Gestão Democrática | Gestão Antirracista | Equidade | Formação em serviço
Coordenação Pedagógica Antirracista
No processo de articulação da implementação da Lei 10.639/2003 no chão da escola
“A educação de um negro é o que hoje põe fogo nas fazendas!”
Elisa Lucinda Campos Gomes
Em entrevista à Rádio Espírito Santo FM 89.1, em 30 de abril de 2025.
Crédito/Foto: Fernando Madeira
Descrição Técnica do Produto Educacional:
Autoria: Josimar Nunes Pereira de Freitas | Rosemeire dos Santos Brito�Nível de Ensino a que se destina o produto: Educação Básica. �Área de Conhecimento: Educação �Público-alvo: Professores(as) da Educação Básica | Coordenador(a) Pedagógico(a)�Categoria desse produto: Desenvolvimento de Formação em Serviço voltado a uso dos(as) Coordenadores(as) Pedagógicos(as).�Finalidade: Instrumentalizar e Engajar os(as) Coordenadores(as) Pedagógicos(as) para promoção de uma educação Antirracista.�Organização do Produto: O produto foi organizado em quatro conjuntos de slides, voltados ao uso em momentos formativos realizados pelos(as) e/ou com os(as) Coordenadores(as) pedagógicos(as): com conselheiros(as) escolares, país e/ou responsáveis; com equipe docente e servidores técnico-pedagógicos(as) e/ou terceirizados; curadoria com dicas de atividades e/ou fonte de informações sobre antirracismo.�Registro de propriedade intelectual: Ficha Catalográfica emitida pela Biblioteca Central da Universidade Federal do Espírito Santo. �Disponibilidade: Irrestrita, mantendo-se o respeito à autoria do produto, não sendo permitido uso comercial por terceiros. �Divulgação: Digital.�URL: Página do PPGPE: www.educacao.ufes.br �Processo de Validação: Validado na banca de defesa da dissertação.�Processo de Aplicação: Aplicado em formações realizadas à convite de escolas, e, no grupo de estudos no qual estão vinculados os autores do produto educacional. �Impacto: Alto. Produto elaborado a partir das necessidades dos(as) Coordenadores(as) Pedagógicos(as) da educação básica da rede estadual do Espírito Santo�Inovação: Alto teor inovativo. �Origem do Produto: Dissertação intitulada ”Articulação da educação antirracista pela coordenação pedagógica em escolas da rede estadual de ensino do Espírito Santo”.
Material de uso irrestrito, mantendo-se o respeito à autoria do produto, não sendo permitido uso comercial por terceiros.
Josimar Nunes Pereira de Freitas
Rosemeire dos Santos Brito
Ano
2026
Revisão Geral
Rosemeire dos Santos Brito
Diagramação
Josimar Nunes Pereira de Freitas
Ferramentas
Plataforma de design gráfico gratuita Canva
Apresentações Google
Imagens:
Todas a imagens utilizadas são de domínio público
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AUTORES
JOSIMAR NUNES PEREIRA DE FREITAS
Lattes: http://lattes.cnpq.br/4951880321655249 |ORCID: https://orcid.org/0009-0001-4398-9467
Mestrando no Programa de Pós-Graduação Profissional em Educação pela Universidade Federal do Espírito Santo- (UFES). É Bacharel (2017) e Licenciado (2015) em Geografia, pela Universidade Federal do Espírito Santo- (UFES). É Especialista em Coordenação Pedagógica e Supervisão Escolar (2022), pela Faculdade Venda Nova do Imigrante (FAVENI). Foi Professor Coordenador de Área (PCA), Coordenador de Turno e Coordenador Pedagógico (CP) na EEEFM Ana Lopes Balestrero. Atualmente, é professor de Geografia pela Secretaria de Estado da Educação do Espírito Santo (SEDU/ES), na EEEFM Ana Lopes Balestrero, situada em Flexal I, Cariacica, Espírito Santo.
ROSEMEIRE DOS SANTOS BRITO
Lattes: http://lattes.cnpq.br/3539192483058949 | ORCID: https://orcid.org/0000-0001-8064-5367
É professora do Departamento de Educação, Política e Sociedade, do Centro de Educação da UFES - Universidade Federal do Espírito Santo, pesquisadora do Núcleo de Estudos e Pesquisas em Políticas Educacionais - NEPE/UFES. É doutora em Educação, mestre em Educação, graduada e licenciada em Ciências Sociais pela Universidade de São Paulo - USP.
Foto: Fernando Madeira | À Gazeta | 2025
Foto: Arquivo Pessoal | Facebook 2024
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Agradecimento à Fundação de Amparo à Pesquisa e Inovação (FAPES) pelo apoio à pesquisa e ao desenvolvimento do presente Produto Educacional.
A pesquisa foi aprovada pelo Comitê de Ética em Pesquisa (CEP), conforme PARECER CONSUBSTANCIADO Nº: 7.239.087, e, autorizada pela SEDU/ES conforme protocolo nº 2024-77JWJ9.
