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Doenças Pulmonares Difusas�ou Doenças do interstício Pulmonar

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Serviço de Pneumologia de Guimarães

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Agenda

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O que é o Interstício Pulmonar?

O que é a doença pulmonar intersticial?

Quem tem mais risco de ter doença intersticial?

Quais são os sintomas mais típicos de doença intersticial?

O que esperar do exame físico na doença intersticial?

Casos clínicos

O essencial da História clínica.

Exames auxiliares de diagnóstico pedidos pelo Médico de Família.

Quais os tratamentos e efeitos adversos na doença intersticial?

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O que é o Interstício Pulmonar?

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INTERSTÍCIO

LEITO CAPILAR

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O que é o Interstício Pulmonar?

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O que é o Interstício Pulmonar?

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Ácino – Unidade estrutural e funcional

Lóbulo pulmonar secundário

- Unidade anatómica pulmonar

- Separados por septos de tecido conjuntivo – Septos interlobulares

- Veias e os Linfáticos de drenagem

- Relação da artéria pulmonar e bronquíolo – No centro do lóbulo

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O que é o Interstício Pulmonar?

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Componentes:

- Paredes alveolares

- Espaço subpleural

- interstício peribroncovascular

- Interstício Centrilobular

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O que é o Interstício Pulmonar?

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Exemplos:

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Proteinose Alveolar

Pneumonite de hipersensibilidade

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O que é a doença Pulmonar intersticial ?

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Termo genérico

Centenas de doenças podem afetar o espaço intersticial pulmonar.

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Inflamação e/ou fibrose intersticial

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Dispneia Progressiva – Falência Respiratória

.

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ERS/ATS, Am J Respir Crit Care Med Vol 188, Iss. 6, pp 733–748, Sep 15, 2013; King et al. Am J Respir Crit Care Med. 2000;161:646; 2. Travis et al. Am J Respir Crit Care Med. 2002;165:277. 3. ATS/ERS Guideline. IPF: Diagnosis and Treatment. 2000; 4. ATS/ERS Guideline. Classification of the Idiopathic Interstitial Pneumonias. 2002; 5. Harrison’s Principles of Internal Medicine 17th ed.

Bronquiolite respiratória (RB-ILD)

O que é a doença Pulmonar intersticial ?

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Quem tem maior risco de ter doença Intersticial?

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Idade avançada 60-70 anos

Exposição ambiental e ocupacional

Doenças Auto-imunes

- Artrite Reumatoide

- Esclerose sistémica

- Miosite

- Lupus

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Quem tem maior risco de ter doença Intersticial?

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Exposições Ocupacionais e Ambientais

Revisão do ambiente doméstico e de trabalho.

Listagem cronológica rigorosa de todos os empregos ao longo da vida do doente.

Exposições Inorgânicas

  • Silicatos (sílica, amianto, talco)
  • Carbono (poeira de carvão, grafite)
  • Metais (estanho, alumínio, berílio)

Exposições Orgânicas

  • Fungos termofílicos “pulmão do agricultor”
  • Proteínas animais (doença dos criadores de aves)
  • Bactérias (pulmão de humidificador)

Outros Agentes Inalados

  • Fontes químicas (fibras sintéticas)
  • Gases (oxigénio, dióxido de enxofre)
  • Fumos (óxidos metálicos)

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Quem tem maior risco de ter doença Intersticial?

Fishman’s Pulmonary Diseases and Disorders

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Quem tem maior risco de ter doença Intersticial?

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Fishman’s Pulmonary Diseases and Disorders

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Iatrogénica

    • Induzida por fármacos (amiodarona, metotrexato, quimioterapia)
    • Induzida por radiação

(http://www.pneumotox.com)

Pós-infeccioso

Relacionadas com o tabagismo

    • DIP (Pneumonia Intersticial Descamativa)
    • RBILD (Bronquiolite Respiratória)
    • LCH (Histiocitose de células de Langerhans)

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Quais são os sintomas típicos de DPI?

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Dispneia de esforço progressiva

Na maioria dos casos, o doente atribuiu o início insidioso da dispneia esforço ao envelhecimento, descondicionamento, obesidade ou a uma doença prévia do trato respiratório ou doença cardíaca.

A sarcoidose, silicose, histiocitose X podem ter doença pulmonar extensa na TAC sem dispneia significativa

Tosse seca persistente

Uma tosse seca é comum e pode ser particularmente incómoda nas doenças que envolvem as vias aéreas, como sarcoidose, bronquiolite obliterante com ou sem pneumonia organizativa, e outras.

