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A Administração da Colônia

A colonização portuguesa no Brasil teve início no século XVI, com a chegada de Tomé de Sousa em 1549. A administração da colônia passou por diversas fases, desde as capitanias hereditárias até o governo-geral, com o objetivo de consolidar o domínio português na América.

by Fórmula Geo

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Capitanias Hereditárias

Divisão do Território

A colônia foi dividida em 15 faixas de terra, chamadas de capitanias hereditárias, que se estendiam do litoral até a linha imaginária estabelecida pelo Tratado de Tordesilhas.

Donatários

Cada capitania era administrada por um capitão donatário, escolhido pelo rei de Portugal, que tinha a permissão de usufruir as terras pertencentes à Coroa, mas não podia vendê-las.

Fracassos e Sucessos

Com exceção das capitanias de São Vicente e Pernambuco, que tiveram sucesso com o cultivo da cana-de-açúcar, as demais fracassaram devido aos altos custos, isolamento, doenças e conflitos com indígenas.

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O Governo-Geral

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Criação do Governo-Geral

Em 1548, a Coroa portuguesa criou o governo-geral, um centro político para administrar a América portuguesa, com sede em Salvador.

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Chegada de Tomé de Sousa

Tomé de Sousa chegou ao Brasil em 1549, acompanhado de padres jesuítas, funcionários reais, soldados, artesãos, entre outros, para iniciar a organização da colônia.

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Implantação da Administração

O governo-geral tinha como objetivo centralizar a administração, fortalecer a defesa da colônia e promover o desenvolvimento econômico, com foco no cultivo da cana-de-açúcar e na exploração do pau-brasil.

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A Importância dos Jesuítas

Educação

Os jesuítas desempenharam um papel crucial na educação e catequização dos indígenas, fundando escolas e missões em diversas regiões da colônia.

Catequese

A catequese, realizada por meio da educação e da conversão ao cristianismo, foi uma das principais ferramentas utilizadas pelos jesuítas para integrar os indígenas à sociedade colonial.

Cultura e Língua

Os jesuítas contribuíram para a difusão da cultura portuguesa e da língua portuguesa entre os indígenas, influenciando o desenvolvimento da cultura brasileira.

Conflitos com a Coroa

Apesar da importância do seu trabalho, os jesuítas também se envolveram em conflitos com a Coroa portuguesa, principalmente em relação ao controle das missões e da mão de obra indígena.

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Aspectos da Vida Cotidiana

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Cidades e Vilas

As cidades e vilas coloniais eram geralmente pequenas e com uma estrutura simples, com casas de taipa e ruas de terra batida.

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Comércio

O comércio era fundamental para a vida cotidiana, com a venda de produtos como alimentos, roupas, ferramentas e objetos de decoração.

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Festas e Celebrações

As festas e celebrações religiosas, como o Natal e a Páscoa, eram importantes eventos sociais e culturais na colônia, reunindo a comunidade.

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Trabalho e Escravidão

O trabalho era essencial para a economia da colônia, com a mão de obra escrava sendo utilizada em larga escala nas plantações de cana-de-açúcar e em outras atividades.

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As Câmaras Municipais

Funções

Detalhes

Organização do Cotidiano

As câmaras municipais organizavam a vida das vilas e cidades, cuidando de serviços públicos, festas religiosas e segurança.

Obras Públicas

Elas providenciavam a construção de obras públicas, como pontes, estradas e edifícios, para melhorar a infraestrutura urbana.

Cobrança de Impostos

As câmaras municipais cobravam impostos dos moradores para financiar as atividades e os serviços públicos.

Justiça Local

As câmaras municipais também eram responsáveis pela justiça local, julgando pequenos delitos e conflitos entre os moradores.

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Aspectos Sociais e Culturais

Educação

A educação era restrita à elite, com escolas fundadas por religiosos e particulares, principalmente para o ensino religioso e para as famílias abastadas.

Música e Dança

A música e a dança eram importantes elementos da cultura colonial, com influências portuguesas e africanas, presentes em festas e eventos sociais.

Teatro

O teatro também era uma forma de entretenimento e expressão cultural, com peças encenadas por grupos amadores e profissionais, principalmente em cidades maiores.

Gastronomia

A gastronomia colonial era rica e diversificada, com influências portuguesas, indígenas e africanas, com pratos como moqueca, feijoada e acarajé.

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Aspectos Econômicos

Cana-de-Açúcar

A produção de açúcar se tornou a base da economia da colônia, com o desenvolvimento de grandes plantações e engenhos de açúcar.

Escravidão

A mão de obra escrava africana foi fundamental para o desenvolvimento da produção de açúcar, com a exploração e o sofrimento de milhões de pessoas.

Comércio Internacional

O açúcar brasileiro era exportado para a Europa, gerando lucros para a Coroa portuguesa e para os grandes proprietários de terras.

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Aspectos Políticos

Governo-Geral

O governo-geral era o órgão máximo da administração colonial, com o governador-geral como principal autoridade, responsável por todas as decisões e ações da colônia.

Câmara Municipal

A câmara municipal era o órgão responsável pela administração local, com vereadores eleitos pela elite, cuidando de serviços públicos, justiça e segurança.

Conselho Ultramarino

O Conselho Ultramarino era um órgão da Coroa portuguesa, localizado em Lisboa, que controlava e supervisionava as colônias portuguesas, incluindo o Brasil.

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O Impacto da Colonização

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Cultura Brasileira

A cultura brasileira foi profundamente influenciada pela colonização portuguesa, com a mistura de costumes, tradições, línguas e religiões.

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Estrutura Social

A sociedade brasileira colonial era dividida em camadas sociais, com a elite branca no topo, seguida por mestiços, indígenas e escravos africanos.

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Desenvolvimento Econômico

A colonização teve um impacto significativo no desenvolvimento econômico do Brasil, com a exploração de recursos naturais e o desenvolvimento de atividades como a agricultura e a mineração.

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Legado da Escravidão

A escravidão africana teve um legado duradouro no Brasil, com profundas consequências sociais e culturais, que ainda hoje se fazem sentir.