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O CONTINENTE ASIÁTICO

CHINA: O DRAGÃO ASIÁTICO

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  • Por que Dragão Asiático?
  • Porque na China, os antigos imperadores intitulavam-se “filhos do dragão”.
  • O que é a China?
  • É berço de uma das mais antigas civilizações;
  • É o país que mais cresce economicamente no momento.
  • LOCALIZAÇÃO E DIVISÃO ADMINISTRATIVA
  • Nome oficial:
  • República Popular da China.
  • Área: 9.596.960 km².

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  • Localização geográfica:
  • Ásia Oriental.
  • Divisão política:
  • 22 províncias quatro cidades administradas diretamente pelo Governo Central, cinco regiões autônomas e duas regiões administrativas especiais.

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  • A POPULAÇÃO CHINESA
  • População absoluta:
  • 2014 – 1,3 bilhão de habitantes.
  • O mais populoso do mundo.
  • Controle demográfico:
  • Política demográfica do “filho único”.
  • Distribuição da população:
  • Se distribui de forma desigual pelo território.

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  • A POLÍTICA DO FILHO ÚNICO E SUA REVISÃO
  • Zona urbana: Um casal, um filho.
  • Zona rural: Dois filhos por casal.
  • CONSEQUÊNCIAS
  • Surgiram graves problemas :
  • Abandono de bebês;
  • Abortos;
  • Esterilizações em massa;
  • Extermínio ode recém nascidos.

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  • Punição para quem tem o segundo filho:
  • Os pais perdem o emprego;
  • Suas crianças são impedidas de frequentar a escola.
  • Mudança a lei do filho único:
  • Exigências:
  • Se um dos pais for filho único.
  • Razão da mudança na lei:
  • Necessidade de aumentar as taxa de fecundidade em vista do envelhecimento da população.

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  • A DESIGUAL DISTRIBUIÇÃO DA POPULAÇÃO NO TERRITORIO
  • Parte Leste:
  • Clima temperado e subtropical;
  • Terras férteis e predomínio de planícies;
  • É a mais industrializada e povoada;
  • Densidade demográfica superior a 200 hab/km².

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  • Porção Oeste:
  • Clima árido,desértico;
  • Relevo montanhoso;
  • Deserto de Takla Makan;
  • Vazio demográfico.
  • Porção Norte:
  • Clima árido, desértico;
  • Deserto de Gobi;
  • Baixa densidade demográfica;
  • Menos de 1 hab/km².

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  • A ECONOMIA CHINESA DEPOIS DA REVOLUÇÃO SOCIALISTA
  • Após a Segunda Guerra Mundial:
  • Libertação da invasão japonesa.
  • Disputa política:
  • Nacionalista x Comunistas.
  • Vencedor: comunistas.
  • Líder: Mao Tsé-tung.
  • 11/10/1949: Proclamação da República Popular da China.

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  • Modelo econômico: Socialismo soviético.
  • Período: 1949 a 1953
  • Características:
    • Estatização dos meios de produção;
    • Desenvolvimento industrial com prioridade para a indústria de base;
    • Planejamento econômico, político e social centralizado.

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  • 1955:
  • O dirigentes chineses perceberam que esse modelo ode desenvolvimento não era adequado ao país.
  • Motivo:
  • Realidade social, econômica e cultural da China distinguia-se completamente da realidade russa na época da revolução de 1917.

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  • 1956:
  • Os planos econômicos foram modificados;
  • Prioridade passou a ser a agricultura;
  • Desenvolver ramos industriais que favorecessem o desenvolvimento e a modernização da agricultura;
  • Industrialização de:
    • Adubos e fertilizantes;
    • Equipamentos de irrigação de terras;
    • Tratores;
    • Implementos agrícolas.

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  • Etapas das mudanças na organização da atividade agrícola chinesa com a revolução socialista.
  • Três etapas distintas:
    • 1949 a 1984
    • Implantação de Cooperativas Agrícolas.
  • Observação:
    • Extensão das comunas em 1984;
    • Substituídas por unidades de administração privada.

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  • A “política de portas abertas” a partir de 1984.
  • Principais mudanças radicais na economia: Destacam-se:
    • A introdução controlada de lucros nas empresas;
    • Adoção de salário diferenciado entre os trabalhadores;
    • Permissão para entrada de capital e tecnologia estrangeiros;
    • Ampliação das trocas comerciais;

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  • Concessão de autonomia às empresas estatais;
    • Em vez de entregar a arenda ao Estado, como faziam anteriormente, as empresas passaram a pagar impostos e a aplicar parte da renda em sua modernização.
  • Aquisição de modernas tecnologias de produção;
  • Elevação dos níveis de consumo da população;
  • Criação da Bolsa de Valores de Pequim.

