1 of 57

AGP SAÚDE 2021

Matriz de competências e modelo operacional do Programa de Apoio à Gestão Pública – Saúde do Instituto Votorantim

2 of 57

SUMÁRIO

1

Introdução e abordagem técnica | p. 3

2

Matriz de competências | p. 10

4

Anexo 1: Temáticas, competências, práticas de gestão e rotas | p. 29

Anexo 2: Método de cálculo da matriz de competências | p. 52

5

3

Modelo operacional | p. 21

6

Orientações para aplicação da checklist e priorização de competências | p. 23

3 of 57

1. INTRODUÇÃO E ABORDAGEM TÉCNICA

4 of 57

INTRODUÇÃO

  • O Programa de Apoio à Gestão Pública de Saúde (AGP Saúde) do Instituto Votorantim tem como objetivo apoiar pequenos e médios municípios brasileiros no enfrentamento à segunda onda da COVID-19 e na melhoria dos serviços da atenção primária ao longo dos próximos 6 meses.
  • Este material apresenta em detalhes o trabalho desenvolvido em parceria com o Instituto Votorantim para a estruturação do AGP Saúde. Nele será abordado a matriz de competências a ser utilizada ao longo do programa e o modelo operacional, ou seja, a forma como a matriz deverá ser implementada pelos consultores e as etapas do projeto. No Anexo da apresentação estão o detalhamento das temáticas, competências, práticas de gestão e o método de cálculo dos níveis dos municípios.
  • A matriz de competências do AGP Saúde é composta por três elementos:
    • Inventário de Indicadores - Material elaborado com indicadores objetivos da saúde para apoiar os consultores na análise prévia do município, no momento de pactuação das competências e ao longo do processo de mentoria visando facilitar a tomada de decisão e a criação de rotas com base em dados. As demais orientações de uso do inventário serão expostas no decorrer do material.

5 of 57

INTRODUÇÃO

    • Checklist - É a ferramenta elaborada para apoiar a análise das competências do município com base nas práticas de gestão. A partir do preenchimento da checklist, pelo município junto ao consultor, que serão priorizadas as áreas de atuação a serem trabalhadas ao longo do projeto.
    • Rotas - As rotas são o conjunto de iniciativas que o consultor definirá para implantar junto ao município com o objetivo de elevar o estágio das competências. O consultor construirá as rotas a partir da pactuação com o município dos pontos de partida e de chegada para as competências priorizadas. Cada estágio pretendido da evolução da competência deve remeter à rotas específicas, de modo que seja possível visualizar o aprofundamento das iniciativas que estão sendo implantadas.

A estrutura da checklist está divida da seguinte forma:

    • Eixos - Os eixos foram construídos de forma a abordarem os desafios amplos para o fortalecimento da gestão municipal. O AGP Saúde terá dois eixos: Continuidade do Enfrentamento à COVID-19 e Atenção Integral a Saúde. Dentro dos eixos estão as 6 temáticas do programa que se desdobram em 15 competências.
    • Temáticas - As temáticas representam os assuntos estratégicos da gestão dentro de cada eixo. Cada temática terá um objetivo específico e mensurável, e ao final da aplicação da checklist será possível aferir o nível do município em cada uma delas.

6 of 57

INTRODUÇÃO

    • Competências - As competências são subdivisões das temáticas e espinha dorsal do método do AGP Saúde. Ao final da aplicação da checklist será possível analisar o resultado do município em cada uma delas e a partir desses resultados conduzir o momento de pactuação e implantação.
    • Práticas de Gestão - As práticas de gestão são elementos mais granulares da análise. Serão os parâmetros que aparecerão na checklist e serão calculados para aferir o nível do município nas competências e temáticas.

O modelo operacional do AGP Saúde será composto pelas cinco etapas abaixo:

    • Ativação e Imersão - Etapa inicial de ligação ao município, pesquisa sobre os indicadores, agendamento da reunião de kick-off e definição do grupo de trabalho
    • Aplicação da Checklist - Etapa de aplicação do checklist e análise dos resultados nas temáticas e competências

7 of 57

INTRODUÇÃO

    • Implantação - Etapa de pactuação das competências com o município e o conselho de saúde, uso dos toolkits e implantação das rotas
    • Reaplicação da Checklist - Análise de meio percurso para obter a evolução das competências pactuadas inicialmente, traçar novos planos de trabalho e definir novas competências a serem implementadas a partir do alcance das primeiras..
    • Handover - Etapa de aplicação final do checklist em todas as competências do programa, coleta de evidências, entrega dos toolkits desenvolvidos durante a mentoria, análise dos pontos de chegada junto ao conselho de saúde e avaliação da mentoria pelo município.

8 of 57

ABORDAGEM TÉCNICA

A abordagem técnica do AGP Saúde foi construída considerando os desafios dos gestores públicos identificados no documento Agenda Saúde na Cidade, a experiência prévia com o programa AGP Corona e a mudança no modelo de financiamento da atenção primária por meio do programa Previne Brasil.

A partir de 2020, o Previne Brasil passou a ser o programa central de financiamento da atenção primária para os municípios e tem sido um tema prioritário para as gestões.

Ao longo de 2020 a Impulso trabalhou com mais de 20 municípios no enfrentamento à pandemia no contexto do AGP Corona. Com base nessa experiência, foram propostas temáticas sobre a pandemia que relevantes para 2021.

Experiência AGP Corona

Agenda Saúde na Cidade

Previne Brasil

Foram priorizadas propostas da Agenda em consonância com a matriz de eixos estratégicos do Instituto Votorantim e com os desafios de municípios de pequeno e médio porte.

Desenvolvimento:

Implementação:

9 of 57

FRENTES DE ATUAÇÃO

Eixos

Temáticas

1. Continuidade do Enfrentamento à Covid-19

2. Atenção Integral à Saúde

1.1 Fluxo de dados epidemiológicos

  • Coleta e análise de dados pela Vigilância Epidemiológica.
  • Monitoramento Covid-19
  • Tratamento e comunicação dos dados municipais para medidas preventivas efetivas.

1.2 Rastreamento de contatos

  • Fluxo e gestão do rastreamento
  • Acompanhamento de sintomas (melhora, piora leve, piora aguda) e encaminhamentos (altas, internações, transferências).
  • Testagem e sistematização de dados.
  • Estratégias para evitar a transmissão comunitária.

1.3 Vacinação

  • Apoio ao plano municipal de vacinação.
  • Monitoramento da cobertura de vacinação e vacinados.
  • Controle do estoque de insumos e vacinas.

1.4. Comunicação de Risco

  • Comunicação da evolução da Covid e medidas sociais e econômicas.

2.1 Cobertura da atenção primária

  • Mapeamento da cobertura e estratégia de saúde no território.
  • Identificar áreas de vazios sanitários e vulnerabilidades.
  • Otimizar as equipes para expansão do atendimento ou apoiar no planejamento da expansão da estratégia de Saúde da Família.

2.2 Previne Brasil

  • Atuar para monitorar e reportar indicadores que garantam o repasse de recursos.
  • Foco em novos indicadores que entraram na análise de repasse relacionados a: saúde das gestantes (pré-natal, cumprimento de exames) saúde da mulher, cobertura vacinal e monitoramento de doenças crônicas (hipertensão e diabetes).

10 of 57

2. MATRIZ DE COMPETÊNCIAS

11 of 57

O QUE É A MATRIZ DE COMPETÊNCIAS?

O que é a matriz de competências? A matriz de competências é um conjunto de três elementos (inventário de indicadores, checklist e rotas) construídos para serem a sustentação técnica do AGP Saúde. Esses três elementos serão os norteadores das ações dos consultores no âmbito do AGP Saúde e integrarão também a ferramenta de monitoramento do programa. Como parte essencial do processo, tanto junto ao município como para o conselho de saúde, é importante que o consultor aborde a matriz de competências como uma ferramenta que o município já está tendo acesso para ganhar visibilidade sobre assuntos estratégicos e melhorar a entrega dos serviços ofertados.

A matriz de competências é comporta por três elementos organizados pela seguinte ordem de uso das ferramentas:

1) Inventário de Indicadores - Material elaborado com indicadores objetivos da saúde para apoiar os consultores na análise prévia do município, na análise dos dados da checklist, na pactuação das competências e ao longo do processo de mentoria visando facilitar a tomada de decisão e a criação de rotas com base em dados. O inventário é parte da matriz de competências e seu objetivo é servir de ferramenta para o consultor durante todo o processo. Além disso, o inventário de indicadores também irá auxiliar a propor rotas alinhadas à necessidade do município e, a depender do contexto, também poderá ser disponibilizado ao município como um produto/painel de gestão dos indicadores.

12 of 57

O QUE É A MATRIZ DE COMPETÊNCIAS?

2) Checklist - A checklist é uma ferramenta central no processo da mentoria. Ela foi elaborada para apoiar a análise das temáticas e competências do município com base nas práticas de gestão. A partir do preenchimento da checklist pelo município junto ao consultor e da visualização resultados é que serão priorizadas as áreas de atuação a serem trabalhadas em cada município ao longo do projeto. A checklist é composta por 2 eixos, 6 temáticas e 15 competências.

