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Eleições 2024�Grandes desafios das capitais brasileiras

Grandes desafios de uma cidade fluminense

Rio de Janeiro

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Prefeitas e Prefeitos por gênero (%)

Grandes desafios das capitais brasileiras | Brasil

Desproporção entre representação e gênero

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Grandes desafios das capitais brasileiras | Estado do Rio de Janeiro

Prefeitas e Prefeitos por raça/cor (%)

Prefeitas e Prefeitos por gênero (%)

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Grandes desafios das capitais brasileiras | Representação Política no Legislativo

Percentual de vereadoras e vereadores PPI nas Câmaras Municipais (%)

Presença de vereadoras na Câmara Municipal (%)

GÊNERO

RAÇA/COR

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A qualificação do debate nas eleições 2024

OBJETIVO

Qualificar o debate eleitoral a partir de levantamento de dados e indicadores, análises e projeções dos desafios �em temas-chave para o combate às desigualdades e a implementação da Agenda 2030 nas cidades.

ESTRATÉGIAS

  • Alimentar com dados a imprensa e redes sociais locais para o debate dos desafios das cidades
  • Identificar as desigualdades entre as capitais
  • Construir parceria com uma rede nacional de comunicação
  • Criar o Raio X das capitais (guia)
  • Incidir nos planos de governo dos candidatos por meio dos partidos

AÇÕES

  • Mobilizar candidatos e partidos
  • Mobilizar entidades da sociedade civil
  • Criar campanha de sensibilização de eleitores e sociedade em geral
  • Análise de dados do município a partir das ferramentas do ICS (IDSC, Mapas e Pesquisas)
  • Análise do desempenho da última gestão
  • Projeção para o próximo mandato em sintonia com a Agenda 2030
  • Perguntas aos candidatos sobre soluções objetivas para o tema
  • Comprometer os candidatos para adesão ao PCS e compromissos com a Agenda 2030

ALCANCE

  • 26 Capitais Brasileiras

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Grandes desafios das capitais brasileiras | 26 capitais estaduais

Vivem nas capitais aproximadamente 46 milhões de pessoas, quase 23% da população brasileira.

Brasil e Capitais

População

% População

Brasil

203.080.756

100,0

População capitais

46.485.828

22,9

Capitais

População

% População

 

Capitais

População

% População

São Paulo (SP)

11.451.999

5,6

 

Campo Grande (MS)

898.100

0,4

Rio de Janeiro (RJ)

6.211.223

3,1

 

Teresina (PI)

866.300

0,4

Fortaleza (CE)

2.428.708

1,2

 

João Pessoa (PB)

833.932

0,4

Salvador (BA)

2.417.678

1,2

 

Natal (RN)

751.300

0,4

Belo Horizonte (MG)

2.315.560

1,1

 

Cuiabá (MT)

650.877

0,3

Manaus (AM)

2.063.689

1,0

 

Aracaju (SE)

602.757

0,3

Curitiba (PR)

1.773.718

0,9

 

Florianópolis (SC)

537.211

0,3

Recife (PE)

1.488.920

0,7

 

Porto Velho (RO)

460.434

0,2

Goiânia (GO)

1.437.366

0,7

 

Macapá (AP)

442.933

0,2

Porto Alegre (RS)

1.332.845

0,7

 

Boa Vista (RR)

413.486

0,2

Belém (PA)

1.303.403

0,6

 

Rio Branco (AC)

364.756

0,2

São Luís (MA)

1.037.775

0,5

 

Vitória (ES)

322.869

0,2

Maceió (AL)

957.916

0,5

 

Palmas (TO)

302.692

0,1

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Os principais problemas das cidades na percepção da população

Fonte: Pesquisa Cidades Sustentáveis | ICS | IPEC

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Temas para o debate eleitoral: desigualdades, clima e democracia

SEGURANÇA

Taxa de homicídio juvenil masculino

  • Taxa de homicídio juvenil masculino de PPI
  • Taxa de homicídio juvenil masculino de BA

TRABALHO E RENDA

Renda média mensal

  • Renda média de mulheres
  • Renda média de homens

SAÚDE

Idade Média ao Morrer

  • Idade Média ao Morrer PPI
  • Idade Média ao Morrer e BA

MEIO AMBIENTE E MUDANÇAS CLIMÁTICAS

  • Capacidade de gestão de riscos e prevenção aos �eventos climáticos
  • Emissões de CO²e per capita

