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A auditoria interna, a auditoria financeira e operacional pública

  • CÉZAR VOLNEI MAUSS
  • NOVEMBRO DE 2025

  • ACOPESP
  • SERRA NEGRA - SP

  • Fone: 54-99986-2679

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  • Prof. Mestre Cézar Volnei Mauss

-Empresário, sócio da MAUSS CONSULTORIA EM GESTÃO (pública e privada)�-Proprietário de escritório contábil

-Contador público desde 2000�-Servidor público desde 1996

-Professor dos cursos de administração e contábeis da FAT

- De diversas pós graduação: FADERGS, UNIFRA, FAE, FAT, URI, IPOG, dentre outras;�-Especialista em Gestão e Controle da Administração Pública�-Mestre em Contabilidade e Controladoria

-Conselheiro do CRC/RS

-Integrante da comissão de estudos do CRC�

www.maussconsultoria.com.br

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OmniScriptum GmbH & Co. KG

Bahnhofstrasse 28, 66111 Saarbrücken, Alemanha

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Livros disponíveis para Download Gratuito

no site do CRC/RS:

www.crcrs.org.br – link livros

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  • Órgão de Controle Interno:
    • unidade organizacional formal, com competência para normatizar, orientar e exercer fiscalização, em especial quanto ao previsto no artigo 70 da Constituição Federal;
    • elo que integra os controles internos de todas as áreas, dando forma ao sistema de controle interno.

  • Auditoria:
    • Técnica utilizada pelos agentes de controle interno para avaliar a adequação, eficiência e eficácia dos dispositivos de controle, bem como exercer a fiscalização prevista no art. 70 da CF.

CONTROLES NA ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA

Fonte: Gabril, 2015

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SFC/CGU – VII Semana Adm. Orçamentária

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As auditorias financeiras ou de demonstrações contábeis são sempre trabalhos de certificação, uma vez que são baseadas em informações financeiras apresentadas pela parte responsável.

As auditorias operacionais ou de desempenho são, normalmente, trabalhos de relatório direto.

As auditorias de conformidade ou de compliance podem ser trabalhos de certificação, de relatório direto ou ambos ao mesmo tempo. �

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Fonte: Flavio Flach

Segundo o Manual AOP 2024, TCE/SC:

Tem como objetivo principal:�• orientar e estabelecer um padrão mínimo de qualidade dos trabalhos;�• oferecer um modelo para a execução das atividades;�• servir de referencial de atuação para as equipes de auditoria; e�• contribuir para a melhoria dos processos e resultados do Tribunal de Contas

Base conceitual do AOP:

Princípios Fundamentais de Auditoria Operacional e nas Normas Internacionais das Entidades Fiscalizadoras Superiores (ISSAI),�desenvolvidas pela Organização Internacional das Entidades Fiscalizadoras Superiores (INTOSAI). �

a ISSAI 300 – princípios fundamentais de auditoria operacional;�• a ISSAI 3000 – norma internacional oficial para auditoria operacional;�• a ISSAI 3100 – diretrizes relacionadas aos conceitos de auditoria operacional; e�• a ISSAI 3200 – diretrizes relacionadas ao processo de auditoria operacional. �

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A materialidade é um importante referencial para diferentes aspectos da auditoria operacional, tais como:

• a definição do objetivo e dos critérios de auditoria;�

• a avaliação das evidências de auditoria;�

• a extensão da documentação; e�

• o gerenciamento dos riscos de produzir achados ou relatórios de auditoria inadequados ou de baixo impacto.

Documentação: o auditor deve documentar a auditoria de maneira suficientemente completa e detalhada (ISSAI 3000/86).

�A documentação de auditoria engloba:�• o registro dos procedimentos realizados;�• as evidências de auditoria relevantes obtidas; e�• as conclusões a que o auditor chegou ��

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A auditoria operacional analisa se empreendimentos, sistemas, operações, programas, atividades ou organizações do governo estão funcionando de acordo com os princípios de economicidade, eficiência e efetividade e se há espaço para aperfeiçoamento (ISSAI 300/9, NBASP 3000/17).