3) Rotas - As rotas são o conjunto de iniciativas que o consultor definirá para implantar junto ao município com o objetivo de elevar o nível das competências. O consultor construirá as rotas a partir da pactuação com o município dos pontos de partida e de chegada para as competências pactuadas. Cada estágio pretendido da evolução da competência deve remeter a rotas específicas, de modo que o plano de trabalho remeta a uma evolução do nível de complexidade das iniciativas que estão sendo implantadas

13 of 57

1. Indicadores da atenção primária

  1. Percentual de população coberta pela ESF
  2. Cobertura de Atenção Primária no município
  3. Média anual de consultas médicas por habitante nas especialidades básicas
  4. Taxa de internação por diabetes
  5. Taxa de internação por Acidente Vascular Cerebral (AVC) na faixa etária de 30 a 59 anos
  6. Percentual de internação por causas sensíveis à Atenção Primária no município
  7. Taxa de médicos por 100 mil habitantes no município
  8. Taxa de enfermeiros por 100 mil habitantes no município
  9. Taxa de mortalidade por doenças cardiovasculares a cada 100 mil habitantes no seu município
  10. Taxa de mortalidade infantil por 100 mil nascidos vivos
  11. Taxa de mortalidade por diabetes por 100 mil residentes
  12. Relatório de Financiamento da APS

2. Indicadores do Previne Brasil

3. Indicadores da COVID-19

  1. Proporção de gestantes com pelo menos 6 consultas Pré-Natal (PN) realizadas, sendo a primeira realizada até a 20ª semana de gestação
  2. Proporção de gestantes com realização de exames para sífilis e HIV
  3. Proporção de gestantes com atendimento odontológico realizado
  4. Cobertura de exame citopatológico
  5. Cobertura vacinal de Poliomielite inativada
  6. Cobertura vacinal de Pentavalente
  7. Percentual de pessoas hipertensas com Pressão Arterial aferida em cada semestre
  8. Percentual de diabéticos com solicitação de hemoglobina glicada
  1. Número de casos por 100 mil habitantes
  2. Taxa de contágio
  3. Número de leitos por 100 mil habitantes
  4. Número de não infectados a cada 10 pessoas
  5. Total de leitos UTI por 100 mil habitantes
  6. Taxa de mortalidade por 100 mil habitantes
  7. Taxa de letalidade por 100 mil habitantes
  8. Índice de desigualdade da oferta - IDO
  9. Índice de Vulnerabilidade Municipal - COVID-19
  10. Cobertura vacinal de Covid-19 (percentual da população com pelo menos uma dose aplicada)

INVENTÁRIO DE INDICADORES

14 of 57

Indicador

Interpretação

Valor de referência/ Parâmetro/ Tendência:

Eixo Relacionado

Fonte

Periodicidade

Última atualização

Orientações

Dado do Município

Data de Preenchimento

Definição

Descreve o indicador

Fornece uma leitura sobre o indicador analisado

Serve como medida para analisar o valor do indicador municipal

Indica com qual eixo da checklist o indicador se relaciona

Indica onde é possível encontrar a informação desejada

Qual a periodicidade de divulgação desses dados

Indica a data de publicação mais recente do indicador

Esclarece se o indicador já é calculado e está disponível ou orienta sobre como calculá-lo a partir de bases abertas de dados

Coluna livre para preenchimento com a informação sobre o município atendido

Coluna livre para preenchimento pelo consultor da data em que o dado foi preenchido na planilha.

Exemplo

Percentual de população coberta pela ESF

Indica a cobertura da política Saúde da Família no município

Tendência: aumento

Cobertura da Atenção Primária

Mensal

outubro/2020

Indicador disponibilizado por sistema federal

[Preenchimento pelo consultor]

[Preenchimento pelo consultor]

INVENTÁRIO DE INDICADORES

15 of 57

ESTRUTURA DA CHECKLIST

A estrutura abaixo detalha os 2 eixos do AGP Saúde e as 6 temáticas (4 referentes ao primeiro eixo e 2 referentes ao segundo). Para cada temática, listamos também as 15 competências nos quadros.

Eixos

Temáticas e competências

1. Continuidade do Enfrentamento à Covid-19

2. Atenção Integral à Saúde

1.1 Fluxo de dados epidemiológicos

1.2 Rastreamento de contatos

1.3 Vacinação

1.4. Comunicação de Risco

2.1 Cobertura da atenção primária

2.2 Previne Brasil

1.1.a Registro de casos

1.1. b Fluxo de dados

1.1. c Suporte à decisão

1.2.a Estratégia de monitoramento

1.2.b Monitoramento de casos

1.3.a Planejamento da imunização

1.3.b Logística da imunização

1.3.c Monitoramento da imunização

1.4.a Estratégia de comunicação

1.4.b Transparência

2.1.a Mapeamento da cobertura

2.1.b Expansão da cobertura

2.2.a Domínio do Previne Brasil

2.2.b Desempenho de indicadores e cadastros

2.2.c Adequação ao fluxo de informação do Previne Brasil

16 of 57

ESTRUTURA DA CHECKLIST

Eixos

Temáticas

Competências

Práticas de gestão

Definição

Abordam os desafios amplos para o fortalecimento da gestão municipal.

Representam os assuntos estratégicos dentro de cada eixo. Cada temática terá um objetivo específico e mensurável.

Subdivisões das temáticas. A partir das competências que deverão ser pactuadas as rotas prioritárias do projeto.

Elementos mais granulares da análise. Serão os parâmetros para aferir o nível do município nas competências.

Exemplo

  1. Continuidade do Enfrentamento à Covid-19

1.1 Fluxo de dados

epidemiológicos

1.2 Rastreamento de

contatos

1.3 Vacinação

1.4 Comunicação de risco

1.1.a Registro de casos

1.1.b Fluxo de dados

1.1.c Suporte à decisão

a) O município possui um banco de dados epidemiológicos completo e com informações atualizadas.

b) A alimentação dos sistemas de informação do Ministério da Saúde para a notificação de casos da COVID-19 acontece diariamente.

c) Os dados da notificação da COVID-19 do paciente e do seu respectivo teste são precisos e consistentes quanto aos endereços, datas, sintomas, resultado e outros.

Para a estruturação da checklist do AGP Saúde 2021 consideramos quatro elementos: eixos, temáticas, competências e práticas de gestão, sendo os eixos os elementos mais amplos e as práticas os mais granulares.

EXEMPLO

17 of 57

Objetivo da temática Fluxo de Dados Epidemiológicos (Eixo 1 - Continuidade de enfrentamento da Covid-19): O município possui maturidade no registro, repasse e divulgação dos dados epidemiológicos e toma decisões a partir da análise dos indicadores.

1.1 FLUXO DE DADOS EPIDEMIOLÓGICOS

Competências

Práticas de Gestão

1.1.a Registro de casos

a. O município tem seguido os protocolos de identificação e notificação de casos e óbitos do Ministério da Saúde. (ex.: identificação de casos SG e SRAG pelos critérios preconizados e registro de óbitos nos sistemas do Ministério da Saúde).

b. A alimentação dos sistemas de informação do Ministério da Saúde para a notificação de casos da COVID-19 acontece diariamente.

c. Os dados da notificação da COVID-19 do paciente e do seu respectivo teste são precisos e consistentes quanto aos endereços, datas, sintomas, resultado e outros.

1.1.b Fluxo de dados

a. Existe um responsável e uma rotina consistente de repasse dos dados epidemiológicos entre o setor de epidemiologia e o de comunicação do município.

b. Existe um responsável e uma rotina consistente de alimentação dos sistemas de notificação do Ministério da Saúde. (ex: E-SUS VE, SIVEP-Gripe e outros).

c. Existe fluxo de processo formalizado para as rotinas que envolvem o repasse de dados epidemiológicos entre os setores da epidemiologia e da atenção primária.

1.1.c Suporte à decisão

a. O município possui um banco de dados epidemiológicos completo e com informações atualizadas.

b. Existe um painel de dados epidemiológicos que dá suporte à tomada de decisões de combate à COVID-19 no município, como identificação de bairros ou grupos demográficos com maior disseminação da doença.

c. O município define e prioriza ações de testagem, rastreamento de contatos e isolamento social com base na análise dos dados epidemiológicos locais.

d. Existem ritos de gestão periódicos (reuniões de nível operacional e estratégico) focados na melhoria dos indicadores epidemiológicos do município.

EXEMPLO

18 of 57

2,5

REGISTRO DE CASOS

EM CONSOLIDAÇÃO

ROTAS

QUALIFICAR A COLETA DE DADOS

ESTRUTURAR ROTINA DE ALIMENTAÇÃO

O município não segue os protocolos de identificação e notificação de casos do Ministérios da Saúde, não existe rotina de alimentação dos sistemas de informação para casos da COVID-19 e os dados das notificações de casos e dos testes possuem alto nível de imprecisão e inconsistência quanto aos endereços, datas, sintomas, resultado e outros.

QUALIFICAR A COLETA DE DADOS

INSTITUIR PROTOCOLO

DE NOTIFICAÇÃO

FRÁGIL

ESTRUTURAR ROTINA DE ALIMENTAÇÃO

ROTAS

CONSOLIDADO

ROTAS

QUALIFICAR A COLETA DE DADOS

IMPLEMENTAR MELHORIA CONTÍNUA

ROBUSTO

ROTAS

IMPLEMENTAR MELHORIA CONTÍNUA

O município segue todos os protocolos de identificação e notificação de casos do Ministério da Saúde, porém a rotina de alimentação dos sistemas de informação para casos da COVID-19 não acontece de forma diária e os dados das notificações e dos testes possuem nível moderado imprecisões ou inconsistências quanto aos endereços, datas, sintomas, resultado e outros.