Produto Educacional
Gestão Democrática | Gestão Antirracista | Equidade | Formação em serviço
Coordenação Pedagógica Antirracista
No processo de articulação da implementação da Lei 10.639/2003 no chão da escola
APRESENTAÇÃO DO PRODUTO EDUCACIONAL
FREITAS, Josimar Nunes Pereira de; BRITO, Rosemeire dos Santos. Coordenação Pedagógica Antirracista no processo de articulação da implementação da lei 10.639/2003 no chão da escola. 2026, 219f. Produto Educacional (Mestrado Profissional em Educação, Programa de Pós-graduação Profissional em Educação) - Centro de Educação, Universidade Federal do Espírito Santo, ES, 2026.
Este material didático é o desdobramento da pesquisa em nível de Mestrado intitulada “Articulação da educação antirracista pela coordenação pedagógica em escolas da Rede Estadual de Ensino do Espírito Santo”, desenvolvida no Programa de Pós-graduação Profissional em Educação pela Universidade Federal do Espírito Santo. Na oportunidade, o estudo teve o objetivo geral de compreender como tem sido o papel dos(as) coordenadores(as) pedagógicos(as) — CPs — no processo de articulação da implementação da Lei 10.639/2003 no contexto das escolas vinculadas à SRE Cariacica/ES. Quanto aos objetivos específicos: a) conhecer o perfil (raça/cor e formação) dos profissionais que atuam na coordenação pedagógica das escolas; b) investigar o nível de conhecimento que os gestores possuem acerca da Lei 10.639/2003 e das questões raciais na sociedade brasileira; c) verificar se estão sendo adotadas práticas de mediação pelos coordenadores pedagógicos junto à comunidade escolar para implementação da Educação para as Relações Étnico-Raciais no cotidiano escolar; d) estruturar um produto educacional a partir das demandas identificadas no contexto estudado.
Desse modo, este material didático tem o objetivo geral de apresentar a estruturação do produto educacional organizado com base nas entrevistas e nas percepções dos(as) autores(as) surgidas no decorrer do desenvolvimento da pesquisa. Na prática, trata-se da concretização de apontamentos surgidos com base nos resultados obtidos com a pesquisa. Destaca-se, no entanto, que este material não foi planejado com foco em ser a solução, mas sim ponto de partida para o enfrentamento das problemáticas identificadas. O que, em diálogo com Paulo Freire (1992), pode-se afirmar serem os apontamentos com vistas à consolidação de atos-limite diante das situações-limite, para assim favorecer que inéditos viáveis aconteçam.
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A pesquisa, do tipo estudo de caso (SARMENTO, 2011), foi realizada entre os anos de 2023 e 2025, na Rede Estadual de Ensino do Espírito Santo (REEES) sob responsabilidade da Secretaria de Estado da Educação do Espírito Santo (SEDU/ES). Então, diante da estrutura organizacional da SEDU/ES, em 11 Superintendências Regionais de Educação (SREs), foi escolhida a Superintendência Regional de Educação de Cariacica, responsável pelo assessoramento das escolas públicas estaduais localizadas nos Municípios de Cariacica, Viana, Marechal Floriano e Santa Leopoldina.
Participaram da pesquisa na etapa de preenchimento do formulário online 22 (vinte e dois) Coordenadores(as) Pedagógicos(as), e da concessão de entrevistas, 04 (quatro). Em ambos os casos, o estudo obteve adesão de 80% do público-alvo. E, os dados foram tratados, e, analisados, com uso de estatística descritiva no caso das informações quantitativas, enquanto nos dados qualitativos foram aplicadas técnicas de análise de conteúdo, com destaque para a Análise Temática de Braun e Clarke (2006). Destaca-se ainda, que as análises qualitativas lançaram uso de estruturação de diferentes estratégias de apresentação, tais como nuvens de palavras, quadros e figuras ilustrativas. Além disso, as fontes documentais passaram por leitura analítica e entrecruzadas com os demais dados obtidos.
Os resultados indicaram que o racismo (MUNANGA, 2004), forma de manifestação preconceituosa de pensamentos que pré-julgam negras e negros, e atribuem concreta e simbolicamente características negativas, enquanto supervalorizam tudo aquilo que advém de brancos(as). Assim sendo, os dados indicaram que reprodução do discurso do Mito da Democracia Racial (SOUZA, 2021 ), elaborado ao longo de meados dos anos 1930 e se fortaleceu nas décadas seguintes, em que se afirmava inexistir desigualdades no Brasil entre negros(as) e brancos, na medida em que as oportunidades eram igualmente acessíveis a todos(as)(SANTOS, 2016). Todavia, o mito, ou seja, a assertiva de que essa afirmação não é verdade foi feita, e, academicamente comprovada, a partir de debates propostos por Florestan Fernandes, em meados de 1950 e décadas seguintes. E, comprovada também com estudos como de Carlos Hasenbalg (SANTOS, 2016), onde se verificou os impactos profundos do racismo em diversas dimensões da sociedade brasileira, ao se analisar a situação de negros(as) e brancos(as).