�Além da economicidade, eficiência e efetividade, outras dimensões, como a equidade e a legalidade, poderão ser explicitadas em razão de sua relevância para a delimitação do escopo da auditoria operacional.

�As dimensões podem ser utilizadas isoladamente, no entanto, não é aconselhável, pois podem promover resultados não efetivos. O ideal é usá-las em conjunto, conectadas (ISSAI 3000/47).

Em uma auditoria operacional, um ou mais comandos de análise podem ser utilizados. A avaliação de aspectos operacionais de desempenho da gestão e de resultados de políticas públicas também podem ser verificadas.

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Video 2 - qualidade

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Auditoria Financeira em SC

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2.4 Responsabilidades do Tribunal de Contas do Estado de Santa Catarina pela auditoria do Balanço Geral do Município de ...

São objetivos do auditor obter uma segurança limitada de que as demonstrações contábeis�tomadas em conjunto estão livres de distorção relevante, independentemente se causada por�fraude ou erro; e expressar opinião sobre as demonstrações financeiras com base nos trabalhos�de auditoria realizados.

Contudo o auditor não é responsável pela não conformidade ou pela sua prevenção e não se pode esperar que, em auditorias financeiras, ele detecte todas as violações a leis e regulamentos eventualmente praticadas.�Obter segurança não é garantia de que um trabalho conduzido de acordo com as normas�de auditoria sempre detectará uma distorção relevante, quando ela existir.

As distorções podem decorrer de fraude ou erro, sendo que são consideradas relevantes se, individualmente ou em conjunto, pudesse ser razoavelmente esperado que elas influenciassem as decisões econômicas de usuários tomadas com base nas demonstrações contábeis.�Todos esses pontos validam que é objetivo geral do auditor obter segurança de que as demonstrações contábeis como um todo estão livres de distorção relevante, independentemente se causadas por fraude ou erro, possibilitando assim que o auditor expresse sua opinião sobre se as demonstrações contábeis foram elaboradas, em todos os aspectos relevantes, em conformidade com a estrutura de relatório financeiro aplicável (item 11(a), NBC TA 200)

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2.1 Opinião de auditoria sobre o Balanço Geral do

Município de ... do Exercício de 2022

Após análise das evidências obtidas na auditoria, conclui-se que as distorções identificadas�dispostas no capítulo 3 significaram inconsistências totais nos percentuais de 67,39% do Ativo Total e 48,13% do Passivo Total, importando que o Balanço Geral do Município referente ao exercício de 2022 contém distorção relevante que altera a informação divulgada�sobre a situação patrimonial, financeira e orçamentária do Ente em 31/12/2022.

�Faz-se importante registrar que o alto percentual de distorção identificado no ativo do�Município que afeta as informações sobre a situação patrimonial do Ente em 31/12/2022, decorreu, em sua maioria, da distorção 3.1.3, a qual identificou subavaliação no Ativo�Não Circulante de R$ 183.749.887,55, equivalente a 52,77% do Ativo Total.�

Quanto ao aspecto financeiro, de um modo geral, as demonstrações também se apresentam�distorcidas em razão da superavaliação na conta Caixa no valor de R$ 4.224.106,21 (1,21% do Ativo Total), distorção 3.1.1, e de saldos bancários classificados erroneamente no montante de R$ 6.999.145,19 (2,01% do Ativo Total), distorção 3.2.1.�Relativo aos aspectos orçamentários, considera-se a existência de distorção relevante em�função da ausência de reconhecimento de despesa orçamentária no valor de R$ 3.721.929,31, identificada na distorção 3.1.10.

O montante representa significativamente 2,41% das despesas empenhadas pelo município em 2022 (R$ 154.341.899,38) e 28,84% do Superávit Orçamentário apurado (R$ 12.904.127,18).

