_Variação da pressão (linha a preto) e da temperatura (linha a vermelho) no interior da Terra.
Fig. 90
_Representação esquemática dos principais aspectos relacionados com a transferência de calor por condução.
Fig. 91
_Comparação do gradiente geotérmico “normal” (i.e. 30°C/km) com os gradientes geotérmicos existentes nas litosferas continental e oceânica e manto superior sublitosférico.
Fig. 92
_Comportamento das isotérmicas em torno de uma zona de rifte e de subducção (a escala vertical da superfície topográfica está fortemente exagerada de modo a enfatizar os aspectos mais relevantes) no caso de:
A- haver um reequilíbrio térmico em cada momento do processo;
B- os processos de condução não conseguirem manter o equilíbrio térmico entre o material que se desloca verticalmente e o material encaixante.
Fig. 93
_Simulação análoga da formação de uma cadeia de montanhas associada a uma zona de subducção e gradientes geotérmicos associados:
A- Estado inicial da experiência finalizando a deposição das camadas horizontais de “areia”;
B- Deformação das sequências de “areia” arrastadas passivamente contra o bordo rígido do “continente”;
C- Aspecto das sequências depois de deformadas;
D- Imposição de um gradiente geotérmico “normal” à sequência deformada.
Fig. 94
_Gradientes geotérmicos para diferentes ambientes geodinâmicos.
Fig. 95
_Percurso exemplificativo da variação das condições de pressão e temperatura associado à evolução de uma cadeia de montanhas:
t0 - Momento inicial, em que os sedimentos estavam à superfície;
t1, t2 e t3 - Episódios distintos da formação da cadeia de montanhas, correspondendo t3 ao momento em que a rocha/formação estudada atingiu a maior profundidade;
t4, t5 e t6 - Processo de erosão e recuperação isostática da cadeia de montanhas com o transporte dos materiais para a superfície.
Fig. 96
_Diagrama de fases da água mostrando os estados físicos para diferentes condições de temperatura e pressão.
Fig. 97
_Diagrama de fases para o carbono puro.
Fig. 98
_Relação de estabilidade entre as diferentes fases de sílica em função da pressão e da temperatura.
Fig. 99
_Diagrama de estabilidade para a dupla calcite / aragonite.
Fig. 100
_Campos de estabilidade para os polimorfos silicatados de alumínio.
Fig. 101
_Campos de eestabilidade e variação das densidades para os polimorfos silicatados de magnésio.
Fig. 102
_Diagrama de fases para o sistema jadeíte + quartzo/albite.
Fig. 103
_Diagrama de estabilidade composicional para as corneanas cálcicas a temperaturas ≥600°C.
Fig. 104
_Diagrama de estabilidade de diversos compostos de manganês para uma temperatura de 25°C e a pressão de 1 atm.
Fig. 105
_Principais processos activos no Ciclo das Rochas.
Fig. 106
_Campos de estabilidade associados aos principais tipos de rochas.
Fig. 107
_Relação entre episódios de deformação e desenvolvimento de paragéneses minerais numa situação fictícia evidenciada por observações a diferentes escalas:
A- Mapa geológico (escala macroscópica);
B- Esquemas de afloramentos (escala mesoscópica);
C- Observações ao microscópio (escala microscópica).
Fig. 108
_Evolução temporal do desenvolvimento dos minerais metamórficos no contexto da sucessão de eventos tectonometamórficos.
Fig. 109
_Sobreposição de dobramentos num processo de deformação contínua:
A- Dobras deitadas precoces (D1a);
B- Redobramento das dobras precoces por dobras tardias com plano axial vertical (D1b).
Fig. 110
_Interferência de estruturas precoces e tardias numa zona de cisalhamento:
A- Desenvolvimento de uma xistosidade precoce sigmoidal (D1a);
B- Formação de dobras tardias da xistosidade precoce (D1b).
Fig. 111
_Propagação da deformação das zonas mais internas para as mais externas:
A- Deformação precoce nas zonas internas (D1a);
B- Deformação tardia nas zonas internas (D1b) e precoce nas externas (D1a).
Fig. 112
_Alguns processos associados à deformação da malha cristalina de um cristal de halite:
A- Representação esquemática da estrutura atómica tridimensional de um Fig. 113 cristal de halite;
B- Deformação por cisalhamento simples da face de um cristal de halite;
C- Cisalhamento simples de um baralho de cartas de jogar.