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No entanto, apesar de sucessivos estudos, com comprovação quantitativa e qualitativa, em outras palavras, com dados estatísticos e também com dados qualitativos obtidos em análises de entrevistas e outras técnicas qualitativas, indicando que o racismo é ainda uma realidade urgente de ser combatida, ainda há, entre a população brasileira, no cotidiano, a dificuldade de perceber. Em consequência disso, reproduzem falas afirmando que o racismo não mais existe. Ou, quando existe, não há quem esteja cometendo este crime.
Analisados o corpus de dados identificados ao longo da pesquisa, foi possível afirmar que nas escolas pesquisadas essas máxima se faz presente. E, ainda, que outras maneiras de prática e propagação do racismo seguem sendo mantidas e reproduzidas: o racismo recreativo (MOREIRA, 2019), por intermédio de piadas e demais formas de hostilização de negras e negros; o racismo institucional (ARAÚJO, 2015; FORDE, 2019, 2025; VINUTO, 2023), segundo o qual, pela omissão e/ou ação, as instituições reproduzem regras e/ou comportamentos/ações que contribuem para a manutenção e reprodução de situações de desigualdades entre negros(as) e brancos(as); No currículo e nas práticas pedagógicas, além de, em aspectos atitidunais de professores(as).
Em paralelo, o(a) profissional que teria a função estratégica de combater o racismo, através de seu direcionamento do trabalho junto à comunidade escolar, que são os(as) Coordenadores(as) Pedagógicas(as) (CPs) estão mergulhados, em razão de uma dinâmica institucional focalizada na gestão produtiva (SANDER, 2005) voltada à resultados imediatistas, em excesso de burocratização cotidiana. Na prática, o olhar neoliberal empresarial (FREITAS, 2012) alinhou uma série de dinâmicas no âmbito da SEDU/ES, que resulta numa sobrecarga burocrática, que inviabiliza o trabalho de planejamento dos(as) CPs. Tal fato, aliado ao pensamento de que o combate ao racismo não é exatamente o mais importante, haja vista que para quase um terço dos(as) profissionais, o racismo não está presente no currículo, nas práticas e/ou em atitudes própria e de demais membros da equipe, tem-se cenário favorável à manutenção dos racismos, inclusive, pela omissão e/ou morosidade institucional em garantir que no cotidiano o antirracismo seja, de fato, foco das ações pedagógicas.
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Por fim, com base nos resultados, foi possível atingir algumas conclusões e percepções. A primeira, é que o racismo institucional, segue sendo reproduzido. Entre outros motivos, favorecido pelo modelo de gestão adotada pela SEDU/ES, que cada vez mais tem buscado a transformação dos processos pedagógicos em ‘produtos’, ‘evidências’, resultados palpáveis em avaliações externas, tais como Programa de Avaliação da Educação Básica do Espírito Santo (PAEBES) e Sistema de Avaliação da Educação Básica (SAEB). Com isso, criou-se dinâmicas internas voltadas à preparação dos(as) estudantes, ou melhor, treinamento para responder tais provas. Na prática, a contextualização críticas de muitos assuntos que contribuiriam no enfrentamento das desigualdades entre as minorias presentes na escola, como negros(as), indígenas, quilombolas, ciganos etc., acaba posto em segundo e/ou terceiro plano.
Em suma, há também ainda a subrepresentatividade de negros(as) nos espaços de poder, bem como conhecimento sobre questões raciais na sociedade brasileira entre os(as) CPs que carecem de intensificação de formações continuadas em serviço. Há, no entanto, avanços como a disponibilidade de formação online sobre o tema e materiais didáticos, todavia, conforme notado nos dados, sem que sejam utilizados no cotidiano.
A formação no Mestrado Profissional é comprometida com uma devolutiva prática ao contexto estudado. No desenrolar do estudo, os(as) participantes demonstraram alternativas, tais como: a) aproveitar os momentos oficiais em que os(as) responsáveis são coletivamente convocados à comparecer na escola, e separar continuamente parte da reunião, para abordar a temática do racismo, bem como a importância do planejamento de práticas pedagógicas que insiram, como destaca Forde (2019) o(a) negro(a) com igual relevancia em comparação aos brancos. Para que tenham suas histórias, culturas e a identidade seja positivamente fortalecidas; b) reforçar os impactos na formação integral, em suas diversas dimensões, da implementação da educação antirracista; c) Orientar para questões legais relacionada aos direitos da vítima e consequencias ao algoz, caso acontecam casos de racismo.
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Portanto, com base em tais apontamentos, e nas indicações dos(as) CPs:
[...] O desafio é ter um tempo maior para trabalhar os dados da escola[...] Ter tempo de ter tempo. Ou ter um tempo de qualidade, sem interferência para você continuar [...](CPbaobá,2025)
[...] Eu acho que você pode trazer sugestões para o meu trabalho. Tipo assim, você está fazendo assim, mas que tal se você fizesse assim? Um feedback do meu trabalho, me ajudaria muito como mobilizar os professores, por exemplo [...] (CPzacimba, 2025, grifos nossos).
