DEUS EM PRIMEIRO LUGAR�
SALT/IAENE�Pr. Demóstenes Neves
O Dízimo Continua em Vigor:�“Deus não tem mudado; o dízimo ainda deve ser usado para o sustento do ministério. O começo da Obra em vários campos requer mais eficácia ministerial do que a que temos agora, e tem que haver fundos na tesouraria.” �Ellen G. White, Obreiros Evangélicos, 227 (grifo nosso)
O Antigo Testamento faz referência ao dízimo 35 vezes (Gen 14:20; 28:22; Lv 27:30-32; Nm 18:21-28; Dt 12:6-17; 14:22-28; 26:12; I Sm 8:15-17; 2Cr 31:5-12; Ne 10:37-38; 13:5-12; Am 4:4; Ml 3:8-10.)
e o Novo Testamento dez vezes (Mt 23:23; Lc 11:42; 18:12; Hb 7:2-9).
Deve-se Instruir o Povo sobre o Dízimo:��“Alguns deixam de educar o povo a cumprir com todo o seu dever. Pregam parte de nossa fé que não cria oposição ou desagrada aos ouvintes, mas não declaram toda a verdade. Esse roubo a Deus, praticado tanto pelos ricos como pelos pobres, traz trevas às igrejas; e o ministro que com elas trabalha, e não lhes mostra a vontade de Deus claramente revelada, é condenado com o povo, por negligenciar seu dever.”��Ellen White, Conselhos sobre Mordomia, 87 (grifo nosso)
O sistema de fidelidade reconhecido e praticado mesmo por Abraão, antecede a lei mosaica e é independente do sacerdócio levítico.
�����se eu não vos abrir as janelas do céu, e não derramar sobre vós uma bênção tal, �que dela vos advenha a maior abastança.�(Ml 3:10) ��Deus tem uma bênção para você!
“Trazei todos os dízimos à Casa do tesouro, para que haja mantimento na minha casa, e depois fazei prova de mim, diz o Senhor dos Exércitos,
“O sistema especial do dízimo baseia-se em um princípio tão duradouro como a Lei de Deus.”� �Ellen White, Conselhos Sobre Mordomia, 67 (grifo nosso)
O Sistema especial do Dízimo proclama o princípio de que Deus é o Verdadeiro Dono de tudo,
exerce um convite à liberalidade e denuncia o coração egoísta e avarento, nutre a Obra de Deus com dádivas altruístas de um coração convertido e liberal.
��A Reforma �do Templo�foi feita �exclusivamente com ofertas voluntárias e impostos do Templo que eram depositados na caixa à porta do Santuário, sem a utilização dos dízimos. Estes continuavam exclusivos para o sacerdócio.
��Exemplo da �Reforma �de Joás �(2 Cr 24:1-14,�cerca de 835 �a 796 a. C.)
O rei Ezequias tomou medidas financeiras para restaurar à atividade o Santuário. O rei custearia as cerimônias diárias da manhã e da tarde, dos sábados, luas novas e festas fixas, conforme a lei do Senhor. O povo contribuiria com a parte devida aos sacerdotes e levitas, que eram os dízimos e as ofertas.
O exemplo da Reforma do Rei Ezequias �(2 Cr 31-2-21/729 a 686 a. C.)
Este seguiu o mesmo padrão de Joás e Ezequias. As ofertas voluntárias e impostos do Templo continuavam ainda a a serem depositadas na caixa à porta do Santuário, e os dízimos da mesma forma continuavam exclusivos para o sacerdócio.
A Reforma do rei Josias �(2 Rs 22:1-7; 2 Cr 24:8-10; 31:14/640 a 609 a. C.)
A Reforma de Neemias
A reforma espiritual que ocorreu após o retorno do cativeiro, foi uma reforma da fidelidade a �Deus, Neemias fez ao povo um apelo para �devolução �das porções�prescritas na �lei, que envolviam �ofertas, primícias, �dízimos e �outras de �acordo com �a Torah.
