÇOS

MATERIALIDADES

LINGUAGENS/

CULTURA

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INTEGRALIDADE

    • Crianças não são projetos de pessoas
    • Articulação de saberes
    • Práticas pedagógicas integradoras ( teoria e prática, discursos e ações, cuidar e educar, corpo e intelecto, etc )
    • Currículo vivo e integrado
    • Considerar educação em tempo integral

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MATRIZ DE SABERES - SME

    • PRINCÍPIOS ÉTICOS, POLÍTICOS E ESTÉTICOS ( DCNEIs )
    • SABERES ACUMULADOS QUE FAZEM SENTIDO PARA AS CRIANÇAS
    • ABORDAGENS PEDAGÓGICAS PARTICIPATIVAS
    • VALORES CONTEMPORÂNEOS
    • CONCEPÇÃO DE EDUCAÇÃO INTEGRAL, INCLUSIVA E EQUITATIVA

Documentos de Apoio - Constituição Federal, Estatuto da Criança e do Adolescente, Lei de Diretrizes e Bases, Leis 10639/11645, Plano Nacional de Educação, Estatuto da Pessoa com Deficiência, CONAEs, Leis de Direitos Humanos, Currículos Específicos

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MATRIZ DE SABERES - SME

P.40

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POLÍTICAS CURRICULARES ESPECÍFICAS

    • ERER ( educação para as relações étnico-raciais (abrangendo povos e culturas afro-brasileiras, indígenas, imigrantes, migrantes, itinerantes)
    • Educação Antirracista
    • Educação para as relações de gênero
    • Educação para os direitos humanos
    • Educação especial na perspectiva inclusiva
    • Educação para o desenvolvimento sustentável
    • Educação para a democracia

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    • Escola não é espaço neutro
    • Temos papel ativo em oferecer referências positivas para os bebês e crianças, não desrespeitar culturas e povos, ter ações assertivas de combate à discriminação, preconceito e violência, destruir estereótipos, aproximar pela vivência
    • Atenção ao acolhimento dos povos imigrantes

ERER

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    • Normatização do comportamento de meninos e meninas
    • Há muitos modos de ser menino, e ser menina
    • Brincadeiras, referências, livros, materialidades - escolher com consciência
    • Interação com as crianças e postura das educadoras
    • Formar as famílias com respeito, mas firmeza

EDUCAÇÃO E GÊNERO

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    • Se tudo é ensinado pela cultura, então as crianças sujeitas à educação especial também podem aprender, no seu tempo, ritmo e condições
    • Aprendem por caminhos diferentes, junto com as outras crianças
    • Inclusão não é só para quem tem alguma deficiência ou altas habilidades
    • Pensar em métodos, recursos, suporte pedagógico

EDUCAÇÃO ESPECIAL

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    • Aprendizagem interativa
    • Ação dos bebês e crianças
    • Participação real
    • Colaboração
    • Solução de problemas
    • Visão integral do conhecimento

DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL

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AGENDA 2030

p. 56/57

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    • Democracia - DEWEY - “liberdade de pensar e agir numa condição comunitária”
    • Educação transformadora e emancipadora
    • Participar a gente aprende! Com ações pedagógicas planejadas e bem pensadas
    • Colaboração mútua e a corresponsabilidade devem guiar nossas intenções

EDUCAÇÃO PARA A DEMOCRACIA

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CONCEITOS CHAVE DO CAPÍTULO

    • EDUCAÇÃO
    • TERRITÓRIOS
    • EQUIDADE
    • EDUCAÇÃO INCLUSIVA
    • EDUCAÇÃO INTEGRAL
    • RELAÇÕES ÉTNICO-RACIAIS
    • RELAÇÕES DE GÊNERO
    • EDUCAÇÃO ESPECIAL
    • AGENDA 2030
    • DEMOCRACIA

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Capítulo 2

Bebês e crianças na cidade de São Paulo: as interações e brincadeiras como princípios da ação pedagógica nas Unidades Educacionais

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INTERAÇÕES...

PESSOAS

ADULTAS

OUTRAS CRIANÇAS

CULTURA DO MUNDO

CULTURA DA CIDADE

CULTURA DO TERRITÓRIO

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INTERAÇÕES...