[...] uma formação como produto, talvez. Mas eu te digo, acho que se a gente investir na busca de entender de uma forma mais histórica e crítica esse processo, acho que isso nos ajuda mais, entendeu? De ter esses professores que compreendam essa discussão é que quando for fazer essa discussão com os alunos, ela de fato tem um impacto nesse repensar dessa estrutura que está colocada [...] (CPubuntu, 2025,0grifos nossos)).
[...] Que partam de estudos de mestrado e doutorado. Que possam contribuir. Eu mesma busquei um artigo recentemente. Para contribuir. Numa discussão no processo formativo. E esse artigo. Ele veio falando um pouquinho. Sobre esse movimento interdisciplinar. A partir da Lei 10.639/2003. Então acho que é uma relevância muito grande. Para auxiliar nesse trabalho que é do CP. Que é formativo dentro do âmbito escolar [...] (CPsankofa, 2025, grifos nossos).
Aproximando essas contribuições dos(as) participantes do pensamento de hooks (2013) acerca da relevância de uma atuação engajada, e de Filice (2011) no que se refere à necessidade de que gestores(as) sejam proativos para que a Lei 10.639/2003 possa ser implementada, foi definido que o Produto Educacional, no sentido de favorecimento da prática pedagógica — que, no presente estudo, foca o olhar na articulação dos(as) CPs —, e considerando todos os desafios identificados, será focado em organizar três apresentações em slides com informações que visam proporcionar o uso em formação em serviço com a comunidade escolar. Ressalta-se que, inicialmente, foi cogitada a estruturação de um curso; todavia, segundo os(as) próprios(as) CPs, em relatos ao pesquisador, este formato de material pré-organizado tem maior potencial de, concretamente, ser implementado.
Material de uso irrestrito, mantendo-se o respeito à autoria do produto, não sendo permitido uso comercial por terceiros.
CPbaobá, CPzacimba, CPubuntu e CPsankofa são nomes fictícios usados para preservar o anonimato dos(as) entrevistados(as), conforme procedimentos éticos da pesquisa com seres humanos.
O produto educacional aqui apresentado está estruturado em quatro blocos: o primeiro, destina-se a um conjunto de slides voltados à serem trabalhados com os(as) Coordenadores(as) Pedagógicos(as); o segundo, destina-se a um conjunto de informações organizadas para serem utilizadas em reuniões com professores, servidores técnico-adminstrativos e/ou terceirizados; o terceiro destina-se aos pais e/ou responsáveis legais, bem como nas reuniões do Conselho de Escola; o quarto, é formado por um conjunto de indicações práticas para serem utilizadas pelos(as) CPs e/ou indicadas aos docentes da instituição de ensino. O foco, em ambos os casos, é subsidiar o trabalho cotidiano, destacando-se, sempre, que se trata de um apontamento a ser adaptado em cada uma das realidades das instituições de ensino.
Ao longo dos slides, são inseridas orientações didáticas e práticas para o desenvolvimento da fala e da sequência didática. Ao acessar o arquivo, o(a) profissional poderá manipular o arquivo, inserindo e/ou retirando informações, conforme o contexto da instituição de ensino. As informações estão inseridas na opção ‘’anotações do apresentador”, na parte inferior da tela. Assim, no momento de realização da intervenção, é possível promover rodas de conversas e debates sobre o assunto, com respaldo de informações atualizadas sobre a discussão.
Esperamos que este material sirva como ponto de partida, e/ou, fortalecimento de ações já em curso, no sentido de potencializar e qualificar o debate quanto ao racismo e seus efeitos na escola e na sociedade. Por fim, destacamos que, a luta antirracista necessita ser contínua, engajada e compromissada com a construção de um modelo de sociedade que insira no centro do debate a importancia de entendermos nossas diferenças como algo que nos faz sermos ainda mais únicos e plurais, na medida que não nos torna melhores uns que os outros. E, como destaca Petronilha Beatriz Gonçalves e Silva (2022), o que importa é o objetivo de sociedade que o(a) profissional que está exercendo a função (professor, diretor etc.) possui, independente de sua raça/cor, pois o combate ao racismo é dever de todas e todos! E a equipe gestora das escolas necessitam estar alinhadas nesse sentido. De atuar para que as ações possam ser realizadas.
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Gestão Democrática | Gestão Antirracista | Equidade | Gestão Engajada
Coordenação Pedagógica Antirracista
Equipe docente, técnico-pedagógica e servidores(as) terceirizados(as)
Aos(as) Coordenadores(as) Pedagógicos(as), no diálogo com equipe escolar:
Esta parte do produto educacional construído se propõe ser base para enriquecimento do trabalho específico do(a) Coordenador(a) Pedagógico(a) na escola, em momentos de formação realizadas com professores, técnico-pedagógicos e/ou profissionais terceirizados que trabalham na escola.