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  • O que essas medidas permitiram?
  • A abertura e a modernização da economia.
  • De que forma isso aconteceu?
  • Por meio de uma política estatal deliberada, centralizada pelos líderes do Partido Comunista.
  • As medidas tomadas pelo governo influenciaram em alguma coisa?
  • Sim, não só nos setores da economia, mas no desenvolvimento do país como um todo, até os dias atuais.

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  • Com que contou a atual competitividade da China em vários setores industriais?
  • Contou com a mão de obra barata e a participação das empresas estatais e da iniciativa privada, em especial de investidores chineses que estavam fora do país durante as décadas de 1980 e 1990.

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  • China: Potência do século XXI?
  • No decorrer da década de 1990 e nos anos 2000, o PIB chinês apresentou um crescimento elevado, em torno de 10% ao ano.
  • Que medidas econômicas ou administrativas foram tomadas para que a economia chinesa atingisse esse patamar de crescimento e permanecesse estável por tanto tempo?
  • Com as reformas econômicas anunciadas em 1984, o Estado privilegiou a indústria de bens de consumo, fazendo a produção crescer consideravelmente em pouco tempo, o que tornou a China uma grande exportadora de bens de consumo para diversas partes do mundo.

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  • A abertura da China para o exterior e o fato de a população chinesa representar um grande mercado consumidor e possuir mão de obra barata atraíram vários grupos capitalistas, eu, associados a empresas estatais chinesas formaram sociedades de capital misto, ou as chamadas JOINT VENTURES, em vários ramos de negócio.
  • Mas, o que são as JOINT VENTURES?
  • Denomina a associação entre empresas, sem caráter definitivo, para o desenvolvimento e a execução de um projeto específico.

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  • Problemas atuais da sociedade chinesa.
  • Apesar do enorme desenvolvimento econômico chinês, o país ainda enfrenta diversos problemas de ordem política, econômica e ambiental.
  • Quais são esses problemas?
  • Ausência de democracia;
  • Desigualdades regionais;
  • Degradação ambiental.
  • monopartidarismo;
  • Não existe democracia, nem liberdade de expressão escrita ou falada.

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  • Que elementos ou fatores caracterizam a ausência de democracia na China?
  • O Estado Chinês e o Partido Comunista;
  • Não existem outros partidos políticos na China;
  • Constitui-se uma estrutura política autoritária e ditatorial;
  • Tem por base o monopartidarismo;
  • Não existe democracia, nem liberdade de expressão escrita ou falada.

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  • De que forma manifestam-se as desigualdades regionais no território chinês?
  • Em 1979, a China criou quatro Zonas Econômicas Especiais, nas quais é permitido às empresas estrangeiras investir capital e tecnologia, em associação ou não com empresas estatais chinesas;
  • As dez províncias da fachada litorânea, onde vive 30% da população chinesa, recebem 80% dos investimentos estrangeiros diretos;
  • São responsáveis por 88% das exportações e or 90% das importações;
  • Somente a província de Guangdong realiza 40% do comércio exterior chinês.

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  • Consequências negativas em virtude da criação das ZEEs?
  • Aumento das diferenças entre as regiões costeiras e as do interior do país;
  • As regiões do interior do país permaneceram à margem do processo de industrializiação;
  • As regiões costeiras se integram cada vez mais aos fluxos mundiais de produção e trocas comerciai;
  • Grandes deslocamentos populacionais das zonas rurais para as urbanas.

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  • Degradação ambiental.
  • O crescimento econômico da China tem provocado sérias consequências ao ambiente. Por exemplo:
  • Uso intensivo de combustíveis fósseis;
    • Coloca o país em primeiro lugar na emissão de gases causadores do efeito estufa;
  • Contaminação do solo e dos rios;
  • A destinação do lixo industrial e doméstico;
  • A polução urbana.

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  • sasa

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CONFLITO: ISRAEL X PALESTINOS

  • 29 de novembro de 1947: A Assembleia Geral da ONU adota a resolução 181 sobre a divisão da Palestina, na época sob mandato britânico, e para a criação de dois Estados, um judeu e outro árabe, com a cidade de Jerusalém com um status internacional. Esta resolução é rejeitada pelos países árabes.

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ISRAEL X PALESTINOS

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  • Guerra do Canal de Suez - 1956

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ISRAEL X PALESTINO

  • 1967 – Guerra dos Seis Dias - Egito, Síria e Jordânia atacam Israel que sai vitorioso e ocupa a Faixa de Gaza, a Cisjordânia, o setor oriental de Jerusalém, as colinas de Golan da Síria e reforça a ocupação sobre a Península do Sinai.