Aprendizagem é resultado das interações com outras pessoas, mediando contato com cultura

    • Interações e brincadeiras são o alvo da ação pedagógica e abrem possibilidade de diferentes projetos em diferentes linguagens
    • Crianças e bebês são ativos no seu processo de aprender, e não aprendem de forma fragmentada, mas sim quando vivem uma situação de aprendizagem de forma integral
    • A convivência com outras crianças traz muitos desafios e provoca necessidades - aprendem a dividir, esperar a vez, interagir com crianças mais velhas
    • Vygotsky - propor situações que a criança ainda não consiga fazer algo sozinha, mas possa fazer com alguma ajuda.

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    • Crianças menores têm mais referências e os maiores organizam melhor o pensamento para ensinar e se responsabilizar umas pelas outras
    • Professoras conseguem ter olhares menos padronizados e ampliam observação
    • Quanto mais variado o grupo, maior e mais variado o espectro de aprendizagem

EDUCAÇÃO INTERIDADES...

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APRENDIZAGEM...

    • Considerar a aprendizagem por experiências é organizar ambientes e materiais para que as experiências sejam potencializadas, não fragmentar o tempo e as linguagens
    • As linguagens precisam ser apresentadas de forma contextualizada
    • Crianças têm direito ao conhecimento
    • Precisamos dar possibilidades de escolha às crianças

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ESCUTA...

    • Escuta é um conceito amplo que não significa apenas ouvir o que as crianças dizem
    • Bebês e crianças têm expressões não verbais que precisam ser vistas
    • Educadoras precisam fazer boas perguntas que considerem a inteligência e a capacidade das crianças e bebês
    • Bebês e crianças podem e devem compartilhar o planejamento com as educadoras

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ESCUTAR A CRIANÇA É...

    • Entender e respeitar sentimentos e emoções
    • Entender particularidades
    • Observar e registrar os processos
    • Acolher, dar colo, desafiar, dispor-se ao vínculo
    • Convidar à participação de verdade
    • Fazer boas perguntas e valorizar as respostas
    • Valorizar as produções e expressões das crianças
    • Criar ambiente de pertencimento e segurança
    • Criar estratégias de expressão ( conselho mirim, rodas de conversa, conversas individuais
    • Envolver as crianças no planejamento, alimentar as brincadeiras dela
    • Estender a escuta para todos os dias e momentos do dia (alimentação, higiene, parque, etc)

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APRENDIZAGENS...

    • Pessoas adultas organizam tudo para o protagonismo das crianças - ambientes, rotinas, materiais, interações, linguagens
    • Valorização da cultura escrita - aproximações feitas através das leituras, escritas contextualizadas e com função social, sem atividades repetitivas
    • Abrir possibilidades de discussão sobre temas sensíveis - gênero, etnias, preconceito

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TEMPO...

    • Dividir entre atividades centralizadas, atividades diversificadas e atividades de escolha livre
    • Planejar as rotinas com as crianças
    • Evitar tempos de espera
    • Entender a gestão do tempo centrada nas crianças, não nas rotinas rígidas da escola e das adultas
    • Ter intencionalidade no tempo
    • TV não é tempo de qualidade
    • EXPERIÊNCIAS, VIVÊNCIAS, SABERES E INTERESSES infantis precisam ser considerados como ponto de partida para novas propostas

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FAMÍLIAS...

    • Interações com familiares precisam ser planejadas e colocadas no PPP
    • Familiares entram na escola, interagem, amamentam, são acolhidos, discutem a rotina, são formados para entender a proposta da escola
    • Parceria entre família e escola é boa para os bebês e crianças, que são o centro do processo

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ACOLHIMENTO...

    • Não é um momento ou uma atividade, é uma postura...
    • Acolher é cuidar, de todas as pessoas da comunidade escolar
    • Respeitar, confiar nas crianças, acolher as produções, sentimentos, dúvidas, interpretar os sinais das crianças

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BRINCADEIRA

    • PRINCIPAL LINGUAGEM DA INFÂNCIA
    • Na brincadeira, as crianças aprendem quem são, como as coisas funcionam, como é o mundo, como são as outras pessoas, criam memória do que viveram
    • Há vários tipos de brincadeiras e jeitos de brincar - a escola pode acolher todos

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BRINCADEIRA

    • Brincadeiras de movimento, tradicionais, orais, faz de conta, de papéis sociais, jogos...
    • Desenvolvimento de capacidades sofisticadas - colocar-se em outros papéis, entender contextos, desenvolver abstração
    • Tudo que a criança vive, agrega na brincadeira, porque é uma expressão de quem ela é
    • AÇÃO - COMPREENSÃO - INTERPRETAÇÃO - CRIAÇÃO

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PARA BRINCAR, PRECISAMOS...