No decorrer das visitas de campo, durante a pesquisa, os(as) profissionais entrevistados(as) e demais pessoas presentes nas escolas, relataram que parte da dificuldade em temas relacionados à ERER está na resistência de alguns docentes. Este fato também foi identificado durante ao longo do levantamento bibliográfico.
Assim, com objetivo de estruturar uma base para início e/ou potencialização de diálogos com os(as) professores e demais servidores da escola sobre o racismo, bem como a importancia dos trabalhos pedagógicos focados em fortalecer as identidades dos estudantes, e, retomar assuntos relacionados à ancestralidade de estudantes negras, negros e indígenas, foi organizado a presente apresentação. Na oportunidade, foi estruturada sequência didática que focaliza em retomar o que é o racismo, seus impactos.
Na sequência, é proposto o debate sobre os efeitos do racismo no ambiente escolar, bem como apresentados dados estatísticos que ilustram as desigualdades raciais ainda persistentes, tanto na escola, quanto em diversos setores da sociedade. Além de, refletir acerca da importância da autodeclaração racial, e sua importância na produção da dados estatísticos, com vista ao enfrentamento ao racismo.
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O Racismo é:
Pensamento apriorístico, ou seja, que pressupõe a existência de diferença entre negros e brancos, em que brancos ocupam no imaginário posição de privilégio em termos concretos e simbólicos. Os aspectos negativos (morais, intelectuais, etc.) são a priori atribuídos a pessoas negras, enquanto brancos tornam-se referência positiva (MUNANGA, 2004; SANTOS, 2016).
É uma reprodução ideológica de que um grupo, em virtude de suas características físicas, culturais, regionais e morais seja superior a outro, como uma hierarquia a serviço dos privilégios de alguns e da subalternização de outros. (GOMES; RIBEIRO; FREITAS, 2024 p.170)
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GOMES, Arilson dos Santos; RIBEIRO, Matil de; FREITAS, Tiago Morais de. Educação antirracista e ações afirmativas contra o crime perfeito. Argumentum, Vitória, v. 16, n. 2, p. 169-185, maio/ago. 2024.
MUNANGA, Kabengele. Uma abordagem conceitual das noções de raça, racismo, identidade e etnia. Cadernos PENESB - Programa de Educação Sobre o Negro na Sociedade Brasileira. [S.l: s.n.] v. 5, 2004
SANTOS, Sergio Pereira. Os “intrusos” e os “outros” quebrando o aquário e mudando os horizontes: relações de raça e classe nas ações afirmativas da Ufes. 1. ed. Curitiba: CRV, 2016. v. 1 (SANTOS, 2016)
Fonte: RepórterMT | 2017
Sergio Pereira do Santos (2016)
Kabengele Munanga (2004)
Fonte: U. Dettmar/SCO/STF| 2018
O acesso da população não branca aos bancos escolares foi marcado por medidas preconceituosas e discriminatórias das quais se destacam aquelas ancoradas em uma lógica racista. Tais concepções, ainda presentes no sistema educacional brasileiro, estruturam-se de forma institucionalizada se manifestando de inúmeras formas e através de várias faces. Esse conjunto de mecanismos discriminatórios ancorados no racismo será denominado neste trabalho: racismo educacional. (RODRIGUES, 2014a p.74)
Ele deve ser visto como um projeto de dominação que procura promover a reprodução de relações assimétricas de poder entre grupos raciais por meio de uma política cultural baseada na utilização do humor como expressão e encobrimento de hostilidade racial. O racismo recreativo decorre da competição entre grupos raciais por estima social, sendo que ele revela uma estratégia empregada por membros do grupo racial dominante para garantir que o bem público da respeitabilidade permaneça um privilégio exclusivo de pessoas brancas. (MOREIRA, 2019 p.95)
Racismo educacional
[...] o racismo institucional não é simplesmente um racismo individual realizado em instituições, mas é sim resultado de padrões históricos de submissão operados por instituições durante a interação entre seus operadores e os cidadãos atendidos. Isto é, o racismo institucional não depende apenas de atuações racistas individuais, já que se realiza na própria operação das instituições, ou ainda nas tomadas de decisões de pessoas responsáveis por tais organizações (VINUTO, 2023 p.465)
[...] o racismo é uma decorrência da própria estrutura social, ou seja, do modo "normal" com que se constituem as relações políticas, econômicas, jurídicas e até mesmo familiares, não sendo uma patologia social e nem um desarranjo institucional. O racismo é estrutural. Comportamentos individuais e processos institucionais são derivados de uma sociedade cujo racismo é regra e não exceção.” (ALMEIDA, 2019 p.36)
Fonte: descolonize.educa
Fonte: @serantirracista | Instagram
“Democracia racial: o ideal, o pacto e o mito” de Antônio Sérgio A. Guimarães. Disponível:
https://arquivo.ibccrim.org.br/docs/humano_2014/guimaraes.pdf Acesso em 29 set. 2025
Fonte: descolonize.educa
“[...] mito não é uma fala qualquer. É uma fala que objetiva escamotear o real, produzir o ilusório, negar a história, transformá-la em “natureza" [...] ”(Souza, 2021 p.50).
