FORMAS DE EXPRESSÃO
JONGO
AVÔ DO SAMBA
Parte das danças de umbigada
Ritmo de tambores
Origem BANTO (veio do REINO DO CONGO –ATUAL ANGOLA)
Cantigas – jogos de adivinhação
JONGO - INSTRUMENTOS
EM CIRCULO - FERTILIDADE
����BEM CULTURAL����
TOMBADO:��HUMANIDADE – UNESCO�federal – IPHAN�estadual – SECRET.CULTURA�municipal – SECRET.CULTURA��
COMPLEMENTARES
(ENEM ADAPTADA) O interesse do grupo modernista pelas cidades históricas de Minas começa dois anos após a Semana de Arte Moderna, em 1924, quando, acompanhando Blaise Cendrars, Oswald de Andrade, Tarsila do Amaral, Mário de Andrade, Paulo Prado, D. Olívia Guedes Penteado e outros visitaram as cidades históricas de Minas Gerais, na famosa “viagem de redescoberta do Brasil” (...)Tarsila do Amaral quis voltar a Paris, não para participar de movimentos vanguardistas, mas para “adquirir um saber que proporcionasse a restauração” (SANTIAGO, 1989, p. 106) do patrimônio colonial brasileiro, em estado lastimável.
FRANCO, Marcio Arruda. Ouro Preto dos Poetas Modernistas. Campinas: Revista Remate dos Males, 2013, p.212.
A criação no Brasil do Serviço do Patrimônio Histórico Artístico Nacional (Sphan), em 1937, foi orientada por ideias como as descritas no texto, que visavam:
a. resguardar da destruição as obras representativas da cultura
nacional, por meio de políticas públicas preservacionistas.
b. transferir para a iniciativa privada a responsabilidade de preservação do patrimônio nacional, por meio de leis de incentivo fiscal.
c. definir os fatos e personagens históricos a serem cultuados pela sociedade brasileira, de acordo com o interesse público.
d. submeter a memória e o patrimônio nacional ao controle dos órgãos públicos, de acordo com a tendência autoritária do Estado Novo
e. determinar as responsabilidades pela destruição do patrimônio nacional, de acordo com a legislação brasileira.