“ Comei de tudo quanto se vende no açougue...” I cor. 10:15
Podemos comer de tudo? (batráquio, moluscos gastrópode, ofídios, répteis, etc.)
Paulo advertiu: “ Antes digo que as coisas que os gentios sacrificam, as sacrificam aos demônios, e não quero que sejais participantes com os demônios.”
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Entendo o verso todo
“ Comei de tudo o que se vende no mercado, sem nada perguntardes por motivo de consciência.” I Cor. 10:25; Versão revista e atualizada
“...por motivo de consciência”. O problema , portanto não é a comida em si, MAS DA CONSCIÊNCIA DE ALGUÉM.
Quem disse essas palavras? Paulo (Atos 22:3; Fil.3:4,6; Atos 26:4,5) Homem zeloso, hebreu de hebreus, fariseu de fariseus, autorizasse ou consumisse carnes imundas. Isso jamais passaria por sua cabeça.
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Explicando o texto
A verdade é que Paulo ao afirmar – “ comei de tudo quanto se vende no açougue (mercado). “ tinha absoluta certeza que a carne ali vendida era limpa. EMBORA OFERECIDA AOS ÍDOLOS., e ele tinha relevância, pois o ídolo, nada é. (I Cor. 10:19)
Havia irmãos que não tinham a fé sedimentada, e tais cristãos se escandalizavam quando outros comiam aquela carne. Por isso frisou Paulo com clareza meridiana: “ por causa da consciência. “ Que consciência? Lógico, a consciência do irmão mais fraco na fé. A prova bíblica que os animais que eram sacrificados pelos idólatras eram limpos está em Atos 14:12,13) Deus advertiu os cristãos a absterem-se de carnes sacrificadas aos ídolos. ( Atos 15:29)
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Carnes limpas x carnes imundas
Deus é onisciente: O que disse em Gênesis, reafirmou em toda a Bíblia. Em Isa. 66:17; 65:4, que quem come carne de porco não será salvo
Jesus fez separação entre peixes limpos e imundos (Mat. 13:47-48). Já em Apoc. 18:2 há uma separação entre aves limpas e imundas.
Porque Jesus ordenou que uma manada de porcos se lançasse ao mar, estragado toda aquela “carne”? (Mat. 5:1-20, vs 12-13) Não era “comida”? Imagine se cada porco pesasse 40 kg, multiplicando por 2000 porcos, seria bastante “Carne” que daria para matar a fome de muita gente pobre daquela região. 80 toneladas.
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Em outra ocasião ao multiplicar os pães e os peixes (João 6:1-5) saciou a fome de 5.000 pessoas e depois ordenou: “...recolhei os pedaços que sobraram, para que não se perca.” v. 12
Como entender isso? Em uma ocasião ordena estragar mais ou menos 80 toneladas de carne, e noutra, manda recolher restos de pães e peixes, para não se estragarem?
O que temos que admitir é que o Senhor não criou o porco e os animais imundos para alimentação, como também os peixes imundos, pois Ele fez distinção na qualidades dos peixes. (Mateus 13:47-48)