DEMOCRACIA E PARTICIPAÇÃO

Políticas de participação e promoção de direitos humanos

IGUALDADE DE GÊNERO

Mulheres no comando das secretarias municipais (%)

EDUCAÇÃO

Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (IDEB) - anos iniciais (IN)

BA = Brancos + Amarelos�PPI = Pretos + Pardos + Indígenas

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Grandes desafios de uma cidade fluminense: Rio de janeiro

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SEGURANÇA

Taxa de homicídio juvenil masculino

  • Taxa de homicídio juvenil PPI
  • Taxa de homicídio juvenil masculino de BA

Tema para o debate eleitoral

BA = Brancos + Amarelos�PPI = Pretos + Pardos + Indígenas

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Homicídio Juvenil Masculino por raça/cor

Capital

TAXA �Brancos e Amarelos

TAXA �Pretos, pardos e indígenas

Diferença em vezes

Florianópolis (SC)

5,05

1,94

0,4

Porto Alegre (RS)

14,02

11,41

0,8

Curitiba (PR)

9,68

8,84

0,9

São Paulo (SP)

0,85

1,58

1,8

Campo Grande (MS)

3,25

11,37

3,5

Recife (PE)

9,95

36,87

3,7

Belo Horizonte (MG)

2,88

10,78

3,7

Rio de Janeiro (RJ)

3,54

14,54

4,1

Goiânia (GO)

2,20

12,34

5,6

Palmas (TO)

4,74

28,44

6,0

Porto Velho (RO)

5,30

35,77

6,8

Teresina (PI)

5,18

41,43

8,0

Vitória (ES)

2,68

22,08

8,3

Manaus (AM)

5,91

52,36

8,9

Salvador (BA)

8,89

79,19

8,9

Cuiabá (MT)

0,95

10,13

10,7

Rio Branco (AC)

1,70

20,38

12,0

João Pessoa (PB)

1,80

22,11

12,3

São Luís (MA)

1,65

24,41

14,8

Belém (PA)

1,64

27,18

16,6

Boa Vista (RR)

1,47

26,95

18,3

Aracaju (SE)

1,81

47,36

26,2

Fortaleza (CE)

1,24

40,29

32,4

Natal (RN)

0,57

30,06

52,5

Maceió (AL)

0,67

50,66

75,3

Macapá (AP)

0,92

70,19

76,0

Fonte: DataSUS/ Óbitos por causas externas. Extração: 26/08/2024. Nota: (1) Utilizou-se para os anos de 2015 a 2021 as estimativas populacionais do DataSUS. Para o ano de 2022 os dados populacionais são do Censo do ano. �Ano de referência: 2022

Meta para 2030:

0,5 mortes/100 mil habitantes

Número de óbitos por causa externa (CID X89 a Y09, Y35 e Y36), sexo masculino, na faixa etária de 15 a 29 anos (inclusive) ocorridos no município, por 100 mil habitantes do sexo masculino, de 15 a 29 anos, por raça/cor.

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Homicídio Juvenil Masculino por raça/cor

Fonte: DataSUS/ Óbitos por causas externas. Extração: 26/08/2024. Nota: (1) Utilizou-se para os anos de 2015 a 2021 as estimativas populacionais do DataSUS. Para o ano de 2022 os dados populacionais são do Censo do ano.

No Rio de Janeiro, morrem 4x mais jovens PPI do que BA.

Meta para 2030:

0,5 mortes/100 mil habitantes

BA = Brancos + Amarelos�PPI = Pretos + Pardos + Indígenas

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Sugestão de pergunta a candidatas e candidatos

Considerando a alta taxa de mortalidade de jovens �negros e brancos�

Como a cidade pode reduzir o homicídio de jovens?

�Quais as propostas concretas da sua candidatura?