Fonte: descolonize.educa
JUNIOR, Henrique Cunha. Me chamaram de macaco e eu nunca mais fui à escola. In: GOMES, Ana Beatriz Souza; JUNIOR, Henrique (Org.). Educação e afrodescendência no Brasil. 1. ed. Fortaleza: EdUFC, 2008. v. 1. p. 229–240.
JUNIOR, Henrique Cunha. Me chamaram de macaco e eu nunca mais fui à escola. In: GOMES, Ana Beatriz Souza; JUNIOR, Henrique (Org.). Educação e afrodescendência no Brasil. 1. ed. Fortaleza: EdUFC, 2008. v. 1. p. 229–240.
JUNIOR, Henrique Cunha. Me chamaram de macaco e eu nunca mais fui à escola. In: GOMES, Ana Beatriz Souza; JUNIOR, Henrique (Org.). Educação e afrodescendência no Brasil. 1. ed. Fortaleza: EdUFC, 2008. v. 1. p. 229–240.
Fonte: https://www.unicef.org/brazil/pia#cards Acesso: 24 set 2025.
A Professora Doutora Ellen de Lima Souza (Souza, 2016), ao discutir sobre o assunto no capítulo “Bullying não é sinônimo de racismo” do livro “Discriminação racial é sinônimo de maus-tratos: a importância do ECA para a proteção das crianças negras” afirma que “O bullying é um problema que se origina dentro da instituição escolar e abrange especificamente crianças e adolescentes, pois são intimidações que ocorrem entre pares (Souza, 2016 p.86)”, enquanto o racismo possui toda uma construção histórica em que no contexto brasileiro negros foram subalternizados simbólica e concretamente por diversas estratégias que passaram desde atribuição de estereótipos negativos até à violências simbólicas.
Livro Disponível em < https://livredetrabalhoinfantil.org.br/wp-content/uploads/2021/07/Proj-PETROBRAS-web_compressed.pdf > Acesso em: 10 jun. 2024.
Todo mundo odeia o Chris T03E06
Material de uso irrestrito, mantendo-se o respeito à autoria do produto, não sendo permitido uso comercial por terceiros.
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Fonte: https://www.defensoria.ba.def.br/wp-content/uploads/2021/11/sanitize_231121-125536.pdf Acesso: 24 set 2025.
Fonte: @serantirracista | Instagram
Material de uso irrestrito, mantendo-se o respeito à autoria do produto, não sendo permitido uso comercial por terceiros.
Fonte: https://biblioteca.ibge.gov.br/index.php/biblioteca-catalogo?view=detalhes&id=2102161 Acesso: 24 set 2025.
Fonte: https://biblioteca.ibge.gov.br/index.php/biblioteca-catalogo?view=detalhes&id=2102161 Acesso: 24 set 2025.
Material de uso irrestrito, mantendo-se o respeito à autoria do produto, não sendo permitido uso comercial por terceiros.
Fonte: https://biblioteca.ibge.gov.br/index.php/biblioteca-catalogo?view=detalhes&id=2102161 Acesso: 24 set 2025.
Material de uso irrestrito, mantendo-se o respeito à autoria do produto, não sendo permitido uso comercial por terceiros.
Fonte: https://biblioteca.ibge.gov.br/index.php/biblioteca-catalogo?view=detalhes&id=2102161 Acesso: 24 set 2025.
Fonte: https://www.dieese.org.br/boletimespecial/2024/conscienciaNegra.html Acesso: 24 set 2025.
Material de uso irrestrito, mantendo-se o respeito à autoria do produto, não sendo permitido uso comercial por terceiros.
Fonte: https://www.dieese.org.br/boletimespecial/2024/conscienciaNegra.html Acesso: 24 set 2025.
Fonte: https://biblioteca.ibge.gov.br/index.php/biblioteca-catalogo?view=detalhes&id=2102161 Acesso: 24 set 2025.
Algumas desigualdades raciais…
As taxas de analfabetismo de pretos (10,1%) e pardos (8,8%) são mais do dobro da taxa dos brancos (4,3%). Para cor ou raça indígena (16,1%), é quase quatro vezes maior. [...] As pessoas de cor ou raça branca e amarela com 15 anos ou mais de idade tiveram as menores taxas de analfabetismo, 4,3% e 2,5%, respectivamente. Já as pessoas de cor ou raça preta, parda e indígena do mesmo grupo etário tiveram taxas de 10,1%, 8,8% e 16,1%, respectivamente. (IBGE, 2024)
Material de uso irrestrito, mantendo-se o respeito à autoria do produto, não sendo permitido uso comercial por terceiros.
Fonte: https://www.dieese.org.br/boletimespecial/2024/conscienciaNegra.html Acesso: 24 set 2025.