O município segue todos os protocolos de identificação e notificação de casos do Ministério da Saúde, a rotina de alimentação dos sistemas de informação para casos da COVID-19 acontece de forma diária e os dados das notificações e dos testes possuem baixo nível de imprecisões ou inconsistências quanto aos endereços, datas, sintomas, resultado e outros.

O município segue todos os protocolos de identificação e notificação de casos do Ministério da Saúde, a rotina de alimentação dos sistemas de informação para casos da COVID-19 acontece de forma diária e os dados das notificações e dos testes não possuem imprecisões ou inconsistências quanto aos endereços, datas, sintomas, resultado e outros.

COMPETÊNCIA 1.1.a

EXEMPLO

19 of 57

NÍVEIS DE EVOLUÇÃO DAS TEMÁTICAS E COMPETÊNCIAS

1

1,5

FRÁGIL

2,5

EM CONSOLIDAÇÃO

4

ROBUSTO

CONSOLIDADO

3,5

Frágil

Em consolidação

Consolidado

Robusto

O município não faz a maioria dos elementos que estão propostos nas práticas de gestão da respectiva competência.

O município faz sempre a maioria dos elementos que estão propostos nas práticas de gestão da respectiva competência.

O município faz às vezes a maioria dos elementos que estão propostos nas práticas de gestão da respectiva competência.

O município faz quase sempre a maioria dos elementos que estão propostos nas práticas de gestão da respectiva competência.

Cada práticas de gestão será avaliada em escala de 1 a 4 (não faço, faço às vezes, faço quase sempre, faço sempre). A partir do cálculo da média das práticas de gestão de cada competência (exemplo no Anexo 2) se obterá os níveis de evolução descritos abaixo. O nível de evolução da cada temática será equivalente à média das suas respectivas competências.

20 of 57

ROTAS

Competências

Níveis

Rotas

Definição

Subdivisões das temáticas. A partir das competências que deverão ser pactuadas as ações prioritárias do projeto.

Os níveis servirão de régua para analisar o estágio do município em cada uma das competências

As rotas são o conjunto de iniciativas que o consultor definirá para implementar junto ao município com o objetivo de elevar o estágio das competências.

Exemplo

1.1.a Registro de casos

Frágil

Instituir protocolo de notificação

Em consolidação

Estruturar rotina de alimentação

Consolidado

Qualificar a coleta de dados

Robusto

Implementar melhoria contínua

As rotas são o terceiro elemento da matriz de competências, sendo parte fundamental do plano de trabalho que será construído com o município e do monitoramento da evolução nas competências pactuadas. Elas são o conjunto de iniciativas que o consultor deverá implantar para cada competência a partir do nível calculado através checklist. Cabe ressaltar que as rotas descritas no anexo do material não são exaustivas, ou seja, é indicado que todos os parceiros técnicos contribuam na alimentação de novas rotas de diferentes complexidades no decorrer do processo de mentoria.

EXEMPLO

21 of 57

3. MODELO OPERACIONAL

22 of 57

MODELO OPERACIONAL

Os consultores deverão re-priorizar competências continuamente a partir do alcance das primeiras metas pactuadas

O AGP Saúde está estruturado em seis etapas: ativação e imersão, aplicação da checklist, priorização e pactuação, implementação, reaplicação da checklist e handover. Todas as ações abaixo devem ser lideradas pelo consultor.

1. Ligação para o município e agendamento da reunião de ativação com gestores e técnicos

2. Pesquisa e aprofundamento sobre os indicadores do município (recursos: inventário de indicadores)

3. Apresentação do AGP Saúde

4. Definição do grupo de trabalho (com ênfase nas áreas de vigilância e atenção primária) e pactuação da dinâmica de trabalho com reuniões semanais com o time técnico e quinzenais com o secretariado

ATIVAÇÃO E IMERSÃO

1

1ª SEMANA

1. Aplicação da checklist com o grupo de trabalho, com ênfase para as áreas de atenção primária e vigilância epidemiológica

APLICAÇÃO DA CHECKLIST

2

2ª E 3ª SEMANA

1. Validação dos níveis das competências e as respectivas metas junto ao município

2. *Priorização de no mínimo 8 competências

para o decorrer do projeto

*Deve-se avaliar as prioridades e os focos para a primeira metade da mentoria, podendo ser priorizadas novas competências ao longo do percurso

3. Construção do plano de trabalho, definição rotas e da rotina de monitoramento a ser implementadas com o município

3

VALIDAÇÃO E PACTUAÇÃO

3º E 4º SEMANA

1. Apresentação e validação dos pontos de partida e de chegada no conselho de saúde

2. Uso dos toolkits preparados e curadoria de novos materiais

3. Implementação das rotas

IMPLEMENTAÇÃO

4

2º MÊS EM DIANTE

5

1. Reaplicar a checklist nas competências pactuadas para a primeira metade do projeto

2. Traçar novos planos de trabalho e competências

2. Consolidar aprendizados e endereçar os pontos de melhoria com os municípios

3. Reavaliar os pontos de chegada no conselho de saúde

4º MÊS – REAPLICAÇÃO DA CHECKLIST

HANDOVER

1. Coleta de evidências da evolução dos níveis das competências

2. Entrega dos toolkits desenvolvidos pela consultoria ao município

3. Reaplicação da checklist para todas as competências

3. Análise dos pontos de chegada junto ao conselho de saúde e com o município

4. Avaliação da mentoria pelo município

6

6º MÊS

23 of 57

4. ORIENTAÇÕES DE APLICAÇÃO DA CHECKLIST

E PRIORIZAÇÃO DE COMPETÊNCIAS

24 of 57

ORIENTAÇÕES: APLICAÇÃO DA CHECKLIST

A aplicação da checklist é uma etapa necessária para priorização e pactuação das competências. Esta etapa serve como momento de reflexão para o município, cabendo ao consultor abordá-la sem o caráter de diagnóstico ou avaliação sobre as entregas da gestão.

Sendo uma das principais etapas do projeto, é importante seguir as recomendações abaixo:

Passo a passo para aplicação:

  1. Pactuar com o grupo de trabalho, com especial atenção para os setores de Atenção Básica e Vigilância Epidemiológica para preenchimento dos eixos “Atenção Integral à Saúde” e “Continuidade do enfrentamento à COVID-19”.
  2. Estabelecer dinâmica para avaliar os resultados da checklist junto aos participantes
  3. Participar do momento de aplicação orientando o preenchimento dentro dos quatro níveis propostos (não faço, faço às vezes, faço quase sempre e faço sempre) e estimulando a reflexão sobre as respostas
  4. Usar os dados coletados inicialmente para apoiar nas análises e a sinalização das práticas

Orientações gerais:

  1. É importante trabalhar com os municípios o conceito de evolução de um estágio da competência a outro
  2. Não mencionar o termo “avaliação de maturidade”, entendemos que a percepção de “estar sendo avaliado” por um agente externo pode causar ruído no município e restrição à participação ativa ao longo da mentoria.
  3. Não mencionar a checklist com os municípios como uma “pontuação”.

25 of 57

FERRAMENTAS DE APLICAÇÃO

Link do Inventário de Indicadores

* Cada consultor deve fazer uma cópia do arquivo para o município atendido

Desenvolvimento:

Implementação:

26 of 57

ORIENTAÇÕES: VALIDAÇÃO E PACTUAÇÃO

A partir das respostas das práticas de gestão será definida uma nota para a competência – dentro de quatro níveis (frágil, em consolidação, consolidado, robusto) descritos em detalhes no Anexo 2 – e inicia-se a etapa 3, de priorização e pactuação.

O objetivo da etapa é definir, em comum acordo com o ente municipal, quais deverão ser as competências trabalhadas ao longo da mentoria. As notas da competência devem servir como base para identificação dos principais gargalos dentro do município, mas é importante ouvir os gestores neste momento para identificar pontos de dor ou fortalezas que não foram contempladas na checklist. Cabe ressaltar também junto ao grupo de trabalho que a pactuação não é um momento estático do processo, podendo ser realinhada a partir do alcance das primeiras metas definidas. Para esse primeiro momento, sugere-se que sejam pactuadas 8 competências.

A partir da pactuação das competências começa o trabalho mão na massa e com isso o papel do consultor deve ser definir uma rota de trabalho com o município, listando iniciativas que serão relevantes para evolução de estágio nas competências pactuadas.

Orientações gerais:

  1. Estruturar o encontro com as áreas técnicas passando de antemão a importância do momento para o sucesso da mentoria
  2. Validar o nível de cada uma das competências junto ao município, evitando tensionar a comunicação caso o município entenda, mesmo após a apresentação, que não está no estágio apontado pelo cálculo para alguma competência. O mais importante é pactuar um estágio realista e trabalhar o conceito de evolução
  3. Pactuar com o município um mínimo de 8 competências, explicando que este é um alinhamento inicial.
  4. Consolidar os aprendizados do momento e trazer para o encontro geral como Instituto Votorantim e parceiro

27 of 57

ORIENTAÇÕES: REAPLICAÇÃO DA CHECKLIST

A reaplicação da checklist é uma etapa necessária para entender a evolução do município nas competências pactuadas no início do projeto. Novamente, esta etapa serve como momento de reflexão para o município, cabendo ao consultor abordá-la como uma oportunidade de comemorar os bons resultados e encaminhar uma nova rodada de priorização de competências ou ajustar os caminhos e estratégias para o alcance das metas inicialmente pactuadas.

