Médica Veterinaria Janice Schmidt
Legislação de interesse derivados cárneos
IN 16/2015 e IN 5/2017 - pequeno porte
Requisitos para agroindustrias de derivados cárneos de pequeno porte
Estabelecimento de:
Área construída:
Atividades:
Execução da inspeção
Aplica-se a:
O que olhar primeiro no processamento de carne?
Inspeção de Rotina
a. Abatedouro Frigorífico
b. Unidade de beneficiamento de carnes e produtos cárneos
Classificação dos estabelecimentos de leite - RIISPOA
🏭 Modelo operacional
🐄🐖🐔 Múltiplas espécies
Abate em pequeno porte – IN 16/2015
Pequeno porte permite simplificação,
mas exige controle rigoroso de fluxo, segregação e higiene
⚠️ Obrigatório:
Segregação total entre espécies
durante todas as etapas
🧼 Higiene (ponto crítico)
📏 Pé-direito
Abate em pequeno porte – IN 16/2015
A IN 16 e IN 5 flexibiliza estrutura.
Não flexibiliza risco.
Não conformidades mais comuns
Etapas críticas em derivados cárneos
“O problema não é só cozinhar bem.
É o que acontece antes e depois.”
Equipamentos
❄️ Resfriamento
(não exige câmara fria obrigatória)
Equipamentos
🔪 Abate e processamento
Permitido uso de:
Mesa de depilação/esfola e evisceração
Funil de sangria
Em substituição à trilhagem aérea
Recipientes - Caixas Plásticas
🪣 Recipientes (ponto crítico)
Devem ser: Exclusivos e identificados
Separação obrigatória:
❌ Resíduos e não comestíveis
✔️ Produtos comestíveis
Devem ser retirados com frequência
Evitar contaminação
Equipamentos
Iluminação e equipamentos adequados
Higienização e conservação dos equipamentos
Boas práticas de fabricação
Boas práticas de fabricação
PSO
PSO
PSO e Rastreabilidade
Barreira Sanitária
Barreira Sanitária
Controles de
temperaturas
Instalações e Equipamentos
Instalações - Área externa
Instalações - Área externa para corredor interno
Instalações e Equipamentos
Bem estar animal
🧑⚖️ Responsabilidade do estabelecimento
Disposições Finais
Pequeno porte não reduz responsabilidade —
a segurança do alimento continua sendo obrigação total do produtor