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Auditoria operacional do TCE/SC na saúde

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Auditoria operacional na educação – época da COVID

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Fiscalização operacional na educação especial

TCE/SP – Contas do Governador - 2024

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Auditoria operacional na saúde Estado SP

TCE/SP – Contas do Governador - 2024

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NO CASO DA CGU

SFC/CGU – VII Semana Adm. Orçamentária

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NO CASO DA CGU

SFC/CGU – VII Semana Adm. Orçamentária

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NO CASO DA CGU

SFC/CGU – VII Semana Adm. Orçamentária

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Bens Móveis:

1. = 3289 itens já baixados no sistema que não foram avaliados;

  1. = 37 bens de pequeno valor, não tombáveis que não foram avaliados, mas que constam no sistema;
  2. = 18 bens inservíveis, avaliados com valor simbólico R$10,00;
  3. = 813 bens não encontrados, que devem ser baixados após a devida verificação e/ou tentativa de localização por parte do setor de patrimônio;
  4. = 3364 bens reavaliados pela Mauss Consultoria;
  5. = 537 reavaliados pela Mauss Consultoria, sem placa de patrimônio, e que o setor de patrimônio deve colar a placa e lançar no sistema;

 

Bens Imóveis:

  1. = 208 bens avaliados no total;
  2. = Somente 45 com placa e já lançados no sistema;
  3. = 30 bens que não foi possível a conciliação com oque está lançado no sistema. Devem ser verificados pelo setor no patrimônio visando identificar a sua real existência ou baixa;
  4. = 169 reavaliados pela Mauss Consultoria, sem placa de patrimônio, e que devem ser lançados no sistema.

 

Bens veículos, máquinas rodoviárias e implementos :

  1. = 61 bens avaliados no total;
  2. = 57 com placa e já lançados no sistema;
  3. = 45 bens que não foi possível a conciliação com oque está lançado no sistema. Devem ser verificados pelo setor no patrimônio visando identificar a sua real existência ou baixa;
  4. = 4 reavaliados pela Mauss Consultoria, sem placa de patrimônio, e que devem ser lançados no sistema.

Auditoria no imobilizado

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AUDITORIA NOS ESTOQUES DO ALMOXARIFADO

A Mauss Treinamentos em Gestão realizou, o inventário físico geral do almoxarifado dos produtos em estoque no almoxarifado central municipal.

Nesta data, realiza a entrega dos relatórios onde constam os resultados do trabalho, sendo:

 

* quantidades de itens corretos em cada produto estocado;

• as divergências ou diferenças de itens a serem corrigidas no software de controle dos estoques;

• controle dos itens faltantes ou que sobraram em relação a comparação física com a relação de itens emitida do sistema informatizado de controle municipal;

• nos relatórios entregues, constam as necessidades de acertos cadastrais dos bens, a serem realizadas no sistema;

• Como a empresa Mauss, não possui acesso ao sistema informatizado municipal, os relatórios são entregues na data de hoje, para que os servidores municipais realizem os devidos ajustes necessários, e apontados nos relatórios, no software de controle de estoques municipal, visando ajustar os controles internos à realidade física atual inventariada.

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Apontamentos do TCE

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Relatório auditoria operacional TCE/RS

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Video 3 – capacitação

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E o controle social? Auditoria social????

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TRANSPARÊNCIA - SÍNDROME DO EFEITO PANÓPTICO - SENSAÇÃO CONTROLE SOCIAL

11112-0299/13-7

[PM DE .....ADO]

CAMIONETE PARTICULAR AZUL PLACAS IHV9283 DE PROPRIEDADE DE VOLMIR ...., SECRETÁRIO DE OBRAS CARREGANDO TUDO NA SECRETÁRIA DE OBRAS DE ...NIO ....ADO. FOTO EM ANEXO. 

