Lógica de Programação
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Prof. Roberta A. de A. Fagundes
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AULA 1 - Introdução
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AULA 1 - Introdução
Metodologia
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AULA 1 - Introdução
Bibliografia
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AULA 1 - Introdução
Cronograma
Data | Horas Aula | Assunto |
06/07 | 4 | Aula 01 - Exercício |
13/07 | 8 | Aula 02 - Exercício |
20/07 | 12 | Aula 03 - Exercício |
27/07 | 16 | Aula 04 - Exercício |
03/08 | 20 | Aula 05 - Exercício |
10/08 | 24 | Aula de Exercícios |
17/08 | 28 | Primeira Avaliação |
24/08 | 32 | Aula 06 - Prolog |
31/08 | 36 | Aula 07 - Prolog |
07/09 | 40 | Aula 08 - Prolog |
14/09 | 44 | Aula 09 - Prolog |
21/09 | 48 | Aula 10 - Prolog |
28/09 | 52 | Aula de Exercícios |
05/10 | 56 | Segunda Avaliação |
19/10 | 60 | Segunda Chamada da AV1ou AV2 |
26/10 | 64 | Prova Final |
02/11 | 68 | Segunda Chamada da PF |
6/11 | 72 | Última dia SIGA |
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AULA 1 - Introdução
Definição
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AULA 1 - Introdução
Lógica Clássica e Lógica Simbólica.
Tabalho iniciado pelo matemático inglês George Boole (1815 – 1864) – Algebra Booleana. e consolidado pelo filósofo e matemático alemão Goottlob Frege (1848 – 1895) – Regras de Demonstração Matemática.
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AULA 1 - Introdução
Lógica Clássica e Lógica Simbólica.
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AULA 1 - Introdução
Origem
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AULA 1 - Introdução
Origem
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AULA 1 - Introdução
Argumento
Todo aluno de Computação precisa estudar Lógica. (premissa)
José é aluno de Computação. (premissa)
Logo, José precisa estudar Lógica. (conclusão)
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AULA 1 - Introdução
Argumento
Exemplo:
Você me traiu. Pois, disse que ia estudar e meu irmão lhe viu na boate.
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AULA 1 - Introdução
Argumento:Raciocínio e Inferência
Pontos de Partida
Caminhos Seguidos
Conclusão
Raciocínio ou
Processo de Inferência
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AULA 1 - Introdução
Argumento:Raciocínio e Inferência
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AULA 1 - Introdução
Argumento
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AULA 1 - Introdução
Validade de um Argumento
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AULA 1 - Introdução
Validade de um Argumento
Se eu ganhar na Loteria, serei rico.
Eu ganhei na Loteria.
Logo, sou rico.
🡺É Válido
(a conclusão é uma decorrência lógica das duas premissas.)
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AULA 1 - Introdução
Validade de um Argumento
Se eu ganhar na Loteria, serei rico
Eu não ganhei na Loteria
Logo, não sou rico
🡺 Não é Válido
(a conclusão não é uma decorrência lógica das duas premissas.)
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AULA 1 - Introdução
Validade de um Argumento
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AULA 1 - Introdução
Validade e Verdade
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AULA 1 - Introdução
Validade e Verdade
Toda baleia é um mamífero (V)
Todo mamífero tem pulmões (V)
Logo, toda baleia tem pulmões (V)
🡺 Argumento válido e a conclusão verdadeira.
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AULA 1 - Introdução
Validade e Verdade
Toda aranha tem seis pernas (F)
Todo ser de seis pernas tem asas (F) Logo, toda aranha tem asas (F)
🡺 Argumento válido e a conclusão falsa
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AULA 1 - Introdução
Validade e Verdade
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AULA 1 - Introdução
Exercícios
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AULA 1 - Introdução
Exercícios
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AULA 1 - Introdução
Exercícios
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AULA 1 - Introdução
Dedução e Indução
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AULA 1 - Introdução
Argumentos Dedutivos
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AULA 1 - Introdução
Argumentos Dedutivo e Argumentos Indutivos
Em outras palavras - um argumento é dedutivo quando: “se as premissas forem verdadeiras é impossível que a conclusão seja falsa”.
