1 of 19

MÁSCARAS EM VIDEOFOTOPERFORMANCE

Visualidades da Cena III

Docente: Mario Ferreira Piragibe

Discentes: Jéssica Ribeiro Fernandes

João Vitor Marques

Teatro UFU

2 of 19

Clique para adicionar texto

- brecha em unir as propostas das disciplina com o projeto de Iniciação Científica (criação) sob orientação de Narciso - "Como fazer teatro digital? O corpo que atua isolado na criação de uma Ofélia" - interesse pelo uso de recursos digitais no teatro

- máscaras + interesse por fotografia e vídeo + propostas prévias das disciplinas (ancestralidade e projeto criativo)

- etapas: sequência com Nina e Mara - apropriação da sequência e narrativas - orientação com Mario e turma - figurinos com Letícia - experimentação e registro com João - edição de imagem e vídeo - possíveis finalizações e encaminhamentos (?)

3 of 19

primeiros experimentos...

4 of 19

Fotografias: rastros e definições

Vídeo em stop motion

Para além da necessidade pandêmica de recorrer ao digital

Digital e tradicional

Como ter um corpo que se relaciona com partitura, figurino, máscaras, iluminação, enquadramento, câmera?

5 of 19

captura final antes da edição:

6 of 19

MINHA I.C. E A VISUALIDADES DA CENA III

7 of 19

MINHA I.C. E A VISUALIDADES DA CENA III

BRINCANDO DE FORMULAR

O QUE É A MINHA PESQUISA ?

AHHH Mais isso já não é mais teatro! Já não é mais atuação!

...

Teatro é na pele! No corpo!

 Substitua o A- base de logaritmo pelo próprio ato de atuar/ atuação, ou melhor, pelo próprio ator em cena e substitua os N - expoentes por uma iluminação ou sonoplastia, cenário figurino e etc.,.

A qual estará ELEVANDO a condição e a capacidade imaginária e imagética corporal, criva e criativa da cena. Gerando assim no corpo do ator através de uma maior guçação dos seus sentidos, o que chamamos de potência de atuação, produzindo maior crivicidade, verdade, poética  e crença, tanto no ator que executa  a atuação quanto ao espectador que o aprecia. 

8 of 19

A atuação, por si só já é uma ação, então a potência de atuação, é ao meu ver, a reação  de um outro corpo diferente do meu, que desencadeia, causado um afeto no meu corpo elevado pela imaginação, gerando na mesma ação, uma outra ação mais crivada (de crença na atuação)

Assim, a potência na Atuação ou potência de atuação  é para mim, uma causa de reação crivada (crença, compra, verdadeira, fé, suspensão, fantasiação) que é gerada devido um efeito (ação) do corpo cênico (ator) elevado a outros corpos cênicos, transcênicos e não cênicos (iluminação, sonoplastia, figurino e etc.,.)

9 of 19

A

# Experimento mapa de teste

A

A

Planta baixa de iluminação - Sala ANA CARNEIRO _ UFU_ Bloco 3 M

Rotunda

Frente

- Vara

- Pé de Galinha

- Refletor PC 1000 w

- Refletor PC 500 w

- Refletor Par 1000 w

A

-Torre

- Gelatinas de cores

-Câmera

10 of 19

11 of 19

12 of 19

13 of 19

14 of 19

15 of 19

16 of 19

Planta baixa de iluminação - Sala ANA CARNEIRO _ UFU_ Bloco 3 M

Rotunda

Frente

- Vara

- Pé de Galinha

- Refletor PC 1000

- Refletor PC 500 w

- Refletor Par 1000 w

# Experimento 2º mapa de teste

A

A

-Torre

-Câmera fotográfica

- Gelatinas de cor

17 of 19

EXPERIMENTOS FINAIS DA ILUMINAÇÃO SOBRE MÁSCARAS EM VIDEOFOTOPERFORMANCE

18 of 19

19 of 19

João D’.Marquêz

CONVERSAS E DIALOGOS:

Entrevista para a minha

I.C.

Jéssica Ribeiro