IBGE. Censo 2022: Taxa de analfabetismo cai de 9,6% para 7,0% em 12 anos, mas desigualdades persistem. 2024. Disponível em <https://agenciadenoticias.ibge.gov.br/agencia-noticias/2012-agencia-de-noticias/noticias/40098-censo-2022-taxa-de-analfabetismo-cai-de-9-6-para-7-0-em-12-anos-mas-desigualdades-persistem#:~:text=Dados%20do%20Censo%20Demogr%C3%A1fico%20de,foi%20de%207%2C0%25 > Acesso em: 3 jun. 2025.
Material de uso irrestrito, mantendo-se o respeito à autoria do produto, não sendo permitido uso comercial por terceiros.
(IBGE, 2019)
Fonte: https://www.cartacapital.com.br/opiniao/racismo-impede-que-criancas-e-jovens-negros-concluam-os-estudos/ Acesso: 24 set 2025.
Material de uso irrestrito, mantendo-se o respeito à autoria do produto, não sendo permitido uso comercial por terceiros.
Fonte: https://doi.org/10.1590/18070337-130382 cesso: 24 set 2025.
Fonte: https://doi.org/10.1590/18070337-130382 cesso: 24 set 2025.
Nas áreas de graduação presencial com maior número de matrículas em 2020, as maiores proporções de pretos e pardos estavam em pedagogia (11,6% de pretos e 36,2% de pardos) e enfermagem (8,5% de pretos e 35,2% de pardos). Já o curso de medicina tinha apenas 3,2% de matriculados pretos e 21,8% de pardos. (IBGE, 2022)
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IBGE. Desigualdades Sociais: Pessoas pretas e pardas continuam com menor acesso a emprego, educação, segurança e saneamento. 2022. Disponível em <https://agenciadenoticias.ibge.gov.br/agencia-noticias/2012-agencia-de-noticias/noticias/35467-pessoas-pretas-e-pardas-continuam-com-menor-acesso-a-emprego-educacao-seguranca-e-saneamento > Acesso em: 3 jun. 2024. (IBGE, 2022)
IBGE. Desigualdades sociais por cor ou raça no Brasil. Estudos e Pesquisas. Informação Demográfica e Socioeconômica, n. 41, 2019. Disponível em https://biblioteca.ibge.gov.br/visualizacao/livros/liv101681_informativo.pdf . Acesso em: 28 mai. 2024. (IBGE, 2019)
(IBGE, 2019)
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Fonte: https://www.dieese.org.br/boletimespecial/2024/conscienciaNegra.html Acesso: 24 set 2025.
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Fonte: https://www.dieese.org.br/boletimespecial/2024/conscienciaNegra.html Acesso: 24 set 2025.
“[...] Essa distribuição desfavorável dos negros nas piores ocupações é um dos fatores que explica a diferença de renda entre negros e não negros. No 2º trimestre de 2024, o rendimento médio dos negros era de R$ 2.392, valor 40% inferior ao dos demais trabalhadores (R$ 4.008) (DIEESE)”.
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Fonte: https://www.dieese.org.br/boletimespecial/2024/conscienciaNegra.html Acesso: 24 set 2025.
“[...] de cada 48 homens negros ocupados, apenas um está em posição de liderança, enquanto entre os não negros a proporção é de um para cada 18 trabalhadores. Essa desigualdade também aparece entre as mulheres (2,0% e 4,6%) (DIEESE)”.
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Fonte: https://www.dieese.org.br/boletimespecial/2024/conscienciaNegra.html Acesso: 24 set 2025.
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IBGE. Desigualdades Sociais: Pessoas pretas e pardas continuam com menor acesso a emprego, educação, segurança e saneamento. 2022. Disponível em <https://agenciadenoticias.ibge.gov.br/agencia-noticias/2012-agencia-de-noticias/noticias/35467-pessoas-pretas-e-pardas-continuam-com-menor-acesso-a-emprego-educacao-seguranca-e-saneamento > Acesso em: 3 jun. 2024. (IBGE, 2022)
O rendimento médio dos trabalhadores brancos (R$3.099) superava muito o de pretos (R$1.764) e pardos (R$1.814) em 2021.
(IBGE, 2022)
Parte da apresentação destinada a inserir o contexto da escola em que está sendo realizada a formação.
INSERIR DADOS EDUCACIONAIS DA ESCOLA!
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Fonte: @serantirracista | Instagram
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Formação em Serviço: Equidade e Educação - O CONTEXTO ESCOLAR - Bairros do entorno
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Fonte: https://www.behance.net/gallery/147778701/Cibertrilha-Moa?fbclid=IwAR0Y9ZYB-d8YYyH0YuY1JZTn74oOS9TDNOn_VtjyNfH5OLerZxUmgz7ynpg Acesso: 22 set 2025.
