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By Pr. Ariél da Silveira

ABERTURA

2º TRIMESTRE DE 2023

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By Pr. Ariél da Silveira

ABERTURA – 2º TRIMESTRE 2023

Um trimestre temático mas que adota um aspecto “casuístico”, ou seja, a partir de passagens bíblicas analisadas pelo comentarista, veremos quais as diretrizes e princípios estatuídos pela

Palavra de Deus para cada aspecto da vida familiar.

Também teremos a oportunidade de analisar os relacionamentos em família à luz de

exemplos bíblicos.

Certamente seremos levados a reavaliar nosso comportamento familiar.

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COMENTARISTA

Escritor, conferencista e articulista.

É membro da Academia Evangélica de Letras do Brasil – AELB.

Comentarista de Lições Bíblicas e autor de vários livros e comentários publicados pela CPAD.

Atualmente é o consultor teológico da CPAD.

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By Pr. Ariél da Silveira

By Pr. Ariél da Silveira

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INTRODUÇĀO

Motivação:

  • Todos sabemos que existem consequências para as ações que praticamos (semeadura).
  • O que fazemos pode desencadear uma série de acontecimentos que talvez perdurem até muito tempo após a nossa morte.
  • Infelizmente, quando tomamos uma decisão, a maioria de nós pensa somente nas consequências imediatas. 

Objetivos:

  1. Identificar que as promessas divinas para Abrão passavam também por sua família;
  2. Reconhecer que não podemos tentar “interferir” nos planos de Deus;
  3. Entender que uma decisão precipitada pode gerar conflitos desnecessários na família.

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  • “FAMÍLIA”, palavra que significa “grupo de servos”, “conjunto de fâmulos (servos)”
  • Etimologicamente, FAMÍLIA é “o conjunto dos escravos dependentes e pertencentes a um chefe ou senhor”.
  • Há uma ideia de “serviço”, de “dependência” a um senhor.

Gn 17.23

Quando o Senhor mandou que Abraão circuncidasse os homens da sua “casa”, não só foi circuncidado Ismael, como

também todos os seus criados.

Gn 2.24

A família foi criada por Deus; Ele a instituiu. Portanto Deus é o Senhor da família, que depende dEle.

1Co 11.3

A família está, sob o senhorio divino; dependência divina.

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Família e o Senhorio Divino

INTRODUÇĀO

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INTRODUÇĀO

A falta de compreensão desta realidade é que tem levado muitos a fracassar na vida familiar e, por consequência, na vida espiritual, pois se não se tem noção de que somos mordomos e devemos obedecer aos ditames divinos, a desobediência passa a imperar e nos atinge em nossa comunhão com Deus.

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Podemos falar, válida e legitimamente, em “mordomia da família”, ou seja, a família

é algo que temos de administrar, algo que deve ser vivido consoante os mandamentos e prescrições divinos.

Deus é o verdadeiro Senhor da família; de toda família.

Família e o Senhorio Divino

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  • “138º - Se alguém repudia a mulher que não lhe deu filhos, deverá dar-lhe a importância do presente nupcial e restituir-lhe o donativo que ela trouxe consigo da casa de seu pai e assim mandá-la embora.

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  • 139º - Se não houve presente nupcial, ele deverá dar-lhe uma mina, como donativo de repúdio.
  • 140º - Se ele é um liberto, deverá dar-lhe um terço de mina”

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(mina era o valor de 100 dias de trabalho).

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O Código de Hamurábi, o mais antigo código de leis conhecido, era, exatamente, a lei que vigorava em Ur dos Caldeus, onde viveu Abrão.

Ele previa a possibilidade do divórcio no caso de esterilidade da mulher.

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Veja o que dizia essa lei:

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O Código de Hamurábi e o Casamento de Abrão

INTRODUÇĀO

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A promessa divina era diretamente vinculada à vida familiar de Abrão. Para fazer dele uma grande nação, ele teria de ter, pelo menos, um filho (era humanamente impossível).

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Não há como se ter o cumprimento da promessa da salvação da humanidade sem se passar pela família, sem se construir, através da família, um povo que pudesse ser chamado de “povo de Deus” e onde nascesse o Salvador.

O Código de Hamurábi e o Casamento de Abrão

INTRODUÇĀO

Uma das características de Abrão era a de que mantinha um relacionamento familiar conforme a vontade divina, não conforme a cultura de seu povo ou as leis de seu país.

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Temos aqui algo que devemos aprender com o “pai da fé” e que explica o porquê da sua escolha para ser o pai da nação que seria o povo de Deus.