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ANP

  • 2012 – 29/11 – A ONU elevou o status da Palestina de Entidade Observadora para Estado não-membro observador. O novo status amplia a chance da Palestina de ingressar de outras agência da ONU e na Corte Internacional de Justiça, onde poderia processar Israel. Além disso, representa uma vitória simbólica, pois aos olhos da comunidade internacional, Abbas torna-se presidente de um Estado.

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Após a derrota diplomática na ONU, o primeiro ministro de Israel retaliou a ANP, suspendendo o repasse de impostos e anunciando a construção de mais três mil residências judaicas em Jerusalém, num local estratégico chamado de E1 que liga Jerusalém Oriental à Cisjordânia. A medida foi condenada pelo EUA, Reino Unido, França, Austrália e ONU, pois é fatal para a condução da paz na região.

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NOVO ACORDO ENTRE ISRAEL E ANP

  • 30 – 07 – 2013 – Israelenses e Palestinos – roteiro para novo acordo de paz :
  • Questão das fronteiras;
  • Volta dos refugiados palestinos;
  • Questão de Jerusalém;
  • Assentamentos.
  • EUA – esperam que o acordo se conclua em 13 meses.

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GUERRA DE GAZA – MEADOS DE 2014

- O acordo de paz entre Israel e ANP, durou pouco, pois estourou uma nova guerra em Gaza, motivada pela morte de três adolescentes israelenses.

- O ataque de Israel contra a Faixa de Gaza, denominado de “Pilar Defensivo”, tem como suposto objetivo defender o povo israelense dos mísseis lançados por combatentes do Hamas que atingem o sul do país.

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- A Faixa de Gaza já havia sido destruída em 2009, no ataque de Israel que ficou conhecido como “chumbo derretido”.

  • Após o cessar fogo, depois de 22 dias de guerra, iniciou-se o acordo entre Israel e ANP, mas o fato da comunidade internacional elevar o status da ANP, ocasionou o fracasso do acordo, diante da oposição de Israel.

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PROTAGONISTAS DO EQUILÍBRIO DE FORÇAS NO ORIENTE MÉDIO.

  • Conflito árabe-israelense: Israel x Irã
  • Pró-Israel na região - Arábia Saudita, a Jordânia e outras monarquias do Golfo Pérsico aliadas dos EUA, mais o Fatah ( grupo político da atual direção da ANP), a coalizão 14 de março do atual governo do Líbano (com a liderança de Saad Hariri, filho do ex-premiê Hafik Hariri – assassinado em 2005)
  • Pró – Irã - Síria (país árabe e laico), o Hezbollah (grupo xiita do Líbano) e o Hamas (grupo palestino que administra a Faixa de Gaza).

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EQUILÍBRIO DE FORÇAS NO O. M.R

  • Movimentos populares na Síria novos atores: EUA - sanções econômicas à Síria, acusando o governo sírio de apoiar e armar o grupo Hezbollah e de ambicionar retomar as Colinas de Golan, ocupadas por Israel desde 1967.
  • Arábia Saudita e o Qatar - acusados de fornecer armas aos insurgentes sunitas da Síria.

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  • A Turquia também se envolve na crise Síria, oferecendo proteção aos rebeldes.
  • Irã apoia intensamente o regime de Bashar Al Assad, buscando manter a sustentação da aliança anti-Israel. A China e a Rússia membros permanentes do Conselho de Segurança da ONU, vetaram a proposta de intervenção no país.

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O PAPEL DO EGITO NO CONFLITO ISRAEL X ANP

  • Assassinato de Sadat em 1981, o sucessor Hosni Mubarak - política de aproximação à Israel.
  • 2006 – Hamas – poder na Faixa de Gaza – Israel – bloqueio.

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  • Egito – vigilância da fronteira - evitar contrabando em túneis ilegais. Concorda com a construção do muro em 2010.
  • 2011 – queda de Mubarak – o Egito reabriu a fronteira com a Faixa de Gaza.

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SÍRIA

  • O país situa-se no coração do Oriente Médio e passou a vivenciar protestos decorrentes da Primavera Árabe em março de 2011.
  • Bashar Al-Assad reprimiu as manifestações e os rebeldes passaram a receber apoio do ELS.

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  • As previsões de sanções, de bloqueio econômico e até mesmo de intervenção no país por parte do Conselho de Segurança sofreram veto por parte da Rússia e da China, não só por questões comerciais dos dois países com a Síria, mas também porque ela é o último país árabe da região em aliança com Moscou.

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  • A questão síria é complexa em função da divisão sectária no país que apresenta 74% de população sunita, 4% - xiita, 12% alauíta (islâmicos xiitas moderados) e 10% cristãos, além de drusos e outras minorias.