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AULA 1 - Introdução
Argumentos Indutivos
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AULA 1 - Introdução
Argumentos Indutivos
Joguei uma pedra no lago, e ela afundou; Joguei outra pedra no lago e ela também afundou; Joguei mais uma pedra no lago, e ela também afundou; Logo, se eu jogar uma outra pedra no lago, ela vai afundar.
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AULA 1 - Introdução
Argumentos Indutivos
A vacina funcionou bem nos ratos.
A vacina funcionou bem nos macacos.
Logo, vai funcionar bem nos humanos.
80% dos entrevistados vão votar no candidato X.
Logo, o candidato X vai vencer as eleições.
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AULA 1 - Introdução
Argumentos Dedutivo e Argumentos Indutivos
Está chovendo.
A rua está molhada.
A rua está molhada.
Está chovendo
Dedutivo
Indutivo
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AULA 1 - Introdução
Argumentos Dedutivo e Argumentos Indutivos.� Exercícios: Dedutivo ou Indutivo?
. Não há registros de seres humanos com mais de 5 metros de altura.
Nunca tivemos um ser humano com mais de 5 metros de altura.
. Alguns porcos tem asas
. Todas as coisas aladas gorjeiam
Alguns porcos gorjeiam
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AULA 1 - Introdução
Argumentos Dedutivo e Argumentos Indutivos.� Exercícios: Dedutivo ou Indutivo?
. Se houver uma guerra nuclear, a civilização será destruída.
. Haverá uma guerra nuclear
◊ A civilização será destruída.
. O cloreto de potássio é, quimicamente, muito similar ao sal de cozinha (cloreto de sódio).
◊ O Cloreto de potássio tem sabor igual ao do sal de cozinha.
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AULA 1 - Introdução
Argumentos Indutivos
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AULA 1 - Introdução
Exercícios
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AULA 1 - Introdução
Um exercício
Há não muito tempo atrás, num país distante, havia um velho rei que tinha três filhas, inteligentíssimas e de indescritível beleza, chamadas Guilhermina, Genoveva e Griselda.
Sentindo-se perto de partir desta para melhor; e sem saber qual das filhas designar como sua sucessora, o velho rei resolveu submetê-las a um teste. A vencedora não apenas seria a nova soberana, como ainda receberia a senha da conta secreta do rei (num banco suíço), além de um fim de semana, com despesas pagas, na Disneylândia.
Chamando as filhas à sua presença, o rei mostrou-lhes cinco pares de brincos, idênticos em tudo com exceção das pedras neles engastadas: três eram de esmeralda, e dois de rubi. O rei vendou então os olhos das moças e, escolhendo ao acaso, colocou em cada uma delas um par de brincos.
O teste consistia no seguinte: aquela que pudesse dizer, sem sombra de dúvida, qual o tipo de pedra que havia em seus brincos herdaria o reino (e a conta na Suíça etc.).
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AULA 1 - Introdução
Um exercício
A primeira que desejou tentar foi Guilhermina, de quem foi removida a venda dos olhos. Guilhermina examinou os brincos de suas irmãs, mas não foi capaz de dizer que tipo de pedra estava nos seus (e retirou-se, furiosa).
A segunda que desejou tentar foi Genoveva. Contudo, após examinar os brincos de Griselda, Genoveva se deu conta de que também não sabia determinar se seus brincos eram de esmeralda ou rubi e, da mesma furiosa forma que sua irmã, saiu batendo a porta.
Quanto a Griselda, antes mesmo que o rei lhe tirasse a venda dos olhos, anunciou corretamente, alto e bom som, o tipo de pedra de seus brincos, dizendo ainda o porquê de sua afirmação.
Que brincos tinha Griselda, de esmeralda ou de rubi?. Justifique sua resposta.
MORTARI, Cesar A. Introdução à Lógica. UNESP, São Paulo, 2001.
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AULA 1 - Introdução