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OBSERVATÓRIO SOCIAL DE SANTA CATARINA

Publicado para | Destaque | Secundário em 09 de março de 2018 08:54

Nos últimos quatro anos, a Rede Observatório Social do Brasil (OSB) cresceu 110%, estando presente em mais de 120 cidades de 19 Estados brasileiros, sendo 20% deles em Santa Catarina. Contribuiu para uma economia superior a R$ 2 bilhões aos cofres municipais, ampliou a média de empresas licitantes de 03 para 09 nas prefeituras onde se faz presente e congrega mais de 3.000 voluntários.

 

Destacamos ainda que o trabalho da Rede OSB vem ganhando notoriedade em razão dos excelentes resultados de economia aos cofres públicos municipais, de melhoria da eficiência da gestão pública e da prevenção à corrupção (vide Revista Exame nº 1125).

Assim, temos a satisfação de comunicar que, por meio da Unidade Administrativa do OSB no Estado, integrada por representantes dos Observatórios Sociais de Florianópolis, Criciúma, Blumenau, Brusque, Itajaí, Imbituba, Rio do Sul, Lages e Chapecó, estamos instalando o Observatório Social do Estado de Santa Catarina que terá a incumbência de articular a Rede Catarinense de Observatórios nos municípios e atuar diretamente no controle social da aplicação dos recursos públicos pelos agentes estaduais dos poderes executivo e legislativo

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Qual a função da contabilidade?

Gerar informações ÚTEIS para a tomada de decisão dos gestores?

Resguardar o patrimônio público?

Patrimônio? Bens e direitos e obrigações

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Balanço do Setor Público Nacional 2023

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ERROS E FALHAS VERIFICADOS PELA STN

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TCE/RS aponta que 9% dos alunos saem do ensino fundamental com conhecimento de matemática em Porto Alegre

Auditoria mostra fragilidade da educação infantil na capital gaúcha, mesmo sendo a que mais investe na área no país. Recomendação é que secretaria municipal apresente um plano de ação.

E 25% dos estudantes da terceira série não sabem ler corretamente.

�O relatório revela, por exemplo, que Palmas, no Tocantins, investiu R$ 385 milhões a menos que Porto Alegre, mas alcançou resultados bem melhores entre estudantes da primeira a quinta série.

Em 2015, a Prefeitura de Porto Alegre gastou R$ 15.408 por aluno nas escolas de ensino fundamental. É 35% a mais que a maior cidade do país, São Paulo, que aparece em segundo lugar nessa tabela.

Para o TCE, o problema é o dinheiro não está garantindo qualidade, e muitos alunos avançam, ano a ano, sem aprender o que deveriam.

TCE/RS calcula custo aluno de POA

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Em 300 páginas do documento, os auditores tentam achar as respostas. Eles relacionaram os gastos com o perfil dos professores e as notas dos estudantes, nas provas que avaliam o desempenho deles, aplicadas pelo Ministério da Educação.

Descobriram, por exemplo, que o dinheiro que a prefeitura destina para educação só aumenta. Em 2007, era de R$ 190 milhões. Saltou para R$ 530 milhões em 2015. Quase tudo (98,57%) foi para a folha de pagamento.

Só que apenas 21% deste dinheiro chegou aos professores que estão com o aluno dentro da sala de aula. É o pior índice entre as capitais brasileiras.

Número excessivo de professores exercendo atividades alheias à docência. Sejam atividades na secretaria municipal, atividades administrativas na escola ou na biblioteca.

Hoje os professores estáveis não são avalidados, não têm uma avaliação periódica de desempenho e não têm nenhum motivo para que se mantenham motivado no trabalho.

Video educa 5

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A partir dos dados demonstrados nos quadros anteriores, observa-se que, com a�existência de insuficiência financeira nos recursos vinculados detalhados no quadro de Restos a Pagar com Insuficiência Financeira, no montante de R$ 4.723.159,62, ao final do exercício de 2022, resta evidenciado que foram contraídas obrigações financeiras sem a suficiente disponibilidade de caixa, não atendendo ao disposto no § 1º do artigo 1º da Lei Complementar Federal n.º 101/2000. �

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5.3.2 Despesas com terceirização não computadas como despesa com pessoal

Em análise às despesas com pessoal relativas ao exercício de 2022, foram verificadas situações que caracterizam terceirização de serviços mediante substituição de mão de obra.