Sintomas pulmonares associados a outra doença

Frequentemente associados a doenças do tecido conjuntivo como artrite reumatoide, LES, esclerodermia, entre outras.

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Quais são os sintomas típicos de DPI?

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Assintomático – Aalterações imagiológicas

Descoberta incidental em exames de imagem realizados por outros motivos, revelando padrões intersticiais característicos.

Hemoptises

Pode ocorrer nas síndromes de hemorragia alveolar difusa, linfangioleiomiomatose e outras.

Sibilos

Uma manifestação rara da DPI, descrita em casos de carcinomatose linfangítica e outras

Dor Torácica

Raro na maioria das DPIs, mas pode ocorrer na DPI associada à artrite reumatoide, lúpus e outras

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O que esperar no Exame Físico?

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Exame Pulmonar

É frequentemente anormal, mas os achados são geralmente inespecíficos:

  • Crepitações em "velcro" estão presentes na maioria das formas de DPI
  • Menos prováveis de serem ouvidos nas doenças pulmonares granulomatosas, especialmente sarcoidose
  • Podem estar presentes na ausência de alterações radiológicas
  • Roncos inspiratórios tardios de alta frequência, os chamados ”squeak” inspiratórios,

são frequentemente ouvidos em doentes com bronquiolite.

Exame Cardíaco:

Geralmente normal, excepto em estadios mais avançados de fibrose pulmonar

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Que esperar no Exame Físico?

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Hipocratismo Digital

Tipicamente uma manifestação tardia e sugere fibrose pulmonar avançada.

Comum na fibrose pulmonar idiopática e asbestose, raro na sarcoidose e pneumonite de hipersensibilidade.

Manifestações Cutâneas

Erupção em heliotropo, pápulas de Gottron, telangiectasias, esclerodactilia e outras manifestações cutâneas podem indicar doenças do tecido conjuntivo subjacentes associadas à DPI.

Manifestações Articulares

Inflamação articular, fraqueza muscular, fenómeno de Raynaud e outras manifestações podem sugerir doenças do tecido conjuntivo como causa subjacente da DPI.

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Quando suspeitar de doença do interstício?

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Doente

60 anos

Ex-fumador

Dispneia de exercício

Tosse seca

Hipóteses de diagnóstico

Doença cardiovascular

DPOC

Doença Pulmonar intersticial

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Quando suspeitar de doença do interstício?

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DPI: Doença pulmonar intersticial; DPOC: Doença Pulmonar obstrutiva crónica; ICC: Insuficiência cardíaca congestiva.

1. Zibrak JD, Price D. Interstitial lung disease: raising the index of suspicion in primary care. NPJ Prim Care Respir Med. 2014;24:14054

Características diferenciais de DPI, DPOC, IC

DPI

DPOC

ICC

Exame físico

Crepitações inspiratórias

Sibilos

Baqueteamento digital

Espirometria

Redução na TLC

FEV1/FVC reduzida

Resposta a broncodilatadores

Imagem

Radiografia do tórax

Padrões intersticiais (mas pode ser normal)

Pode ser normal

Mimetizar padrão intersticial

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Que exames deve pedir o médico de família?

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Inicialmente

Radiografia de tórax

Espirometria simples com prova de Broncodilatação

Posteriormente

TAC do tórax

Pletismografia e DLCO

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Que exames deve pedir o médico de família?

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Consequências funcionais:

  • Aumento de retracção elástica pulmonar
  • Diminuição da compliance pulmonar (doenças restritivas)
  • Discordância V/Q e shunt
  • Aumento da espessura da membrana alvéolo capilar (diminuição da difusão)

Provas funcionais respiratórias de doente com Pneumonite de Hipersensibilidade crónica (fibrótica)

FVC FEV1 IT TLC DLCO

47%

52%

88%

45%

41%

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Que exames deve pedir o médico de família?

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Sarcoidose

Normal>Obstrutivo

Normal/Restritivo>Obstrutivo

Restritivo = Obstrutivo

Normal/Restritivo>Obstrutivo

Combinação fibrose pulmonar e enfisema

Chest. 2012 Jan; 141(1): 222–231

Outras: HP, LCH, LAM, Silicose

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Marcha diagnóstica da Consulta Hospitalar

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História Clínica Detalhada

Revisão cuidadosa dos antecedentes pessoais, pois a causa da doença é frequentemente reconhecida a partir da história Clínica.

Atenção especial deve ser dada à história de tabagismo, uso de medicamentos, exposições ocupacionais e ambientais, e incidência familiar de DPI.