O Ministério de Malaquias (Ml 3:8-10/ ca. 400 a. C.)
O profeta fala da Casa do Tesouro do Templo, com sua administração e organização, na qual os dízimos não eram misturados com as ofertas e coisas �consagradas,� mas tinham seu �controle por um �corpo de levitas� nomeados �especialmente �para receber ,�e dar as porções �aos sacerdotes.
“E o povo se �alegrou do �que deram �voluntariamente, �porque com �coração �perfeito �voluntariamente �deram ao Senhor”. �(I Crôn. 29:1-9)
OFERTAS PARA CONSTRUÇÕES
“O Tabernáculo, bem como mais tarde o Templo, foi erigido inteiramente pelas ofertas voluntárias.” �����Ellen White. Patriarcas e profetas, 559 (grifo nosso)
�A administração do dízimo não era feita pelos sacerdotes individualmente e nem pelo adorador, mas por uma equipe designada dentre os próprios levitas.� ��Assim, o dízimo PERTENCE A DEUS e por isso deve ser DEVOLVIDO (Lv 27; Ml 3:8-10); as ofertas porém pertencem ao homem (Dt 16:10), o critério de quanto dar é do homem (Dt 16:17), podem ser usadas para várias finalidades (Êx 30:12,13; 2Cr 31:14; 24:6,9; Ne 10:32), por isso DAMOS.�
Foi a liberalidade e obediência dos israelitas, ao princípio desses usos adequados nas diversas ofertas, que possibilitou toda a construção, manutenção e reformas do Templo em várias épocas sem lançar mão do dízimo.��Tudo conforme Deus prescrevera.
O conselho de �Jesus aos fariseus �foi: “não use o �dízimo para �negligenciar a �misericórdia, não �use a misericórdia �para negligenciar� o dízimo” �(Lc 11:42; Mt 23:23).
Os fariseus acusavam Jesus de muitas coisas, porém, jamais de não ser dizimista ou pregar contra esse sistema. Esse aspecto se torna mais relevante quando lembramos que o Salvador condenava a avareza dos fariseus (Mt 23:14, 16,17; Lc 16:14), descritos �nos Evangelhos �como uma elite �cultural e religiosa �da época (Mt 23:2).
As disputas dos fariseus pelos cargos sacerdotais e as corrupções decorrentes não foram suficientes para impedir Jesus de fazer o apelo pela lealdade ao dízimo: “Fazei estas coisas sem omitir aquelas.”
A defesa de Paulo para remuneração dos ministros do evangelho, tem sua base argumentativa nos textos do AT (Num. 18).��Ainda, segundo Ellen G. White, I Cor 9:7-14 refere-se aos levitas que recebiam os dízimos, e que Paulo aplica aos ministros do Evangelho �no NT, sendo isso válido �até hoje. Ellen White. �Conselhos sobre Mordomia, �69, 70�
“Paulo prossegue: ele tem o direito a manutenção física, mas ele não fez uso desse direito. Sua função é análoga a dos servos do templo Levítico no que respeita a essa manutenção. O Senhor Jesus validou a aplicação disto para os servos do evangelho” ��Ellen White. Conselhos sobre Mordomia, 69,70 (grifo nosso)
Além disso, pagar os pastores é justo, especialmente aos que servem na pregação e no ensino (I Tm 5:17-18). Deve ser feito de tal maneira que não desperte ganância (I Pe 5:2). Afinal, o objetivo é que o pastor, pago pela igreja, não se embarace com as coisas desta vida e assim, sirva bem à causa de Deus �(2Tm 2:4).
