AGP SAÚDE 2021
Matriz de competências e modelo operacional do Programa de Apoio à Gestão Pública – Saúde do Instituto Votorantim
SUMÁRIO
1
Introdução e abordagem técnica | p. 3
2
Matriz de competências | p. 10
4
Anexo 1: Temáticas, competências, práticas de gestão e rotas | p. 29
Anexo 2: Método de cálculo da matriz de competências | p. 52
5
3
Modelo operacional | p. 21
6
Orientações para aplicação da checklist e priorização de competências | p. 23
1. INTRODUÇÃO E ABORDAGEM TÉCNICA
INTRODUÇÃO
INTRODUÇÃO
A estrutura da checklist está divida da seguinte forma:
INTRODUÇÃO
O modelo operacional do AGP Saúde será composto pelas cinco etapas abaixo:
INTRODUÇÃO
ABORDAGEM TÉCNICA
A abordagem técnica do AGP Saúde foi construída considerando os desafios dos gestores públicos identificados no documento Agenda Saúde na Cidade, a experiência prévia com o programa AGP Corona e a mudança no modelo de financiamento da atenção primária por meio do programa Previne Brasil.
A partir de 2020, o Previne Brasil passou a ser o programa central de financiamento da atenção primária para os municípios e tem sido um tema prioritário para as gestões.
Ao longo de 2020 a Impulso trabalhou com mais de 20 municípios no enfrentamento à pandemia no contexto do AGP Corona. Com base nessa experiência, foram propostas temáticas sobre a pandemia que relevantes para 2021.
Experiência AGP Corona
Agenda Saúde na Cidade
Previne Brasil
Foram priorizadas propostas da Agenda em consonância com a matriz de eixos estratégicos do Instituto Votorantim e com os desafios de municípios de pequeno e médio porte.
Desenvolvimento:
Implementação:
FRENTES DE ATUAÇÃO
Eixos
Temáticas
1. Continuidade do Enfrentamento à Covid-19
2. Atenção Integral à Saúde
1.1 Fluxo de dados epidemiológicos
1.2 Rastreamento de contatos
1.3 Vacinação
1.4. Comunicação de Risco
2.1 Cobertura da atenção primária
2.2 Previne Brasil
2. MATRIZ DE COMPETÊNCIAS
O QUE É A MATRIZ DE COMPETÊNCIAS?
O que é a matriz de competências? A matriz de competências é um conjunto de três elementos (inventário de indicadores, checklist e rotas) construídos para serem a sustentação técnica do AGP Saúde. Esses três elementos serão os norteadores das ações dos consultores no âmbito do AGP Saúde e integrarão também a ferramenta de monitoramento do programa. Como parte essencial do processo, tanto junto ao município como para o conselho de saúde, é importante que o consultor aborde a matriz de competências como uma ferramenta que o município já está tendo acesso para ganhar visibilidade sobre assuntos estratégicos e melhorar a entrega dos serviços ofertados.
A matriz de competências é comporta por três elementos organizados pela seguinte ordem de uso das ferramentas:
1) Inventário de Indicadores - Material elaborado com indicadores objetivos da saúde para apoiar os consultores na análise prévia do município, na análise dos dados da checklist, na pactuação das competências e ao longo do processo de mentoria visando facilitar a tomada de decisão e a criação de rotas com base em dados. O inventário é parte da matriz de competências e seu objetivo é servir de ferramenta para o consultor durante todo o processo. Além disso, o inventário de indicadores também irá auxiliar a propor rotas alinhadas à necessidade do município e, a depender do contexto, também poderá ser disponibilizado ao município como um produto/painel de gestão dos indicadores.
O QUE É A MATRIZ DE COMPETÊNCIAS?
2) Checklist - A checklist é uma ferramenta central no processo da mentoria. Ela foi elaborada para apoiar a análise das temáticas e competências do município com base nas práticas de gestão. A partir do preenchimento da checklist pelo município junto ao consultor e da visualização resultados é que serão priorizadas as áreas de atuação a serem trabalhadas em cada município ao longo do projeto. A checklist é composta por 2 eixos, 6 temáticas e 15 competências.
3) Rotas - As rotas são o conjunto de iniciativas que o consultor definirá para implantar junto ao município com o objetivo de elevar o nível das competências. O consultor construirá as rotas a partir da pactuação com o município dos pontos de partida e de chegada para as competências pactuadas. Cada estágio pretendido da evolução da competência deve remeter a rotas específicas, de modo que o plano de trabalho remeta a uma evolução do nível de complexidade das iniciativas que estão sendo implantadas
1. Indicadores da atenção primária
2. Indicadores do Previne Brasil
3. Indicadores da COVID-19
INVENTÁRIO DE INDICADORES
| Indicador | Interpretação | Valor de referência/ Parâmetro/ Tendência: | Eixo Relacionado | Fonte | Periodicidade | Última atualização | Orientações | Dado do Município | Data de Preenchimento |
Definição | Descreve o indicador | Fornece uma leitura sobre o indicador analisado | Serve como medida para analisar o valor do indicador municipal | Indica com qual eixo da checklist o indicador se relaciona | Indica onde é possível encontrar a informação desejada | Qual a periodicidade de divulgação desses dados | Indica a data de publicação mais recente do indicador | Esclarece se o indicador já é calculado e está disponível ou orienta sobre como calculá-lo a partir de bases abertas de dados | Coluna livre para preenchimento com a informação sobre o município atendido | Coluna livre para preenchimento pelo consultor da data em que o dado foi preenchido na planilha. |
Exemplo | Percentual de população coberta pela ESF | Indica a cobertura da política Saúde da Família no município | Tendência: aumento | Cobertura da Atenção Primária | Mensal | outubro/2020 | Indicador disponibilizado por sistema federal | [Preenchimento pelo consultor] | [Preenchimento pelo consultor] |
INVENTÁRIO DE INDICADORES
ESTRUTURA DA CHECKLIST
A estrutura abaixo detalha os 2 eixos do AGP Saúde e as 6 temáticas (4 referentes ao primeiro eixo e 2 referentes ao segundo). Para cada temática, listamos também as 15 competências nos quadros.
Eixos
Temáticas e competências
1. Continuidade do Enfrentamento à Covid-19
2. Atenção Integral à Saúde
1.1 Fluxo de dados epidemiológicos
1.2 Rastreamento de contatos
1.3 Vacinação
1.4. Comunicação de Risco
2.1 Cobertura da atenção primária
2.2 Previne Brasil
1.1.a Registro de casos
1.1. b Fluxo de dados
1.1. c Suporte à decisão
1.2.a Estratégia de monitoramento
1.2.b Monitoramento de casos
1.3.a Planejamento da imunização
1.3.b Logística da imunização
1.3.c Monitoramento da imunização
1.4.a Estratégia de comunicação
1.4.b Transparência
2.1.a Mapeamento da cobertura
2.1.b Expansão da cobertura
2.2.a Domínio do Previne Brasil
2.2.b Desempenho de indicadores e cadastros
2.2.c Adequação ao fluxo de informação do Previne Brasil
ESTRUTURA DA CHECKLIST
| | Eixos | | Temáticas | Competências | Práticas de gestão | |
Definição | Abordam os desafios amplos para o fortalecimento da gestão municipal. | Representam os assuntos estratégicos dentro de cada eixo. Cada temática terá um objetivo específico e mensurável. | Subdivisões das temáticas. A partir das competências que deverão ser pactuadas as rotas prioritárias do projeto. | Elementos mais granulares da análise. Serão os parâmetros para aferir o nível do município nas competências. | |||
Exemplo |
| 1.1 Fluxo de dados epidemiológicos 1.2 Rastreamento de contatos 1.3 Vacinação 1.4 Comunicação de risco | 1.1.a Registro de casos 1.1.b Fluxo de dados 1.1.c Suporte à decisão | a) O município possui um banco de dados epidemiológicos completo e com informações atualizadas. b) A alimentação dos sistemas de informação do Ministério da Saúde para a notificação de casos da COVID-19 acontece diariamente. c) Os dados da notificação da COVID-19 do paciente e do seu respectivo teste são precisos e consistentes quanto aos endereços, datas, sintomas, resultado e outros. | |||
Para a estruturação da checklist do AGP Saúde 2021 consideramos quatro elementos: eixos, temáticas, competências e práticas de gestão, sendo os eixos os elementos mais amplos e as práticas os mais granulares.
