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INTRODUÇÃO

RELATO DE EXPERIÊNCIA: OFICINA DE REANIMAÇÃO CARDIOPULMONAR EM AMBIENTE ESCOLAR

OBJETIVOS

METODOLOGIA

RESULTADOS

RESULTADOS

REFERÊNCIAS

A parada cardiorrespiratória (PCR) representa uma das principais causas de morte súbita no Brasil, com alto índice de ocorrência fora do ambiente hospitalar. A capacitação da população leiga, sobretudo em espaços escolares, torna-se estratégica para ampliar a resposta imediata em situações emergenciais. A Lei nº 13.722/2018 reforça essa diretriz ao tornar obrigatória a formação em primeiros socorros para profissionais da educação básica. Nesse contexto, o ensino da reanimação cardiopulmonar (RCP) a crianças, adolescentes e adultos em ambiente escolar ganha relevância como ação |educativa e de saúde pública

Relatar a experiência de estudantes de medicina na condução de oficinas teórico-práticas sobre RCP com adolescentes, jovens e adultos em escolas públicas, analisando os impactos pedagógicos, desafios operacionais e percepções dos participantes.

Estudo observacional, descritivo e qualitativo, a ação contempla uma atividade de extensão da disciplina habilidades profissionais do curso de medicina da PUCPR que aborda sobre a organização da rede assistencial de saúde. A oficina ocorreu entre maio e junho de 2024, em uma instituição pública de Curitiba-PR, com os estudantes da Educação para Jovens e Adultos-EJA. A metodologia adotada envolveu exposição dialogada, demonstração técnica com bonecos simuladores, uso de recursos audiovisuais e simulações práticas supervisionadas.

As oficinas possibilitaram a vivência prática dos protocolos de RCP, com ênfase no reconhecimento precoce da PCR, acionamento ágil dos serviços de emergência e execução correta das compressões torácicas. Os participantes demonstraram notável engajamento, expressando curiosidade, empatia e compartilhando experiências pessoais relacionadas a situações de urgência. A interação dinâmica e a inserção das simulações favoreceram a internalização das técnicas, proporcionando confiança e protagonismo aos alunos. Observou-se rápida aquisição de habilidades motoras, mesmo em tempo reduzido, e fortalecimento da percepção de responsabilidade coletiva diante de emergências. Contudo, uma fragilidade foi a ausência de instrumentos avaliativos formais que permitissem mensurar de maneira objetiva a retenção do conhecimento e a consolidação das habilidades no longo prazo.

A experiência extensionista evidenciou que a escola é um espaço privilegiado para a educação em saúde e que as oficinas de RCP representam estratégia eficaz de inclusão comunitária. Para além de compartilhar a técnica, a ação promoveu o desenvolvimento de competências socioemocionais, como solidariedade, empatia e corresponsabilidade, tanto nos alunos participantes quanto nos acadêmicos de medicina. Reforça o papel social da universidade na promoção de saúde e prevenção de agravos, aproximando teoria e prática em benefício da população. Além disso, ressalta a importância da continuidade e ampliação de atividades de extensão semelhantes, com o objetivo de assegurar a sustentabilidade das ações e contribuir para a consolidação de uma cultura de resposta rápida e eficaz diante de emergências médicas no ambiente escolar.

1. Rodrigues Marques H, Cardoso Campos A, Meirelles andrade D, Luiz Zambalde A. Inovação no ensino: uma revisão sistemática das metodologias ativas de ensino-aprendizagem. Avaliação. 2021;26(3):718–741.

2. Dos Reis SM, Minucci GS, Jurgilas MDP, Moreira MO, De Oliveira AR. Projeto de extensão “Ensinando a salvar vidas”: um relato de experiência na pandemia. Rev Conexão UEPG. 2021;17(1):1–12.

3. Da Costa MC, Da Silva TB, De Lira SMA, De Araújo RF, Neto FAD, Júnior JPS, Pereira LV, Tejo ACDO. A percepção dos professores quanto à importância da inclusão dos conhecimentos de reanimação cardiopulmonar nas escolas. Braz J Health Rev. 2021;4(6):29030–29047.

4. Dos Santos Medeiros G, Trigueiro da Silva MF, Costa Ferreira V, Andrade Lucena H, Marinho de Lima Júnior U. Efetividade do ensino teórico-prático de manobras de reanimação cardiopulmonar em escolas. Rev Coopex. 2023;14(2):1103–1116.

5. Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU). Protocolos de Suporte Básico de Vida. Brasília (DF): Ministério da Saúde; 2014. 482 p.

6. Brasil. Lei nº 13.722, de 4 de outubro de 2018.Torna obrigatória a capacitação em noções básicas de primeiros socorros de professores e funcionários de estabelecimentos de ensino públicos e privados de educação básica e de estabelecimentos de recreação infantil. Brasília (DF): Imprensa Nacional; 2018.

7. Cruz Vermelha. Primeiros socorros nas escolas. 2020.

8. Coutinho JC, Deus MO, Pinheiro SS, Sousa LAP, De Oliveira MCSL. O ensino de ressuscitação cardiopulmonar para jovens: quais os benefícios e as metodologias empregadas? Rev Med Minas Gerais. 2022;1–8.

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Autor¹*; Autor¹; Autor¹; Autor¹; Autor2; Autor¹

1 Laboratório XXXXX, Departamento XXX, Universidade XXX, Cidade – UF.

² Grupo de Pesquisa XXXXX, Instituto de Pesquisa XXX, Cidade – UF.

*email do autor correspondente

INTRODUÇÃO

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OBJETIVOS

METODOLOGIA

RESULTADOS

CONCLUSÃO

REFERÊNCIAS

LOGOS

LOGOS

LOGOS

A introdução é a sessão que irá explicar do que se trata seu trabalho e qual lacuna ele resolverá no meio científico. É nela que você contextualiza o assunto e, dessa maneira, atrai o leitor para entender melhor seu trabalho. Uma dica inicial é tentar não fazer textos muito extensos, priorizando a simplicidade e objetividade na interpretação, uma vez que o pôster deve ser autoexplicativo.

Os objetivos do seu trabalho devem ser claros e fáceis de entender. Lembre-se que as sessões aqui explanadas são apenas exemplos e podem ser adaptadas de acordo com a modalidade de trabalho apresentada.

Na metodologia é essencial dizer em qual comitê de ética o seu trabalho foi aprovado, contendo o número de aprovação e a data. Além disso, você deve explicar qual seu objeto de estudo e a maneira usada para estudá-lo. Uma excelente maneira de demonstrar a metodologia é utilizando um fluxograma.

Nessa sessão é importante descrever de maneira clara e objetiva quais resultados foram obtidos no estudo previamente explicado. Aqui também é interessante utilizar tabelas, gráficos e afins para tornar o pôster mais atrativo e informativo visualmente.

Lembre-se de que sempre que imagens ou tabelas forem utilizadas é importante inserir também a fonte da qual foi retirado. Coloque legenda e fonte em imagens. gráficos e tabelas para facilitar a interpretação.

Na conclusão você deve concluir o raciocínio que seu trabalho expressa, deixando clara a contribuição para a sociedade e para o meio científico proporcionada por sua realização.

SOBRENOME, Nome com sobrenome (se houver). Título do livro. Número da Edição, volume.

SOBRENOME, Nome com sobrenome (se houver). Título do livro. Número da Edição, volume.