Além do (a) dízimo levítico (Nm 18; Lv 27), as hipóteses de estudiosos defendem ora (b) dois dízimos (um para a adoração em família e os pobres e o outro para os levitas e sacerdotes), ora (c) três dízimos (levitas, pobres e para a família, elevando os donativos dos israelitas a um montante fixo de 30% de suas rendas sem contar as doações especiais já mencionadas.)�ISBE, 4:861-64.�
O SEGUNDO DÍZIMO
Vejamos as passagens do segundo dízimo em contraste com Números e Levítico: ���Deuteronômio 12:5-18. Promovendo a adoração em família. A ênfase está no uso de uma décima parte das rendas para a adoração em família. Os servos e o levita estariam presentes como participantes. O lugar mencionado nessa passagem é uma referência ao local onde estivesse o tabernáculo, Templo israelita. O levita não recebia esse dízimo pois era apenas um convidado ao banquete religioso da família.
Deuteronômio 14:22-28. ��Lembrando dos pobres, viúvas e órfãos. Basicamente o mesmo conteúdo da passagem anterior com algumas informações adicionais. �O banquete seria realizado a cada �terceiro ano, evidentemente dentro �do círculo sabático, isto é, ao �terceiro e sexto anos.
Deuteronômio 26:12-14. Nesta passagem tem-se a última referência sobre este dízimo especial ou segundo dízimo, sendo que a ênfase recai no seu uso a cada terceiro ano. Mais uma vez o adorador usa e administra este dízimo como quer, sendo o pobre e o levita apenas convidados para a festa. Mais uma vez o levita não o recebe, apenas dele participa.�
Conforme R. N. Champlin em sua Enciclopédia de Bíblia, Teologia e Filosofia sobre o dízimo:� (1) Havia três dízimos sendo um para os levitas, um para as festas religiosas e outro para os pobres (pago adicionalmente �no 3º e 6º ano �do ciclo sabático; �(2) Havia dois dízimos, sendo um dos levitas e outro para festas religiosas e os pobres, ou seja, o terceiro dízimo seria apenas uma aplicação diferente para o segundo dízimo no terceiro e no sexto ano do ciclo sabático.
Vejamos Alguns comentaristas sobre: ��O segundo dízimo em���Deuteronômio 14:22-28
Diz Adam Clark:��Trata-se do segundo dízimo que eles deviam comer, v. 23. Havia um primeiro dízimo que era dado aos levitas do qual pagavam a décima parte aos sacerdotes. Nm 18:24 a 28; Ne 10:37 a 38. Então, do restante, o proprietário separava um segundo dízimo, que ele comia perante o Senhor no primeiro e no segundo ano; e no terceiro ano era dado aos levitas e aos pobres, Dt 14:28 e 29. �The Holy Containing the Old and New Testament whit a Commentary and Critical Notes by Adam Clarke (grifo nosso)
Diz o The New Bible Commentary:��Assim é para ser entendido do segundo dízimo, que parece ser o mesmo dízimo do terceiro ano mencionado logo abaixo, �v. 28 e Dt 26:12 o qual pode ser �visto acima no �capítulo 12:17 (...) deste dízimo é dito ser um ato do povo, Dt 26:12, e �os levitas não são mencionados em ambos �os lugares como recebedores,� mas apenas como� participantes �juntamente com os proprietários... �The New Bible Commentary. Inter-Versity Press, (Leicester, England, 1970). (grifo nosso) �
Diz Matthew Poole:�Quando Moisés falou estas palavras o princípio do dízimo já era bem aceito em Israel. (...) Para assinalar a sacracidade do todo, um percentual definido era colocado de lado e dedicado no Santuário. Este é o assim chamado ‘segundo dízimo’, em contraste com o dízimo dos produtos dados para manter os levitas (ver Nm 18:26 a 28)...��Mattew Poole, A Commentary on Holy Bible (Carlisle, Pensylvania: The Banner of Trust, 1974). (grifo nosso)
�Afirma Ellen G. White: ���“A fim de promover a reunião do povo para o serviço religioso, bem como para se fazerem provisões aos pobres, exigia-se um segundo dízimo de todo o lucro. Com relação ao primeiro dízimo, declarou o Senhor: ‘Aos filhos de Levi tenho dado todos os dízimos em Israel’. Nm 18:21. ���
Mas em relação ao segundo ele �ordenou: ‘Perante o Senhor teu �Deus, no lugar que escolher para �ali fazer habitar o seu nome, �comereis os dízimos do teu �grão, do teu mosto, e do teu �azeite, e os primogênitos das �tuas vacas e das tuas ovelhas:� para que aprendam a temer ao �Senhor teu Deus todos os dias. �Deuteronômio 14:23 e 29; 16:11 a 14.