�Entretanto, as despesas relativas a esta contratação não foram classificadas de�acordo com a prescrição contida na LRF que determina sua contabilização como "Outras Despesas de Pessoal, rubrica 319034010000000".

�Credor: P..... LTDA�Contrato: 161/2016 (peça 5237668)�Objeto: Contratação de empresa para prestação de serviços na área da saúde para o�Posto 24 Horas Unidade de Saúde Sueli Santos Souza e as especialidades de Pediatria e Psiquiatria nas Estratégias de Saúde da Família, com responsabilidade técnica, tudo conforme anexo I constante do Edital correspondente.�Valor Liquidado: 2.581.861,45 (peça 5237669)�

Oportuno referir que caso estas despesas tivessem sido classificadas como�despesas com pessoal, o índice apurado seria majorado e passaria de 50,78% 1 para 54,54% da Receita Corrente Líquida

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CASO PRÁTICO DA AUDITORIA NO MUNICÍPIO DE SMS/RS

SLIDES UTILIZADOS EM AUDIÊNCIA PÚBLICA NO LEGISLATIVO MUNICIPAL

Foram analisados todos os movimentos e os lançamentos contábeis (débito e crédito), extrato bancário (entradas e saídas) dos dez anos do período de 01/01/2011 até 31/12/2020.

121 contas correntes auditadas

Aproximadamente 1000 cheques emitidos do Banco do Brasil e Banrisul, microfilmados, revisados.

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- No dia 20/11/2018 houve uma transferência, na conta banco, para a conta de OCS no valor de R$1.295,82 onde foi registrado no contábil como sendo um pagamento para o fornecedor AIR LIQUIDE BRASIL. Abaixo segue print dos comprovantes bancários e do razão contábil.

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2.4 Banco do Brasil 283143-0 CECPI

  • No dia 07/01/2019 houve uma transferência para a conta de OCS no valor de R$1.350,00 onde foi registrado no contábil no dia 27/01/2019 como sendo um pagamento para o fornecedor PAMPEIRO LTDA.
  • Abaixo segue print dos comprovantes bancários e do razão contábil.

- PRINT DO EXTRATO BANCÁRIO E COMPROVANTE DE TRANSFERÊNCIA

- PRINT DO RAZÃO CONTÁBIL

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SOMATÓRIO DOS DESVIOS POR CONTA CORRENTE

Totais por conta

BANCO DO BRASIL 27695-2 PM SS-QSE

500,8

CONTA 28440 BB PNATE

1.295,82

CONTA 58188-7 CUSTEIO ATENÇÃO BÁSICA

2.514,23

BANRISUL 04.097267.0-8 RETENCAO INSS EMPRESA

13.493,08

CONTA 4809-7 FEP

16.736,84

BANRISUL 04.097268.0-5 RETENCAO INSS AUTONOMO

20.661,04

BANRISUL 04.076441.0-0 SECRETARIA DA EDUCACAO

25.608,99

CONTA 283.143-0 BB CECPI

26.140,68

BANRISUL FUNDO MUNICIPAL DE SAÚDE 04.087228.0-6

30.729,22

CONTA 42920-1 SIMPLES NACIONAL

32.090,58

BANRISUL 04.098418.0-9 FUNDO MUNICIPAL DE ASSISTÊNCIA SOCIAL

38.303,83

CONTA 5407-0 BB ITR

40.470,75

BANRISUL 04.052721.0-9 PMSMS CONTA MOVIMENTO

85.932,68

BANRISUL 04.097767.0-5 PMSMS CTA TRANS FL PGTO

118.255,99

FPM 4.770-8

170.828,66

TOTAL POR CONTA CORRENTE

623.563,19

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Muito obrigado

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