TEMPO

PARCERIA

PONTO DE PARTIDA

REFERÊNCIAS

OBJETOS DE REPRESENTAÇÃO

ESPAÇO/ AMBIENTE

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    • No jogo, alguém me ensina as regras e dirige... Na brincadeira, as crianças decidem a regra e a gestão
    • Bebês e crianças precisam aprender a brincar, porque sempre se desafiam a ir além de onde estão
    • Brincadeiras têm potências e mais potências de zonas de desenvolvimento proximal (Vygotsky)

BRINCADEIRA...

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PARA BRINCAR, TEM QUE...

COMBINAR

IMAGINAR

RESOLVER PROBLEMAS

PLANEJAR

USAR DIFERENTES LINGUAGENS, PENSAMENTO, IMAGINAÇÃO, MEMÓRIA

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Com a ampliação dos temas das brincadeiras, as crianças e bebês colocam em foco as relações humanas - trabalho, família, preconceitos, problemas da sociedade, uso dos objetos, nossa relação com a natureza... A mediação respeitosa da professora é fundamental para ajudar nesse momento de segregação social das crianças - a escola pode fazer a manutenção, propagação e difusão das brincadeiras

BRINCADEIRA DE PAPÉIS SOCIAIS

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    • CORSARO - Crianças não são passivas, são sujeitos da cultura
    • SARMENTO - crianças são agentes da cultura infantil, pessoas adultas têm dificuldade de ouvi-las e entendê-las
    • BROUGÈRE - crianças vão aprendendo a brincar a partir de seu tempo e espaço
    • DCNEis - Crianças são seres completos, inteiros
    • Falta de tempo, materiais, espaços e parceria empobrece a experiência da �criança

BRINCADEIRAS E CULTURAS INFANTIS

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    • Ensinar, trazer repertório, proporcionar oportunidades
    • Focar a atenção na variedade de culturas de brincadeiras e olhares
    • Entender as linguagens de conhecimento envolvidas nas brincadeiras, trazer essas referências para as crianças ( arte, ciência, história, etc)
    • Participar de maneira respeitosa
    • Registrar e revelar as aprendizagens através da brincadeira
    • Organizar o tempo, espaço, materiais
    • Envolver todas as crianças, entendendo a brincadeira como um meio privilegiado de inclusão
    • Fazer da brincadeira um objeto de estudo na UE

E A PROFESSORA?

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    • Desconstruir o antigo conceito de “disciplina”
    • Crianças e bebês desenvolvem curiosidade, vontade de aprender enquanto acessam múltiplas linguagens
    • PAULO FREIRE - processo de aprender é dialógico (relação entre quem ensina, quem aprende e o objeto de conhecimento) e dialético (quem aprende assimila e expressa o que aprendeu)

LINGUAGENS E PRÁTICAS CULTURAIS

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LINGUAGENS

ambientalismo

tecnologia

LIBRAS

ciências naturais

desenho

literatura

matemática

colagem

dança

jogo

esporte

pintura

ecologia

poesia

movimento

teatro

escultura

brincadeira

oralidade

escrita

leitura

sensorialidade

ciências sociais

braile

fotografia

contato com a natureza

canto

relações humanas

emoções - culturas de infância - música

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    • COMUNICAÇÃO - valorização da oralidade como comunicação importante
    • interpretação dos sinais que os bebês e crianças dão
    • é preciso aprender a falar e ouvir
    • a fala das professoras precisa ser constante, especialmente com os bebês; precisa ser uma fala mansa, clara, sem diminutivos, e com contato visual
    • SENSORIALIDADE - ampliação de �experiências com os sentidos

PINCELADAS DE LINGUAGEM

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    • EXPRESSÃO - bebês e crianças podem ser envolvidos em práticas que valorizem o lúdico, os objetos, as formas de criar - desenho, pintura, colagem, modelagem, canto, corpo, dança, teatro...
    • Usar recursos audiovisuais para ampliar as referências e potencializar as vivências, não de maneira passiva
    • linguagens expressivas precisam ser abordadas de maneira autoral para os bebês e crianças - cada um se expressa de uma forma única
    • Vivenciar as linguagens expressivas �em contextos