EXEMPLO
Objetivo da temática Fluxo de Dados Epidemiológicos (Eixo 1 - Continuidade de enfrentamento da Covid-19): O município possui maturidade no registro, repasse e divulgação dos dados epidemiológicos e toma decisões a partir da análise dos indicadores.
1.1 FLUXO DE DADOS EPIDEMIOLÓGICOS
Competências | Práticas de Gestão |
1.1.a Registro de casos | a. O município tem seguido os protocolos de identificação e notificação de casos e óbitos do Ministério da Saúde. (ex.: identificação de casos SG e SRAG pelos critérios preconizados e registro de óbitos nos sistemas do Ministério da Saúde). |
b. A alimentação dos sistemas de informação do Ministério da Saúde para a notificação de casos da COVID-19 acontece diariamente. | |
c. Os dados da notificação da COVID-19 do paciente e do seu respectivo teste são precisos e consistentes quanto aos endereços, datas, sintomas, resultado e outros. | |
1.1.b Fluxo de dados | a. Existe um responsável e uma rotina consistente de repasse dos dados epidemiológicos entre o setor de epidemiologia e o de comunicação do município. |
b. Existe um responsável e uma rotina consistente de alimentação dos sistemas de notificação do Ministério da Saúde. (ex: E-SUS VE, SIVEP-Gripe e outros). | |
c. Existe fluxo de processo formalizado para as rotinas que envolvem o repasse de dados epidemiológicos entre os setores da epidemiologia e da atenção primária. | |
1.1.c Suporte à decisão | a. O município possui um banco de dados epidemiológicos completo e com informações atualizadas. |
b. Existe um painel de dados epidemiológicos que dá suporte à tomada de decisões de combate à COVID-19 no município, como identificação de bairros ou grupos demográficos com maior disseminação da doença. | |
c. O município define e prioriza ações de testagem, rastreamento de contatos e isolamento social com base na análise dos dados epidemiológicos locais. | |
d. Existem ritos de gestão periódicos (reuniões de nível operacional e estratégico) focados na melhoria dos indicadores epidemiológicos do município. |
EXEMPLO
2,5
REGISTRO DE CASOS
EM CONSOLIDAÇÃO
ROTAS
QUALIFICAR A COLETA DE DADOS
ESTRUTURAR ROTINA DE ALIMENTAÇÃO
O município não segue os protocolos de identificação e notificação de casos do Ministérios da Saúde, não existe rotina de alimentação dos sistemas de informação para casos da COVID-19 e os dados das notificações de casos e dos testes possuem alto nível de imprecisão e inconsistência quanto aos endereços, datas, sintomas, resultado e outros.
QUALIFICAR A COLETA DE DADOS
INSTITUIR PROTOCOLO
DE NOTIFICAÇÃO
FRÁGIL
ESTRUTURAR ROTINA DE ALIMENTAÇÃO
ROTAS
CONSOLIDADO
ROTAS
QUALIFICAR A COLETA DE DADOS
IMPLEMENTAR MELHORIA CONTÍNUA
ROBUSTO
ROTAS
IMPLEMENTAR MELHORIA CONTÍNUA
O município segue todos os protocolos de identificação e notificação de casos do Ministério da Saúde, porém a rotina de alimentação dos sistemas de informação para casos da COVID-19 não acontece de forma diária e os dados das notificações e dos testes possuem nível moderado imprecisões ou inconsistências quanto aos endereços, datas, sintomas, resultado e outros.
O município segue todos os protocolos de identificação e notificação de casos do Ministério da Saúde, a rotina de alimentação dos sistemas de informação para casos da COVID-19 acontece de forma diária e os dados das notificações e dos testes possuem baixo nível de imprecisões ou inconsistências quanto aos endereços, datas, sintomas, resultado e outros.
O município segue todos os protocolos de identificação e notificação de casos do Ministério da Saúde, a rotina de alimentação dos sistemas de informação para casos da COVID-19 acontece de forma diária e os dados das notificações e dos testes não possuem imprecisões ou inconsistências quanto aos endereços, datas, sintomas, resultado e outros.
COMPETÊNCIA 1.1.a
EXEMPLO
NÍVEIS DE EVOLUÇÃO DAS TEMÁTICAS E COMPETÊNCIAS
1
1,5
FRÁGIL
2,5
EM CONSOLIDAÇÃO
4
ROBUSTO
CONSOLIDADO
3,5
Frágil
Em consolidação
Consolidado
Robusto
O município não faz a maioria dos elementos que estão propostos nas práticas de gestão da respectiva competência.
O município faz sempre a maioria dos elementos que estão propostos nas práticas de gestão da respectiva competência.
O município faz às vezes a maioria dos elementos que estão propostos nas práticas de gestão da respectiva competência.
O município faz quase sempre a maioria dos elementos que estão propostos nas práticas de gestão da respectiva competência.
Cada práticas de gestão será avaliada em escala de 1 a 4 (não faço, faço às vezes, faço quase sempre, faço sempre). A partir do cálculo da média das práticas de gestão de cada competência (exemplo no Anexo 2) se obterá os níveis de evolução descritos abaixo. O nível de evolução da cada temática será equivalente à média das suas respectivas competências.
ROTAS
| Competências | Níveis | Rotas |
Definição | Subdivisões das temáticas. A partir das competências que deverão ser pactuadas as ações prioritárias do projeto. | Os níveis servirão de régua para analisar o estágio do município em cada uma das competências | As rotas são o conjunto de iniciativas que o consultor definirá para implementar junto ao município com o objetivo de elevar o estágio das competências. |
Exemplo | 1.1.a Registro de casos | Frágil | Instituir protocolo de notificação |
Em consolidação | Estruturar rotina de alimentação | ||
Consolidado | Qualificar a coleta de dados | ||
Robusto | Implementar melhoria contínua |
As rotas são o terceiro elemento da matriz de competências, sendo parte fundamental do plano de trabalho que será construído com o município e do monitoramento da evolução nas competências pactuadas. Elas são o conjunto de iniciativas que o consultor deverá implantar para cada competência a partir do nível calculado através checklist. Cabe ressaltar que as rotas descritas no anexo do material não são exaustivas, ou seja, é indicado que todos os parceiros técnicos contribuam na alimentação de novas rotas de diferentes complexidades no decorrer do processo de mentoria.
EXEMPLO
3. MODELO OPERACIONAL
MODELO OPERACIONAL
Os consultores deverão re-priorizar competências continuamente a partir do alcance das primeiras metas pactuadas
O AGP Saúde está estruturado em seis etapas: ativação e imersão, aplicação da checklist, priorização e pactuação, implementação, reaplicação da checklist e handover. Todas as ações abaixo devem ser lideradas pelo consultor.