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SAÚDE

Idade Média ao Morrer

  • Idade Média ao Morrer PPI
  • Idade Média ao Morrer e BA

Tema para o debate eleitoral

BA = Brancos + Amarelos�PPI = Pretos + Pardos + Indígenas

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Idade média ao morrer por raça/cor

Fonte: DATASUS/Sistema de Informação de Mortalidade (SIM)�Ano de referência: 2022

Meta para 2030:

75,9 anos

Igualdade nas taxas de BA e PPI

Capital

Brancos e Amarelos

Pretos, pardos e indígenas

Diferença em anos

Rio Branco (AC)

67,0

62,8

4,2

Porto Velho (RO)

64,3

59,8

4,5

Cuiabá (MT)

68,7

62,6

6,0

Manaus (AM)

64,2

58,1

6,2

Campo Grande (MS)

70,6

64,2

6,4

Palmas (TO)

64,5

57,7

6,9

Boa Vista (RR)

62,8

55,5

7,3

Goiânia (GO)

71,3

63,9

7,4

Teresina (PI)

71,7

63,0

8,6

Belém (PA)

73,4

64,7

8,7

Belo Horizonte (MG)

73,4

64,3

9,1

Recife (PE)

71,0

61,9

9,1

São Luís (MA)

76,0

66,8

9,1

João Pessoa (PB)

73,8

64,5

9,3

Rio de Janeiro (RJ)

74,7

65,4

9,4

Porto Alegre (RS)

73,8

64,3

9,5

Curitiba (PR)

71,5

61,8

9,7

São Paulo (SP)

73,2

63,0

10,3

Fortaleza (CE)

74,9

64,2

10,7

Florianópolis (SC)

71,5

60,5

11,0

Natal (RN)

74,8

63,6

11,2

Maceió (AL)

72,8

61,5

11,3

Aracaju (SE)

74,0

62,3

11,7

Vitória (ES)

76,3

64,5

11,8

Salvador (BA)

74,4

62,4

12,0

Macapá (AP)

67,8

55,7

12,1

Idade média dos óbitos registrados a cada ano nos municípios, por raça/cor.

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Idade média ao morrer por raça/cor

Fonte: DATASUS/Sistema de Informação de Mortalidade (SIM)|2024

BA = Brancos + Amarelos�PPI = Pretos + Pardos + Indígenas

Meta para 2030:

75,9 anos

Igualdade nas taxas de BA e PPI

No Rio de Janeiro, as pessoas PPI vivem em média 9 anos a menos que as pessoas BA.

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Considerando que a população negra vive 10 anos a menos �que a população branca

Como a cidade pode reduzir a diferença da idade média ao morrer entre negros e brancos?

�Quais as propostas concretas da sua candidatura?

Sugestão de pergunta a candidatas e candidatos

18 of 42

EDUCAÇÃO

Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (IDEB) - anos iniciais (IN)

Tema para o debate eleitoral

19 of 42

IDEB Anos Iniciais | Qualidade da Educação

Fonte: MEC/IDEB �Ano de referência: 2023

Nota do Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (IDEB) na rede municipal nos anos iniciais do ensino fundamental.

IDEB = Nota de 0 a 10

Meta para 2030: 6,7

Média do Brasil: 6,0 (2023)

Capital

IDEB

Goiânia (GO)

6,50

Rio Branco (AC)

6,40

Teresina (PI)

6,40

Curitiba (PR)

6,30

Palmas (TO)

6,30

Manaus (AM)

6,20

Vitória

6,10

Rio de Janeiro (RJ)

6,00

Fortaleza (CE)

5,90

Belo Horizonte (MG)

5,80

Cuiabá (MT)

5,80

Florianópolis (SC)

5,80

Boa Vista (RR)

5,70

São Paulo (SP)

5,60

Recife (PE)

5,50

São Luís (MA)

5,50

Campo Grande (MS)

5,30

Macapá (AP)

5,30

Maceió (AL)

5,30

Porto Velho (RO)

5,30

Salvador (BA)

5,30

Aracaju (SE)

5,20

João Pessoa (PB)

5,20

Belém (PA)

5,00

Porto Alegre (RS)

4,70

Natal (RN)

4,50

20 of 42

IDEB Anos Iniciais | Qualidade da Educação

Fonte: MEC/IDEB | 2023

Nota do Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (IDEB) na rede municipal nos anos iniciais do ensino fundamental.

IDEB = Nota de 0 a 10

Meta para 2030: 6,7

Média do Brasil: 6,0 (2023)

21 of 42

Considerando a importância da educação para o futuro dos jovens e o baixo desempenho das escolas no IDEB Como a cidade pode melhorar a qualidade da Educação?