Fig. 113
_Exemplo de defeitos pontuais nas malhas cristalinas.
Fig. 114
_Representação esquemática da evolução da mudança da forma externa de um cristal por migração de defeitos pontuais durante o processo de deformação
(adaptado de Passchier & Trouw, 1999).
Fig. 115
_Principais transformações associadas à diagénese3 de um arenito com cimento silicioso:
A- Estado inicial com a relação espacial entre os principais constituintes;
B- Aspecto do arenito visto ao microscópio, evidenciando a dificuldade em distinguir os grãos originais do cimento;
C- Indentação dos grãos de quartzo devido ao mecanismo de solução por pressão.
Fig. 116
_Evolução das alterações na malha cristalina durante a deformação de um cristal:
A- Estado ante-deformação;
B- Começo da deformação com o aumento da densidade de imperfeições cristalinas;
C- Concentração das imperfeições ao longo de bandas de deformação;
D- Individualização de subgrãos;
E- Rotação de subgrãos e formação de um novo cristal.
Fig. 117
_Principais processos de transformação dos grãos de quartzo durante a formação e evolução de um quartzito:
A- Estado ante-tectónico;
B- Redução da dimensão dos grãos (que podem ficar preservados como clastos/porfiroclastos - Porf) por formação de subgrãos (sg) e por formação de neoblastos (nb);
C- Poligonização tardia pós-tectónica.
Fig. 118
_Quartzitos do Ordovícico Inferior da praia da Apúlia, indicando polaridade invertida, pois o princípio da intersecção mostra que os leitos B são mais recentes que os A.
Fig. 119
_Diferenças estruturais entre um calcário e um mármore observadas ao microscópio (ampliação de 10 vezes):
A- Textura original do calcário;
B- Textura poligonal devido ao intercrescimento de cristais de calcite num campo de tensões isótropo.
Fig. 120
_Representação esquemática dos principais processos geométricos relacionados com as fases iniciais de dobramento de uma sequência de arenitos e argilitos (os grãos e as camadas estão a diferentes escalas):
A- Fase inicial anterior à deformação;
B- Predomínio da deformação intergranular durante a deformação precoce;
C- Início do processo de dobramento das superfícies de estratificação.
Fig. 121
_Representação esquemática (e sem preocupações de escala) da variação do tamanho dos cristais durante o metamorfismo de um argilito:
A- Clivagem bem marcada mas baça sem cristais visíveis à vista desarmada (ardósia);
B- Clivagem evidente com um brilho sedoso mas ainda sem cristais visíveis à vista desarmada (filito);
C- Xistosidade bem desenvolvida e cristais visíveis à vista desarmada (xisto).
Fig. 122
_Clivagem de fractura definindo microlitons:
A- Em leitos de quartzitos impuros intercalados com ardósias no Carbonífero da região do Porto da Arrifana;
B- Em grauvaques claros da formação pré-Ordovícico Inferior da região de Figueira de Castelo Rodrigo.
Fig. 123
_Relação dos minerais índice (e de alguns minerais comuns) com o grau metamórfico; as setas assinalam a localização das isógradas de metamorfismo.
Fig. 124
_Metodologia utilizada para cartografar as isógradas e as zonas metamórficas:
A- Bloco diagrama mostrando uma superfície topográfica inclinada para Sul que intersecta um antiforma;
B- Trajectos realizados com as primeiras ocorrências de minerais índice, as isógradas e as zonas metamórficas;
C- Relação das isógradas e das zonas metamórficas com a geologia.
Fig. 125
_Relação geométrica entre as isógradas / zonasmetamórficas e os dobramentos.
Fig. 126
_Relação entre as zonas metamórficas e as cadeias de montanhas:
A- Estádio de desenvolvimento máximo do orógeno;
B e C- Deformação das zonas metamórficas durante o processo de recuperação isostática.
Fig. 127
_As principais fácies metamórficas num diagrama pressão-temperatura.
Fig. 128
_Diagrama pressão-temperatura mostrando as três principais séries de fácies metamórficas.
Fig. 129
_Utilização da estabilidade das reacções mineralógicas na determinação da profundidade dos processos geológicos:
A- Percurso PTt para uma rocha envolvida num processo orogénico;
B- Representação gráfica das taxas de enterramento e exumação num gráfico pressão - tempo.