1. Ligação para o município e agendamento da reunião de ativação com gestores e técnicos
2. Pesquisa e aprofundamento sobre os indicadores do município (recursos: inventário de indicadores)
3. Apresentação do AGP Saúde
4. Definição do grupo de trabalho (com ênfase nas áreas de vigilância e atenção primária) e pactuação da dinâmica de trabalho com reuniões semanais com o time técnico e quinzenais com o secretariado
ATIVAÇÃO E IMERSÃO
1
1ª SEMANA
1. Aplicação da checklist com o grupo de trabalho, com ênfase para as áreas de atenção primária e vigilância epidemiológica
APLICAÇÃO DA CHECKLIST
2
2ª E 3ª SEMANA
1. Validação dos níveis das competências e as respectivas metas junto ao município
2. *Priorização de no mínimo 8 competências
para o decorrer do projeto
*Deve-se avaliar as prioridades e os focos para a primeira metade da mentoria, podendo ser priorizadas novas competências ao longo do percurso
3. Construção do plano de trabalho, definição rotas e da rotina de monitoramento a ser implementadas com o município
3
VALIDAÇÃO E PACTUAÇÃO
3º E 4º SEMANA
1. Apresentação e validação dos pontos de partida e de chegada no conselho de saúde
2. Uso dos toolkits preparados e curadoria de novos materiais
3. Implementação das rotas
IMPLEMENTAÇÃO
4
2º MÊS EM DIANTE
5
1. Reaplicar a checklist nas competências pactuadas para a primeira metade do projeto
2. Traçar novos planos de trabalho e competências
2. Consolidar aprendizados e endereçar os pontos de melhoria com os municípios
3. Reavaliar os pontos de chegada no conselho de saúde
4º MÊS – REAPLICAÇÃO DA CHECKLIST
HANDOVER
1. Coleta de evidências da evolução dos níveis das competências
2. Entrega dos toolkits desenvolvidos pela consultoria ao município
3. Reaplicação da checklist para todas as competências
3. Análise dos pontos de chegada junto ao conselho de saúde e com o município
4. Avaliação da mentoria pelo município
6
6º MÊS
4. ORIENTAÇÕES DE APLICAÇÃO DA CHECKLIST
E PRIORIZAÇÃO DE COMPETÊNCIAS
ORIENTAÇÕES: APLICAÇÃO DA CHECKLIST
A aplicação da checklist é uma etapa necessária para priorização e pactuação das competências. Esta etapa serve como momento de reflexão para o município, cabendo ao consultor abordá-la sem o caráter de diagnóstico ou avaliação sobre as entregas da gestão.
Sendo uma das principais etapas do projeto, é importante seguir as recomendações abaixo:
Passo a passo para aplicação:
Orientações gerais:
FERRAMENTAS DE APLICAÇÃO
Link do Inventário de Indicadores
* Cada consultor deve fazer uma cópia do arquivo para o município atendido
Desenvolvimento:
Implementação:
ORIENTAÇÕES: VALIDAÇÃO E PACTUAÇÃO
A partir das respostas das práticas de gestão será definida uma nota para a competência – dentro de quatro níveis (frágil, em consolidação, consolidado, robusto) descritos em detalhes no Anexo 2 – e inicia-se a etapa 3, de priorização e pactuação.
O objetivo da etapa é definir, em comum acordo com o ente municipal, quais deverão ser as competências trabalhadas ao longo da mentoria. As notas da competência devem servir como base para identificação dos principais gargalos dentro do município, mas é importante ouvir os gestores neste momento para identificar pontos de dor ou fortalezas que não foram contempladas na checklist. Cabe ressaltar também junto ao grupo de trabalho que a pactuação não é um momento estático do processo, podendo ser realinhada a partir do alcance das primeiras metas definidas. Para esse primeiro momento, sugere-se que sejam pactuadas 8 competências.
A partir da pactuação das competências começa o trabalho mão na massa e com isso o papel do consultor deve ser definir uma rota de trabalho com o município, listando iniciativas que serão relevantes para evolução de estágio nas competências pactuadas.
Orientações gerais:
ORIENTAÇÕES: REAPLICAÇÃO DA CHECKLIST
A reaplicação da checklist é uma etapa necessária para entender a evolução do município nas competências pactuadas no início do projeto. Novamente, esta etapa serve como momento de reflexão para o município, cabendo ao consultor abordá-la como uma oportunidade de comemorar os bons resultados e encaminhar uma nova rodada de priorização de competências ou ajustar os caminhos e estratégias para o alcance das metas inicialmente pactuadas.
Sendo uma das principais etapas do projeto, é importante seguir as mesmas recomendações da primeira aplicação:
Passo a passo para reaplicação:
Orientações gerais:
ORIENTAÇÕES: APLICAÇÃO FINAL DA CHECKLIST
A aplicação final da checklist é uma atividade dentro da última etapa (handover) do modelo operacional. A aplicação final será importante para entender a evolução do município em todas as competências da matriz, entendendo que o consultor possa no decorrer do projeto ter trabalhado com competências além das pactuadas inicialmente que surgiram via incentivo ou demanda espontânea do município. Além disso, será uma oportunidade de ter uma visão geral do sucesso do AGP Saúde e analisar os resultados do município no programa. Os resultados da aplicação final serão mostrados para o município e levados ao conselho de saúde.
Novamente, esta etapa serve como momento de reflexão para o município, cabendo ao consultor abordá-la como uma oportunidade de comemorar os bons resultados e orientar caminhos e estratégias para a estabilização e manutenção das soluções desenvolvidas no decorrer da mentoria.
É importante seguir as mesmas recomendações e orientações gerais das outras aplicações:
Orientações gerais para aplicação final:
ANEXO 1: TEMÁTICAS, COMPETÊNCIAS, PRÁTICAS DE GESTÃO E ROTAS
TEMÁTICAS, COMPETÊNCIAS, PRÁTICAS E ROTAS
Nesta seção estão elencadas todas as temáticas e seus respectivos objetivos, cada uma das competências imediatamente abaixo, as práticas de gestão e as rotas, conjunto de iniciativas consideradas essenciais para uma vez apontado o nível na competência se possa construir um caminho de evolução.
Recuperando os conceitos apresentados acima:
Objetivo da temática: O município possui maturidade no registro, repasse e divulgação dos dados epidemiológicos e toma decisões a partir da análise dos indicadores.
Competências | Práticas de Gestão |
Registro de casos | a. O município tem seguido os protocolos de identificação e notificação de casos e óbitos do Ministério da Saúde. (ex.: identificação de casos SG e SRAG pelos critérios preconizados e registro de óbitos nos sistemas do Ministério da Saúde). |
b. A alimentação dos sistemas de informação do Ministério da Saúde para a notificação de casos da COVID-19 acontece diariamente. | |
c. Os dados da notificação da COVID-19 do paciente e do seu respectivo teste são precisos e consistentes quanto aos endereços, datas, sintomas, resultado e outros. | |
Fluxo de dados | a. Existe um responsável e uma rotina consistente de repasse dos dados epidemiológicos entre o setor de epidemiologia e o de comunicação do município. |
b. Existe um responsável e uma rotina consistente de alimentação dos sistemas de notificação do Ministério da Saúde. (ex: E-SUS VE, SIVEP-Gripe e outros). | |
c. Existe fluxo de processo formalizado para as rotinas que envolvem o repasse de dados epidemiológicos entre os setores da epidemiologia e da atenção primária. | |
Suporte à decisão | a. O município possui um banco de dados epidemiológicos completo e com informações atualizadas. |
b. Existe um painel de dados epidemiológicos que dá suporte à tomada de decisões de combate à COVID-19 no município, como identificação de bairros ou grupos demográficos com maior disseminação da doença. | |
c. O município define e prioriza ações de testagem, rastreamento de contatos e isolamento social com base na análise dos dados epidemiológicos locais. | |
d. Existem ritos de gestão periódicos (reuniões de nível operacional e estratégico) focados na melhoria dos indicadores epidemiológicos do município. |
FLUXO DE DADOS EPIDEMIOLÓGICOS
TEMÁTICA 1.1
2,5
REGISTRO DE CASOS
EM CONSOLIDAÇÃO
ROTAS
QUALIFICAR A COLETA DE DADOS
ESTRUTURAR ROTINA DE ALIMENTAÇÃO
O município não segue os protocolos de identificação e notificação de casos do Ministérios da Saúde, não existe rotina de alimentação dos sistemas de informação para casos da COVID-19 e os dados das notificações de casos e dos testes possuem alto nível de imprecisão e inconsistência quanto aos endereços, datas, sintomas, resultado e outros.