Quais as propostas concretas da sua candidatura?

Sugestão de pergunta a candidatas e candidatos

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DEMOCRACIA E PARTICIPAÇÃO

Políticas de participação e promoção de direitos humanos (%)

Tema para o debate eleitoral

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Políticas de participação e promoção de direitos humanos (%)

Fonte: IBGE/MUNIC - Pesquisa de Informações Básicas Municipais �Ano de referência: 2019

Proporção de instrumentos de políticas de participação e direitos humanos.�O indicador consiste no município ter 7 conselhos recomendados:

1- Conselho Municipal de Direitos Humanos; 2- Conselho Municipal de Direitos da Criança; 3- Conselho Municipal de Direitos da Pessoa Idosa; 4- Conselho Municipal de Direitos da Pessoa com Deficiência; 5- Conselho Municipal de Direitos de Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis e Transexuais; 6- Conselho Municipal de Direitos de Igualdade Racial OU Conselho Municipal dos Povos e Comunidades Tradicionais; 7- Conselho Tutelar.

Meta para 2030: 100%

Capital

Políticas de participação (%)

Salvador (BA)

100,0

Cuiabá (MT)

85,7

Florianópolis (SC)

85,7

Fortaleza (CE)

85,7

Porto Alegre (RS)

85,7

Recife (PE)

85,7

São Paulo (SP)

85,7

Vitória (ES)

85,7

Aracaju (SE)

71,4

Belo Horizonte (MG)

71,4

Campo Grande (MS)

71,4

Curitiba (PR)

71,4

Goiânia (GO)

71,4

João Pessoa (PB)

71,4

Macapá (AP)

71,4

Maceió (AL)

71,4

Manaus (AM)

71,4

Palmas (TO)

71,4

Porto Velho (RO)

71,4

Rio Branco (AC)

71,4

Rio de Janeiro (RJ)

71,4

São Luís (MA)

71,4

Teresina (PI)

71,4

Belém (PA)

57,1

Natal (RN)

57,1

Boa Vista (RR)

42,9

24 of 42

Políticas de participação e promoção de direitos humanos (%)

Fonte: IBGE/MUNIC - Pesquisa de Informações Básicas Municipais | 2019

O indicador consiste no município ter 7 conselhos recomendados:

1- Conselho Municipal de Direitos Humanos;�2- Conselho Municipal de Direitos da Criança;�3- Conselho Municipal de Direitos da Pessoa Idosa;�4- Conselho Municipal de Direitos da Pessoa com Deficiência;�5- Conselho Municipal de Direitos de Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis e Transexuais;�6- Conselho Municipal de Direitos de Igualdade Racial OU Conselho Municipal dos Povos e Comunidades Tradicionais;�7- Conselho Tutelar.

Meta para 2030:

100%

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Considerando que cerca de oito em cada dez brasileiros e brasileiras não têm vontade de participar da vida política local�Como a cidade pode estimular e valorizar a participação social, garantindo que a população seja ouvida?

Quais as propostas concretas da sua candidatura?

Sugestão de pergunta a candidatas e candidatos

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TRABALHO E RENDA

Rendimento médio mensal

  • Rendimento médio de mulheres
  • Rendimento médio de homens

Tema para o debate eleitoral

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Diferença no rendimento médio mensal de homens e mulheres

Fonte: IBGE - Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua trimestral�Ano de referência: 2024 (2º trimestre).

Diferença percentual no rendimento médio mensal de entre homens e mulheres

Meta para 2030:

Zerar a diferença (Igualdade salarial)

Capital

Diferença percentual no rendimento

Rio Branco (AC)

3,25

Macapá (AP)

6,34

Boa Vista (RR)

8,89

Aracaju (SE)

12,23

Manaus (AM)

13,30

Porto Velho (RO)

15,10

Palmas (TO)

15,46

Maceió (AL)

18,45

Campo Grande (MS)

18,95

Belém (PA)

19,38

Salvador (BA)

19,41

Natal (RN)

22,56

Cuiabá (MT)

22,90

Porto Alegre (RS)

23,73

São Paulo (SP)

24,54

Vitória (ES)

26,09

Curitiba (PR)

27,28

Goiânia (GO)

28,03

Florianópolis (SC)

28,05

São Luís (MA)

28,14

Fortaleza (CE)

28,48

Rio de Janeiro (RJ)

28,75

João Pessoa (PB)

28,89

Belo Horizonte (MG)

29,02

Recife (PE)

29,30

Teresina (PI)

34,17

28 of 42

Diferença no rendimento médio mensal de homens e mulheres

Fonte: IBGE - Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua trimestral�Dados de 2015, 2016, 2017, 2018, 2019, 2022, 2023 e 2024 (2º trimestre),

2020 (1º trimestre) e 2021 (dado não disponível.