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“Nessa história, todos os incidentes contribuíram para que o

projeto de Deus fosse realizado na vida de Abrão e Sarai, mesmo que esse projeto levasse muitos anos para a sua efetivação. Abrão era o homem que preenchia os requisitos do plano divino. Abrão e Sarai não conseguiam ter uma ideia da dimensão enorme desse projeto, porque eles seriam o modo especial pelo qual, da semente de Abrão, haveria a multiplicação formando uma geração especial que serviria a Deus. Ambos exerceram fé, mas não podiam entender a dimensão temporal do cumprimento dessa promessa.” (grifei)

Elienai Cabral (Livro de Apoio – Pág. 10)

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Abrão e Sarai e a Dimensão do Projeto Divino

INTRODUÇĀO

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I.1 – O Encontro de Deus Com Abrão

I – DEUS FAZ PROMESSA A ABRÃO

Gn 12.1-7

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Abrão, aos 75 anos, recebe a promessa de uma grande descendência.

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Gn 21.5

Levou 25 anos, mas a promessa se cumpriu.

Quando Isaque nasceu, Abraão tinha 100 anos

Gn 15.4-6

Deus reafirma a Abrão a promessa específica de um herdeiro de sua semente para o qual passaria o fruto de suas conquistas.

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A esterilidade de Sarai parecia algo intransponível, mas nenhum limite humano impedirá Deus de cumprir o que prometeu. Ainda hoje

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Gn 15.2-3

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Vemos aqui um questionamento que revela uma fé em crise.

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Diante da esterilidade da esposa Sarai, Abrão chegou a imaginar que teria que passar seus bens para seu mordomo, o damasceno(*) Eliézer

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(*) damasceno – nascido em Damasco

NÃO É DIFERENTE

CONOSCO

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As vezes somos bloqueados por dúvidas e angústias quando não conseguimos ver, pela fé, a operação do sobrenatural de Deus.

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Quando não conseguimos ver a grandeza e a dimensão temporal da promessa.

I.2 – A Dúvida Diante da Espera

I – DEUS FAZ PROMESSA A ABRÃO

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Nm 23.19; 1Co 1.9

O caráter imutável de Deus garante o cumprimento de qualquer promessa feita por Ele.

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Dt 32.4

Moisés, no final da sua vida, atesta a justiça e a fidelidade de Deus.

Gn 12.2; 15.4; 21.5

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Deus promete uma descendência a Abrão, reitera sua promessa e por fim a cumpre.

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Ainda que Abrão e Sarai tenham “tentado dar o seu jeito”, Deus não deixou de cumprir o que prometeu.

I.3 – Deus Garante o Cumprimento da Promessa

I – DEUS FAZ PROMESSA A ABRÃO

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INTRODUÇĀO

Uma primeira lição desse episódio é que, quando atendemos ao chamado divino, não podemos querer separar a nossa vida familiar desta vocação celestial.

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Não é possível separarmos a vida familiar da vida espiritual, nossa convivência no lar com a nossa cooperação na obra de Deus.

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Gn 12.11-20

Na primeira “vacilação que teve em sua fé”, Abrão saiu de Canaã, sem autorização divina, indo para o Egito e pôs em risco exatamente o seu casamento, quando mentiu e mandou que Sarai mentisse a respeito do casamento de ambos o que lhe custou a expulsão do Egito.

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Antecedentes dessa Interferência

II – INTERFERÊNCIA NO PLANO DE DEUS

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INTRODUÇĀO

Esta ida ao Egito, aliás, iria trazer uma sequela que acabaria por contribuir para nova vacilação, que foi a aquisição e trazida para o lar do patriarca da escrava egípcia Agar.

Uma estrangeira no Lar.

O Senhor mandou grandes pragas para preservar a santidade e o casamento de Abrão e Sarai, para vermos como é extremamente necessário que ponhamos nossa vida familiar em consonância com a vontade de Deus

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Um deslize neste aspecto de nossa vida pode pôr tudo a perder quanto ao nosso destino eterno, e o propósito do Senhor para as nossas vidas.

Antecedentes dessa Interferência

II – INTERFERÊNCIA NO PLANO DE DEUS

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INTRODUÇĀO

Dez anos depois que se iniciou a peregrinação em Canaã (mesmo tempo da promessa de Deus) Sarai convence Abrão a utilizar a solução humana de ter uma esposa substituta para dela gerar descendência.

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Abrão deveria convencer sua mulher a esperar em Deus, mas não o fez.