QUALIFICAR A COLETA DE DADOS
INSTITUIR PROTOCOLO
DE NOTIFICAÇÃO
FRÁGIL
ESTRUTURAR ROTINA DE ALIMENTAÇÃO
ROTAS
CONSOLIDADO
ROTAS
QUALIFICAR A COLETA DE DADOS
IMPLEMENTAR MELHORIA CONTÍNUA
ROBUSTO
ROTAS
IMPLEMENTAR MELHORIA CONTÍNUA
O município segue todos os protocolos de identificação e notificação de casos do Ministério da Saúde, porém a rotina de alimentação dos sistemas de informação para casos da COVID-19 não acontece de forma diária e os dados das notificações e dos testes possuem nível moderado imprecisões ou inconsistências quanto aos endereços, datas, sintomas, resultado e outros.
O município segue todos os protocolos de identificação e notificação de casos do Ministério da Saúde, a rotina de alimentação dos sistemas de informação para casos da COVID-19 acontece de forma diária e os dados das notificações e dos testes possuem baixo nível de imprecisões ou inconsistências quanto aos endereços, datas, sintomas, resultado e outros.
O município segue todos os protocolos de identificação e notificação de casos do Ministério da Saúde, a rotina de alimentação dos sistemas de informação para casos da COVID-19 acontece de forma diária e os dados das notificações e dos testes não possuem imprecisões ou inconsistências quanto aos endereços, datas, sintomas, resultado e outros.
COMPETÊNCIA 1.1.a
2,5
FLUXO DE DADOS
ESTRUTURAR
REPASSE DE DADOS
O município não possui uma rotina consistente de repasse dos dados epidemiológicos para a comunicação, não possui responsável e rotina consistente de alimentação dos sistemas de notificação do Ministério da Saúde e não possui rotina consistente de repasse de dados para o monitoramento da atenção primária.
ESTRUTURAR
REPASSE DE DADOS
ESTRUTURAR
REPASSE DE DADOS
IMPLEMENTAR MELHORIA CONTÍNUA
O município possui uma rotina consistente de repasse dos dados epidemiológicos para a comunicação, porém não possui responsável e rotina consistente de alimentação dos sistemas de notificação do Ministério da Saúde e não possui rotina consistente de repasse de dados para o monitoramento de casos na atenção primária.
O município possui uma rotina consistente de repasse dos dados epidemiológicos para a comunicação, possui responsável e rotina consistente de alimentação dos sistemas de notificação do Ministério da Saúde, porém não possui rotina consistente de repasse de dados para o monitoramento de casos na atenção primária.
O município possui uma rotina consistente de repasse dos dados epidemiológicos para a comunicação, possui responsável e rotina consistente de alimentação dos sistemas de notificação do Ministério da Saúde e possui rotina consistente de repasse de dados para o monitoramento de casos na atenção primária.
EM CONSOLIDAÇÃO
ROTAS
FRÁGIL
ROTAS
CONSOLIDADO
ROTAS
ROBUSTO
ROTAS
COMPETÊNCIA 1.1.b
2,5
O município não possui um banco de dados epidemiológicos, não possui um painel gerencial para suporte à decisão, não há priorização de ações de testagem, rastreamento de contatos e isolamento social com base na análise dos dados epidemiológicos locais e nem ritos de gestão periódicos focados na melhoria dos indicadores do município.
IMPLEMENTAR MELHORIA CONTÍNUA
O município possui um banco de dados epidemiológicos, porém os dados possuem imprecisões e inconsistências. Não possui um painel gerencial suporte à decisão, não há priorização de ações de testagem, rastreamento de contatos e isolamento social com base na análise dos dados epidemiológicos locais e nem ritos de gestão periódicos focados na melhoria dos indicadores do município.
O município possui um banco de dados epidemiológicos com baixo nível de imprecisão e inconsistência, porém não possui um painel gerencial para suporte à decisão, não há priorização de ações de testagem, rastreamento de contatos e isolamento social com base na análise dos dados epidemiológicos locais e os ritos de gestão focados na melhoria dos indicadores do município ocorrem sem a periodicidade adequada.
O município possui um banco de dados epidemiológicos completo e atualizado, existe um painel gerencial para suporte à decisão, há priorização de ações de testagem, rastreamento de contatos e isolamento social com base na análise dos dados epidemiológicos locais e ritos de gestão periódicos focados na melhoria dos indicadores do município.
SUPORTE À DECISÃO
ESTRUTURAR PAINEL GERENCIAL
ESTRUTURAR BANCO DE DADOS EPIDEMIOLÓGICOS
ANALISAR DADOS E PRIORIZAR ESTRATÉGIAS
ACOMPANHAR PERIODICAMENTE OS INDICADORES
ESTRUTURAR PAINEL GERENCIAL
QUALIFICAR O BANCO DE DADOS EPIDEMIOLÓGICOS
ANALISAR DADOS E PRIORIZAR ESTRATÉGIAS
ACOMPANHAR PERIODICAMENTE OS INDICADORES
ESTRUTURAR PAINEL GERENCIAL
ANALISAR DADOS E PRIORIZAR ESTRATÉGIAS
ACOMPANHAR PERIODICAMENTE OS INDICADORES
EM CONSOLIDAÇÃO
ROTAS
FRÁGIL
ROTAS
CONSOLIDADO
ROTAS
ROBUSTO
ROTAS
COMPETÊNCIA 1.1.c
Objetivo da temática: O município tem capacidade de quebrar cadeias de transmissão da COVID-19 por meio da prática de rastreamento.
RASTREAMENTO DE CONTATOS
Competências | Práticas de Gestão |
Estratégia de Rastreamento | a. Existem protocolos de rastreamento com critérios claros sobre que casos serão priorizados para entrevistas e se os contatos serão notificados pela secretaria ou os confirmados notificarão seus próprios contatos. |
b. Existem papéis e responsabilidades definidas para cada um dos membros da equipe de rastreamento e áreas de interlocução. | |
c. Existe roteiro padronizado para entrevistar pessoas infectadas e identificar aqueles indivíduos com os quais estiveram próximos ao longo do período de transmissão. | |
d. Existe documento formalizado com as instruções a serem passadas para os contactantes de caso suspeito ou confirmado. | |
Monitoramento de Casos | a. As unidades de saúde recebem as informações em tempo hábil sobre os casos que devem ser monitorados pelas equipes. |
b. Existe um fluxo de encaminhamento de pacientes a partir da apuração dos sintomas via monitoramento telefônico ou presencial. | |
c. Existe uma base de dados e indicadores de monitoramento (ex: percentual de casos monitorados sobre casos suspeitos) de casos incluindo a ligação do contato com o caso fonte. | |
d. A rotina de monitoramento de casos conta com apoio dos agentes comunitários de saúde. | |
e. O município consegue efetuar o monitoramento telefônico ou presencial dos casos por 14 dias. |
TEMÁTICA 1.2
2,5
ESTRATÉGIA DE RASTREAMENTO
O município não possui protocolos de rastreamento, papéis e responsabilidades definidas para os membros da equipe, roteiro detalhado de entrevistas e nem documento formalizado com as instruções a serem passadas para os contactantes.
O município possui protocolos de rastreamento e papéis e responsabilidades definidas para os membros da equipe, porém não existe roteiro padronizado de entrevista e nem documento formalizado com as instruções a serem passadas para os contactantes.
O município possui protocolos de rastreamento e papéis e responsabilidades definidas para os membros da equipe, possui roteiro padronizado de entrevista, porém não existe documento formalizado com as instruções a serem passadas para os contactantes.
O município possui protocolos de rastreamento, papéis e responsabilidades definidas para os membros da equipe, roteiro padronizado de entrevista e documento formalizado com as instruções a serem passadas para os contactantes.
QUALIFICAR A COLETA DE DADOS
ELABORAR PROTOCOLO
DE RASTREAMENTO
ESTRUTURAR ROTINA DE ALIMENTAÇÃO
ESTRUTURAR ROTINA DE ALIMENTAÇÃO
ELABORAR DOCUMENTOS DE ORIENTAÇÃO
EM CONSOLIDAÇÃO
ROTAS
FRÁGIL
ROTAS
CONSOLIDADO
ROTAS
ROBUSTO
ROTAS
C0MPETÊNCIA 1.2.a
IMPLEMENTAR MELHORIA CONTÍNUA
ELABORAR DOCUMENTOS DE ORIENTAÇÃO
ELABORAR DOCUMENTOS DE ORIENTAÇÃO
QUALIFICAR A COLETA DE DADOS
2,5
MONITORAMENTO DE CASOS
O município não possui rotina formalizada de distribuição do monitoramento de casos para as unidades de saúde, não possui fluxo de encaminhamento a partir dos sintomas relatados, não possui uma base de dados com indicadores, não usa mão de obra dos agentes comunitários de saúde e não consegue efetuar o monitoramento no tempo correto.
