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LAURYANNA

QUEIROZ

EDUCAÇÃO

FÍSICA

DANÇAS DE SALÃO: BRASILEIRAS

18/03/2022

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  • Para Deutsch (1997) tanto a dança quanto a dança de salão baseiam-se nos movimentos naturais do ser humano. Ao andarmos para frente e para trás, para um lado e para o outro e ao girarmos, estamos executando movimentos semelhantes aos que utilizamos em um salão de danças. Da juventude à terceira idade pode-se sempre praticar a dança de salão.

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  • A dança de salão tem origem na corte do rei Luís XIV de França (1638-1715). É possível que, na época, os pares se abraçassem lateralmente, por conta dos soldados carregavam a espada no lado esquerdo, como é mostrado nas imagens de Il Ballarino, de Fabrizio Caroso.

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  • A dança de casal foi levada pelos colonizadores europeus para as diversas regiões das Américas, onde deu origem a muitas variedades à medida em que se mesclava às formas populares locais: tango, na Argentinamaxixe (que daria origem ao samba de gafieira), no Brasil; a habanera, que deu origem a diversos ritmos cubanos, como a salsa, o bolero, a rumba etc.
  • Nos Estados Unidos, o swing surgiu de grupos negros dançando ao som de jazz no início dos anos 1920. As primeiras danças de salão estadunidenses criadas foram o charleston e o lindy hop. Essas deram origem a vários outros tipos de danças estadunidenses, como o jitterbug, o balboa, o west coast swing e o east coast swing.

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A dança de salão chegou no Brasil no século XIX. Atualmente, no Brasil, os gêneros mais praticados, tanto nos bailes quanto nas escolas especializadas, são: forró universitário, samba de gafieira, zouk, soltinho, salsa, bolero, bachata, tango e kizomba, sendo que ainda podemos encontrar diversas variações destes gêneros.

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  • Soltinho pode ser considerado como uma versão brasileira do swing e é frequentemente usado para dançar Rock.
  • Zouk é nome de um estilo musical das Antilhas homônimo ao estilo de dança brasileiro Zouk, que contém movimentos parecidos com as da Lambada. Com a escassez de músicas de Lambada os dançarinos passaram a utilizar músicas mais lentas, principalmente da região antilhana (Zouk) e africana (Kizomba), incorporando movimentações de outras danças e originando o ritmo de dança brasileira Zouk. O Zouk brasileiro pode ser dançado com música de Zouk, de Kizomba e várias de Reggaeton ou através de remixes e produções de DJ's.

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A dança sertaneja dançada a dois tem muitas variações pelo interior do país. A forma mais comum de dançar é o popular "dois pra lá, dois pra cá" de maneira simples e sem fazer passos complexos. Dependendo da região, alguns movimentos de forró são usados.

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Por causa da popularidade do gênero musical sertanejo universitário no Brasil, algumas escolas de dança oferecem curso de dança de sertanejo universitário. Entretanto, não existe dança desse gênero musical e o sertanejo universitário não segue um padrão de ritmo uniforme compatível com uma mesmas dança. O que é feito geralmente é ensinar Vanera (adicionando alguns passos de Forró) ou Bachata com o nome "sertanejo universitário".

A Vanera, a qual é parte da cultura gaúcha, usa um estilo de percussões muito parecido com o do sertanejo universitário, além de instrumentos em comum. A Bachata é completamente diferente do sertanejo universitário, mas é muito fácil de aprender e usa a base do popular "dois pra cá, dois pra lá". A Bachata dançada com música de sertanejo universitário tem uma interpretação muito diferente da forma original, porque o estilo de percussão é muito diferente.

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VANERA: dança é originária de Cuba e era chamada de Habanera. No Rio Grande do Sul passou a ser chamada de Vanera“. A Vanera caracteriza-se principalmente por movimentos de mais próximidade, curtos e rápidos. O que chamamos de “dançar mais coladinho”. Na dança as pessoas usam roupas originárias da Europa e Oriente Médio.

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