Sendo uma das principais etapas do projeto, é importante seguir as mesmas recomendações da primeira aplicação:

Passo a passo para reaplicação:

  1. Pactuar com o grupo de trabalho, com especial atenção para os setores de Atenção Básica e Vigilância Epidemiológica para preenchimento dos eixos “Atenção Integral à Saúde” e “Continuidade do enfrentamento à COVID-19”.
  2. Estabelecer dinâmica para avaliar os resultados da checklist junto aos participantes
  3. Participar do momento de aplicação orientando o preenchimento dentro dos quatro níveis propostos (não faço, faço às vezes, faço quase sempre e faço sempre) e estimulando a reflexão sobre as respostas
  4. Usar os dados coletados inicialmente para apoiar nas análises e sinalização das práticas

Orientações gerais:

  1. É importante trabalhar com os municípios o conceito de evolução de um estágio da competência a outro
  2. Aproveitar o momento para coletar feedbacks e orientações que podem garantir o sucesso da mentoria na sua segunda metade.

28 of 57

ORIENTAÇÕES: APLICAÇÃO FINAL DA CHECKLIST

A aplicação final da checklist é uma atividade dentro da última etapa (handover) do modelo operacional. A aplicação final será importante para entender a evolução do município em todas as competências da matriz, entendendo que o consultor possa no decorrer do projeto ter trabalhado com competências além das pactuadas inicialmente que surgiram via incentivo ou demanda espontânea do município. Além disso, será uma oportunidade de ter uma visão geral do sucesso do AGP Saúde e analisar os resultados do município no programa. Os resultados da aplicação final serão mostrados para o município e levados ao conselho de saúde.

Novamente, esta etapa serve como momento de reflexão para o município, cabendo ao consultor abordá-la como uma oportunidade de comemorar os bons resultados e orientar caminhos e estratégias para a estabilização e manutenção das soluções desenvolvidas no decorrer da mentoria.

É importante seguir as mesmas recomendações e orientações gerais das outras aplicações:

Orientações gerais para aplicação final:

  1. Pactuar com o grupo de trabalho, com especial atenção para os setores de Atenção Básica e Vigilância Epidemiológica para preenchimento completo dos eixos “Atenção Integral à Saúde” e “Continuidade do enfrentamento à COVID-19”.
  2. Participar do momento de aplicação orientando o preenchimento dentro dos quatro níveis propostos (não faço, faço às vezes, faço quase sempre e faço sempre) e estimulando a reflexão sobre as respostas
  3. Inserir o resultado final no book de finalização da mentoria do município

29 of 57

ANEXO 1: TEMÁTICAS, COMPETÊNCIAS, PRÁTICAS DE GESTÃO E ROTAS

30 of 57

TEMÁTICAS, COMPETÊNCIAS, PRÁTICAS E ROTAS

Nesta seção estão elencadas todas as temáticas e seus respectivos objetivos, cada uma das competências imediatamente abaixo, as práticas de gestão e as rotas, conjunto de iniciativas consideradas essenciais para uma vez apontado o nível na competência se possa construir um caminho de evolução.

Recuperando os conceitos apresentados acima:

  • Eixos: Os eixos foram desenhados de forma a abordarem os desafios para o fortalecimento da gestão municipal no atual contexto. Nesse sentido, foram propostos dois eixos, com temáticas e competências específicas.

  • Temáticas: As temáticas representam os assuntos estratégicos dentro de cada eixo. A checklist será composta por seis temáticas, cada uma com um objetivo específico e mensurável e um respectivo número de competências.

  • Competências: As competências são as entregas consideradas mais relevantes dentro das temáticas. A checklist será composto por 15 competências e elas serão avaliadas por meio das práticas de gestão e terão seu nível calculado segundo o método proposto neste material.

  • Práticas de gestão: As práticas de gestão são os elementos mais granulares da nossa análise. Serão nossos parâmetros para aferir a nível organizacional na respectiva competência.

  • Rotas: As rotas são um direcionamento de iniciativas com o objetivo de elevar o nível organizacional na respectiva competência.

31 of 57

Objetivo da temática: O município possui maturidade no registro, repasse e divulgação dos dados epidemiológicos e toma decisões a partir da análise dos indicadores.

Competências

Práticas de Gestão

Registro de casos

a. O município tem seguido os protocolos de identificação e notificação de casos e óbitos do Ministério da Saúde. (ex.: identificação de casos SG e SRAG pelos critérios preconizados e registro de óbitos nos sistemas do Ministério da Saúde).

b. A alimentação dos sistemas de informação do Ministério da Saúde para a notificação de casos da COVID-19 acontece diariamente.

c. Os dados da notificação da COVID-19 do paciente e do seu respectivo teste são precisos e consistentes quanto aos endereços, datas, sintomas, resultado e outros.

Fluxo de dados

a. Existe um responsável e uma rotina consistente de repasse dos dados epidemiológicos entre o setor de epidemiologia e o de comunicação do município.

b. Existe um responsável e uma rotina consistente de alimentação dos sistemas de notificação do Ministério da Saúde. (ex: E-SUS VE, SIVEP-Gripe e outros).

c. Existe fluxo de processo formalizado para as rotinas que envolvem o repasse de dados epidemiológicos entre os setores da epidemiologia e da atenção primária.

Suporte à decisão

a. O município possui um banco de dados epidemiológicos completo e com informações atualizadas.

b. Existe um painel de dados epidemiológicos que dá suporte à tomada de decisões de combate à COVID-19 no município, como identificação de bairros ou grupos demográficos com maior disseminação da doença.

c. O município define e prioriza ações de testagem, rastreamento de contatos e isolamento social com base na análise dos dados epidemiológicos locais.

d. Existem ritos de gestão periódicos (reuniões de nível operacional e estratégico) focados na melhoria dos indicadores epidemiológicos do município.

FLUXO DE DADOS EPIDEMIOLÓGICOS

TEMÁTICA 1.1

32 of 57

2,5

REGISTRO DE CASOS

EM CONSOLIDAÇÃO

ROTAS

QUALIFICAR A COLETA DE DADOS

ESTRUTURAR ROTINA DE ALIMENTAÇÃO

O município não segue os protocolos de identificação e notificação de casos do Ministérios da Saúde, não existe rotina de alimentação dos sistemas de informação para casos da COVID-19 e os dados das notificações de casos e dos testes possuem alto nível de imprecisão e inconsistência quanto aos endereços, datas, sintomas, resultado e outros.

QUALIFICAR A COLETA DE DADOS

INSTITUIR PROTOCOLO

DE NOTIFICAÇÃO

FRÁGIL

ESTRUTURAR ROTINA DE ALIMENTAÇÃO

ROTAS

CONSOLIDADO

ROTAS

QUALIFICAR A COLETA DE DADOS

IMPLEMENTAR MELHORIA CONTÍNUA

ROBUSTO

ROTAS

IMPLEMENTAR MELHORIA CONTÍNUA

O município segue todos os protocolos de identificação e notificação de casos do Ministério da Saúde, porém a rotina de alimentação dos sistemas de informação para casos da COVID-19 não acontece de forma diária e os dados das notificações e dos testes possuem nível moderado imprecisões ou inconsistências quanto aos endereços, datas, sintomas, resultado e outros.

O município segue todos os protocolos de identificação e notificação de casos do Ministério da Saúde, a rotina de alimentação dos sistemas de informação para casos da COVID-19 acontece de forma diária e os dados das notificações e dos testes possuem baixo nível de imprecisões ou inconsistências quanto aos endereços, datas, sintomas, resultado e outros.

O município segue todos os protocolos de identificação e notificação de casos do Ministério da Saúde, a rotina de alimentação dos sistemas de informação para casos da COVID-19 acontece de forma diária e os dados das notificações e dos testes não possuem imprecisões ou inconsistências quanto aos endereços, datas, sintomas, resultado e outros.

COMPETÊNCIA 1.1.a

33 of 57

2,5

FLUXO DE DADOS

ESTRUTURAR

REPASSE DE DADOS

O município não possui uma rotina consistente de repasse dos dados epidemiológicos para a comunicação, não possui responsável e rotina consistente de alimentação dos sistemas de notificação do Ministério da Saúde e não possui rotina consistente de repasse de dados para o monitoramento da atenção primária.

ESTRUTURAR

REPASSE DE DADOS

ESTRUTURAR

REPASSE DE DADOS

IMPLEMENTAR MELHORIA CONTÍNUA

O município possui uma rotina consistente de repasse dos dados epidemiológicos para a comunicação, porém não possui responsável e rotina consistente de alimentação dos sistemas de notificação do Ministério da Saúde e não possui rotina consistente de repasse de dados para o monitoramento de casos na atenção primária.

O município possui uma rotina consistente de repasse dos dados epidemiológicos para a comunicação, possui responsável e rotina consistente de alimentação dos sistemas de notificação do Ministério da Saúde, porém não possui rotina consistente de repasse de dados para o monitoramento de casos na atenção primária.

O município possui uma rotina consistente de repasse dos dados epidemiológicos para a comunicação, possui responsável e rotina consistente de alimentação dos sistemas de notificação do Ministério da Saúde e possui rotina consistente de repasse de dados para o monitoramento de casos na atenção primária.