DEFINIR FLUXO DE ENCAMINHAMENTO
ESTABELECER DISTRIBUIÇÃO DE MONITORAMENTO
DE CASOS
ESTRUTURAR BASE DE DADOS
O município possui rotina formalizada de distribuição do monitoramento de casos para as unidades de saúde, possui fluxo de encaminhamento a partir dos sintomas relatados, porém não possui uma base de dados com indicadores, não usa mão de obra dos agentes comunitários de saúde e não consegue efetuar o monitoramento no tempo correto.
O município possui rotina formalizada de distribuição do monitoramento de casos para as unidades de saúde, possui fluxo de encaminhamento a partir dos sintomas relatados, possui uma base de dados, porém não usa mão de obra dos agentes comunitários de saúde e não consegue efetuar o monitoramento no tempo correto.
O município possui rotina formalizada de distribuição do monitoramento de casos para as unidades de saúde, possui fluxo de encaminhamento a partir dos sintomas relatados, possui base de dados com indicadores, usa mão de obra dos agentes comunitários de saúde e consegue efetuar o monitoramento no tempo correto.
CRIAR INDICADORES
ESTRUTURAR BASE DE DADOS
CRIAR INDICADORES
ATIVAR ACS PARA MONITORAMENTO
DE CASOS
ATIVAR ACS PARA MONITORAMENTO
DE CASOS
ATIVAR ACS PARA MONITORAMENTO
DE CASOS
EM CONSOLIDAÇÃO
ROTAS
FRÁGIL
ROTAS
CONSOLIDADO
ROTAS
ROBUSTO
ROTAS
C0MPETÊNCIA 1.2.b
IMPLEMENTAR MELHORIA CONTÍNUA
Objetivo da temática: O município possui um plano de operacionalização da imunização, capacidade de monitoramento da cobertura de vacinação e de resposta rápida aos desafios de logística, manejo e fila.
VACINAÇÃO
Competências | Práticas de Gestão |
Planejamento da Imunização | a. Existe um plano de operacionalização da imunização customizado para o município, respeitando as diretrizes do plano nacional. |
b. Foi realizada capacitação para os times da ponta para o correto armazenamento, distribuição e organização da rotina de trabalho durante a vacinação. | |
c. Existe estimativa do percentual da população a ser vacinada, com número de doses e outros insumos necessários para cada fase/público-alvo. | |
d. Existe um plano de comunicação para incentivar cada um dos públicos a se vacinarem. | |
Logística da Imunização | a. Existe plano de distribuição das vacinas de acordo com a demanda de cada unidade de saúde, evitando o desperdício de doses. |
b. Existem recursos logísticos e de armazenamento (ex.: transporte, sala de vacina, câmara fria e outros) para as vacinas nas unidades de saúde que são polos de vacinação. | |
c. Existe protocolo estabelecido para aplicação de doses, inclusive para as próximas ao período limite de uso. (Ex.: aplicação em usuários acamados e pertencentes ao grupo de risco de cada território em caso de sobra de doses próximas ao período limite de uso). | |
d. Existe fluxo de comunicação formalizado entre secretaria e unidades de vacinação, para redirecionamento/redistribuição de doses, caso necessário. | |
Monitoramento da Imunização | a. Existe acompanhamento rigoroso da dispensação de insumos, identificando possíveis desvios e reorientando equipes se necessário. |
b. Existe acompanhamento, com base no documento de planejamento, das metas de populações a vacinar em cada fase do plano. | |
c. Foi criado um canal de comunicação e investigação de efeitos adversos via farmacovigilância. |
TEMÁTICA 1.3
2,5
PLANEJAMENTO DA IMUNIZAÇÃO
CAPACITAR OS PROFISSIONAIS DA PONTA
O município não possui um plano de operacionalização da imunização, não realizou capacitação para os times da ponta, não possui estimativa do percentual da população a ser vacinada em cada fase do plano e não existe um plano de comunicação para incentivar a população a se vacinar.
CAPACITAR OS PROFISSIONAIS DA PONTA
ELABORAR PLANO DE OPERACIONALIZAÇÃO
O município possui um plano de operacionalização da imunização, porém não realizou capacitação para os times da ponta, não possui estimativa do percentual da população a ser vacinada em cada fase do plano e não existe um plano de comunicação para incentivar a população a se vacinar.
O município possui um plano de operacionalização da imunização, realizou capacitação para os times da ponta, possui estimativa do percentual da população a ser vacinada em cada fase do plano, porém não existe um plano de comunicação para incentivar a população a se vacinar.
O município possui um plano de operacionalização da imunização, realizou capacitação para os times da ponta, possui estimativa do percentual da população a ser vacinada em cada fase do plano e um plano de comunicação para incentivar a população a se vacinar.
ELABORAR PLANO DE COMUNICAÇÃO PARA INCENTIVO A VACINAÇÃO
ELABORAR PLANO DE COMUNICAÇÃO PARA INCENTIVO A VACINAÇÃO
ELABORAR PLANO DE COMUNICAÇÃO PARA INCENTIVO A VACINAÇÃO
EM CONSOLIDAÇÃO
ROTAS
FRÁGIL
ROTAS
CONSOLIDADO
ROTAS
ROBUSTO
ROTAS
C0MPETÊNCIA 1.3.a
IMPLEMENTAR MELHORIA CONTÍNUA
2,5
FORMALIZAR FLUXO DE COMUNICAÇÃO
ESTABELECER PROTOCOLO PARA APLICAÇÃO
O município não possui plano de distribuição das vacinas de acordo com a demanda de cada unidade, não possui recursos logísticos e de armazenamento, não existe protocolo estabelecido para aplicação de doses próximas ao período limite e não existe fluxo de comunicação formalizado entre secretaria e unidades de vacinação para redirecionamento/redistribuição de doses.
GARANTIR RECURSOS DE ARMAZENAMENTO
DEFINIR PLANO DE DISTRIBUIÇÃO
ESTABELECER PROTOCOLO PARA APLICAÇÃO
FORMALIZAR FLUXO DE COMUNICAÇÃO
ATUALIZAR PROTOCOLOS, MÉTODOS E FERRAMENTAS
O município possui plano de distribuição das vacinas de acordo com a demanda de cada unidade, possui recursos logísticos e de armazenamento, porém não existe protocolo estabelecido para aplicação de doses próximas ao período limite e nem fluxo de comunicação formalizado entre secretaria e unidades de vacinação para redirecionamento/redistribuição de doses.
O município possui plano de distribuição das vacinas de acordo com a demanda de cada unidade, possui recursos logísticos e de armazenamento, assim como protocolo estabelecido para aplicação de doses próximas ao período limite, porém não existe fluxo de comunicação formalizado entre secretaria e unidades de vacinação para redirecionamento/redistribuição de doses.
O município possui plano de distribuição das vacinas de acordo com a demanda de cada unidade, possui recursos logísticos e de armazenamento, assim como protocolo estabelecido para aplicação de doses próximas ao período limite e fluxo de comunicação formalizado entre secretaria e unidades de vacinação para redirecionamento/redistribuição de doses.
LOGÍSTICA DA IMUNIZAÇÃO
FORMALIZAR FLUXO DE COMUNICAÇÃO
EM CONSOLIDAÇÃO
ROTAS
FRÁGIL
ROTAS
CONSOLIDADO
ROTAS
ROBUSTO
ROTAS
C0MPETÊNCIA 1.3.b
2,5
MONITORAR EVENTOS ADVERSOS
DEFINIR METAS DE VACINAÇÃO
O município não realiza o acompanhamento da dispensação de insumos, não possui metas de população a vacinar em cada fase e não existe um canal de comunicação e investigação de efeitos adversos via farmacovigilância.
