OS IMPACTOS SOCIOAMBIENTAIS CAUSADOS PELO DESMATAMENTO DAS ÁREAS DE PRESERVAÇÃO PERMANENTE (APP) DOS MANGUES NA CIDADE DE BRAGANÇA-PA.
BRENO PAIVA
RUTE RODRIGUES
UEPA
Introdução
A microrregião de Bragança, no Pará, ilustra a complexa interação entre o desenvolvimento humano e a preservação ambiental, sendo um exemplo de como o crescimento econômico e a conservação da natureza podem se entrelaçar.
Com destaque para os vastos manguezais, que representam a maior faixa contínua de mangue do mundo, a região desempenha um papel crucial tanto na manutenção da biodiversidade quanto na economia local.
Introdução
No entanto, a degradação acelerada desses ecossistemas, impulsionada por projetos de urbanização e pela falta de fiscalização, ameaça a qualidade ambiental e o equilíbrio social, exigindo uma reflexão crítica sobre as consequências dessas transformações. Como observa Tuan (1983), a percepção do espaço e das mudanças que nele ocorrem está intimamente ligada à experiência vivida, o que implica a necessidade de um entendimento mais profundo sobre as relações entre homem e natureza, especialmente em áreas vulneráveis.
Objetivo Geral
Objetivo Específico
Metodologia
Resultados
A pesquisa destaca que, apesar da relevância ecológica e econômica dos manguezais, é urgente um debate mais amplo sobre sua preservação, dado o impacto direto dessas transformações na qualidade de vida local e no equilíbrio ambiental global. Vale ressaltar os eventos climáticos registrado nos útimos anos. Esse quadro destaca a urgência da preservação desse ecossistemas no planeta, tendo em vista que a degradação dessas áreas podem gerar consequências tanto para o meio ambiente, quanto para a população.
Considerações Finais
É fundamental que haja uma conscientização mais ampla sobre a importância desses ecossistemas, bem como políticas públicas que garantam sua preservação e que os impactos das atividades humanas sejam devidamente monitorados e controlados. A proteção dos manguezais não é apenas uma questão ambiental, mas também uma necessidade para garantir a sustentabilidade das comunidades que dependem desses recursos para sua sobrevivência e bem-estar.
Referências Bibliográficas
ALVES, A. B. Estrada Bragança-Ajuruteua: Desenvolvimento e Progresso (1975-1984). Revista Ars Historica. Rio de Janeiro, n°12, p. 229-250, Jan./Jun. 2016..
BRANDÃO, Eraldo José. O Ecossistema Manguezal: Aspectos Ecológicos e Jurídicos. Revista do curso de Direito UNIABEU. Nilópolis, v.1, n.2, p.1-16, ago./dez, 2011.
TUAN, Y. F. Espaço e Lugar: A Perspectiva da Experiência. Tradução: Lívia de Oliveira. São Paulo: Difel, 1983.