EM CONSOLIDAÇÃO

ROTAS

FRÁGIL

ROTAS

CONSOLIDADO

ROTAS

ROBUSTO

ROTAS

COMPETÊNCIA 1.1.b

34 of 57

2,5

O município não possui um banco de dados epidemiológicos, não possui um painel gerencial para suporte à decisão, não há priorização de ações de testagem, rastreamento de contatos e isolamento social com base na análise dos dados epidemiológicos locais e nem ritos de gestão periódicos focados na melhoria dos indicadores do município.

IMPLEMENTAR MELHORIA CONTÍNUA

O município possui um banco de dados epidemiológicos, porém os dados possuem imprecisões e inconsistências. Não possui um painel gerencial suporte à decisão, não há priorização de ações de testagem, rastreamento de contatos e isolamento social com base na análise dos dados epidemiológicos locais e nem ritos de gestão periódicos focados na melhoria dos indicadores do município.

O município possui um banco de dados epidemiológicos com baixo nível de imprecisão e inconsistência, porém não possui um painel gerencial para suporte à decisão, não há priorização de ações de testagem, rastreamento de contatos e isolamento social com base na análise dos dados epidemiológicos locais e os ritos de gestão focados na melhoria dos indicadores do município ocorrem sem a periodicidade adequada.

O município possui um banco de dados epidemiológicos completo e atualizado, existe um painel gerencial para suporte à decisão, há priorização de ações de testagem, rastreamento de contatos e isolamento social com base na análise dos dados epidemiológicos locais e ritos de gestão periódicos focados na melhoria dos indicadores do município. 

SUPORTE À DECISÃO

ESTRUTURAR PAINEL GERENCIAL

ESTRUTURAR BANCO DE DADOS EPIDEMIOLÓGICOS

ANALISAR DADOS E PRIORIZAR ESTRATÉGIAS

ACOMPANHAR PERIODICAMENTE OS INDICADORES

ESTRUTURAR PAINEL GERENCIAL

QUALIFICAR O BANCO DE DADOS EPIDEMIOLÓGICOS

ANALISAR DADOS E PRIORIZAR ESTRATÉGIAS

ACOMPANHAR PERIODICAMENTE OS INDICADORES

ESTRUTURAR PAINEL GERENCIAL

ANALISAR DADOS E PRIORIZAR ESTRATÉGIAS

ACOMPANHAR PERIODICAMENTE OS INDICADORES

EM CONSOLIDAÇÃO

ROTAS

FRÁGIL

ROTAS

CONSOLIDADO

ROTAS

ROBUSTO

ROTAS

COMPETÊNCIA 1.1.c

35 of 57

Objetivo da temática: O município tem capacidade de quebrar cadeias de transmissão da COVID-19 por meio da prática de rastreamento.

RASTREAMENTO DE CONTATOS

Competências

Práticas de Gestão

Estratégia de Rastreamento

a. Existem protocolos de rastreamento com critérios claros sobre que casos serão priorizados para entrevistas e se os contatos serão notificados pela secretaria ou os confirmados notificarão seus próprios contatos.

b. Existem papéis e responsabilidades definidas para cada um dos membros da equipe de rastreamento e áreas de interlocução.

c. Existe roteiro padronizado para entrevistar pessoas infectadas e identificar aqueles indivíduos com os quais estiveram próximos ao longo do período de transmissão.

d. Existe documento formalizado com as instruções a serem passadas para os contactantes de caso suspeito ou confirmado.

Monitoramento de Casos

a. As unidades de saúde recebem as informações em tempo hábil sobre os casos que devem ser monitorados pelas equipes.

b. Existe um fluxo de encaminhamento de pacientes a partir da apuração dos sintomas via monitoramento telefônico ou presencial.

c. Existe uma base de dados e indicadores de monitoramento (ex: percentual de casos monitorados sobre casos suspeitos) de casos incluindo a ligação do contato com o caso fonte.

d. A rotina de monitoramento de casos conta com apoio dos agentes comunitários de saúde.

e. O município consegue efetuar o monitoramento telefônico ou presencial dos casos por 14 dias.

TEMÁTICA 1.2

36 of 57

2,5

ESTRATÉGIA DE RASTREAMENTO

O município não possui protocolos de rastreamento, papéis e responsabilidades definidas para os membros da equipe, roteiro detalhado de entrevistas e nem documento formalizado com as instruções a serem passadas para os contactantes.

O município possui protocolos de rastreamento e papéis e responsabilidades definidas para os membros da equipe, porém não existe roteiro padronizado de entrevista e nem documento formalizado com as instruções a serem passadas para os contactantes.

O município possui protocolos de rastreamento e papéis e responsabilidades definidas para os membros da equipe, possui roteiro padronizado de entrevista, porém não existe documento formalizado com as instruções a serem passadas para os contactantes.

O município possui protocolos de rastreamento, papéis e responsabilidades definidas para os membros da equipe, roteiro padronizado de entrevista e documento formalizado com as instruções a serem passadas para os contactantes.

QUALIFICAR A COLETA DE DADOS

ELABORAR PROTOCOLO

DE RASTREAMENTO

ESTRUTURAR ROTINA DE ALIMENTAÇÃO

ESTRUTURAR ROTINA DE ALIMENTAÇÃO

ELABORAR DOCUMENTOS DE ORIENTAÇÃO

EM CONSOLIDAÇÃO

ROTAS

FRÁGIL

ROTAS

CONSOLIDADO

ROTAS

ROBUSTO

ROTAS

C0MPETÊNCIA 1.2.a

IMPLEMENTAR MELHORIA CONTÍNUA

ELABORAR DOCUMENTOS DE ORIENTAÇÃO

ELABORAR DOCUMENTOS DE ORIENTAÇÃO

QUALIFICAR A COLETA DE DADOS

37 of 57

2,5

MONITORAMENTO DE CASOS

O município não possui rotina formalizada de distribuição do monitoramento de casos para as unidades de saúde, não possui fluxo de encaminhamento a partir dos sintomas relatados, não possui uma base de dados com indicadores, não usa mão de obra dos agentes comunitários de saúde e não consegue efetuar o monitoramento no tempo correto.

DEFINIR FLUXO DE ENCAMINHAMENTO

ESTABELECER DISTRIBUIÇÃO DE MONITORAMENTO

DE CASOS

ESTRUTURAR BASE DE DADOS

O município possui rotina formalizada de distribuição do monitoramento de casos para as unidades de saúde, possui fluxo de encaminhamento a partir dos sintomas relatados, porém não possui uma base de dados com indicadores, não usa mão de obra dos agentes comunitários de saúde e não consegue efetuar o monitoramento no tempo correto.

O município possui rotina formalizada de distribuição do monitoramento de casos para as unidades de saúde, possui fluxo de encaminhamento a partir dos sintomas relatados, possui uma base de dados, porém não usa mão de obra dos agentes comunitários de saúde e não consegue efetuar o monitoramento no tempo correto.

O município possui rotina formalizada de distribuição do monitoramento de casos para as unidades de saúde, possui fluxo de encaminhamento a partir dos sintomas relatados, possui base de dados com indicadores, usa mão de obra dos agentes comunitários de saúde e consegue efetuar o monitoramento no tempo correto.

CRIAR INDICADORES

ESTRUTURAR BASE DE DADOS

CRIAR INDICADORES

ATIVAR ACS PARA MONITORAMENTO

DE CASOS

ATIVAR ACS PARA MONITORAMENTO

DE CASOS

ATIVAR ACS PARA MONITORAMENTO

DE CASOS

EM CONSOLIDAÇÃO

ROTAS

FRÁGIL

ROTAS

CONSOLIDADO

ROTAS

ROBUSTO

ROTAS

C0MPETÊNCIA 1.2.b

IMPLEMENTAR MELHORIA CONTÍNUA

38 of 57

Objetivo da temática: O município possui um plano de operacionalização da imunização, capacidade de monitoramento da cobertura de vacinação e de resposta rápida aos desafios de logística, manejo e fila.

VACINAÇÃO

Competências

Práticas de Gestão

Planejamento da Imunização

a. Existe um plano de operacionalização da imunização customizado para o município, respeitando as diretrizes do plano nacional.

b. Foi realizada capacitação para os times da ponta para o correto armazenamento, distribuição e organização da rotina de trabalho durante a vacinação.

c. Existe estimativa do percentual da população a ser vacinada, com número de doses e outros insumos necessários para cada fase/público-alvo.

d. Existe um plano de comunicação para incentivar cada um dos públicos a se vacinarem.

Logística da Imunização

a. Existe plano de distribuição das vacinas de acordo com a demanda de cada unidade de saúde, evitando o desperdício de doses.

b. Existem recursos logísticos e de armazenamento (ex.: transporte, sala de vacina, câmara fria e outros) para as vacinas nas unidades de saúde que são polos de vacinação.

c. Existe protocolo estabelecido para aplicação de doses, inclusive para as próximas ao período limite de uso. (Ex.: aplicação em usuários acamados e pertencentes ao grupo de risco de cada território em caso de sobra de doses próximas ao período limite de uso).

d. Existe fluxo de comunicação formalizado entre secretaria e unidades de vacinação, para redirecionamento/redistribuição de doses, caso necessário.

Monitoramento da Imunização

a. Existe acompanhamento rigoroso da dispensação de insumos, identificando possíveis desvios e reorientando equipes se necessário.

b. Existe acompanhamento, com base no documento de planejamento, das metas de populações a vacinar em cada fase do plano.

c. Foi criado um canal de comunicação e investigação de efeitos adversos via farmacovigilância.