DEFINIR METAS DE VACINAÇÃO
ESTRUTURAR ACOMPANHAMENTO DE DISPENSAÇÃO DE INSUMOS
MONITORAR EVENTOS ADVERSOS
MONITORAR EVENTOS ADVERSOS
O município realiza o acompanhamento da dispensação de insumos, porém não possui metas de população a vacinar em cada fase e um canal de comunicação e investigação de efeitos adversos via farmacovigilância.
O município realiza o acompanhamento da dispensação de insumos e possui metas de população a vacinar em cada fase, porém não existe um canal de comunicação e investigação de efeitos adversos via farmacovigilância.
O município realiza o acompanhamento da dispensação de insumos, possui metas de população a vacinar em cada fase e um canal de comunicação e investigação de efeitos adversos via farmacovigilância.
MONITORAMENTO DA IMUNIZAÇÃO
EM CONSOLIDAÇÃO
ROTAS
FRÁGIL
ROTAS
CONSOLIDADO
ROTAS
ROBUSTO
ROTAS
C0MPETÊNCIA 1.3.c
IMPLEMENTAR MELHORIA CONTÍNUA
Objetivo da temática: O município possui estratégia de comunicação de risco em execução e é transparente quanto à divulgação de dados epidemiológicos.
Competências | Práticas de Gestão |
Estratégia de Comunicação | a. A estratégia de comunicação para o combate à COVID-19 está sendo executada com cronograma, temáticas e responsáveis bem definidos. |
b. Notícias falsas sobre a COVID-19 são desmentidas periodicamente através de canais oficiais (site e redes sociais). | |
c. O município comunica de forma periódica via canais oficiais as medidas que estão sendo tomadas com objetivo de frear o contágio no município. | |
d. O município tem usado canais de comunicação como carros de som, cartazes, panfletos e WhatsApp. | |
e. Existe mapeamento das temáticas mais sensíveis à realidade local quanto ao impacto da COVID-19 (saúde mental, economia, violência contra mulheres, grupos de risco etc). | |
Transparência | a. Existe uma sessão no site da prefeitura dedicada à transparência dos atos da gestão pública no combate ao coronavírus (ex.: compras realizadas, atos, documentos e outros). |
b. Os dados epidemiológicos do município são publicados diariamente nas redes sociais através de boletim. | |
c. As regras do modelo de distanciamento da população são amplamente divulgadas e baseadas nos dados epidemiológicos locais ou no faseamento estadual. |
COMUNICAÇÃO DE RISCO
TEMÁTICA 1.4
2,5
ESTRATÉGIA DE COMUNICAÇÃO
MAPEAR TEMAS SENSÍVEIS
CRIAR CAMPANHAS EM CANAIS ALTERNATIVOS
O município não definiu uma estratégia de comunicação, não possui diretriz para desmentir fake news nos canais oficiais, não comunica as medidas que estão sendo tomadas, não utiliza canais de comunicação alternativos e não mapeia os temas mais sensíveis para a população.
DEFINIR DIRETRIZ PARA FAKE NEWS
DEFINIR ESTRATÉGIA DE COMUNICAÇÃO
CRIAR CAMPANHAS EM CANAIS ALTERNATIVOS
MAPEAR TEMAS SENSÍVEIS
MONITORAR INDICADORES DE ENGAJAMENTO
O município definiu uma estratégia de comunicação, possui uma diretriz para desmentir fake news nos canais oficiais, comunica as medidas que estão sendo tomadas, porém não utiliza canais de comunicação alternativos e não mapeia os temas mais sensíveis para a população.
O município definiu uma estratégia de comunicação, possui uma diretriz para desmentir fake news nos canais oficiais, comunica as medidas que estão sendo tomadas, utiliza canais de comunicação alternativos, porém não mapeia os temas mais sensíveis para a população.
O município definiu uma estratégia de comunicação, possui uma diretriz para desmentir fake news nos canais oficiais, comunica as medidas que estão sendo tomadas, utiliza canais de comunicação alternativos e mapeia os temas mais sensíveis para a população.
MAPEAR TEMAS SENSÍVEIS
PUBLICAR MEDIDAS ADOTADAS
EM CONSOLIDAÇÃO
ROTAS
FRÁGIL
ROTAS
CONSOLIDADO
ROTAS
ROBUSTO
ROTAS
COMPETÊNCIA 1.4.a
2,5
TRANSPARÊNCIA
DIVULGAR O MODELO DE DISTANCIAMENTO
DEFINIR ROTINA ATUALIZAÇÃO DOS DADOS
O município não possui uma seção no site da prefeitura dedicada à transparência dos atos da gestão no combate à COVID-19, não publica diariamente nas redes sociais o boletim epidemiológico e não divulga amplamente o modelo de distanciamento que está sendo adotado.
DEFINIR DE ATUALIZAÇÃO DOS DADOS
CRIAR SEÇÃO DEDICADA
NO SITE
DIVULGAR O MODELO DE DISTANCIAMENTO
ESTRUTURAR TRANSPARÊNCIA
DOS DADOS
O município possui uma seção no site da prefeitura dedicada à transparência dos atos da gestão no combate à COVID-19, porém não publica diariamente nas redes sociais o boletim epidemiológico e não divulga amplamente o modelo de distanciamento que está sendo adotado.
O município possui uma seção no site da prefeitura dedicada à transparência dos atos da gestão no combate à COVID-19, publica diariamente nas redes sociais o boletim epidemiológico, mas não divulga amplamente o modelo de distanciamento que está sendo adotado.
O município possui uma seção no site da prefeitura dedicada à transparência dos atos da gestão no combate à COVID-19, publica diariamente nas redes sociais o boletim epidemiológico e divulga amplamente o modelo de distanciamento que está sendo adotado.
DIVULGAR O MODELO DE DISTANCIAMENTO
EM CONSOLIDAÇÃO
ROTAS
FRÁGIL
ROTAS
CONSOLIDADO
ROTAS
ROBUSTO
ROTAS
COMPETÊNCIA 1.4.b
Objetivo da temática: O município possui conhecimento sobre a cobertura atual e as áreas de vazio sanitário, assim como possui estratégia definida e meta de expansão dos cadastros de usuários.
COBERTURA DA ATENÇÃO PRIMÁRIA
Competências | Práticas de Gestão |
Mapeamento da cobertura | a. Existe um levantamento do percentual de população dependente do Sistema Único de Saúde. |
b. Existe um mapeamento realizado sobre áreas não cobertas pela Estratégia Saúde da Família no município. | |
Expansão da cobertura | a. Existe levantamento de estruturas físicas ou imóveis que poderão ser usados, alugados ou requisitados para funcionar como Unidade Básica de Saúde. |
b. Existe um plano de adequação da estrutura das novas unidades e das já existentes para que seja possível a oferta de todos os itens da carteira de serviços e adequação às normas técnicas vigentes. | |
c. Existe oferta de treinamento para os novos integrantes da Unidade Básica de Saúde e/ou equipe saúde da família. | |
d. Existe dimensionamento de pessoal com estimativas de aumento do número de equipes por período de tempo. |
TEMÁTICA 2.1
2,5
O município não possui um levantamento do percentual da população dependente do Sistema Único de Saúde e não possui um mapeamento realizado sobre as áreas não cobertas pela Estratégia Saúde da Família.
LEVANTAR ÁREAS DE VAZIO SANITÁRIO
LEVANTAR POPULAÇÃO SUS DEPENDENTE
QUALIFICAR VISITAS DOS AGENTE COMUNITÁRIOS
O município possui um levantamento inicial do percentual da população dependente do Sistema Único de Saúde e não possui um mapeamento realizado sobre as áreas não cobertas pela Estratégia Saúde da Família.
O município possui um levantamento completo do percentual da população dependente do Sistema Único de Saúde, porém não possui um mapeamento realizado sobre as áreas não cobertas pela Estratégia Saúde da Família.