Exame Físico Completo

Crepitações ("em velcro") são um achado inespecífico presente na maioria das formas de DPI. O hipocratismo digital é comum em algumas DPIs e raro em outras. Uma parte importante do exame físico é procurar evidências extrapulmonares de uma doença sistémica que possa estar associada à DPI.

Exames Auxiliares de Diagnóstico

Exames laboratoriais (Auto-imunidade), TAC tórax, Lavado Broncoalveolar e biópsia pulmonar).

A abordagem diagnóstica deve ser sistemática e individualizada, considerando a apresentação clínica, os achados do exame físico e os resultados dos exames complementares.

A avaliação e o diagnóstico das doenças pulmonares intersticiais requerem uma ABORDAGEM MULTIDISCIPLINAR, envolvendo pneumologistas, radiologistas, patologistas e reumatologistas.

O diagnóstico preciso é fundamental para determinar o tratamento adequado e estabelecer o prognóstico.

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Quais os Tratamentos para DPD?

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Fármacos mais utilizados

  • Medicamentos anti-fibróticos

- Pirfenidona e Nintedanib

  • Micofenolato Mofetil

  • Metrotrexato
  • Ciclofosfamida
  • Tociluzimab
  • Rituximab

Opções não farmacológicas

  • Oxigénioterapia
  • Reabilitação pulmonar
  • Transplatne

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Protocolos terapêuticos de DPI

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Após o inicio da terapêutica com anti-firótico

 

# Função hepática - mensal. (nos 3 primeiros meses)

# Depois de três em três meses.

 

Após o inicio da terapêutica com MM

# 1º ao 3º mês - Quinzenalmente 

Hemograma + Bioquímica 

> 3º mês (se dose máxima)   - 3 em 3 meses 

Hemograma + Bioquímica

Se dose estável > 6 meses - 6 em 6 meses 

Hemograma + Bioquímica

 

Pirfenidona:

Cápsulas de 267mg

Dias 1 a 7 – 1 cápsula 3x dia (801 mg/dia)

Dias 8 a 14 – 2 cápsulas 3x dia (1602 mg/dia)

A partir do dia 15: 3 cápsulas 3x por dia (2403 mg/dia)

Nintedanib

150 mg de 12 em 12h (Cápsulas de 150 mg)

Micofenolato Mofetil

Dose inicial de 500mg/dia (250 mg 12/12h) até ao máximo de 2gr/dia (1000 mg 12/12h). 

 

Início 250 mg 12/12h

2 semanas depois 500 mg 12/12h

2 semanas depois 750 mg 12/12h

2 semanas depois 1000 mg 12/12h

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Qual a eficácia dos Anti-fibróticos?

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  • Em média o doente com FPI perde cerca de 240ml de CVF por ano e tem uma esperança média de vida de três anos e meio.

  • Reduz aproximadamente para metade a taxa de progressão da fibrose pulmonar idiopática.

  • Esperança de vida de cerca de cinco anos a partir do diagnóstico em pacientes tratados com medicamentos antifibróticos.

Langford, B., Diamantopoulos, A., Maher, T.M. et al. Using Data on Survival with Idiopathic Pulmonary Fibrosis to Estimate Survival with Other Types of Progressive Fibrosis Interstitial Lung Disease: A Bayesian Framework. Adv Ther 39, 1045–1054 (2022). 

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Efeitos adversos dos Anti-fibróticos

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Wang, T., et al (2025). Post-marketing safety concerns with pirfenidone and nintedanib: An analysis of individual case safety reports from the FDA adverse event reporting system database and the Japanese adverse drug event report databases. Frontiers in Pharmacology, 16, 1530697. https://doi.org/10.3389/fphar.2025.1530697

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Efeitos adversos dos Anti-fibróticos

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Efeitos adversos dos Anti-fibróticos

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Efeitos adversos dos Anti-fibróticos

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Caso Clínico - 1

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UIP – Pneumonia intersticial usual

Fibrose Pulmonar Idiopática

Sexo M

70 A

Não fumador

Contabilista

Teve canário até 2021

Assintomática

LBA com linfocitose, neutrofilia e eosinofilia (L16%, N12%, E3,8%)

Estudo AI negativo

Artrite Reumatoide

Pneumonite de Hipersensibilidade

UIP – Pneumonia intersticial usual

UIP – Pneumonia intersticial usual

A.A

A.O

J.S

Sexo F

85 A

Não fumadora

Ex-operária têxtil

Teve galinhas até 2022

LBA com ligeira eosinofilia

FR (1170 em 17-01-2020)

Precipitinas negativas

Sexo M

88 A

Ex-fumador (stop há 30A)

Ex-motorista de pesados

Sem aves, humidades e sem ar condicionado

Tosse seca, sem dispneia de esforço

LBA neutrofilia e eosinofilia (L6%, N24%, E15%)

Estudo AI / Precipitinas negativo

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Causas de Padrão UIP (Pneumonia Intersticial Usual)

  • Fibrose Pulmonar Idiopática

  • Doenças do tecido conjuntivo

  • Pneumonite de hipersensibilidade fibrosante

  • Asbestose

  • Fármacos

  • Outras DPI

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Caso Clínico 2

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Feminino

62 anos

Não fumadora

Reformada da cutelaria

Sem alergias medicamentosas conhecidas.