TEMÁTICA 1.3

39 of 57

2,5

PLANEJAMENTO DA IMUNIZAÇÃO

CAPACITAR OS PROFISSIONAIS DA PONTA

O município não possui um plano de operacionalização da imunização, não realizou capacitação para os times da ponta, não possui estimativa do percentual da população a ser vacinada em cada fase do plano e não existe um plano de comunicação para incentivar a população a se vacinar.

CAPACITAR OS PROFISSIONAIS DA PONTA

ELABORAR PLANO DE OPERACIONALIZAÇÃO

O município possui um plano de operacionalização da imunização, porém não realizou capacitação para os times da ponta, não possui estimativa do percentual da população a ser vacinada em cada fase do plano e não existe um plano de comunicação para incentivar a população a se vacinar.

O município possui um plano de operacionalização da imunização, realizou capacitação para os times da ponta, possui estimativa do percentual da população a ser vacinada em cada fase do plano, porém não existe um plano de comunicação para incentivar a população a se vacinar.

O município possui um plano de operacionalização da imunização, realizou capacitação para os times da ponta, possui estimativa do percentual da população a ser vacinada em cada fase do plano e um plano de comunicação para incentivar a população a se vacinar.

ELABORAR PLANO DE COMUNICAÇÃO PARA INCENTIVO A VACINAÇÃO

ELABORAR PLANO DE COMUNICAÇÃO PARA INCENTIVO A VACINAÇÃO

ELABORAR PLANO DE COMUNICAÇÃO PARA INCENTIVO A VACINAÇÃO

EM CONSOLIDAÇÃO

ROTAS

FRÁGIL

ROTAS

CONSOLIDADO

ROTAS

ROBUSTO

ROTAS

C0MPETÊNCIA 1.3.a

IMPLEMENTAR MELHORIA CONTÍNUA

40 of 57

2,5

FORMALIZAR FLUXO DE COMUNICAÇÃO

ESTABELECER PROTOCOLO PARA APLICAÇÃO

O município não possui plano de distribuição das vacinas de acordo com a demanda de cada unidade, não possui recursos logísticos e de armazenamento, não existe protocolo estabelecido para aplicação de doses próximas ao período limite e não existe fluxo de comunicação formalizado entre secretaria e unidades de vacinação para redirecionamento/redistribuição de doses. 

GARANTIR RECURSOS DE ARMAZENAMENTO

DEFINIR PLANO DE DISTRIBUIÇÃO

ESTABELECER PROTOCOLO PARA APLICAÇÃO

FORMALIZAR FLUXO DE COMUNICAÇÃO

ATUALIZAR PROTOCOLOS, MÉTODOS E FERRAMENTAS

O município possui plano de distribuição das vacinas de acordo com a demanda de cada unidade, possui recursos logísticos e de armazenamento, porém não existe protocolo estabelecido para aplicação de doses próximas ao período limite e nem fluxo de comunicação formalizado entre secretaria e unidades de vacinação para redirecionamento/redistribuição de doses.

O município possui plano de distribuição das vacinas de acordo com a demanda de cada unidade, possui recursos logísticos e de armazenamento, assim como protocolo estabelecido para aplicação de doses próximas ao período limite, porém não existe fluxo de comunicação formalizado entre secretaria e unidades de vacinação para redirecionamento/redistribuição de doses. 

O município possui plano de distribuição das vacinas de acordo com a demanda de cada unidade, possui recursos logísticos e de armazenamento, assim como protocolo estabelecido para aplicação de doses próximas ao período limite e fluxo de comunicação formalizado entre secretaria e unidades de vacinação para redirecionamento/redistribuição de doses.

LOGÍSTICA DA IMUNIZAÇÃO

FORMALIZAR FLUXO DE COMUNICAÇÃO

EM CONSOLIDAÇÃO

ROTAS

FRÁGIL

ROTAS

CONSOLIDADO

ROTAS

ROBUSTO

ROTAS

C0MPETÊNCIA 1.3.b

41 of 57

2,5

MONITORAR EVENTOS ADVERSOS

DEFINIR METAS DE VACINAÇÃO

O município não realiza o acompanhamento da dispensação de insumos, não possui metas de população a vacinar em cada fase e não existe um canal de comunicação e investigação de efeitos adversos via farmacovigilância.

DEFINIR METAS DE VACINAÇÃO

ESTRUTURAR ACOMPANHAMENTO DE DISPENSAÇÃO DE INSUMOS

MONITORAR EVENTOS ADVERSOS

MONITORAR EVENTOS ADVERSOS

O município realiza o acompanhamento da dispensação de insumos, porém não possui metas de população a vacinar em cada fase e um canal de comunicação e investigação de efeitos adversos via farmacovigilância.

O município realiza o acompanhamento da dispensação de insumos e possui metas de população a vacinar em cada fase, porém não existe um canal de comunicação e investigação de efeitos adversos via farmacovigilância.

O município realiza o acompanhamento da dispensação de insumos, possui metas de população a vacinar em cada fase e um canal de comunicação e investigação de efeitos adversos via farmacovigilância.

MONITORAMENTO DA IMUNIZAÇÃO

EM CONSOLIDAÇÃO

ROTAS

FRÁGIL

ROTAS

CONSOLIDADO

ROTAS

ROBUSTO

ROTAS

C0MPETÊNCIA 1.3.c

IMPLEMENTAR MELHORIA CONTÍNUA

42 of 57

Objetivo da temática: O município possui estratégia de comunicação de risco em execução e é transparente quanto à divulgação de dados epidemiológicos.

Competências

Práticas de Gestão

Estratégia de Comunicação

a. A estratégia de comunicação para o combate à COVID-19 está sendo executada com cronograma, temáticas e responsáveis bem definidos.

b. Notícias falsas sobre a COVID-19 são desmentidas periodicamente através de canais oficiais (site e redes sociais).

c. O município comunica de forma periódica via canais oficiais as medidas que estão sendo tomadas com objetivo de frear o contágio no município.

d. O município tem usado canais de comunicação como carros de som, cartazes, panfletos e WhatsApp.

e. Existe mapeamento das temáticas mais sensíveis à realidade local quanto ao impacto da COVID-19 (saúde mental, economia, violência contra mulheres, grupos de risco etc).

Transparência

a. Existe uma sessão no site da prefeitura dedicada à transparência dos atos da gestão pública no combate ao coronavírus (ex.: compras realizadas, atos, documentos e outros).

b. Os dados epidemiológicos do município são publicados diariamente nas redes sociais através de boletim.

c. As regras do modelo de distanciamento da população são amplamente divulgadas e baseadas nos dados epidemiológicos locais ou no faseamento estadual.

COMUNICAÇÃO DE RISCO

TEMÁTICA 1.4

43 of 57

2,5

ESTRATÉGIA DE COMUNICAÇÃO

MAPEAR TEMAS SENSÍVEIS

CRIAR CAMPANHAS EM CANAIS ALTERNATIVOS

O município não definiu uma estratégia de comunicação, não possui diretriz para desmentir fake news nos canais oficiais, não comunica as medidas que estão sendo tomadas, não utiliza canais de comunicação alternativos e não mapeia os temas mais sensíveis para a população.

DEFINIR DIRETRIZ PARA FAKE NEWS

DEFINIR ESTRATÉGIA DE COMUNICAÇÃO

CRIAR CAMPANHAS EM CANAIS ALTERNATIVOS

MAPEAR TEMAS SENSÍVEIS

MONITORAR INDICADORES DE ENGAJAMENTO

O município definiu uma estratégia de comunicação, possui uma diretriz para desmentir fake news nos canais oficiais, comunica as medidas que estão sendo tomadas, porém não utiliza canais de comunicação alternativos e não mapeia os temas mais sensíveis para a população.

O município definiu uma estratégia de comunicação, possui uma diretriz para desmentir fake news nos canais oficiais, comunica as medidas que estão sendo tomadas, utiliza canais de comunicação alternativos, porém não mapeia os temas mais sensíveis para a população.

O município definiu uma estratégia de comunicação, possui uma diretriz para desmentir fake news nos canais oficiais, comunica as medidas que estão sendo tomadas, utiliza canais de comunicação alternativos e mapeia os temas mais sensíveis para a população.

MAPEAR TEMAS SENSÍVEIS

PUBLICAR MEDIDAS ADOTADAS

EM CONSOLIDAÇÃO

ROTAS

FRÁGIL

ROTAS

CONSOLIDADO

ROTAS

ROBUSTO

ROTAS

COMPETÊNCIA 1.4.a

44 of 57

2,5

TRANSPARÊNCIA

DIVULGAR O MODELO DE DISTANCIAMENTO

DEFINIR ROTINA ATUALIZAÇÃO DOS DADOS

O município não possui uma seção no site da prefeitura dedicada à transparência dos atos da gestão no combate à COVID-19, não publica diariamente nas redes sociais o boletim epidemiológico e não divulga amplamente o modelo de distanciamento que está sendo adotado.

DEFINIR DE ATUALIZAÇÃO DOS DADOS

CRIAR SEÇÃO DEDICADA

NO SITE

DIVULGAR O MODELO DE DISTANCIAMENTO

ESTRUTURAR TRANSPARÊNCIA

DOS DADOS

O município possui uma seção no site da prefeitura dedicada à transparência dos atos da gestão no combate à COVID-19, porém não publica diariamente nas redes sociais o boletim epidemiológico e não divulga amplamente o modelo de distanciamento que está sendo adotado.