O município possui um levantamento completo do percentual da população dependente do Sistema Único de Saúde e possui um mapeamento realizado sobre as áreas não cobertas pela Estratégia Saúde da Família.
MAPEAMENTO DA COBERTURA
QUALIFICAR DISTRIBUIÇÃO DE MEDICAMENTOS
LEVANTAR ÁREAS DE VAZIO SANITÁRIO
LEVANTAR POPULAÇÃO SUS DEPENDENTE
LEVANTAR ÁREAS DE VAZIO SANITÁRIO
EM CONSOLIDAÇÃO
ROTAS
FRÁGIL
ROTAS
CONSOLIDADO
ROTAS
ROBUSTO
ROTAS
COMPETÊNCIA 2.1.a
2,5
CONSTRUIR TRILHA DE CAPACITAÇÃO
ELABORAR PLANO DE ADEQUAÇÃO
O município não possui levantamento de estruturas físicas ou imóveis que poderão ser usados para funcionar como unidades de saúde, não possui um plano de adequação das estruturas das unidades de saúde visando a expansão da oferta de serviços, não oferta treinamento para os novos integrantes da Unidade Básica de Saúde e/ou equipe saúde da família e não possui dimensionamento com estimativas de aumento do número de equipes.
ELABORAR PLANO DE ADEQUAÇÃO
ELABORAR RELATÓRIO DE ESTRUTURAS FÍSICAS
CONSTRUIR TRILHA DE CAPACITAÇÃO
REALIZAR DIMENSIONAMENTO DE EQUIPE
LEVANTAR CARGA DE DOENÇA LOCAL
O município possui levantamento de estruturas físicas ou imóveis que poderão ser usados para funcionar como unidades de saúde, porém não possui um plano de adequação das estruturas das unidades de saúde visando a expansão da oferta de serviços, não oferta treinamento para os novos integrantes da Unidade Básica de Saúde e/ou equipe saúde da família e não possui dimensionamento com estimativas de aumento do número de equipes.
O município possui levantamento de estruturas físicas ou imóveis que poderão ser usados para funcionar como unidades de saúde, possui um plano de adequação das estruturas das unidades de saúde visando a expansão da oferta de serviços, oferta treinamento para os novos integrantes da Unidade Básica de Saúde e/ou equipe saúde da família, porém não possui dimensionamento com estimativas de aumento do número de equipes.
O município possui levantamento de estruturas físicas ou imóveis que poderão ser usados para funcionar como unidades de saúde, possui um plano de adequação das estruturas das unidades de saúde tendo em vista a expansão da oferta de serviços, oferta treinamento para os novos integrantes da Unidade Básica de Saúde e/ou equipe saúde da família e possui dimensionamento com estimativas de aumento do número de equipes.
EXPANSÃO DA COBERTURA
REALIZAR DIMENSIONAMENTO
DE EQUIPE
REALIZAR DIMENSIONAMENTO
DE EQUIPE
ESTRUTURAR LINHAS DE CUIDADO
EM CONSOLIDAÇÃO
ROTAS
FRÁGIL
ROTAS
CONSOLIDADO
ROTAS
ROBUSTO
ROTAS
COMPETÊNCIA 2.1.b
Objetivo da temática: O município possui domínio do Programa Previne Brasil e planos de ação para qualificação dos indicadores de desempenho, cadastramento de usuários e fluxo de informações para o Ministério da Saúde.
PREVINE BRASIL
Competências | Práticas de Gestão |
Domínio do Previne Brasil | a. As equipes e os gestores da área da saúde conhecem o novo programa, sabem o calendário de adequação para as mudanças e entendem o impacto do programa no financiamento da atenção primária. |
b. As equipes e os gestores da área da saúde possuem conhecimento do modelo de pagamento por desempenho, os indicadores que o compõem, bem como métodos de cálculo e transmissão da informação. | |
c. As equipes e os gestores da área da saúde possuem conhecimento dos desafios locais de cadastramento da população sob responsabilidade das equipes de Saúde da Família (ex.: acesso a lugares acidentados, periféricos ou fora da área de controle urbano). | |
d. O município está implementando programas, estratégias e ações do Ministério da Saúde que refletem a melhoria do cuidado na atenção primária de saúde. | |
Desempenho dos indicadores e cadastros | a. As equipes de saúde realizam o cadastramento de usuários na unidade de saúde. |
b. As equipes de saúde realizam busca ativa no território para garantir atualizações e cadastramentos de novos usuários da área de abrangência. | |
c. Existe rotina de monitoramento das inconsistências de cadastro do SISAB/e-SUS AB. | |
d. Existe um painel que possibilita a visão gerencial dos indicadores do Previne Brasil. | |
e. Existe plano de ação envolvendo gestores e equipes de saúde para melhoria dos processos e dos indicadores do Previne Brasil. | |
Adequação ao fluxo de informação do Previne Brasil | a. Existe alguma prática para a utilização dos dados de produtividade da Estratégia Saúde da Família visando a melhoria da assistência à saúde. |
b. Existe um responsável pelo monitoramento da produtividade das equipes no eSUS-AB. | |
c. A secretaria aderiu a iniciativas da Estratégia de Saúde Digital (como Informatiza APS, Conectividade UBS, Conecte SUS) com o objetivo de fornecer melhor infraestrutura de computadores e servidores de tecnologia para as UBS. |
TEMÁTICA 2.2
2,5
IMPLEMENTAR PROGRAMAS, ESTRATÉGIAS E AÇÕES
ELABORAR DIAGNÓSTICO DO PROCESSO
DE CADASTRO
As equipes e os gestores da saúde não possuem conhecimento adequado do programa, seu modelo de pagamento, os indicadores que o compõem e os métodos de cálculo. Não possuem conhecimento sobre os desafios locais de cadastramento da população e a secretaria não está implementando os programas, estratégias e ações para melhoria da atenção básica.
ELABORAR DIAGNÓSTICO DO PROCESSO
DE CADASTRO
REALIZAR CAPACITAÇÃO NO PREVINE BRASIL
IMPLEMENTAR PROGRAMAS, ESTRATÉGIAS E AÇÕES
IMPLEMENTAR PROGRAMAS, ESTRATÉGIAS E AÇÕES
As equipes e os gestores da saúde possuem conhecimento adequado do programa, seu modelo de pagamento, os indicadores que o compõem e os métodos de cálculo, porém não possuem conhecimento sobre os desafios locais de cadastramento da população e a secretaria não está implementando os programas, estratégias e ações para melhoria da atenção básica.
As equipes e os gestores da saúde possuem conhecimento adequado do programa, seu modelo de pagamento, os indicadores que o compõem e os métodos de cálculo, possuem conhecimento sobre os desafios locais de cadastramento da população, porém a secretaria não está implementando os programas, estratégias e ações para melhoria da atenção básica.
As equipes e os gestores da saúde possuem conhecimento adequado do programa, seu modelo de pagamento, os indicadores que o compõem e os métodos de cálculo, possuem conhecimento sobre os desafios locais de cadastramento da população e a secretaria está implementando os programas, estratégias e ações para melhoria da atenção básica.
EM CONSOLIDAÇÃO
ROTAS
FRÁGIL
ROTAS
CONSOLIDADO
ROTAS
ROBUSTO
ROTAS
DOMÍNIO DO PREVINE BRASIL
COMPETÊNCIA 2.2.a
IMPLEMENTAR MELHORIA CONTÍNUA
2,5
CRIAR PAINEL GERENCIAL
QUALIFICAR INFORMAÇÃO
As equipes de saúde não realizam o cadastramento de usuários na unidade saúde, não realizam busca ativa no território, não possuem rotina de monitoramento das inconsistências de cadastro nos sistemas, não possui um painel que possibilita visão gerencial dos indicadores e não possui plano de ação voltado para a melhoria do Previne Brasil.