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  • Apesar da maioria da população ser sunita, o país é governado pela minoria alauíta desde 1970, quando Hafiz Al-Assad entrou no poder após o golpe de Estado, capitaneado por ele próprio. O presidente Hafiz morreu em 2000 e foi sucedido por seu filho Bashar Al-Assad no governo.

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SÍRIA E O ESTADO ISLÂMICO

  • Estado Islâmico do Iraque e do Levante (EIIL) – sigla em inglês: (ISIS: Islamic State in Iraq and Syria) - atualmente – Estado Islâmico – EI.

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  • O Estado Islâmico surgiu depois da invasão dos Estados Unidos e seus aliados ao Iraque, como sobreviventes da Al Qaeda no país, então liderada por Abu Musab al Zarqawi.

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  • Depois da morte de Al Zarqawi, em um ataque dos Estados Unidos em 2006, membros da Al Qaeda fundaram o Estado Islâmico do Iraque (ISI).

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ESTADO ISLÂMICO

  • O que é o Estado Islâmico?
  • É um grupo extremista islâmico sunita que conquistou territórios na Síria e no Iraque, onde estabeleceu um Califado Islâmico.

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  • É considerado terrorista, mas age mais como um exército que combate abertamente do que como um grupo terrorista que comete atentados.

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  • Qual o objetivo do EI?
  • Construir um estado islâmico sunita sob um regime radical.
  • Primeiro controle de territórios do Iraque e da Síria.
  • Segundo - possibilidade de avançar para outros países como Jordânia e Arábia Saudita no futuro.

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CALIFADO

  • As fronteiras que separam o Iraque da Síria ainda estão no papel, mas na prática não existem mais.
  • A região está atualmente sob controle de um grupo considerado como terrorista pela ONU, que se intitulava Estado Islâmico do Iraque e Síria.
  • Em (30-06-2014), os militantes deram um passo a frente: mudaram o nome do grupo para apenas "Estado Islâmico" e declararam a fundação de um califado sunita.

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  • O califado é um sistema político que surgiu no Oriente Médio, após a morte do profeta Maomé, entre os muçulmanos sunitas.
  • O Estado é controlado pelo califa - o "sucessor" do profeta - que detém poderes políticos e religiosos.
  • Esse sistema funcionou, em diferentes formas, até a Primeira Guerra Mundial e o fim do califado Otomano, quando as potências europeias redesenharam as fronteiras de países como Iraque e Síria

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COMO SURGIU O ESTADO ISLÂMICO?

  • O Estado Islâmico tem origem na Al-Qaeda do Iraque (AQI).
  • O grupo ficou enfraquecido e sem recursos depois que os Estados Unidos derrubaram o ditador Saddam Hussein e declararam seu partido ilegal em 2003, marginalizando os sunitas como um todo.
  • Em 2011, a AQI recebeu apoio financeiro para entrar na guerra civil Síria ao lado dos rebeldes – apoiados pelo Ocidente.
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TERRITÓRIOS CONTROLADOS PELO E. I.

O Estado Islâmico está presente em cerca de 25% da Síria (45 mil km²) e em aproximadamente 40% do Iraque (170 mil km²), um total de 215 mil km², o que equivale ao Reino Unido (237 mil km².)

De acordo com Fabrice Balanche, geógrafo especialista da Síria, o grupo controla apenas uma pequena parte desses territórios.

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ESTADO ISLÂMICO NO EGITO.

  • O ramo da organização extremista Estado Islâmico (EI) no Egito é o  grupo jihadista Wilayat Sina (Província do Sinai).
  • Tal grupo assumiu a autoria do atentado com carro-bomba que matou uma pessoa e deixou outras dez feridas em frente ao consulado da Itália no Cairo junho de 2015.

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  • O grupo extremista, com base na Península do Sinai, aconselhou aos muçulmanos que se "afastem de todos estes edifícios oficiais, porque são alvos dos ataques dos mujahedins [guerreiros santos]". 
  • Wilayat Sina é o grupo jihadista mais letal que atua no Egito e no ano de 2015 juntou-se ao Estado Islâmico.

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ESTADO ISLÂMICO E A LÍBIA

  • Na Líbia a divisão do poder enfraqueceu o país e promoveu o aparecimento de milhares de milícias dispostas a lutar por suas causas, porém duas dela é preocupante:

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  • Ansar al Sharia, que se afirma como a milícia islâmica mais perigosa do país, já controla a segunda cidade da Líbia, Bengasi.  Há informações de que o grupo já fez alianças com o autodenominado Estado Islâmico.

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  • Conselho da Shura de Jovens Islâmicos, a mais importante das milícias afiliadas ao Estado Islâmico na Líbia, que está baseado em Derna, na costa nordeste do país. Seus membros declararam Derna a primeira cidade líbia que se unia ao califato global que o Estados Islâmico prometeu formar.