Fig. 130
_Principais processos activos nas várias fases de evolução de uma bacia:
A- Fase de enterramento;
B- Fase de aquecimento;
C- Fase de levantamento;
D- Fase de destapamento.
Fig. 131
_Deflexão das isotérmicas pela ascensão de um corpo magmático.
Fig. 132
_Principais processos activos no metamorfismo de contacto:
A- Auréola de metamorfismo e processos de difusão;
B- A influência da composição química/mineralógica do protólito;
C- Dos protólitos calcários aos skarns.
Fig. 133
_Disposição das faixas metamórficas emparelhadas em torno da placa do Pacífico (adaptado de Miyashiro, 1961):
A- Padrão geral;
B- Região do Japão;
C- Região de São Francisco;
D- Região da Nova Zelândia;
E- Região dos Andes.
Fig. 134
_Distribuição superficial das faixas metamórficas emparelhadas de um arco insular antes (A) e depois da sua erosão (B).
Fig. 135
_Zonamento metamórfico característico das zonas de subducção.
Fig. 136
_Contexto geológico das faixas metamórficas emparelhadas da região de São Francisco (adaptado de Irwin, 1990):
A- Evolução tectónica da placa de Farallon nos últimos 30 milhões de anos;
B- Distribuição espacial das principais unidades tectónicas da região de São Francisco;
C- Relação esquemática da subducção da placa de Farallon com as principais unidades geológicas associadas à subducção durante o final do Mesozóico.
Fig. 137
_Zonamento metamórfico na região central dos Himalaias:
A- Distribuição das principais unidades tectónicas;
B- Relação das unidades dos Himalaias com a subducção da placa Indiana e o bloco de Lhasa, indicando a localização do corte da figura C;
C- Distribuição dos minerais índice (adaptado de Harrison et al., 1997).
Fig. 138
_Modelos de inversão metamórfica propostos para a região dos Himalaias:
A- Inversão por dobramento tardio de grande escala;
B- Inversão por imbricção de carreamentos;
C- Inversão por fluxo canalizado.
Fig. 139
_Zonamento metamórfico nos riftes oceânicos:
A- Estrutura geral da litosfera oceânica na zona de rifte;
B- Estrutura simplificada de uma crosta oceânica (ver figura 16 para maior detalhe);
C- Distribuição das zonas metamórficas.
Fig. 140
_Circulação de fluidos na crosta oceânica.
Fig. 141
_Campos de fusão total e parcial num diagrama pressão - temperatura.
Fig. 142
_Contextualizando as condições de fusão no interior da Terra: A- Gradiente geotérmico médio versus curva liquidus;
B- Variação da velocidade de propagação das ondas sísmicas do tipo S e P.
Fig. 143
_Representação esquemática num diagrama pressão-temperatura das condições teóricas que condicionam o processo de fusão dos materiais rochosos:
A- Fusão por aumento de temperatura a pressão constante (pT) ou por descompressão a temperatura constante (pP);
B- Fusão por deslocamento das curvas solidus e liquidus por adição de água.
Fig. 144
_Representação esquemática dos principais processos de fusão das rochas nas zonas mais superficiais da Terra:
A- Curvas solidus e liquidus na crosta continental e no manto infracrustal peridotítico;
B- Fusão por aumento da temperatura (1), por descompressão (2) ou por adição de adição água (3).
Fig. 145
_Representação esquemática da evolução das condições que levam à cristalização de um magma num diagrama pressão - temperatura.
Fig. 146
_Principais texturas das rochas magmáticas:
A- Texturas vulcânicas típicas;
B- Texturas plutónicas típicas.
Fig. 147
_Filões ácidos e básicos com texturas afaníticas/porfíricas cortando o gabro do maciço de Sines imediatamente a sul da Praia da Costa Norte (esquema baseado numa imagem satélite).
Fig. 148
_Da sequência de cristalização dos silicatos à sistemática das rochas magmáticas:
A- Série de reacção de Bowen;
B- Tipos de rochas magmáticas segundo o teor em sílica.
Fig. 149
_Principais rochas magmáticas tendo em consideração a sua composição mineralógica e textura.
Fig. 150
_Classificação de Streckeisen para as rochas magmáticas (versão simplificada):
A- Para as rochas faneríticas;
B- Para as rochas afaníticas.