O município possui uma seção no site da prefeitura dedicada à transparência dos atos da gestão no combate à COVID-19, publica diariamente nas redes sociais o boletim epidemiológico, mas não divulga amplamente o modelo de distanciamento que está sendo adotado.

O município possui uma seção no site da prefeitura dedicada à transparência dos atos da gestão no combate à COVID-19, publica diariamente nas redes sociais o boletim epidemiológico e divulga amplamente o modelo de distanciamento que está sendo adotado.

DIVULGAR O MODELO DE DISTANCIAMENTO

EM CONSOLIDAÇÃO

ROTAS

FRÁGIL

ROTAS

CONSOLIDADO

ROTAS

ROBUSTO

ROTAS

COMPETÊNCIA 1.4.b

45 of 57

Objetivo da temática: O município possui conhecimento sobre a cobertura atual e as áreas de vazio sanitário, assim como possui estratégia definida e meta de expansão dos cadastros de usuários.

COBERTURA DA ATENÇÃO PRIMÁRIA

Competências

Práticas de Gestão

Mapeamento da cobertura

a. Existe um levantamento do percentual de população dependente do Sistema Único de Saúde.

b. Existe um mapeamento realizado sobre áreas não cobertas pela Estratégia Saúde da Família no município.

Expansão da cobertura

a. Existe levantamento de estruturas físicas ou imóveis que poderão ser usados, alugados ou requisitados para funcionar como Unidade Básica de Saúde.

b. Existe um plano de adequação da estrutura das novas unidades e das já existentes para que seja possível a oferta de todos os itens da carteira de serviços e adequação às normas técnicas vigentes.

c. Existe oferta de treinamento para os novos integrantes da Unidade Básica de Saúde e/ou equipe saúde da família.

d. Existe dimensionamento de pessoal com estimativas de aumento do número de equipes por período de tempo.

TEMÁTICA 2.1

46 of 57

2,5

O município não possui um levantamento do percentual da população dependente do Sistema Único de Saúde e não possui um mapeamento realizado sobre as áreas não cobertas pela Estratégia Saúde da Família.

LEVANTAR ÁREAS DE VAZIO SANITÁRIO

LEVANTAR POPULAÇÃO SUS DEPENDENTE

QUALIFICAR VISITAS DOS AGENTE COMUNITÁRIOS

O município possui um levantamento inicial do percentual da população dependente do Sistema Único de Saúde e não possui um mapeamento realizado sobre as áreas não cobertas pela Estratégia Saúde da Família.

O município possui um levantamento completo do percentual da população dependente do Sistema Único de Saúde, porém não possui um mapeamento realizado sobre as áreas não cobertas pela Estratégia Saúde da Família.

O município possui um levantamento completo do percentual da população dependente do Sistema Único de Saúde e possui um mapeamento realizado sobre as áreas não cobertas pela Estratégia Saúde da Família.

MAPEAMENTO DA COBERTURA

QUALIFICAR DISTRIBUIÇÃO DE MEDICAMENTOS

LEVANTAR ÁREAS DE VAZIO SANITÁRIO

LEVANTAR POPULAÇÃO SUS DEPENDENTE

LEVANTAR ÁREAS DE VAZIO SANITÁRIO

EM CONSOLIDAÇÃO

ROTAS

FRÁGIL

ROTAS

CONSOLIDADO

ROTAS

ROBUSTO

ROTAS

COMPETÊNCIA 2.1.a

47 of 57

2,5

CONSTRUIR TRILHA DE CAPACITAÇÃO

ELABORAR PLANO DE ADEQUAÇÃO

O município não possui levantamento de estruturas físicas ou imóveis que poderão ser usados para funcionar como unidades de saúde, não possui um plano de adequação das estruturas das unidades de saúde visando a expansão da oferta de serviços, não oferta treinamento para os novos integrantes da Unidade Básica de Saúde e/ou equipe saúde da família e não possui dimensionamento com estimativas de aumento do número de equipes.

ELABORAR PLANO DE ADEQUAÇÃO

ELABORAR RELATÓRIO DE ESTRUTURAS FÍSICAS

CONSTRUIR TRILHA DE CAPACITAÇÃO

REALIZAR DIMENSIONAMENTO DE EQUIPE

LEVANTAR CARGA DE DOENÇA LOCAL

O município possui levantamento de estruturas físicas ou imóveis que poderão ser usados para funcionar como unidades de saúde, porém não possui um plano de adequação das estruturas das unidades de saúde visando a expansão da oferta de serviços, não oferta treinamento para os novos integrantes da Unidade Básica de Saúde e/ou equipe saúde da família e não possui dimensionamento com estimativas de aumento do número de equipes.

O município possui levantamento de estruturas físicas ou imóveis que poderão ser usados para funcionar como unidades de saúde, possui um plano de adequação das estruturas das unidades de saúde visando a expansão da oferta de serviços, oferta treinamento para os novos integrantes da Unidade Básica de Saúde e/ou equipe saúde da família, porém não possui dimensionamento com estimativas de aumento do número de equipes.

O município possui levantamento de estruturas físicas ou imóveis que poderão ser usados para funcionar como unidades de saúde, possui um plano de adequação das estruturas das unidades de saúde tendo em vista a expansão da oferta de serviços, oferta treinamento para os novos integrantes da Unidade Básica de Saúde e/ou equipe saúde da família e possui dimensionamento com estimativas de aumento do número de equipes.

EXPANSÃO DA COBERTURA

REALIZAR DIMENSIONAMENTO

DE EQUIPE

REALIZAR DIMENSIONAMENTO

DE EQUIPE

ESTRUTURAR LINHAS DE CUIDADO

EM CONSOLIDAÇÃO

ROTAS

FRÁGIL

ROTAS

CONSOLIDADO

ROTAS

ROBUSTO

ROTAS

COMPETÊNCIA 2.1.b

48 of 57

Objetivo da temática: O município possui domínio do Programa Previne Brasil e planos de ação para qualificação dos indicadores de desempenho, cadastramento de usuários e fluxo de informações para o Ministério da Saúde.

PREVINE BRASIL

Competências

Práticas de Gestão

Domínio do Previne Brasil

a. As equipes e os gestores da área da saúde conhecem o novo programa, sabem o calendário de adequação para as mudanças e entendem o impacto do programa no financiamento da atenção primária.

b. As equipes e os gestores da área da saúde possuem conhecimento do modelo de pagamento por desempenho, os indicadores que o compõem, bem como métodos de cálculo e transmissão da informação.

c. As equipes e os gestores da área da saúde possuem conhecimento dos desafios locais de cadastramento da população sob responsabilidade das equipes de Saúde da Família (ex.: acesso a lugares acidentados, periféricos ou fora da área de controle urbano).

d. O município está implementando programas, estratégias e ações do Ministério da Saúde que refletem a melhoria do cuidado na atenção primária de saúde.

Desempenho dos indicadores e cadastros

a. As equipes de saúde realizam o cadastramento de usuários na unidade de saúde.

b. As equipes de saúde realizam busca ativa no território para garantir atualizações e cadastramentos de novos usuários da área de abrangência.

c. Existe rotina de monitoramento das inconsistências de cadastro do SISAB/e-SUS AB.

d. Existe um painel que possibilita a visão gerencial dos indicadores do Previne Brasil.

e. Existe plano de ação envolvendo gestores e equipes de saúde para melhoria dos processos e dos indicadores do Previne Brasil.

Adequação ao fluxo de informação do Previne Brasil

a. Existe alguma prática para a utilização dos dados de produtividade da Estratégia Saúde da Família visando a melhoria da assistência à saúde.

b. Existe um responsável pelo monitoramento da produtividade das equipes no eSUS-AB.

c. A secretaria aderiu a iniciativas da Estratégia de Saúde Digital (como Informatiza APS, Conectividade UBS, Conecte SUS) com o objetivo de fornecer melhor infraestrutura de computadores e servidores de tecnologia para as UBS.

TEMÁTICA 2.2

49 of 57

2,5

IMPLEMENTAR PROGRAMAS, ESTRATÉGIAS E AÇÕES

ELABORAR DIAGNÓSTICO DO PROCESSO

DE CADASTRO

As equipes e os gestores da saúde não possuem conhecimento adequado do programa, seu modelo de pagamento, os indicadores que o compõem e os métodos de cálculo. Não possuem conhecimento sobre os desafios locais de cadastramento da população e a secretaria não está implementando os programas, estratégias e ações para melhoria da atenção básica.

ELABORAR DIAGNÓSTICO DO PROCESSO

DE CADASTRO

REALIZAR CAPACITAÇÃO NO PREVINE BRASIL

IMPLEMENTAR PROGRAMAS, ESTRATÉGIAS E AÇÕES

IMPLEMENTAR PROGRAMAS, ESTRATÉGIAS E AÇÕES

As equipes e os gestores da saúde possuem conhecimento adequado do programa, seu modelo de pagamento, os indicadores que o compõem e os métodos de cálculo, porém não possuem conhecimento sobre os desafios locais de cadastramento da população e a secretaria não está implementando os programas, estratégias e ações para melhoria da atenção básica.

As equipes e os gestores da saúde possuem conhecimento adequado do programa, seu modelo de pagamento, os indicadores que o compõem e os métodos de cálculo, possuem conhecimento sobre os desafios locais de cadastramento da população, porém a secretaria não está implementando os programas, estratégias e ações para melhoria da atenção básica.

