ENERGIA E ASTRONOMIA
3ª Série
ENERGIA DO FOGO
AULA 14
OBJETIVOS DA AULA
d02: Compreender manifestações e/ou transformações da energia.
d03: Reconhecer o domínio da energia pelo homem em suas diferentes manifestações e contextos ao longo da história.
Importante: você está preparado para a Prova Paraná? O conteúdo desta aula aborda os descritores que serão avaliados!!! Fique ligado!
Com base em seus conhecimentos prévios e, ao comando do(a) professor(a), responda em seu caderno seguinte questão:
PARA INÍCIO DE CONVERSA
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Como o domínio do fogo impactou o desenvolvimento da civilização humana?
O DOMÍNIO DO FOGO (Energia Química)
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Porém, só a partir de 7000 a.C. é que os humanos desenvolveram técnicas para fazer fogo por meio de fricção (atrito de dois corpos ou objetos).
Evidências indicam que a primeira utilização controlada do fogo ocorreu há pouco mais de 1,4 milhão de anos.
A IMPORTÂNCIA DO FOGO
Assista com atenção o vídeo ao lado e, em seguida, responda à atividade proposta no próximo slide.
É possível configurar o vídeo para exibição de legenda em português.
The Croods (Original). Ano produção 2013. Dirigido por Chris Sanders (II) Kirk DeMicco. Disponível em: https://www.youtube.com/watch?v=w6ivjvOqBy0 - Acesso em 30 de outubro de 2023.
Praticando 1
A luz e o calor transmitido pelo fogo possibilitaram conforto térmico, atividades após o pôr do Sol, afastamento de animais indesejados durante a noite, cozimento de alimentos – maior longevidade, dieta mais calórica (fundamental para a evolução e o crescimento do cérebro humano), as refeições passaram a ter funções de sociabilidade.
Ao comando do(a) professor(a), escreva em seu caderno, os benefícios gerados pelo fato do ser humano dominar as técnicas de fazer o fogo?
DOMINAR O FOGO
Dominar o fogo implica na necessidade de combustível, e tudo começa com o uso da lenha e carvão mineral. E por isso, essa história não é marcada apenas por benefícios, mas também por consequências nem sempre positivas para o ser humano e para o planeta.
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A madeira, por exemplo, até o século XVII, era o combustível universal, além de ser o único material de construção que se oferecia como alternativa à pedra e à alvenaria, para as casas e obras públicas. Era, também, o material por excelência da construção naval.
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DOMINAR O FOGO
A UTILIZAÇÃO DO CARVÃO MINERAL
Durante a Revolução Industrial, século XVIII, as máquinas a vapor foram amplamente utilizadas para aquecer a água e gerar o vapor que impulsionava os motores, substituindo o trabalho humano e animal.
O carvão mineral como fonte de energia conhecido pelos chineses muitos anos antes de Cristo, teve seu uso em larga escala na Europa na Idade Média, quando começou a ser minerado.
Máquina a vapor Watt & Boulton.
A máquina a vapor nasceu da necessidade de bombear poços de minas inundadas e permitir uma mineração mais profunda.
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Porém, tanto o uso da lenha e posteriormente do carvão trouxe grandes danos ao meio ambiente, consequência do desmatamento e a poluição do ar resultante.
APLICAÇÕES E IMPACTOS AMBIENTAIS
As aplicações eram muitas: aquecimento, bombeamento de água, elevação de cargas, máquinas a vapor nas indústrias, locomotivas e navios a vapor, termelétricas.
Site: COKETOWN
“A Revolução industrial e a cidade”,
de Rodolfo Alves Pena.
Praticando 2
Ao comando do(a) professor(a), levante a mão indicando a alternativa que corresponde a transformação de energia que ocorre na locomotiva a carvão:
O QUE VIMOS?
Professor, caso tenha alguma sugestão ou elogio para esta aula, acesse: https://forms.gle/ZuC8G4UPYMEdztJy5
Reconhecemos a necessidade e os usos da energia pelo homem ao longo da história e identificamos os impactos socioculturais e ambientais decorrentes.
REFERÊNCIAS
GONÇALVES FILHO, Aurélio. Física: interação e tecnologia. Vol. 3. Aurélio Gonçalves Filho, Carlos Toscano. 2ª ed. – São Paulo: Leya, 2016.
HEWITT, Paul G. Fundamentos de Física Conceitual – tradução Trieste Ricci. – Porto Alegre: Bookman, 2009.
PARANÁ. Trilha Energia e Astronomia. Secretaria de Estado da Educação. Curitiba, 2023.
POLITO, Antony M. M. A Construção da estrutura conceitual da Física Clássica. São Paulo: Editora Livraria da Física, 2016.