Môa é a toponímia* dada a localizada próxima a ponte sobre a EFVM (Estrada de Ferro Vitória - Minas) entre os bairros Flexal e Nova Canaã, em Cariacica/ES. Onde observamos belíssimas paisagens, além de uma vista panorâmica da Reserva de Desenvolvimento Sustentável (RDS) dos Manguezais de Cariacica. Local muito usado pela comunidade e visitantes para pesca, cata de sururu, ostra e demais mariscos, bem como para lazer nos finais de semana.
*Toponímia são nomes dados a determinadas partes do território, normalmente associada a traços históricos, geográficos e afetivos, por vezes ligados à ancestralidade, intimamente ligada a uma Cartografia Afetiva do Território.
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Formação em Serviço: Equidade e Educação - O CONTEXTO ESCOLAR - bairros do entorno
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Fonte: https://www.instagram.com/professorbira/?e=080b6d67-d5c5-4218-b6b2-0a2cd76d9725&g=5 Acesso 27 set 2025.
Fonte: https://sedu.es.gov.br/Media/sedu/Chamadas/Guia%20de%20orienta%C3%A7%C3%B5es%20para%20Autodeclara%C3%A7%C3%A3o%20consciente%202025.pdf Acesso 27 set 2025.
PIZA, Edith; ROSEMBERG, Fúlvia. Cor nos censos brasileiros. Revista Usp, São Paulo, n.40, p. 122-137, dezembro/fevereiro 1999. Disponíve em: < https://www.revistas.usp.br/revusp/article/download/28427/30285/33144 > Acesso em: 25 jun. 2024.
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Fonte: https://sedu.es.gov.br/Media/sedu/Chamadas/Guia%20de%20orienta%C3%A7%C3%B5es%20para%20Autodeclara%C3%A7%C3%A3o%20consciente%202025.pdf Acesso 27 set 2025.
PIZA, Edith; ROSEMBERG, Fúlvia. Cor nos censos brasileiros. Revista Usp, São Paulo, n.40, p. 122-137, dezembro/fevereiro 1999. Disponíve em: < https://www.revistas.usp.br/revusp/article/download/28427/30285/33144 > Acesso em: 25 jun. 2024.
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PIZA, Edith; ROSEMBERG, Fúlvia. Cor nos censos brasileiros. Revista Usp, São Paulo, n.40, p. 122-137, dezembro/fevereiro 1999. Disponíve em: < https://www.revistas.usp.br/revusp/article/download/28427/30285/33144 > Acesso em: 25 jun. 2024.
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Fonte: https://sedu.es.gov.br/Media/sedu/Chamadas/Guia%20de%20orienta%C3%A7%C3%B5es%20para%20Autodeclara%C3%A7%C3%A3o%20consciente%202025.pdf Acesso 27 set 2025.
PIZA, Edith; ROSEMBERG, Fúlvia. Cor nos censos brasileiros. Revista Usp, São Paulo, n.40, p. 122-137, dezembro/fevereiro 1999. Disponíve em: < https://www.revistas.usp.br/revusp/article/download/28427/30285/33144 > Acesso em: 25 jun. 2024.
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PIZA, Edith; ROSEMBERG, Fúlvia. Cor nos censos brasileiros. Revista Usp, São Paulo, n.40, p. 122-137, dezembro/fevereiro 1999. Disponíve em: < https://www.revistas.usp.br/revusp/article/download/28427/30285/33144 > Acesso em: 25 jun. 2024.
“É fundamental para a criação de políticas públicas eficazes, como ações afirmativas e programas sociais, que buscam garantir mais oportunidades, acesso e justiça para esses grupos, promovendo um mapeamento preciso das necessidades da população e impulsionando a construção de uma sociedade mais equitativa.”
(Professor Mestre Bira)
Fonte: https://www.instagram.com/p/DO_6cebCTTM/?utm_source=ig_web_copy_link Acesso 27 set 2025
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FORDE, Gustavo Henrique Araújo. Racismo institucional: o modo como definimos também define como agimos. A Gazeta, Vitória, 18 ago. 2025. Disponível em: https://www.agazeta.com.br/artigos/racismo-o-modo-como-definimos-tambem-define-como-agimos-0825 . Acesso em: 24 ago. 2025.
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FREITAS, Luiz Carlos de. Os reformadores empresariais da educação: da desmoralização do magistério à destruição do sistema público de educação. Educ. Soc., Campinas, v.33, n 119, abr-jun, 2012, p.379-404. Disponível em < https://www.scielo.br/j/es/a/PMP4Lw4BRRX4k8q9W7xKxVy/?format=pdf&lang=pt > Acesso 18 jun. 2024
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LEMOS, Michel de Oliveira. A ausência da Pedagogia na Coordenação Pedagógica de Escolas Públicas Estaduais de São Paulo: Implicações na atuação dos anos finais do Ensino Fundamental e Ensino Médio. 2023. 1–202 f. Dissertação – Universidade Federal de São Paulo, Guarulhos, 2023. Disponível em: <https://acrobat.adobe.com/id/urn:aaid:sc:VA6C2:e58a0b33-df7a-4e14-9e04-41d5467e4177 >. Acesso em: 11 abr. 2024.
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