PINCELADAS DE LINGUAGEM

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    • Expressão através do movimento precisa ser valorizada; bebês e crianças precisam se movimentar o tempo todo
    • Superar o caráter instrucional da escola e a visão fabril
    • Expressão é cidadania!
    • Evitar o uso tradicional de datas comemorativas ao máximo, mas investir em encontros e festividades significativas
    • Parcimônia no uso dos meios �digitais

PINCELADAS DE LINGUAGEM

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    • Criar contextos! Organizar os espaços e materiais, flexibilizar o tempo, dividir o planejamento do dia com as crianças, envolver as crianças nas organizações diárias, entender o cuidado como uma linguagem, diversificar as interações, banir formas de discriminação,envolver as famílias, valorizar as linguagens artísticas e os materiais de largo alcance (não-estruturados/infinitos), ter cuidado com o uso da tecnologia

A PROFESSORA E AS LINGUAGENS

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CONCEITOS CHAVE DO CAPÍTULO

    • INTERAÇÕES
    • BRINCADEIRAS
    • EXPRESSÃO
    • ESCUTA
    • ACOLHIMENTO
    • PARTICIPAÇÃO
    • ATIVIDADE

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Capítulo 3

A reinvenção da ação docente na Ed. Infantil

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O PAPEL DA PROFESSORA NA UE

    • Ação direta com os bebês e crianças
    • Envolver-se nas estratégias de organização da UE
    • Ajudar na elaboração do PPP
    • Participar das discussões curriculares

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PROFISSÃO

RELAÇÕES PEDAGÓGICAS

CULTURA

CRIANÇAS

FAMÍLIAS

CONTEXTOS

OUTRAS EDUCADORAS

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AÇÕES DOCENTES

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MATERIALIDADES

INTENCIONALIDADE PEDAGÓGICA

CULTURA/

LINGUAGENS

INTERAÇÕES

TEMPOS

ESPAÇOS

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PARA SER PROFESSORA DA INFÂNCIA

    • BAGAGEM CULTURAL AMPLA
    • NÃO FICAR ISOLADA NA SALA DE AULA
    • INVESTIR NA FORMAÇÃO INICIAL E PERMANENTE
    • CONHECER COM PROFUNDIDADE OS BEBÊS, CRIANÇAS E FAMÍLIAS
    • ENTENDER A CULTURA DA UE
    • ENTENDER A DOCÊNCIA COMO COMPARTILHADA COM A EQUIPE
    • RELACIONAR TEORIA E PRÁTICA
    • DAR VISIBILIDADE ÀS CRIANÇAS

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ESPAÇO

    • Organizado
    • Rico
    • Contextualizado
    • Aberto para as ideias das crianças
    • Confortável
    • Saudável
    • Composto por objetos, imagens, materiais, espaço para as marcas das crianças
    • Observar a maneira como as crianças nos dão sinais sobre os ambientes

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TEMPO

    • Rotina acima dos relógios
    • Respeitar os ritmos das crianças
    • Interromper o mínimo possível
    • Tempos de espera, o mínimo possível
    • Dividir entre vários tipos de propostas ( individuais, grupos, coletivas, em duplas, livre escolha )
    • Planejar o tempo e as rotinas de maneira flexível

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MATERIAIS/ MATERIALIDADES

    • Objetos, ferramentas, instrumentos, suportes
    • Planejar diversidade
    • Planejar quantidade
    • Planejar contextos e experiências
    • Entender os materiais como uma ação pedagógica
    • Organizar, para e com as crianças

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NARRATIVAS

    • Professora deve entender os diversos tipos de conhecimento construído e a necessidade das crianças de narrar as diversas experiências que têm, em diversas linguagens
    • O mundo se oferece aos bebês e crianças... E precisa ser absorvido

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PROFESSORA E A ORG. DO COTIDIANO

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Dinâmica da instituição - chegada, saída, alimentação, uso dos espaços comuns, organização da sala, conselhos, higiene, cuidado, materiais das crianças, materiais da escola, materiais da turma, etc