ESTRUTURAR BUSCA ATIVA
ESTRUTURAR PROCESSO DE CADASTRAMENTO
NAS UNIDADES
QUALIFICAR INFORMAÇÃO
CRIAR PAINEL GERENCIAL
As equipes de saúde realizam o cadastramento de usuários na unidade saúde, realizam busca ativa no território, porém não possuem rotina de monitoramento das inconsistências de cadastro nos sistemas, não possui um painel que possibilita visão gerencial dos indicadores e não possui plano de ação voltado para a melhoria do Previne Brasil.
As equipes de saúde realizam o cadastramento de usuários na unidade saúde, realizam busca ativa no território, possuem rotina de monitoramento das inconsistências de cadastro nos sistemas, porém não possuem um painel que possibilita visão gerencial dos indicadores e não possui plano de ação voltado para a melhoria do Previne Brasil.
As equipes de saúde realizam o cadastramento de usuários na unidade saúde, realizam busca ativa no território, possuem rotina de monitoramento das inconsistências de cadastro nos sistemas, possuem um painel que possibilita visão gerencial dos indicadores e um plano de ação voltado para a melhoria do Previne Brasil.
DESEMPENHO DE INDICADORES E CADASTROS
CRIAR PAINEL GERENCIAL
ELABORAR PLANO
DE AÇÃO
ELABORAR PLANO
DE AÇÃO
ELABORAR PLANO
DE AÇÃO
EM CONSOLIDAÇÃO
ROTAS
FRÁGIL
ROTAS
CONSOLIDADO
ROTAS
ROBUSTO
ROTAS
COMPETÊNCIA 2.2.b
IMPLEMENTAR MELHORIA CONTÍNUA
2,5
EM CONSOLIDAÇÃO
ROTAS
O município não possui prática para a utilização dos dados de produtividade das equipes de saúde, não existe pessoa ou equipe responsável por garantir o monitoramento da produtividade e também não aderiu à Estratégia de Saúde Digital.
INSTITUIR PROCESSO MONITORAMENTO DA PRODUTIVIDADE
FRÁGIL
ROTAS
CONSOLIDADO
ROTAS
ROBUSTO
ROTAS
IMPLANTAR MELHORIA CONTÍNUA
O município não possui prática para a utilização dos dados de produtividade das equipes de saúde, porém existe pessoa ou equipe responsável por garantir o monitoramento da produtividade, mas não aderiu à Estratégia de Saúde Digital.
O município possui prática para a utilização dos dados de produtividade das equipes de saúde, existe pessoa ou equipe responsável por garantir o monitoramento da produtividade, mas não aderiu à Estratégia de Saúde Digital.
O município possui prática para a utilização dos dados de produtividade das equipes de saúde, existe pessoa ou equipe responsável por garantir o monitoramento da produtividade, e aderiu à Estratégia de Saúde Digital.
ADEQUAÇÃO AO FLUXO DE INFORMAÇÕES DO PREVINE BRASIL
ORIENTAR ADESÃO A ESTRATÉGIA DE SAÚDE DIGITAL
COMPETÊNCIA 2.2.c
INSTITUIR PROCESSO MONITORAMENTO DA PRODUTIVIDADE
ORIENTAR ADESÃO A ESTRATÉGIA DE SAÚDE DIGITAL
ORIENTAR ADESÃO A ESTRATÉGIA DE SAÚDE DIGITAL
ANEXO 2: MÉTODO DE CÁLCULO DA MATRIZ
DE COMPETÊNCIAS
MATRIZ DE COMPETÊNCIAS
Nesta seção serão apresentados em detalhes os níveis de evolução da matriz de competências, instrumento que será utilizado para apontar em que estágio o município se encontra nas temáticas e competências apresentadas acima.
São quatro os níveis de evolução: frágil, inicial, em consolidação e robusto. Para cada estágio proposto existirá uma sentença que sinaliza quais elementos das práticas de gestão estão contemplados e quais estão ausentes naquele nível. Cada um dos quatro níveis têm sua correspondência matemática no formulário através das sentenças: “não faço”, “faço às vezes”, “faço quase sempre” e “faço sempre”.
Inserimos um exemplo de aplicação e cálculo para ilustrar a utilização os níveis de evolução da matriz de competências. A gradação de cada uma das 15 e suas respectivas práticas de gestão estão listadas na seção anterior.
A media das respostas das praticas por competência trará o estagio atual do município nas 15 competência
A media das competências na respectiva temática trará estagio do município nas 6 temáticas
NÍVEIS DE EVOLUÇÃO DAS TEMÁTICAS E COMPETÊNCIAS
Aplicação da checklist considerará as praticas de gestão de 15 competências agrupadas em 6 temáticas
A escala para sinalização das praticas de gestão segue os níveis abaixo:
“Não faço”
“Faço sempre”
“Faço às vezes”
“Faço quase sempre”
1
1,5
FRÁGIL
2,5
EM CONSOLIDAÇÃO
4
ROBUSTO
CONSOLIDADO
3,5
Frágil
Em consolidação
Consolidado
Robusto
1 PONTO
2 PONTOS
3 PONTOS
4 PONTOS
A média das respostas das práticas de gestão por competência trará o nível atual do município nas 15 competências
A média das competências na respectiva temática trará o nível do município nas 6 temáticas
EXEMPLO DE APLICAÇÃO E CÁLCULO
Competências | Práticas de Gestão |
Registro de casos | a. O município tem seguido os protocolos de identificação e notificação de casos e óbitos do Ministério da Saúde. (ex.: identificação de casos SG e SRAG pelos critérios preconizados e registro de óbitos nos sistemas do Ministério da Saúde). |
b. A alimentação dos sistemas de informação do Ministério da Saúde para a notificação de casos da COVID-19 acontece diariamente. | |
c. Os dados da notificação da COVID-19 do paciente e do seu respectivo teste são precisos e consistentes quanto aos endereços, datas, sintomas, resultado e outros. | |
Fluxo de dados | a. Existe um responsável e uma rotina consistente de repasse dos dados epidemiológicos entre o setor de epidemiologia e o de comunicação do município. |
b. Existe um responsável e uma rotina consistente de alimentação dos sistemas de notificação do Ministério da Saúde. (ex: E-SUS VE, SIVEP-Gripe e outros). | |
c. Existe fluxo de processo formalizado para as rotinas que envolvem o repasse de dados epidemiológicos entre os setores da epidemiologia e da atenção primária. | |
Suporte à decisão | a. O município possui um banco de dados epidemiológicos completo e com informações atualizadas. |
b. Existe um painel de dados epidemiológicos que dá suporte à tomada de decisões de combate à COVID-19 no município, como identificação de bairros ou grupos demográficos com maior disseminação da doença. | |
c. O município define e prioriza ações de testagem, rastreamento de contatos e isolamento social com base na análise dos dados epidemiológicos locais. | |
d. Existem ritos de gestão periódicos (reuniões de nível operacional e estratégico) focados na melhoria dos indicadores epidemiológicos do município. |
1
2
3
4
MUNICÍPIO DE PERFIL PADRÃO NAS COMPETÊNCIAS DA TEMÁTICA
FLUXO DE DADOS EPIDEMIOLÓGICOS
Não faço
Faço�às
vezes
Faço quase sempre
Faço sempre
EXEMPLO DE APLICAÇÃO E CÁLCULO
Nota da temática
Nota da competência
Nota da prática de gestão
Temáticas
Competências
Práticas
Competências | Média das competências da temática Fluxo de Dados Epidemiológicos |
Registro de casos | 1,93 |
Fluxo de dados | |
Suporte à decisão |
Competências | Média das práticas de gestão de cada competência | Nível da competência |
Registro de Casos | 2,3 | Em consolidação |
Fluxo de Dados | 2 | Em consolidação |
Suporte à decisão | 1,5 | Frágil |
Competências | Notas das práticas | Soma das notas |
Registro de Casos | 4 + 1 + 2 | 7 |
Fluxo de Dados | 2 + 3 + 1 | 6 |
Suporte à decisão | 1 + 1 + 2 + 2 | 6 |
Isabel Opice
11 99987-1239
isabel@impulsogov.org
Phelipe Queiroz
21 97453-1065
phelipe@impulsogov.org
Beatriz Patrício
12 99192-5448
beatriz@impulsogov.org