História prévia de contacto com pombos (até 2018)

Exposição a humidades e tem ar condicionado.

Sem outros fatores de risco ocupacionais ou ambientais identificados.

Antecedentes relevantes:

  • Mastectomia radical esquerda (2003) por carcinoma mamário, com QT (adriamicina-ciclofosfamida), RT e hormonoterapia adjuvantes. Remissão completa e alta da oncologia há vários anos.
  • Hipertensão arterial medicada com telmisartan.
  • Nega sintomas reumatológicos ou antecedentes de infeções respiratórias.
  • Não utilizou outros fármacos pneumotóxicos (amiodarona, nitrofurantoína, etc.)

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Caso Clínico 2

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História clínica:

Tosse crónica com mais de 4 anos de evolução, sem dispneia.

Nega sintomas cutâneos ou sistémicos.

Queixas de refluxo sem resposta a IBP e medidas comportamentais

Exame físico

Auscultação Pulmonar - crepitações finas nas bases - Bilateral;

Ausência de baqueteamento digital, Raynaud, alterações cutâneas ou articulares.

Provas de função respiratória (2021–2025): padrão restritivo ligeiro com DLCO persistentemente diminuída (43–58%).

LBA (2021): linfocitose intensa, CD4/CD8 baixo, com ligeira neutrofilia e eosinofilia.

Precipitinas séricas positivas para aves.

Estudo autoimune (ANAs, ANCA, anti-SSA/SSB, Jo-1, CCP) - normal

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Caso Clínico 2

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DISCUSSÃO MULTIDISCIPLINAR:

Diagnóstico de PNEUMONITE DE HIPERSENSIBILIDADE FIBROSANTE estabelecido com base em critérios clínicos, imagiológicos, imunológicos e do LBA.

TRATAMENTO:

Evicção antigénica

Reabilitação pulmonar e vacinação

Corticoterapia

Posteriormente imunossupressão com micofenolato mofetil (MMF)

Boa tolerância clínica e sem alterações analíticas até ao momento.

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Caso Clínico 3

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Feminino

81 anos

Não fumadora

Reformada – trabalhava no tribunal

Exposição Ambiental

Canário dentro de casa (há três anos)

Ar condicionado

Sem outros animais

Antecedentes pessoais:

Nega artralgias/ sintomas sugestivos de artrite

Sem antecedentes de QT / RT

HTA

Dislipidemia

Gastrite

Medicação habitual: Telmisartan; Nebivolol; Atorvastatina + Ezetimiba; Pantoprazol 20 mg; Lorazepam; Escitalopram; Protiadene

Nega ter tomado amiodarona, nitrofurantoina, metrotrexato, anti-depressivos tricíclicos, penicilamina

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Caso Clínico 3

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História clínica:

  • Doente referenciada do médico de família por tosse crónica (6 meses de evolução) e alterações imagiológicas.
  • Sem identificação de causa inicial.
  • Negava febre, calafrios , suores noturnos e perda de peso

Exame físico

  • Sem alterações dérmicas / articulares essencialmente nas mãos
  • Sem dispneia
  • A.P. sem ruídos adventícios

Exames auxiliares de diagnóstico do Exterior:

  • Espirometria simples - normal

  • TAC Tórax

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Caso Clínico 3

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Exames auxiliares de diagnóstico

Broncoscopia - normal

LBA com linfocitose (L16%, N3%, E3%)

Estudo AI - normal

DISCUSSÃO MULTIDISCIPLINAR:

Diagnóstico de PNEUMONITE DE HIPERSENSIBILIDADE NÃO FIBROSANTE estabelecido com base em critérios clínicos, imagiológicos, imunológicos e do LBA.

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Caso Clínico 3

TRATAMENTO

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Caso Clínico 3

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TRÊS MESES APÓS AFASTAMENTO

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Caso Clínico 2 Caso Clínico 3

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Conclusão

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As Doenças Pulmonares Difusas são mais comuns do que se imagina

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