Fig. 151
_Alinhamento dos granitos Variscos pós-tectónicos associados ao sistema de falhas NNE-SSW da região de Vila Real-Chaves (simplificado da Carta Geológica de Portugal, na escala de 1/1 000 000, Laboratório Nacional de Energia e Geologia).
Fig. 152
_Sistemática das rochas ultramáficas baseada nos teores de olivina e piroxenas, realçando a existência de diversos tipos de peridotitos e piroxenitos.
Fig. 153
_Aumento do valor da impulsão devido ao aumento da fusão parcial do peridotito considerado.
Fig. 154
_Relação entre a magmatogénese e os ambientes tectónicos.
Fig. 155
_Distribuição das principais regiões vulcânicas no contexto das placas tectónicas; os dados das regiões emersas foram baseados na localização
de cerca de 1500 vulcões holocénicos (in: Smithsonian Institution; Global Volcanism Program data base).
Fundo das placas como na figura 7.
Fig. 156
_Relação percentual entre os volumes de rochas vulcânicas e plutónicas produzidas nos principais ambientes magmáticos de acordo com os valores da tabela 3.
Fig. 157
_Classificação das rochas magmáticas baseada na sua alcalinidade segundo a proposta de Cox et al., 1979:
A- Para as rochas com textura fanerítica;
B- Para as rochas com textura afanítica.
Fig. 158
_Principais séries magmáticas sobrepostas aos campos de sistemática das rochas magmáticas de Cox et al., 1979 utilizados na figura 158.
Fig. 159
_Formação de riftes intracontinentais segundo um modelo:
A- Activo;
B- Passivo.
Fig. 160
_Episódios magmáticos associados à evolução de um rifte intracontinental (inspirado em Kampuzu e Mohr (1991):
A- Fase de pré-rifte;
B- Relação dos gradientes geotérmicos com as curvas solidus e liquidus no eixo e afastado da zona de rifte;
C- Fase de rifte;
D- Fase de Afar.
Fig. 161
_Principais processos magmáticos activos numa zona de rifte oceânico:
A- Corte geológico de uma zona de crista meso-oceânica;
B- Relação do gradiente geotérmico com as curvas solidus e liquidus afastado da zona de rifte (perfil B-B’);
C- Relação do gradiente geotérmico com as curvas solidus e liquidus na zona de rifte (perfil C-C’).
Fig. 162
_Relação entre a profundidade média dos fundos oceânicos e a idade da crosta oceânica.
Fig. 163
_Principais processos magmáticos activos numa situação de arco continental:
A- Corte geológico numa subducção infracontinental;
B- Relação do gradiente com as curvas solidus (anidro e hidratado) e liquidus para a cunha de peridotito lherzolítico supra-subducão;
C- Relação dos gradientes geotérmicos g1 e g2 existentes na crosta continental com as curvas solidus anidro e hidratado para o granito.
Fig. 164
_Representação esquemática de alguns dos principais processos associados à génese de magmas graníticos:
A- Fusão desencadeada pelo calor transferido pelo arrefecimento de magmas básicos produzidos em níveis mais profundos;
B- Anatexia crustal dos níveis profundos da crosta continental desencadeada pelo espessamento orogénico;
C- Processos de extensão nas fases orogénicas tardias eventualmente associados a delaminação dos níveis profundos da litosfera;
D- Desidratação dos sedimentos e /ou da crosta oceânica subjacente ao arco continental.
Fig. 165
_Principais processos magmáticos activos numa situação de arco insular:
A- Corte geológico evidenciando a relação arco magmático - bacia de retro-arco;
B- Relação do gradiente geotérmico com as curvas solidus (anidro e hidratado) e liquidus para a cunha de peridotito supra-subducão;
C- Relação do gradiente geotérmico g com as curvas solidus e liquidus para a bacia de retro-arco.
Fig. 166
_Representação esquemática dos principais processos magmáticos associados à ascensão de uma pluma mantélica quente:
A- Fase inicial da ascensão;
B- Relação dos gradientes geotérmicos da pluma e do encaixante com as curvas solidus e liquidus para os sectores mais superficiais do manto;
C- Fase de chegada da cabeça da pluma à litosfera;
D- Fase tardia de actividade de uma pluma mantélica.
Fig. 167
_Principais processos de fusão numa litosfera continental sobrejacente a uma pluma mantélica quente.
Fig. 168
_Principais processos de fusão numa litosfera oceânica sobrejacente a uma pluma mantélica quente.
Fig. 169