No Rio de Janeiro, em média, as mulheres recebem 29% a menos que os homens.

Meta para 2030:

Zerar a diferença (Igualdade salarial)

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Considerando que as mulheres ganham menos que os homens, ocupando os mesmos cargos

O que a cidade pode fazer para reduzir a desigualdade salarial entre homens e mulheres?

�Quais as propostas concretas da sua candidatura?

Sugestão de pergunta a candidatas e candidatos

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MEIO AMBIENTE E MUDANÇAS CLIMÁTICAS

Emissões de CO²e per capita

Tema para o debate eleitoral

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Emissões de CO²e per capita

Fonte: Sistema de Estimativas de Emissões de Gases de Efeito Estufa (SEEG)/Observatório do Clima (OC)

Ano de referência: 2022

Emissões Líquidas de CO2 (t) (GWP - AR6) por habitante.

Meta para 2030: 0,83

CO2 toneladas/por habitante

Capital

Emissões de CO2e per capita

João Pessoa (PB)

1,10

Salvador (BA)

1,19

São Paulo (SP)

1,22

Belém (PA)

1,24

Maceió (AL)

1,35

Natal (RN)

1,45

Florianópolis (SC)

1,50

Recife (PE)

1,56

Goiânia (GO)

1,61

Teresina (PI)

1,63

Fortaleza (CE)

1,64

Curitiba (PR)

1,73

Porto Alegre (RS)

1,73

Belo Horizonte (MG)

1,82

Vitória (ES)

1,83

Macapá (AP)

1,86

Rio de Janeiro (RJ)

2,03

Palmas (TO)

2,42

Aracaju (SE)

2,99

Manaus (AM)

3,06

Boa Vista (RR)

3,58

São Luís (MA)

3,59

Cuiabá (MT)

3,81

Campo Grande (MS)

4,00

Rio Branco (AC)

15,33

Porto Velho (RO)

62,72

32 of 42

Emissões de CO²e per capita

Fonte: Sistema de Estimativas de Emissões de Gases de Efeito Estufa (SEEG)/Observatório do Clima (OC)

Emissões Líquidas de CO2 (t) (GWP - AR6) por habitante

Meta para 2030:

0,83

CO2 toneladas/por habitante

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Considerando que o dióxido de carbono (CO2) é um dos responsáveis pelo aumento da temperatura nas cidades, resultando no aquecimento global ��Como a cidade pode reduzir as �Emissões de CO2?

�Quais as propostas concretas da sua candidatura?

Sugestão de pergunta a candidatas e candidatos

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MEIO AMBIENTE E MUDANÇAS CLIMÁTICAS

Capacidade de gestão de riscos e �prevenção aos eventos climáticos

Tema para o debate eleitoral

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Capacidade de gestão de riscos e prevenção aos eventos climáticos

O indicador consiste na quantidade de respostas às estratégias igual a "Sim" (adotadas) dividido pelo total de 25 estratégias recomendadas. �As estratégias recomendadas dividem-se em 4 grupos:

1º GRUPO) O município possui como instrumento de planejamento. (N=9)

2º GRUPO) Em relação ao gerenciamento de riscos de desastres decorrentes de enchentes ou inundações graduais, ou enxurradas ou inundações bruscas. (N=7)

3º GRUPO) Em relação ao gerenciamento de riscos de desastres decorrentes de escorregamentos ou deslizamento de encostas. (N=7)

4º GRUPO) Em relação à gestão de riscos e de desastres. (N=2)

Meta para 2030: 100%

Fonte: IBGE/MUNIC - Pesquisa de Informações Básicas Municipais

Ano de referência: 2020

Capital

Estratégias de Gestão de Riscos (%)

Belo Horizonte (MG)

92

Curitiba (PR)