Gn 16.1-3

A esterilidade de Sarai foi a porta de entrada para o fracasso espiritual.

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A conclusão do casal estava baseada numa perspectiva de total incredulidade e de desesperança em Deus: jamais Abrão poderia, por intermédio de sua mulher, ter filhos, como Deus prometera, pois ela era estéril e tinha a idade avançada.

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II.1 – A Tentativa de Sarai em Ajudar

II – INTERFERÊNCIA NO PLANO DE DEUS

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O TEMPO

Uma das grandes dificuldades para que o ser humano possa entender o agir de Deus encontra-se, no aspecto tempo.

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o tempo é uma dimensão que somente existe para nós, homens, pois fomos submetidos a ele após o pecado de nossos pais.

A precipitação os afastou da dependência de Deus e o casal não conseguiu ver nem evitar as consequências desastrosas para sua vida (Gn 21.9-10). 

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II.3 – O Problema da Precipitação

II – INTERFERÊNCIA NO PLANO DE DEUS

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INTRODUÇĀO

III – CONSEQUÊNCIAS DE UMA DECISÃO PRECIPITADA

III.1 – O Conflito na Família de Abrão

Gn 16.5-9; 21.9-10

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Houve um conflito familiar histórico entre Abrão e Sarai, entre Sarai e Agar e, posteriormente, entre os filhos de ambas, Ismael e Isaque. 

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A consequência dessa precipitação de Abrão permanece até hoje, com as sementes de Ismael e Isaque, ou seja, judeus e árabes em constantes e infindáveis conflitos.

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INTRODUÇĀO

III – CONSEQUÊNCIAS DE UMA DECISÃO PRECIPITADA

III.1 – O Conflito na Família de Abrão

Hoje, muitos conflitos são gerados nos lares por causa de atitudes precipitadas da parte dos cônjuges.

Exemplos 

  • Maternidade e paternidade sem planejamento;
  • Compra de bens além da capacidade de pagamento;
  • Uso impulsivo do cartão de crédito; etc.

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Tudo isso gera consequências para o casal, os filhos, os parentes, os amigos.

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Gn 16.1-5

Apesar de toda a experiência com Deus e de ouvir as promessas divinas para a sua vida pessoal e familiar, Abrão foi fraco e carnal.

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Não teve firmeza para persuadir Sarai, antes da decisão sobre ter esse filho com Agar e a confiar em Deus e em suas promessas.

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INTRODUÇĀO

III.2 – A Fraqueza Abrão

III – CONSEQUÊNCIAS DE UMA DECISÃO PRECIPITADA

Êx 14.15-18

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Não podemos olhar apenas para as soluções humanas.

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Há momentos em nossa vida que só a mão de Deus pode operar.

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Tenhamos sensibilidade espiritual para discernir o que está sob nossa responsabilidade e o que só depende única e exclusivamente de Deus 

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Gn 16.2

Sarai parecia estar afirmando que Deus havia falhado com ela por não poder gerar filhos.

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Emoções profundas e intensas no coração de Sarai, emaranhadas com o problema de interpretar uma promessa divina, a levou a buscar providências legais, desprezando a fé em Deus. 

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INTRODUÇĀO

III.3 – Uma Opinião Equivocada acerca de Deus

III – CONSEQUÊNCIAS DE UMA DECISÃO PRECIPITADA

Sarai precisava de uma experiência com Deus capaz de dar-lhe o conhecimento suficiente para entender que os dois tinham uma promessa de Deus que precisava ser valorizada com a espera.

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Abrão não lhe ministrou, como devia diante da intimidade que tinha com Deus

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CONCLUSÃO

SINOPSE I

Deus fez a promessa de uma grande descendência a Abrão. A espera acabou gerando dúvida, mas o Senhor Garante aquilo que promete

�SINOPSE III

Uma decisão precipitada gera consequências que vão desde conflitos na família a equívocos acerca de Deus.

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SINOPSE II

A precipitação de Sarai gerou consequências na família que reverberam até os dias atuais entre duas nações.

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CONCLUSÃO

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Somos responsáveis diretos por conduzir nossa família dentro da vontade de Deus. Nos afastar dessa responsabilidade trará consequências no longo prazo.

Diante disso reflita sobre o seguinte:

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Você já parou para examinar suas atitudes em família e que consequências (boas ou ruins) elas podem trazer para sua casa?

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Com que cuidado você vai tratar suas más atitudes?

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PARA SUA REFLEXÃO

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