Esse dízimo, ou o seu equivalente em dinheiro, deviam por dois anos trazer ao lugar em que estava estabelecido o Santuário. Depois de apresentarem uma oferta de agradecimento a Deus, e uma especificada porção ao sacerdote, os ofertantes deviam fazer uso do que restava para uma festa religiosa, da qual deviam participar os levitas, os estrangeiros, os órfãos e as viúvas.
A cada terceiro ano, entretanto, este segundo dízimo devia ser usado em casa, hospedando os levitas e os pobres, conforme Moisés dissera: �����‘Para que comam dentro das tuas portas, e se fartem’. Dt 26:12. Este dízimo proveria um fundo para fins de caridade e hospitalidade.”�Ellen G. White, Patriarcas e Profetas (Tatuí, SP: Casa Publicadora Brasileira, 1993), 530. (grifos nossos)�
�A Enciclopédia Judaica ��comunga com o pensamento de um segundo dízimo, com aplicações diferentes, nos termos apresentados, basicamente por Ellen G. White:�
Maaser Sheni, heb., 2º. Dízimo. Oitavo tratado (7º em alguns códigos) na ordem mishnaica de Zeraim, contendo cinco capítulos. (...) Trata, principalmente, dos dízimos comidos em Jerusalém (Dt 14:22 a 27) e a maneira de resgatá-los em dinheiro. ���Declara ainda:�Maaserot ou Maaser �Rishon (em heb., �‘dízimo’ ou ‘1º. dízimo’ (...). �Trata do dízimo dado ao levita �(Nm. 18:21).
Maaser (dízimo). Uma décima parte da produção. Esta costumava ser separada como oferenda religiosa. Esse costume tem origem antiga, como por exemplo, Abraão dando o dízimo ‘um décimo de tudo’ a Melquizedeque (Gn 14:18 a 20). A lei judaica relaciona vários dízimos obrigatórios.
(1) Primeiro dízimo (Nm 18:24) dado aos levitas, depois da separação da terumah (oferenda retirada) para os sacerdotes; no tempo do segundo Templo este dízimo também era dado aos sacerdotes. A Mishnah em seu tratado Maaserot trata desse dízimo.
(2) Segundo dízimo (Lv 27:30 a 31; Dt 14:22 a 26), isto é um décimo adicional tomado depois do 1º. dízimo. ���Este era consumido pelo próprio dono em Jerusalém. Usava-se apenas durante os 1º., 2º., 4º., e 5º. ano do ciclo sabático. Os pormenores estão no tratado do Maaser Sheni.