VIDA NA EDUCAÇÃO INFANTIL

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AÇÕES COM O GRUPO

Roda de conversa, planejamento, tarefas, jogos, escrita de histórias, registros coletivos, conversas, combinados, leitura

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    • Oficinas e ateliês para desenvolver capacidades específicas
    • Usar todos os recursos possíveis em favor das crianças - tempos, espaços, materiais, talentos
    • Compartilhar a docência

CENÁRIOS DE INVESTIGAÇÃO E BRINCADEIRA

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p.139

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PEDAGOGIA DE PROJETOS

    • Considera uma criança ativa, curiosa, inteligente, protagonista
    • Inicia e se desenvolve por caminhos próprios do grupo
    • Professora observa as crianças, enxerga questões relevantes
    • Compartilham, chegam a mais perguntas
    • Constroem ações relevantes
    • Comunicam o que �aprenderam

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P.143

A pedagogia de projetos também se aplica aos bebês!

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DOCUMENTAÇÃO PEDAGÓGICA

    • MALAGUZZI - registro do trabalho pedagógico não linear, interativo, participativo, processual e formativo
    • Permite a conversa pedagógica e a reflexão, ajuda a mudar a prática

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FUNÇÕES DO REGISTRO

FUNÇÃO POLÍTICA de criar diálogos

SISTEMATIZAÇÃO E ACOMPANHAMENTO da vida das crianças na escola

MATERIAL e suporte para reflexão

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AÇÕES PEDAGÓGICAS DO REGISTRO

    • Observação atenta, regular e permanente das crianças
    • Diversidade de registros
    • Parceria com CP e pares
    • Seleção de temas e trabalhos
    • Escolha de meios e suportes
    • Coleta de informação do percurso
    • Organização das informações - portifólios, fotos, filmagens, exposição das produções

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RELATÓRIO DE ACOMPANHAMENTO DAS APRENDIZAGENS

    • Documento da criança /bebê, da escola e da educadora
    • Mostra o trabalho feito com o grupo, também a individualidade
    • Material é colhido ao longo do processo, cadernos de observação, fotos, filmagens, guardar produções, registrar falas

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CONCEITOS CHAVE DO CAPÍTULO

    • PROTAGONISMOS
    • INTENCIONALIDADE PEDAGÓGICA
    • METODOLOGIA DE PROJETOS
    • REGISTROS
    • DOCUMENTAÇÃO PEDAGÓGICA

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Capítulo 4

Articulando Ed. Infantil e os anos iniciais do Ens. Fund.

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    • Retomada do “Currículo Integrador da Infância”
    • Infância - pontos comuns dos bebês até as crianças de doze anos ( SARMENTO )

- A ludicidade e a capacidade de brincar

- A possibilidade de imaginar ativamente

- A interatividade e interação contínua

- A reiteração, fazer várias vezes, até reinventar

    • Educação Infantil e Ensino Fundamental acolhem as crianças e devem valorizar a infância, a aprendizagem por experiências e as interações

INFÂNCIA

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    • Entender a Educação Básica e a vivência da infância como direito das crianças
    • Família e educadoras devem cuidar desse processo e ajudar a garantir a continuidade
    • Historicamente há uma quebra entre os níveis, que precisa ser superada

CONTINUIDADE

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DIMENSÕES DE INTEGRAÇÃO DA ED. BÁSICA

SEQUENCIALIDADE

Objetivos, práticas e exigências de aprendizagem diferenciadas, mas complementares - EI fornece bagagem importante para as crianças aproveitarem o EF

ORGANICIDADE

Fazer um diálogo entre o que é comum e o que é específico de cada nível, evitando as quebras bruscas, a descontinuidade e a desconsideração da criança como um sujeito de direitos

ARTICULAÇÃO

Continuidade das ações com o territóri, amigos, práticas pedagógicas, currículos dialogados, PPP com mesmos princípios, diálogo entre os educadores e educadoras

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    • Educação integrada que consiga relacionar os currículos e PPPs das escolas, com as profissionais discutindo princípios, objetivos, visões de infância e escola
    • Construção de currículos não transmissivos
    • Entender os territórios e articular os aparelhos educativos
    • Entender uma Pedagogia da Infância com os mesmos sentidos