92

Aracaju (SE)

80

São Paulo (SP)

80

Florianópolis (SC)

76

Vitória (ES)

72

Teresina (PI)

68

Maceió (AL)

64

Manaus (AM)

64

Rio Branco (AC)

64

Salvador (BA)

64

Rio de Janeiro (RJ)

60

Fortaleza (CE)

56

Natal (RN)

56

Palmas (TO)

56

Recife (PE)

52

Cuiabá (MT)

48

João Pessoa (PB)

48

Macapá (AP)

48

Boa Vista (RR)

44

Goiânia (GO)

44

Porto Alegre (RS)

44

Porto Velho (RO)

44

São Luís (MA)

40

Campo Grande (MS)

36

Belém (PA)

20

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Capacidade de gestão de riscos e prevenção aos eventos climáticos

O indicador consiste em 25 estratégias recomendadas.�As estratégias recomendadas dividem-se em 4 grupos:

1º GRUPO) O município possui como instrumento de planejamento. (N=9)

2º GRUPO) Em relação ao gerenciamento de riscos de desastres decorrentes de enchentes ou inundações graduais, ou enxurradas ou inundações bruscas. (N=7)

3º GRUPO) Em relação ao gerenciamento de riscos de desastres decorrentes de escorregamentos ou deslizamento de encostas. (N=7)

4º GRUPO) Em relação à gestão de riscos e de desastres. (N=2)

Meta para 2030:�100%

Fonte: IBGE/MUNIC - Pesquisa de Informações Básicas Municipais | 2020

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Considerando o impacto das enchentes no Rio Grande do Sul e o fato de que quase metade das cidades brasileiras decretou estado de emergência no último ano��Como a cidade pode aumentar a sua capacidade de gestão de riscos e prevenção aos eventos climáticos?

�Quais as propostas concretas da sua candidatura?

Sugestão de pergunta a candidatas e candidatos

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Igualdade de Gênero

Mulheres no comando das secretarias municipais (%)

Tema para o debate eleitoral

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Mulheres no comando das secretarias municipais (%)

Fontes: sites das prefeituras e Diários Oficiais. Elaboração: Folha de São Paulo

Ano de referência: 2024

Número de secretarias municipais que são comandadas por sobre o total de secretarias.

Meta para 2030:

Zerar a diferença (Igualdade na representação)

Capital

Mulheres no comando de secretarias municipais (%)

Natal (RN)

55,60

Boa Vista (RR)

44,50

Florianópolis (SC)

42,10

Campo Grande (MS)

38,50

Recife (PE)

36,90

Salvador (BA)

36,80

Belém (PA)

35,70

Macapá (AP)

34,80

Porto Velho (RO)

33,30

Rio Branco (AC)

33,30

Curitiba (PR)

30,80

Cuiabá (MT)

29,40

Rio de Janeiro (RJ)

26,70

Vitória (ES)

26,70

São Paulo (SP)

24,20

São Luís (MA)

24,00

Palmas (TO)

23,50

Fortaleza (CE)

22,20

Belo Horizonte (MG)

21,40

João Pessoa (PB)

20,80

Goiania (GO)

17,70

Porto Alegre (RS)

16,70

Aracaju (SE)

14,30

Maceió (AL)

13,60

Manaus (AM)

13,30

Teresina (PI)

5,90

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Mulheres no comando das secretarias municipais (%)

Fontes: sites das prefeituras e Diários Oficiais | 2024 �Elaboração: Folha de São Paulo

No Rio de Janeiro as mulheres comandam 27% �das secretarias municipais.

Meta para 2030:

Zerar a diferença (Igualdade na representação)

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Considerando a baixa representação das mulheres �em cargos de liderança no executivo

Como a cidade pode aumentar a quantidade de mulheres na liderança das secretarias municipais?

Quais as propostas concretas da sua candidatura?

Sugestão de pergunta a candidatas e candidatos

42 of 42

Obrigado!

Jorge Abrahão

Coordenador Geral do Instituto Cidades Sustentáveis

jorge.abrahao@cidadessustentaveis.org.br

Instituto Cidades Sustentáveis�https://icidadessustentaveis.org.br

�Índice de Desenvolvimento Sustentável das Cidades | IDSC-BR�https://idsc.cidadessustentaveis.org.br