(3) Dízimo dos pobres (Dt 14:28 a 29 e 26:12) dado aos pobres e substituindo o segundo dízimo no 3º. e 6º. ano do ciclo sabático. (4) Dízimo dos animais (Lv 27:32) escolhidos na contagem feita três vezes no ano e oferecidos em sacrifício pelo dono.��Conclui-se então, que as três passagens dos capítulos 12, 14 e 26 de Deuteronômio se completam.�
TABELA SUMÁRIA DOS DÍZIMOS
O DÍZIMO DE DEUS O DÍZIMO DOS POBRES O DÍZIMO DO REI
Dado aos sacerdotes e levitas. Nm 18:20-26 e �Lv 27:30-31. ���1. Dado somente e totalmente aos levitas. �2. Armazenado no Templo Ml 3:8-10. �3. Não usado pelo adorador. �4. Não trocado ou vendido. �5. O levita recebia e dizimava. � ��
�Para a família no 1º, 2º, 4º e 5º e para os pobres no 3º e 6º anos do ciclo de sete anos �Dt 12, 14 e 26; PP, 565.��1. Levita apenas convidado. �2. Não armazenado no Templo nem dado ao levita. �3. Era usado pelo adorador. �4. Podia ser trocado e vendido. ��5. O levita não dizimava pois não recebia. � ��
�Um imposto qualquer a título de dízimo. �1 Sm 8:11 a 17.���1. Imposto real.� �2. Levado ao tesouro do rei. �3. Usado pelo rei.� �4. O rei administrava. �5. O rei devia dizimar. � ��
TABELA SUMÁRIA DOS DÍZIMOS
O DÍZIMO DE DEUS O DÍZIMO DOS POBRES O DÍZIMO DO REI
�6. Visava sustentar os ministros religiosos de Israel. �7. Manter o serviço ministerial.� �8. Um ato de fé: “fazei prova de mim...” ��9. Pré-Mosáico, sancionado por Jesus. Gn 14:28; �Mt 23:23.� �10. Permanece com o pastor,� atual ministro do altar. I Cor. 9:13,14 �
6. Visava sustentar os pobres.� �7. Visava festas familiares. �8. Ato de caridade. ��9. Apenas Mosaico, ligado ao Templo. ��10. Findou com o fim dos �serviços do Templo. �
6. Visava sustento do rei. �7. Visava sustento do rei. �8. Ato compulsório.� �9. Monárquico apenas. �10. Findou com o fim da �monarquia. �
“Alguns se têm sentido mal-satisfeitos, e dito: ‘Não pagarei mais o dízimo; pois não confio na maneira por que as coisas são dirigidas na sede da obra’. Roubareis, porém, a Deus por pensardes que a direção da obra não está direita? Apresentai vossa queixa franca e abertamente, no devido espírito, e às pessoas competentes. Solicitai em vossas petições que se ajustem as coisas e ponham em ordem; mas não vos retireis da obra de Deus, nem vos demonstreis infiéis porque outros não estejam fazendo o que é direito.” � �Ellen G. White, Obreiros evangélicos (Tatuí, São Paulo: Casa Publicadora Brasileira, 1993), 226-227. (grifo nosso)
�“Assim ordenou também o Senhor aos que anunciam o evangelho, que vivam do evangelho” (1Co 9:14).�
O princípio é �o mesmo de todos �os tempos: �
Ellen G. White declara que : “As contribuições dos hebreus para fins religiosos e caritativos, montavam a uma quarta parte completa de suas rendas. Uma taxa tão pesada sobre os recursos do povo poder-se-ia esperar que os reduzisse à pobreza; mas, ao contrário, a fiel observância destes estatutos era uma das condições de sua prosperidade. (...) Ml 3:11-12”. �Ellen White. Patriarcas e Profetas, 560. (grifo nosso)
Em Testemunhos Seletos, Ellen G. White ainda declara que o percentual referido é de “Nada menos que um terço de suas rendas...” ��Testemunhos Seletos (Santo André, SP: Casa Publicadora Brasileira, 1985), 1:546.
�“Deus não requer menos de nós do que requeria do Seu povo, na antigüidade. Suas dádivas a nós não são menores, mas, maiores que as concedidas ao antigo Israel. Seu serviço exige agora e sempre exigirá recursos. A grande obra missionária para a salvação de almas deve ser levada avante.” �Ellen White. Conselhos Sobre Mordomia, 71.�
“Porque Deus amou o mundo de tal maneira
que deu o Seu Filho único para que todo
aquele que nEle crê não pereça mas
tenha a vida eterna.” João 3:16
Estamos fazendo nossa
parte também
com amor?
Fim