INTEGRAÇÃO CURRICULAR

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    • Aproximar o diálogo com as UEs do território
    • Cuidar bem da documentação pedagógica da criança
    • Encaminhar encontros setoriais
    • Elaborar um plano de transições para o território em conjunto ( do CEI para a EMEI / da EMEI para a EMEF )
    • Respeitar as experiências e composições de grupos que já existem antes da escola
    • Fazer rituais de passagem, dialogar com as crianças e orientar as famílias
    • Encorajar as crianças a enfrentar as mudanças e crescer

TRANSIÇÕES - AÇÕES APOIADORAS

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    • Na transição para o EF, a proposta pedagógica deve prever formas de acolhimento
    • Considerar as aprendizagens prévias das crianças
    • Entender as emoções e fantasias envolvidas no processo
    • Valorizar a documentação pedagógica que vem da EI - ela é que vai caracterizar a bagagem que a criança está trazendo a partir do que viveu
    • Resguardar o lugar da brincadeira e da experiência de infância
    • Continuar abordando as culturas escritas de uma maneira contextualizada e social
    • A EI também pode introduzir práticas que ajudem as crianças a entender os próximos passos

TRANSIÇÕES - AÇÕES APOIADORAS

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CONCEITOS CHAVE DO CAPÍTULO

    • INFÂNCIA
    • TRANSIÇÃO
    • INTEGRAÇÃO

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Capítulo 5

A gestão democrática e a implantação do currículo

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    • Democracia - currículo da SME baseado em princípios progressistas, sociocultural e construtivista
    • Pedagogia da Participação ( p. 178 ) - Ideologia Educacional
    • Gestão não se resume a administrar objetos, recursos e pessoas, mas fazer educação com todos e para todos, em igualdade de condições, acolhendo as diversidades e voltado ao cotidiano.

IDEIAS SOBRE GESTÃO DEMOCRÁTICA

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    • Educação não pode se encerrar em preceitos filosóficos e teóricos; precisa dialogar com a prática de todo dia, refletida por profissionais que entendam o caráter evolutivo e transitório de suas ações, sendo capazes de reconstruir os modos de pensar e criar educação todos os dias, superando as ficções burocráticas ( AZANHA ).

GRAMÁTICA PEDAGÓGICA

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    • Documento VIVO e democrático que expressa princípios, objetivos e práticas que norteiam a escola
    • Precisa ser construído por toda a comunidade escolar
    • Precisa ser divulgado, debatido, revisto e reescrito constantemente
    • Precisa apoiar as práticas das educadoras e esclarecer as famílias

PROJETO POLÍTICO PEDAGÓGICO - PPP

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    • Escola não está isolada, tem que manter diálogo com as leis e documentos, com outras UEs, com a supervisão, com as DREs e SME
    • Plano de ação das UEs devem embasar os planos das pessoas que compõem as gestões
    • Todo plano exige fazer escolhas conscientes sobre o que se quer alcançar

RELAÇÕES DA ESCOLA COM OUTRAS INSTÂNCIAS E DOCUMENTOS

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    • Conselhos de Escola, CRECE, conselhos mirins, assembleias, inclusão de todas as educadoras de todos os segmentos na formação da equipe, reuniões com as famílias fortalecem a gestão democrática e ajudam a compreender os processos

RELAÇÕES DA ESCOLA COM OUTRAS INSTÂNCIAS E DOCUMENTOS

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    • Existe um trabalho que se faz do portão para dentro da escola, e outro que se faz para fora - a escola não está sozinha em resolver e conceber tudo. É preciso considerar os documentos municipais, as redes de apoio e proteção à criança, a articulação com outros aparelhos públicos, a valorização, os marcos públicos, as instituições de proteção à criança e assistência às famílias.

POLÍTICAS PÚBLICAS EM DEFESA DA ESCOLA E DA INFÂNCIA

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DOCUMENTOS CURRICULARES

ESTUDAR ÚLTIMAS PÁGINAS

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    • DEMOCRACIA
    • GRAMÁTICA PEDAGÓGICA
    • PROJETO POLÍTICO PEDAGÓGICO (PPP)
    • PLANO MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO
    • PLANO MUNICIPAL PELA PRIMEIRA INFÂNCIA
    • REDE DE PROTEÇÃO SOCIAL
    • BASE NACIONAL COMUM CURRICULAR

CONCEITOS CHAVE DO CAPÍTULO

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OBRIGADA!

@PROFESSORAKARINACABRAL

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