As equipes e os gestores da saúde possuem conhecimento adequado do programa, seu modelo de pagamento, os indicadores que o compõem e os métodos de cálculo, possuem conhecimento sobre os desafios locais de cadastramento da população e a secretaria está implementando os programas, estratégias e ações para melhoria da atenção básica.

EM CONSOLIDAÇÃO

ROTAS

FRÁGIL

ROTAS

CONSOLIDADO

ROTAS

ROBUSTO

ROTAS

DOMÍNIO DO PREVINE BRASIL

COMPETÊNCIA 2.2.a

IMPLEMENTAR MELHORIA CONTÍNUA

50 of 57

2,5

CRIAR PAINEL GERENCIAL

QUALIFICAR INFORMAÇÃO

As equipes de saúde não realizam o cadastramento de usuários na unidade saúde, não realizam busca ativa no território, não possuem rotina de monitoramento das inconsistências de cadastro nos sistemas, não possui um painel que possibilita visão gerencial dos indicadores e não possui plano de ação voltado para a melhoria do Previne Brasil.

ESTRUTURAR BUSCA ATIVA

ESTRUTURAR PROCESSO DE CADASTRAMENTO

NAS UNIDADES

QUALIFICAR INFORMAÇÃO

CRIAR PAINEL GERENCIAL

As equipes de saúde realizam o cadastramento de usuários na unidade saúde, realizam busca ativa no território, porém não possuem rotina de monitoramento das inconsistências de cadastro nos sistemas, não possui um painel que possibilita visão gerencial dos indicadores e não possui plano de ação voltado para a melhoria do Previne Brasil.

As equipes de saúde realizam o cadastramento de usuários na unidade saúde, realizam busca ativa no território, possuem rotina de monitoramento das inconsistências de cadastro nos sistemas, porém não possuem um painel que possibilita visão gerencial dos indicadores e não possui plano de ação voltado para a melhoria do Previne Brasil.

As equipes de saúde realizam o cadastramento de usuários na unidade saúde, realizam busca ativa no território, possuem rotina de monitoramento das inconsistências de cadastro nos sistemas, possuem um painel que possibilita visão gerencial dos indicadores e um plano de ação voltado para a melhoria do Previne Brasil.

DESEMPENHO DE INDICADORES E CADASTROS

CRIAR PAINEL GERENCIAL

ELABORAR PLANO

DE AÇÃO

ELABORAR PLANO

DE AÇÃO

ELABORAR PLANO

DE AÇÃO

EM CONSOLIDAÇÃO

ROTAS

FRÁGIL

ROTAS

CONSOLIDADO

ROTAS

ROBUSTO

ROTAS

COMPETÊNCIA 2.2.b

IMPLEMENTAR MELHORIA CONTÍNUA

51 of 57

2,5

EM CONSOLIDAÇÃO

ROTAS

O município não possui prática para a utilização dos dados de produtividade das equipes de saúde, não existe pessoa ou equipe responsável por garantir o monitoramento da produtividade e também não aderiu à Estratégia de Saúde Digital.

INSTITUIR PROCESSO MONITORAMENTO DA PRODUTIVIDADE

FRÁGIL

ROTAS

CONSOLIDADO

ROTAS

ROBUSTO

ROTAS

IMPLANTAR MELHORIA CONTÍNUA

O município não possui prática para a utilização dos dados de produtividade das equipes de saúde, porém existe pessoa ou equipe responsável por garantir o monitoramento da produtividade, mas não aderiu à Estratégia de Saúde Digital.

O município possui prática para a utilização dos dados de produtividade das equipes de saúde, existe pessoa ou equipe responsável por garantir o monitoramento da produtividade, mas não aderiu à Estratégia de Saúde Digital.

O município possui prática para a utilização dos dados de produtividade das equipes de saúde, existe pessoa ou equipe responsável por garantir o monitoramento da produtividade, e aderiu à Estratégia de Saúde Digital.

ADEQUAÇÃO AO FLUXO DE INFORMAÇÕES DO PREVINE BRASIL

ORIENTAR ADESÃO A ESTRATÉGIA DE SAÚDE DIGITAL

COMPETÊNCIA 2.2.c

INSTITUIR PROCESSO MONITORAMENTO DA PRODUTIVIDADE

ORIENTAR ADESÃO A ESTRATÉGIA DE SAÚDE DIGITAL

ORIENTAR ADESÃO A ESTRATÉGIA DE SAÚDE DIGITAL

52 of 57

ANEXO 2: MÉTODO DE CÁLCULO DA MATRIZ

DE COMPETÊNCIAS

53 of 57

MATRIZ DE COMPETÊNCIAS

Nesta seção serão apresentados em detalhes os níveis de evolução da matriz de competências, instrumento que será utilizado para apontar em que estágio o município se encontra nas temáticas e competências apresentadas acima.

São quatro os níveis de evolução: frágil, inicial, em consolidação e robusto. Para cada estágio proposto existirá uma sentença que sinaliza quais elementos das práticas de gestão estão contemplados e quais estão ausentes naquele nível. Cada um dos quatro níveis têm sua correspondência matemática no formulário através das sentenças: “não faço”, “faço às vezes”, “faço quase sempre” e “faço sempre”.

Inserimos um exemplo de aplicação e cálculo para ilustrar a utilização os níveis de evolução da matriz de competências. A gradação de cada uma das 15 e suas respectivas práticas de gestão estão listadas na seção anterior.

54 of 57

A media das respostas das praticas por competência trará o estagio atual do município nas 15 competência

A media das competências na respectiva temática trará estagio do município nas 6 temáticas

NÍVEIS DE EVOLUÇÃO DAS TEMÁTICAS E COMPETÊNCIAS

Aplicação da checklist considerará as praticas de gestão de 15 competências agrupadas em 6 temáticas

A escala para sinalização das praticas de gestão segue os níveis abaixo:

“Não faço”

Faço sempre”

“Faço às vezes”

“Faço quase sempre”

1

1,5

FRÁGIL

2,5

EM CONSOLIDAÇÃO

4

ROBUSTO

CONSOLIDADO

3,5

Frágil

Em consolidação

Consolidado

Robusto

1 PONTO

2 PONTOS

3 PONTOS

4 PONTOS

A média das respostas das práticas de gestão por competência trará o nível atual do município nas 15 competências

A média das competências na respectiva temática trará o nível do município nas 6 temáticas

55 of 57

EXEMPLO DE APLICAÇÃO E CÁLCULO

Competências

Práticas de Gestão

Registro de casos

a. O município tem seguido os protocolos de identificação e notificação de casos e óbitos do Ministério da Saúde. (ex.: identificação de casos SG e SRAG pelos critérios preconizados e registro de óbitos nos sistemas do Ministério da Saúde).

b. A alimentação dos sistemas de informação do Ministério da Saúde para a notificação de casos da COVID-19 acontece diariamente.

c. Os dados da notificação da COVID-19 do paciente e do seu respectivo teste são precisos e consistentes quanto aos endereços, datas, sintomas, resultado e outros.

Fluxo de dados

a. Existe um responsável e uma rotina consistente de repasse dos dados epidemiológicos entre o setor de epidemiologia e o de comunicação do município.

b. Existe um responsável e uma rotina consistente de alimentação dos sistemas de notificação do Ministério da Saúde. (ex: E-SUS VE, SIVEP-Gripe e outros).

c. Existe fluxo de processo formalizado para as rotinas que envolvem o repasse de dados epidemiológicos entre os setores da epidemiologia e da atenção primária.

Suporte à decisão

a. O município possui um banco de dados epidemiológicos completo e com informações atualizadas.

b. Existe um painel de dados epidemiológicos que dá suporte à tomada de decisões de combate à COVID-19 no município, como identificação de bairros ou grupos demográficos com maior disseminação da doença.

c. O município define e prioriza ações de testagem, rastreamento de contatos e isolamento social com base na análise dos dados epidemiológicos locais.

d. Existem ritos de gestão periódicos (reuniões de nível operacional e estratégico) focados na melhoria dos indicadores epidemiológicos do município.

1

2

3

4

MUNICÍPIO DE PERFIL PADRÃO NAS COMPETÊNCIAS DA TEMÁTICA

FLUXO DE DADOS EPIDEMIOLÓGICOS

Não faço

Faço�às

vezes

Faço quase sempre

Faço sempre

56 of 57

EXEMPLO DE APLICAÇÃO E CÁLCULO

Nota da temática

Nota da competência

Nota da prática de gestão

Temáticas

Competências

Práticas

Competências

Média das competências da temática Fluxo de Dados Epidemiológicos

Registro de casos

1,93

Fluxo de dados

Suporte à decisão

Competências

Média das práticas de gestão de cada competência

Nível da competência

Registro de Casos

2,3

Em consolidação

Fluxo de Dados

2

Em consolidação

Suporte à decisão

1,5

Frágil

Competências

Notas das práticas

Soma das notas

Registro de Casos

4 + 1 + 2

7

Fluxo de Dados

2 + 3 + 1

6

Suporte à decisão

1 + 1 + 2 + 2

6

57 of 57

Isabel Opice

11 99987-1239

isabel@impulsogov.org

Phelipe Queiroz

21 97453-1065

phelipe@impulsogov.org

Beatriz Patrício

12 99192-5448

beatriz@impulsogov.org